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AVA Fenomenologia Questionario 2

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Questões resolvidas

A respeito dessa experiência no contexto fenomenológico-existencial está correto afirmar: I – Na angústia, o ente intramundano desaba, não sendo mais relevante e significante. II – A angústia é precisamente a experiência do ser-no-mundo enquanto tal, do próprio mundo. III – Temor e angústia são diferentes, pois a angústia é “de” alguma coisa e o temor é temor diante do nada.
I e II.
a) I e II.
b) I e III.
c) II e III.

Considerando essa concepção de história pessoal e sua relação com a psicologia, está correto afirmar: I – Essa história é o solo que sustenta a biografia de cada um; através dela, o existir de cada um encontra justificativa para suas ações. II – Ao afirmar que a história se elabora e enuncia “em surdina”, Critelli (2012) indica que ela é inacessível à existência. III – A história pessoal se inicia antes que a existência se dê conta de si; as histórias familiares e culturais também a elaboram.
I e III.
a) I e II.
b) II e III.
c) I e III.

No contexto fenomenológico-existencial: I - O homem é um tempo que se esgota, um intervalo entre o nascimento e a morte, que se emprega, que se empenha, que se reserva, que se omite, enquanto vive. II - Ao homem, cabe desenvolver o conhecimento para garantir sua sobrevivência por meio do controle da natureza; II) Sendo a existência uma possibilidade, cada qual tem que transformar esta possibilidade no seu acontecimento.
Apenas I e III.
a) Apenas I.
b) Apenas II.
c) Apenas III.

Para uma análise existencial dessa pessoa (ou dessa situação), é necessário: I – Recorrer à noção de ser-no-mundo, de Heidegger, e considerar os nexos referências deste mundo e o modo como o paciente nele se projeta. II – Assumir que se trata de uma existência enferma, ou seja, que não se tornou ser-no-mundo. III – Buscar as experiências ocultas que geram este comportamento excêntrico na biografia do paciente. IV – Investigar os motivos para seu comportamento.
I e IV.
a) I e II.
b) II e III.
c) III e IV.

Nesse contexto, está correto afirmar: I – Os eventos da vida precisam ser arranjados numa história para lidarmos com eles. Os nexos que os articulam fundam sua compreensibilidade, ao mesmo tempo em que indicam a identidade daquele para quem esses eventos são significativos. II – A matéria apresenta a situação de pessoas que perderam a noção da realidade, por estarem incapazes de articular o ocorrido num nexo de sentido. III – Segundo a psicóloga Patrícia Adnet, o maior desafio dos psicólogos é “mostrar o sentido de viver após o trauma”. Ou seja, é acompanhar as pessoas cuja realidade ruiu no desvelamento de sentido para esse acontecimento em suas biografias, abrindo-se para o futuro possível, que é condição humana.
I e IV.
a) I e II.
b) II e III.
c) III e IV.

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Questões resolvidas

A respeito dessa experiência no contexto fenomenológico-existencial está correto afirmar: I – Na angústia, o ente intramundano desaba, não sendo mais relevante e significante. II – A angústia é precisamente a experiência do ser-no-mundo enquanto tal, do próprio mundo. III – Temor e angústia são diferentes, pois a angústia é “de” alguma coisa e o temor é temor diante do nada.
I e II.
a) I e II.
b) I e III.
c) II e III.

Considerando essa concepção de história pessoal e sua relação com a psicologia, está correto afirmar: I – Essa história é o solo que sustenta a biografia de cada um; através dela, o existir de cada um encontra justificativa para suas ações. II – Ao afirmar que a história se elabora e enuncia “em surdina”, Critelli (2012) indica que ela é inacessível à existência. III – A história pessoal se inicia antes que a existência se dê conta de si; as histórias familiares e culturais também a elaboram.
I e III.
a) I e II.
b) II e III.
c) I e III.

No contexto fenomenológico-existencial: I - O homem é um tempo que se esgota, um intervalo entre o nascimento e a morte, que se emprega, que se empenha, que se reserva, que se omite, enquanto vive. II - Ao homem, cabe desenvolver o conhecimento para garantir sua sobrevivência por meio do controle da natureza; II) Sendo a existência uma possibilidade, cada qual tem que transformar esta possibilidade no seu acontecimento.
Apenas I e III.
a) Apenas I.
b) Apenas II.
c) Apenas III.

Para uma análise existencial dessa pessoa (ou dessa situação), é necessário: I – Recorrer à noção de ser-no-mundo, de Heidegger, e considerar os nexos referências deste mundo e o modo como o paciente nele se projeta. II – Assumir que se trata de uma existência enferma, ou seja, que não se tornou ser-no-mundo. III – Buscar as experiências ocultas que geram este comportamento excêntrico na biografia do paciente. IV – Investigar os motivos para seu comportamento.
I e IV.
a) I e II.
b) II e III.
c) III e IV.

Nesse contexto, está correto afirmar: I – Os eventos da vida precisam ser arranjados numa história para lidarmos com eles. Os nexos que os articulam fundam sua compreensibilidade, ao mesmo tempo em que indicam a identidade daquele para quem esses eventos são significativos. II – A matéria apresenta a situação de pessoas que perderam a noção da realidade, por estarem incapazes de articular o ocorrido num nexo de sentido. III – Segundo a psicóloga Patrícia Adnet, o maior desafio dos psicólogos é “mostrar o sentido de viver após o trauma”. Ou seja, é acompanhar as pessoas cuja realidade ruiu no desvelamento de sentido para esse acontecimento em suas biografias, abrindo-se para o futuro possível, que é condição humana.
I e IV.
a) I e II.
b) II e III.
c) III e IV.

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Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE IIPSICOLOGIA FENOMENOLOGICA D63C_34301_D_20222 CONTEÚDO
Usuário JULIANA SABINO FURTADO
Curso PSICOLOGIA FENOMENOLOGICA
Teste QUESTIONÁRIO UNIDADE II
Iniciado 22/09/22 22:23
Enviado 22/09/22 22:46
Status Completada
Resultado da tentativa 3 em 3 pontos  
Tempo decorrido 23 minutos
Resultados exibidos Respostas enviadas, Perguntas respondidas incorretamente
Pergunta 1
Resposta Selecionada: d. 
A experiência da angústia tem destaque na fenomenologia de Heidegger, pois ela possibilita uma visão clara da condição existencial. A
respeito dessa experiência no contexto fenomenológico-existencial está correto afirmar: 
I – Na angústia, o ente intramundano desaba, não sendo mais relevante e significante. 
II – A angústia é precisamente a experiência do ser-no-mundo enquanto tal, do próprio mundo. 
III – Temor e angústia são diferentes, pois a angústia é “de” alguma coisa e o temor é temor diante do nada. 
Apresenta(m) corretamente as ideias de Heidegger acerca do modo de ser da angústia somente a(s) afirmativa(s):
I e II.
Pergunta 2
UNIP BIBLIOTECAS MURAL DO ALUNOCONTEÚDOS ACADÊMICOS
0,3 em 0,3 pontos
0,3 em 0,3 pontos
http://company.blackboard.com/
https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/execute/courseMain?course_id=_234555_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/content/listContent.jsp?course_id=_234555_1&content_id=_2843660_1&mode=reset
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_49_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_27_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_47_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_25_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/login/?action=logout
Resposta Selecionada: e. 
Segundo Critelli (2012, p. 52), “temos uma espécie de saber mudo de nós mesmos. Um saber que nos segue inexoravelmente e que
nos orienta determinante em nosso existir. Por se elaborar e enunciar em surdina, não se trata de uma história pessoal e
inexistente e muito menos irrelevante.” 
Considerando essa concepção de história pessoal e sua relação com a psicologia, está correto a�rmar: 
I – Essa história é o solo que sustenta a biogra�a de cada um; através dela, o existir de cada um encontra justi�cativa para suas
ações. 
II – Ao a�rmar que a história se elabora e enuncia “em surdina”, Critelli (2012) indica que ela é inacessível à existência. 
III – A história pessoal se inicia antes que a existência se dê conta de si; as histórias familiares e culturais também a elaboram. 
Está correto apenas o que se a�rma em:
I e III.
Pergunta 3
 Leia a citação de Critelli (2012) e a tira de Fabio Moon e Gabriel Sá ( Folha de São Paulo, 19/09/09). 
“Somos criaturas que existem e sabem que existem. Podemos nos distinguir de tudo o que nos rodeia e, o mais extraordinário,
podemos nos distinguir de nós mesmos. [...] Talvez por isso mesmo sejamos incapazes de existir se não obtivermos resposta para
três fundamentais questões existenciais: Quem sou eu? Qual o sentido da vida? Que sentido eu faço nela?” (CRITELLI, 2012, p. 11)
0,3 em 0,3 pontos
Resposta Selecionada: d. 
Recorrendo à historiobiogra�a e ao quadrinho, responda: O que é ser protagonista da própria vida, isto é, “ser narrador de si
mesmo”? Considere as respostas a seguir e indique a incorreta.
É possível conhecer os nexos biográ�cos, nas não realinhar o destino de uma existência.
Pergunta 4
Resposta Selecionada: e. 
O pensar fenomenológico não considera o homem e os demais entes da natureza da mesma maneira. Enquanto no homem seu ser está
em suas diversas possibilidades de se ser-no-mundo, os elementos da natureza e os entes que não são humanos não têm possibilidade
de virem-a-ser eles mesmos. No contexto fenomenológico-existencial: 
I - O homem é um tempo que se esgota, um intervalo entre o nascimento e a morte, que se emprega, que se empenha, que se reserva,
que se omite, enquanto vive. 
II - Ao homem, cabe desenvolver o conhecimento para garantir sua sobrevivência por meio do controle da natureza; 
II) Sendo a existência uma possibilidade, cada qual tem que transformar esta possibilidade no seu acontecimento. 
A partir da fenomenologia de Heidegger, estão corretas:
Apenas I e III.
0,3 em 0,3 pontos
Pergunta 5
Resposta Selecionada: d. 
Binswanger descreve o modo de ser-no-mundo chamado por ele de “excentricidade”. Indica esse modo de ser com um exemplo:
um pai, cuja �lha está com câncer, que deixa sob a árvore de Natal para ela um caixão. [BINSWANGER, L. Tres formas de la existencia
frustrada, 1956, Buenos Aires: Amorrortu ed.] 
Para uma análise existencial dessa pessoa (ou dessa situação), é necessário: 
I – Recorrer à noção de ser-no-mundo, de Heidegger, e considerar os nexos referências deste mundo e o modo como o paciente
nele se projeta. 
II – Assumir que se trata de uma existência enferma, ou seja, que não se tornou ser-no-mundo. 
III – Buscar as experiências ocultas que geram este comportamento excêntrico na biogra�a do paciente. 
IV – Investigar os motivos para seu comportamento. 
Estão corretas somente:
I e IV.
Pergunta 6
Leia o trecho da notícia a seguir, retirada do canal de notícias R7 (http://noticias.r7.com/), sobre os desabamentos em Petrópolis
(RJ), em 2011: 
“Psicólogos dizem que vítimas da tragédia precisam reconstruir identidades 
Perdas inesperadas de parentes e bens pessoais causam transtornos e traumas 
(Monique Cardone, do R7, e Gabriela Pacheco, do R7, em Petrópolis, 2011) 
“’Qualquer barulho lembra aquela noite’. Essa é a sensação do pedreiro Luiz Cláudio Ramos Fonseca, que perdeu a casa onde
morava na região conhecida como Buraco do Sapo, em Itaipava, distrito de Petrópolis, uma das cidades da região serrana do Rio de
Janeiro mais atingidas pelo temporal do último dia 11. De acordo com os psicólogos, esse tipo de trauma é comum após
experiências em situações de desastre, como os deslizamentos e enchentes na serra, que deixaram centenas de mortos e milhares
de desabrigados e desalojados. 
Segundo o psicólogo Othon Vieira Neto, especialista em emergência e crise, as pessoas que sobreviveram a tragédias como essas
têm perdas rápidas e inesperadas de familiares e bens pessoais. 
– Cada amigo, parente e até objetos fazem parte da história das pessoas. Quando elas perdem tudo, é como se tivessem perdido a
identidade. 
0,3 em 0,3 pontos
0,3 em 0,3 pontos
Resposta Selecionada: d. 
De acordo com Neto, em relação aos pertences, não são os objetos caros que fazem mais falta. 
– As pessoas se emocionavam mais com a perda dos álbuns de fotos do que qualquer outra coisa simples. E isso não dá para
recuperar e nem comprar de novo, como uma televisão ou um sofá. [...] 
Para a psicóloga Patrícia Adnet, o maior desa�o dos pro�ssionais de saúde que vão trabalhar junto com as vítimas é mostrar o
sentido de viver novamente após o trauma. 
– O psicólogo vai ter que ouvir o desabafo, o choro e acolher esses moradores. Eles vão intervir no sentido de ajudar a construir
uma nova identidade porque muitos não querem mais viver porque eles até entendem que podem recuperar a casa, mas não a
família que morreu.” 
Fonte: http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/psicologos-dizem-que-vitimas-da-tragedia-precisam-reconstruir-identidades-20
110122.html 
Critelli (2012) se refere à importância da capacidade de narrar os acontecimentos, pois essa narrativa forma o senso comum,
suporte da sensação de realidade. Para a autora, se a realidade for caótica, torna-se insuportável e a reação mais comum é de
recusá-la. “Um mundo que não puder ser narrado não pode ser habitado.” (p. 33) As tragédias são um modo possível de abalar a
sensação de realidade. Nesse contexto, está correto a�rmar: 
I – Os eventos da vida precisam ser arranjados numa história para lidarmos com eles. Os nexos que os articulam fundam sua
compreensibilidade, ao mesmo tempo em que indicam a identidade daquele para quem esses eventossão signi�cativos. 
II – A matéria apresenta a situação de pessoas que perderam a noção da realidade, por estarem incapazes de articular o ocorrido
num nexo de sentido. 
III – Segundo a psicóloga Patrícia Adnet, o maior desa�o dos psicólogos é “mostrar o sentido de viver após o trauma”. Ou seja, é
acompanhar as pessoas cuja realidade ruiu no desvelamento de sentido para esse acontecimento em suas biogra�as, abrindo-se
para o futuro possível, que é condição humana. 
IV – A psicologia fenomenológica existencial, por compreender que desastres abalam a existência das pessoas, pode explicar a elas
que essa situação logo passará e que, como a existência é abertura para o futuro, em breve retomarão suas vidas. 
Estão corretas apenas:
I, II e III.
Pergunta 7
O psiquiatra Van Den Berg é expoente da psiquiatria fenomenológica existencial, conhecedor profundo da Daseinsanalyse de
Binswanger. Leia a seguir sua afirmação a respeito da atitude fenomenológica do psiquiatra: 
“O paciente deprimido descreve um mundo que se tornou escuro e sinistro. As flores perderam a cor, o sol perdeu o brilho, tudo parece
sombrio e morto. Um dos meus pacientes chegou ao ponto de comprar lâmpadas mais fortes, porque a luz em seu quarto lhe parecia
menos brilhante. Por outro lado, o paciente que sofre de mania acha as coisas mais cheias de cor e de beleza, como jamais vira antes. O
paciente esquizofrênico enxerga, ouve e cheira indícios de um desastre mundial.” 
(VAN DEN BERG, J. O Paciente Psiquiátrico – Esboço de uma Psicopatologia Fenomenológica . São Paulo: Ed. Psy2, 1994, p. 47) 
0,3 em 0,3 pontos
Resposta Selecionada: e. 
Considere as afirmativas a seguir e indique as que descrevem corretamente a leitura fenomenológica dos fenômenos psicopatológicos: 
I – O paciente tem uma percepção equivocada e errônea: ele projetou nas coisas de seu mundo, aspectos de sua doença. 
II – Quando o paciente psiquiátrico conta como seu mundo lhe parece, está a descrever, sem rodeios e sem enganos, o que ele mesmo
é. 
III – Com base na fenomenologia, de um ponto de vista psicoterapêutico, achamos incorreto que se diga ao paciente que ele está se
iludindo no que concerne a observação das coisas no seu mundo. Mesmo que seu delírio seja evidente, como por exemplo, “julgar-se
Deus”, não devemos tentar convencê-lo, pelo uso da lógica, do contrário. 
IV – Mesmo com um quadro grave de delírio e alucinações, não podemos considerar que o que o paciente fala e descreve sobre o seu
mundo está errado. 
Estão corretas somente:
II, III e IV.
Pergunta 8
Resposta
Selecionada:
c.
Escreve um biógrafo de Heidegger a respeito da condição humana: “enquanto ele [Dasein] viver, nunca está concluído, inteiro e
encerrado como seu objeto, mas sempre aberto para o futuro, cheio de possibilidades.” (Safranski, 1999, p. 191) Qualquer
interpretação cientí�ca sobre o ser-aí é uma automisti�cação. Ele prossegue: “[...] a vida humana nos escapa quando a queremos
compreender de uma postura teórica.” (p. 186) Nesse trecho, o autor se refere ao poder-ser que Dasein é, que signi�ca que:
O ser-aí está sempre aberto para novas possibilidades fáticas de ser. O ser-aí só deixa de ser ser possível quando
realiza sua derradeira possibilidade existencial.
Pergunta 9
Wellington foi encaminhado ao psicólogo após atendimento no pronto-socorro geral. Procurou o hospital com queixa de que seu coração
estava muito apertado, seu braço esquerdo formigando e certo de que estava prestes a ter um ataque cardíaco. Os exames no hospital
revelaram funcionamento cardíaco normal e sugeriram que ele procurasse um psicólogo para lidar com “seu stress ”. 
0,3 em 0,3 pontos
0,3 em 0,3 pontos
Quinta-feira, 22 de Setembro de 2022 22h46min49s GMT-03:00
Resposta Selecionada: a. 
O psicólogo que o recebe é fenomenológico-existencial e entende sua queixa à luz das ideias de L. Binswanger. Isso significa que ele: 
I – Ouve o aperto no coração de Wellington como indicativo de uma modificação no seu espaço afinado. 
II – Reconhece que a queixa de Wellington não se refere ao corpo-organismo e, sim, ao seu ser-no-mundo. 
III – Entende que o coração é o símbolo para o afeto, de modo que seu “corpo fala” que ele não está bem afetivamente. 
Está correto somente o que se afirma em:
I e II.
Pergunta 10
Resposta Selecionada: c. 
Analise as duas afirmativas a seguir: 
I. A nostridade constitui uma unidade originária que possibilita todo si mesmo e toda ipseidade. 
II. Binswanger compartilha com Freud o entendimento de que a libido é o fundamento do amor e, portanto, da nostridade. 
Assinale a alternativa correta:
A primeira a�rmativa é uma proposição verdadeira e a segunda é uma proposição falsa.
← OK
0,3 em 0,3 pontos

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