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DIRETRIZES DA DISCIPLINA SEMINÁRIO DA PRÁTICA 
F
ONTE: ww.gizmodo.uol.com.br 
 
1. APRESENTAÇÃO 
Prezado(a) Acadêmico(a)! 
A disciplina denominada Seminário da Prática é parte integrante da 
matriz curricular do seu curso, presente em cada Módulo. A disciplina 
Seminário da Prática incorpora os conteúdos das disciplinas estudadas no 
Módulo, de forma a estabelecer um diálogo entre as áreas do conhecimento 
trabalhadas e promover a interação entre a teoria e a prática. 
A concepção e realização do Seminário da Prática a partir do contexto 
de um grupo de disciplinas curriculares fundamentam o processo de 
desenvolvimento de competências e habilidades pedagógicas e profissionais, 
visando garantir uma sólida formação para as ações de atuação. 
As atividades desenvolvidas a partir dessa disciplina de caráter prático 
contribui para antecipar questões práticas de ordem profissional, simulando 
assim a resolução de problemas relacionados ao seu futuro fazer profissional, 
pois, como diria Leonardo da Vinci: “Não basta fazer, é preciso saber fazer”. 
 Assim, a UNIASSELVI convida você a trilhar esse campo conceitual e 
organizacional do conjunto dessas disciplinas que, pelas relações cooperativas 
e interativas proporcionadas através das práticas interdisciplinares farão a 
diferença na sua formação profissional. Vamos, então, conhecer o que são os 
Seminários da Prática, seus referenciais e que etapas você seguirá para a 
construção do conhecimento pautado na sua realidade. 
 
 
 
2. O QUE É A DISCIPLINA SEMINÁRIO DA PRÁTICA? 
 
 
 
FONTE: www.gizmodo.uol.com.br 
 
O Seminário da Prática caracteriza-se pela estratégia de abordagem e 
tratamento do conhecimento de forma interdisciplinar. Nessa perspectiva, duas 
ou mais disciplinas curriculares ofertadas simultaneamente estabelecem 
relações de análise e interpretação de conteúdos, com a finalidade de propiciar 
condições de apropriação, pelo aluno, de um conhecimento mais abrangente e 
contextualizado. Desse modo, permite a construção de uma autonomia com 
autoria da produção do conhecimento, uma vez que o aluno, o tutor externo e o 
professor da disciplina são responsáveis pela construção do contexto 
interdisciplinar, transcendendo a realidade local e regional para o processo de 
uma formação técnico, científico, pedagógico e cultural. 
 
Nesse sentido, a disciplina Seminário da Prática consiste no 
desenvolvimento de atividades teóricas e práticas de caráter investigativo que 
perpassam a dinâmica curricular do seu curso de graduação, no sentido de 
proporcionar a você um espaço de reflexão, interrogação, análise crítica e 
compreensão do exercício da profissão em suas diferentes dimensões. 
 
De tal modo, a disciplina Seminário da Prática é constituída de uma 
ação ousada, em que se buscam novas possibilidades, sem descartar o 
conhecido, o vivido, pois nele estão contidas as sementes de sabedoria que 
nos permitem avançar. As práticas, ao serem realizadas com responsabilidade, 
nos fornecem princípios que permitem enriquecer as ações futuras da 
profissão. 
 
Uma das características do Seminário da Prática tem sido a 
originalidade. Percebemos que elas surgem profundamente articuladas aos 
contextos nos quais foram gestadas, possuem as marcas de seus autores e 
vêm ao encontro das necessidades de uma determinada comunidade 
pedagógica. 
 
Assim, esta disciplina tem como principal objetivo proporcionar a você 
elementos científicos que venham fortalecer o inter-relacionamento dos 
conceitos apreendidos em sala, fomentando uma postura investigativa, crítica, 
criativa e inovadora no seu futuro exercício profissional. 
 
Com esse entendimento a disciplina Seminário da Prática é um espaço 
de construção de maneiras de ser e de estar na profissão. Ela instiga a 
formação de um profissional crítico em sintonia com a sua sociedade, pois 
permite que os conceitos sejam adaptados à realidade dos sujeitos envolvidos. 
Dessa forma, o Seminário da Prática fornece abertura das próprias fronteiras 
acadêmicas, criando zonas de interseção com a comunidade e com a 
realidade, permitindo, assim, um movimento de aproximação, diálogo e 
transformação que vai além das disciplinas. 
 
 A disciplina Seminário da Prática, assim concebida, converge para um 
dos objetivos do Centro Universitário Leonardo da Vinci, manifestado no Plano 
de Desenvolvimento Institucional (2011-2015, p.14): [...] “promover a extensão, 
aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e 
benefícios resultantes da criação cultural e da iniciação científica e tecnológica, 
geradas na instituição”. 
No mesmo documento, são apresentadas as políticas de extensão da 
UNIASSELVI: 
 Fortalecimento das ações de extensão, por meio de 
programas e projetos integrados dos diferentes cursos da 
instituição e do incremento das parcerias com iniciativas 
privadas e públicas. 
 Intensificar os projetos (atuais e futuros) que tenham forte 
vínculo com a comunidade, criando um canal ativo de 
comunicação, de forma que a instituição, em parceria com a 
sociedade, transforme-se em uma referência empreendedora 
do conhecimento no meio social. 
 Dispor de recursos institucionais, e em parceria com o setor 
público e privado, para financiar projetos de cunho social com 
aplicação efetiva na sociedade.(PDI, 2011-2015, p.19) 
 
 
 Por meio do Núcleo de Programas de Extensão (NUPEX) é 
desenvolvida a Jornada de Integração Acadêmica - JOIA, evento anual, que 
oferece ao aluno, aos profissionais da instituição e à comunidade, a 
oportunidade de divulgação de trabalhos de apoio de iniciação científica e de 
extensão, por meio de publicação e de participação em fóruns de discussão, 
minicursos e palestras. Durante a JOIA, atividades desenvolvidas pela prática 
pedagógica permitem que o curso tenha um diálogo e uma atuação próxima à 
comunidade, pois grande parte dos trabalhos organizados tem relação direta 
com temas relacionados ao desenvolvimento regional. No decorrer da JOIA, 
diversos temas de interesse da comunidade são abordados nas comunicações 
orais, palestras e minicursos oferecidos. 
 
2.1 Interação, cooperação e conhecimento 
 
FONTE: www.papodeempreendedor.com.br 
 
O processo de conhecimento é encarado como construção ativa da 
relação entre sujeito e mundo (MONTENEGRO; MAURICE-NAVILLE, 1994) e, 
nesse processo, a disciplina Seminário da Prática leva o aluno a “interagir” e 
assim proporcionar a troca de ideias, o compartilhamento de informações e 
interesses comuns, podendo levar à transformação do conhecimento. 
 
A troca de saberes inclui o reconhecimento do outro, a mobilização de 
competências, a capacidade de negociação e a disposição à cooperação. 
Esses aspectos podem evidenciar o potencial de interação mútua e 
consequente criação social. 
 
Desse processo de interação e cooperação entre os alunos, podem 
emergir iniciativas de autoria coletiva, favorecendo novas formas de aprender. 
Portanto, a disciplina Seminário da Prática não é apenas um ato de troca, 
nem se limita à interação pessoal. Esta disciplina busca a abertura para uma 
comunicação, socialização das informações e participação mais efetivas. 
 
 Valdés Arriagada (2002), Piaget e Vygotsky reafirmam a importância 
da interação do sujeito com outros indivíduos no processo da aprendizagem, 
dando a noção de compartilhamento e de socialização. Por outro lado, discute-
se a questão da autonomia e do seu desenvolvimento, assim como inter-
relaciona os conceitos de cooperação e autonomia: “para que a autonomia se 
desenvolva, é necessário que o sujeito seja capaz de estabelecer relações 
cooperativas” (FREIRE, 1998, p.32). 
 
Nesse contexto, o desenvolver da disciplina Seminário da Prática 
proporciona o aprendizado de forma interativa e prazerosa uma vez que a 
autonomia o leva ao encontro do seu próprio ritmo de aprendizagem e a 
cooperação o leva a aprender em grupo, participarde projetos, conhecer a 
realidade, realizar pesquisas em conjunto e avançar na qualificação 
profissional. 
 
Falando em qualificação profissional, você sabe de que forma a prática 
interdisciplinar poderá contribuir para as ações futuras de sua atuação 
profissional? A seguir vamos entender um pouco mais a respeito desse 
contexto. 
 
2.2 Formação profissional a partir do desenvolvimento da disciplina 
Seminário da Prática 
 
FONTE: www.carreiras.empregos.com.br 
 
Se analisarmos os processos relacionados à psicologia da educação e 
da aprendizagem descobriremos que existe uma forte relação entre o 
desenvolvimento pessoal e a educação. Temos que ter clareza que o ambiente 
humano das práticas profissionais é de suma importância no processo de 
ensino e aprendizagem, pois a vivência prática e aplicação dos saberes 
estudados garantirão, certamente, uma formação mais sólida e coerente com a 
realidade na qual você está inserido. 
 
Levando em consideração o exposto acima é coerente pensar que “o 
desenvolvimento humano é exercido em interação com um ambiente social 
organizado culturalmente, e que dificilmente qualificaremos como natural” 
(SALVADOR, 1999, p. 111). 
 
Para termos condições concretas e bem fundamentadas com o objetivo 
de intervirmos nestes ambientes não naturais é necessário desenvolver 
competências e habilidades profissionais apreendidas na Universidade, pois o 
mundo do trabalho está cada vez mais exigente e complexo. Nesse sentido, é 
de fundamental importância atribuir valor e dedicação ao desenvolvimento de 
atividades de caráter prático que venham a antecipar situações que serão 
enfrentadas no mercado de trabalho. 
 
Sendo assim, é preciso ter clareza que o processo de aprender possui 
uma relação muito estreita com a sua vivência pessoal. Você poderá se 
perguntar o porquê da necessidade de cursar uma Universidade. A resposta é 
simples e ao mesmo tempo complexa, pois na Universidade você descobrirá 
novos conhecimentos relacionados ao curso escolhido e, ao mesmo tempo 
alterará sua concepção de mundo e sociedade. Será você, com certeza, o 
responsável pelas mudanças futuras no seu país, localidade e ou sociedade. 
 
Na Uniasselvi, entendemos que é por meio das experiências 
relacionadas à educação que os sujeitos têm condições de refletir de forma 
crítica sobre o futuro das suas ações. Assim, ao realizar o Seminário da 
Prática, você terá condições de aplicar os saberes teóricos que apreendeu ao 
cursar as disciplinas, ao ler os cadernos de estudo, ao debater com os colegas 
em sala de aula, no ambiente problematizador e crítico da Universidade. 
 
Por meio das experiências educativas (experiências diversas, 
relativas a conteúdos diversos e também com diferentes graus de 
sistematização, com finalidades mais delimitadas ou difusas), o 
indivíduo torna-se um membro ativo e participativo do seu grupo à 
medida que vai compartilhando a cultura. Ao mesmo tempo, as 
aprendizagens que realiza, porque assim lhe permitem as 
experiências em que se vê imerso, constituem o motor por meio do 
qual se desenvolve em todas as suas capacidades-afetivos-
relacionais, de equilíbrio pessoal, de inserção social, cognitivas e 
motoras. Podemos afirmar que graças às aprendizagens que as 
diversas experiências educativas possibilitam, o indivíduo configurar-
se como uma pessoa que compartilha com as outras determinados e 
fundamentais aspectos, porém é a única e irrepetível, porque são 
únicos também os contextos específicos em que vive, e a maneira 
que tem de se apropriar das ferramentas culturais e idiossincráticas 
(SALVADOR, 1999, p. 142). 
 
Levando em consideração o que foi exposto anteriormente, temos que 
ter a consciência de que o desenvolvimento intelectual proposto pela 
Universidade terá mais sentido e aplicação prática se você tiver a clareza de 
que o desenvolvimento intelectual é inseparável do desenvolvimento 
profissional. Podemos dizer então que existe um processo de união entre as 
duas atividades de desenvolvimento humano/intelectual e humano/profissional. 
 
Assim, o entendimento dessa união deve levar em conta o sentido 
prático da escolha do seu curso, pois o bom desenvolvimento do Seminário da 
Prática indicará a indissociabilidade entre formação intelectual e formação 
profissional. 
 
Procure sempre relacionar suas leituras, estudos e discussões teóricas, 
com a aplicação prática destes saberes, pois quando, no futuro, você estiver 
exercendo a sua profissão, certamente você terá condições e conforto para 
tomar as decisões mais acertadas. 
 
 
 
 
 
3. METODOLOGIA 
 
FONTE: www.enquantoisso.com 
 
 
A Matriz Curricular do seu curso prevê uma disciplina por módulo 
chamada de Seminário da Prática, totalizando ao final do curso 400 horas. 
Cada uma delas terá uma proposição de atividades diferentes devidamente 
referenciadas que contemplarão os saberes apreendidos e discutidos nas 
disciplinas cursadas no módulo, com o objetivo de aproximar os saberes 
teóricos com o seu futuro ambiente profissional. 
 
 
3.1 Referenciais das disciplina Seminário da Prática 
 
FONTE: www.saiadolugar.com.br 
 
 
Para visualizar e compreender o conjunto das disciplinas Seminário da 
Prática que serão cursadas ao longo dos módulos de seu curso de graduação 
foi elaborado um organograma circular com os referenciais para cada prática 
(Figura 1). 
https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&docid=aCYVNQ8Txd223M&tbnid=231xy2P8eaqx4M:&ved=0CAQQjB0&url=http%3A%2F%2Fwww.saiadolugar.com.br%2Festrategia%2Fpor-que-voce-deveria-ter-apenas-o-plano-a%2F&ei=VsaqU4njJoibqAawq4KoCg&bvm=bv.69620078,d.b2k&psig=AFQjCNHsNqFju5rlmWt4mkjQEAhXNB2dUw&ust=1403787204910816
 
Figura 1: Referenciais das práticas interdisciplinares do curso representado por 
meio de um organograma circular. 
 
O organograma circular organiza os Seminários da Prática num circuito 
decrescente, ou seja, no primeiro módulo você elaborará uma atividade mais 
teórica e genérica, que familiarizará você com os conceitos do seu curso e, 
posteriormente, a cada módulo de estudo, você desenvolverá atividades cada 
vez mais práticas. Por fim, essas práticas convergem para o desenvolvimento 
dos Estágios e da disciplina Projeto de Ensino. 
Descrição detalhada da Organização da Prática Interdisciplinar ao longo do seu curso 
FASE TEMA 
CARG
A 
HORÁ
RIA 
DESCRIÇÃO 
Seminári
o da 
Prática I 
Formação 
docente e 
pedagógica: 
interdisciplin
aridade e 
educação 
40 
horas 
O primeiro Seminário da Prática possui um 
caráter conceitual. Para tanto, você deverá efetuar 
pesquisas bibliográficas ou entrevistas com 
profissionais da área e redigir um artigo no 
formato paper que trate da temática ou assunto 
proposto pela Universidade. Portanto, essa 
atividade será de pesquisa documental. Além do 
artigo você deverá socializar a prática com seus 
colegas. 
Seminári
o da 
Prática II 
Formação 
docente e 
pedagógica: 
Diretrizes 
curriculares 
nacionais 
60 
horas 
A problemática e o assunto para o 
desenvolvimento do segundo Seminário da 
Prática estará voltado ao estudo teórico das 
diretrizes curriculares nacionais relacionadas às 
relações étnicos raciais, diretos humanos e 
cidadania e meio ambiente. Essa atividade terá 
como principal característica a pesquisa 
documental, a produção de um artigo no formato 
paper e a troca de experiência entre os colegas 
através da socialização. 
Seminári
o da 
Prática 
III 
O uso das 
fontes e a 
pesquisa 
histórica 
60 
horas 
Nesta Prática Interdisciplinar, você fará um estudo 
e elaborará um artigo científico, no formato paper 
sobre O Uso das Fontes e a Pesquisa Histórica. 
Neste seminário você entrará em contato com as 
mais variadas fontes históricas, com especial 
destaque para aquelas disponibilizadas em 
bancos de acesso público via internet. Podemos 
lembrar que as fontes formam uma das 
peculiaridades da históriaenquanto disciplina do 
conhecimento. Pois, as mesmas são os 
fragmentos pelos quais podemos recompor as 
sociedades pretéritas. Ao mesmo tempo, podemos 
igualmente pensar nas peculiaridades das fontes 
históricas sendo utilizado em um Curso EAD, 
assim como no ambiente escolar, destino da maior 
parte dos egressos do curso de história da 
Uniasselvi. 
Durante os últimos 200 anos, a historiografia 
pautou uma fecunda e profícua discussão 
acadêmica sobre os fundamentos epistemológicas 
da história enquanto ciência. Dentre as 
conclusões do debate, podemos elaborar que a 
base de estudo do historiador são justamente as 
fontes históricas, tema do presente texto. O século 
XIX apresentou ao mundo a ideia de uma história 
científica com Leopoldo Von Ranke, historiador 
alemão que apresentava os textos escritos, 
guardados nos arquivos estatais, como a forma 
cientificamente indicada para a construção do 
conhecimento sobre o passado. O conceito de 
fonte se amplia após os anos 1930, em especial 
com a medievalística francesa, que em autores 
como Marc Bloch e Lucien Febvre, apontaram 
uma ampliação do conceito para além dos 
documentos estatais. Após a Segunda Guerra 
Mundial, tivemos o surgimento da história oral, 
que também ampliou o conceito de fonte histórica. 
Com o advento da internet, muitas das 
possibilidades de acesso a fontes históricas se 
ampliaram. Em especial, com a digitalização de 
importantes acervos e divulgados on-line. 
Podemos citar alguns dos mais importantes 
museus mundiais, como o Louvre, de Paris. No 
universo lusófono, também muitos dos arquivos 
estatais, ou mesmo grandes bibliotecas, estão 
disponíveis no universo digital. Alguns exemplos é 
a Biblioteca José Mindlin da Universidade de São 
Paulo, que possui importantes escritos sobre a 
História do Brasil e disponibilizados on-line, assim 
como a Coleção Brasiliana, disponibilizados na 
rede mundial de computadores pela Universidade 
Federal do Rio de Janeiro. A Biblioteca Nacional 
de Portugal e a Biblioteca Nacional do Rio de 
Janeiro disponibilizaram parte de seus acervos na 
internet. Também temos grande parte dos museus 
brasileiros, com possibilidade de visitas digitais. 
Assim, podemos estabelecer que as distintas 
formas de pesquisa em História podem ser 
realizadas com o contato de fontes 
disponibilizadas on-line. Também podemos pensar 
que muitos arquivos, nos mais distintos municípios 
brasileiros que não são comumente utilizados e 
nas memórias dos antigos habitantes das cidades 
brasileiras, que podem ser coletadas através de 
entrevistas de história oral. Uma das 
possibilidades teórico-metodológicas para 
alcançar a realidade pretérita ou presente de 
determinado grupo social são as entrevistas a 
serem realizadas com membros da comunidade, 
gravadas e transcritas. 
Dentro das metodologias possíveis de aplicação 
podemos pensar em uma prática de pesquisa 
documental, ao utilizarmos documentos escritos 
e disponibilizados em arquivos on-line ou mesmo 
em arquivos públicos ou privados aos quais você 
poderá ir presencialmente. Também podemos 
pensar em uma prática documental, se optar por 
trabalhar com fontes orais. Pois, estará 
produzindo uma fonte que será útil para outros 
pesquisadores além de você. Enfim, um campo 
amplo e vasto de pesquisa que se apresenta para 
o futuro professor de História. Ao final da 
disciplina, o acadêmico deverá escrever um paper 
e apresentar o resultado desta atividade junto dos 
demais colegas. 
Indicamos os seguintes sites para visitação, com 
fontes históricas disponíveis para consulta on-line: 
- Artigo do historiador José Carlos Sebe sobre 
história oral 
<file:///C:/Users/10318695731/Downloads/19041-
22572-1-PB.pdf> 
- Biblioteca do senado federal: 
<http://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/4> 
- Brasiliana UFRJ 
<http://www.brasiliana.com.br> 
- Brasiliana José Mindlin-USP 
<http://www.bbm.usp.br> 
- Biblioteca Nacional de Portugal: Setor de 
obras raras 
<http://purl.pt/index/geral/PT/index.html> 
Seminári
o da 
Prática 
IV 
Educação 
Patrimonial e 
os espaços 
não escolares 
60 
horas 
Nesta quarta Prática Interdisciplinar, você fará um 
estudo e elaborará um artigo no formato paper 
sobre os espaços de ensino-aprendizagem não 
escolares, com ênfase na Educação patrimonial. 
Nesse seminário você entrará em contato com 
espaços que comportam potencial interdisciplinar 
do saber, que ultrapassam os espaços tradicionais 
de educação, nos quais você futuramente poderá 
vir a desenvolver atividades. 
Para tanto, locais como museus, sítios 
arqueológicos, unidades do exército e bombeiros, 
centros religiosos e de caridade, edificações 
históricas, monumentos comemorativos e 
alusivos, mirantes, marcos, zero, praças, 
cemitérios, escolas, bibliotecas, teatros, hospitais, 
parques, arquivos públicos, acervos fotográficos 
ou cartográficos, mercados municipais, zonas de 
pescadores, unidades de produção artesanal ou 
industrial (engenhos, fábricas, associações de 
artesãos e demais trabalhadores, sindicatos) 
associações de moradores, festas típicas, eventos 
e comemorações tradicionais, entre outros locais 
reconhecidos/tombados ou não, podem ser seu 
tema de estudo. 
O objetivo da temática deste seminário da prática 
é o de identificar os espaços, os acervos, os 
exemplares, as referências em sua dinâmica e 
complexidade enquanto elementos do patrimônio 
histórico e cultural de sua cidade e região, com a 
intenção de reconhecer, problematizar, valorizar e 
fortalecer os aspectos de cultura, memória, 
identidade e diversidade, como sendo elementos 
favorecedores do desenvolvimento tecnológico, 
econômico e social de sua cidade e região. 
A metodologia que poderá ser aplicada à estes 
espaços e temas tanto pode ser a da prática real, 
que prevê a verificação e apreciação/participação 
das expressões e manifestações culturais, como 
dos processos de produção/fabricação no interior 
de uma comunidade; como a de prática de 
pesquisa documental, que 
pergunta/pesquisa/registra/interpreta as 
evidências materiais, tecnológicas e históricas de 
objetos, documentos, edificações e demais bens 
disponíveis em museus, arquivos, bancos de 
dados públicos ou privados. 
No decorrer desta prática você deverá buscar 
também amparo bibliográfico para o seu estudo, à 
fim de estudar e aplicar definições/compressões e 
conceitos fundamentais de patrimônio histórico e 
cultural, memória e identidade; à fim de compor 
um artigo no formato paper e socializar o resultado 
desta atividade junto aos demais colegas. 
Sugestão de site: Instituto do Patrimônio Histórico 
e Artístico Nacional-IPHAN. Disponível em: 
<http://portal.iphan.gov.br>. Acesso em 30 jul. 
2014. 
Seminári
o da 
Prática 
V 
A disciplina 
de História 
nos 
currículos 
escolares e o 
uso dos 
materiais 
didáticos 
60 
horas 
No desenvolvimento do quinto Seminário da 
Prática, você realizará uma espécie de 
diagnóstico de como o conhecimento histórico 
está sendo transposto ao cotidiano escolar em 
termos de conteúdos/temas de 
métodos/estratégias/ferramentas didático-
pedagógicos que estão sendo utilizadas no ensino 
de História, tanto no espaço de escolas públicas 
como privadas. 
A fim de verificar qual e como o conteúdo histórico 
nos livros e apostilas didáticas, textos 
paradidáticos, a presença ou não de abordagem 
multi, trans e interdisciplinar, o uso ou não de 
referências da literatura, de registros fotográficos, 
charges, histórias em quadrinhos, documentários 
e filmes, estudos de caso, visitas a espaços de 
patrimônio histórico e cultural entre outros. 
A preocupação desta unidade do seminário da 
prática reside na necessidade de o futuro 
professor de história perceber se o conhecimento 
histórico que está sendo transmitido e ensinado 
possuí plausibilidade científica; quais conteúdos, 
temas e épocas ganham maior ou menor ênfase, 
as formas que os educadores tem encontrado 
para transpô-lodidaticamente entre outros 
aspectos assim como se as abordagens que estão 
sendo atribuídas ao mesmo, fazem sentido no 
universo dos estudantes. 
A metodologia que poderá ser aplicada à este 
seminário da prática deve ser a prática de 
pesquisa documental que prevê a apreciação e 
análises dos currículos, planos de aula e dos 
professores; os livros, as apostilas e demais 
materiais didáticos que norteiam e que são 
utilizados à transposição do conhecimento 
histórico. 
No decorrer desta prática você deverá buscar 
também amparo bibliográfico para proceder as 
análises dos conteúdos históricos e dos materiais 
didáticos, que apresentem 
definições/compressões de conceito de História, 
de tempo e periodizações históricas, História da 
educação, alternativas didático-pedagógicas ao 
ensino de História e função/sentido do 
conhecimento histórico à fim de compor um artigo 
no formato paper e socializar o resultado desta 
atividade junto aos demais colegas. 
Seminári
o da 
Prática 
VI 
História do 
tempo 
presente 
60 
horas 
Nesta prática Interdisciplinar, você fará um estudo, 
elaborará um artigo e apresentará os resultados 
de uma pesquisa com temática versando sobre a 
História do Tempo Presente. Uma das novas 
tendências da historiografia contemporânea, a 
História do Tempo Presente parece, aos olhos 
mais conservadores, como uma espécie de 
contrassenso, sendo por vezes considerada a 
História como um relato sobre o passado e a 
sociologia o estudo das sociedades na 
contemporaneidade. 
Como contraponto, podemos refletir que a história, 
desde os tempos de Heródoto, se preocupou em 
estabelecer modelos explicativos para os 
problemas da sociedade “no tempo em que 
viviam”. Também na Idade Média e na Idade 
Moderna tivemos relatos de História do Tempo 
Presente, como exemplificam os cronistas 
medievais e os historiadores modernos. Ao 
analisarmos e Historiografia Brasileira, 
observamos a primeira história escrita, a História 
da Província de Santa Cruz, data do mesmo 
século do descobrimento do Brasil, o século XVI. 
Um relato do presente vivido naqueles tempos, 
como apontava o historiador Sérgio Buarque de 
Holanda. Com a criação da sociologia ao longo do 
século XIX, século mesmo no qual a História 
buscou maior rigor na busca pelo passado, as 
questões do tempo presente ficaram relegadas a 
um esquecimento pelos historiadores acadêmicos. 
Um novo impulso a História do Tempo Presente 
ocorreu na segunda metade do século XX, na 
França. Em especial após as trágicas memórias 
relativas à Segunda Guerra Mundial. Na América 
Latina, estudos sobre o tempo presente foram 
motivados pelas disputas políticas advindas das 
lembranças sociais referentes às Ditaduras de 
Segurança Nacional dos anos 1970. A História do 
Tempo presente utiliza alguns referencias 
epistemológicos distintos de outras formas de 
história realizadas por especialistas em outros 
momentos da História, como os medievalistas ou 
colonialistas. Pode-se destacar a importância dos 
recursos tecnológicos, como as entrevistas de 
história oral e os recursos audiovisuais. Assim, 
podemos observar que uma base teórica em 
história do tempo presente é uma das 
competências que se pode esperar de um 
professor de história no cotidiano escolar, ao 
pensarmos que são os professores de história e 
geografia os requeridos para explicar os eventos 
políticos globais que são manchetes nos meios 
jornalísticos cotidianos. 
Podemos estabelecer que eventos em escala 
global, se relacionam com vivências e memórias 
de membros da comunidade a qual o aluno está 
inserido. Por exemplo, a segunda guerra mundial. 
Temos uma grande gama de veteranos ainda 
vivos. No tocante a Ditadura Militar, ou mesmo as 
questões relativas às alterações de costumes 
após os anos 1960, temos muitas memórias locais 
sobre estes eventos globais. O que podem nos 
fazer pensar em utilizar estes conhecimentos do 
senso comum, os aprofundando com a 
metodologia ofertada pela história enquanto 
disciplina e tendo do professor de sala de aula a 
ponte entre o conhecimento “popular” e o 
“acadêmico”. 
Assim compreendendo, pode-se fazer uma 
prática de pesquisa documental, com fontes 
jornalísticas sobre os eventos da 
contemporaneidade, assim como também uma 
prática real, com entrevistas de História Oral 
relativa às dinâmicas sociais contemporâneas. Ao 
final, você irá elaborar um paper e apresentará, 
junto aos colegas, os resultados desta atividade 
acadêmica. 
Sites indicados para visitação: 
Revista Eletrônica do Tempo Presente: 
http://www.tempopresente.org/ 
Site do grupo de estudos do tempo presente. 
http://www.getempo.org/index.php/revistas 
Revista Tempo da UFF, com dossiê temático 
sobre o “tempo presente”. 
http://www.historia.uff.br/tempo/site/?cat=44 
Seminári
o da 
Prática 
VII 
Tópicos 
Especiais 
60 
horas 
O sétimo Seminário da Prática, último a ser 
cursado é destinado à discussão de temas e 
conteúdos que não puderam ser contemplados 
devidamente ao longo da matriz curricular, nos 
conteúdos e nos demais materiais instrucionais do 
curso de História. Nesse momento, os temas 
abordados pertencem ao campo da teoria da 
História e Historiografia e se encontram reunidos 
na denominação de Tópicos Especiais. 
Para tanto elencamos as abordagens de algumas 
tradições historiográficas da História Social 
Inglesa (E. Thompson, E. Hobsbawm e P. 
Anderson), a Escola de Frankfurt (M. 
Horkheimer, T. Adorno e W. Benjamin), Escola 
dos Annales (1ª, 2ª e 3ª Geração), Escola Norte 
Americana de História (D. Armitage, J. Scott e H. 
White) e a Historiografia Brasileira (Gilberto 
Freyre, Caio Pardo Junior e Sérgio Buarque de 
Holanda). 
Cada uma das tradições historiográficas 
apresentam conceitos e teses que as caracterizam 
enquanto tal e as diferenciam diante das demais. 
Cabe à você escolher uma das escolas teóricas e 
historiográficas. Sugerimos que você procure 
optar por aquela que apresenta maior 
proximidade/aderência em relação a área de 
concentração que escolheu à realização do Plano 
http://www.tempopresente.org/
http://www.getempo.org/index.php/revistas
http://www.historia.uff.br/tempo/site/?cat=44
de Ensino e Trabalho de Graduação. 
A metodologia que poderá ser aplicada a este 
seminário da prática deve ser a prática de 
pesquisa documental na qual você deverá 
buscar amparo bibliográfico sobre o contexto 
histórico, os problemas, os conceitos e as teses 
pertencentes a tradição historiográfica escolhida. 
A partir do aprofundamento, da compreensão e do 
domínio destes conhecimentos, você poderá 
perceber como os mesmos circulam e gravitam no 
interior do conhecimento histórico e dos 
respectivos materiais didático-pedagógicos. 
Ao final deste percurso de estudos você deverá 
elaborar um artigo no formato paper e socializar o 
resultado desta atividade junto aos demais 
colegas. O seminário da Prática desse módulo 
tem a finalidade de dar suporte e aprofundamento 
teórico ao campo da teoria da História e 
Historiografia, o que por sua vez favorecerá e 
sustentará a realização do seu ofício enquanto 
professor pesquisador crítico e reflexivo. 
QUADRO 1. DESCRIÇÃO DETALHADA DA ORGANIZAÇÃO DA PRÁTICA 
INTERDISCIPLINAR AO LONGO DO SEU CURSO 
FONTE: Equipe pedagógica NEAD. 
 
Com a realização de todos os Seminários da Prática, você terá 
desenvolvido competências e habilidades para ingressar no mercado de 
trabalho com mais qualificação e segurança para exercer as suas atividades 
profissionais. Vamos agora às orientações para desenvolver as práticas. 
 
3.2 Orientações para realização da disciplina Seminário da Prática 
 
FONTE: www.romildopsicologo.com.br 
 
Você já deve ter internalizado que o Seminário da Prática acontece por 
meio da interação e cooperação, trocando informações e, assim, gerando o 
conhecimento. Então, para o desenvolvimento da prática você trilhará seis 
etapas (Figura 2): 
Desenvolvimento do Seminário da Prática no Módulo 
 
1ª Etapa 2ª Etapa 3ª Etapa 4ª Etapa 5ª Etapa 6ª Etapa Formação 
do grupo 
(até 4)  Construção do 
Plano de 
Desenvolvimento 
 Pesquisa 
teórica e 
prática.  Entrega da 
primeira 
versão do 
paper 
 
 
 Postagem 
do paper 
no AVA 
 Socialização 
dos resultados  Estudo do 
Tema de 
Referência 
 Elaboração do 
paper 
QUADRO 2. ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO DO SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR. 
FONTE: Equipe pedagógica NEAD. 
 
 
 1ª ETAPA: Formação do grupo (até 4 integrantes) e estudo do 
tema do Seminário Interdisciplinar do módulo. Essa atividade 
deverá ser realizada no 2ª encontro da primeira disciplina do 
módulo; 
 2ª ETAPA: Construção do Plano de Desenvolvimento do 
Seminário Interdisciplinar, atividade realizada em grupo. Essa 
atividade deverá ser realizada entre 2ª encontro da primeira 
disciplina do módulo e o 2ª encontro da 2ª disciplina do módulo; 
 3ª ETAPA: Elaboração do artigo em formato paper (relato 
histórico, analítico e crítico, que apresenta os fatos e os 
acontecimentos que constituíram a trajetória da atividade 
desenvolvida). Esta etapa envolve pesquisa teórica e prática 
(documental, entrevista ou campo), sistematização dos dados e 
troca de informações com seu grupo. Essa atividade deverá ser 
executada entre o 2ª encontro da 2ª disciplina e o 2ª encontro da 
3ª disciplina do módulo; 
 4ª ETAPA: Entrega da primeira versão impressa do paper que 
deverá ocorrer no 2º encontro da 3ª disciplina do módulo, com o 
objetivo do Tutor Externo corrigir o paper. O Tutor Externo 
apresentará a devolutiva da primeira versão impressa do paper, 
ou seja, o retorno da correção para o acadêmico no 2º encontro 
da 4ª disciplina; 
 5ª ETAPA: Postagem do paper (versão final), pelo acadêmico, no 
AVA no link Produção Acadêmica, que deve ocorrer até o 1º 
encontro da disciplina da prática. Para postagem o acadêmico 
deve seguir o seguinte caminho: Vida Acadêmica-Atividades-
Produção Acadêmica. 
 6ª ETAPA: Socialização dos resultados da pesquisa. Essa 
atividade será realizada no espaço destinado no cronograma para 
a realização da disciplina Seminário Interdisciplinar. 
 
As fontes de informações para a realização do Seminário da Prática 
poderão ser diversas. As pesquisas podem ser s com leituras pertinentes ao 
tema, a partir de várias fontes como livros, arquivos, Internet, jornais, revistas, 
banco de dados, material estudado no Módulo, entre outros. Além disso, o 
grupo poderá entrevistar profissionais da área. De posse das informações 
colhidas, o grupo estará em condições de analisar, interpretar e fundamentar a 
pesquisa. 
É importante frisar que o grupo deverá realizar a pesquisa com 
responsabilidade, procurando sempre citar as fontes de forma correta, 
evitando, assim, o plágio. 
 
3.3 Avaliação da Aprendizagem 
 
FONTE: www.sbcoaching.com.br 
 
O processo de avaliação da disciplina Seminário da Prática 
desenvolvida pelo aluno do Curso de Graduação a Distância da UNIASSELVI 
será realizada conforme descrito a seguir: 
a) Avaliação referente à Etapa 1: elaboração do Plano de 
Desenvolvimento do Seminário. No segundo encontro da segunda disciplina o grupo 
deverá apresentar o Plano de Desenvolvimento do Seminário, condizente com o 
Termo de Referência do Módulo, para o Tutor Externo. Na formação da nota 
final da disciplina, essa etapa terá Peso 2. 
 
b) Avaliação referente à Etapa 2: entrega de um artigo no formato 
paper. No segundo encontro da quarta disciplina o grupo deverá entregar um 
artigo no formato paper, condizente com o tema de referência do módulo, ao 
Tutor Externo. Na formação da nota final da disciplina, esse terá Peso 4. 
 
c) Avaliação referente à Etapa 3: Socialização da pesquisa. No 
espaço destinado no calendário para a realização da disciplina Seminário da 
Prática o aluno (ou grupo) deverá socializar para a turma sua Prática do 
Módulo. Na formação da nota final da disciplina, essa terá Peso 4. 
 
Cada etapa de realização terá o acompanhamento e orientação do Tutor 
Externo, sendo que ele atribuirá o conceito ao final de cada etapa. Ao final do 
processo será realizada a somatória do conceito das três atividades avaliativas, 
definindo, assim, o conceito final do acadêmico. 
 
 
 
Não será permitida a realização da socialização da 
prática e entrega do paper em data e horário diferente do 
que foi fixado no Cronograma do Curso, exceto para os 
casos amparados em Lei. 
Nestes casos, os alunos deverão solicitar à 
UNIASSELVI, via requerimento, nova data. 
O aluno que não socializar a prática e entregar o paper 
na data marcada e não justificar sua ausência nos 
termos da legislação terá nota zero e, por conseguinte, 
estará reprovado na disciplina. 
 
3.4 Dinâmica dos encontros presenciais 
 
Fonte: www.cantinhodaunidade.com.br 
 
Os Encontros Presenciais são momentos importantes para o processo 
de interação entre os alunos para o desenvolvimento do Seminário da Prática. 
As orientações sempre acontecem no segundo encontro de cada disciplina 
cursada no módulo. 
 
O quadro a seguir descreve a dinâmica das atividades que serão 
desenvolvidas em cada uma das disciplinas cursadas no módulo, bem como na 
última disciplina do módulo que é propriamente a de Seminário da Prática. 
 
ETAPA ATIVIDADES ENTREGA 
1ª ETAPA Formação dos grupos (até 4 
integrantes). 
2º encontro da 1ª disciplina do 
módulo. 
2ª ETAPA 
Construção do Plano de 
Desenvolvimento do Seminário da 
Prática. 
Entre o 2º encontro da 1ª disciplina 
do módulo e o 2º encontro da 2ª 
disciplina do módulo. 
3ª ETAPA 
Elaboração do Paper. Pesquisa 
teórica e prática (documental, 
entrevista ou campo), 
sistematização dos dados e troca 
de informações com seu grupo. 
Entre o 2º encontro da 2ª disciplina 
do módulo e o 2º encontro da 3ª 
disciplina do módulo. 
4ª ETAPA Entrega da primeira versão 
impressa 
Acadêmico entrega no 2º encontro 
da 3ª disciplina do módulo. O 
Tutor devolve a correção no 2º 
encontro da 4ª disciplina do 
módulo. 
5ª ETAPA 
Postagem do paper pelo 
acadêmico no AVA no link 
Produção Acadêmica. Para 
postagem o acadêmico deve 
seguir o seguinte caminho: Vida 
Acadêmica-Atividades-Produção 
Acadêmica. A postagem deve ser 
realizada antes da socialização. 
A postagem deve ser realizada até 
o 1º encontro da disciplina da 
prática. 
 
6ª ETAPA Socialização dos resultados da 
pesquisa. 
Essa atividade será realizada no 
espaço destinado no cronograma 
para a realização da disciplina 
Seminário Interdisciplinar. 
QUADRO 3. ETAPAS DAS DINAMICAS DOS ENCONTROS PRESENCIAIS 
FONTE: Equipe pedagógica NEAD. 
 
 
 
 
 
 
4. TRILHA DE APRENDIZAGEM DA DISCIPLINA SEMINÁRIO DA PRÁTICA 
 
FONTE: www.una.br 
 
A disciplina Seminário da Prática possui a sua Trilha de Aprendizagem 
como as outras disciplinas que você cursou ou irá cursar. Na trilha você 
encontrará informações e orientações que irão lhe ajudar no processo de 
desenvolvimento da disciplina. Para tanto, você deverá acessar a trilha do 
Seminário da Prática no AVA - Ambiente Virtual de Aprendizagem. 
 
O tema de pesquisa do Seminário será publicado na Trilha, tendo como 
base o referencial do módulo descrito no organograma circular discutido nesta 
diretriz. Além do tema serão publicados na Trilha do Seminário da Prática 
leituras complementares, vídeos instrucionais, formulários que indicam a forma 
gráfica correta do Plano de Desenvolvimento da disciplina Seminário da Prática 
(ANEXO 2), bem como do paper (ANEXO 3). 
 
Além da Trilha do Seminário da Prática, você poderá contar com a 
orientação do seu tutor externo, da tutoria interna e do professor da disciplina. 
Para contatar a equipe interna utilize o Ambiente Virtual de Aprendizagem ou, 
se preferir, ligue para o 08006425000. 
 
 
 
 
5. ASPECTOS IMPORTANTES NO DESENVOLVIMENTO DO PAPER 
 
FONTE: www.mayroses.wordpress.com 
 
ALERTA! 
 PLÁGIO! 
ENCONTRAMOS E AGORA? 
 
Acadêmico (a), ao identificarmos plágio em 
qualquer atividade acadêmica desenvolvida, você:1. Terá utilizado um texto, parte dele, parágrafo, frase, como se seu fosse, não o sendo; 
2. Terá cometido fraude além de um ato imoral e antiético contra o sistema educacional; 
3. Terá utilizado um texto sem dar o devido crédito ao seu autor original e isto é CRIME; 
4. Poderá responder a um processo judicial e ser condenado (a) a pagar multa ou ser 
submetido a detenção (art.184 do Código Penal Brasileiro); 
5. A nota de sua atividade será 0 (zero); 
6. Com sua nota 0 (zero) poderá ser reprovado (a). 
Você pode evitar esta situação... 
 
FONTE: www.aristocratas.wordpress.com 
Não existe NENHUM IMPEDIMENTO para o uso de 
textos: 
 de internet, 
 livros, 
 reportagens em jornais, 
 textos em revistas, 
 textos científicos, 
 dissertações, 
 teses, 
 etc. 
O que você precisa fazer? 
FONTE: 
www.aristocratas.wordpress.com 
REFERENCIAR nos textos que você produzir: 
 os autores originais, 
 suas obras, 
 seus acessos à internet, ou 
 qualquer outro material que você utilize como 
base para a elaboração de seus trabalhos. 
Dúvidas? 
 
FONTE: www.noticia.r7.com 
Fale com seu tutor (a) externo (a), mantenha contato com 
o tutor (a) interno (a), com o professor (a) da disciplina, 
utilizando nossos meios de comunicação (0800, contato 
AVA, email, etc.), busque no caderno de metodologia 
científica as formas corretas para referenciar os 
conteúdos de seu trabalho acadêmico, afinal 
Você que busca o conhecimento precisa protegê-lo! 
 
 
6. REFERÊNCIAS 
 
FONTE: www.prat-k.com.br 
 
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia. 9. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 
1998. 
 
MONTENGERO, J.; MAURICE-NAVILLE, D. Piaget ou a Inteligência em 
Evolução. (T. B. I. Marques e F. Becker, Trad.). Porto Alegre: Artmed, 1994. 
 
SALVADOR, C. C. (org). Psicologia da Educação. Porto Alegre: Artmed, 
1999. 
 
VALDÉS ARRIAGADA, M. Psicomotricidade vivenciada: uma proposta 
metodológica para trabalhar em aula. Blumenau: Edifurb, 2002. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANEXOS 
 
ANEXO I – RESOLUÇÃO DA DISCIPLINA SEMINÁRIO DA PRÁTICA 
 
 
ANEXO II – PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA DISCIPLINA SEMINÁRIO 
DA PRÁTICA 
 
 
 
PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA 
PRÁTICA 
TÍTULO 
Subtítulo (opcional) 
 
 
Autores 
Tutor(a) Externo(a) 
Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI 
Curso (TURMA) – Disciplina 
dd/mm/aa 
 
 
1 TEMA/ASSUNTO 
 
Informe o nome do tema e descreva, de modo resumido, o assunto a ser 
abordado no desenvolvimento da Prática. 
 
 
2 OBJETIVOS 
 
De forma clara, informe os 3 (três) principais objetivos da Prática. 
 
 
3 TIPOLOGIA DA PRÁTICA 
 
Nesse campo, deve-se indicar o tipo de Prática que será desenvolvido, 
de acordo com um dos três tipos descritos a seguir: 
 
a) Prática Simulada: essa Prática tem como principal característica a 
exploração de temas teóricos. Ela é realizada em sala de aula, nos encontros 
presenciais, ou nos dias de atividades acadêmicas, quando o(s) acadêmico(s) 
envolve(m) os próprios colegas na atividade. A atividade pode ser feita em 
forma de aula, oficina, sarau literário, atividade de laboratório, troca de 
experiências com profissionais da área específica, palestras etc. 
 
b) Prática Real: tem como principal característica a aplicação dos temas fora 
dos encontros presenciais. Além disso, essa modalidade busca familiarizar o(s) 
acadêmico(s) com o seu futuro ambiente profissional. Ela é desenvolvida em 
instituições, tais como: empresas, escolas e ONGs. 
 
c) Prática de Pesquisa Documental: essa modalidade busca exercitar a 
pesquisa de cunho documental. É realizada em arquivos de empresas, escolas 
ou entidades públicas, bibliotecas, banco de dados digitais. O principal objetivo 
é a análise e a interpretação de dados. É importante ressaltar que essa 
modalidade não se restringe a uma pesquisa teórica. 
 
 
4 CRONOGRAMA DA PRÁTICA 
 
A equipe deve planejar e elaborar o Cronograma da Prática de acordo 
com o tema e tipologia já definidos. A seguir, apresentamos orientações acerca 
do Cronograma de cada um dos tipos da Prática. 
 
 
4.1 PRÁTICA SIMULADA 
 
ETAPA DATA/PERÍODO AÇÃO RESULTADO 
ORIENTAÇÃO 
CONFORME 
CRONOGRAMA 
 Orientações gerais sobre a 
Prática. 
 Definição das equipes. 
 Definição do tema a partir dos 
Termos de Referência. 
 Definição da tipologia da 
Prática. 
 Grupo 
formado. 
 Tema definido. 
ESTUDOS 
PRELIMINARES 
CONFORME 
ORGANIZAÇÃO 
DO GRUPO 
 Estudos relacionados ao tema 
(leitura de livros, textos, 
revistas, filmes, entre outros). 
 Anotações 
para uso 
posterior. 
PLANEJAMENTO 
CONFORME 
ORGANIZAÇÃO 
DO GRUPO 
 Título da atividade 
 Organização do conteúdo a 
ser tratado na aula: esquema ou 
resumo, entre outros. 
 Definição dos procedimentos 
didáticos a utilizar na aula. 
  Preparação do material a ser 
usado na aula: slide, ficha-
resumo, entre outros. 
 Preparação dos instrumentos 
necessários à aula: projetor 
multimídia, entre outros. 
 Plano da aula 
a ser ministrada. 
 
EXECUÇÃO 
CONFORME 
ORGANIZAÇÃO 
DO(A) TUTOR(A) 
EXTERNO(A) 
 Apresentação da aula 
planejada. 
 Registro de ocorrências. 
 Anotações 
para uso 
posterior. 
ANÁLISE 
CONFORME 
ORGANIZAÇÃO 
DO GRUPO 
 Ordenar e analisar as 
anotações feitas. 
 Escrever o paper. 
 Paper. 
SOCIALIZAÇÃO 
CONFORME 
CRONOGRAMA 
 Organização do conteúdo a 
ser apresentado: esquema ou 
resumo, entre outros. 
 Preparação do material a ser 
usado na aula: slide, ficha-
resumo, entre outros. 
 Preparação dos instrumentos 
necessários: projetor multimídia, 
entre outros. 
 Fazer a apresentação. 
 Socialização. 
 
 
 
4.2 PRÁTICA REAL 
 
 
ETAPA DATA/PERÍODO AÇÃO PRODUTO 
ORIENTAÇÃO 
CONFORME 
CRONOGRAMA 
 Orientações gerais sobre a 
Prática. 
 Definição das equipes. 
 Definição do tema a partir dos 
Termos de Referência. 
 Definição da tipologia da Prática. 
 Grupo 
formado. 
 Tema 
definido. 
ESTUDOS 
PRELIMINARES 
CONFORME 
ORGANIZAÇÃO 
DO GRUPO 
 Estudos relacionados ao tema 
(leitura de livros, textos, revistas, 
filmes, entre outros). 
 Anotações 
para uso 
posterior. 
PLANEJAMENTO 
CONFORME 
ORGANIZAÇÃO 
DO GRUPO 
 Título. 
 Estudos relacionados ao tema. 
 Definição da instituição a ser 
visitada, pessoas a contatar, data 
da visita. 
 Definição dos aspectos a serem 
observados na visita, documentos 
a serem consultados. 
 Elaboração dos itens das 
entrevistas e das planilhas de 
registro de dados. 
 Preparação da entrevista com o 
responsável pelo setor na 
instituição. 
 Dados 
registrados. 
 Questionário 
de entrevista e 
planilha de 
dados. 
EXECUÇÃO 
CONFORME 
ORGANIZAÇÃO 
DO(A) 
TUTOR(A) 
EXTERNO 
 Realização da visita ao setor da 
instituição. 
 Realização da entrevista. 
 Realização das anotações. 
 Anotações 
de dados e da 
entrevista. 
ANÁLISE 
CONFORME 
ORGANIZAÇÃO 
DO GRUPO 
 Ordenar e analisar as anotações 
feitas. 
 Escrever o paper. 
 Paper. 
SOCIALIZAÇÃO 
CONFORME 
CRONOGRAMA 
 Organização do conteúdo a ser 
apresentado: esquema ou resumo, 
entre outros. 
Preparação do material a ser 
usado na apresentação: slide, 
ficha-resumo, entre outros. 
Preparação dos instrumentos 
necessários: projetor multimídia, 
entre outros. 
 Socialização. 
 Fazer a apresentação. 
 
 
4.3 PRÁTICA DE PESQUISA DOCUMENTAL 
 
ETAPA DATA/PERÍODO AÇÃO PRODUTO 
ORIENTAÇÃO 
CONFORME 
CRONOGRAMA 
 Orientações gerais sobre a 
Prática. 
 Definição das equipes. 
 Definição do tema a partir dos 
Termos de Referência. 
 Definição da tipologia da Prática. 
 Grupo 
formado. 
 Tema 
definido. 
ESTUDOS 
PRELIMINARES 
CONFORME 
ORGANIZAÇÃO 
DO GRUPO 
 Estudos relacionados ao tema 
(leitura de livros, textos, revistas; 
filmes, entre outros). 
 Anotações 
para uso 
posterior. 
PLANEJAMENTO 
CONFORME 
ORGANIZAÇÃO 
DO GRUPO 
 Título da Prática. 
 Definição dos itens a serem 
pesquisados. 
 Agendar visitas e realizar 
pesquisa nosarquivos dos órgãos 
responsáveis. 
 Realizar pesquisas em sites 
oficiais. 
 Efetuar o registro dos dados 
coletados. 
 Cronograma 
da prática. 
 Planilhas de 
registro de 
dados. 
 
EXECUÇÃO 
CONFORME 
ORGANIZAÇÃO 
DO(A) 
TUTOR(A) 
EXTERNO 
 Realização das pesquisas 
planejadas. 
 Efetuar anotações. 
 
 Anotações 
de dados 
realizadas. 
 
ANÁLISE 
CONFORME 
ORGANIZAÇÃO 
DO GRUPO 
 Ordenar e analisar as anotações 
feitas. 
 Escrever o paper. 
 Paper. 
SOCIALIZAÇÃO 
CONFORME 
CRONOGRAMA 
 Organização do conteúdo a ser 
apresentado: esquema ou resumo, 
entre outros. 
 Preparação do material a ser 
usado na apresentação: slide, 
ficha-resumo, entre outros. 
 Preparação dos instrumentos 
necessários: projetor multimídia, 
entre outros. 
 Fazer a apresentação. 
 Socialização. 
 
 
REFERÊNCIAS 
Referenciar todas as obras citadas conforme ABNT – Associação Brasileira de 
Normas Técnicas. NBR 6023. 
BORGES-ANDRADE, Jairo. Em busca do conceito de linha de pesquisa. RAC, v.7, n. 
6, p.157-170, abr./jun. 2003. 
ANEXOS 
 
ANEXO III – MODELO DE PAPER 
 
COMO ELABORAR UM PAPER 
 
 
Acadêmicos 
Professor-Tutor Externo 
Centro Universitário Leonardo da Vinci - UNIASSELVI 
Curso (Código da Turma) – Prática do Módulo I 
dd/mm/aa 
 
 
RESUMO 
 
O resumo deve ter um parágrafo de, no máximo, 250 palavras (aproximadamente 15 
linhas), sem recuo na primeira linha. Use espacejamento simples, justificado, tamanho 
12, itálico. O resumo deve apresentar o objetivo geral da pesquisa, o método utilizado, 
os resultados e as conclusões do trabalho, formando uma sequência corrente de frases 
concisas, e não de uma. 
 
 
Palavras-chave: Artigo científico. Normalização. NBR 6022. 
 
 
1 INTRODUÇÃO 
 
É a apresentação inicial do trabalho. Possibilita uma visão global do assunto 
tratado (contextualização), com definição clara, concisa e objetiva do tema e da 
delimitação precisa das fronteiras do estudo em relação ao campo selecionado, ao 
problema e aos objetivos a serem estudados. 
 
O objetivo geral refere-se diretamente ao objeto – problema – do trabalho. 
Inicia-se a frase com um verbo abrangente e na forma infinitiva, envolvendo o cenário 
pesquisado e uma complementação que apresente a finalidade. 
 
O autor aponta os seus propósitos e as linhas gerais que orientaram seu 
pensamento, ou seja, apresenta o problema ou tema central do estudo ou da pesquisa, 
contextualiza-o, destacando sua importância e seus limites quanto à extensão e à 
profundidade. Na introdução, também deve ser mencionado as principais etapas (a partir 
de títulos e subtítulos) do trabalho. 
 
 
2 DESENVOLVIMENTO 
 
É a parte principal, mais extensa e consistente do trabalho. São apresentados os 
conceitos, teorias e principais ideias sobre o tema focalizado, além de aspectos 
metodológicos, resultados e interpretação do estudo (ABNT, NBR 6022, 2003). 
 
Da mesma forma que na Introdução, os elementos que integram o 
Desenvolvimento do Trabalho poderão variar nas suas divisões e subdivisões, em 
função da sua natureza e da área de conhecimento a que pertencem. 
 
Independente do trabalho, o acadêmico deve utilizar recursos complementares 
no corpo do texto, especialmente no desenvolvimento. 
 
A numeração deve ser progressiva e alinhada à esquerda. As seções com seus 
títulos de primeiro nível (3 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA) não devem iniciar em 
folha distinta. Não se utiliza nenhuma pontuação ou caractere entre o número e o título 
(ABNT, NBR 6024, 2003). Os títulos das seções e das subseções são destacados 
gradativamente, usando-se os recursos apresentados no quadro 1. 
 
 
 
QUADRO 1 – TÍTULOS E FORMATAÇÃO 
 
TÍTULO FORMATAÇÃO 
3 ADMINISTRAÇÃO Letras maiúsculas, em negrito 
3.1 ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA Letras maiúsculas, sem negrito 
3.1.1 Histórico da administração científica Apenas a 1ª letra maiúscula, sem negrito 
 FONTE: Elaborado pelos autores (2008) 
 
 
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
A parte final do texto consiste na revisão sintética dos resultados e da discussão 
do estudo realizado. Tem como objetivo destacar as principais questões tratadas no 
trabalho acerca do estudo desenvolvido. 
 
As considerações finais devem apresentar deduções lógicas correspondentes aos 
propósitos previamente estabelecidos do trabalho, apontando o alcance e o significado 
de suas contribuições. Também podem indicar questões dignas de novos estudos, além 
de sugestões para outros trabalhos. 
 
Salienta-se que, nessa etapa do trabalho, não se devem utilizar citações (diretas 
ou indiretas), pois este momento é único e exclusivo para a reflexão do acadêmico. 
Nas considerações, igualmente, não se devem acrescentar elementos que não 
foram tratados no desenvolvimento. 
 
 
REFERÊNCIAS 
 
 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6022: artigo em 
publicação periódica científica impressa: apresentação. Rio de Janeiro, 2003. 
 
 
______. NBR 6024: numeração progressiva das seções de um documento. Rio de 
Janeiro, 2003. 
 
 
TAFNER, Elisabeth Penzlien; SILVA, Everaldo da. Metodologia do Trabalho 
Acadêmico. Indaial: Ed. Grupo UNIASSELVI, 2008. 
 
 
 
ACADÊMICOS E TUTOR (A) EXTERNO (A): 
PLÁGIO É CRIME! TEXTOS PLAGIADOS NÃODEVEM SER ACEITOS. A 
ORIENTAÇÃO QUE A UNIASSELVI REPASSA AOS SEUS TUTORES É 
ATRIBUIÇÃO DE NOTA ZERO QUANDO DETECTADO E COMPROVADO O 
PLÁGIO. DESSA FORMA, ACADÊMICO(A), PRIME PELA 
AUTENTICIDADE E AUTORIA PRÓPRIA NA ESCRITA DOS SEUS 
TRABALHOS.

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