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INSTITUTO TEOLÓGICO QUADRANGULAR
EXTENSÃO CATAGUASES – SEDE: MURIAÉ
EVANGELHOS – Autoatividade Capítulo 9					 Data: 27/02/2018 
Professor Pastor Edson Alves Côrrea
Aluna Jane Oliveira Camargo de Almeida
RESPONDA AS QUESTÕES ABAIXO:
1. Faça uma resenha crítica (um resumo contendo sua opinião), com pelo menos 20 linhas, sobre os acontecimentos durante a Festa do Tabernáculo e da dedicação e explique a razão pela qual os judeus quiseram apedrejar Jesus.
Esta passagem está descrita em João 10:22-42, note que para um povo altamente religioso parece fácil entender a posição deles diante da atitude de Jesus. Era o dia vinte e cinco do mês Quisleu, vinte cinco de dezembro para nós, data que passou a ser comemorativa da purificação e da dedicação do Templo, e os judeus a observam como uma festa anual, até hoje. A Festa da Dedicação celebrada em Jerusalém ofereceu o cenário apropriado para João, o Evangelista, ilustrar a completa submissão de Jesus à vontade do Pai. A informação de que era inverno desloca os acontecimentos descritos aqui, três meses adiante da Festa dos Tabernáculos, que era comemorada em fins de setembro, começo de outubro, no outono, enquanto que a Festa da Dedicação iniciava-se em vinte e cinco de dezembro. Nesse intervalo de tempo não temos informações do que Jesus esteve fazendo. Mas, agora, novamente no Templo, por causa do clima frio de inverno, Ele procurou abrigar-se no alpendre de Salomão. Este recinto consistia de uma série de colunatas que se prolongava por todo o lado oriental do Templo, sendo utilizado pelos escribas para ensinar e debater assuntos da Lei, mas ali também, comerciantes e cambistas instalavam suas mesas para fazer negócios (Lucas 2:46; 19:45-47a).
As declarações feitas por Jesus de ser o bom pastor, e as implicações disso para com as Suas ovelhas levou aqueles judeus a imaginarem que Ele estivesse falando de maneira disfarçada ou enigmática, para deixá-los em suspenso quanto à Sua pessoa e à Sua natureza. Por isso exigiam que Ele desse uma resposta bem definida à questão se Ele era de fato o Cristo, o Messias. Eles queriam uma resposta concreta e não se satisfaziam com uma afirmação figurada, como no V.11 – “Eu sou o bom Pastor, o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas”. Eles não aceitavam as declarações que Jesus fazia a Seu respeito, nem as evidências que Ele dava a Seu favor. Mas as obras que Ele fazia em nome do Pai davam testemunho a cerca de quem Ele era. Elas testificavam que Ele era enviado do Pai. Se aqueles líderes judeus desprezavam os feitos de misericórdia demonstrados nas obras de Jesus, quanto mais eles ficariam confusos com as Suas declarações explícitas a respeito dos Seus sofrimentos (Mt 16:21; 17:22-28; 20:17-19 e paralelos) uma vez que o conceito messiânico do judaísmo não incluía o sofrimento e a morte do Messias. A intenção de João ao registrar no seu Evangelho os “sinais” que Jesus fazia é exatamente de apontar para o fato que Ele é o Messias. 
Havia muitos judeus incrédulos fora do rebanho de Deus, mas havia também muitas ovelhas que entravam para desfrutar das bençãos oferecidas pelo Bom Pastor, movidas pelo Pai para atenderem à Sua voz, isto é, à Sua Palavra, e para segui-lo. Neste processo, Jesus conhece ou sabe perfeitamente quais são as ovelhas que ouvem a Sua voz e que O seguem. Elas vão sendo libertas do mal e da condenação do pecado e recebem das Suas mãos a vida eterna. A unidade de propósito do Pai e do Filho é tão grande e tão perfeita, que ambos operam juntos em todos os Seus feitos e em todo tempo. Por isso o Filho declara categoricamente no verso 30 de João 10 “Eu e o Pai somos um” e em seguida os judeus ali presentes pegam novamente em pedras para apedrejar a Jesus ao que Ele diz: (v.32) “Tenho-vos mostrado muitas obras boas procedentes de meu Pai; por qual destas obras me apedrejais?” e aí eles cometem o maior de todos os pecados, aquele pecado que Deus não aceita, eles declaram Jesus, como quem blasfema, dizendo que Ele como homem fazia a si mesmo Deus. Imagino que o burburinho já estava instaurado, a confusão já era total, o disse me disse o aumento da conversa já havia se expandido, até tentaram prendê-lo, mas ainda não era a sua hora e ELE se retira para além do Jordão e as ovelhas que ouvem a voz do BOM PASTOR vão ter com ele e creem em quem ELE verdadeiramente É. Até hoje os judeus sofrem as consequências por ter rejeitado ao Bom Pastor.
CURIOSIDADES
Estas são as vezes em que foi feita na história de Israel a dedicação (consagração) do Santuário a Deus: 
Tabernáculo (Números 7:10-11); 
Templo de Salomão (I Reis 8:62-64; II Crônicas 7:4-7); 
Templo restaurado após a volta do exílio da Babilônia (Esdras 6:16-17);
João 10.22-42 sem dúvida Jesus purificou o Templo quando ali entrou, mas o pecado o manchou novamente.

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