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RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO Grampo com asa: 200-205 (molares) 206-209 (pré-molares) 210-211 (dentes anteriores) Grampo 212: para retração gengival Grampos sem asa: 26 e W8A 1. Fotografia Inicial 2. Profilaxia 3. Seleção de cores – opacidade e translucidez 4. Determinação de contatos oclusais 5. Anestesia (se necessário) 6. Isolamento absoluto 7. Preparo da cavidade 8. Aplicação do sistema adesivo - de acordo com instruções do fabricante - Condicionamento ácido - 15 a 30 segundos - Lavar pelo mesmo ou dobro do tempo e secar - Aplicar o sistema adesivo - Fotopolimerizar 9. Inserção incremental da resina composta (incrementos de no máximo 2mm) 10. Fotopolimerizar 11. Escultura incremental 12. Ajuste oclusal, Acabamento e Polimento 13. Fotografia Final ➢ PRIMARIA: durante a odontogenise ➢ SECUNDARIA: após erupção forma lenta ➢ TERCEARIA: resposta a agressão e divide-se em: reacional: injuria minima e formada lentamente reparadora: injuria severa formada rapidamente COMPRIMENTO DE ONDA PERCEPÇÃO PELO OLHO HUMANO E COMPONENTE PSICOLOGICO MATIZ : família A: amarelo amarronzado B: amarelo alaranjado C: amarelo acinzentado D: amarelo avermelhado CROMA: saturação e intensidade determinado por um numero dentro do matiz ➢ Relacionado a dentina ➢ Quando mais cervical maior o croma < A1 A2 A3 A4 A5 > RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO VALOR E BRILHO ➢ Distinguimos claro do escuro ➢ Relacionado a quantidade de pigmento branco ➢ Quando mais branco mais reflete a luz e maior valor Branco valor luz EFEITOS OPTICOS ➢ TRANSLUCIDEZ E OPACIDADE Mede a passagem de luz ➢ FLUORESCENCIA Proporcionado pela dentina Sob luz baixo comp. reflete azul claro ou branco intenso Emite luz no rx ➢ OPALECENCIA Pelo esmalte Transparente ou translucido que dá tonalidade leitosa Sob luz alto comp. Reflete cinza azulado ETAPAS PARA ESCOLHA DE COR ➢ PROFILAXIA ➢ ESCALA SECA ➢ DENTE UMIDO ➢ LUZ NATURAL OBS: o esmalte e a dentina tem espessura diferente e características ópticas diferente • ACABAMENTO INICIAL • ACABAMENTO INTERMEDIARIO • POLIMENTO ACABAMENTO INICIAL: Imediato após o termino da restauração >>>>> define a anatomia e ajustes ACABAMENTO INTERMEDIARIO E POLIMENTO FINAL: Após 48 hs >>>>>> refinar a relação altura e largura, ajustar inclinação vestibular, definir contatos proximais esculpir ameias AREA PLANA: ETAPAS >>>>>AREA DA SUPERFICIE VESTIBULAR QUE REFLETE A LUZ DE MANEIRA FRONTAL E DIRETA. ➢ Demarcar as arestas proximais do dente homologo com grafite e com o compasso a distancia, transferindo assim para o dente restaurado com auxilio de discos flexíveis. ➢ A modificação faz com que a largura aparente do dente seja significamente alterada. ➢ Quando se modifica a topografia da superfície afastando ou aproximando as arestas longitudinal modifica o ângulo de reflexão da luz. ➢ Dentes anteriores tem suaves depressões ou sulcos longitudinais. >> a morfologia incisal pode ser feita com ponta diamantada pequena >> ponta diamantada tronco cônica extra fina com extremos arredontados, posicionar lateralmente para apenas a RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO ponta ativa tenha contato direcionado para mesial e distal >>>A textura da superfície vestibular resulta da presença de dois detalhes morfológicos: ➢ Sulcos horizontais: são mais profundos e demarcados, e apresentam uma disposição semicircular; ➢ Periquimácias: são sulcos rasos, numerosos e sutis, formados pelas estrias de Retzius durante a formação do esmalte. >>>>>As etapas finais são a suavização da textura e o polimento da restauração. • Para realizar a suavização, podem ser empregadas borrachas ou discos flexíveis com baixa abrasividade. • O polimento da restauração, com escovas Robinson ou discos de feltro + pastas com abrasividade decrescente, a fim de conferir o brilho final à restauração. USAR DE FORMA DECRESCENTE DA MAIOR PARA MENOR GRANULAÇAO. “A contração de polimerização se desenvolve conforme o monômero é convertido em polímero e o espaço livre entre os monômeros diminui...” ➢ A contração de polimerização produz tensões residuais ➢ A Contração de Polimerização tem relação direta com a quantidade de material orgânico existente na resina composta. ➢ Quanto maior o volume da Matriz Orgânica MAIOR SERÁ A CONTRAÇÃO DE POLIMERIZAÇÃO. >>>CONSEQUENCIAS • Enfraquece a adesão dente- restauração • Infiltração marginal • Manchamento e/ou sensibilidade • Desenvolvimento de uma nova lesão de cárie ➢ Estágios de polimerização • Fase inicial de polimerização ou pré- gel: capacidade de deformar-se e dissipar tensões. • Fase de polimerização ou gel: formação dos polímeros e a movimentação molecular da matriz é inibida. RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO • Fase pós-polimerização ou pós-gel: rigidez, porém com contração (tensões) ➢ Tensão de contração Quanto mais rapidamente se completa o processo de formação dos polímeros • ... menos tempo o material permanece nas fases pré-gel e gel,... • ...gerando tensões que não são dissipadas pela acomodação do material, e sim transmitidas à interface adesiva. As partículas de carga não participam do processo de polimerização, mesmo estando unidas ao polímero. Mais partículas inorgânicas Menos matriz orgânica MENOR CONTRAÇÃO UDMA / BisGMA MENOR CONTRAÇÃO ➢ Quanto mais rápida a polimerização < Fase Pré-Gel < Escoamento > Tensões ➢ Quanto maior a intensidade da luz maior o grau de conversão. É necessário uma potência alta para um correto grau de conversão. Porém o alto grau de conversão até o ponto gel é prejudicial à interface adesiva. Algumas técnicas de fotoativação procuram prolongar o tempo da fase Pré-Gel, com uma menor potência no início da fotopolimerização. ➢ Para minimizar o estresse da contração de polimerização, idealmente prolonga-se a fase pré-gel. TÉCNICAS DE FOTOPOLIMERIZAÇÃO CONVENCIONAL Intensidade constante Potência Máxima do aparelho. 20 a 40 segundos. Não estende a fase Pré-gel. Gera um maior Stress na interface adesiva. PASSOS A resina é fotopolimerizada inicialmente em uma potência mais baixa, e subitamente emprega-se a potência máxima do aparelho. UDMA / BISGMA ALTO PESO E BAIXO PESO TEGDMA/ MMA RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO Tempos pré definidos pelo aparelho. Estende a fase Pré-gel. Gera um menor Stress na interface adesiva. RAMPA A luz é aplicada em baixa intensidade e, gradativamente a intensidade é aumentada, chegando a uma alta intensidade por mais um tempo específico. Tempos pré definidos pelo aparelho. Estende a fase Pré-gel. Gera um menor Stress na interface adesiva. PULSO TARDIO Cada incremento é fotopolimerizado por 5 segundos em baixa potência. Ao fim da restauração fotopolimerização de 1 minuto por face, em potência máxima. Gera menor stress de contração de polimerização e melhor adaptação marginal. Tensão de contração: controle 1. Configuração da cavidade a. Fator C b. Tamanho 2. Protocolo clínico a. Técnica incremental b. Intensidade de luz 3. Material restaurador Harmonia + beleza + função = Satisfação Desvios de normalidade criam contrastes notáveis RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO Um exemplo deste fenômeno harmonioso representado pela estética encontra-se a “Sequência de Fibonacci”, aplicado ao crescimento harmonioso da matéria, originandoos conceitos de proporção áurea segundo Pitágoras. Ao dividirmos dois números consecutivos da sequência de Fibonacci (o maior pelo menor) chegamos próximos ao número PHI (1,618...). O número PHI é uma sequência infinita: 1,61803398874989484820458683436563811772 030917980576... Proporção A proporção, considerando os seis elementos anterossuperiores, atua como diretriz na visibilidade gradual e aparente dos dentes, bem como na harmonia visual do conjunto, através da relação proporcional entre a largura do sorriso em conjunto com segmentos anterior e corredor bucal. A odontologia dispõe de várias ferramentas de proporção que se associam com simetria e relações repetidas ANÁLISE ESTÉTICA DO SORRISO Podem atuar como fatores determinantes na escolha da proporção a ser utilizada quando visando um resultado natural e harmônico: Dimensões faciais; Composições dentárias; Largura do sorriso. ➢ MACROESTÉTICA >>>>>>>>> ANÁLISE FACIAL Divisão da mesma em partes correspondentes nos planos vertical e horizontal COMO DEVE SER REALIZADA? • fotografias em norma frontal e lateral; • avaliação clínica do paciente em repouso, falando e sorrindo, viabilizando a avaliação a dinâmicados elementos em grupo. RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO QUANTO A FORMA Linha interpupilar deve ser basicamente paralela ao plano incisal dos dentes superiores e ao contorno da margem gengival. Linha Média A linha média facial divide a face em duas extremidades, enfatizando as características dos lados direito e esquerdo da face. Pode ser determinada por uma linha traçada a partir do ponto glabela, passando pela ponta do nariz, tubérculo e filtro labial até a ponta do mento. A linha média dentária superior deve estar alinhada com o filtro médio do lábio superior para um aspecto simétrico da face A linha média do terço inferior deve ser avaliada em relação à linha média facial, superior e às estruturas anatomicamente relacionadas ao segmento anterior da mandíbula. RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO ➢ Desvios de linha média • Diastemas ou apinhamentos; • Anomalias de crescimento mandibular; • Rotação ou movimentação vestíbulo-lingual de elementos; • Alteração do tamanho da coroa dentária por tratamento restaurador ou protético; • Desvios mandibulares funcionais ou esqueléticos; • Dentes supranumerários. ➢ ANÁLISE HORIZONTAL Divisão da face em três terços horizontais: superior médio inferior Cujas medidas geralmente variam entre 55 a 65 mm. Terço superior da face A avaliação clínica do terço superior da face está relacionada a: • Forma • Tamanho • Grau relativo de proeminência da fronte. Terço médio da face • A propriedade principal a ser observada no terço médio é que a base do nariz seja equivalente a distância intercantal dos olhos. • O terço médio é delimitado pelo espaço compreendido entre a mesma linha que percorre as sobrancelhas (ponto glabela -Gl) e a linha que percorre a base do nariz (ponto Subnasal -Sn). Terço inferior da face O terço inferior concentra atenção durante a observação da face se deve a atuação dominante da mobilidade exercida pela mandíbula, enfatizada pela expressão RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO tegumentar. • É delimitado pelos pontos subnasal (Sn) e mento, sendo subdividido em três partes que devem ser equivalentes. NORMA LATERAL • Análise do perfil tegumentar da face • Diagnóstico das relações maxilomandibulares. O contorno do perfil facial pode ser avaliado e classificado de acordo com a relação de angulação entre as linhas traçadas unindo o ponto Glabela ao Subnasal (Plano Facial Superior), e a que o une o mesmo ao ponto Pogônio (Plano Facial Inferior). Tais planos podem se relacionar de tal forma a classificar o perfil facial em divergente (anterior, neutro ou posterior); côncavo, reto ou convexo. ➢ LÁBIOS Rufenacht (1990) cita que o ideal estético dos lábios é obtido pela relação harmoniosa entre altura e largura, representado através da fórmula matemática (AB= 4CD) O comprimento do lábio inferior pode ser determinado pela medida da distância entre o estômio e a parte mais proeminente do mento, a partir das quais os lábios inferiores também podem ser classificados em curtos, médios ou longos ➢ LARGURA DOS LÁBIOS • A configuração horizontal permite classificar os lábios em largos, médios e estreitos RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO ➢ ESPESSURA DOS LÁBIOS Em relação à espessura, Matthews (1978) classifica os lábios em grossos, médios ou finos ➢ EXPOSIÇÃO DENTO GENGIVAL O sorriso pode ser classificado de acordo com a exposição dento gengival em: Alto: exposição de toda a coroa anatômica dos elementos e uma faixa continua maior ou igual a 3 mm de tecido gengival. Médio: exposição de 75-100% da coroa e papilas interdentais; Baixo: exposição de até 75% da coroa anatômica, sem exposição de tecido gengival. ➢ ESPAÇO INTER LABIAL Em posição de repouso quando houver uma boa estética haverá um espaço interlabial (EIL) de 1-5 mm O aumento de espaço interlabial pode ser percebido em pacientes com lábio superior anatomicamente curto, excesso maxilar vertical, protrusão mandibular e mordida aberta. Um espaço reduzido pode ser notado em casos de deficiência maxilar vertical e lábio superior anatomicamente longo (tendência natural com o aumento da idade, principalmente nos homens), e retrusão mandibular com mordida profunda. ➢ CONTORNO GENGIVAL • Tecido gengival saudável: forma do colo adequada, preenchimento total das ameias cervicais • Grande preocupação para obtenção de estética ➢ CURVATURA INCISAL • A curvatura incisal, ou linha do sorriso é determinada pela linha imaginária que tangencia as bordas incisais dos incisivos superiores e a ponta da cúspide dos caninos. • Composição harmômica: conformação convexa acompanhando a curvatura do lábio inferior durante o sorriso. Um arco côncavo tende a gerar impacto negativo com aspecto de “V” invertido entre os elementos . caninos que ultrapassam o plano dos incisivos deixam a impressão desagradável de “dentes de vampiro RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO ➢ CURVATURA INCISAL • Grande importância estética e funcional • Desoclusão dos posteriores nos movimentos excursivos e a fonação • Indivíduos jovens: borda incisal com elevações arredondadas = Mamelos dentinários. • Com o passar dos anos o desgaste funcional torna os incisivos centrais menos visíveis >>>> Fatores que interferem na conformação do plano incisal incluem: idade, sexo e hábitos para funcionais. ➢ INCLINAÇAO DOS DENTES • Avaliar o plano vertical tanto MD quanto VL • Linha média: ponto de referência básico ➢ PROPORÇÃO ENTRE OS DENTES ➢ CORREDOR BUCAL Quando as arcadas dentárias se separam e os lábios se distendem durante o sorriso, geram-se espaços negativos ou fundos escuros da boca. - Localiza-se entre a superfície externa dos dentes superiores e os cantos direito e esquerdo da boca. ➢ AMEIAS CERVICAIS São diretamente dependentes da forma de contorno proximal dos dentes e acomodam a papila interproximal. • As ameias cervicais dos dentes anteriores apresentam uma forma de “v” mais fechada que a dos dentes posteriores, uma vez que a papila interproximal é mais estreita nos anteriores e o tecido ósseo subjacente é mais delgado. ➢ AMEIA INCISAL Tem seu tamanho e forma determinados de acordo com os ângulos mesial e distal dos elementos anterossuperiores e dos pontos de contato. A sua conformação pode alterar a percepção visual da largura doselementos: Ameias fechadas conferem aspecto de dentes mais largos; Ameias abertas conferem aspecto de dentes mais estreitos. Microestética ➢ FORMA Classificação da forma dos dentes em relação ao contorno externo: Quadrado; Triangular; Oval. RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO ➢ TAMANHO O incisivo central superior apresenta uma proporção de comprimento/largura de 10: 8. A largura deste dente não deveria exceder 80% do seu comprimento. Dentes com a mesma largura, porém com alturas diferentes parecem ter diferentes larguras. ➢ TEXTURA SUPERFICIAL Sulcos Vestibulares • Lóbulos do desenvolvimento • Periquimáceas: 1/3 cervical dos dentes Manifestações das estrias de Retzius Linhas dão forma aos objetos, definem contornos e limites Linhas verticais acentuam a altura e dissimulam a largura Linhas horizontais acentuam a largura e dissimulam a altura A TEXTURA Redução com a idade Falha estética: presença de superfícies regulares onde naturalmente seriam rugosas Superfícies lisas: refletem luz incidente = artificialidade Reprodução da textura Fatores que podem influenciar o preparo: Grau de escurecimento Presença de diastemas e desgastes Existência de apinhamento Altura da linha do sorriso Inclinação do dente no arco (vestibularização) Necessidade de alongamento do dente e/ou melhoria/obtenção de guias de desoclusão. ➢ INDICAÇÕES • Dentes com alteração de cor • Dentes com pequena giroversão ou alteração de posicionamento • Dentes tratados endodonticamente e com alteração de cor, quando não houve sucesso na tentativa de clareamento • Dentes com fraturas amplas • Dentes vitais com moderada alteração de cor que não responderam favoravelmente à técnica de clareamento • Dentes com amplas lesões de cárie envolvendo a face vestibular • Dentes com amplas lesões cervicais que praticamente atingem quase toda a extensão da superfície vestibular • Dentes conoides • Dentes com uma ou mais restaurações deficientes envolvendo significativamente a face vestibular • Dentes hipoplásicos • Dentes com alteração de cor e/ou morfologia superficial por fluorose nos quais não é possível tratar com técnica de clareamento por microabrasão. • Dentes com perimólise localizada na face vestibular • Dentes que necessitam transformação da forma coronária após tratamento RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO ortodôntico ou implante, como, por exemplo, incisivo lateral em incisivo central, canino em incisivo lateral ou pré-molar em canino. • Dentes com defeitos localizados ou descoloração intrínseca na face vestibular ➢ VANTAGENS • POUCO OU ATÉ MESMO NENHUM DESGASTE DO DENTE • RESULTADO ESTÉTICO EXCELENTE • MENOR TEMPO DE EXECUÇÃO EM COMPARAÇÃO COM A TÉCNICA INDIRETA • NÃO NECESSITA CONFECÇÃO DE PROVISÓRIO • NÃO REQUER A EXECUÇÃO DE PROCEDIMENTO DE MOLDAGEM • MENOR CUSTO EM COMPARAÇÃO COM AS TÉCNICAS INDIRETAS • FACILIDADE DE REPARO ➢ LIMITAÇÕES EM DENTES MUITO ESCUROS: existe a dificuldade de mascarar o fundo da restauração devido às características de translucidez das resinas compostas e pouca espessura do material aplicado, já que o preparo é bastante conservador. EM PACIENTES COM HÁBITOS PARAFUNCIONAIS: As facetas diretas de resina composta podem ser realizadas nestes pacientes desde que se faça um diagnóstico correto e se tomem medidas de controle tais como o esclarecimento do paciente quanto a essas alterações e a construção de uma placa articular de proteção tão logo se conduz o tratamento restaurador. EM PACIENTES FUMANTES E/OU COM INGESTÃO FREQUENTE DE SUBSTÂNCIAS CORANTES: Nesses casos, é importante que o dentista alerte o paciente quanto à influência negativa destes agentes sobre a superfície da resina composta. EM DENTES COM GRANDE GIROVERSÃO E/OU APINHAMENTO. Essa situação normalmente acarreta a necessidade de execução de um amplo desgaste do dente, o que costuma dificultar ou até mesmo inviabilizar a realização da faceta direta de resina composta. EM DENTES COM ALTERAÇÃO DE POSIÇÃO PARA VESTIBULAR. Pelas mesmas razões descritas anteriormente, é muito difícil a solução estética com faceta direta de resina composta nesses dentes quando tratados isoladamente. CARACTERÍSTICAS INERENTES A RESINA COMPOSTA, tais como contração de polimerização que, se não controlada, poderá comprometer o selamento da restauração. E a translucidez, que poderá limitar o resultado estético em dentes com acentuada alteração de cor. ➢ DIAGNÓSTICO • EXPECTATIVA DO PACIENTE QUANTO AO RESULTADO ESTÉTICO E DE LONGEVIDADE CLÍNICA • HÁBITOS NOCIVOS DO PACIENTE • OCLUSÃO • HIGIENE ORAL E SAÚDE PERIODONTAL • CONDIÇÃO DO DENTE • MORFOLOGIA GENGIVAL RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO ➢ SEQUÊNCIA DE CONFECÇÃO DE UMA FACETA DIRETA EM UM DENTE COM ALTERAÇÃO DE COR, MAS SEM QUALQUER ALTERAÇÃO DE FORMA E TEXTURA. • Duas guias devem ser confeccionadas e a seguir cortadas: a primeira longitudinalmente e a segunda transversalmente. • Confeccionar uma matriz de acrílico transparente, a fim de copiar e transferir a morfologia vestibular pré-operatória para a restauração definitiva. • Isolar com vaselina o dente que será copiado, bem como os dentes adjacentes • Definir a quantidade de desgaste necessária para mascarar a superfície escurecida do remanescente • Confecção de canaletas com uma ponta diamantada esférica, posicionada em um ângulo de 45° com a superfície vestibular. • Na sequência uma ponta diamantada tronco cônica é empregada para execução de sulcos longitudinais. • A partir do sulco longitudinal criado anteriormente, a ponta diamantada tronco cônica realiza o desgaste restante da porção vestibular do dente. • Os três planos de inclinação vestibular são respeitados, de modo que exista uma uniformidade de desgaste ao longo de todo o preparo. • Refinamento do preparo: procura gerar uma superfície lisa e sem irregularidades, por meio do uso de pontas diamantadas de granulação fina e extrafina. • Realização de um leve afastamento gengival: com fio retrator de calibre compatível com o sulco • A ação mecânica do fio retrai o tecido, permitindo o uso de pontas diamantadas tronco cônicas de granulação fina e extrafina, para estender o preparo, tornado o levemente intrasulcular. o fio retrator protege o espaço biológico minimizando o risco de sobre extensão sulcular do preparo. • O objetivo é estender o preparo até que as margens fiquem totalmente ocultas, qualquer que seja a posição de observação. • As guias de silicone, são empregadas para demonstrar a uniformidade de espessura que existe para a inserção dos compósitos. • A margem gengival, levemente intrasulcular, também é um fator de importância primordial para a estética da faceta. • Isolamento relativo e sistema adesivo COM FIO E VEDA ROSCA • O opacificador é aplicado primeiramente no sentido cérvico-incisal e fotoativado, seguido de uma aplicação no sentido mésio-distal e uma nova fotopolimerização. • A inserção de resina composta é iniciada com um compósito de baixa translucidez, que se estende do terço cervical ao médio. • Um segundo incremento, geralmente menos saturado que o primeiro, se sobrepõe a ele no terço médio e é levado em direção incisal. • A seguir, uma última porção é aplicada ao terço incisal, completando o recobrimento do substrato opacificado. • a última camada, referente ao esmalte e que será levada em posição com o auxílio a matriz de acrílico, seja perfeitamente RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO uniforme, sob riscode conferir à restauração um aspecto artificial. Fotopolimerização *após a confirmação da existência desse espaço, com as guias de silicone. • Para reproduzir a camada de esmalte, será empregada a matriz acrílica confeccionada previamente. • O primeiro passo é a lubrificação de sua superfície interna com vaselina, com cuidado para deixar uma camada tão delgada sem excessos, quanto possível. • A seguir, o compósito com características de esmalte é cuidadosamente aplicado na matriz de acrílico, em volume suficiente para se unir a toda superfície de resina composta já aplicada sobre o dente. • Após o preenchimento, a matriz é levada em posição e pressionada até que se tenha certeza de seu completo assentamento, garantido pelas projeções de acrílico realizadas sobre os dentes adjacentes. • Os excessos de resina composta extravasam e são removidos com o auxílio de uma sonda exploradora ou de um pincel descartável. • A fotoativação inicial é realizada através da matriz de acrílico, por apenas 5 segundos, para que não ocorra união entre a resina composta e a resina acrílica da matriz. • A matriz é removida e o compósito recebe a fotoativação final, por tempo igual ou superior ao recomendado pelo fabricante. • Acabamento e polimento: eliminação de excessos marginais e estabelecimento de brilho compatível com os dentes adjacentes. ➢ TÉCNICAS DE RECONSTRUÇÃO À MÃO LIVRE Dente anterior com múltiplas restaurações insatisfatórias e defeitos de formação em sua face vestibular. A TECNICA É IGUAL A ANTERIOR POREM SEM AS GUIAS E SEM A MATRIZ DE ACRILICO A primeira camada de compósito é concluída em três incrementos, aplicados e fotoativados separadamente nos terços cervical, médio e incisal, e se sobrepondo levemente nas áreas de transição, de forma a criar uma variação cromática suave ao longo da coroa. • É importante, também que a transição de um incremento para o outro seja sutil. • Antes da fotoativação de cada incremento assegurar que o espaço reservado ao "esmalte artificial" não foi invadido. AS FACETAS DIRETAS SÃO ALTERNATIVAS RESTAURADORAS QUE DEVEM SER CONSIDERADAS, SEMPRE QUE POSSÍVEL POIS APRESENTAM BOM RESULTADO ESTÉTICO E TÊM ÓTIMA RELAÇÃO CUSTO BENEFÍCIO, QUANDO COMPARADAS COM AS DIFERENTES MODALIDADES DE RESTAURAÇÕES INDIRETAS. RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO FECHAMENTO DE DIASTEMAS ➢ O fechamento de diastemas com resinas compostas, aplicadas de forma direta, é uma técnica altamente conservadora, uma vez que não é necessário qualquer desgaste tecidual, antes da aplicação das massas de compósito. ➢ Planejamento adequado assegurar que os dentes restaurados apresentem uma forma adequada, principalmente no que tange à relação entre a altura e a largura. Planejamento das restaurações: • Enceramento diagnóstico, seguido por um ensaio restaurador OU • Somente execução do ensaio restaurador, sem o enceramento prévio. ➢ Ensaio restaurador Seleção de cores adequada e aprovação pelo paciente da forma planejada para as restaurações definitivas. Sobre o enceramento diagnóstico ou diretamente sobre o ensaio confecciona-se uma guia de silicone, que auxiliará na obtenção da forma final da restauração. A guia de silicone permite antever o contorno das restaurações, orientando a inserção dos incrementos de resina composta. ➢ Inicialmente, a superfície é limpa com pasta profilática ou um jato de bicarbonato de sódio; ➢ Isolamento do campo operatório com roletes de algodão, sugador, afastador labial e um fio retrator; ➢ O dente é protegido com fita veda rosca; ➢ O dente condicionado é lavado e secado com atos de ar; ➢ Na sequência, aplicação do sistema adesivo e fotoativação. ➢ O compósito escolhido para a reprodução do esmalte palatal é inserido na guia, que é levada de encontro ao dente e pressionada em posição. ➢ Após a fotopolimerização, a guia é removida e o contorno planejado para a restauração é claramente observado. ➢ Com a guia de silicone removida, um segundo incremento de compósito, com características ópticas similares às da dentina, é inserido, conformado e fotopolimerizado. ➢ A seguir, um terceiro incremento é aplicado, com o objetivo de reproduzir as características do esmalte vestibular e proximal. ➢ Fotopolimerização final ➢ Antes de iniciar os procedimentos restauradores no dente homólogo, entretanto, é importante executar o acabamento e polimento da superfície proximal recém- restaurada, com tiras de lixa elou discos flexíveis abrasivos. ➢ O fio retrator é inserido no sulco gengival, e o dente adjacente é protegido com fita veda rosca. ➢ Condicionamento com ácido fosfórico, lavagem,secagem e aplicação do sistema adesivo ➢ Após a fotopolimerização do adesivo, a fita veda rosca é removida. ➢ A guia de silicone, já carregada com o compósito que reproduzirá o esmalte palatal, é levada em posição; ➢ O primeiro incremento é fotoativado e a guia é removida; ➢ Um segundo incremento, realizado com compósito tipo dentina, é inserido, conformado e fotoativado. ➢ Concluindo a inserção dos compósitos, um último incremento, com características compatíveis com a reprodução do esmalte vestibular, é aplicado e conformado, com o auxílio de espátulas e pincéis. ➢ Confirmado o contorno da restauração, realiza-se a fotoativação final. ➢ Acabamento e polimento, com tiras de lixa, em ordem decrescente de abrasividade. ➢ Borrachas abrasivas são utilizadas no acabamento e polimento das faces palatais e,caso necessário, também nas faces vestibulares. DENTES CONOIDES USA MESMA TECNICA RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO VANTAGENS - Melhor resultado estético em relação à resina composta - Resultado estético mais duradouro - Tratamento conservador - Melhor restabelecimento e manutenção da função do dente - Procedimento simples e rápido - Fatores emocionais e sociais LIMITAÇOES - Resultado estético insatisfatório quando o fragmento ou o remanescente dental apresentam alteração de cor - Possibilidade do fragmento não readiquirir a cor do remanescente dental - Possibilidade do fragmento desprender do remanescente dental - Aparência da linha de união entre o remanescente dental e o fragmento - Envolvimento radicular PODE SER AUTOGENA OU HOMOGENA PODE SER Imediata: quando realizada em consulta de urgência no mesmo dia em que ocorreu a fratura dental. Mediata: quando executada em sessão posterior a de urgência. ➢ Quanto à extensão da fratura Fratura coronária: quando ficar limitada à coroa dental, podendo envolver • esmalte • esmalte/dentina • esmalte/dentina com exposição pulpar Fratura coronorradicular: quando envolver a coroa dental e área da raiz, podendo ser • sem exposição pulpar • com exposição pulpar • sem envolvimento do espaço biológico • com envolvimento do espaço biológico Fraturas radiculares PROCEDIMENTO: 1 –Anamnese • Como ocorreu o acidente? • Local onde ocorreu o acidente • Tempo decorrido desde o acidente • Sintomas físicos gerais após o acidente e história médica • História dental pregressa • Avaliar a ATM 2 – Exame dos tecidos moles • Houve laceração de tecidos moles? • Fragmento do dente ou algum outro corpo estranho dentro dos tecidos moles? 3 – Exame dos tecidos duros • Avaliação do grau de erupção do dente; • Exame do fragmento dentário; • Avaliar a extensão da fratura e quantidade de tecido dental envolvido; • Teste de mobilidade; • Teste de percussão; • Exame radiográfico DIAGNOSTICO: • Adaptação do fragmento em relação ao remanescente dental • Condição do fragmento •Tamanho do fragmento • Condição pulpar ou do tratamento endodôntico: • Cor do fragmento • Extensão da fratura • Oclusão O sucesso de uma colagem de fragmento depende, entre outros fatores: • da extensão da fratura, • do estado de conservação do fragmento e de sua adaptação ao remanescente. RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO TÉCNICA DE COLAGEM COM GUIA DE ACRÍLICO • Profilaxia no fragmento e nos dentes • Seleção de um compósito com cor compatível com a do esmalte. • Avaliar a adaptação do fragmento ao remanescente, tanto por vestibular como por palatal. • Análise dos contatos oclusais em máxima intercuspidação habitual. O ideal para assegurar um melhor desempenho clínico em casos de colagem, é que eles se apresentam confinados ao remanescente, não se estendendo à linha de fratura onde, posteriormente, será a interface de união entre o dente e o fragmento. • Isolamento do campo operatório- absoluto ou relativo. CONFECÇÃO DA GUIA : ➢ A primeira etapa é colocação do fragmento em posição e sua fixação temporária com uma bolinha de resina composta, posicionada na interface fragmento- remanescente e a seguir, fotopolimerizada. ➢ Isolamento dos dentes adjacentes ao dente fraturado, com um lubrificante hidrossolúvel. ➢ A seguir, um rolete de resina acrílica em fase plástica é levado ao encontro das superfícies incisais dos três dentes, envolvendo parte das faces vestibular e palatal. ➢ É importante que a resina acrílica não ultrapasse a linha de fratura, para permitir uma adequada remoção dos excessos de compósito durante a execução da colagem. ➢ Após a polimerização completa do acrílico, a bolinha de resina que ficava o fragmento ao remanescente é removida e a guia de acrílico é deslocada em direção incisal. ➢ Os procedimentos adesivos são executados separadamente: inicialmente no fragmento e, na sequência, no remanescente. ➢ O condicionamento ácido é realizado sobre toda a superfície que será colada e se estende cerca de 1 a 2 mm em direção às faces proximais, vestibular e palatal. ➢ Após 15 segundos, o ácido é lavado e os excessos de umidade são removidos com bolinhas de algodão e jatos de ar. ➢ O sistema adesivo é aplicado, de acordo com suas instruções, entretanto não é fototivado. ➢ Proteção dos dentes adjacentes com uma fita veda-rosca. ➢ O condicionamento ácido e a aplicação do sistema adesivo seguem o mesmo protocolo empregado no fragmento e, mais uma vez, o adesivo não é fotoativado. ➢ Um compósito de cor compatível com o esmalte é aplicado sobre o fragmento, atuando como um verdadeiro agente cimentante. ➢ A seguir, o conjunto guia/fragmento é levado em posição e estabilizado por meio de pressão digital. ➢ Os excessos são removidos com uma espátula e pincel. ➢ O conjunto guia/fragmento é fotoativado ➢ A seguir guia de acrílico é deslocada para incisal e removida. ➢ Remoção dos excessos:Lâminas de bisturi número 12, discos flexíveis abrasivos, tiras de lixa e borrachas abrasivas. ➢ Polimento. ➢ Remoção do isolamento absoluto, ➢ Checagem dos contatos oclusais e comparação com aqueles registrados antes da colagem. Técnica de bisel pós-colagem A realização do bisel é determinada pela necessidade de melhorar a transição estética do dente para o fragmento. Assim, sua indicação deve ser limitada aos locais em que a linha de união realmente compromete a estética, o que não ocorre na face palatal, por exemplo. Dentre todos os procedimentos restauradores, a colagem de um fragmento é, provavelmente, aquele em que o sucesso mais depende da adesão. A etapa mais crítica da colagem de um fragmento dental é o seu correto posicionamento no momento em que o sistema adesivo e a resina composta forem fotopolimerizados. Confecção de uma Guia de acrílico, tendo como referência os dentes adjacentes, a fim de garantir o posicionamento ideal do fragmento. RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO ➢ Instrumentos de eleição: pontas diamantadas esféricas, empregadas em alta rotação. ➢ O diâmetro da ponta diamantada deve ser compatível com a extensão planejada para o bisel: quanto mais extenso, maior o diâmetro da ponta, e vice-versa. ➢ O eixo da ponta diamantada permanece praticamente paralelo superfície vestibular do dente, de forma que o desgaste fica limitado a menos da metade do diâmetro de sua ponta ativa. ➢ O bisel deve ser executado em toda a área visível da linha de união e, devido à proximidade com os dentes adjacentes, estes devem ser protegidos com uma tira de matriz metálica, quando a ponta se aproxima das regiões proximais. ➢ Os procedimentos adesivos são realizados em toda a extensão do bisel e aproximadamente 1 a 2 mm além de suas margens. ➢ O RESTANTE DA TECNICA SEGUE NORMAL COM SISTEMA ADESIVO, RESINA ACABAMENTO E POLIMENTO