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DIRETRIZES DA DISCIPLINA SEMINÁRIO DA PRÁTICA F ONTE: ww.gizmodo.uol.com.br 1. APRESENTAÇÃO Prezado(a) Acadêmico(a)! A disciplina denominada Seminário da Prática é parte integrante da matriz curricular do seu curso, presente em cada Módulo. A disciplina Seminário da Prática incorpora os conteúdos das disciplinas estudadas no Módulo, de forma a estabelecer um diálogo entre as áreas do conhecimento trabalhadas e promover a interação entre a teoria e a prática. A concepção e realização do Seminário da Prática a partir do contexto de um grupo de disciplinas curriculares fundamentam o processo de desenvolvimento de competências e habilidades pedagógicas e profissionais, visando garantir uma sólida formação para as ações de atuação. As atividades desenvolvidas a partir dessa disciplina de caráter prático contribui para antecipar questões práticas de ordem profissional, simulando assim a resolução de problemas relacionados ao seu futuro fazer profissional, pois, como diria Leonardo da Vinci: “Não basta fazer, é preciso saber fazer”. Assim, a UNIASSELVI convida você a trilhar esse campo conceitual e organizacional do conjunto dessas disciplinas que, pelas relações cooperativas e interativas proporcionadas através das práticas interdisciplinares farão a diferença na sua formação profissional. Vamos, então, conhecer o que são os Seminários da Prática, seus referenciais e que etapas você seguirá para a construção do conhecimento pautado na sua realidade. 2. O QUE É A DISCIPLINA SEMINÁRIO DA PRÁTICA? FONTE: www.gizmodo.uol.com.br O Seminário da Prática caracteriza-se pela estratégia de abordagem e tratamento do conhecimento de forma interdisciplinar. Nessa perspectiva, duas ou mais disciplinas curriculares ofertadas simultaneamente estabelecem relações de análise e interpretação de conteúdos, com a finalidade de propiciar condições de apropriação, pelo aluno, de um conhecimento mais abrangente e contextualizado. Desse modo, permite a construção de uma autonomia com autoria da produção do conhecimento, uma vez que o aluno, o tutor externo e o professor da disciplina são responsáveis pela construção do contexto interdisciplinar, transcendendo a realidade local e regional para o processo de uma formação técnico, científico, pedagógico e cultural. Nesse sentido, a disciplina Seminário da Prática consiste no desenvolvimento de atividades teóricas e práticas de caráter investigativo que perpassam a dinâmica curricular do seu curso de graduação, no sentido de proporcionar a você um espaço de reflexão, interrogação, análise crítica e compreensão do exercício da profissão em suas diferentes dimensões. De tal modo, a disciplina Seminário da Prática é constituída de uma ação ousada, em que se buscam novas possibilidades, sem descartar o conhecido, o vivido, pois nele estão contidas as sementes de sabedoria que nos permitem avançar. As práticas, ao serem realizadas com responsabilidade, nos fornecem princípios que permitem enriquecer as ações futuras da profissão. Uma das características do Seminário da Prática tem sido a originalidade. Percebemos que elas surgem profundamente articuladas aos contextos nos quais foram gestadas, possuem as marcas de seus autores e vêm ao encontro das necessidades de uma determinada comunidade pedagógica. Assim, esta disciplina tem como principal objetivo proporcionar a você elementos científicos que venham fortalecer o inter-relacionamento dos conceitos apreendidos em sala, fomentando uma postura investigativa, crítica, criativa e inovadora no seu futuro exercício profissional. Com esse entendimento a disciplina Seminário da Prática é um espaço de construção de maneiras de ser e de estar na profissão. Ela instiga a formação de um profissional crítico em sintonia com a sua sociedade, pois permite que os conceitos sejam adaptados à realidade dos sujeitos envolvidos. Dessa forma, o Seminário da Prática fornece abertura das próprias fronteiras acadêmicas, criando zonas de interseção com a comunidade e com a realidade, permitindo, assim, um movimento de aproximação, diálogo e transformação que vai além das disciplinas. A disciplina Seminário da Prática, assim concebida, converge para um dos objetivos do Centro Universitário Leonardo da Vinci, manifestado no Plano de Desenvolvimento Institucional (2011-2015, p.14): [...] “promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da iniciação científica e tecnológica, geradas na instituição”. No mesmo documento, são apresentadas as políticas de extensão da UNIASSELVI: Fortalecimento das ações de extensão, por meio de programas e projetos integrados dos diferentes cursos da instituição e do incremento das parcerias com iniciativas privadas e públicas. Intensificar os projetos (atuais e futuros) que tenham forte vínculo com a comunidade, criando um canal ativo de comunicação, de forma que a instituição, em parceria com a sociedade, transforme-se em uma referência empreendedora do conhecimento no meio social. Dispor de recursos institucionais, e em parceria com o setor público e privado, para financiar projetos de cunho social com aplicação efetiva na sociedade.(PDI, 2011-2015, p.19) Por meio do Núcleo de Programas de Extensão (NUPEX) é desenvolvida a Jornada de Integração Acadêmica - JOIA, evento anual, que oferece ao aluno, aos profissionais da instituição e à comunidade, a oportunidade de divulgação de trabalhos de apoio de iniciação científica e de extensão, por meio de publicação e de participação em fóruns de discussão, minicursos e palestras. Durante a JOIA, atividades desenvolvidas pela prática pedagógica permitem que o curso tenha um diálogo e uma atuação próxima à comunidade, pois grande parte dos trabalhos organizados tem relação direta com temas relacionados ao desenvolvimento regional. No decorrer da JOIA, diversos temas de interesse da comunidade são abordados nas comunicações orais, palestras e minicursos oferecidos. 2.1 Interação, cooperação e conhecimento FONTE: www.papodeempreendedor.com.br O processo de conhecimento é encarado como construção ativa da relação entre sujeito e mundo (MONTENEGRO; MAURICE-NAVILLE, 1994) e, nesse processo, a disciplina Seminário da Prática leva o aluno a “interagir” e assim proporcionar a troca de ideias, o compartilhamento de informações e interesses comuns, podendo levar à transformação do conhecimento. A troca de saberes inclui o reconhecimento do outro, a mobilização de competências, a capacidade de negociação e a disposição à cooperação. Esses aspectos podem evidenciar o potencial de interação mútua e consequente criação social. Desse processo de interação e cooperação entre os alunos, podem emergir iniciativas de autoria coletiva, favorecendo novas formas de aprender. Portanto, a disciplina Seminário da Prática não é apenas um ato de troca, nem se limita à interação pessoal. Esta disciplina busca a abertura para uma comunicação, socialização das informações e participação mais efetivas. Valdés Arriagada (2002), Piaget e Vygotsky reafirmam a importância da interação do sujeito com outros indivíduos no processo da aprendizagem, dando a noção de compartilhamento e de socialização. Por outro lado, discute- se a questão da autonomia e do seu desenvolvimento, assim como inter- relaciona os conceitos de cooperação e autonomia: “para que a autonomia se desenvolva, é necessário que o sujeito seja capaz de estabelecer relações cooperativas” (FREIRE, 1998, p.32). Nesse contexto, o desenvolver da disciplina Seminário da Prática proporciona o aprendizado de forma interativa e prazerosa uma vez que a autonomia o leva ao encontro do seu próprio ritmo de aprendizagem e a cooperação o leva a aprender em grupo, participarde projetos, conhecer a realidade, realizar pesquisas em conjunto e avançar na qualificação profissional. Falando em qualificação profissional, você sabe de que forma a prática interdisciplinar poderá contribuir para as ações futuras de sua atuação profissional? A seguir vamos entender um pouco mais a respeito desse contexto. 2.2 Formação profissional a partir do desenvolvimento da disciplina Seminário da Prática FONTE: www.carreiras.empregos.com.br Se analisarmos os processos relacionados à psicologia da educação e da aprendizagem descobriremos que existe uma forte relação entre o desenvolvimento pessoal e a educação. Temos que ter clareza que o ambiente humano das práticas profissionais é de suma importância no processo de ensino e aprendizagem, pois a vivência prática e aplicação dos saberes estudados garantirão, certamente, uma formação mais sólida e coerente com a realidade na qual você está inserido. Levando em consideração o exposto acima é coerente pensar que “o desenvolvimento humano é exercido em interação com um ambiente social organizado culturalmente, e que dificilmente qualificaremos como natural” (SALVADOR, 1999, p. 111). Para termos condições concretas e bem fundamentadas com o objetivo de intervirmos nestes ambientes não naturais é necessário desenvolver competências e habilidades profissionais apreendidas na Universidade, pois o mundo do trabalho está cada vez mais exigente e complexo. Nesse sentido, é de fundamental importância atribuir valor e dedicação ao desenvolvimento de atividades de caráter prático que venham a antecipar situações que serão enfrentadas no mercado de trabalho. Sendo assim, é preciso ter clareza que o processo de aprender possui uma relação muito estreita com a sua vivência pessoal. Você poderá se perguntar o porquê da necessidade de cursar uma Universidade. A resposta é simples e ao mesmo tempo complexa, pois na Universidade você descobrirá novos conhecimentos relacionados ao curso escolhido e, ao mesmo tempo alterará sua concepção de mundo e sociedade. Será você, com certeza, o responsável pelas mudanças futuras no seu país, localidade e ou sociedade. Na Uniasselvi, entendemos que é por meio das experiências relacionadas à educação que os sujeitos têm condições de refletir de forma crítica sobre o futuro das suas ações. Assim, ao realizar o Seminário da Prática, você terá condições de aplicar os saberes teóricos que apreendeu ao cursar as disciplinas, ao ler os cadernos de estudo, ao debater com os colegas em sala de aula, no ambiente problematizador e crítico da Universidade. Por meio das experiências educativas (experiências diversas, relativas a conteúdos diversos e também com diferentes graus de sistematização, com finalidades mais delimitadas ou difusas), o indivíduo torna-se um membro ativo e participativo do seu grupo à medida que vai compartilhando a cultura. Ao mesmo tempo, as aprendizagens que realiza, porque assim lhe permitem as experiências em que se vê imerso, constituem o motor por meio do qual se desenvolve em todas as suas capacidades-afetivos- relacionais, de equilíbrio pessoal, de inserção social, cognitivas e motoras. Podemos afirmar que graças às aprendizagens que as diversas experiências educativas possibilitam, o indivíduo configurar- se como uma pessoa que compartilha com as outras determinados e fundamentais aspectos, porém é a única e irrepetível, porque são únicos também os contextos específicos em que vive, e a maneira que tem de se apropriar das ferramentas culturais e idiossincráticas (SALVADOR, 1999, p. 142). Levando em consideração o que foi exposto anteriormente, temos que ter a consciência de que o desenvolvimento intelectual proposto pela Universidade terá mais sentido e aplicação prática se você tiver a clareza de que o desenvolvimento intelectual é inseparável do desenvolvimento profissional. Podemos dizer então que existe um processo de união entre as duas atividades de desenvolvimento humano/intelectual e humano/profissional. Assim, o entendimento dessa união deve levar em conta o sentido prático da escolha do seu curso, pois o bom desenvolvimento do Seminário da Prática indicará a indissociabilidade entre formação intelectual e formação profissional. Procure sempre relacionar suas leituras, estudos e discussões teóricas, com a aplicação prática destes saberes, pois quando, no futuro, você estiver exercendo a sua profissão, certamente você terá condições e conforto para tomar as decisões mais acertadas. 3. METODOLOGIA FONTE: www.enquantoisso.com A Matriz Curricular do seu curso prevê uma disciplina por módulo chamada de Seminário da Prática, totalizando ao final do curso 400 horas. Cada uma delas terá uma proposição de atividades diferentes devidamente referenciadas que contemplarão os saberes apreendidos e discutidos nas disciplinas cursadas no módulo, com o objetivo de aproximar os saberes teóricos com o seu futuro ambiente profissional. 3.1 Referenciais das disciplina Seminário da Prática FONTE: www.saiadolugar.com.br Para visualizar e compreender o conjunto das disciplinas Seminário da Prática que serão cursadas ao longo dos módulos de seu curso de graduação foi elaborado um organograma circular com os referenciais para cada prática (Figura 1). https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&docid=aCYVNQ8Txd223M&tbnid=231xy2P8eaqx4M:&ved=0CAQQjB0&url=http%3A%2F%2Fwww.saiadolugar.com.br%2Festrategia%2Fpor-que-voce-deveria-ter-apenas-o-plano-a%2F&ei=VsaqU4njJoibqAawq4KoCg&bvm=bv.69620078,d.b2k&psig=AFQjCNHsNqFju5rlmWt4mkjQEAhXNB2dUw&ust=1403787204910816 Figura 1: Referenciais das práticas interdisciplinares do curso representado por meio de um organograma circular. O organograma circular organiza os Seminários da Prática num circuito decrescente, ou seja, no primeiro módulo você elaborará uma atividade mais teórica e genérica, que familiarizará você com os conceitos do seu curso e, posteriormente, a cada módulo de estudo, você desenvolverá atividades cada vez mais práticas. Por fim, essas práticas convergem para o desenvolvimento dos Estágios e da disciplina Projeto de Ensino. Descrição detalhada da Organização da Prática Interdisciplinar ao longo do seu curso FASE TEMA CARG A HORÁ RIA DESCRIÇÃO Seminári o da Prática I Formação docente e pedagógica: interdisciplin aridade e educação 40 horas O primeiro Seminário da Prática possui um caráter conceitual. Para tanto, você deverá efetuar pesquisas bibliográficas ou entrevistas com profissionais da área e redigir um artigo no formato paper que trate da temática ou assunto proposto pela Universidade. Portanto, essa atividade será de pesquisa documental. Além do artigo você deverá socializar a prática com seus colegas. Seminári o da Prática II Formação docente e pedagógica: Diretrizes curriculares nacionais 60 horas A problemática e o assunto para o desenvolvimento do segundo Seminário da Prática estará voltado ao estudo teórico das diretrizes curriculares nacionais relacionadas às relações étnicos raciais, diretos humanos e cidadania e meio ambiente. Essa atividade terá como principal característica a pesquisa documental, a produção de um artigo no formato paper e a troca de experiência entre os colegas através da socialização. Seminári o da Prática III O uso das fontes e a pesquisa histórica 60 horas Nesta Prática Interdisciplinar, você fará um estudo e elaborará um artigo científico, no formato paper sobre O Uso das Fontes e a Pesquisa Histórica. Neste seminário você entrará em contato com as mais variadas fontes históricas, com especial destaque para aquelas disponibilizadas em bancos de acesso público via internet. Podemos lembrar que as fontes formam uma das peculiaridades da históriaenquanto disciplina do conhecimento. Pois, as mesmas são os fragmentos pelos quais podemos recompor as sociedades pretéritas. Ao mesmo tempo, podemos igualmente pensar nas peculiaridades das fontes históricas sendo utilizado em um Curso EAD, assim como no ambiente escolar, destino da maior parte dos egressos do curso de história da Uniasselvi. Durante os últimos 200 anos, a historiografia pautou uma fecunda e profícua discussão acadêmica sobre os fundamentos epistemológicas da história enquanto ciência. Dentre as conclusões do debate, podemos elaborar que a base de estudo do historiador são justamente as fontes históricas, tema do presente texto. O século XIX apresentou ao mundo a ideia de uma história científica com Leopoldo Von Ranke, historiador alemão que apresentava os textos escritos, guardados nos arquivos estatais, como a forma cientificamente indicada para a construção do conhecimento sobre o passado. O conceito de fonte se amplia após os anos 1930, em especial com a medievalística francesa, que em autores como Marc Bloch e Lucien Febvre, apontaram uma ampliação do conceito para além dos documentos estatais. Após a Segunda Guerra Mundial, tivemos o surgimento da história oral, que também ampliou o conceito de fonte histórica. Com o advento da internet, muitas das possibilidades de acesso a fontes históricas se ampliaram. Em especial, com a digitalização de importantes acervos e divulgados on-line. Podemos citar alguns dos mais importantes museus mundiais, como o Louvre, de Paris. No universo lusófono, também muitos dos arquivos estatais, ou mesmo grandes bibliotecas, estão disponíveis no universo digital. Alguns exemplos é a Biblioteca José Mindlin da Universidade de São Paulo, que possui importantes escritos sobre a História do Brasil e disponibilizados on-line, assim como a Coleção Brasiliana, disponibilizados na rede mundial de computadores pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. A Biblioteca Nacional de Portugal e a Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro disponibilizaram parte de seus acervos na internet. Também temos grande parte dos museus brasileiros, com possibilidade de visitas digitais. Assim, podemos estabelecer que as distintas formas de pesquisa em História podem ser realizadas com o contato de fontes disponibilizadas on-line. Também podemos pensar que muitos arquivos, nos mais distintos municípios brasileiros que não são comumente utilizados e nas memórias dos antigos habitantes das cidades brasileiras, que podem ser coletadas através de entrevistas de história oral. Uma das possibilidades teórico-metodológicas para alcançar a realidade pretérita ou presente de determinado grupo social são as entrevistas a serem realizadas com membros da comunidade, gravadas e transcritas. Dentro das metodologias possíveis de aplicação podemos pensar em uma prática de pesquisa documental, ao utilizarmos documentos escritos e disponibilizados em arquivos on-line ou mesmo em arquivos públicos ou privados aos quais você poderá ir presencialmente. Também podemos pensar em uma prática documental, se optar por trabalhar com fontes orais. Pois, estará produzindo uma fonte que será útil para outros pesquisadores além de você. Enfim, um campo amplo e vasto de pesquisa que se apresenta para o futuro professor de História. Ao final da disciplina, o acadêmico deverá escrever um paper e apresentar o resultado desta atividade junto dos demais colegas. Indicamos os seguintes sites para visitação, com fontes históricas disponíveis para consulta on-line: - Artigo do historiador José Carlos Sebe sobre história oral <file:///C:/Users/10318695731/Downloads/19041- 22572-1-PB.pdf> - Biblioteca do senado federal: <http://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/4> - Brasiliana UFRJ <http://www.brasiliana.com.br> - Brasiliana José Mindlin-USP <http://www.bbm.usp.br> - Biblioteca Nacional de Portugal: Setor de obras raras <http://purl.pt/index/geral/PT/index.html> Seminári o da Prática IV Educação Patrimonial e os espaços não escolares 60 horas Nesta quarta Prática Interdisciplinar, você fará um estudo e elaborará um artigo no formato paper sobre os espaços de ensino-aprendizagem não escolares, com ênfase na Educação patrimonial. Nesse seminário você entrará em contato com espaços que comportam potencial interdisciplinar do saber, que ultrapassam os espaços tradicionais de educação, nos quais você futuramente poderá vir a desenvolver atividades. Para tanto, locais como museus, sítios arqueológicos, unidades do exército e bombeiros, centros religiosos e de caridade, edificações históricas, monumentos comemorativos e alusivos, mirantes, marcos, zero, praças, cemitérios, escolas, bibliotecas, teatros, hospitais, parques, arquivos públicos, acervos fotográficos ou cartográficos, mercados municipais, zonas de pescadores, unidades de produção artesanal ou industrial (engenhos, fábricas, associações de artesãos e demais trabalhadores, sindicatos) associações de moradores, festas típicas, eventos e comemorações tradicionais, entre outros locais reconhecidos/tombados ou não, podem ser seu tema de estudo. O objetivo da temática deste seminário da prática é o de identificar os espaços, os acervos, os exemplares, as referências em sua dinâmica e complexidade enquanto elementos do patrimônio histórico e cultural de sua cidade e região, com a intenção de reconhecer, problematizar, valorizar e fortalecer os aspectos de cultura, memória, identidade e diversidade, como sendo elementos favorecedores do desenvolvimento tecnológico, econômico e social de sua cidade e região. A metodologia que poderá ser aplicada à estes espaços e temas tanto pode ser a da prática real, que prevê a verificação e apreciação/participação das expressões e manifestações culturais, como dos processos de produção/fabricação no interior de uma comunidade; como a de prática de pesquisa documental, que pergunta/pesquisa/registra/interpreta as evidências materiais, tecnológicas e históricas de objetos, documentos, edificações e demais bens disponíveis em museus, arquivos, bancos de dados públicos ou privados. No decorrer desta prática você deverá buscar também amparo bibliográfico para o seu estudo, à fim de estudar e aplicar definições/compressões e conceitos fundamentais de patrimônio histórico e cultural, memória e identidade; à fim de compor um artigo no formato paper e socializar o resultado desta atividade junto aos demais colegas. Sugestão de site: Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional-IPHAN. Disponível em: <http://portal.iphan.gov.br>. Acesso em 30 jul. 2014. Seminári o da Prática V A disciplina de História nos currículos escolares e o uso dos materiais didáticos 60 horas No desenvolvimento do quinto Seminário da Prática, você realizará uma espécie de diagnóstico de como o conhecimento histórico está sendo transposto ao cotidiano escolar em termos de conteúdos/temas de métodos/estratégias/ferramentas didático- pedagógicos que estão sendo utilizadas no ensino de História, tanto no espaço de escolas públicas como privadas. A fim de verificar qual e como o conteúdo histórico nos livros e apostilas didáticas, textos paradidáticos, a presença ou não de abordagem multi, trans e interdisciplinar, o uso ou não de referências da literatura, de registros fotográficos, charges, histórias em quadrinhos, documentários e filmes, estudos de caso, visitas a espaços de patrimônio histórico e cultural entre outros. A preocupação desta unidade do seminário da prática reside na necessidade de o futuro professor de história perceber se o conhecimento histórico que está sendo transmitido e ensinado possuí plausibilidade científica; quais conteúdos, temas e épocas ganham maior ou menor ênfase, as formas que os educadores tem encontrado para transpô-lodidaticamente entre outros aspectos assim como se as abordagens que estão sendo atribuídas ao mesmo, fazem sentido no universo dos estudantes. A metodologia que poderá ser aplicada à este seminário da prática deve ser a prática de pesquisa documental que prevê a apreciação e análises dos currículos, planos de aula e dos professores; os livros, as apostilas e demais materiais didáticos que norteiam e que são utilizados à transposição do conhecimento histórico. No decorrer desta prática você deverá buscar também amparo bibliográfico para proceder as análises dos conteúdos históricos e dos materiais didáticos, que apresentem definições/compressões de conceito de História, de tempo e periodizações históricas, História da educação, alternativas didático-pedagógicas ao ensino de História e função/sentido do conhecimento histórico à fim de compor um artigo no formato paper e socializar o resultado desta atividade junto aos demais colegas. Seminári o da Prática VI História do tempo presente 60 horas Nesta prática Interdisciplinar, você fará um estudo, elaborará um artigo e apresentará os resultados de uma pesquisa com temática versando sobre a História do Tempo Presente. Uma das novas tendências da historiografia contemporânea, a História do Tempo Presente parece, aos olhos mais conservadores, como uma espécie de contrassenso, sendo por vezes considerada a História como um relato sobre o passado e a sociologia o estudo das sociedades na contemporaneidade. Como contraponto, podemos refletir que a história, desde os tempos de Heródoto, se preocupou em estabelecer modelos explicativos para os problemas da sociedade “no tempo em que viviam”. Também na Idade Média e na Idade Moderna tivemos relatos de História do Tempo Presente, como exemplificam os cronistas medievais e os historiadores modernos. Ao analisarmos e Historiografia Brasileira, observamos a primeira história escrita, a História da Província de Santa Cruz, data do mesmo século do descobrimento do Brasil, o século XVI. Um relato do presente vivido naqueles tempos, como apontava o historiador Sérgio Buarque de Holanda. Com a criação da sociologia ao longo do século XIX, século mesmo no qual a História buscou maior rigor na busca pelo passado, as questões do tempo presente ficaram relegadas a um esquecimento pelos historiadores acadêmicos. Um novo impulso a História do Tempo Presente ocorreu na segunda metade do século XX, na França. Em especial após as trágicas memórias relativas à Segunda Guerra Mundial. Na América Latina, estudos sobre o tempo presente foram motivados pelas disputas políticas advindas das lembranças sociais referentes às Ditaduras de Segurança Nacional dos anos 1970. A História do Tempo presente utiliza alguns referencias epistemológicos distintos de outras formas de história realizadas por especialistas em outros momentos da História, como os medievalistas ou colonialistas. Pode-se destacar a importância dos recursos tecnológicos, como as entrevistas de história oral e os recursos audiovisuais. Assim, podemos observar que uma base teórica em história do tempo presente é uma das competências que se pode esperar de um professor de história no cotidiano escolar, ao pensarmos que são os professores de história e geografia os requeridos para explicar os eventos políticos globais que são manchetes nos meios jornalísticos cotidianos. Podemos estabelecer que eventos em escala global, se relacionam com vivências e memórias de membros da comunidade a qual o aluno está inserido. Por exemplo, a segunda guerra mundial. Temos uma grande gama de veteranos ainda vivos. No tocante a Ditadura Militar, ou mesmo as questões relativas às alterações de costumes após os anos 1960, temos muitas memórias locais sobre estes eventos globais. O que podem nos fazer pensar em utilizar estes conhecimentos do senso comum, os aprofundando com a metodologia ofertada pela história enquanto disciplina e tendo do professor de sala de aula a ponte entre o conhecimento “popular” e o “acadêmico”. Assim compreendendo, pode-se fazer uma prática de pesquisa documental, com fontes jornalísticas sobre os eventos da contemporaneidade, assim como também uma prática real, com entrevistas de História Oral relativa às dinâmicas sociais contemporâneas. Ao final, você irá elaborar um paper e apresentará, junto aos colegas, os resultados desta atividade acadêmica. Sites indicados para visitação: Revista Eletrônica do Tempo Presente: http://www.tempopresente.org/ Site do grupo de estudos do tempo presente. http://www.getempo.org/index.php/revistas Revista Tempo da UFF, com dossiê temático sobre o “tempo presente”. http://www.historia.uff.br/tempo/site/?cat=44 Seminári o da Prática VII Tópicos Especiais 60 horas O sétimo Seminário da Prática, último a ser cursado é destinado à discussão de temas e conteúdos que não puderam ser contemplados devidamente ao longo da matriz curricular, nos conteúdos e nos demais materiais instrucionais do curso de História. Nesse momento, os temas abordados pertencem ao campo da teoria da História e Historiografia e se encontram reunidos na denominação de Tópicos Especiais. Para tanto elencamos as abordagens de algumas tradições historiográficas da História Social Inglesa (E. Thompson, E. Hobsbawm e P. Anderson), a Escola de Frankfurt (M. Horkheimer, T. Adorno e W. Benjamin), Escola dos Annales (1ª, 2ª e 3ª Geração), Escola Norte Americana de História (D. Armitage, J. Scott e H. White) e a Historiografia Brasileira (Gilberto Freyre, Caio Pardo Junior e Sérgio Buarque de Holanda). Cada uma das tradições historiográficas apresentam conceitos e teses que as caracterizam enquanto tal e as diferenciam diante das demais. Cabe à você escolher uma das escolas teóricas e historiográficas. Sugerimos que você procure optar por aquela que apresenta maior proximidade/aderência em relação a área de concentração que escolheu à realização do Plano http://www.tempopresente.org/ http://www.getempo.org/index.php/revistas http://www.historia.uff.br/tempo/site/?cat=44 de Ensino e Trabalho de Graduação. A metodologia que poderá ser aplicada a este seminário da prática deve ser a prática de pesquisa documental na qual você deverá buscar amparo bibliográfico sobre o contexto histórico, os problemas, os conceitos e as teses pertencentes a tradição historiográfica escolhida. A partir do aprofundamento, da compreensão e do domínio destes conhecimentos, você poderá perceber como os mesmos circulam e gravitam no interior do conhecimento histórico e dos respectivos materiais didático-pedagógicos. Ao final deste percurso de estudos você deverá elaborar um artigo no formato paper e socializar o resultado desta atividade junto aos demais colegas. O seminário da Prática desse módulo tem a finalidade de dar suporte e aprofundamento teórico ao campo da teoria da História e Historiografia, o que por sua vez favorecerá e sustentará a realização do seu ofício enquanto professor pesquisador crítico e reflexivo. QUADRO 1. DESCRIÇÃO DETALHADA DA ORGANIZAÇÃO DA PRÁTICA INTERDISCIPLINAR AO LONGO DO SEU CURSO FONTE: Equipe pedagógica NEAD. Com a realização de todos os Seminários da Prática, você terá desenvolvido competências e habilidades para ingressar no mercado de trabalho com mais qualificação e segurança para exercer as suas atividades profissionais. Vamos agora às orientações para desenvolver as práticas. 3.2 Orientações para realização da disciplina Seminário da Prática FONTE: www.romildopsicologo.com.br Você já deve ter internalizado que o Seminário da Prática acontece por meio da interação e cooperação, trocando informações e, assim, gerando o conhecimento. Então, para o desenvolvimento da prática você trilhará seis etapas (Figura 2): Desenvolvimento do Seminário da Prática no Módulo 1ª Etapa 2ª Etapa 3ª Etapa 4ª Etapa 5ª Etapa 6ª Etapa Formação do grupo (até 4) Construção do Plano de Desenvolvimento Pesquisa teórica e prática. Entrega da primeira versão do paper Postagem do paper no AVA Socialização dos resultados Estudo do Tema de Referência Elaboração do paper QUADRO 2. ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO DO SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR. FONTE: Equipe pedagógica NEAD. 1ª ETAPA: Formação do grupo (até 4 integrantes) e estudo do tema do Seminário Interdisciplinar do módulo. Essa atividade deverá ser realizada no 2ª encontro da primeira disciplina do módulo; 2ª ETAPA: Construção do Plano de Desenvolvimento do Seminário Interdisciplinar, atividade realizada em grupo. Essa atividade deverá ser realizada entre 2ª encontro da primeira disciplina do módulo e o 2ª encontro da 2ª disciplina do módulo; 3ª ETAPA: Elaboração do artigo em formato paper (relato histórico, analítico e crítico, que apresenta os fatos e os acontecimentos que constituíram a trajetória da atividade desenvolvida). Esta etapa envolve pesquisa teórica e prática (documental, entrevista ou campo), sistematização dos dados e troca de informações com seu grupo. Essa atividade deverá ser executada entre o 2ª encontro da 2ª disciplina e o 2ª encontro da 3ª disciplina do módulo; 4ª ETAPA: Entrega da primeira versão impressa do paper que deverá ocorrer no 2º encontro da 3ª disciplina do módulo, com o objetivo do Tutor Externo corrigir o paper. O Tutor Externo apresentará a devolutiva da primeira versão impressa do paper, ou seja, o retorno da correção para o acadêmico no 2º encontro da 4ª disciplina; 5ª ETAPA: Postagem do paper (versão final), pelo acadêmico, no AVA no link Produção Acadêmica, que deve ocorrer até o 1º encontro da disciplina da prática. Para postagem o acadêmico deve seguir o seguinte caminho: Vida Acadêmica-Atividades- Produção Acadêmica. 6ª ETAPA: Socialização dos resultados da pesquisa. Essa atividade será realizada no espaço destinado no cronograma para a realização da disciplina Seminário Interdisciplinar. As fontes de informações para a realização do Seminário da Prática poderão ser diversas. As pesquisas podem ser s com leituras pertinentes ao tema, a partir de várias fontes como livros, arquivos, Internet, jornais, revistas, banco de dados, material estudado no Módulo, entre outros. Além disso, o grupo poderá entrevistar profissionais da área. De posse das informações colhidas, o grupo estará em condições de analisar, interpretar e fundamentar a pesquisa. É importante frisar que o grupo deverá realizar a pesquisa com responsabilidade, procurando sempre citar as fontes de forma correta, evitando, assim, o plágio. 3.3 Avaliação da Aprendizagem FONTE: www.sbcoaching.com.br O processo de avaliação da disciplina Seminário da Prática desenvolvida pelo aluno do Curso de Graduação a Distância da UNIASSELVI será realizada conforme descrito a seguir: a) Avaliação referente à Etapa 1: elaboração do Plano de Desenvolvimento do Seminário. No segundo encontro da segunda disciplina o grupo deverá apresentar o Plano de Desenvolvimento do Seminário, condizente com o Termo de Referência do Módulo, para o Tutor Externo. Na formação da nota final da disciplina, essa etapa terá Peso 2. b) Avaliação referente à Etapa 2: entrega de um artigo no formato paper. No segundo encontro da quarta disciplina o grupo deverá entregar um artigo no formato paper, condizente com o tema de referência do módulo, ao Tutor Externo. Na formação da nota final da disciplina, esse terá Peso 4. c) Avaliação referente à Etapa 3: Socialização da pesquisa. No espaço destinado no calendário para a realização da disciplina Seminário da Prática o aluno (ou grupo) deverá socializar para a turma sua Prática do Módulo. Na formação da nota final da disciplina, essa terá Peso 4. Cada etapa de realização terá o acompanhamento e orientação do Tutor Externo, sendo que ele atribuirá o conceito ao final de cada etapa. Ao final do processo será realizada a somatória do conceito das três atividades avaliativas, definindo, assim, o conceito final do acadêmico. Não será permitida a realização da socialização da prática e entrega do paper em data e horário diferente do que foi fixado no Cronograma do Curso, exceto para os casos amparados em Lei. Nestes casos, os alunos deverão solicitar à UNIASSELVI, via requerimento, nova data. O aluno que não socializar a prática e entregar o paper na data marcada e não justificar sua ausência nos termos da legislação terá nota zero e, por conseguinte, estará reprovado na disciplina. 3.4 Dinâmica dos encontros presenciais Fonte: www.cantinhodaunidade.com.br Os Encontros Presenciais são momentos importantes para o processo de interação entre os alunos para o desenvolvimento do Seminário da Prática. As orientações sempre acontecem no segundo encontro de cada disciplina cursada no módulo. O quadro a seguir descreve a dinâmica das atividades que serão desenvolvidas em cada uma das disciplinas cursadas no módulo, bem como na última disciplina do módulo que é propriamente a de Seminário da Prática. ETAPA ATIVIDADES ENTREGA 1ª ETAPA Formação dos grupos (até 4 integrantes). 2º encontro da 1ª disciplina do módulo. 2ª ETAPA Construção do Plano de Desenvolvimento do Seminário da Prática. Entre o 2º encontro da 1ª disciplina do módulo e o 2º encontro da 2ª disciplina do módulo. 3ª ETAPA Elaboração do Paper. Pesquisa teórica e prática (documental, entrevista ou campo), sistematização dos dados e troca de informações com seu grupo. Entre o 2º encontro da 2ª disciplina do módulo e o 2º encontro da 3ª disciplina do módulo. 4ª ETAPA Entrega da primeira versão impressa Acadêmico entrega no 2º encontro da 3ª disciplina do módulo. O Tutor devolve a correção no 2º encontro da 4ª disciplina do módulo. 5ª ETAPA Postagem do paper pelo acadêmico no AVA no link Produção Acadêmica. Para postagem o acadêmico deve seguir o seguinte caminho: Vida Acadêmica-Atividades-Produção Acadêmica. A postagem deve ser realizada antes da socialização. A postagem deve ser realizada até o 1º encontro da disciplina da prática. 6ª ETAPA Socialização dos resultados da pesquisa. Essa atividade será realizada no espaço destinado no cronograma para a realização da disciplina Seminário Interdisciplinar. QUADRO 3. ETAPAS DAS DINAMICAS DOS ENCONTROS PRESENCIAIS FONTE: Equipe pedagógica NEAD. 4. TRILHA DE APRENDIZAGEM DA DISCIPLINA SEMINÁRIO DA PRÁTICA FONTE: www.una.br A disciplina Seminário da Prática possui a sua Trilha de Aprendizagem como as outras disciplinas que você cursou ou irá cursar. Na trilha você encontrará informações e orientações que irão lhe ajudar no processo de desenvolvimento da disciplina. Para tanto, você deverá acessar a trilha do Seminário da Prática no AVA - Ambiente Virtual de Aprendizagem. O tema de pesquisa do Seminário será publicado na Trilha, tendo como base o referencial do módulo descrito no organograma circular discutido nesta diretriz. Além do tema serão publicados na Trilha do Seminário da Prática leituras complementares, vídeos instrucionais, formulários que indicam a forma gráfica correta do Plano de Desenvolvimento da disciplina Seminário da Prática (ANEXO 2), bem como do paper (ANEXO 3). Além da Trilha do Seminário da Prática, você poderá contar com a orientação do seu tutor externo, da tutoria interna e do professor da disciplina. Para contatar a equipe interna utilize o Ambiente Virtual de Aprendizagem ou, se preferir, ligue para o 08006425000. 5. ASPECTOS IMPORTANTES NO DESENVOLVIMENTO DO PAPER FONTE: www.mayroses.wordpress.com ALERTA! PLÁGIO! ENCONTRAMOS E AGORA? Acadêmico (a), ao identificarmos plágio em qualquer atividade acadêmica desenvolvida, você:1. Terá utilizado um texto, parte dele, parágrafo, frase, como se seu fosse, não o sendo; 2. Terá cometido fraude além de um ato imoral e antiético contra o sistema educacional; 3. Terá utilizado um texto sem dar o devido crédito ao seu autor original e isto é CRIME; 4. Poderá responder a um processo judicial e ser condenado (a) a pagar multa ou ser submetido a detenção (art.184 do Código Penal Brasileiro); 5. A nota de sua atividade será 0 (zero); 6. Com sua nota 0 (zero) poderá ser reprovado (a). Você pode evitar esta situação... FONTE: www.aristocratas.wordpress.com Não existe NENHUM IMPEDIMENTO para o uso de textos: de internet, livros, reportagens em jornais, textos em revistas, textos científicos, dissertações, teses, etc. O que você precisa fazer? FONTE: www.aristocratas.wordpress.com REFERENCIAR nos textos que você produzir: os autores originais, suas obras, seus acessos à internet, ou qualquer outro material que você utilize como base para a elaboração de seus trabalhos. Dúvidas? FONTE: www.noticia.r7.com Fale com seu tutor (a) externo (a), mantenha contato com o tutor (a) interno (a), com o professor (a) da disciplina, utilizando nossos meios de comunicação (0800, contato AVA, email, etc.), busque no caderno de metodologia científica as formas corretas para referenciar os conteúdos de seu trabalho acadêmico, afinal Você que busca o conhecimento precisa protegê-lo! 6. REFERÊNCIAS FONTE: www.prat-k.com.br FREIRE, P. Pedagogia da autonomia. 9. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1998. MONTENGERO, J.; MAURICE-NAVILLE, D. Piaget ou a Inteligência em Evolução. (T. B. I. Marques e F. Becker, Trad.). Porto Alegre: Artmed, 1994. SALVADOR, C. C. (org). Psicologia da Educação. Porto Alegre: Artmed, 1999. VALDÉS ARRIAGADA, M. Psicomotricidade vivenciada: uma proposta metodológica para trabalhar em aula. Blumenau: Edifurb, 2002. ANEXOS ANEXO I – RESOLUÇÃO DA DISCIPLINA SEMINÁRIO DA PRÁTICA ANEXO II – PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA DISCIPLINA SEMINÁRIO DA PRÁTICA PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA PRÁTICA TÍTULO Subtítulo (opcional) Autores Tutor(a) Externo(a) Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI Curso (TURMA) – Disciplina dd/mm/aa 1 TEMA/ASSUNTO Informe o nome do tema e descreva, de modo resumido, o assunto a ser abordado no desenvolvimento da Prática. 2 OBJETIVOS De forma clara, informe os 3 (três) principais objetivos da Prática. 3 TIPOLOGIA DA PRÁTICA Nesse campo, deve-se indicar o tipo de Prática que será desenvolvido, de acordo com um dos três tipos descritos a seguir: a) Prática Simulada: essa Prática tem como principal característica a exploração de temas teóricos. Ela é realizada em sala de aula, nos encontros presenciais, ou nos dias de atividades acadêmicas, quando o(s) acadêmico(s) envolve(m) os próprios colegas na atividade. A atividade pode ser feita em forma de aula, oficina, sarau literário, atividade de laboratório, troca de experiências com profissionais da área específica, palestras etc. b) Prática Real: tem como principal característica a aplicação dos temas fora dos encontros presenciais. Além disso, essa modalidade busca familiarizar o(s) acadêmico(s) com o seu futuro ambiente profissional. Ela é desenvolvida em instituições, tais como: empresas, escolas e ONGs. c) Prática de Pesquisa Documental: essa modalidade busca exercitar a pesquisa de cunho documental. É realizada em arquivos de empresas, escolas ou entidades públicas, bibliotecas, banco de dados digitais. O principal objetivo é a análise e a interpretação de dados. É importante ressaltar que essa modalidade não se restringe a uma pesquisa teórica. 4 CRONOGRAMA DA PRÁTICA A equipe deve planejar e elaborar o Cronograma da Prática de acordo com o tema e tipologia já definidos. A seguir, apresentamos orientações acerca do Cronograma de cada um dos tipos da Prática. 4.1 PRÁTICA SIMULADA ETAPA DATA/PERÍODO AÇÃO RESULTADO ORIENTAÇÃO CONFORME CRONOGRAMA Orientações gerais sobre a Prática. Definição das equipes. Definição do tema a partir dos Termos de Referência. Definição da tipologia da Prática. Grupo formado. Tema definido. ESTUDOS PRELIMINARES CONFORME ORGANIZAÇÃO DO GRUPO Estudos relacionados ao tema (leitura de livros, textos, revistas, filmes, entre outros). Anotações para uso posterior. PLANEJAMENTO CONFORME ORGANIZAÇÃO DO GRUPO Título da atividade Organização do conteúdo a ser tratado na aula: esquema ou resumo, entre outros. Definição dos procedimentos didáticos a utilizar na aula. Preparação do material a ser usado na aula: slide, ficha- resumo, entre outros. Preparação dos instrumentos necessários à aula: projetor multimídia, entre outros. Plano da aula a ser ministrada. EXECUÇÃO CONFORME ORGANIZAÇÃO DO(A) TUTOR(A) EXTERNO(A) Apresentação da aula planejada. Registro de ocorrências. Anotações para uso posterior. ANÁLISE CONFORME ORGANIZAÇÃO DO GRUPO Ordenar e analisar as anotações feitas. Escrever o paper. Paper. SOCIALIZAÇÃO CONFORME CRONOGRAMA Organização do conteúdo a ser apresentado: esquema ou resumo, entre outros. Preparação do material a ser usado na aula: slide, ficha- resumo, entre outros. Preparação dos instrumentos necessários: projetor multimídia, entre outros. Fazer a apresentação. Socialização. 4.2 PRÁTICA REAL ETAPA DATA/PERÍODO AÇÃO PRODUTO ORIENTAÇÃO CONFORME CRONOGRAMA Orientações gerais sobre a Prática. Definição das equipes. Definição do tema a partir dos Termos de Referência. Definição da tipologia da Prática. Grupo formado. Tema definido. ESTUDOS PRELIMINARES CONFORME ORGANIZAÇÃO DO GRUPO Estudos relacionados ao tema (leitura de livros, textos, revistas, filmes, entre outros). Anotações para uso posterior. PLANEJAMENTO CONFORME ORGANIZAÇÃO DO GRUPO Título. Estudos relacionados ao tema. Definição da instituição a ser visitada, pessoas a contatar, data da visita. Definição dos aspectos a serem observados na visita, documentos a serem consultados. Elaboração dos itens das entrevistas e das planilhas de registro de dados. Preparação da entrevista com o responsável pelo setor na instituição. Dados registrados. Questionário de entrevista e planilha de dados. EXECUÇÃO CONFORME ORGANIZAÇÃO DO(A) TUTOR(A) EXTERNO Realização da visita ao setor da instituição. Realização da entrevista. Realização das anotações. Anotações de dados e da entrevista. ANÁLISE CONFORME ORGANIZAÇÃO DO GRUPO Ordenar e analisar as anotações feitas. Escrever o paper. Paper. SOCIALIZAÇÃO CONFORME CRONOGRAMA Organização do conteúdo a ser apresentado: esquema ou resumo, entre outros. Preparação do material a ser usado na apresentação: slide, ficha-resumo, entre outros. Preparação dos instrumentos necessários: projetor multimídia, entre outros. Socialização. Fazer a apresentação. 4.3 PRÁTICA DE PESQUISA DOCUMENTAL ETAPA DATA/PERÍODO AÇÃO PRODUTO ORIENTAÇÃO CONFORME CRONOGRAMA Orientações gerais sobre a Prática. Definição das equipes. Definição do tema a partir dos Termos de Referência. Definição da tipologia da Prática. Grupo formado. Tema definido. ESTUDOS PRELIMINARES CONFORME ORGANIZAÇÃO DO GRUPO Estudos relacionados ao tema (leitura de livros, textos, revistas; filmes, entre outros). Anotações para uso posterior. PLANEJAMENTO CONFORME ORGANIZAÇÃO DO GRUPO Título da Prática. Definição dos itens a serem pesquisados. Agendar visitas e realizar pesquisa nosarquivos dos órgãos responsáveis. Realizar pesquisas em sites oficiais. Efetuar o registro dos dados coletados. Cronograma da prática. Planilhas de registro de dados. EXECUÇÃO CONFORME ORGANIZAÇÃO DO(A) TUTOR(A) EXTERNO Realização das pesquisas planejadas. Efetuar anotações. Anotações de dados realizadas. ANÁLISE CONFORME ORGANIZAÇÃO DO GRUPO Ordenar e analisar as anotações feitas. Escrever o paper. Paper. SOCIALIZAÇÃO CONFORME CRONOGRAMA Organização do conteúdo a ser apresentado: esquema ou resumo, entre outros. Preparação do material a ser usado na apresentação: slide, ficha-resumo, entre outros. Preparação dos instrumentos necessários: projetor multimídia, entre outros. Fazer a apresentação. Socialização. REFERÊNCIAS Referenciar todas as obras citadas conforme ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6023. BORGES-ANDRADE, Jairo. Em busca do conceito de linha de pesquisa. RAC, v.7, n. 6, p.157-170, abr./jun. 2003. ANEXOS ANEXO III – MODELO DE PAPER COMO ELABORAR UM PAPER Acadêmicos Professor-Tutor Externo Centro Universitário Leonardo da Vinci - UNIASSELVI Curso (Código da Turma) – Prática do Módulo I dd/mm/aa RESUMO O resumo deve ter um parágrafo de, no máximo, 250 palavras (aproximadamente 15 linhas), sem recuo na primeira linha. Use espacejamento simples, justificado, tamanho 12, itálico. O resumo deve apresentar o objetivo geral da pesquisa, o método utilizado, os resultados e as conclusões do trabalho, formando uma sequência corrente de frases concisas, e não de uma. Palavras-chave: Artigo científico. Normalização. NBR 6022. 1 INTRODUÇÃO É a apresentação inicial do trabalho. Possibilita uma visão global do assunto tratado (contextualização), com definição clara, concisa e objetiva do tema e da delimitação precisa das fronteiras do estudo em relação ao campo selecionado, ao problema e aos objetivos a serem estudados. O objetivo geral refere-se diretamente ao objeto – problema – do trabalho. Inicia-se a frase com um verbo abrangente e na forma infinitiva, envolvendo o cenário pesquisado e uma complementação que apresente a finalidade. O autor aponta os seus propósitos e as linhas gerais que orientaram seu pensamento, ou seja, apresenta o problema ou tema central do estudo ou da pesquisa, contextualiza-o, destacando sua importância e seus limites quanto à extensão e à profundidade. Na introdução, também deve ser mencionado as principais etapas (a partir de títulos e subtítulos) do trabalho. 2 DESENVOLVIMENTO É a parte principal, mais extensa e consistente do trabalho. São apresentados os conceitos, teorias e principais ideias sobre o tema focalizado, além de aspectos metodológicos, resultados e interpretação do estudo (ABNT, NBR 6022, 2003). Da mesma forma que na Introdução, os elementos que integram o Desenvolvimento do Trabalho poderão variar nas suas divisões e subdivisões, em função da sua natureza e da área de conhecimento a que pertencem. Independente do trabalho, o acadêmico deve utilizar recursos complementares no corpo do texto, especialmente no desenvolvimento. A numeração deve ser progressiva e alinhada à esquerda. As seções com seus títulos de primeiro nível (3 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA) não devem iniciar em folha distinta. Não se utiliza nenhuma pontuação ou caractere entre o número e o título (ABNT, NBR 6024, 2003). Os títulos das seções e das subseções são destacados gradativamente, usando-se os recursos apresentados no quadro 1. QUADRO 1 – TÍTULOS E FORMATAÇÃO TÍTULO FORMATAÇÃO 3 ADMINISTRAÇÃO Letras maiúsculas, em negrito 3.1 ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA Letras maiúsculas, sem negrito 3.1.1 Histórico da administração científica Apenas a 1ª letra maiúscula, sem negrito FONTE: Elaborado pelos autores (2008) 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS A parte final do texto consiste na revisão sintética dos resultados e da discussão do estudo realizado. Tem como objetivo destacar as principais questões tratadas no trabalho acerca do estudo desenvolvido. As considerações finais devem apresentar deduções lógicas correspondentes aos propósitos previamente estabelecidos do trabalho, apontando o alcance e o significado de suas contribuições. Também podem indicar questões dignas de novos estudos, além de sugestões para outros trabalhos. Salienta-se que, nessa etapa do trabalho, não se devem utilizar citações (diretas ou indiretas), pois este momento é único e exclusivo para a reflexão do acadêmico. Nas considerações, igualmente, não se devem acrescentar elementos que não foram tratados no desenvolvimento. REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6022: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação. Rio de Janeiro, 2003. ______. NBR 6024: numeração progressiva das seções de um documento. Rio de Janeiro, 2003. TAFNER, Elisabeth Penzlien; SILVA, Everaldo da. Metodologia do Trabalho Acadêmico. Indaial: Ed. Grupo UNIASSELVI, 2008. ACADÊMICOS E TUTOR (A) EXTERNO (A): PLÁGIO É CRIME! TEXTOS PLAGIADOS NÃODEVEM SER ACEITOS. A ORIENTAÇÃO QUE A UNIASSELVI REPASSA AOS SEUS TUTORES É ATRIBUIÇÃO DE NOTA ZERO QUANDO DETECTADO E COMPROVADO O PLÁGIO. DESSA FORMA, ACADÊMICO(A), PRIME PELA AUTENTICIDADE E AUTORIA PRÓPRIA NA ESCRITA DOS SEUS TRABALHOS.