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RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO 
 
Grampo com asa: 200-205 (molares) 
206-209 (pré-molares) 
210-211 (dentes anteriores) 
Grampo 212: para retração gengival 
Grampos sem asa: 26 e W8A 
 
1. Fotografia Inicial 
2. Profilaxia 
3. Seleção de cores – opacidade e translucidez 
4. Determinação de contatos oclusais 
5. Anestesia (se necessário) 
6. Isolamento absoluto 
7. Preparo da cavidade 
8. Aplicação do sistema adesivo - de acordo com 
instruções do fabricante 
- Condicionamento ácido - 15 a 30 segundos 
- Lavar pelo mesmo ou dobro do tempo e secar 
- Aplicar o sistema adesivo 
- Fotopolimerizar 
9. Inserção incremental da resina composta (incrementos 
de no máximo 2mm) 
10. Fotopolimerizar 
11. Escultura incremental 
12. Ajuste oclusal, Acabamento e Polimento 
13. Fotografia Final 
 
 
➢ PRIMARIA: durante a odontogenise 
➢ SECUNDARIA: após erupção forma lenta 
➢ TERCEARIA: resposta a agressão e 
divide-se em: 
reacional: injuria minima e formada 
lentamente 
reparadora: injuria severa formada 
rapidamente 
 
 
COMPRIMENTO DE ONDA PERCEPÇÃO PELO 
OLHO HUMANO E COMPONENTE 
PSICOLOGICO 
 
MATIZ : família 
 
A: amarelo amarronzado 
B: amarelo alaranjado 
C: amarelo acinzentado 
D: amarelo avermelhado 
 
CROMA: saturação e intensidade determinado 
por um numero dentro do matiz 
➢ Relacionado a dentina 
➢ Quando mais cervical maior o croma 
 
< A1 A2 A3 A4 A5 > 
 
 
 
 
 
RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO 
 
VALOR E BRILHO 
➢ Distinguimos claro do escuro 
➢ Relacionado a quantidade de pigmento 
branco 
➢ Quando mais branco mais reflete a luz e 
maior valor 
 
Branco valor luz 
 
 
 EFEITOS OPTICOS 
 
➢ TRANSLUCIDEZ E OPACIDADE 
 
Mede a passagem de luz 
 
➢ FLUORESCENCIA 
 
Proporcionado pela dentina 
Sob luz baixo comp. reflete azul claro 
ou branco intenso 
Emite luz no rx 
 
➢ OPALECENCIA 
 
Pelo esmalte 
Transparente ou translucido que dá 
tonalidade leitosa 
Sob luz alto comp. Reflete cinza 
azulado 
 
 
 ETAPAS PARA ESCOLHA 
DE COR 
 
➢ PROFILAXIA 
➢ ESCALA SECA 
➢ DENTE UMIDO 
➢ LUZ NATURAL 
 
 
OBS: o esmalte e a dentina tem 
espessura diferente e características 
ópticas diferente 
 
 
 
 
 
 
 
• ACABAMENTO INICIAL 
• ACABAMENTO INTERMEDIARIO 
• POLIMENTO 
 
 
ACABAMENTO INICIAL: 
Imediato após o termino da restauração 
>>>>> define a anatomia e ajustes 
 
ACABAMENTO INTERMEDIARIO E 
POLIMENTO FINAL: 
 
Após 48 hs 
>>>>>> refinar a relação altura e largura, 
ajustar inclinação vestibular, definir 
contatos proximais esculpir ameias 
 
 
AREA PLANA: ETAPAS 
 
>>>>>AREA DA SUPERFICIE VESTIBULAR 
QUE REFLETE A LUZ DE MANEIRA 
FRONTAL E DIRETA. 
 
➢ Demarcar as arestas proximais do dente 
homologo com grafite e com o compasso a 
distancia, transferindo assim para o dente 
restaurado com auxilio de discos flexíveis. 
➢ A modificação faz com que a largura 
aparente do dente seja significamente 
alterada. 
➢ Quando se modifica a topografia da 
superfície afastando ou aproximando as 
arestas longitudinal modifica o ângulo de 
reflexão da luz. 
➢ Dentes anteriores tem suaves depressões ou 
sulcos longitudinais. 
 
>> a morfologia incisal pode ser feita com 
ponta diamantada pequena 
>> ponta diamantada tronco cônica extra 
fina com extremos arredontados, 
posicionar lateralmente para apenas a 
RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO 
 
ponta ativa tenha contato direcionado para 
mesial e distal 
 
 
>>>A textura da superfície vestibular 
resulta da presença de 
dois detalhes morfológicos: 
 
➢ Sulcos horizontais: são mais profundos e 
demarcados, e apresentam uma disposição 
semicircular; 
 
➢ Periquimácias: são sulcos rasos, numerosos 
e sutis, formados pelas estrias de Retzius 
durante a formação do esmalte. 
 
 
 
>>>>>As etapas finais são a suavização da 
textura e o polimento da restauração. 
 
• Para realizar a suavização, podem ser 
empregadas borrachas ou discos flexíveis 
com baixa 
abrasividade. 
 
• O polimento da restauração, com escovas 
Robinson ou discos de feltro + pastas com 
abrasividade decrescente, a fim de conferir 
o brilho final à restauração. 
 
USAR DE FORMA DECRESCENTE DA MAIOR PARA 
MENOR GRANULAÇAO. 
 
 
 
 
“A contração de polimerização se desenvolve 
conforme o monômero é convertido em 
polímero e o espaço livre entre os monômeros 
diminui...” 
➢ A contração de polimerização produz 
tensões residuais 
➢ A Contração de Polimerização tem 
relação direta com a quantidade de 
material orgânico existente na resina 
composta. 
➢ Quanto maior o volume da Matriz 
Orgânica MAIOR SERÁ A CONTRAÇÃO 
DE POLIMERIZAÇÃO. 
 
 
>>>CONSEQUENCIAS 
 
• Enfraquece a adesão dente-
restauração 
 
• Infiltração marginal 
 
• Manchamento e/ou sensibilidade 
 
• Desenvolvimento de uma nova 
lesão de cárie 
 
 
➢ Estágios de polimerização 
 
• Fase inicial de polimerização ou pré-
gel: capacidade de deformar-se e 
dissipar tensões. 
 
• Fase de polimerização ou gel: formação 
dos polímeros e a movimentação 
molecular da matriz é inibida. 
 
RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO 
 
• Fase pós-polimerização ou pós-gel: 
rigidez, porém com contração (tensões) 
 
➢ Tensão de contração 
 
Quanto mais rapidamente se completa o 
processo de formação dos polímeros 
 
• ... menos tempo o material permanece 
nas fases pré-gel e gel,... 
 
• ...gerando tensões que não são 
dissipadas pela acomodação do material, 
e sim transmitidas à interface adesiva. 
 
 
 
As partículas de carga não participam do 
processo de polimerização, 
mesmo estando unidas ao polímero. 
 
Mais partículas inorgânicas 
 
Menos matriz orgânica 
 
MENOR CONTRAÇÃO 
 
 
 
 
UDMA / BisGMA MENOR CONTRAÇÃO 
 
 
 
➢ Quanto mais rápida a polimerização 
 
< Fase Pré-Gel 
< Escoamento 
> Tensões 
 
➢ Quanto maior a intensidade da luz maior 
o grau de conversão. 
 
 É necessário uma potência alta para 
um correto grau de conversão. 
 
 Porém o alto grau de conversão até o 
ponto gel é prejudicial à 
interface adesiva. 
 
 Algumas técnicas de fotoativação 
procuram prolongar o tempo da 
fase Pré-Gel, com uma menor potência 
no início da fotopolimerização. 
 
 
➢ Para minimizar o estresse da contração 
de polimerização, idealmente prolonga-se 
a fase pré-gel. 
 
 
TÉCNICAS DE FOTOPOLIMERIZAÇÃO 
 
CONVENCIONAL 
Intensidade constante 
Potência Máxima do aparelho. 
20 a 40 segundos. 
Não estende a fase Pré-gel. 
Gera um maior Stress na interface adesiva. 
 
PASSOS 
A resina é fotopolimerizada inicialmente em 
uma potência mais baixa, e subitamente 
emprega-se a potência máxima do aparelho. 
 
UDMA / BISGMA 
ALTO PESO E BAIXO PESO 
TEGDMA/ MMA 
RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO 
 
Tempos pré definidos pelo aparelho. 
Estende a fase Pré-gel. 
Gera um menor Stress na interface adesiva. 
 
RAMPA 
A luz é aplicada em baixa intensidade e, 
gradativamente a intensidade é aumentada, 
chegando a uma alta intensidade por mais um 
tempo específico. 
Tempos pré definidos pelo aparelho. 
Estende a fase Pré-gel. 
Gera um menor Stress na interface adesiva. 
 
PULSO TARDIO 
Cada incremento é fotopolimerizado por 5 
segundos em baixa potência. Ao fim da 
restauração fotopolimerização de 1 minuto 
por face, em potência máxima. 
Gera menor stress de contração de 
polimerização e 
melhor adaptação marginal. 
 
 
 
 
 
 
 
Tensão de contração: controle 
 
1. Configuração da cavidade 
a. Fator C 
b. Tamanho 
 
2. Protocolo clínico 
a. Técnica incremental 
b. Intensidade de luz 
 
3. Material restaurador 
 
 
 
Harmonia + beleza + função = Satisfação 
 
Desvios de normalidade criam contrastes 
notáveis 
 
RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO 
 
Um exemplo deste fenômeno harmonioso 
representado pela estética encontra-se a 
“Sequência de Fibonacci”, aplicado ao 
crescimento harmonioso da matéria, 
originandoos conceitos de proporção áurea 
segundo Pitágoras. 
 
Ao dividirmos dois números consecutivos da 
sequência de Fibonacci (o maior pelo menor) 
chegamos próximos ao número PHI (1,618...). 
O número PHI é uma sequência infinita: 
1,61803398874989484820458683436563811772
030917980576... 
 
 
Proporção 
 
A proporção, considerando os seis elementos 
anterossuperiores, atua como diretriz na 
visibilidade gradual e aparente dos dentes, 
bem como na harmonia visual do conjunto, 
através da relação proporcional entre a 
largura do sorriso em conjunto com segmentos 
anterior e corredor bucal. 
 
A odontologia dispõe de várias ferramentas de 
proporção que se associam com simetria e 
relações repetidas 
 
 
ANÁLISE ESTÉTICA DO SORRISO 
 
Podem atuar como fatores determinantes na 
escolha da proporção a ser 
utilizada quando visando um resultado 
natural e harmônico: 
 
Dimensões faciais; 
Composições dentárias; 
Largura do sorriso. 
 
 
 
➢ MACROESTÉTICA 
 
 
>>>>>>>>> ANÁLISE FACIAL 
Divisão da mesma em partes correspondentes 
nos planos vertical e horizontal 
COMO DEVE SER REALIZADA? 
• fotografias em norma frontal e lateral; 
• avaliação clínica do paciente em repouso, 
falando e sorrindo, viabilizando a avaliação a 
dinâmicados elementos em grupo. 
RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO 
 
 
 
QUANTO A FORMA 
 
 
Linha interpupilar deve ser basicamente 
paralela ao plano incisal dos dentes 
superiores e ao contorno da margem gengival. 
 
 
Linha Média 
 
A linha média facial divide a face em duas 
extremidades, enfatizando as características 
dos lados direito e esquerdo da face. 
 
Pode ser determinada por uma linha traçada a 
partir do ponto glabela, passando pela ponta 
do nariz, tubérculo e filtro labial até a ponta 
do mento. 
 
 
A linha média dentária superior deve estar 
alinhada com o filtro médio do lábio superior 
para um aspecto simétrico da face 
 
A linha média do terço inferior deve ser 
avaliada em relação à linha média facial, 
superior e às estruturas anatomicamente 
relacionadas ao segmento anterior da 
mandíbula. 
 
 
 
 
 
 
RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO 
 
➢ Desvios de linha média 
 
• Diastemas ou apinhamentos; 
• Anomalias de crescimento mandibular; 
• Rotação ou movimentação vestíbulo-lingual 
de elementos; 
• Alteração do tamanho da coroa dentária por 
tratamento restaurador ou protético; 
• Desvios mandibulares funcionais ou 
esqueléticos; 
• Dentes supranumerários. 
 
➢ ANÁLISE HORIZONTAL 
 
Divisão da face em três terços horizontais: 
superior 
médio 
inferior 
Cujas medidas geralmente variam entre 55 a 
65 mm. 
 
Terço superior da face 
 
A avaliação clínica do terço superior da 
face está relacionada a: 
 
• Forma 
• Tamanho 
• Grau relativo de proeminência da 
fronte. 
 
Terço médio da face 
 
• A propriedade principal a ser observada no 
terço médio é que a base do nariz seja 
equivalente a distância intercantal dos olhos. 
• O terço médio é delimitado pelo espaço 
compreendido entre a mesma linha que 
percorre as sobrancelhas (ponto glabela -Gl) e 
a linha que percorre a base do nariz (ponto 
Subnasal -Sn). 
 
 
Terço inferior da face 
 
O terço inferior concentra atenção durante a 
observação da face se deve a atuação 
dominante da mobilidade exercida pela 
mandíbula, enfatizada pela expressão 
RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO 
 
tegumentar. 
• É delimitado pelos pontos subnasal (Sn) e 
mento, sendo subdividido em três partes 
que devem ser equivalentes. 
 
 
NORMA LATERAL 
 
• Análise do perfil tegumentar da face 
• Diagnóstico das relações 
maxilomandibulares. 
O contorno do perfil facial pode ser avaliado e 
classificado de acordo com a relação de 
angulação entre as linhas traçadas unindo o 
ponto Glabela ao Subnasal (Plano Facial 
Superior), e a que o une o mesmo ao ponto 
Pogônio (Plano Facial Inferior). 
Tais planos podem se relacionar de tal forma a 
classificar o perfil facial em divergente 
(anterior, neutro ou posterior); côncavo, reto 
ou convexo. 
 
➢ LÁBIOS 
Rufenacht (1990) cita que o ideal estético dos 
lábios é obtido pela relação harmoniosa entre 
altura e largura, representado através da 
fórmula 
matemática (AB= 4CD) 
O comprimento do lábio inferior pode ser 
determinado pela medida da distância entre o 
estômio e a parte mais proeminente do mento, 
a partir das quais os lábios inferiores também 
podem ser classificados em curtos, médios ou 
longos 
 
 
➢ LARGURA DOS LÁBIOS 
 
• A configuração horizontal permite classificar 
os lábios em largos, médios e estreitos 
 
 
RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO 
 
➢ ESPESSURA DOS LÁBIOS 
 
Em relação à espessura, Matthews (1978) 
classifica os lábios em grossos, médios ou 
finos 
 
 
➢ EXPOSIÇÃO DENTO GENGIVAL 
 
O sorriso pode ser classificado de acordo com 
a exposição dento gengival em: 
Alto: exposição de toda a coroa anatômica dos 
elementos e uma faixa continua maior ou 
igual a 3 mm de tecido gengival. 
Médio: exposição de 75-100% da coroa e 
papilas interdentais; 
Baixo: exposição de até 75% da coroa 
anatômica, sem exposição de tecido gengival. 
 
 
➢ ESPAÇO INTER LABIAL 
Em posição de repouso quando 
houver uma boa estética haverá um 
espaço interlabial (EIL) de 1-5 mm 
 
O aumento de espaço interlabial pode ser 
percebido em pacientes com lábio superior 
anatomicamente curto, excesso maxilar 
vertical, protrusão mandibular e mordida 
aberta. 
 
Um espaço reduzido pode ser notado em casos 
de deficiência maxilar vertical e lábio superior 
anatomicamente longo (tendência natural com 
o aumento da idade, principalmente nos 
homens), e retrusão mandibular com mordida 
profunda. 
 
➢ CONTORNO GENGIVAL 
 
• Tecido gengival saudável: forma do 
colo adequada, preenchimento total 
das ameias cervicais 
 
• Grande preocupação para obtenção 
de estética 
 
 
➢ CURVATURA INCISAL 
• A curvatura incisal, ou linha do sorriso é 
determinada pela linha imaginária que 
tangencia as bordas incisais dos incisivos 
superiores e a ponta da cúspide dos caninos. 
• Composição harmômica: conformação 
convexa acompanhando a curvatura do lábio 
inferior durante o sorriso. 
 
Um arco côncavo tende a gerar 
impacto negativo com aspecto de “V” 
invertido entre os elementos . 
caninos que ultrapassam o plano dos 
incisivos deixam a impressão 
desagradável de “dentes de vampiro 
RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO 
 
➢ CURVATURA INCISAL 
• Grande importância estética e funcional 
• Desoclusão dos posteriores nos movimentos 
excursivos e a fonação 
• Indivíduos jovens: borda incisal com 
elevações arredondadas = Mamelos 
dentinários. 
• Com o passar dos anos o desgaste funcional 
torna os incisivos centrais menos visíveis 
>>>> Fatores que interferem na conformação 
do plano incisal incluem: idade, sexo e hábitos 
para funcionais. 
➢ INCLINAÇAO DOS DENTES 
• Avaliar o plano vertical tanto MD quanto VL 
• Linha média: ponto de referência básico 
 
➢ PROPORÇÃO ENTRE OS DENTES
 
 
 
➢ CORREDOR BUCAL 
Quando as arcadas dentárias se 
separam e os lábios se distendem 
durante o sorriso, geram-se espaços 
negativos ou fundos escuros da boca. 
- Localiza-se entre a superfície externa 
dos dentes superiores e os cantos 
direito e esquerdo da boca. 
 
➢ AMEIAS CERVICAIS 
São diretamente dependentes da forma 
de contorno proximal dos dentes e 
 acomodam a papila interproximal. 
 
 
• As ameias cervicais dos dentes 
anteriores apresentam uma forma de 
“v” mais fechada que a dos dentes 
posteriores, uma vez que a papila 
interproximal é mais estreita nos 
anteriores e o tecido ósseo subjacente é 
mais delgado. 
 
➢ AMEIA INCISAL 
Tem seu tamanho e forma 
determinados de acordo com os 
ângulos mesial e distal 
dos elementos anterossuperiores e dos 
pontos de contato. 
 
 
A sua conformação pode alterar a 
percepção visual da largura doselementos: 
 Ameias fechadas conferem aspecto de 
dentes mais largos; 
 Ameias abertas conferem aspecto de 
dentes mais estreitos. 
 
 
Microestética 
➢ FORMA 
Classificação da forma dos dentes em relação 
ao contorno externo: 
 Quadrado; 
 Triangular; 
 Oval. 
 
 
RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO 
 
➢ TAMANHO 
 
O incisivo central superior apresenta 
uma proporção de 
comprimento/largura de 10: 8. A 
largura deste dente não deveria 
exceder 80% do seu comprimento. 
 
Dentes com a mesma largura, porém 
com alturas diferentes parecem ter 
diferentes larguras. 
 
 
 
➢ TEXTURA SUPERFICIAL 
 
Sulcos Vestibulares 
 
• Lóbulos do desenvolvimento 
• Periquimáceas: 1/3 cervical dos 
dentes Manifestações das estrias de 
Retzius 
 
Linhas dão forma aos objetos, definem 
contornos e limites 
 
Linhas verticais acentuam a altura e 
dissimulam a largura 
 
Linhas horizontais acentuam a largura 
e dissimulam a altura 
 
A TEXTURA Redução com a idade 
Falha estética: presença de superfícies 
regulares onde naturalmente seriam 
rugosas Superfícies lisas: refletem luz 
incidente = artificialidade 
Reprodução da textura 
 
 
 
 
 
 
Fatores que podem influenciar o 
preparo: 
 Grau de escurecimento 
 
 Presença de diastemas e desgastes 
 Existência de apinhamento 
 Altura da linha do sorriso 
 
 Inclinação do dente no arco 
(vestibularização) 
 Necessidade de alongamento do dente 
e/ou melhoria/obtenção de guias de 
desoclusão. 
 
➢ INDICAÇÕES 
 
• Dentes com alteração de cor 
• Dentes com pequena giroversão ou 
alteração de posicionamento 
• Dentes tratados endodonticamente e 
com alteração de cor, quando não 
houve sucesso na 
tentativa de clareamento 
• Dentes com fraturas amplas 
• Dentes vitais com moderada 
alteração de cor que não responderam 
favoravelmente à técnica de 
clareamento 
• Dentes com amplas lesões de cárie 
envolvendo a face vestibular 
• Dentes com amplas lesões cervicais 
que praticamente atingem quase toda a 
extensão da 
superfície vestibular 
• Dentes conoides 
• Dentes com uma ou mais 
restaurações deficientes envolvendo 
significativamente a face vestibular 
• Dentes hipoplásicos 
• Dentes com alteração de cor e/ou 
morfologia superficial por fluorose nos 
quais não é possível tratar com técnica 
de clareamento por microabrasão. 
• Dentes com perimólise localizada na 
face vestibular 
• Dentes que necessitam transformação 
da forma coronária após tratamento 
RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO 
 
ortodôntico ou implante, como, por 
exemplo, incisivo lateral em incisivo 
central, canino em incisivo lateral ou 
pré-molar em canino. 
• Dentes com defeitos localizados ou 
descoloração intrínseca na face 
vestibular 
 
➢ VANTAGENS 
 
• POUCO OU ATÉ MESMO NENHUM 
DESGASTE DO DENTE 
 
• RESULTADO ESTÉTICO EXCELENTE 
 
• MENOR TEMPO DE EXECUÇÃO EM 
COMPARAÇÃO COM A TÉCNICA 
INDIRETA 
 
• NÃO NECESSITA CONFECÇÃO DE 
PROVISÓRIO 
 
• NÃO REQUER A EXECUÇÃO DE 
PROCEDIMENTO DE MOLDAGEM 
• MENOR CUSTO EM COMPARAÇÃO 
COM AS TÉCNICAS INDIRETAS 
 
• FACILIDADE DE REPARO 
 
➢ LIMITAÇÕES 
 
EM DENTES MUITO ESCUROS: existe a 
dificuldade de mascarar o fundo da 
restauração devido 
às características de translucidez das 
resinas compostas e pouca espessura 
do material aplicado, já que o preparo 
é bastante conservador. 
 
EM PACIENTES COM HÁBITOS 
PARAFUNCIONAIS: As facetas diretas 
de resina composta podem ser 
realizadas nestes pacientes desde que 
se faça um diagnóstico correto e se 
tomem medidas de controle tais como o 
esclarecimento do paciente quanto a 
essas alterações e a 
construção de uma placa articular de 
proteção tão logo se conduz o 
tratamento restaurador. 
 
EM PACIENTES FUMANTES E/OU COM 
INGESTÃO FREQUENTE DE 
SUBSTÂNCIAS CORANTES: 
Nesses casos, é importante que o 
dentista alerte o paciente quanto à 
influência negativa destes agentes 
sobre a superfície da resina composta. 
 
EM DENTES COM GRANDE 
GIROVERSÃO E/OU APINHAMENTO. 
Essa situação normalmente 
acarreta a necessidade de execução de 
um amplo desgaste do dente, o que 
costuma dificultar ou até mesmo 
inviabilizar a realização da faceta 
direta de resina composta. 
 
EM DENTES COM ALTERAÇÃO DE 
POSIÇÃO PARA VESTIBULAR. Pelas 
mesmas razões descritas 
anteriormente, é muito difícil a solução 
estética com faceta direta de resina 
composta nesses 
dentes quando tratados isoladamente. 
 
CARACTERÍSTICAS INERENTES A 
RESINA COMPOSTA, tais como 
contração de polimerização que, 
se não controlada, poderá 
comprometer o selamento da 
restauração. E a translucidez, que 
poderá limitar o resultado estético em 
dentes com acentuada alteração de cor. 
 
➢ DIAGNÓSTICO 
 
• EXPECTATIVA DO PACIENTE 
QUANTO AO RESULTADO ESTÉTICO 
E DE LONGEVIDADE CLÍNICA 
• HÁBITOS NOCIVOS DO PACIENTE 
• OCLUSÃO 
• HIGIENE ORAL E SAÚDE 
PERIODONTAL 
• CONDIÇÃO DO DENTE 
• MORFOLOGIA GENGIVAL 
 
 
 
 
 
 
RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO 
 
➢ SEQUÊNCIA DE CONFECÇÃO DE UMA 
FACETA DIRETA EM UM DENTE COM 
ALTERAÇÃO DE COR, MAS SEM 
QUALQUER ALTERAÇÃO DE FORMA E 
TEXTURA. 
 
• Duas guias devem ser 
confeccionadas e a seguir 
cortadas: a primeira 
longitudinalmente e a segunda 
transversalmente. 
• Confeccionar uma matriz de 
acrílico transparente, a fim de 
copiar e transferir a morfologia 
vestibular pré-operatória para a 
restauração definitiva. 
• Isolar com vaselina o dente que 
será copiado, bem como os 
dentes adjacentes 
• Definir a quantidade de 
desgaste necessária para 
mascarar a superfície 
escurecida do remanescente 
• Confecção de canaletas com 
uma ponta diamantada esférica, 
posicionada em um ângulo de 
45° com a superfície vestibular. 
• Na sequência uma ponta 
diamantada tronco cônica é 
empregada para execução de 
sulcos longitudinais. 
• A partir do sulco longitudinal 
criado anteriormente, a ponta 
diamantada tronco cônica 
realiza o desgaste restante da 
porção vestibular do dente. 
• Os três planos de inclinação 
vestibular são respeitados, de 
modo que exista uma 
uniformidade de desgaste ao 
longo de todo o preparo. 
• Refinamento do preparo: 
procura gerar uma superfície 
lisa e sem irregularidades, por 
meio do uso de pontas 
diamantadas de granulação fina 
e extrafina. 
• Realização de um leve 
afastamento gengival: com fio 
retrator de calibre compatível 
com o sulco 
• A ação mecânica do fio retrai o 
tecido, permitindo o uso de 
pontas diamantadas tronco 
cônicas de granulação fina e 
extrafina, para estender o 
preparo, tornado o levemente 
intrasulcular. o fio retrator 
protege o espaço biológico 
minimizando o risco de sobre 
extensão sulcular do preparo. 
• O objetivo é estender o preparo 
até que as margens fiquem 
totalmente ocultas, qualquer 
que seja a posição de 
observação. 
• As guias de silicone, são 
empregadas para demonstrar a 
uniformidade de espessura que 
existe para a inserção dos 
compósitos. 
• A margem gengival, levemente 
intrasulcular, também é um 
fator de importância primordial 
para a estética da faceta. 
• Isolamento relativo e sistema 
adesivo COM FIO E VEDA 
ROSCA 
• O opacificador é aplicado 
primeiramente no sentido 
cérvico-incisal e fotoativado, 
seguido de uma aplicação no 
sentido mésio-distal e uma nova 
fotopolimerização. 
• A inserção de resina composta é 
iniciada com um compósito de 
baixa translucidez, que se 
estende do terço cervical ao 
médio. 
• Um segundo incremento, 
geralmente menos saturado que 
o primeiro, se sobrepõe a ele no 
terço médio e é levado em 
direção incisal. 
• A seguir, uma última porção é 
aplicada ao terço incisal, 
completando o recobrimento do 
substrato opacificado. 
• a última camada, referente ao 
esmalte e que será levada em 
posição com o auxílio a matriz 
de acrílico, seja perfeitamente 
RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO 
 
uniforme, sob riscode conferir à 
restauração um aspecto 
artificial. Fotopolimerização 
*após a confirmação da 
existência desse espaço, com as 
guias de silicone. 
• Para reproduzir a camada de 
esmalte, será empregada a 
matriz acrílica confeccionada 
previamente. 
• O primeiro passo é a 
lubrificação de sua superfície 
interna com vaselina, com 
cuidado para deixar uma 
camada tão delgada sem 
excessos, quanto possível. 
• A seguir, o compósito com 
características de esmalte 
é cuidadosamente aplicado na 
matriz de acrílico, em volume 
suficiente para se unir a toda 
superfície de resina composta já 
aplicada sobre o dente. 
• Após o preenchimento, a matriz 
é levada em posição e 
pressionada até que se tenha 
certeza de seu completo 
assentamento, garantido pelas 
projeções de acrílico realizadas 
sobre os dentes adjacentes. 
• Os excessos de resina composta 
extravasam e são removidos 
com o auxílio de uma sonda 
exploradora ou de um pincel 
descartável. 
• A fotoativação inicial é 
realizada através da matriz de 
acrílico, por apenas 5 segundos, 
para que não ocorra união entre 
a resina composta e a resina 
acrílica da matriz. 
• A matriz é removida e o 
compósito recebe a fotoativação 
final, por tempo igual ou 
superior ao recomendado pelo 
fabricante. 
• Acabamento e polimento: 
eliminação de excessos 
marginais e estabelecimento de 
brilho compatível com os dentes 
adjacentes. 
➢ TÉCNICAS DE RECONSTRUÇÃO À MÃO 
LIVRE 
 
Dente anterior com múltiplas 
restaurações insatisfatórias e defeitos 
de formação em sua face vestibular. 
 
A TECNICA É IGUAL A ANTERIOR POREM 
SEM AS GUIAS E SEM A MATRIZ DE ACRILICO 
 
A primeira camada de compósito é concluída 
em três incrementos, aplicados e fotoativados 
separadamente nos terços cervical, médio e 
incisal, e se sobrepondo levemente nas áreas 
de transição, de forma a criar uma variação 
cromática suave ao longo da coroa. 
• É importante, também que a transição de um 
incremento para o outro seja sutil. 
 
• Antes da fotoativação de cada incremento 
assegurar que o espaço reservado ao "esmalte 
artificial" não foi invadido. 
 
AS FACETAS DIRETAS SÃO ALTERNATIVAS 
RESTAURADORAS QUE DEVEM SER 
CONSIDERADAS, SEMPRE QUE POSSÍVEL 
POIS APRESENTAM BOM RESULTADO 
ESTÉTICO E TÊM ÓTIMA RELAÇÃO CUSTO 
BENEFÍCIO, QUANDO COMPARADAS COM AS 
DIFERENTES MODALIDADES DE 
RESTAURAÇÕES INDIRETAS. 
 
 
 
 
 
 
 
RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO 
 
FECHAMENTO DE DIASTEMAS 
 
➢ O fechamento de diastemas com resinas 
compostas, aplicadas de forma direta, é 
uma técnica altamente conservadora, 
uma vez que não é necessário qualquer 
desgaste tecidual, antes da aplicação 
das massas de compósito. 
 
➢ Planejamento adequado assegurar que 
os dentes restaurados apresentem uma 
forma adequada, principalmente no que 
tange à relação entre a altura e a 
largura. 
 
 
Planejamento das restaurações: 
 
• Enceramento diagnóstico, seguido por 
um ensaio restaurador 
 
OU 
 
• Somente execução do ensaio 
restaurador, sem o enceramento 
prévio. 
 
➢ Ensaio restaurador 
 
Seleção de cores adequada e aprovação 
pelo paciente da forma planejada para 
as restaurações definitivas. 
Sobre o enceramento diagnóstico ou 
diretamente sobre o ensaio 
confecciona-se uma guia de silicone, 
que auxiliará na obtenção da forma 
final da restauração. 
 
A guia de silicone permite antever o 
contorno das restaurações, orientando 
a inserção dos incrementos de 
resina composta. 
 
➢ Inicialmente, a superfície é limpa com pasta 
profilática ou um jato de bicarbonato de sódio; 
➢ Isolamento do campo operatório com roletes 
de algodão, sugador, afastador labial e um fio 
retrator; 
➢ O dente é protegido com fita veda rosca; 
➢ O dente condicionado é lavado e secado com 
atos de ar; 
➢ Na sequência, aplicação do sistema adesivo e 
fotoativação. 
➢ O compósito escolhido para a reprodução do 
esmalte palatal é inserido na guia, que é 
levada de encontro ao dente e pressionada em 
posição. 
➢ Após a fotopolimerização, a guia é removida e 
o contorno planejado para a restauração é 
claramente observado. 
➢ Com a guia de silicone removida, um 
segundo incremento de compósito, com 
características ópticas similares às da 
dentina, é inserido, conformado e 
fotopolimerizado. 
➢ A seguir, um terceiro incremento é aplicado, 
com o objetivo de reproduzir as características 
do esmalte vestibular e proximal. 
➢ Fotopolimerização final 
➢ Antes de iniciar os procedimentos 
restauradores no dente homólogo, entretanto, 
é importante executar o acabamento e 
polimento da superfície proximal recém-
restaurada, com tiras de lixa elou discos 
flexíveis abrasivos. 
➢ O fio retrator é inserido no sulco gengival, e o 
dente adjacente é protegido com fita veda 
rosca. 
➢ Condicionamento com ácido fosfórico, 
lavagem,secagem e aplicação do sistema 
adesivo 
➢ Após a fotopolimerização do adesivo, a fita 
veda rosca é removida. 
➢ A guia de silicone, já carregada com o 
compósito que reproduzirá o esmalte palatal, é 
levada em posição; 
➢ O primeiro incremento é fotoativado e a guia é 
removida; 
➢ Um segundo incremento, realizado com 
compósito tipo dentina, é inserido, conformado 
e fotoativado. 
➢ Concluindo a inserção dos compósitos, um 
último incremento, com características 
compatíveis com a reprodução do esmalte 
vestibular, é aplicado e conformado, com o 
auxílio de espátulas e pincéis. 
➢ Confirmado o contorno da restauração, 
realiza-se a fotoativação final. 
➢ Acabamento e polimento, com tiras de lixa, em 
ordem decrescente de abrasividade. 
➢ Borrachas abrasivas são utilizadas no 
acabamento e polimento das faces palatais 
e,caso necessário, também nas faces 
vestibulares. 
DENTES CONOIDES USA MESMA TECNICA 
RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO 
 
 
 
 
 
VANTAGENS 
 
- Melhor resultado estético em relação à resina 
composta 
- Resultado estético mais duradouro 
- Tratamento conservador 
- Melhor restabelecimento e manutenção da 
função do dente 
- Procedimento simples e rápido 
- Fatores emocionais e sociais 
 
 
LIMITAÇOES 
 
- Resultado estético insatisfatório quando o 
fragmento ou o remanescente dental 
apresentam alteração de cor 
- Possibilidade do fragmento não readiquirir a 
cor do remanescente dental 
- Possibilidade do fragmento desprender do 
remanescente dental 
- Aparência da linha de união entre o 
remanescente dental e o fragmento 
- Envolvimento radicular 
 
 
PODE SER AUTOGENA OU HOMOGENA 
 
PODE SER 
 
 Imediata: quando realizada em consulta de 
urgência no mesmo dia em que ocorreu a 
fratura dental. 
 
 Mediata: quando executada em sessão 
posterior a de urgência. 
 
 
➢ Quanto à extensão da fratura 
 
 Fratura coronária: quando ficar limitada à 
coroa dental, podendo envolver 
• esmalte 
• esmalte/dentina 
• esmalte/dentina com exposição pulpar 
 
 Fratura coronorradicular: quando 
envolver a coroa dental e área da raiz, 
podendo ser 
• sem exposição pulpar 
• com exposição pulpar 
• sem envolvimento do espaço biológico 
• com envolvimento do espaço biológico 
 
Fraturas radiculares 
 
 
PROCEDIMENTO: 
 
1 –Anamnese 
 
• Como ocorreu o acidente? 
• Local onde ocorreu o acidente 
• Tempo decorrido desde o acidente 
• Sintomas físicos gerais após o acidente 
e história médica 
 
• História dental pregressa 
• Avaliar a ATM 
 
2 – Exame dos tecidos moles 
 
• Houve laceração de tecidos moles? 
• Fragmento do dente ou algum outro corpo 
estranho dentro dos tecidos 
moles? 
 
3 – Exame dos tecidos duros 
 
• Avaliação do grau de erupção do dente; 
• Exame do fragmento dentário; 
• Avaliar a extensão da fratura e 
quantidade de tecido dental envolvido; 
• Teste de mobilidade; 
• Teste de percussão; 
• Exame radiográfico 
 
DIAGNOSTICO: 
 • Adaptação do fragmento em relação ao 
remanescente dental 
• Condição do fragmento 
•Tamanho do fragmento 
• Condição pulpar ou do tratamento 
endodôntico: 
• Cor do fragmento 
• Extensão da fratura 
• Oclusão 
 
O sucesso de uma colagem de fragmento 
depende, entre outros fatores: 
• da extensão da fratura, 
• do estado de conservação do fragmento e de 
sua adaptação ao remanescente. 
 
 
 
RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO 
 
TÉCNICA DE COLAGEM COM 
GUIA DE ACRÍLICO 
 
 
• Profilaxia no fragmento e nos dentes 
• Seleção de um compósito com cor compatível 
com a do esmalte. 
• Avaliar a adaptação do fragmento ao 
remanescente, tanto por vestibular como por 
palatal. 
• Análise dos contatos oclusais em máxima 
intercuspidação habitual. 
O ideal para assegurar um melhor desempenho clínico em 
casos de colagem, é que eles se apresentam confinados ao 
remanescente, não se estendendo à linha de fratura onde, 
posteriormente, será a interface de 
união entre o dente e o fragmento. 
• Isolamento do campo operatório- absoluto ou 
relativo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CONFECÇÃO DA GUIA : 
 
➢ A primeira etapa é colocação do fragmento 
em posição e sua fixação temporária com 
uma bolinha de resina composta, 
posicionada na interface fragmento- 
remanescente e a seguir, fotopolimerizada. 
➢ Isolamento dos dentes adjacentes ao dente 
fraturado, com um lubrificante 
hidrossolúvel. 
➢ A seguir, um rolete de resina acrílica em 
fase plástica é levado ao encontro das 
superfícies incisais dos três dentes, 
envolvendo parte das faces vestibular e 
palatal. 
➢ É importante que a resina acrílica não 
ultrapasse a linha de fratura, para permitir 
uma adequada remoção dos excessos de 
compósito durante a execução da colagem. 
➢ Após a polimerização completa do acrílico, a 
bolinha de resina que ficava o fragmento ao 
remanescente é removida e a guia de acrílico 
é deslocada em direção incisal. 
➢ Os procedimentos adesivos são executados 
separadamente: inicialmente no fragmento 
e, na sequência, no remanescente. 
➢ O condicionamento ácido é realizado sobre 
toda a superfície que será colada e se 
estende cerca de 1 a 2 mm em direção às 
faces proximais, vestibular e palatal. 
➢ Após 15 segundos, o ácido é lavado e os 
excessos de umidade são removidos com 
bolinhas de algodão e jatos de ar. 
➢ O sistema adesivo é aplicado, de acordo com 
suas instruções, entretanto não é fototivado. 
➢ Proteção dos dentes adjacentes com uma fita 
veda-rosca. 
➢ O condicionamento ácido e a aplicação do 
sistema adesivo seguem o mesmo protocolo 
empregado no fragmento e, mais uma vez, o 
adesivo não é fotoativado. 
➢ Um compósito de cor compatível com o 
esmalte é aplicado sobre o fragmento, 
atuando como um verdadeiro agente 
cimentante. 
➢ A seguir, o conjunto guia/fragmento é 
levado em posição e estabilizado por meio 
de pressão digital. 
➢ Os excessos são removidos com uma 
espátula e pincel. 
➢ O conjunto guia/fragmento é fotoativado 
➢ A seguir guia de acrílico é deslocada para 
incisal e removida. 
➢ Remoção dos excessos:Lâminas de bisturi 
número 12, discos flexíveis abrasivos, tiras 
de lixa e borrachas abrasivas. 
➢ Polimento. 
➢ Remoção do isolamento absoluto, 
➢ Checagem dos contatos oclusais e 
comparação com aqueles registrados antes 
da colagem. 
 
 
Técnica de bisel pós-colagem 
 
A realização do bisel é determinada pela 
necessidade de melhorar a transição 
estética do dente para o fragmento. 
Assim, sua indicação deve ser limitada 
aos locais em que a linha de união 
realmente compromete a estética, o que 
não ocorre na face palatal, por exemplo. 
 
Dentre todos os procedimentos restauradores, a 
colagem de um fragmento é, provavelmente, aquele 
em que o sucesso mais depende da adesão. 
 
A etapa mais crítica da colagem de um fragmento 
dental é o seu correto posicionamento no 
momento em que o sistema adesivo e a resina 
composta forem fotopolimerizados. 
 
Confecção de uma Guia de acrílico, tendo como 
referência os dentes adjacentes, a fim de garantir 
o posicionamento ideal do fragmento. 
RESUMAO DENTISTICA: DAIANI COELHO 
 
➢ Instrumentos de eleição: pontas 
diamantadas esféricas, empregadas em 
alta rotação. 
➢ O diâmetro da ponta diamantada deve 
ser compatível com a extensão 
planejada para o bisel: quanto mais 
extenso, maior o diâmetro da ponta, e 
vice-versa. 
➢ O eixo da ponta diamantada permanece 
praticamente paralelo superfície 
vestibular do dente, de forma que o 
desgaste fica limitado a menos da 
metade do diâmetro de sua ponta ativa. 
➢ O bisel deve ser executado em toda a 
área visível da linha de união e, devido 
à proximidade com os dentes 
adjacentes, estes devem ser protegidos 
com uma tira de matriz metálica, 
quando a ponta se aproxima das regiões 
proximais. 
➢ Os procedimentos adesivos são 
realizados em toda a extensão do bisel e 
aproximadamente 1 a 2 mm além de 
suas margens. 
➢ O RESTANTE DA TECNICA SEGUE 
NORMAL COM SISTEMA ADESIVO, 
RESINA ACABAMENTO E POLIMENTO

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