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HISTÓRIA DA ENFERMAGEM Enf. Msd. Wanderson Alves Ribeiro Preceptor de Estágio Acadêmico do Curso de Graduação em Enfermagem da UNIABEU; Docente na Formação Técnica de Enfermagem do CTEF; Docente no Curso de Especialização Técnica em CTI Pediátrico e Neonatologia do Silva Treinamentos; Preceptor de Estágio da Formação Técnica do Centro Educacional Souza Barros; Mestrando do Programa Acadêmico em Ciências do Cuidado em Saúde pela EEAAC/UFF; Pós-Graduado em Estratégia Saúde da Família pela UNIRIO; Pós-Graduado em Enfermagem ao Cliente de Alta Complexidade com ênfase em CTI pela UNIGRANRIO; Pós-Graduando em Informática em Saúde pela UNIFESP; Pós-Graduando em Nefrologia Multidisciplinar pela UFMA; Pós-Graduando em Gestão de Atenção as Redes de Saúde pela FIOCRUZ. . ENFERMAGEM ? O que é A Enfermagem tem recebido vários conceitos e o seu significado varia com o tempo e os costumes, citaremos dois: Ciencia e Arte. • Ciência que visa o indivíduo como um todo, prestando assistência bio-social (Irmã Olivía da Universidade Católica dos Estados da Ámerica, Elvira de Felix Sousa, Manual de Enfermagem p.07) O reconhecimento da enfermagem como arte é bem antigo. • Arte é o conjunto de conhecimentos práticos que mostram como trabalhar para conseguir certos resultados. Ciência é um conjunto de conhecimentos baseados em um grande número de fatos cuidadosamente observados, dispostos e classificados de modo a estabelecer determinados princípios e leis. Atualmente a enfermagem é conceituada por vários pesquisadores como: um ’’Processo’’ ou ‘’Sistema” no que se utilizam métodos, normas e procedimentos específicos,organizados e fundamentados em uma filosofia e objetivos definidos de enfermagem, visando conhecer e atender as necessidades básicas afetadas da pessoa humana(Lilian Felcher , A Enfermagem Planejada, p.13). SÍMBOLOS DA ENFERMAGEM O Símbolo da Enfermagem é representado pela lâmpada à óleo (forma de uma lamparina grega) acesa, uma cobra e a cruz vermelha. Juntos, esses elementos representam essa profissão que se traduz em zelo, cuidado e respeito. Segundo a Resolução do Conselho Federal de Enfermagem (Resolução COFEN-218/1999), os significados atribuídos ao símbolo da enfermagem são: Cobra: magia, alquimia, uma vez que representa o renascimento ou a cicatrização Cobra + cruz: ciência Lâmpada: caminho, ambiente Seringa: técnica Além disso, vale dizer que a pedra símbolo da enfermagem é a esmeralda, bem como a cor que a representa é justamente o verde esmeralda. O símbolo do Técnico e Auxiliar em Enfermagem segue esse modelo. Ele também é representado por uma lamparina, contudo, a cobra e a cruz são substituídas por uma seringa. EVOLUÇÃO DA ENFERMAGEM • FASE PRIMITIVA ou Empírica. Na primeira fase, não havia profissionais e a assistência prestada aos doentes era praticadas por leigos que usavam e abusavam dos mais condenáveis meios de tratamento, pondo em risco a vida daqueles que caíam em suas mãos. Não só pela falta de recursos mas também pela falta de conhecimentos. As ações das irmãs de caridade lançaram as bases da enfermagem. •IDADE DA FLORENCE: Contribuiu grandemente para a evolução desta arte, com Estudos científicos aproximadamente em meados do séc XIX. A chamada Dama da Lâmpada era destemida, brava e ao mesmo tempo suavíssima. Tinha uma grande capacidade de agir e sentir. Foi necessário uma guerra para a enfermagem obter uma conquista de que hoje somos favorecidos. (Guerra da Criméia).Florence fundou a primeira escola de enfermagem do Hospital . Primeiras Escolas de Enfermagem �Apesar das dificuldades que as pioneiras da Enfermagem tiveram que enfrentar, devido à incompreensão dos valores necessários ao desempenho da profissão, as escolas se espalharam pelo mundo, a partir da Inglaterra. �Nos Estados Unidos a primeira Escola foi criada em 1873. � Em 1877 as primeiras enfermeiras diplomadas começam a prestar serviços a domicílio em New York. � As escolas deveriam funcionar de acordo com a filosofia da Escola de Florence Nightingale, baseada em quatro idéias-chave: •1. O treinamento de enfermeiras deveria ser considerado tão importante quanto qualquer outra forma de ensino e ser mantido pelo dinheiro público. • 2. As escolas de treinamento deveriam uma estreita associação com os hospitais, mas manter sua independência financeira e administrativa. • 3. Enfermeiras profissionais deveriam ser responsáveis pelo ensino no lugar de pessoas não envolvidas em Enfermagem. • 4. As estudantes deveriam, durante o período de treinamento, ter residência à disposição, que lhes oferecesse ambiente confortável e agradável, próximo ao hospital. Sistema Nightingale de Ensino • As escolas conseguiram sobreviver graças aos pontos essenciais estabelecidos: • 1º. Direção da escola por uma enfermeira. • 2º. Mais ensino metódico, em vez de apenas ocasional. • 3º. Seleção de candidatos do ponto de vista físico, moral, intelectual e aptidão profissional. FASE DE APRIMORAMENTO Representa um elevado privilégio para a enfermagem. Com o decorrer do tempo muito se descobriu no campo da Ciência físicas, biológicas e sociais, contribuindo, tudo isso, para uma conceituação de prevenção, cura e reabilitação de distúrbios físicos e mentais. Passou então a enfermagem a considerar o indivíduo como um centro de cuidados, com atendimento individualizado, visando salientar a inter-relação dos sistemas bio-psico-social e Espirituais da pessoa humana. História da Enfermagem no Brasil Período Colonial � A organização da Enfermagem na Sociedade Brasileira - compreende desde o período colonial até o final do século XIX; � Analisa a organização da Enfermagem no contexto da sociedade brasileira em formação. � Desde o princípio da colonização foi incluída a abertura das Casas de Misericórdia, que tiveram origem em Portugal. � A primeira Casa de Misericórdia foi fundada na Vila de Santos, em 1543. Em seguida, ainda no século XVI, surgiram as do Rio de Janeiro, Vitória, Olinda e Ilhéus. � Mais tarde Porto Alegre e Curitiba, esta inaurgurada em 1880, com a presença de D.Pedro II e Dona Tereza Cristina. � No que diz respeito à saúde do nosso povo, merece destaque o Padre José de Anchieta. Ele não se limitou ao ensino de ciências e catequeses; foi além: � atendia aos necessitados do povo, exercendo atividades de médico e enfermeiro. Em seus escritos encontramos estudos de valor sobre o Brasil, seus primitivos habitantes, clima e as doenças mais comuns. Santa Casa de Misericórdia de Santos-SP Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro Santa Casa de Misericórdia do Recife Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre-RS • A primeira Casa de Misericórdia foi fundada na Vila de Santos, em 1543. Em seguida, ainda no século XVI, surgiram as do Rio de Janeiro, Vitória, Olinda e Ilhéus. • Mais tarde Porto Alegre e Curitiba, esta inaugurada em 1880, com a presença de D. Pedro II e Dona Tereza Cristina. Padre José de Anchieta •Outra figura de destaque é Frei Fabiano Cristo, que durante 40 anos exerceu atividades de enfermeiro no Convento de Santo Antônio do Rio de Janeiro (Séc. XVIII). �A terapêutica empregada era à base de ervas medicinais minuciosamente descritas. �Além dos Jesuítas, outra figura de destaque é Frei Fabiano de Cristo, que durante 40 anos exerceu atividades de enfermeiro no Convento de Santo Antonio do Rio de Janeiro, (Séc. XVIII). �Os escravos tiveram papel relevante, pois auxiliavam os religiosos no cuidado aos doentes. A Enfermagem como profissão • Atualmente a enfermagem não é somente arte, mas um ciência, pois baseia-se em princípios científicos. Para Wanda Horta a enfermagem tem três seres: - o ser enfermagem - o ser enfermeiro - o ser paciente. • A enfermagem brasileira do tempo do Império, raros nomes de destacaram e, entre eles, mereceespecial menção o de Anna Nery. “13 de dezembro de 1814, nasceu Ana Justina Ferreira, na Cidade de Cachoeira, na Província da Bahia. Casou-se com Isidoro Antonio Nery, enviuvando aos 30 anos.” •Seus dois filhos, um médico militar e um oficial do exército, são convocados a servir a Pátria durante a Guerra do Paraguai (1864-1870), sob a presidência de Solano Lopes. O mais jovem, aluno do 6º ano de Medicina, oferece seus serviços médicos em prol dos brasileiros. •Anna Nery não resiste à separação da família e escreve ao Presidente da Província, colocando-se à disposição de sua Pátria. Em 15 de agosto parte para os campos de batalha, onde dois de seus irmãos também lutavam. Improvisa hospitais e não mede esforços no atendimento aos feridos. •Após cinco anos, retorna ao Brasil, é acolhida com carinho e louvor, recebe uma coroa de louros e Victor Meireles pinta sua imagem, que é colocada no edifício do Paço Municipal. •O governo imperial lhe concede uma pensão, além de medalhas humanitárias e de campanha. •Faleceu no Rio de Janeiro a 20 de maio de 1880. •A primeira Escola de Enfermagem fundada no Brasil recebeu o seu nome. Anna Nery que, como Florence Nightingale, rompeu com os preconceitos da época que faziam da mulher prisioneira do lar. CRUZ VERMELHA BRASILEIRA “A Cruz Vermelha Brasileira foi organizada e instalada no Brasil em fins de 1908, tendo como primeiro presidente o médico Oswaldo Cruz. Destacou-se a Cruz Vermelha Brasileira por sua atuação durante a I Guerra Mundial (1914-1918).” Primeiras Escolas de Enfermagem no Brasil Escola de Enfermagem "Alfredo Pinto" Esta escola é a mais antiga do Brasil, data de 1890, foi reformada por Decreto de 23 de maio de 1939. O curso passou a três anos de duração e era dirigida por enfermeiras diplomadas. Foi reorganizada por Maria Pamphiro, uma das pioneiras da Escola Anna Nery. Escola da Cruz Vermelha do Rio de Janeiro Começou em 1916 com um curso de socorrista, para atender às necessidades prementes da 1ª Guerra Mundial. Logo foi evidenciada a necessidade de formar profissionais (que desenvolveu-se somente após a fundação da Escola Anna Nery) e o outro para voluntários. Os diplomas expedidos pela escola eram registrados inicialmente no Ministério da Guerra e considerados oficiais. Esta encerrou suas atividades. 3. Escola Anna Nery A primeira diretoria foi Miss Clara Louise Kienninger, senhora de grande capacidade e virtude, que soube ganhar o coração das primeiras alunas. Com habilidade fora do comum, adaptou-se aos costumes brasileiros. Os cursos tiveram início em 19 de fevereiro de 1923, com 14 alunas. Instalou-se pequeno internato próximo ao Hospital São Francisco de Assis, onde seriam feitos os primeiros estágios. Em 1923, durante um surto de varíola, enfermeiras e alunas dedicaram-se ao combate à doença. Enquanto nas epidemias anteriores o índice de mortalidade atingia 50%, desta vez baixou para 15%. A primeira turma de Enfermeiras diplomou-se em 19 de julho de 1925. Destacam-se desta turma as Enfermeiras Lais Netto dos Reys, Olga Salinas Lacôrte, Maria de Castro Pamphiro e Zulema Castro, que obtiveram bolsa de estudos nos Estados Unidos. A primeira diretora brasileira da Escola Anna Nery foi Raquel Haddock Lobo, nascida a 18 de junho de 1891. Foi a pioneira da Enfermagem moderna no Brasil. esteve na Europa durante a Primeira Grande Guerra, incorporou-se à Cruz Vermelha Francesa, onde se preparou para os primeiros trabalhos. De volta ao Brasil, continuou a trabalhar como Enfermeira. Faleceu em 25 de setembro de 1933. 4. Escola de Enfermagem Carlos Chagas Por Decreto nº 10.925, de 7 de junho de 1933 e iniciativa de Dr. Ernani Agrícola, diretor da Saúde Pública de Minas Gerais, foi criado pelo Estado a Escola de Enfermagem "Carlos Chagas", a primeira a funcionar fora da Capital da República. A organização e direção dessa Escola coube a Laís Netto dos Reys, sendo inaugurada em 19 de julho do mesmo ano. A Escola "Carlos Chagas", além de pioneira entre as escolas estaduais, foi a primeira a diplomar religiosas no Brasil. 5. Escola de Enfermagem "Luisa de Marillac“ Fundada e dirigida por Irmã Matilde Nina, Filha de caridade, a Escola de Enfermagem Luisa de Marillac representou um avanço na Enfermagem Nacional, pois abria largamente suas portas, não só às jovens estudantes seculares, como também às religiosas de todas as Congregações. É a mais antiga escola de religiosas no Brasil e faz parte da União Social Camiliana, instituição de caráter confessional da Província Camiliana Brasileira. 7. Escola de Enfermagem da USP Fundada com a colaboração da Fundação de Serviços de Saúde Pública (FSESP) em 1944, faz parte da Universidade de São Paulo. Sua primeira diretora foi Edith Franckel, que também prestara serviços como Superintendente do Serviço de Enfermeiras do Departamento de Saúde. A primeira turma diplomou-se em 1946. 6. Escola Paulista de Enfermagem Fundada em 1939 pelas Franciscanas Missionárias de Maria, foi a pioneira da renovação da enfermagem na Capital paulista, acolhendo também religiosas de outras Congregações. Uma das importantes contribuições dessa escola foi início dos Cursos de Pós-Graduação em Enfermagem Obstétrica. Esse curso que deu origem a tantos outros, é atualmente ministrado em várias escolas do país. Teorias de Enfermagem Trata-se da conceituação de alguns aspectos da enfermagem comunicados com o objetivo de descrever, explicar, prever e/ou prescrever cuidados de enfermagem. Fenômeno Pressupostos ou suposições Conceitos Defeitos C O M P O N E N T E S METAPARADIGMAS DE ENFERMAGEM Enfermagem Ambiente Saúde Pessoa Ciência do cuidado executada através de uma metodologia de trabalho. Aquele que recebe o cuidado.. Finalidade da assistência de enfermagem. Entorno imediato onde se encontra aquele que recebe o cuidado de enfermagem. TEÓRICO TEORIA CARACTERÍSTICAS Florence Nightingale (1860) Ambientalista Meio ambiente. Higiene Hildegard Peplau (1952) Relacionamento Interpessoal Interação Enfermeiro Cliente Virgínia Henderson (1955) Henderson Objetiva a independência do paciente Martha E. Rogers (1970) Humanística e Humanitária Enfermagem Humanística Dorothea Orem (1971) Autocuidado, Déficit do Autocuidado e Sistemas de Enfermagem Autocuidado Total TEÓRICO TEORIA CARACTERÍSTICAS Imogene M. King (1971) Teoria de King (Comunicação) 3 sistemas interatuantes (pessoal, interpessoal e social). Madeleine Leininger (1978) Teoria da Enfermagem Transcultural Enfermagem Emergente Callista Roy (1979) Teoria Roy Ajudar o paciente a se adaptar a mudanças Jean Watson (1979) Teoria do Cuidado Transpessoal Relação entre saúde, doença e comportamento humano. Wanda Horta (1979) Teoria das Necessidades Humanas Básicas Pirâmide de Maslow Associação Brasileira de Enfermagem - ABEn Sociedade civil sem fins lucrativos que congrega enfermeiras e técnicos em enfermagem, fundada em agosto de 1926, sob a denominação de "Associação Nacional de Enfermeiras Diplomadas Brasileiras". É uma entidade de direito privado, de caráter científico e assistencial regida pelas disposições do Estatuto, Regulamento Geral ou Regimento Especial em 1929, no Canadá, na Cidade de Montreal, a Associação Brasileira de Enfermagem, foi admitida no Conselho Internacional de Enfermeiras (I.C.N.). Por um espaço de tempo a associação ficou inativa. Em 1944, um grupo de enfermeiras resolveu reerguê-la com o nome Associação Brasileira de Enfermeiras Diplomadas. Seus estatutos foram aprovados em 18 de setembro de 1945. Foram criadas Seções Estaduais, Coordenadorias de Comissões. Finalidades da ABEN • Congregar os enfermeiros e técnicos em Enfermagem, incentivar o espírito de união e solidariedade entre as classes. • Promover o desenvolvimento técnico, científico e profissional dos integrantes de Enfermagem do País.• Promover integração às demais entidades representativas da Enfermagem, na defesa dos interesses da profissão. Sistema COFEN/COREN'S • Criação - Em 12 de julho de 1973, através da Lei 5.905, foram criados os Conselhos Federal e Regionais de Enfermagem. • Constituindo em seu conjunto Autarquias Federais, vinculadas ao Ministério do Trabalho e Previdência Social. • O Conselho Federal e os Conselhos Regionais são órgãos disciplinadores do exercício da Profissão de Enfermeiros , e Técnicos de Enfermagem e Auxiliares de Enfermagem. • Em cada estado existe um Conselho Regional os quais estão subordinados ao Conselho Federal, que é sediado em Brasília Direção • Os Conselhos Regionais de Enfermagem, são dirigidos pelos próprios inscritos, que formam uma chapa e concorrem a eleições. • O mandato dos membros do COFEN/COREN's é honorífico e tem duração de três anos, com direito apenas a uma reeleição. • A formação do plenário do COFEN é composta pelos profissionais que são eleitos pelos Presidentes dos CORENs. • Receita - A manutenção dos Sistema OFEN/CORENs é feita através da arrecadação de taxas emolumentos por serviços prestados, anuidades, doações , legados e outros, dos profissionais inscritos nos CORENs • Finalidade - São entidades públicas de direito privado vinculadas ao Poder Executivo, na esfera da fiscalização do exercício profissional. • O objetivo primordial é zelar pela qualidade dos profissionais de Enfermagem, pelo respeito ao Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem e cumprimento da Lei do Exercício Profissional. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS • COLABORADORES; GEORGE, Julia B. Teorias de Enfermagem: Fundamentos para a Prática Profissional. 4. ed. Porto Alegre: ARTMED, 2000. • LEOPARDI, Maria Tereza. Teorias em Enfermagem – Instrumentos para a Prática. 1. ed. Florianópolis: PapaLivros, 1999. • NUNES, Débora Cristina dos Santos; VILLARINHO, Paula Rocha Louzada. Sistematização da Assistência de Enfermagem: dificuldades e estratégias para implantação. 2009. 86 folhas. Trabalho de Conclusão de Curso – Enfermagem, UNESA, Rio de Janeiro, 2009.