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INTRODUÇÃO AO DIAGNÓSTICO CLÍNICO Agradecimentos à Professora Doutora Nathalia Cruz de Victo, que colaborou com a produção do material dessa aula. Objetivos de Aprendizagem: 1. Compreender o processo de obtenção de um diagnóstico 2. Conhecer os conceitos e princípios da semiologia 3. Compreender o que é anamnese, e quais os critérios que podemos utilizar para que ela seja bem feita 4. Conhecer quais são os sinais vitais e como eles atuam no organismos. Diagnóstico - do grego “dia” (por meio de) e gignósko (gnose, conhecimento) “Descobrimento de uma doença por meio do conhecimento” Se baseia nos: • sinais e sintomas, • históricos clínico, familiar e social • resultados de exames físicos, imagens e laboratoriais. Prognóstico consiste na previsão de como a doença vai se desenvolver e seu desfecho, além de muitas vezes permitir a escolha de um tratamento mais adequado, aumentando a probabilidade de sobrevivência e a minimização de sequelas. Semiologia é o estudo dos sinais e sintomas das doenças. Do grego: semeion (sinais) + logos (tratado, estudo) Finalidades: • Fazer um diagnóstico (usando a propedêutica) • Estabelecer prognóstico, • Propor tratamentos/cuidados. Propedêutica é o conjunto de técnicas utilizadas para levantamento de dados e formação de diagnósticos iniciais. As manifestações objetivas das doenças são chamadas de sinais. • Inchaço (edema), vermelhidão (rubor), • Calor local, febre, hipertermia, hipotermia, • Tosse, espirro, hemoptise, hifema, • Hipertensão e hipotensão, • Taquipneia, bradipneia, dispneias, • Hipoglicemia, hiperglicemia, • Bradicardia, taquicardia, • Presença de pus, • Diarreia, vômito (emese) • Icterícia, cianose, • Lesões, hemorragias, petéquias, equimoses, hematomas, etc. As manifestações subjetivas das doenças são chamadas de sintomas. • Dor, • Parestesia, • Mal estar, • Anosmia/hiposmia (perda de olfato), • Ageusia (perda de paladar) • Ânsia de vômito, • cólica, • Tontura, • visão turva, • Queimação no estômago/asia, etc. “...a respeito do tisio, no princípio fácil de curar e difícil de perceber, mas, se não foi percebido e tratado no início, torna-se, com o andar do tempo, fácil de perceber e difícil de curar.” (Nicolau Maquiavel em “O Príncipe”, 1532) Quando a doença é identificada no início, preferencialmente quando ainda não apresenta sinais e sintomas muito evidentes, ou seja, antes do horizonte clínico, chamamos de diagnóstico precoce. Diagnóstico precoce, na maioria dos casos, leva um desfecho melhor, ou seja, um prognóstico mais favorável ao paciente do que quando o diagnóstico é feito tardiamente. Também pode ser chamada de “histórico clínico”, já que consiste no levantamento do histórico dos sintomas do paciente, relatados por ele mesmo, para solução do caso clínico ou para orientar a melhor conduta a ser adotada. Anamnese (aná = trazer de novo; mnesis = memória) significa trazer de volta à mente, ou seja, relembrar todos os fatos relacionados com a doença e com o próprio paciente. O profissional precisa desenvolver conhecimentos e habilidades para a aquisição e a interpretação dos dados coletados na anamnese, para elaborar raciocínio clínico e diagnósticos diferenciais. Consiste em roteiro de perguntas, que permite a condução da entrevista na qual o profissional inicia um processo de diagnóstico da situação para que possa executar o planejamento de ações terapêuticas e corretivas. ANAMNESE • Estabelecer condições para uma relação profissional-paciente mais adequada. • Conhecer determinantes epidemiológicos do paciente, que possam influenciar seu processo saúde-doença; • Avaliar os sintomas de cada sistema corporal; • Registrar a história clínica do problema atual de saúde do paciente, de forma detalhada e cronológica; OBJETIVOS DA ANAMNESE • Registrar e desenvolver práticas de promoção da saúde; • Avaliar o estado de saúde passado e presente do paciente, considerando fatores pessoais, familiares e ambientais que possam influenciar seu processo saúde-doença; • Conhecer os hábitos de vida do paciente, bem como suas condições socioeconômicas e culturais. OBJETIVOS DA ANAMNESE Como conduzir a anamnese: Se possível, o profissional pode deixar o paciente relatar livre e espontaneamente todas as suas queixas de saúde, sem nenhuma interferência, limitando-se a ouvi-lo. Mas isso leva tempo! Em outra forma de anamnese, mais dirigida, o profissional conduz a entrevista de forma mais objetiva, tendo em mente um esquema básico de perguntas. O uso dessa técnica exige maior rigor técnico e muito cuidado na sua execução, de modo a não se deixar levar por ideias preconcebidas. Uma outra maneira de se conduzir a anamnese, que usa um pouco de cada uma das técnicas anteriores, consiste no profissional deixar inicialmente o paciente relatar de maneira espontânea as suas queixas, para a partir dos relatos, conduzir a entrevista de modo mais objetivo. A pressa é o defeito mais grosseiro que se pode cometer durante a obtenção da história do paciente e de suas queixas. As perguntas usadas na anamnese podem ser classificadas em abertas, fechadas e focadas As perguntas abertas são feitas para deixar o paciente livre para se expressar, são perguntas mais amplas, como: “O que você está sentindo?” As perguntas focadas são parecidas com as abertas, mas sobre um assunto mais específico, como por exemplo: “Onde dói mais?” As perguntas fechadas são mais específicas, e servem para revelar coisas que o paciente ainda não falou, como: “A perna dói mais quando você anda ou quando está parado?” Principais elementos da anamnese. Identificação Coleta de dados de perfil sociodemográfico que possibilita a interpretação dos dados individuais e coletivos do paciente; Queixa principal O motivo da consulta. Sintomas ou problemas que motivaram o paciente a procurar atendimento médico; História da doença atual Registro cronológico e detalhado do problema atual de saúde do paciente; Interrogatório sintomatológico Avaliação detalhada dos sintomas de cada sistema corporal. Complementar a HDA e avaliar práticas de promoção à saúde; Antecedentes pessoais e familiares Avaliação do estado de saúde passado e presente do paciente, conhecendo os fatores pessoais e familiares que influenciam seu processo saúde-doença; Hábitos de vida Documentar hábitos e estilo de vida do paciente, incluindo ingesta alimentar diária e usual, prática de exercícios, história ocupacional, uso de tabaco, consumo de bebidas alcoólicas e utilização de outras substâncias e drogas ilícitas; Condições sócio e culturais Avaliar as condições de habitação do paciente, além de vínculos afetivos familiares, condições financeiras, atividades de lazer, filiação religiosa e crenças espirituais, bem como a escolaridade. Principais elementos da anamnese. Exame físico: É sempre realizado depois de uma anamnese, Pode utilizar aparelhos específicos, como: • estetoscópio, • esfigmomanômetro, • termômetro, • cronómetro, • régua/fita métrica, entre outros. Pode ser feito por meio de manobras como: • Palpação e ausculta, entre outros. Deve-se avaliar as condições gerais do paciente: • nível de consciência e orientação, • hidratação e nutrição, • fala e linguagem, sinais vitais, etc. Exame físico: Requer conhecimento prévio de: • Anatomia • Fisiologia Envolve pelo menos quatro etapas: • inspeção, • ausculta, • palpação e • percussão. É importante que o paciente esteja confortável física e psicologicamente em todos os momentos do exame físico Condições gerais para se fazer um bom exame físico: • Solicitar o consentimento e a colaboração do paciente, • Escolher um local com iluminação adequada, • Respeitar a privacidade do paciente, • Explicar sobre os procedimentos que serão utilizados, • Manter as mãos aquecidas e as unhas curtas para minimizar o desconforto e favorecer a higiene, • O paciente deve estar relaxado e confortável durante os procedimentos.Análise de um sinal ou um sintoma: Os principais elementos que devem ser analisados são: • Início; • Características do sintoma; • Fatores de melhora ou piora; • Relação com outras queixas; • Evolução; • Situação atual. Sinal patognomônico Do grego “pathos” (sofrimento) + “gnomon” (bom conhecedor, intérprete) É um sinal que quando está presente acusa de forma inequívoca uma única doença. A ausência do sinal, entretanto, não exclui a possibilidade daquela doença. Ex. as manchas de Bitot são características da deficiência de vitamina A. https://raciocinioclinico.com.br/voce-ja-ouviu-falar-de-sinal-patognomonico-2/ Sinal patognomônico Eritema Crônico Migratório Lesão cutânea semelhante a um alvo (alternando anéis mais claros com anéis mais avermelhados) Característico da Doença de Lyme, causada por uma bactéria, transmitida por carrapato. https://raciocinioclinico.com.br/voce-ja-ouviu-falar-de-sinal-patognomonico-2/ Sinal patognomônico Anel de Kayser-Fleischer Pigmentação acastanhada da córnea periférica Doença de Wilson. Distúrbio genético que afeta uma proteína de membrana transportadora de cobre, comprometendo sua excreção biliar de cobre, com acúmulo desse metal no organismo e toxicidade subsequente. O anel de Kayser-Fleischer forma-se por deposição de cobre na borda externa da córnea. https://raciocinioclinico.com.br/voce-ja-ouviu-falar-de-sinal-patognomonico-2/ Sinal patognomônico Sinal de Battle Hematoma ou equimose em região da apófise mastoide, pós-auricular https://raciocinioclinico.com.br/voce-ja-ouviu-falar-de-sinal-patognomonico-2/ Diagnóstico: Fratura de base de crânio. O sinal ocorre por um represamento de sangue na região da apófise mastoide, gerado por uma fratura na base do crânio, em uma relação meramente anatômica do crânio. Sinal patognomônico Manchas de Koplik Pontos branco azulados circundado por eritema, de 1mm de diâmetro, na mucosa oral Diagnóstico: Sarampo. As manchas de Koplik ocorrem nos primeiros 2 dias de sintomas, ocorrendo antes do aparecimento do exantema característico da doença, podendo-se sobrepor brevemente. Possuem tal conformação, por conta da dilatação de veias em torno das glândulas submucosas, gerando o eritrema; e a parte esbranquiçada pela destruição das células do epitélio glandular. https://raciocinioclinico.com.br/voce-ja-ouviu-falar-de-sinal-patognomonico-2/ Sinal patognomônico Nódulos de Lisch Hamartomas melanóticos hiperpigmentados na íris Diagnóstico: Neurofibromatose. Doença genética que causa proliferação celular anormal. Por exemplo, o hamartoma na íris (Nódulo de Lisch). https://raciocinioclinico.com.br/voce-ja-ouviu-falar-de-sinal-patognomonico-2/ Sinal patognomônico “Blue Dot Sign“ (Sinal do ponto azul) Pequeno ponto azulado na pele do escroto Diagnóstico: Torção Testicular (apêndice ou epidídimo). Má formação congênita que leva a túnica vaginal cobrir não somente o testículo. Ocorre rotação livre do testículo sobre a túnica vaginal, que leva a torção, obstruindo o retorno venoso inicialmente e posteriormente a pressão arterial local, gerando isquemia testicular. Quando o apêndice testicular torce, sofre descoloração e permite palpação no polo superior do testículo, formando o “Blue Dot Sign”. https://raciocinioclinico.com.br/voce-ja-ouviu-falar-de-sinal-patognomonico-2/ Sinal patognomônico Sinal de Cruz de Malta Diagnóstico: Babesiose. Doença causada por um protozoário que é transmitido por picada de carrapato. Possui manifestação clínica semelhante à Malária. No esfregaço de sangue corado com Giemsa, pode ser encontrado tétrades do parasito dentro dos eritrócitos. https://raciocinioclinico.com.br/voce-ja-ouviu-falar-de-sinal-patognomonico-2/ Sinais representativos https://raciocinioclinico.com.br/voce-ja-ouviu-falar-de-sinal-patognomonico-2/ Apesar de não serem exclusivas, algumas manifestações clínicas ou laboratoriais são tão típicas de algumas doenças, que quase são patognomônicas, quando consideradas junto a outras manifestações clínicas, resultados de exames e contexto epidemiológico. Edemas migratórios cutâneos Diagnósticos possíveis: Larva Migrans Cutânea, Larva currens (Estrongiloidíase), Miíase migratória, Gnatostomíase, Loíase, Dirofilariose. Sinais representativos https://raciocinioclinico.com.br/voce-ja-ouviu-falar-de-sinal-patognomonico-2/ Dactilite Dedos em salsicha Diagnósticos possíveis: Artrite psoriática, Artrite reumatoide, Artrite reativa, Espondilite anquilosante, Sarcoidose, Tuberculose óssea, Sífilis Congênita, Anemia Falciforme. Sinais representativos https://raciocinioclinico.com.br/voce-ja-ouviu-falar-de-sinal-patognomonico-2/ Olhos de guaxinim Diagnósticos possíveis: Amiloidose, Fratura de Base do Crânio, hemorragias subaracnóideas, Neuroblastoma, Neoplasias Hematológicas, Síndrome de Sweet. Sinais representativos https://raciocinioclinico.com.br/voce-ja-ouviu-falar-de-sinal-patognomonico-2/ Macroglossia (aumento excessivo da língua) Diagnósticos possíveis: Amiloidose, Esclerose Lateral amiotrófica, Acromegalia, Hipotireoidismo, Linfangioma, Hemangioma, Mucopolissacaridose, Síndrome de Beckwith-Wiedemann, Doença de Pompe, Doença de Madelung. • A avaliação dos sinais vitais e de outras medições fisiológicas são base para solução de diversos problemas clínicos. • Permite identificar necessidades básicas dos pacientes de forma rápida e eficiente. Sinais vitais São aqueles que evidenciam o funcionamento e as alterações das funções corporais ❑ São eles: ❖ Frequência cardíaca; ❖ Temperatura; ❖ Frequência respiratória; ❖ Dor (que na realidade é um sintoma); ❖ Pressão arterial. Dicionário Michaelis: Portanto, quando se está verificando a temperatura ou a pressão de um paciente, na realidade não se está aferindo nada. Antigamente era considerado quase tão errado quanto falar “tirar a pressão”. Com o uso frequente acabou virando jargão da área de saúde, e atualmente é considerado sinônimo de “medir”. Pelo uso, falar “aferir” não está errado, como também não está errado dizer medir, mensurar, verificar, observar, ou avaliar, por exemplo! O ser humano é mantido em uma temperatura constante em torno de 37ºC, sendo que as extremidades podem se apresentar mais frias que as áreas mais centrais; A perda ou o ganho excessivo de calor podem levar a disfunções orgânicas e mesmo à morte, dependendo da intensidade e da duração desse processo. Temperatura Febre: • Aumento anormal da temperatura corporal acima de 37,5ºC, • É mecanismo de defesa importante para a ativação do sistema imune, • É alta quando está acima de 39,5ºC (risco de convulsão), • Altera outros sinais vitais, como frequências cardíaca e respiratória. Hipotermia: Redução da T. corporal para valores abaixo de 35°C, Pode ser acidental (primária) ou por disfunção do centro regulador hipotalâmico (secundária). Hipertermia: Acima de 41ºC - grande risco de convulsões, coma e morte. Temperatura Basal (normal) do corpo * 36ºC à 37,5ºC Estresse: Estresse físico ou emocional eleva a temperatura do corpo por meio de estímulos hormonais e neurais, que levam a um aumento do metabolismo. Fatores que afetam a temperatura corporal: Ambiente: Ambientes muito frio ou muito quentes influenciam na nossa regulação. Lactantes e idosos são mais afetados, pois seus mecanismos reguladores estão menos eficientes. Idade: • Recém nascidos possuem mecanismos de controle de temperatura imaturos, podendo variar bastante em pouco tempo. • Idosos possuem deterioração dos mecanismos de controle e podem apresentar na maior parte do tempo temperaturas mais baixas que um adulto. Exercícios: Aumentam o metabolismo, podendo elevar temporariamente a temperatura corporal em até 4ºC. Nível hormonal: Variações hormonais durante o ciclo menstrual podem elevar a temperatura do corpo. ▪ Limite palpável de fluxo de sangue percebido em vários pontos do corpo; ▪ É um indicador do estado circulatório; ▪ É medida emnúmero de pulsações (batimentos) por 1min. Frequência cardíaca Locais mais adequados para verificação da pulsação: • Recomendável usar um relógio de pulso com ponteiro de segundos; • Ter disponível uma caneta e folha para registro; • Lavar as mãos; • Identificar o paciente e explicar como o procedimento será executado; • Posicionar o paciente confortável e de acordo com o local onde a verificação será feita; • Obter o valor do pulso e avaliar as características do ritmo cardíaco; • Ajudar o paciente a retomar uma posição confortável; • Lavar as mãos e proceder o registro das informações. Como realizar a medida: RITMO CARDÍACO: • Regular (rítmico), com intervalos iguais; • Irregular (arrítmico), com intervalos variáveis: PULSAÇÃO: • Forte • Fraca (filiforme) Normocardia: frequência cardíaca normal; Bradicardia: frequência cardíaca abaixo do normal; Taquicardia: frequência cardíaca acima do normal; Bradisfigmia: pulso filiforme e bradicárdico; Taquisfigmia: pulso filiforme e taquicardíaco. Fatores que podem influenciar a frequência cardíaca: Pressão Arterial – PA A cada sístole do Coração, um fluxo sanguíneo é lançado para dentro das artérias. Essa força que o sangue faz contra as paredes internas das artérias é chamada de Pressão Arterial. Quando a pressão está “12 por 8”, significa que na sístole ela é de 120 milímetros de mercúrio (mmHg) e na diástole é de 80 milímetros de mercúrio (mmHg). Frequência Respiratória Análise da eficiência respiratória Deve ocorrer de maneira integrada avaliando os 3 processos: • Ventilação: frequência ( número de movimentos por min); • Profundidade : Profunda, superficial ou Normal; • Ritmo: Regular ou irregular. ❑ Exercício físico; ❑ Dor; ❑ Ansiedade; ❑ Tabagismo; ❑ Posição corporal; ❑ Medicações; ❑ Lesão neurológica; ❑ Alteração nos níveis da Hemoglobina; ❑ Altitudes. Fatores que podem influenciar a respiração Valores relativos aos ciclos respiratórios (1 inspiração e 1 expiração) Bradipneia Taquipneia Hiperpneia Hipoventilação Hiperventilação Apneia respiração lenta respiração acelerada Respiração acelerada e com intensificação dos movimentos respiratórios ventilação inadequada para realizar as trocas gasosas, é evidenciada pelo acúmulo de gás carbônico na gasometria. interrupção completa do fluxo de ar por um período de pelo menos 10 segundos ventilação além da adequada, é evidenciada pela redução do gás carbônico na gasometria. Dispneia: experiência subjetiva de desconforto respiratório. Pode se manifestar como “sufocamento”, “sensação de aperto torácico”, “falta de ar”, entre outras. Agência Americana de Pesquisa e Qualidade em Saúde Pública e a Sociedade Americana de Dor descrevem a dor como o “quinto sinal vital”! Dor • A mensuração da dor é extremamente importante no ambiente clínico, mas é um sintoma e não um sinal! • Alguns dos instrumentos são as escalas de categoria numérica/verbal e analógico- visual.