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Atividade Contextualizada-Eletroterapia Facial e Corporal Avançada

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Atividade Contextualizada – Eletroterapia Facial e Corporal Avançada
Ingrid Akiau Messias de Oliveira
RA.:28001512
5º período – Estética e Cosmética – UnG
	Estudos compravam que o uso do LED em tratamentos estéticos podem reequilibrar as funções celulares, aumentar a adenosina trifosfato (ATP) e modificar a permeabilidade da membrana plasmática. No que tange ao tratamento para acne, autores apontam que a luz azul é a mais comumente utilizada, pois possui ação bactericida; já a luz âmbar é indicada por conter ação anti-inflamatória. 
	De acordo com Meyer et al., apud Ryuichi et al., a fototerapia é efetiva no combate à acne devido à liberação endógena de coproporfirina do tipo III, substância fotossensibilizante produzida pelo P. Acnes, bactéria causadora da acne. Por essa razão, o uso de antibióticos não é indicado em associação à LED terapia, pois essa depende da produção de porfirinas das bactérias. 
	Ensaios clínicos apresentados por Leyden et al., apud Ryuichi et al, revelam que a luz azul isolada ou associada à vermelha possui melhor eficácia no tratamento da acne inflamatória de grau I e II comparado ao uso de clindamicina tópica. Todavia, mostrou-se inferior em relação ao uso da clindamicina associada ao peróxido de benzoíla. Salienta-se que apenas uma exposição à luz azul não seja suficiente para a redução significativa do P. Acnes. Para se obter resultados é necessário pelo menos de três a quatro exposições à luz azul, tendo intervalo de 48h a 72h. 
	Estudos ainda apontam que em um grupo de 60 indivíduos com acne grau I e II, tanto os que que foram submetidos ao tratamento de LED de luz azul, quanto aos que faziam apenas o uso tópico de peróxido de benzoíla a 5% obtiveram redução média similares das lesões. Entretanto, a fototerapia demonstrou menores efeitos adversos. 
	Pesquisas realizadas com as luzes de LED comprovam que a luz âmbar se destaca por promover cicatrização de melhor qualidade. Em trabalho onde pacientes receberam tratamento com luz azul associado à luz âmbar revelaram melhores resultados. Acredita-se que tal evolução tenha ocorrido pelo efeito anti-inflamatório da luz azul e pelo efeito cicatricial da luz âmbar. 
Conclusão
	Os ensaios estudados para a elaboração do presente trabalho apontam que a luz azul tem se mostrado eficiente no tratamento da acne, pois possui agente bactericida, que atua diretamente na degradação do P. Acnes, bactéria responsável pela acne. Ainda assim, os conteúdos achados indicam que a associação da luz âmbar, a qual possui ação cicatrizante, evidenciou melhores resultados, pois a mesma consegue completar os efeitos produzidos pela luz azul. Sendo assim, conclui-se que a atuação da luz azul e da luz âmbar de maneira coadjuvante proporciona melhor efetividade no tratamento da acne. 
Referências
CASTRO, FR et al. Terapia Fotodinâmica No Tratamento De Acne: Revisão Da Literatura. In: Ser Educacional Blackboard. Disponível em: <http://www.inicepg.univap.br/cd/INIC_2012/anais/arquivos/1126_1068_01.pdf>. Acesso em: 27.4.2022.
DEVILLA, Milliana Henrique; FAÇANHA, Rosânagela. Eletroterapia Facial e Corporal Avançada. São Paulo: Cengage, 2020. 
RYUICHI, Yamada Felipe. O uso do LED para o tratamento da acne. In: Redalyc. Disponível em: <https://www.redalyc.org/pdf/2655/265554362008.pdf>. Acesso em: 4.5.2022.
HENTGES , Raíssa Camargo. USO DO LASER E DO LED NO TRATAMENTO DA ACNE VULGAR: UMA REVISÃO DA LITERATURA. In: Publicações e Eventos Unijui. Disponível em: <https://publicacoeseventos.unijui.edu.br/index.php/conintsau/article/download/18976/17709/52453 >. Acesso em: 3.5.2022.