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Exame fisico cabeca e pescoco

Material sobre exame físico de cabeça e pescoço: objetivos, revisão anatômica, estruturas a avaliar (crânio, face, olhos, ouvidos, seios da face, boca, tireoide, linfonodos), anamnese, técnicas (inspeção, palpação) e principais achados e fácies.

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SISTEMATIZAÇÃO DO CUIDAR II 
PROF. GEISON RICARDO DA SILVA VALENÇA 
• Especialista em Saúde Coletica – UFS 
• Especialista em Educação Profissional em Enfermagem – Fiocruz 
• Enfermeiro Da Secretaria Municipal De Saúde De Aracaju 
• Docente da Faculdade Estácio-FASE – CURSO ENFERMAGEM 
 
ARACAJU - 2021 
CABEÇA E PESCOÇO 
EXAME FÍSICO 
Objetivo 
Identificar principais sinais físicos encontrados 
em algumas alterações da cabeça e pescoço. 
 
 Descrever os achados físicos em um exame 
normal da cabeça e pescoço. 
 
Conhecer as principais alterações da cabeça e 
pescoço identificadas no exame clínico. 
 
REVISÃO ANATOMIA 
CABEÇA E PESCOÇO 
O exame físico da cabeça e pescoço inclui : 
Crânio 
Face 
Olhos 
Ouvidos 
Seios da face 
Boca 
Glândula tireoide 
Nódulos linfáticos 
OSSOS DO CRÂNIO 
SUTURAS - CRÂNIO 
OLHOS E APARELHO LACRIMAL 
 
PUPILA 
ORELHA EXTERNA 
 
BOCA 
 
 
GLÂNDULA TIREÓIDE 
 
 
NÓDULOS LINFÁTICOS 
 
 
 
 
LEVANTAMENTO DE DADOS DURANTE 
A ENTREVISTA 
• Olhos: visão, secreções, lacrimejamento; 
• Ouvidos: audição, dor, secreção; 
• Nariz: olfato, obstrução, coriza, uso de 
descongestionante nasal; 
• Seios da face: dor; 
• Cabeça: cefaleia, tontura, vertigem; 
 
LEVANTAMENTO DE DADOS DURANTE 
A ENTREVISTA 
• Boca: paladar, edema ou retração gengival, 
condições dos dentes, uso de próteses, 
úlceras; 
• Orofaringe: rouquidão, disfagia; 
• Pescoço: dor, rigidez, edema, gânglios 
• História de doenças crônicas 
• Exposição a substância prejudiciais ou ruídos 
altos 
 
 
LEVANTAMENTO DE DADOS DURANTE 
A ENTREVISTA 
• História de tabagismo, mastigação de tabaco 
ou uso de cocaína; 
• História de traumatismo craniano 
 
Semiotécnica: CABEÇA E 
PESCOÇO 
 EXAME DO CRÂNIO 
TÉCNICAS UTILIZADAS: 
• Inspeção 
• Palpação 
 
Tamanho e formato: 
• Normocefálica: crânio 
simétrico e arredondado, 
proporção adequada em 
relação ao tamanho do 
corpo. 
EXAME DO CRÂNIO 
 
TAMANHO E FORMATO ANORMAIS: 
MICROCEFÁLIA 
EXAME DO CRÂNIO 
TAMANHO E FORMATO ANORMAIS: Microcefalia 
 
EXAME DO CRÂNIO 
TAMANHO E FORMATO ANORMAIS: 
MACROCEFÁLIA 
EXAME DO CRÂNIO 
TAMANHO E FORMATO ANORMAIS: 
Anencefalia 
 
EXAME DO CRÂNIO 
DEFORMIDADE: 
Tumores e traumatismo 
Fontanela deprimida ou abaulada 
 
 
 
Fonte:curasdocancer.com 
Fonte:dalhpontodepartida.blogspot.com 
Fonte;pediatriasaopaulo.usp.br 
http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.pediatriasaopaulo.usp.br/upload/html/576/img/09f1.gif&imgrefurl=http://www.pediatriasaopaulo.usp.br/index.php?p=html&id=576&usg=__dQ4piNlSSdRGF7yH6JisxEY5Xdw=&h=240&w=279&sz=62&hl=pt-br&start=2&zoom=1&um=1&itbs=1&tbnid=oi9iiEg1EBCZgM:&tbnh=98&tbnw=114&prev=/images?q=abaulamento+de+fontanela&um=1&hl=pt-br&biw=1345&bih=531&tbs=isch:1&ei=Q6GGTeO4OYbn0gHeg6XkCA
EXAME DO CRÂNIO 
COURO CABELUDO 
Higiene 
 Cabelo: distribuição, 
cor, quantidade, 
seborreia e Presença de 
parasitas 
 
EXAME FACE 
 Fácies: Conjunto alteração da 
face que caracteriza doenças. 
 
TÉCNICAS UTILIZADAS: 
 Inspeção 
 
EXAME FACE 
 Fácies basedowiana: indica hipertireoidismo; 
 Olhos salientes( exoftalmia) e rosto magro 
 
Fonte:nonaenfermaria.blogspot.com 
EXAME FACE 
Fácies Cushingoide: 
 Indica uso de corticoide ou 
hiperfunção da suprarrenal. 
 Rosto arredondado ou cara de 
lua cheia 
 
 
EXAME FACE 
Fácies Leonina: 
 Indica hanseníase 
 Pele espessa, Supercílios 
caem e nariz alarga. 
 
EXAME FACE 
Fácies paralisia facial: Indica anomalia do nervo 
facial ou lesão 
 
EXAME FACE 
Fácies Lúpus Eritematoso Sistêmico: mancha 
"asa borboleta" (vermelhidão característica no 
nariz e face). 
 
Fonte:doutorseverino.org Fonte:saskrheumatology.ca 
EXAME FACE 
Fácies mixedematosa: Indica hipotireoidismo 
 
Fonte:scielo.br 
 
EXAME FACE 
Fácies renal: causada doença renal 
 
EXAME FACE 
• Hipertrofia Parótida 
EXAME FACE 
Fácies acromegalia: é uma síndrome causada 
pelo aumento da secreção do hormônio de 
crescimento. 
EXAME FACE 
Fácies parkinsoniana: causada doença 
Parkinson 
 Olhos fixos e cabeça inclinada para frente 
 
EXAME FACE 
 Fácies Síndrome de Down 
 
Fase:movies-loganchaimkieran.blogspot.com 
FONTEtakerootandwrite.com 
EXAME FACE 
Manobra AVALIAR expressão facial: 
Pedir para paciente sorrir, franzir as sobrancelhas, 
encher as bochechas e soprar. 
EXAME FACE 
COLORAÇÃO DA PELE: 
Icterícia 
Cianose 
Palidez 
 
TÉCNICAS UTILIZADAS: 
Inspeção 
 
EXAME FACE 
Tremores e Tiques: movimentos faciais 
involuntários. 
 
OLHOS 
 TÉCNICAS UTILIZADAS: 
 Inspeção 
 Palpação S/N 
 
Instrumento: 
 Lanterna de bolso 
 Cartaz 
Oftalmoscópio 
 
SOBRANCELHAS 
Observações: 
• Pelos que não se estendem a 
região do canto temporal 
podem indicar 
HIPOTIROIDISMO. 
 
• Incapacidade de 
movimentos: Paralisia nervo 
facial 
 
OLHOS 
• Exoftalmia (Protrusão) 
 
• Enoftalmia 
( afundamento do globo 
ocular) 
 
OLHOS-Esclera 
• Esclera ictérica 
 
• Hemorragia 
subconjuntival 
 
http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.medicosdeelsalvador.com/uploads/curriculum/4/8354-03hemorragia-subconjuntival-alergia-ocular.jpg&imgrefurl=http://medicosdeelsalvador.com/Detailed/Im_genes_M_dicas/Oftalmolog_a/Hemorragia_subconjuntival_-_alergia_ocular_1096.html&usg=__9MSuqe6GyLToWgcUVDKKBBkRPFw=&h=600&w=742&sz=86&hl=pt-br&start=1&zoom=1&itbs=1&tbnid=9kL0HW1MRm0ofM:&tbnh=114&tbnw=141&prev=/images?q=hemorragia+ocular&hl=pt-br&gbv=2&biw=1345&bih=531&tbs=isch:1&ei=JdCGTdOBCerj0gGG8IHnAg
OLHOS- Esclera 
Manobra AVALIAR 
Conjuntiva: 
• Tracionar as pálpebras 
inferiores para baixo e a 
superior para cima 
 
 
OLHOS- Pálpebra 
• Ptose( queda pálpebra) 
 
 
• Entrótopia (borda da 
pálpebra voltada para 
dentro) 
 
 
 
OLHOS- Pálpebra 
• Lagoftalmo 
( incapacidade parcial ou total 
de fechar os olhos) 
 
• Ectrópio: inversão da 
pálpebra superior ou 
inferior 
 
OLHOS- Pálpebra 
Hordéolo: É uma inflamação das glândulas das 
pálpebras. 
OLHOS 
• Xantelasma: Placas amarelas e 
discretamente elevadas que aparecem 
geralmente na pálpebra, que pode indicar 
hiperlipidemia grave. 
OLHOS: pupilas 
PUPILAS 
• Pupilas : normalmente pretas, regulares e do mesmo 
tamanho: 3 a 5mm de diâmetro. 
 
• Comandada pelo Sistema Nervoso Autônomo 
 
• Reatividade a luz: estímulo do III nervo craniano 
 
• A alteração pupilar é afetada por alterações na pressão 
intracraniana, lesões ao longo das vias de transmissão 
neural, medicações e trauma 
PUPILOMETRO 
 
OLHOS- Pupila 
• Isocóricas:( pupilas 
simétrica) 
 
 
• Anisocorica( pupilas 
com diâmetro 
diferente) 
 
OLHOS- Pupila 
• Miose ( constrição da 
pupila) 
 
 
• Midríase( dilatação da 
pupila) 
 
 
OLHOS- Pupila 
Semiotécnica: FOTORREAÇÃO 
• Avaliação de reflexo 
• Instrumento: lanterna de 
bolso 
 
 
OLHOS- Pupila 
Semiotécnica: 
ACOMODAÇÃO VISUAL 
• Avaliação de reflexo 
 
 
PUPILAS 
1.Normais: Isocoria 
 
2. Dilatadas – Midríase 
 
3. Contraídas – Miose 
 
4. Assimétricas: Anisocoria 
OLHOS 
Semiotécnica: 
ACUIDADE VISUAL 
• Para testar visão 
• Instrumento: Cartaz 
• HIPERMETROPIA: 
Dificuldade de enxergar 
perto. 
• MIOPIA: Dificuldade 
para enxergar longe. 
 
 
 
ACUIDADE VISUAL - PROBLEMAS 
• CATARATAS: Aumento 
da opacidade das lentes 
 
• GLAUCOMA: Pressão 
intraocular aumentada 
OLHOS 
• ACUIDADE VISUAL 
 
OLHOS 
• Nistagmo( movimentos 
involuntários) 
 
 
 
• Estrabismo: é um defeito 
visual no qual os olhos 
estão mal alinhados e 
apontam em diferentes 
direções. 
OLHOS 
 
OLHOS 
Semiotécnica: 
CONVERGÊNCIA: Avaliar os 
movimentos extra- 
oculares 
 
 
 
ORELHAS 
TÉCNICAS UTILIZADAS: 
 Inspeção 
 Palpação S/N 
• Instrumento: otoscópio 
 
Inspeção e palpação: 
• Dor ( otalgia) 
• Trauma e lesão 
• Nódulos ou eritema 
• Simetria e implantação Cerume 
 Inflamação: OTALGIA E 
HIPERMIA NA MUCOSA 
 Otorréia (serosa, muco, pus ou 
liquido cefalorraquidiano) 
 Otorragia ( sangue) 
 
 
 
 
 
ORELHAS 
 
 
 
 
 
ORELHAS 
 Acuidade auditiva: teste de audição 
 
Nariz 
• Instrumento: espéculo 
nasal ou na ausência 
otoscópio e espátula 
 
 
TÉCNICAS UTILIZADAS: 
 Inspeção 
 Palpação 
Normal: simétrico, 
permeabilidade, ausência de 
secreções e lesões, respiração 
não ruidosa e seios 
paranasais sensibilidade 
normal à palpação. 
 
 
 
Nariz 
• Epistaxe: hemorragia 
nasal. 
• Rubicundez :nariz 
vermelho e Coriza 
 
Nariz 
• Desvio de septo 
 
• Hipertrofia de cornetos 
 
Nariz 
• Neoplasias 
 
• Trauma 
 
Nariz 
Manobra AVALIAR permeabilidade da 
narina: 
Permeabilidade de cada narina: Ocluir 
uma narina e pedir para o paciente 
inspirar. 
 
Nariz 
Manobra AVALIAR olfato: 
 Colocar alguns cheiros familiares em cada 
narina e pedir para o paciente identificar. 
SEIOS DA FACE 
TÉCNICAS UTILIZADAS: 
 Palpação 
 
• Normal: ausência álgica à 
palpação 
ACHADOS: 
• Presença álgica à palpação 
(seios inflamados e 
edemaciados) 
 
SEIOS DA FACE 
Manobras na palpação 
• Palpar com suave pressão para a cima 
nas saliências ósseas. 
 
Lábios 
TÉCNICAS 
UTILIZADAS: 
 Inspeção 
 Palpação 
 
Normal: 
 simétricos 
 rosados 
 lisos sem lesões 
Lábios 
• Cianose 
 
Palidez 
Lábios 
 Lesões e trauma 
 
 Edema 
Lábios 
• Lábio leporino 
 
 
 
 
 
 
Fonte:generaccion.com 
Cavidade Bucal e Gengivas 
TÉCNICAS UTILIZADAS: 
 Inspeção 
 Palpação 
 
 Instrumento: espátula e 
lanterna de bolso 
 
 
• NORMAL: Cavidade bucal: 
eles devem ser rósea, 
úmidos, simétricos e sem 
lesões 
Cavidade Bucal e Gengivas 
MANOBRA DA INSPENÇÃO E PALPAÇÃO 
Abaixador de língua 
Remover próteses 
Uso de luvas 
 
 
 
Alteração da gengiva 
Cavidade Bucal 
• Tumor 
 
Língua 
Língua normal: 
• Róseo-avermelhada 
• Úmidas 
• Sulcos 
• Movimento 
 
 
TÉCNICAS UTILIZADAS: 
 Inspeção 
 Palpação 
Avaliar: 
• Umidade 
• Cor 
• Lesões 
• Tamanho e textura 
 
 
 
Língua 
Semiotécnica : 
Examina-se a língua em três 
posições: sempre com o 
paciente abrindo a boca ao 
máximo: 
1. Posição de repouso 
2. Colocar língua para fora 
da boca 
3. Tocar o céu da boca com a 
ponta língua 
 
 
Língua 
• Língua saburrosa 
 
Língua 
• Língua saburrosa 
 
• Língua pilosa preta 
 
Língua 
• Língua de framboesa 
(escarlatina) 
 
• Língua Geográfica 
 
Língua 
• Tumor 
Língua 
Manobra AVALIAR paladar: 
 Oferecer alimentos para o 
paciente identificar 
 
PESCOÇO: POSIÇÃO E MOBILIDADE 
Movimento:( Flexão, 
Extensão, Rotação e 
Lateralização) 
 Posição 
 Resistência a dor 
 
TÉCNICAS UTILIZADAS: 
 Inspeção 
 Palpação 
Ausculta 
 
 
 
 
PESCOÇO- JUGULAR 
Ingurgitamento das jugulares 
Batimento arterial 
 
PESCOÇO- TIREÓIDE 
TÉCNICAS UTILIZADAS: 
 Inspeção 
 Palpação 
Ausculta 
 
Tireoide normal: 
• Quando palpável, é lisa, 
elástica, móvel, indolor, com 
temperatura da pele normal e 
ausência de frêmitos 
ACHADOS: 
• Quando aumentada indica 
doenças da glândula tireoide, 
infecção ou câncer. 
 
 
PESCOÇO- TIREÓIDE 
INVESTIGAÇÃO SEMIOLOGICA: 
• Volume: Normal ou aumentado. 
• Consistência: normal ou 
endurecida 
• Mobilidade: móvel ou imóvel. 
• Superfície: lisa, nodular ou 
irregular. 
• Temperatura: normal ou quente. 
• Sensibilidade: indolor ou 
dolorosa. 
• Presença de frêmitos e sopro 
 
 
 
TIREÓIDE 
Manobra da inspeção 
Paciente sentado, pedir estende a cabeça para 
trás e deglutir. 
 
 
TIREÓIDE 
Manobras na palpação 
• Paciente sentado – examinador em pé atrás 
 
TIREÓIDE 
• Pedir para o paciente que faça algumas 
deglutições (a tireóide se eleva ao 
deglutir) 
TIREÓIDE 
Manobras na palpação 
• Paciente sentado e o examinador em pé de 
frente. 
LINFONODOS 
INVESTIGAÇÃO SEMIOLOGICA: 
• Localização 
• Tamanho: característica usando 
em termo comparativo( caroço 
de azeitona pequena ou grande, 
limão, ovo de galinha ou laranja) 
e também estimar o seu 
diâmetro em centímetros. 
• NORMALMENTE OS 
LINFONODOS VARIAM DE 0,5 A 
2,5 CM DE DIÂMETRO 
 
 
LINFONODOS 
 • Sensibilidade: indolor ou 
dolorosa. 
• Mobilidade: flutuante ou 
imóvel. 
• Consistência: mole ou 
duro 
• Alteração da Pele: 
existência de sinais 
flogísticos. 
LINFONODOS 
• Coalescência: Junção de dois 
ou mais gânglios, formando 
uma massa. 
ACHADOS: 
• Nódulos linfáticos 
aumentados 
(LINFADENOPATIA): podem 
indicar infecção, distúrbio 
auto imunológico ou 
metástase de câncer. 
 
 
LINFONODOS 
TÉCNICAS UTILIZADAS: 
 Palpação 
 
Manobras na palpação 
 Palpar os nódulos 
linfáticos com as 
partes macias dos 
dedos 
 
 
1 2 
4 
3 
5 
6 
7 8 
9 
10 
11 
 
Escala de Coma de GLASGOW 
 
 Ferramenta utilizada para determinar o nível de 
consciência do paciente em estado grave. 
Avaliação do nível de Consciência 
ESCALA DE COMA DE GLASGOW 
 
 
COMA SCORE 
GRAVE < 8 
MODERADO 9 – 12 
LEVE > 12 
Escala de Coma de Glasgow 
 Avaliação Pontuação 
1. Abertura ocular Espontânea 4 pontos 
 Por Estimulo Verbal 3 pontos 
 Por Estimulo A Dor 2 pontos 
 
Sem Resposta 1 ponto 
 
2. Resposta verbal Orientado 5 pontos 
 Confuso (Mas ainda responde) 4 pontos 
 Resposta Inapropriada 3 pontos 
 Sons Incompreensíveis 2 pontos 
 Sem Resposta 1 ponto 
3. Resposta motora Obedece Ordens 6 pontos 
 Localiza Dor 5 pontos 
 Reage a dor mas não localiza 4 pontos 
 Flexão anormal – Decorticação 3 pontos 
 Extensão anormal - Decerebração 2 pontos 
 Sem Resposta 1 ponto 
 
ABERTURA OCULAR 
RESPOSTA VERBAL 
2002 1972 
Solta!Almoço!Não 
Hugh! Ahrr! 
Em que ano 
estamos? 
RESPOSTA MOTORA 
1. Na Escala de Coma de Glasgow (ECG), são 
avaliados: 
(A) resposta auditiva, abertura ocular, temperatura 
corporal. 
(B) abertura ocular, reação pupilar. 
(C) reação pupilar, nível de consciência, melhora da 
resposta verbal. 
(D) abertura ocular, melhora da resposta motora e 
melhora da resposta verbal. 
(E) Nenhuma das afirmativas anteriores está correta. 
Das 
alternativas abaixo o que não é avaliado na escala de coma de 
Glasgow? 
 a) Abertura ocular. 
 b) Resposta verbal. 
 c) Resposta vocal. 
d) Resposta motora. 
1. Na análise de um paciente com politrauma que deu entrada 
na emergência foram observados os seguintes parâmetros 
de nível de consciência: Abertura ocular com estímulo 
verbal, resposta verbal confusa, a resposta motora localiza a 
dor. De acordo com a análise o paciente se encontra na 
escala de coma de Glasgow de nível: 
 a) 8 
b) 10 
c) 14 
d) 12 
1. Na análise de um paciente com politrauma que deu entrada 
na emergência foram observados os seguintes parâmetros 
de nível de consciência: Abertura ocular com estímulo 
verbal, resposta verbal confusa, a resposta motora localiza a 
dor. De acordo com a análise o paciente se encontra na 
escala de coma de Glasgow de nível: 
 a) 8 
b) 10 
c) 14 
d) 12 
ATUALIZAÇÃO - 2018 
• A reatividade das pupilas à luz deve ser avaliada pela velocidade da 
resposta. Normalmente, a constrição da pupila é rápida, porém pode 
ocorrer de forma mais lenta, arreativa ou fixa. 
REATIVIDADE À LUZ 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
1. JARVIS, C. Exame Físico e Avaliação de Saúde. 3.ed.Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan. cap.11. p.251- 278. 2002. 
 
2. POTTER,P.A. et al.Fundamentos de enfermagem.7ed. Rio de Janeiro: Elsevier. 
 
3. Taylor,C; Lilis, C; LeMone,P. Fundamentos de enfermagem, Artmed, 2007. 
 
4. BARROS, A.L.B.L.Anamnese e exame físico.1 ed.Porto Alegre,Artmed,2002. 
 
5. PORTO,C.C. Exame Clínico.6ª ed. Guanabara Koogan,2011. 
 
6. Deborah A.Andris...et al. Semiologia: Bases para a prática assistencial. 1 ed. 
Rio de Janeiro, Editoralab, 2006. 
7. MACIEL,L.M.Z.O exame fisico da tireoide, Medicina, Ribeirão Preto, 
 72-77. jan/mar,2007.

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