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Thais Veríssimo – Prótese CONTEÚDO EXTRA CONTEÚDO EXTRA Seleção, montagem e prova de dentes na Prótese total Fatores que devem ser considerados na escolha dos dentes: 1. Formato 2. Tamanho 3. Cor FORMATO Até 1906 a escolha era feita através da personalidade dos pacientes, a partir da “Teoria de Berry (1906)”, foi associado o formato do rosto ao ICS. - Altura do ICS = 1/20 da altura da face - Largura do ICS = 1/16 da largura da face Forma do incisivo central superior invertido é semelhante a forma do rosto Lei de Willians ou Lei da Harmonia de Willians A primeira que dividiu em três formas: Lei de Nelson (1925) “Triângulo Estético de Nelson” Associava o formato do dente (ICS), o formato do rosto e da arcada. (também é didivida em três formatos): Harmonia entre o formato do rosto e do dente Se o paciente possui um rosto triangular, os dentes devem ser de forma mais triangular, para ser mais harmônico, principalmente se o triangulo estiver com vértice inversamente proporcional ao rosto do paciente. No rosto ovoide, geralmente os dentes são mais achatados e curtos. No rosto quadrático, possui ângulos vivos nas bordas laterais e proximais. Avalia-se o formato do rosto em observação frontal, baseando-se na proporcionalidade da largura de 3 linhas: do cabelo; das ATMS; dos ângulos da mandíbula. Caso a linha do cabelo seja a mais longa, o rosto será classificado como triangular; caso a linha das ATMs seja a mais longa, o rosto será considerado ovóide; e caso as três sejam equivalentes emcomprimento, o rosto será considerado quadrado Teoria Dentogênica -atual Leva em consideração a IDADE, SEXO E PERSONALIDADE do paciente. SEXO: masculino: São predominantemente quadrados para harmonizar com linhas planas; Feminino: Dentes menores e predominantemente curvos; IDADE e Forma dos dentes: Jovens: dentes com bordos nítidos e sem abrasão Idosos: bordos oclusas com abrasão Cor: Jovens: dentes mais claros Idosos: dentes mais amarelados PERSONALIDADE: Delicada: linhas curvas medianamente delicada: linhas médias Robusta: linhas quadradas TEORIA DOS TEMPERAMENTOS: FRUSH e FISHER = vários indivíduos possuíam características especificas. Descobriram que com o avanço da idade a forma do dente mudava (mais desgastes dentários = maior a idade); quanto mais jovem, mais se aparece os incisivos centrais (2a 3 mm) e como passar da idade vai desaparecendo; personalidade do paciente. É usada essas duas teorias agora: SELEÇÃO "Método da proporção biométrica" LEI DE WILLIANS X TEORIA DENTOGÊNICA Thais Veríssimo – Prótese CONTEÚDO EXTRA TAMANHO O primeiro dente a ser posicionado é o ICS Altura: Posição do bordo incisal do rodete de cera em relação ao lábio superior em repouso. Sexo masculino: média de 2mm abaixo do lábio superior; Sexo feminino: média de 4mm abaixo do lábio superior: altura do ICS =Distância da borda incisal do plano de cera até a linha alta do sorriso (Varia de 8,5mm a 13mm) Largura: (Marcação da largura dos dentes superiores anteriores) COR MATIZ – Sensação pela qual nós percebemos os comprimentos de onda da luz refletida dos objetos. É a cor PROPRIAMENTE DITA. (Azul, verde, amarelo..) CROMA OU SATURAÇÃO – É a intensidade da cor, a quantidade de pigmentos que um matiz tem. Varia do matiz ( maior saturação) ao cinza (menor saturação) Quanto mais saturado, mais perto do matiz (cor), quanto menos saturado mais afastado do matiz VALOR OU LUMINOSIDADE – Dispersão do branco ao preto. Distinção de cores claras ou escuras. Quanto mais próximo do escuro (preto) menor é o valor/luminosidade. Quanto mais próximo do branco maior é o meu v alor ou luminosidade. Quanto maior o croma, menor o valor. (Não se encontra na VITA CLASSICAL). O matiz será mais forte ou mais fraco de acordo com o croma. Baixo croma dificulta a identificação do matiz, pois se aproxima da escala cinza. Escala Clássica (VITA) (16 CORES, apenas) Não utilizar a escala inteira. Selecionar o matiz isolando o croma 3 (intermediário). Comparar o C3 (menor valor entra A3, B3 e D3) , se o matiz for C, escolha o croma (maior 4 ou menor 1 e 2); Se o matiz não for C, testar a B (B3). Se for B, escolha o croma (maior B4 ou menor B1 ou B2) Se o matiz não for B, testar a A (A3). Se for o matiz A, escolha o croma (maior A3,5 ou A4 ou menor A1 ou A2). Se o matiz não for A, testar a D (D3). Sendo o matiz D, escolha o croma (maior D4 ou menor D2). OBSERVAÇÕES: Na dúvida entre o matiz A e B, o A é o mais comum. Na dúvida entre o croma, selecione o menor croma. • Se houver dúvidas, pondere o desejo do paciente. Fotografias do dente e escala de cor são excelentes auxiliares. A tomada de cor em conjunto com o técnico é uma opção. Dica de prova: “A1 tem um valor maior e A4 valor menor” = VERDADEIRO. VITA 3D MASTER 26 CORES + 3 DENTES CLAREADOS Índice de 90% de acerto VS 60% escala VITA clássica. VALOR – Varia de 0 a 5 (sendo 0 o maior valor e 5 o menor valor). 5 + prox do preto e 0 + prox do branco. Dica de prova: “Na escala VITA 3D master o valor indicado como zero (na escala) possui um valor maior do que o numérico escrito 1”. – VERDADEIRO CROMA (Saturação) – Varia de 1 a 3 (Horizontal) 1º Seleciona o valor / 2º Croma / 3º Matiz O valor (brilho) independe do matiz; O valor está relacionado com a luz refletida; Padronizar matiz e croma (médios) e VARIAR VALOR Diferente do matiz e croma, não necessitam de tanta luminosidade (ativação de bastonetes). Thais Veríssimo – Prótese Deve-se considerar: sexo, etnia, idade, fatores locais Homens geralmente têm dentes mais escuros Brancos geralmente têm dentes mais claros; Idosos apresentam dentes mais escuros; Analisar manchas, desgastes fisiológicos; O terço cervical geralmente é mais amarelado enquanto o terço incisal o cinza é mais dominante; ORIENTAÇÃO MAIS ACEITA: Levar em consideração a idade, sexo, cor da pele/lábios do paciente; Escala de cor/carta molde do dente escolhido; Colaboração do paciente. MEIOS AUXILIARES: Fotografias antigas Fotografias do antagonista Espectofotômetros/colorímetros CUIDADOS: Ver a escala com luz natural indireta; Evitar luz direta ou refletida; Evitar interferência da cor de objetos próximos; Umedecer os dentes da escala; Não ficar olhando muito tempo para a cor Paciente deve estar ereto, sentado, com a boca ao nível dos olhos do dentista. MONTAGEM Os dentes devem ser posicionados respeitando a conformação realizada nos planos de cera para manutenção dos resultados estéticos obtidos em relação ao tecidos da face Faz-se primeiro a montagem em uma hemi-bateria labial; Em seguida, continuamos a montagem realizando a outra hemi- bateria labial; Este procedimento deve ser feito demaneira mais conservadora possível; Remover o mínimo de cera possível; Colocar os dentes individualmente para não perder a referência da reconstituição fisionômica; ORDEM DA MONTAGEM: Primeiro os incisivos inferiores anteriores, após o 1° molar (dos dois lados-para deixar em classe I) e após 2° pré e 2° molar e por último o 1° pré (1° pré é o ultimo dente montado, pode chegar nele e ficar sem espaço, (tem que desgastar-se for para optar entre os pré ou o 2 molar.Sempre ficar com os prés) nunca pode classificar o paciente de protese total na classificação de endel, pq essa classificação precisa que o paciente tenha dentes, no máximo classe I, II ou III esqueletica. SELEÇÃO DOS DENTES POSTERIORES Com o modelo dos dentes anteriores selecionados, a tabela do fabricante fornecerá os correspondentes posteriores. Mesmo assim, é importante saber que eles são eleitos de acordo com: Cor; Largura vestíbulo-lingual; Comprimento mésio-distal total; Altura; Inclinação Cuspídea; Material. Além disso, devem estar em harmonia com o tamanho e forma do rebordo residual. Não é somente a eficiência mastigatória o fator que deve ser levado em consideração na seleção dos dentes posteriores artificiais. A comodidade, a estética e a preservação do osso subjacente e dos tecidos moles são fatores também muito importantes a serem considerados. ARTICULAÇÃO DOS MODELOS Após a finalização da montagem dos dentes, temos que testar a articulação dos modelos; Avaliar os pontos de contato com o modelo antagonista, (á melhor que tenha uma máxima intercuspidação, (vários pontos de contato) para que essas forças mastigatórias seam bem distribuidas) PROVA E CONFERÊNCIA Reconstituição fisionômica; Cor e forma; Disposição/posição dos dentes; Relação oclusal; Provas fonéticas; Caracterização da prótese; Aprovação do paciente. Na carta molde vai constar a altura e largura do 13 ao 23 Thais Veríssimo – Prótese CONTEÚDO EXTRA Disposição: situação de cada dente, individualmente, na arcada; Alinhamento: forma do arco dental obtido após a montagem; Posição: relação entre os dentes fixados eo rosto do paciente; Articulação: Relação de contato entre os arcos durante lateralidade e protrusão; Oclusão: relação de contato entre os arcos durante a abertura e o fechamento. Reconstituição FISIONÔMICA: 1. Paralelismo entre a linha média e o longo eixo dos ICS; 2. Coincidência com a linha média dos dentes antagonistas; (até 1m é aceitável para o paciente) 3. Corredor bucal. (corredor grande vai ter aspecto piano e mordiscar a bochecha); 4. Suporte labial adequado; 5. Equilíbrio do terço inferior da face; 6. Linha média do incisivo em relação ao rosto do paciente 7.Linha alta do sorriso; 8. Linha baixa do sorriso; 9. Linha do canino; Conferência de : COR E FORMA DISPOSIÇÃO DOS DENTES E CURVA DE SPEE Reconstituição FISIONÔMICA 1. Verificar se a oclusão coincide com a oclusão montada em articulador; 2. DVO correla; 3. Lateralidade; 4. Protusão; 5. Relação oclusal cêntrica. Se temos uma máxima intercuspidação coincidindo com a relação cêntrica PROVA FONÉTICAS Solicitar ao paciente para falar seu nome e endereço com clareza; Vamos usar fonemas sibilantes com S, para ver se os incisivos seperiores e incisivos inferiores não toquem (se houver contato dental, temos uma invasão do ELF ou aumento do DVO) Fonemas labiais “F” e “V” para ver se o lábio inferior vai tocar os incisivos superior Fonemas linguais com letras R, Z e L, se o paciente apresenta um chiado na pronúncia desses fonemas, há uma falta ou excesso de cera na região das rugas palatinas Fonemas bilabiais M,B e P, não há contato dentário; lábio inferior e superior se tocam Fonemas dentais T, D e N, a ponta da lingua toca na palatal do IS CARACTERIZAÇÃO DO PROTESE TOTAL Individualização da proteste de acordo com a vontade do paciente; Possíveis apinhamentos, manchamentos e giroversões; Gengiva caracterizada (Sistema Tomaz Gomes); PROVA CLÍNICA DOS DENTES MONTADOS EM CERA: Na prova clínica dos dentes montados em cera, devemos analisar se a armação metálica se assenta perfeitamente, se a oclusão está próxima do padrão desejado, se a montagem dos dentes está harmoniosa e se a estética foi alcançada a polimerização, elas não serão mais possíveis. Cuidado deve ser tomado durante a verificação da oclusão, pois, se o paciente ocluir com muita força ou o teste for demorado, os dentes poderão se deslocar da cera, inviabilizando a análise e requerendo uma remontagem para a nova avaliação. PROCEDIMENTOS Colocar as próteses no paciente; Solicitar ao paciente que oclua na posição de MIH, para verificar o padrão odusal e a DVO; Observar a guia canina; Verificar as condições fonéticas, observando o comportamento das próteses durante a fala; Verificar o entrechoque dos dentes, emissão dos sons e qualidade da pronúncia; Observar o comportamento das próteses durante a fala (sons sibilantes: falar missisipi ou sessenta e seis); Verificar a estabilidade durante a ação muscular; Verificar o corredor bucal. PROCEDIMENTOS ESTÉTICOS: Solicitar ao paciente a produção de sorrisos de diversas amplitudes; Verificar a exposição dos dentes superiores einferiores em função da amplitude de sorrisos; A largura do incisivo lateral e a face mesial vestibular do canino devem ser propordonais ao incisivo superior, proporcionando a curvatura estética e harmônica do contorno facial. Thais Veríssimo – Prótese CONTEÚDO EXTRA ROTEIRO PARA MONTAGEM DE DENTES ARTIFICIAIS EM PRÓTESE TOTAL OBS: As porções do plano de cera devem ser retiradas à medida que os dentes são montados. Deve-se retirar apenas a quantidade necessária para posicionar o dente a ser montado. Se o espaço criado não for suficiente para acomodar o dente, deve-se desgastar o dente até que este possa ser posicionado de forma a recompor o contorno exato do plano de cera. 11/21 face mesial, tangenciando a linha mediana; borda incisal, tocando o rolete de cera inferior junto à sua borda vestibular; longo eixo do dente, ligeiramente inclinado para distal; face vestibular, acompanhando o plano vestibular do arco de cera. 12/22 face mesial, tangenciando a face distal do 11/21; face incisal, ligeiramente acima do rolete de cera inferior (cerca de 0.5 mm.); longo eixo do dente, ligeiramente inclinado para distal; face vestibular, acompanhando o plano vestibular do arco de cera. 13/23 face mesial do canino, tangenciando a face distal do 12/22; ponta do canino, tocando o rolete de cera inferior, em sua borda vestibular; longo eixo, acompanha o longo eixo do 11/21; face vestibular do canino, pouco saliente em relação ao plano vestibular do arco de cera. 14/24 Face mesial tocando a maior convexidade do canino, por sua face distal Cúspide vestibular tocando o arco de cera inferior, em sua face oclusal Cúspide palatina afastada do plano de cera inferior Face vestibular tangenciando em sua porção mais convexa o plano de cera vestibular 15/25 Face mesial tocando a face distal do 14 em sua maior convexidade Cúspides vestibular e palatina tocando o plano oclusal do arco de cera inferior Face vestibular tangenciando em sua porção mais convexa o plano de cera vestibular 16/26 Face mesial tocando a face distal do 15 em sua maior convexidade Cúspides vestibular e palatina tocando o plano oclusal do arco de cera inferior Face vestibular tangenciando em sua porção mais convexa o plano de cera vestibular 36/46 cúspide mesio-vestibular, encontra as cristas marginais distais do 2º prémolar superior e mesial do 1º molar superior cúspide disto-vestibular, encontra a fossa central e sulcos formados pelas vertentes das cúspides mesiais e distais do 1º molar superior. cúspides linguais, estão alinhadas pelas vertentes lisas das cúspides palatinas dos dentes superiores. A oclusão do 1º molar inf. ocorre pelo toque de suas cúspides vestibulares (cúspides de parada cêntrica), nas vertentes triturantes (oclusais) das cúspides vest.e palatina do 2º prémolar e 1º molar superior e pelo toque das vertentes triturantes (oclusais), de suas cúspides linguais, contra as vertentes lisas das cúspides palatinas, de seus antagonistas. Essa configuração confere grande estabilidade oclusal às próteses. 35/45 cúspide vestibular, ocluindo no triângulo formado pelas vertentes: mésio -palatina da cúspide vestibular do 2º prémolar superior e disto-palatina, da cúspide vestibular do 1º prémolar superior e vertente M- V da cúspide palatina do 2º prémolar superior. cúspide lingual, mantendo contato, pelas suas vertentes triturantes, contra o antagonista. 37/47 cúspides vestibulares, ocluindo com a fossa distal (crista marginal) do 1º molar superior e face oclusal do 2º molar superior . cúspides linguais, mantendo contato, pelas suas vertentes triturantes, contra o antagonista. 17/27 Segue a orientação oclusal do 2º molar inferior. Os 2ºs molares são o dente ideal para o equilíbrio das trajetórias protrusiva e latero -protrusiva das próteses totais. Não havendo a necessidade do contato em cêntrica, eles podem ser montados de forma a garantir a oclusão em posições excêntricas. 31/41 faces mesiais, coincidindo com a linha mediana ditada pelos incisivos centrais superiores. borda cervical, partindo da crista do rebordo residual inferior. borda incisal, com trespasse vertical de cerca de 0,5 mm. em relação à face palatina do incisivo central superior. O trespasse vertical depende do ângulo das trajetórias protrusiva e latero-protrusiva. 32/42 os incisivos laterais seguem as mesmas normas dos incisivos centrais 33/43 vertente mesial, em sua borda vestibular, ocluindo com o ângulo disto-incisal do incisivo lateral superior; vertente distal, em sua borda vestibular, ocluindo com a face palatina (mesial) do canino superior. longo eixo, inclinado para mesial borda cervical acompanha os dentes anteriores inferiores . 34/44 Ultimo dente a ser montado, caso exista espaço. Utilização o espaço remanescente, desgastando o dente, se necessário, ou permitindo um pequeno diastema se o espaço for maior.O espaço do 1º PMI pode ser utilizado para ajuste da inclinação dos dentes anteriores inferiores, a fim de obter -se uma relação oclusal absolutamente correta. Longo eixo, inclinado conforme a necessidade da oclusão e do espaço presente. OVERBITE X OVERJET Overbite: quando os dentes superiores cobrem os dentes inferiores. É um trepasse vertical dos dentes medindo de 3 a 5mm. Overjet: distância da face palatina dos dentes superiores para a vestibular dos dentes inferiores. Thais Veríssimo – Prótese ORDEM DE MONTAGEM INFERIOR: 1M/2PM/2M/1PM Dentes Sentido V-P Sentido M-D Borda incisal/Oclusal Incisivo CS (Dente que possui posição pré-definida) inclinação do terço cervical para palatino longo eixo do dente paralelo a linha mediana Borda incisal deve acompanhar o plano de cera; Face vestibular deve estar posicionada com a mesma inclinação do plano Incisivo LS inclinação do terço cervical para palatino; Mais acentuado que o ICS colo cervical inclinado para a distal Geralmente 1m mais apical que o ICS; Canino S Perpendicular ao rodete paralelo ao ICS ligeiramente inclinado para distal Coincide com o do ICS 1 PMS Perpendicular ao rodete Perpendicular ao rodete apenas cúspide vestibular toca o rodete inferior 2 PMS Perpendicular ao rodete Perpendicular ao rodete as cúspides vestibular e palatina tocam a rodete inferior 1 MS Perpendicular ao rodete Perpendicular ao rodete apenas cúspide médio-palatal toca o rodete inferior | 2MS Perpendicular ao rodete Perpendicular ao rodete nenhuma cuspide toca o rodete inferior, respeitando a inclinação da curva de spee Incisivo CI inclinação para vestibular paralelo à linha mediana Incisivo LI perpendicular, 90 graus com o rodete superior bordo incisal inclinado para a mesial Canino I inclinação para a lingual levemente inclinado para a mesial 1 PMI Perpendicular ao rodete de cera Perpendicular ao rodete de cera 2 PMI Perpendicular ao rodete de cera Perpendicular ao rodete de cera 1 MI perpendicular ao rodete superior perpendicular ao rodete superior cúspide médiovestibular do 1ºMS deve ocluir no sulco central da face vestibular do 1ºMI 2 MI perpendicular ao rodete superior perpendicular ao rodete superior