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GABARITO EXERCÍCIOS TEORIA CONTÁBIL

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Teoria da Contabilidade – Niyama e Tibúrcio Silva – Livro do Mestre 
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Capítulo 1 
 
1) Nessa discussão, podem-se usar os conhecimentos adquiridos no capítulo, 
em especial das páginas 9 a 12. O dilema reputação x custo deve ser considerado 
2) a) A CVM regula as empresas com ações negociadas em bolsa. O Ibracon é 
uma entidade que congrega auditores independentes (ou seja, auditores externos); b) O 
usuário pode enviar sugestão para a entidade que está promovendo a padronização. A 
audiência pública refere-se ao processo em que o órgão normatizador recebe sugestões. 
Minuta é o rascunho da futura legislação, geralmente elaborado por um grupo de 
especialistas 
3) a) Seria um exemplo de padronização, não somente de normas contábeis. 
Para que um país adote é necessário o apóio do banco central. Nesse caso, o regulador 
seria, para o Brasil, o Banco Central; b) O banco está lançando ações para investidores 
estrangeiros. Esses investidores seriam mais propensos a investir quando o banco estiver 
adotando essas normas. Uma outra situação é um banco estrangeiro que atue no Brasil, 
cuja matriz está localizada num país que exige as normas; c) Isso é uma desvantagem. 
Nessa alternativa é possível apresentar o conceito de risco sistêmico, da teoria de 
finanças. A homogeneização aumenta o risco sistêmico; d) Esta é uma opinião pessoal. 
Existem vantagens e desvantagens e provavelmente não temos como apresentar uma 
solução correta; e) O Banco Central deveria se preocupar com esta questão. 
4) Os resultados mostram que os relatórios contábeis possuem baixa 
legibilidade em relação a outros textos. Não seria o caso da contabilidade preocupar-se 
com isso? 
5) Esta é uma opinião pessoal. Existem vantagens e desvantagens e 
provavelmente não temos como apresentar uma solução correta. Mas o professor pode 
destacar a importância da informação contábil estar voltada para o usuário. 
6) Para um usuário (Anefac e Fipecafi) a imagem era boa. Para outro, o TCU, 
não. O professor pode destacar aqui que os usuários possuem objetivos diferentes (e não 
existiria o lado "certo" versus o lado "errado" 
7) A lista pode incluir: captação de recursos, acesso facilitado ao mercado de 
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crédito, maior transparência nas informações, melhor governança corporativa, entre 
outros aspectos 
8) A justificativa para padronização foi o fato de cada empresa estava 
calculando o Ebitda da sua forma, o que impedia a comparação. O professor pode 
discutir se este é um caso que efetivamente demanda a intervenção da CVM. Isto 
também poderia ser feito para outros índices. Mas seria necessário? 
9) a) Eis uma situação interessante para aplicar os conhecimentos do capítulo. 
Use os conhecimentos da página 17 a 22 para discutir este caso. b) O usuário final seria 
o TSE. 
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Capítulo 2 
 
1) Refere-se às diferenças existentes entre as normas contábeis brasileiras e as 
normas internacionais 
2) Fundação Iasc Curadores 
3) Use o conteúdo das páginas 43 a 51 para a resposta 
4) Esta questão pode ser discutida usando os conhecimentos do capítulo 1 (p. 
17 a 22) 
5) Esta é uma opinião pessoal. Uma possibilidade que se pode discutir é a 
questão da soberania. A adoção das normas contábeis de outro país pode representar 
uma redução na independência política e econômica. Isso, para o Canadá, pode ser 
crítico pois o país faz fronteira com os Estados Unidos. 
6) Se capitalizar esse resultado irá aparecer na Demonstração do Resultado na 
proporção de $20 milhões nos próximos cinco anos. Caso adote uma atitude mais 
conservadora, os $100 milhões serão levados a resultado no próprio exercício. Alguns 
desses pontos serão discutidos também no capítulo 8 
7) Antes do lançamento = eram considerados no resultado no momento do 
desembolso; Depois do lançamento = eram reconhecidos no resultado (e no passivo) 
com os cálculos atuariais. O professor pode fazer aqui um paralelo com o 13o. salário, 
pago em dezembro. 
8) Para permitir determinar o efeito da operação da empresa. 
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Capítulo 3 
1) De uma maneira geral, sim. Existem algumas diferenças em termos de 
hierarquia. 
2) A evidenciação pode ser feita também através de notas explicativas. Seria 
importante destacar a forma de avaliação de cada item. 
3) Como provavelmente os investidores conhecem as normas norte-americanas, 
sua visão terá esse viés. Assim, uma empresa que deseja atrair esse investidor uma 
alternativa é ter sua contabilidade expressa segundo essas normas. 
4) Não existe, de forma clara, um organismo responsável pelas normas do setor 
público. As normas de contabilidade pública no Brasil (em especial do governo federal) 
são geralmente emitidas pela Secretaria do Tesouro Nacional. Existe um grupo de 
estudo no Conselho Federal de Contabilidade. Talvez seja interessante destacar que os 
organismos reguladores de contabilidade nos Estados Unidos não estão preocupados 
com a contabilidade pública; isso também ocorre no Brasil. 
5) O ideal seria a divulgação dessa informação para toda empresa com ação 
negociada em bolsa e para as empresas com a participação do governo. Até 2007 poucas 
empresas divulgavam essa informação, geralmente de forma superficial e sem o devido 
destaque. 
6) A discussão pode iniciar pela desvantagem, sendo que a principal é o seu 
custo. A mais provável vantagem é tornar o mercado de capitais mais seguro para o 
investidor. 
7) Isso pode ter acontecido se as exigências dos padrões norte-americanos 
forem maiores. 
8) Se na região do furacão isso for um fenômeno comum não pode ser 
classificado como extraordinário. Geralmente, para fins de análise, os eventos 
extraordinários não são considerados na avaliação do desempenho de uma entidade. 
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Capítulo 4 
1) Apesar de não possuir CNPJ, são entidades contábeis pela Teoria e Estrutura 
Conceitual da CVM, mas não se enquadram rigorosamente no âmbito da 
definição de entidade contábil do CFC por não terem existência jurídica. 
2) Cada fundo tem CNPJ próprio e atende ao requisito estabelecido pelo CFC 
3) a) continuidade; b) amortização integral dos gastos com despesas pré-
operacionais 
4) Não seria aplicável plenamente 
5) O sistema periódico não produz informações oportunas e relevantes 
6) Pela oportunidade, as transações devem ser registradas independe da 
documentação. Ou seja, dever-se-ia reconhecer um ativo “serviços a faturar” em 
contrapartida simultânea com receita efetiva do período 
7) Segundo o Registro pelo Valor Original e Custo como Base de Valor, deve 
prevalecer o valor desembolsado, não sendo admitida a valorização patrimonial 
ocorrida. 
8) Pela Competência ou Realização da Receita e Confrontação com a Despesa 
deve-se provisionar 20/30 de R$3.000, que é a parcela incorrida na data do 
Balanço 
9) Baixa dos efeitos. Principio da Competência. 
10) Principio da Prudência ou Convenção do Conservadorismo deve baixar de 
imediato todo gasto ativado para resultado do exercício 
11) Sim; pela Prudência ou Conservadorismo deve reconhecer R$70 mil 
12) a) Sim; b) notas explicativas 
13) consistência 
14) Debita-se como despesa do mês em que a conta é paga (regime de caixa) face a 
imaterialidade no contexto das operações totais da entidade. 
15) Não é possível contabilizar esse valor já que não foi validade pelo mercado 
mediante uma transação de venda 
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16) Não 
17) A correção refere-se a aplicação de uma índice geral de preços sobre o custo 
histórico. A reavaliação deixa de lado o custo

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