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Trabalho de redes - TCP - final

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APRESENTAÇÃO SOBRE 
TCP
Alunos:	André de Oliveira Dias
	Jonas Ribeiro da Silva
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INTRODUÇÃO
Em uma arquitetura de protocolos, o protocolo de transporte fica acima de uma rede ou camada internetwork, que fornece serviços relacionados à rede. O protocolo de transporte presta serviços de transporte (TS) às camadas superiores que utilizam protocolos FTP, HTTP, SMTP e etc., escondendo dos mesmos detalhes das camadas inferiores e das redes participantes da transferência de dados.
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INTRODUÇÃO
O protocolo de transporte fornece um serviço de transferência de dados fim-a-fim que protegem os protocolos de camadas superiores das intervenções na rede. A camada de transporte transporta mensagens da camada de aplicação entre os lados do cliente e servidor de uma aplicação.
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INTRODUÇÃO
Dois tipos básicos de serviço de transporte são possíveis: orientado à conexão e sem conexão ou serviço de datagrama.
Há dois protocolos de transporte: TCP, orientado a conexão, e o UDP, que é sem conexão. Qualquer um deles pode levar mensagens de camada de aplicação.
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SERVIÇOS DE REDE CONFIÁVEL
Endereçamento: Necessita haver uma padronização em como identificar destinatários na rede. O usuário destino precisa ser especificado por:
Identificação do Usuário
Identificação da Entidade de Transporte
Endereço do Host
Número da Rede
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SERVIÇOS DE REDE CONFIÁVEL
Endereçamento: O endereço do usuário é especificado em host e porta.
	Geralmente há uma entidade de transporte em cada host, portanto, a identificação da entidade de transporte não é necessária. Se mais de uma entidade de transporte estiver presente, o endereço deve incluir uma designação do tipo de protocolo de transporte (exemplo, TCP e UDP).
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SERVIÇOS DE REDE CONFIÁVEL
Endereçamento: O roteamento não é uma preocupação da camada de transporte, ele simplesmente passa um pedaço de endereço do host até o serviço de rede, a porta está incluída no cabeçalho, para ser usada no destino pelo protocolo de transporte da entidade destino. 
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SERVIÇOS DE REDE CONFIÁVEL
Endereçamento: Como o usuário inicial do TS sabe o endereço de destino? 4 estratégias:
 O usuário TS sabe o endereço que deseja usar antes mesmo de usá-lo, isso é basicamente uma função da configuração do sistema.
 Alguns serviços usualmente utilizados são assinados como “endereços bem conhecidos”, como FTP, SMTP, pelo lado do servidor.
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SERVIÇOS DE REDE CONFIÁVEL
Endereçamento: Como o usuário inicial do TS sabe o endereço de destino? 4 estratégias:
 O usuário TS sabe o endereço que deseja usar antes mesmo de usá-lo, isso é basicamente uma função da configuração do sistema.
 Alguns serviços usualmente utilizados são assinados como “endereços bem conhecidos”, como FTP, SMTP, pelo lado do servidor.
Um servidor de nomes é fornecido, o usuário TS solicita um serviço por um nome genérico ou global, o pedido é enviado para o servidor de nomes que faz uma pesquisa nos diretórios e retorna um endereço, a entidade de transporte prossegue com a conexão.
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SERVIÇOS DE REDE CONFIÁVEL
Endereçamento: Como o usuário inicial do TS sabe o endereço de destino? 4 estratégias:
 O usuário TS sabe o endereço que deseja usar antes mesmo de usá-lo, isso é basicamente uma função da configuração do sistema.
 Alguns serviços usualmente utilizados são assinados como “endereços bem conhecidos”, como FTP, SMTP, pelo lado do servidor.
Um servidor de nomes é fornecido
Em alguns casos, o destino é um processo que é gerado no momento que é solicitado, o remetente pode solicitar o processo a um endereço conhecido, o usuário deste endereço é um processo privilegiado do sistema que irá criar um novo processo e retornar o seu endereço. 
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SERVIÇOS DE REDE CONFIÁVEL
Multiplexação: No que diz respeito à interface entre o protocolo de transporte e protocolos de nível superior, o protocolo de transporte executa uma função de multiplexação / demultiplexação, ou seja, vários usuários usam o mesmo protocolo de transporte e são distinguidos por números de porta ou pontos de acesso ao serviço. 
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SERVIÇOS DE REDE CONFIÁVEL
Multiplexação: A entidade de transporte também pode desempenhar uma função de multiplexação com respeito aos serviços de rede que utiliza. Existe a multiplexação para cima que é a multiplexação de várias conexões em uma conexão única no nível inferior e a multiplexação para baixo que é a multiplexação como a divisão de uma única conexão em várias conexões no nível inferior. 
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SERVIÇOS DE REDE CONFIÁVEL
Multiplexação para cima: Existem pelo menos 4095 circuitos virtuais disponíveis, isto é mais do que suficiente para lidar com todos os usuários TS ativos. Se um único circuito virtual fornece throughput suficiente para usuários TS múltiplos, a multiplexação para cima é indicada.
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SERVIÇOS DE REDE CONFIÁVEL
Multiplexação para baixo: Pode ser usada para melhorar o throughput. Por exemplo, cada circuito virtual X.25 é restrito a um número de sequência de 3 ou 7 bits. Um espaçamento maior na sequência pode ser necessário para redes com latência e velocidade altas. Se existir um único nó do host sobre o qual todos os circuitos virtuais são multiplexados, o throughput de uma conexão de transporte não pode exceder a taxa de dados desse link.
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SERVIÇOS DE REDE CONFIÁVEL
Controle de Fluxo: É um mecanismo bastante complexo na camada de transporte. Motivos:
O atraso de transmissão entre as entidades de transporte é geralmente longo quando comparado ao tempo de transmissão real. Isto significa que há um atraso considerável na a comunicação do controle de fluxo de informação.
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SERVIÇOS DE REDE CONFIÁVEL
Controle de Fluxo: É um mecanismo bastante complexo na camada de transporte. Motivos:
O atraso de transmissão entre
Como a camada de transporte opera através de uma rede ou internet, a quantidade do atraso de transmissão pode ser altamente variável. Isto torna complicado usar efetivamente um mecanismo de timeout para retransmissão de dados perdidos.
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SERVIÇOS DE REDE CONFIÁVEL
Controle de Fluxo: Há duas razões pelas quais uma entidade de transporte gostaria de restringir a taxa de transmissão do segmento através de uma conexão de outra entidade de transporte:
O usuário da entidade de transporte de recebimento não pode manter-se com o fluxo de dados.
A entidade de transporte de recebimento em si não pode manter-se com o fluxo de segmentos.
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SERVIÇOS DE REDE CONFIÁVEL
Controle de Fluxo: Qualquer um dos dois problemas mencionados fará com que o buffer fique cheio. Assim, a entidade de transporte precisa tomar medidas para parar ou diminuir o fluxo de segmentos para evitar um overflow no buffer. Este problema é difícil de resolver por causa da diferença de tempo entre o emissor e o receptor. 4 maneiras de lidar com o controle de fluxo:
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SERVIÇOS DE REDE CONFIÁVEL
Controle de Fluxo: 4 maneiras de lidar com o controle de fluxo:
Não fazer nada.
Recusar a aceitar novos segmentos a partir do serviço de rede.
Usar um protocolo fixo de janela deslizante.
Usar o esquema de alocação crédito.
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SERVIÇOS DE REDE CONFIÁVEL
Controle de Fluxo:
	Não fazer nada: os segmentos que geram overflow no buffer são descartados, a entidade de transporte emissora não obtém o ACK e irá retransmití-los.
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SERVIÇOS DE REDE CONFIÁVEL
Controle de Fluxo:
	Recusar a aceitar novos segmentos a partir do serviço de rede: Quando um buffer da entidade de transporte está cheio, ele recusa dados adicionais do serviço de rede, isto provoca procedimentos de controle de fluxo dentro da rede que acelera os serviços de rede. Este serviço, por sua vez, recusa segmentos adicionais a partir da sua entidade de transporte.
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SERVIÇOS DE REDE CONFIÁVEL
Controle de Fluxo:
	Usar um protocolo fixo de janela deslizante: Com um serviço de rede confiável, a técnica de janela deslizante funcionaria muito bem. Quando o buffer do receptor estiver cheio, pode-se reter os segmentos que ainda estão por vir, a fim de evitar overflow.
	O funcionamento com uma rede não confiável já não é bom,