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ANATOMIA E FISIOPATOLOGIA DO SISTEMA TEG E END - DALMASS alunos (2)

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ANATOMIA E FISIOPATOLOGIA DO 
SISTEMA TEGUMENTAR E ENDÓCRINO 
Prof.ª Esp. Camila Ghani Niederauer
1
Farmacêutica Especializada em Farmácia Estética, Atenção 
Farmacêutica e Farmácia Clínica
Pioneira no Estado do Pará em Farmácia Estética desde 
2015
Conselheira eleita pelos mandatos 2019/2023 pelo Conselho 
Regional de Farmácia do Pará
Docente de Pós Graduação em Estética Avançada e 
Cosmetologia na DALMASS
Docente de Pós Graduação em Saúde Estética no IPOG
Docente de Cursos de Capacitação em Estética Avançada de 
sua autoria com mais de 500 alunos capacitados
Imersão Internacional de Harmonização Orofacial em 
Intercorrências e Anatomia Facial 
Palestrante em Eventos de Estética pelo país
Membro da Comissão de Estética do CRF/PA
Habilitação e capacitação em técnicas minimamente 
invasivas não cirúrgicas: Fios PDO e lifting facial, 
Ozonioterapia, Preenchimentos não permanentes, Toxina 
Botulínica, Bioestimuladores de colágeno, entre outros, com 
mais de 2500 horas de formação complementar em saúde 
estética.
Proprietária e responsável pela Clínica Camila Ghani
Estética Avançada
3
4
Com o passar dos anos, o aumento progressivo da expecta3va de vida trouxe uma maior
preocupação com alguns aspectos do envelhecimento, principalmente em relação à
aparência :sica, levando muitas vezes à busca incessante pela juventude eterna!
Com o crescimento geral de vida da população, torna-se importante garan7r aos idosos não apenas maior 
longevidade, mas sa7sfação e ter qualidade de vida. 
O estágio da velhice vem geralmente acompanhado de associações a sen7mentos além das alterações no 
corpo, o envelhecimento traz ao ser humano uma série de mudanças psicológicas, que pode resultar em 
dificuldade de se adaptar a novos papéis. 
5
Processo de 
construção do 
envelhecimento:
Físicos
Psicológicos
Sociais
Econômicos
e culturais.
6
QUAIS OS ASPECTOS PSICOSSOCIAIS DIANTE DESSA ETAPA DA VIDA???
O mercado oferece inúmeros 
cosmé0cos e serviços com intuito 
de melhorar a qualidade de vida, 
saúde, beleza e bem estar e 
contribui no processo de auto 
mo0vação.
Atualmente, cuidar do corpo não 
é mais uma a0vidade supérflua. É
questão de saúde, que gera 
emprego, renda e divisas ao Brasil 
7
As relações entre as pessoas estão cada vez mais efêmeras, o que
torna a impressão :sica um forte elemento de julgamento nas
interações sociais.
8
Assim a beleza passa a ser um 
valor social que pode garan5r 
sucessos ou fracassos, tantos nas 
relações interpessoais quanto 
profissionais.
9
A grande procura por cosmé0cos e 
procedimentos esté0cos de alta 
tecnologia e personalizados é cada 
vez maior.
Interesse
10
2009
VAIDADE à CARACTERÍSTICA DO 
POVO BRASILEIRO
• DESPESA MÉDIA MENSAL 
FAMILIAR 
$2.303,56 
HIGIENE E BELEZA
11
O MERCADO DE ESTÉTICA MOVIMENTA 38 
BILHÕES ANUALMENTE
12
O Brasil ocupou a 21a posição dos maiores exportadores mundiais
de cosmé8cos naturais, com uma par8cipação rela8va de 0,8% do 
total 
Em 2013, chegou ao primeiro lugar no ranking dos países que mais 
faziam cirurgias plás8cas. 
Nos úl8mos anos, porém, esse número entrou em queda 
Lidera junto dos EUA no ranking de formação de melhores 
profissionais no ramo da esté8ca
ANATOMIA E FISIOPATOLOGIA DO SISTEMA TEGUMENTAR E 
ENDÓCRINO 
• Anatomia=Estrutura 
• Fisiologia=Funcionamento 
• Patologia=Distúrbios Estruturais e 
Funcionais 
• Homeostase=conjunto de 
mecanismos implicados na 
regulação do equilíbrio do meio 
interno, é a estabilidade 
fisiológica de um organismo vivo
13
Anatomia da Pele
• Há sulcos grandes (frente das ar1culações)
correspondendo a pregas da derme,
denominados LINHAS DE FLEXÃO.
• Existem também sulcos que formam as
CRISTAS PAPILARES que tem a função de
auxiliar a adesão a objetos. U1lizadas para
iden1ficação pessoal (como as impressões
digitais).
Anatomia da Pele
• A pele também tem LINHAS 
DE TENSÃO (linhas de Langer
ou de fenda), que orientam 
os cirurgiões em incisões, 
minimizando cicatrizes.
• São o resultado da direção 
em que as fibras colágenas e 
elásKcas da derme se 
dispõem.
Anatomia da Pele
• A espessura da pele varia em média 1 a 2 mm, 
podendo chegar a 0,5mm nas pálpebras e 
4mm nos calcanhares. 
Sistema Tegumentar 
17
Pele + 
anexos 
da pele Pêlos
Unhas 
Anexos da pele
Anexos da pele - Pêlos
• São finos bastões de 
quera1na produzidos pela 
compactação de restos de 
células epidérmicas 
mortas.
• Se formam no interior do 
folículo piloso.
• Cada folículo piloso está 
ligado a um pequeno 
musculo eretor, que 
permite a movimentação 
do pêlo.
Anexos da Pele – Unhas 
São placas de queratina
As unhas crescem 0,1 mm/dia nas mãos e metade
ou um terço dessa medida nos pés.
Sistema Tegumentar 
• Fisiologia da pele:
Ø Maior e mais pesado órgão do corpo humano
Ø Possui de 2-4,5kg (16%)
Ø Mede de 2-3mm de espessura
Ø Composta pela epiderme, de epitélio estra5ficado 
pavimentoso quera5nizado, e pela derme, de tecido 
conjun5vo. Subjacente, unindo-a aos órgãos, há a 
hipoderme de tecido conjun5vo frouxo e adiposo. 
21
Funções do Sistema Tegumentar 
• Função Barreira: Proteger contra o atrito, a
perda de água, a invasão de micro-
organismos e a radiação UV.
• Na excreção de íons e na secreção de 
lipídios protetores. 
22
• Função hormonal: Síntese de vitamina D.
23
• Função Termorreguladora: vasodilatação e a
secreção de suor para dispersar o calor ou
vasoconstrição para diminuir a dispersão de calor.
24
Função Sensorial: possui neurônios sensoriais periféricos
responsáveis pela percepção dos sen5dos: tato, calor, pressão,
dor
25
Fonte: h3ps://www.gestaoeducacional.com.br/sistema-tegumentar-funcoes/
Cada cm2 de pele possui 
6 milhões de 
células 
2 mil 
melanócitos 
15 glândulas 
sebáceas 
5 folículos 
pilosos 
100 
glândulas 
sudoríparas 
25 
corpúsculos
de tato 
(Meissner) 
12 
receptores 
de calor 
(Ruffini) 
2 receptores 
de frio 
(Krause) 
26
o Camada mais superficial
o Tecido epitelial pavimentoso estra3ficado quera3nizado
o Barreira protetora
o Células justapostas
o Não possui sistema de irrigação sanguínea direta nem nervos
o Alta taxa mitó3ca
EPIDERME
Camada em que a maioria dos 
cosmé3cos vai atuar
Camada lúcida
Funções das camadas da Epiderme
• Camada Germina5va ou Basal: mais profunda, responsável
pela renovação da epiderme. Presença de quera5nócito,
melanócitos e células de Merkel. É o limite entre derme e
epiderme
• Camada Espinhosa: Início da quera5nizazão Contribui para a
resistência da epiderme ao atrito. Presença de quera5nócito e
células de Langerhans
• Camada Granulosa: Sua células possuem grânulos de querato-
hialina que formam uma barreira impedindo a passagem de
água, garan5ndo resistência às células e com importante
papel na barreira hídrica da epiderme
29
Funções das camadas da Epiderme
• Camada Lúcida: 3 a 5 camadas de quera5nócitos, achatados e
quera5nizados (células mortas). Encontrado onde a pele é
mais espessa, como a palma das mãos e a planta dos pés.
Ligada à camada córnea
• Camada Córnea: Mais superficial (10 a 15 camadas – pele
negra até 28 camadas). Formada por Corneócitos
30
o Quera3na (Quera3nócitos), Melanina (melanócitos), células de Merkel (estrato
basal) e células de Langerhans.
o Cons3tuída por 5 camadas dis3ntas (estrato córneo, estrato lúcido, estrato
granuloso, estrato espinhoso e estrato basal).
• Pele fina 
• Demais regiões 
• com pelos, melanina e glândula sebácea
• 3-4 camadas 
32
• Pele grossa 
• Palma das mãos e sola dos pés
• Sem pelos, melanina e 
glândula sebácea
• 5 camadas 
• As células da camada basal se dividem em um 
ciclo =~ 19dias e podem levar de 26 a 42 dias 
até aCngir o estrato córneo, o que requer 
=~14 dias.
• Tempo total de renovação epidérmica é de 59 
a 75 dias.
33
Células da Epiderme – Células de 
Merkel
• Celulas epidérmicas
modificadas e 
localizadas na camada
basal, tem como função
neuroreceptor.
• Entram em contato com 
neurônios sensoriais, 
detectam sensações de 
toque 
34Células da Epiderme - Células de 
Langerhans
• Células apresentadoras 
de anJgenos, 
recirculantes e 
dendríKcas.
• São responsáveis pelos 
processos de 
hipersensibilidade 
cutânea
• Atuam como 
macrófagos 
35
Células da Epiderme - Quera;nócitos
• SintePzam a queraPna presente 
na camada córnea. Na pele 
espessa seu tempo de vida é de 
25 a 30 dias, na delgada de 40 a 
50 dias 
• ConsPtuem a maior parte da 
epiderme (90%) 
• Proteína estrutural dos pelos e 
das unhas 
• A queraPna tem função contra 
trauma mecânico e 
impermeabilização da pele 
36
Células da Epiderme - Melanócitos
• Celula dendrí5ca que 
produz melanina,
• Nos humanos encontra-se 
na pele, na camada basal da 
epiderme, no SNC e na
re5na.
• Possuem melanossomas, 
onde ocorre a 
melanogênese
• Após formada, a melanina é
transportada para os 
quera5nócitos
37
Durante a exposição aos raios UV, a 
a0vidade das células aumenta a produção da 
melanina, consequente escurecimento da 
pele 
Fatores es;mulantes da síntese de 
MELANINA 
Ø Luz Ultravioleta
Ø TraumaPsmos cutâneos
Ø Fator hormonal: insuficiência das glândulas
Ø Supra-renais, hormônio, fator de crescimento e estrógenos
Ø Irritação cutânea por depilação, laser, cosméPcos e outras práPcas de 
cabine
Ø medicamentos tópicos (de ação local) e sistêmicos (de ação em todo o 
organismo)
Ø processos de oxidação cutânea: originadas por todas as causas que 
geram radicais livres 
38
• Todos os indivíduos, 
independentemente 
da raça, possuem 
quan3dades 
semelhantes de 
melanócitos. O que 
difere a coloração 
de brancos e negros 
é a capacidade de 
produção de cada 
um. Negros 
possuem 
melanócitos com 
a3vidade celular 
mais acentuada.
39
Há em torno de dois mil ou mais melanócitos epidérmicos por 
milímetro quadrado de pele da cabeça e antebraço e cerca de 
mil, no restante do corpo.
Melanossomas
• são organelas elíp5cas, 
altamente especializadas, 
nas quais ocorre síntese e 
deposição de melanina 
(Figura 3), armazenamento 
de 5rosinase sinte5zada 
pelos ribossomos, e 
representam a sede dos 
fenômenos bioquímicos em 
que originam a melanina.
40
https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0365-05962009000600008
Melanogênese
41
Diminui a transcrição da tirosinase e TRP-1, enzimas essenciais no processo de 
produção da melanina.
Ocorre no interior dos melanócitos, 
nos melanossomas. 
Marcação de melanina – Coloração de Fontana Masson
Fragmentos de pele caucasiana nas condições basal e irradiada com UVA (3 
J/cm2) e depois incubada por 48 horas. Ampliação 400x.
42
Discromias
43
v Quando discu5mos sobre discromias, estamos tratando de
um dos temas de maior complexidade no que se refere a
resultados esperados tanto nos tratamentos dermatológicos
como aplicações cosmé5cas.
44
§ As alterações cutâneas e provenientes da mudança na cor da pele com
menor pigmentação ou ausência parcial de pigmento, ou ainda um
aumento na produção de pigmentação da pele, são consideradas
discromias.
§ O termo discromia compreende um variado grupo de dermopaPas de
origem endógena ou exógena.
45
DISCROMIAS
• Acromia - Ausência total de melanina 
• Hipocromia – Diminuição de produção de 
melanina
• Hipercromia - Concentração excessiva de 
pigmentação pela melanina 
• Efélides - Máculas encontradas na pele. 
Geralmente são múlCplas
46
• As pessoas denominadas
ruivas, possuem um pigmento
(tricosiderina), rico em ferro,
dando a cor avermelhada ao
cabelo e a pele.
47
• São manchas simétricas, difusas, de bordas regulares e configuração
geográfica, de cor castanha clara ou escura, comuns em peles castanhas
ou pardas.
• Localizam-se na face, regiões malares, frontal, labial superior e masseter.
Possui maior incidência no sexo feminino a parPr dos 25 anos.
• Apresenta como fatores desencadeantes gravidez, predisposição genéPca,
cosméPcos, exposição solar, terapias hormonais, disfunções hormonais e
endócrinas.
Melasma
48
ViCligo 
49
• caracteriza-se pela diminuição ou 
falta de melanina em certas áreas 
do corpo, gerando manchas 
brancas nos locais afetados.
• As lesões, que podem ser 
isoladas ou espalhar-se pelo 
corpo, aPngem principalmente os 
genitais, cotovelos, joelhos, face, 
extremidades dos membros 
inferiores e superiores (mãos e 
pés).
• incidência: 1% a 2% da 
população mundial.
50
Len$go e len$gens
51
LenCgo
• É um pigmento de melanina também conhecidas como manchas senis aparecem 
ao longo da vida, por fatores como idade e exposição crônica exclusivo para a 
radiação ultravioleta. 
• A maioria das alterações de pele associadas ao envelhecimento são uma 
conseqüência de dano solar. 
52
• Se demonstrou que as áreas da pele exposta contêm maior
• Manchas bem definidas, podem ser castanho-claro ou escuro
• Aparecem no colo, mãos e no couro cabeludo dos calvos.
Efélides/sardas
53
• Comuns na infância em indivíduos de pele clara
• São pequenas
• Variam de coloração avermelhadas a marrom claro
• Ciclos de atenuação no inverno e intensificação no verão
• A hiperpigmentação é resultado da quan8dade anormal de 
pigmento de melanina em quera8nócitos basais. 
• Não há aumento de melanócitos.
• Elas não representam riscos para a saúde pois são inofensivas.
Hiperpigmentação pós-inflamatória 
(HPI)
• É um aumento adquirido na pigmentação cutânea
secundária a um processo inflamatório.
• É um 5po de mancha an5esté5ca, causados por diversos
fatores como picada de inseto, machucados, acne, cortes,
queimaduras, derma5te atópica, entre outros.
54
Importante dar destaque para a HPI
ocasionada por tratamentos esté3cos
abla3vos, como peelings, lasers,
dermoabrasão, entre outros
55
• Apesar do sol não ser a causa da HPI, pode agravar os sintomas,
escurecendo as áreas afetadas, portanto proteção solar adequada é
obrigatória.
• segue danos à epiderme e/ou derme com deposição de melanina dentro
dos queraPnócitos (células da pele) e/ou da derme.
DISFUNÇÃO PIGMENTAR - NEVO 
• Pintas ou nevos melanocíPcos são lesões planas ou elevadas, cuja 
coloração pode variar da cor da pele ao negro. Podem ser congênitos ou 
adquiridos.
• Esses nevos podem ser pequenos, punPformes ou até gigantes, aPngindo 
grandes áreas do corpo.
• A maioria dos nevos é benigna, porém alguns podem se transformar 
em câncer de pele. 
56Algumas pintas podem apresentar pelos.
DISFUNÇÃO PIGMENTAR -
HEMANGIOMA 
57
• são vistos com mais frequência em recém-nascidos prematuros.
• é uma marca de nascença que cresce durante o primeiro ano de vida e 
desaparece com o tempo. Pode aparecer no rosto, no couro cabeludo, 
no peito ou nas costas.
• A maioria dos hemangiomas desaparece por conta própria. Em casos 
raros, pode interferir na visão ou causar outros sintomas
• pode ser tratado com medicamentos ou cirurgia a laser.
58
o Camada conjunPva
o Folículo piloso
o Glândulas sudoríparas e sebáceas
o Vasos sanguíneos, nervos e componentes celulares.
o Responsável pela termorregulação, pelo suporte da rede vascular e pela 
defesa imunológica, em associação com as células de Langerhans da 
epiderme.
o Síntese de colágeno e elasPna
o Célula principal: FIBROBLASTO
o Espessura média 0,5 a 3 mm
o Nutre a epiderme!!!
Derme
Resiste à penetração da agulha por ser tecido firme, 
compacto e pouco distensível (Tamura, 2010). 
Derme Papilar
§ Papilas dérmicas
§ Mais superficial
§ Cons4tuição: tecido conjun4vo frouxo
§ Muitas células (fibroblastos, macrófagos, plasmócitos, etc..).
§ Alças capilares nas papilas – regulação da temperatura corpórea -
Presença de receptores
Derme Re,cular
§ Tecido conjun4vo denso não modelado Colágeno 4po I, grossas 
fibras elás4cas, proteoglicanas
§ Mais profunda
§ Menor número de células 
§ Presença dos anexos: glândulas sebáceas, sudoríparas e pêlos
§ Presença de receptores 
Derme - Vascularização 
Região vascular 
Artéria veias Nervos 
Levam 
nutrientes 
Removem 
toxinas sensibilidade
A pele é o mais extenso receptor 
sensorial
Derme - Fibroblastos 
• É a célula mais comumno 
tecido conjun5vo
• são as células mais jovens
• sinte5zam a matriz 
extracelular (proteínas
colágeno, elas5na, 
glicoproteínas, 
glicosaminoglicanos, 
proteoglicano)
Produz fatores de 
crescimento (que controla a 
proliferação e a 
diferenciação celular).
67
Derme - Fibras de colágeno 
• Conferem resistência à
tração e estrutura ao tecido; 
• Unem e fortalecem os 
tecidos; 
• Colágeno Tipo III: colágeno
embrionário Colágeno Tipo 
I: colágeno maduro 
• Colágeno Tipo V: colágeno
depositado em torno das 
células (sustentação
estrutural) 
68
Flacidez 
69
• A hipotonia 1ssular (flacidez de pele) é uma
das disfunções esté2cas mais complicadas de se tratar
e uma das mais comuns.
70
• A flacidez acontece quando fibras de 
sustentação da pele, o colágeno e a 
elasKna, são afetadas pela falta de 
nutrientes ou oxigenação.
• É decorrente de uma atrofia do tecido; 
seja muscular ou cutâneo. 
• Desta forma, podemos encontrar flacidez 
de pele (Kssular) ou flacidez muscular. 
71
• É muito comum que os dois Ppos apareçam associados, dando um 
aspecto ainda pior às partes do corpo afetadas. 
• Os músculos ficam flácidos principalmente pela falta de exercício qsico. 
• Se eles não são solicitados, as fibras musculares ficam atrofiadas e causa 
a flacidez.
72
Flacidez de pele – Hipotonia Tissular 
• O colágeno, componente fundamental do tecido conjun8vo, 
torna-se gradualmente mais rígido, e a elas8na, outro 
componente do mesmo tecido, vai perdendo sua elas8cidade 
natural devido à redução do número de fibras e outros 
componentes (GUIRRO E GUIRRO, 2002). 
73
Aparece geralmente a par3r da terceira década 
da mulher e em partes bem visíveis do corpo: 
como abdômen, coxas, glúteos, rosto e braços
Flacidez *ssular
• O tecido conjun3vo é formado por diversos 3pos de células e, 
dentre elas, encontramos os fibroblastos, células responsáveis 
pela formação de fibras e do material intercelular amorfo, ou 
seja, que sinte3zam colágeno, mucopolissacarídeos e 
também fibras elás5cas (GUIRRO;GUIRRO, 2004). 
• A diminuição da a3vidade e do número de fibroblastos 
ocasionam uma menor produção de colágeno e desorganização 
dos já existentes.
74
Flacidez muscular – Hipotonia 
muscular 
• É ocasionada pelo enfraquecimento do músculo devido a falta de esdmulos 
tanto no corpo como na face.
• Refere-se à diminuição do tônus muscular, estando o músculo pouco 
consistente. 
• O músculo, mesmo em repouso, possui um estado permanente de tensão que é 
conhecido como tono ou tônus muscular. 
75
Flacidez muscular 
• O tônus muscular está presente em todas as funções 
motrizes do organismo como o equilíbrio, a coordenação, 
o movimento, entre outros (Ibidem, 2001). 
• “O tônus muscular é o alicerce das a1vidades prá1cas”(apud 
OLIVEIRA, 2001, p. 27).
76
Flacidez muscular 
• O sedentarismo é considerado um dos 
fatores mais frequentes para seu 
aparecimento, seguido pela perda de 
massa muscular e aumento do depósito 
de gordura. 
• Esses processos são decorrentes do 
envelhecimento fisiológico, que tem seu 
início por volta dos 30 anos.
77
Principais 
causas: 
Envelhecimento, 
sedentarismo e 
emagrecimento
COMO AVALIAR???
A avaliação é feita pela inspeção visual, pois o tecido 
apresenta dobras e vincos. 
É por meio de pinçamento que se pode perceber a 
diminuição da tensão e consistência do tecido dérmico
É preciso fazer o “teste de prega”, uma manobra que consiste 
em fazer uma prega com os 3 primeiros dedos da mão, 
abrangendo uma boa quan3dade de tecido. 
Segure a prega por uns 3 segundos e solte, observando o tempo para 
retorno à configuração de repouso. Se demorar muito para voltar a 
normalidade, há flacidez.
78
79
80
81
Principais causas: Envelhecimento, Sedentarismo, hormonal, Predisposição gené3ca: 
82
Derme - Estrias 
83
84
• As fibras elás3cas são os alvos iniciais de 
formação das estrias à granulação dos mastócitos; 
• As estrias caracterizam-se por um rompimento das fibras elás3cas que 
sustentam a camada intermediária da pele, formada por colágeno e elas3na;
• Estão localizadas na derme (camada profunda da pele) que ocorrem por sua 
distensão exagerada ou devido a alterações hormonais.
• São definidas como um processo degenera3vo cutâneo, caracterizado por 
lesões atróficas em trajeto linear, que variam de coloração de acordo com 
sua fase evolu3va.
• Apresentam caráter de bilateralidade, tem uma 
tendência da estria se distribuir simetricamente de 
ambo os lados.(Nascimento, et al,2007.) 
• Evoluem clinicamente em estágios semelhantes aos 
de uma cicatriz, com lesões a1vas.
85
ü Surgem principalmente nas coxas, 
nádegas, mamas, quadris, culotes, 
abdome (gravidez) e dorso do 
tronco (homem)
ü Podem surgir em menor incidência 
nos ombros, axilas, braços
e atrás dos joelhos;
ü Em pessoas de pele morena as 
estrias podem ser mais escuras
que a pele sadia.
86
Existem 3 teorias que tentam jusKficar a eKologia das estrias: 
(Guirro e Guirro,2002)
q Teoria Mecânica
q Teoria Endocrinológica 
q Teoria Infecciosa
87
Teoria mecânica 
• Ocorre quando a pele é acome3da por um es3ramento, ruptura ou perda de suas 
fibras elás3cas dérmicas;
• Como em casos de obesidade, gravidez, a3vidade :sica rigorosa e no adolescente 
em fase de crescimento. (Yamaguchi, 2005)
88
Teoria Endocrinológica 
• Com o advento do uso terapêu3co de hormônios adrenais, cor3cais ou por uso 
indiscriminado de anabolizantes, distúrbios nutricionais bioquímicos, distúrbios 
hormonais;
• Estão associados ao aparecimento das estrias com efeito localizado somente em 
algumas regiões (Silva, 1999);
• Esta teoria explica o fato de não ocorrer estrias em crianças abaixo de 9 anos, 
pois a secreção deste hormônio só inicia na puberdade.
89
Estrias 
Teoria Infecciosa
• Existem relatos que processos infecciosos provocam danos às fibras elás3cas 
originando as estrias;
• Segundo Kede e Sbatovich (2004), notou-se o aparecimento de estrias em jovens 
após febre 3foide, reumá3ca e outras infecções crônicas.
• Além desses fatores existem ainda a predisposição gené3ca.
90
ETIOLOGIA
As estrias podem ser classificadas em: 
qRúbra/violácea 
qAtróficas
qNacaradas 
91
Rúbra/Violácea 
v Aspecto inflamatório e coloração rosada dada pela superdistenção das fibras 
elásPcas e rompimento de alguns capilares sanguíneos, com sinais clínicos de 
prurido e dor em alguns casos. 
92
v Possuem aspecto cicatricial, uma linha flácida central e hipocromia, com fibras 
elás3cas enoveladas e algumas rompidas, com colágeno desorganizado e os anexos 
da pele preservados. (Lima, Pressi, 2005)
93
Atróficas
• Possuem flacidez central, recoberta por epitélio pregueado, 
sendo desprovidas de anexos cutâneos, com fibras elás1cas 
rompidas, e as lesões evoluindo para fibrose. (Kede e Sabatovich, 2004)
94
Nacaradas
Incidência 
• Efeito sanfona
• Crescimento repen0no
• Hipertrofia muscular
• Alterações hormonais
• Gravidez
• Obesidade 
• Hereditariedade
• Uso de cor0coesteróides
95
A estria é relatada na maior parte da literatura como sendo uma lesão irreversível, isto 
está embasado em exames histológicos, que mostram redução no número e volume dos 
elementos da pele, rompimento de fibras elás3cas, pele delgada, redução da espessura 
da derme, com fibras colágenas entre si.
Incidência 
• Apesar de surgirem em ambos os sexos, predominam no sexo feminino (60%) 
podendo ser discretas ou exuberantes; quando comparados ao sexo masculino 
(40%);
• Um dos principais períodos é a adolescência , sendo bastante comum em cerca de 
90% das mulheres durante o período gestacional , porém estes podem variar;
• Na adolescência acometem indivíduos de ambos os sexos;
• Não costumam ocorrer, em condições normais, em pessoas acima de 45 anos e 
nem na puberdade.
• Efeito sanfona, Crescimento repen0no, Hipertrofia muscular e Alterações hormonais
96
Glândula sebácea 
• Originam-se na região
posterior do folículo
piloso 
• Distribuídas por todo o 
corpo(exceto nas regiões
palmo plantares) 
• Liberam suas secreções
na superJcie do corpo 
• Des1nada a proteger e 
lubrificar a superJcie do 
corpo e os pelos 
97
ACNE
ü A acne é uma das doenças de pele mais frequentes em
dermatologia.
ü A adolescência é um período onde ocorre uma alta incidência
de acne, influenciando na autoes8ma e comportamento dos
adolescentes.
ü O aparecimento é precoce, com prevalência maior entre os
homens, graças a influência androgênica (TESTOSTERONA).
98
ü Afeta ambos os sexos àtende a ser mais agravante no sexo 
masculino,
ü Aproximadamente 85% das pessoas na faixa etária entre 12 e 25 
anos apresentam algum grau de acne .
ü Alteração esté8ca que pode ocasionar transtornos 
psicoemocionais.
99
A comedogênese
(formação do 
comedão), 
A produção de sebo
A colonização 
bacteriana pelo 
Propionibacterium
acnes (P. Acnes) 
E o processo 
inflamatório .
Fisiopatologia
Os dois primeiros são diretamente favorecidos pela mudança dos padrões 
estruturais da glândula por es8mulo hormonal, que geralmente ocorre na 
adolescência e em distúrbios hiperandrogênicos. 
Quatro são os principais pilares da patogênese da acne: 
100
Propionibacterium acnes (P. Acnes) 
§ Propionibacterium acnes (P. acnes) é bacilo gram-posi3vo, anaeróbio
faculta3vo.
§ Essa bactéria é predominante na flora folicular com presença confirmada no
estrato córneo e nas unidades pilossebáceas.
§ Na pele, sua distribuição é predominante nas áreas da face e couro cabeludo,
relacionada com a alta concentração de unidades pilossebáceas desses locais.
101
A acne classifica-se conforme as lesões predominantes, sendo graduada de I a V, 
conforme a gravidade.
102
Acne grau I, não inflamatória, apresenta predomínio de comedões
103
já na acne grau II há predomínio de lesões pápulo-pustulosas além dos 
comedões. 
104
Na acne de grau III nódulos e cistos podem ser observados e na grau
105
IV sendo uma forma severa com múl4plos nódulos inflamatórios, 
formação de abscessos e fistulas. 
106
Uma forma rara e grave 2 acompanhada de febre, leucocitose e artralgia é 
a acne de grau V.
107
108
Cicatrizes de acne 
• Hipertrófica - é uma condição cutânea
caracterizada por tecido cicatricial em excesso, 
mas sem observação de queloides 
• Hipocrômica- é uma condição cutânea
caracterizada por tecido cicatricial 
despigmentado 
• Hipercrômica - é uma condição cutânea
caracterizada por tecido cicatricial escuro, 
pigmentado 
109
Cistos e nódulos
110
Cistos 
• Trata-se de um nódulo benigno que pode surgir em 
qualquer área do corpo, porém é mais comum na face, 
pescoço e tronco, que são regiões com maior acúmulo 
de glândulas sebáceas.
Sintomas 
• Nódulo visível e palpável, de consistência 
fibroelás<ca e da cor da própria pele. 
• Em alguns casos, pode ser mais visível e ter uma 
coloração amarelada. 
• Pode ser doloroso, dependendo de sua 
localização no corpo, mas isso não é muito 
comum. 
• Se houver infecção, o cisto pode ficar 
avermelhado, quente, doloroso e sofrer saída de 
secreção purulenta. 
Nódulos 
• Na patologia, é uma lesão sólida, elevada, com 
mais de 1 cm de diâmetro, é geralmente bem 
delimitada e de origem epitelial ou conjunCva. 
• Pode ser pediculada ou séssil. Quando não 
está se expandindo é classificado como 
benigno e quando está é classificado como 
maligno.
115
sudoríparas
Glândulas sudoríparas 
• São glândulas especializadas 
na produção de suor 
• Importante para regular a 
temperatura corporal e 
eliminar substâncias tóxicas
• Distribuídas por quase toda 
superbcie
• Abundantes nas palmas das 
mãos e nas plantas nos pés e 
fronte 
• Menos numerosas nas costas 
116
Dividas em dois grupos:
• Écrinas: glândulas exócrinas que apresentam canal 
excretor, visualizadas como os poros.
• ParKcipam do processo de termorregulação
• Estão mais presentes na região Palmo-plantar, axilas e 
testa 
• São inervadas por fibras nervosas do sistema simpáKco
colinérgico
• O suor que mantém a temperatura corporal e impede a 
hipertermia 
• A liberação do suor é desencadeada pela aceKlcolina 
117
• Apócrinas: menos numerosas que as écrinas.
• Anexadas aos folículos polissebáceos.
• Estão presentes nas regiões: axilar, ao redor das 
aréolas mamárias, couro cabeludo e região genital.
• Sua secreção aumenta pelos esXmulos emocionais e a 
excitação sexual 
• O estresse emocional aumenta a produção de suor 
• Entram em aKvidade durante a puberdade e estão sob 
controle dos hormônios sexuais 
118
Glândulas sudoríparas 
119
Bromidrose
Folículo piloso 
• É um anexo da nossa pele responsável pela 
produção e crescimento do pelo.
• Composto por uma haste capilar, músculo 
eretor do pelo, glândula sebácea, bainhas que 
revestem o pelo, bulge e bulbo. Essas duas 
úl5mas estruturas tem a capacidade de 
produzir novo pelo quando transplantadas 
para uma região calva.
• Capacidade de se agruparem no couro 
cabeludo, exteriorizando para fora da pele de 
um até sete pelos ou fios de cabelo.
120
• No fundo do folículo piloso, células são produzidas, 
empilhando-se e quera5nizando-se. 
• Essas células originam a conhecida haste pilar, que é formada 
pela cuqcula, córtex e medula.
121
122
•Dura de 2 a 7 anos 
•Dura de 2 a 4 semanas •Dura de 5 a 6 semanas 
• Temos em média: 130 a 150 mil folículos pilosos 
ü Cada folículo piloso é independente e passa pelo ciclo de 
crescimento em momentos diferentes ,caso contrário, todo o 
seu cabelo cairia ao mesmo tempo! Em vez disso, você só 
perde um certo número de cabelos por dia – 80 a 150 fios.
v Cor do Pelos
• Loiro, Vermelho, Castanho Claro, Castanho Escuro, ou Preto; 
v Textura do Pelo
• Fino ou Grosso 
123
Alopecia 
• Alopecia é definida como perda de pelos do corpo.
• as alopecias são um problema por mo1vos cosmé1cos e 
psicológicos, mas pode ser também um sinal importante 
de doença sistêmica.
Diversas causas podem estar associadas: 
o Aumento de DHT;
o Alterações hormonais;
o Estresse
o Má alimentação
124
Você sabia que existem dois ;pos de 
pelos?
• Pelo VELO: pequeno, fino, macio e pouco pigmentado. 
Ø O pelo Ppo velo pode ser transformado em terminal, isso ocorre com a 
barba dos homens após a puberdade.
• O TERMINAL é grosso, longo e pigmentado. Encontrado mais em membros 
inferiores e homens.
125
Foliculite
• Reação inflamatória do 
folícolo piloso
126
A e4ologia da foliculite geralmente não é clara, mas transpiração, trauma, 
fricção e oclusão da pele são conhecidos por potencializar a infecção. 
O patógeno pode ser bacteriano, fúngico, viral ou parasí4co. 
Foliculite bacteriana é geralmente causada por Staphylococcus aureus, 
mas ocasionalmente por Pseudomonas aeruginosa (foliculite da banheira 
de hidromassagem) ou outros organismos foram relatados.
Foliculite por banheira de hidromassagem ocorre devido ao tratamento 
químico inadequado da água.
Acne é uma forma não infecciosa da foliculite.
file:///pt/profissional/distu%CC%81rbios-dermatolo%CC%81gicos/acne-e-doenc%CC%A7as-relacionadas/acne-vulgar
Sintomas
• Dor leve, prurido ou irritação. 
• São sinais: pústulas superficiais ou nódulos 
inflamatórios ao redor do folículo piloso. Os pelos 
infectados caem ou são removidos facilmente, mas 
novas pápulas tendem a se desenvolver. 
• O crescimento de pelos grossos na pele pode provocar 
irritação ou inflamação crônica, que simulam a 
foliculite infecciosa pseudofoliculite da barba.
file:///pt/profissional/distu%CC%81rbios-dermatolo%CC%81gicos/doenc%CC%A7as-dos-pelos/pseudofoliculite-da-barba
HIPERTRICOSE
• é uma condição 
dis<nta. Representa 
simplesmente o 
crescimento 
aumentado E 
ANORMAL de pelos 
em qualquer área 
do corpo. 
• Ela pode ser 
localizada ou 
generalizada.
129
Hirsu*smo
• É o crescimento excessivo de pelos grossos e negros em 
mulheres em localizações que são mais qpicas do homem
• Aumento dos níveis de androgênio na circulação
• Resposta aumentada do órgão final aos andrógenos
130
Pele
• Cada umdos ,pos de pele é capaz de apresentar diferentes 
caraterís5cas, as quais, devem sempre serem levadas em 
conta para poder receber um resultado eficaz aliado aos 
melhores tratamentos disponíveis.
131
Caso contrário, tais resultados podem não ser 
sa3sfatórios e até mesmo piorarem o seu 
problema.
Tipos de pele 
132
Pele normal 
• A pele normal tem textura saudável e aveludada, produzindo
gordura em quan5dade adequada, sem excesso de brilho ou
ressecamento. Geralmente, a pele normal apresenta poros
pequenos e pouco visíveis.
133
PELE OLEOSA 
• Tem aspecto mais brilhante e espesso, por causa da produção de sebo
maior do que o normal. Além da herança genéPca, contribuem para a
oleosidade da pele os fatores hormonais, o excesso de sol, o estresse e
uma dieta rica em alimentos com alto teor de gordura.
• poros dilatados e maior tendência à formação de acne, de cravos e de
espinhas.
134
PELE SECA
• A perda de água em excesso
• poros poucos visíveis, pouca luminosidade e é mais propensa à descamação e
vermelhidão
• maior tendência ao aparecimento de pequenas linhas e fissuras.
• pode ser causada por fatores gené@cos ou hormonais, como menopausa e problemas
na @reoide, e também por condições ambientais, como o tempo frio e seco, o vento e a
radiação ultravioleta.
• Banhos demorados e com água quente, podem provocar ou contribuir para o
ressecamento da pele.
135
PELE MISTA 
• É o 5po de pele mais frequente. Apresenta aspecto oleoso e
poros dilatados na “zona T” (testa, nariz e queixo), podendo
apresentar acne nesta região e seco nas bochechas e
extremidades.
136
Pele Sensível
• Não é um Ppo em si, mas uma condição que pode acometer pessoas de
peles normais, mistas, oleosas ou secas. Portanto "pele sensível" é assim
considerada porque responde de forma exagerada ao mínimo contato com
produtos tópicos.
137
FOTOTIPOS DE PELE
Classificação de fitzpatrick
139
Envelhecimento cutâneo
Ø É um processo biológico multifatorial, lento, progressivo influenciado por dois fatores básicos: 
Intrínsecos (cronológicos) e Extrínsecos.
140
Com avanço da idade
A pele começa a sofrer alterações que 
modificarão seu aspecto 
grada7vamente caracterizando o 
envelhecimento cutâneo
Pele envelhecida X Pele jovem. Falta X produção de colágeno
Envelhecimento cutâneo
↓ Afinamento e deslocamento 
inferior da gordura profunda 
(“queda da bochecha”)
↓ Perda óssea malar
↑ Aumento da largura da 
órbita
↓ Afinamento das têmporas
↓ Afinamento dos lábios
↓ Perda progressiva de 
fibrina, colágeno, e outras 
moléculas relacionadas com a 
firmeza da pele
141
• Radiação ultravioleta do sol
• Estresse
• Poluição
• Pouca ingesta de água 
• Não usar filtro solar
• Dormir mal
• Sedentarismo
• Tabagismo 
• Consumo de açucares e gordura –glicação
• Declínio hormonal e oxidação
Fatores que desencadeiam o envelhecimento
142
Íntrinsecos
144
Fatores externos que se sobrepõem ao envelhecimento intrínseco 
Extrínsecos
145
Ø É o envelhecimento da pele por exposição solar excessiva
Ceratoses solares 
Fotoenvelhecimento
146
147
148
O que o sol faz com você!!!
149
Camadas da pele 
afetadas
150
VOCÊ AINDA QUER BRONZEAR
151
Comparação: locais expostos ao sol e 
locais sem exposição UV
152
Diferença à se um creme protetor for 
aplicado na pele
153
vÉ formada por tecido conjunBvo frouxo, composta pelos adipócitos
vSituada na região mais profunda da pele, conecta frouxamente a pele e a fáscia dos músculos
subjacentes
Funções:
Ø Reservatório energé4co
Ø Isolante térmico
ØModela superZcie corporal 
ØAbsorção de choque 
Ø Fixação dos órgãos
HIPODERME / Tela subcutânea
HIPODERME
159
O tecido adiposo deve e precisa ser dividido em duas camadas dis0ntas: 
hipoderme (TAS) e tecido celular subcutâneo (TAP), pois são camadas que 
apresentam anatomia, histologia e metabolismo completamente dis0ntos (Cunha 
MG Cunha Gonzaga AL Carlos A. Machado,2014)
Na literatura há uma grande confusão entre os termos hipoderme e tecido 
adiposo subcutâneo, muitas vezes u0lizados como sinônimos. Designam, porém, 
duas estruturas dis0ntas, independentes e com respostas metabólicas diversas. A 
dis0nção entre essas camadas e o conhecimento de seu comportamento são de 
fundamental importância na escolha do tra- tamento adequado. (Cunha MG
Cunha Gonzaga AL Carlos A. Machado,2014)
HIPODERME 
Na grande maioria das vezes mais espessa nas mulheres 
= 20 a 25% do peso corporal 
= 15 a 20% 
GORDURA BRANCA
• Acumula energia no corpo, 
aparece quando comemos em 
excesso e fazemos pouco ou 
nenhum exercício;
• A função é de fornecer proteção 
mecânica, amenizando o impacto 
de choques;
• Pode causar doenças cardíacas e 
prejudicar a circulação;
• Principal Ppo de gordura 
encontrado no adulto! 
GORDURA MARROM
• é considerada uma gordura 
boa pois é importante para 
a produção de calor que irá 
nos aquecer. Esse fator 
contribui para a queima de 
calorias o que vai es5mular 
o emagrecimento..
161
X
não é uma gordura saudável.
162
Gordura localizada (GL)
163
• A gordura do nosso corpo é formada por células 
chamadas ADIPÓCITOS que estão localizadas no tecido 
subcutâneo. Possui função de isolante térmico, 
proteção de orgãos, modelamento corporal e a mais 
importante: fornecimento de energia. Porém, quando a 
gordura que temos é maior do que precisamos aí vem 
um problema que todos temem: a gordura localizada!
164
• O desenvolvimento irregular do tecido conjunPvo adiposo subcutâneo é 
popularmente conhecido como gordura localizada, podendo ser de origem 
genéPca ou produzida por alterações posturais ou circulatórias.
• Em pessoas de peso normal pode concentrar-se em aproximadamente de 
15-20% do peso corporal em homens e em mulheres de 20-25%.
165
A gordura localizada é um fator que incomoda e afeta a autoesBma e a 
relação com a autoimagem de muitas pessoas, podendo, inclusive, ser 
um dos fatores que desencadeia a ocorrência de depressão, bem como 
fator de risco para várias outras doenças que podem afetar o organismo.
166
Lipogênese 
q Quando ingerimos carboidratos, estes são transformados em glicose, que entram na
corrente sanguínea.
q Quando a concentração de glicose no sangue ultrapassa o seu limite máximo, seu
excesso é removido e armazenado pelo Lgado sob a forma de glicogênio.
q Quando em excesso, o glicogênio, é quebrado pelo Lgado e eliminado no sangue e,
consequentemente, aumentando as concentrações de ácidos graxos na corrente
sanguínea.
q O excesso de ácidos graxos no sangue é removido pela pele que o armazenará dentro
dos adipócitos. Este armazenamento ocorrerá sob a forma de gordura.
167
• Gordura Ginóide: ocorre predominantemente no sexo feminino. É também chamada de gordura 
baixa, periférica ou glúteo-femoral. Este Bpo de gordura se associa à figura de uma pêra, e acarreta 
num menor risco de complicações metabólicas.
• Gordura Andróide: é predominante no sexo masculino. Esta variação também é conhecida como 
gordura alta, central ou troncular. A gordura androide se assemelha à figura de uma maçã. 
• Estudos apontam que a gordura androide oferece maior risco de complicação metabólica.
168
Andróide Ginóide
Evolução humana 
169
170
A HUMANIDADE COLABORA PARA O SEDENTARISMO!!!!
Fibro edema gelóide FEG ou HidroLipodistrofia
Ginóide –
HLDG à “celulite”
171
Definição e significado
qHidrolipodistrofia ginóide (HLDG)
vHidro = água
vLipo = gordura
vDistrofia = desordem nas trocas metabólicas 
do tecido
vGinoide = forma feminina
172
• O termo "celulite" foi usado primeiramente na década de 1920, para descrever 
uma alteração esté3ca da super:cie cutânea. (Rossi & Vergnanini, 2000) 
• O emprego do nome celulite é errôneo: processos inflamatórios subcutâneos 
são designados como sufixo ITE (ex.: sinusite, rinite, faringite).
• Não existe este 3po de processo inflamatório na patologia.
• A pele fica áspera, com consistência aumentada, há retenção hídrica e dor 
MAS NÃO HÁ INFLAMAÇÃO!
173
• ACngeaté 95% das mulheres, principalmente 
nas fases
sujeitas a alterações hormonais como:
• a puberdade
• a gravidez 
• e uso de pílulas anCconcepcionais.
174
Sendo uma das queixas mais frequentes em relação à esté3ca!!! 
CELULITE
Alteração do 
colágeno e 
elas8na
Gordura Diminuição do retorno linfá8co
Diminuição do 
retorno venoso
Microcirculação 
arterial
175
Flacidez
FATORES DE RISCO
176
Como se forma?
• uma alteração circulatória com acúmulo de líquidos e proteínas nas 
células de gordura, provocando uma modificação da textura do tecido 
subcutâneo e, posteriormente, uma irregularidade da superqcie da 
pele, que leva ao aspecto visual de "casca de laranja"
177
Fisiopatologia
179
No nosso organismo, algumas células têm a função de acumular energia, sob a 
forma de gordura, para ser usada quando necessário. São os adipócitos. Estas 
células se localizam na tela subcutânea. Adipócito (gordura) libera glicerol e 
ácidos graxos na corrente sanguínea, que leva para os músculos para essa gordura 
ser consumida.àATP
• Alteração esté7ca só é percebida quando há movimento ou 
compressão local
• Assintomá7ca
• Presença de alterações de relevo, com leves ondulações
GRAU I
• Presença de alteração de relevo sem contração muscular. Os 
“furinhos” são visíveis, mas não densos
• A temperatura pode ser menor nas regiões mais afetadas
• Menos circulação local
GRAU II
• Presença de retrações (furinhos) numerosas e visíveis sob repouso
• Pode ter alteração de cor (roxa ou vermelha)
• Alteração de menor temperatura
• Pode haver dor 
GRAU III
• Presença de macronódulos e retrações, com grandes ondulações 
• Grande déficit circulatório
• Presença de dor intensa
• Redução térmica na região
GRAU IV
180
Regiões mais 
acomeKdas
181
SISTEMA 
MUSCULAR 
182
MÚSCULOS 
• O corpo humano é formado por mais de 600 músculos 
esquelé5cos.
• São formados por fibras musculares.
• Possuem a função de se contrair de forma voluntária em 
resposta a um esqmulo nervoso. 
183
SISTEMA MUSCULAR
184
Sistema Muscular 
• apresenta algumas funções:
• Estabilidade corporal;
• Produção de movimentos;
• Aquecimento do corpo (manutenção da 
temperatura corporal);
• Preenchimento do corpo (sustentação);
• Auxílio nos fluxos sanguíneos.
185
SISTEMA MUSCULAR
CARACTERÍSTICAS 
• Excitabilidade – capacidade de responder a esJmulo, 
• normalmente nervoso. 
• ContraKlidade – capacidade de contração, 
produzindo uma determinada força. 
• Extensibilidade – capacidade de esKramento até seu 
comprimento em repouso. 
• ElasKcidade – capacidade de retornar ao seu 
comprimento original após esKramento. 
186
SISTEMA MUSCULAR
Eles são 
agrupados da 
seguinte forma:
Músculos da 
cabeça e do 
pescoço
Músculos do 
tórax e 
abdômen
Músculos dos 
membros 
superiores e 
músculos dos 
membros 
inferiores.
187
SISTEMA MUSCULAR
Origem – extremidade 
do músculo presa à peça
óssea que não se desloca 
durante a execução do 
movimento. 
Inserção – extremidade 
do músculo presa à peça 
óssea (não somente ao 
osso) que se desloca 
durante a execução do 
movimento. 
188
Músculos da Face
190
Todos os músculos faciais se inserem na pele.
Formando as rugas dinâmicas e estáKcas
191
Músculos faciais, inserção e função
192
MÚSCULO INSERÇÃO FUNÇÃO 
Orbicular da boca Pele e mucosa dos lábios; septo nasal 
Comprime os lábios contra 
os dentes; fecha a boca; 
protraí os lábios 
Levantador do lábio 
superior Lábio superior Levanta o lábio superior 
Levantador do lábio 
superior e asa do nariz 
Asa do nariz e lábio 
superior 
Asa do nariz e lábio 
superior levanta o lábio 
superior e a asa do nariz 
(dilata a narina) 
ZigomáPco menor Lábio superior Levanta o lábio superior 
Altamiro Flávio, CD. Napoleão editora 
193
MÚSCULO INSERÇÃO FUNÇÃO 
Levantador do ângulo da 
boca Ângulo da boca Levanta o ângulo da boca 
Zigomá3co maior Ângulo da boca Levanta e retrai o ângulo da boca 
Risório Ângulo da boca Retrai o ângulo da boca 
Altamiro Flávio, CD. Napoleão editora 
194
Abaixador do lábio inferior Lábio inferior Abaixa o lábio inferior 
Mentoniano Pele do mento Enruga a pele do mento; everte o lábio inferior 
Abaixador do ângulo da boca Ângulo da boca Abaixa o ângulo da boca 
Altamiro Flávio, CD. Napoleão editora 
195
Orbicular do olho Pálpebras e pele periorbital Fecha as pálpebras e a comprime contra o olho 
Occipitofrontal Pele do supercílio; regiãooccipital 
Puxa a pele da fronte para 
cima 
Prócero Pele da glabela Puxa a pele da glabela para baixo 
Corrugador do supercílio Pele da extremidade lateral do supercílio 
Puxa a super:cie
medialmente 
Nasal Dorso do nariz 
Comprime a narina (parte 
transversa); dilata a narina 
(parte alar) 
Orbicular do olho Pálpebras e pele periorbital Fecha as pálpebras e a comprime contra o olho 
Altamiro Flávio, CD. Napoleão editora 
COXINS ADIPOSOS
196
VASCULARIZAÇÃO
197
Rebecca Small,2011.
NERVOS
199
FORAMES
200
O nervo 
infraorbitário 
(verde) 
atravessando o 
forame 
infraorbitário -
vista anterior
PERDA ÓSSEA 
202
Referências 
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In: Fitzpatrick TB, Eisen AZ, Wolff K, Freedberg IM, Austen KF. Dermatology in General Medicine. v. 1. New York: Mcgraw-Hill; 
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• Cunha MG Cunha Gonzaga AL Carlos A. Machado. Hipoderme e tecido adiposo subcutâneo: duas estruturas 
diferentes. Surg Cosmet Dermatol 2014;6(4):3559. 
204
OBRIGADA!!! 
É
IMPOSSÍVEL 
DERROTAR 
QYEM SE 
RECUSA A 
DESISTIR!!!
205

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