Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Química2
 
SUMÁRIO DO VOLUME
QUÍMICA
1. Estudo das dispersões 5
1.1 Suspensão 5
1.2 Coloide 5
1.3 Soluções 7
2. A concentração das soluções 14
2.1 A concentração comum (C) – g/L 14
2.2 Concentração em ppm e ppb 19
2.3 A concentração Fração em massa ou Título (τ) 22
2.4 Fração em volume ou Título em volume (T v/v) 25
2.5 Concentração em quantidade de matéria por litro, concentração mol por litro ou molaridade (Mol.L-1) 27
3. Relação entre concentrações 36
4. Diluição e concentração 39
5. Mistura de soluções 44
5.1 Mistura de soluções de mesmo soluto 44
5.2 Mistura de soluções de solutos diferentes sem ocorrência de reação 46
5.3 Mistura de soluções de solutos diferentes com ocorrência de reação 47
6. Titulação ou análise volumétrica 51
Química 3
 
SUMÁRIO COMPLETO
VOLUME 1
UNIDADE: FÍSICO-QUÍMICA
1. Estudo das dispersões
2. A concentração das soluções
3. Relação entre concentrações
4. Diluição e concentração
5. Mistura de soluções
6. Titulação ou análise volumétrica 
UNIDADE: QUÍMICA ORGÂNICA
1. Introdução a Química
2. Estudos das funções Orgânica
VOLUME 2
UNIDADE: FÍSICO-QUÍMICA
7. Termoquímica
8. Elétroquímica
UNIDADE: QUÍMICA ORGÂNICA
3. Estudos das funções orgânicas
VOLUME 3
UNIDADE: FÍSICO-QUÍMICA
9. Cinética Quimíca
• Saiba Mais – Equilíbrio Quimíco
UNIDADE: QUÍMICA ORGÂNICA
4. Estudos das funções orgânicas
• Saiba Mais – Isomeria Plana e Espacial
Química4
 
Química 5
Estudo das dispersões
1. ESTUDO DAS DISPERSÕES
As dispersões estão presentes no nosso cotidiano muito mais do que imaginamos, como, por exemplo, 
quando tomamos soro, preparamos uma maionese ou simplesmente comemos uma gelatina. Mas o que 
vem a ser essas tais dispersões?
 Dispersões são sistemas nos quais se tem uma partícula pequena dispersa em uma outra substância. 
De acordo com o tamanho dessa partícula, podemos classifi car essas dispersões em suspensão (dispersão 
grosseira), dispersão coloidal (coloide) e solução, sendo a suspensão e a dispersão coloidal sistemas 
heterogêneos (que apresentam mais de uma fase), e a solução, um sistema homogêneo.
1.1 Suspensão
PráxisPráxis 
 Para facilitar o entendimento deste capítulo, recomenda-se que, em casa, se misture, em um copo de 
plástico contendo água, uma pequena quantidade de areia ou terra.
 Todos, já fi zeram a mistura água mais terra citada anteriormente. Sem saber, montamos um tipo de 
dispersão classifi cada como dispersão grosseira ou suspensão. Analisando o próprio copo com água e terra, 
podemos defi nir algumas propriedades desse sistema. Se deixarmos o copo parado por um determinado tempo, 
iremos perceber que a terra irá se sedimentar no fundo do copo apenas pela ação da gravidade. Podemos 
afi rmar, portanto, que os sistemas classifi cados como suspensões sofrem sedimentação pela ação da gravidade.
 E se quisermos separar a terra da água? Simples, um fi ltro comum pode efetuar o trabalho com uma 
boa efi ciência.
 Após termos feito todas essas observações, uma pergunta surge: Como isso é possível? A resposta está 
no tamanho das partículas do disperso.
Busca
Dispersante: Equivalente ao solvente de uma solução, ou seja, o meio que sustenta a dispersão.
Disperso: Equivalente ao soluto de uma solução, ou seja, aquilo que está espalhado no meio.
 Podemos classifi car uma suspensão de uma forma mais científi ca, utilizando o tamanho de suas 
partículas. As suspensões apresentam partículas grandes, maiores que 100 nm (alguns autores consideram 
que as partículas são maiores que 1000 nm), muitas vezes visíveis a olho nu ou com o auxílio de um 
microscópio óptico. E são exatamente essas partículas grandes que irão determinar as propriedades das 
suspensões. Como as partículas são grandes, a solubilização delas é difi cultada, por isso podemos separar 
facilmente o sistema, e este sofre sedimentação pela ação da gravidade.
1.2 Coloide
Neblina, gelatina, espuma e pérola. O que esses sistemas apresentam em comum? Todos são classifi cados 
como coloides [do grego kólla, cola + eîdos, forma], adj. que se assemelha à cola; s.m..
 Cientifi camente, coloide é todo sistema heterogêneo que apresenta partículas entre 1 e 100 nm. As 
partículas são grandes, porém seus tamanhos não são sufi cientes para que possamos visualizá-las a olho nu 
(as partículas podem ser visualizadas com o auxílio de um ultramiscroscópio). Mas se nós não podemos 
visualizar as partículas do coloide, como poderemos identifi cá-lo? A resposta está em uma propriedade 
que apenas os coloides apresentam: o efeito Tyndall.
Química6
Estudo das dispersões
Saiba maisSaiba mais
 John Tyndall (1820-1893), quando estudava o comportamento das soluções, descobriu uma propriedade muito 
importante, o espalhamento da luz em suspensões coloidais, o que não ocorre com as soluções verdadeiras. 
Esse efeito é observado quando a luz se choca com as partículas do soluto e ocorre o espalhamento da luz 
devido ao tamanho dessas partículas. Pode-se visualizar esse efeito facilmente quando observamos as gotículas 
de água ao acendermos os faróis do automóvel numa noite de neblina.
 O efeito Tyndall já deve ter feito você passar 
por momentos de tensão. Quanto está dirigindo por 
uma estrada na presença de forte neblina, a visão 
do motorista fi ca prejudicada. Institivamente tem-
se a ideia de que, se for ligada a luz alta do carro, a 
visualização da pista será melhor. Isso é grande erro.
 A neblina é classifi cada como um coloide e, como 
tal, apresenta o efeito Tyndall. Quando liga-se a luz 
alta, essa luz irá se chocar com as partículas de água 
presentes na neblina, sofrendo difração e formando 
uma “parede branca” à nossa frente, que difi cultará 
ainda mais a visualização da estrada. Nessa situação, 
o recomendado é diminuir a velocidade, aumentar a 
distância do carro da frente e ligar a luz baixa (ou o 
farol de neblina se o carro possuir).
Saiba maisSaiba mais
 O farol de neblina é projetado para iluminar as laterais da pista logo à frente do veículo e, por isso, 
é instalado o mais próximo possível do nível do solo. Ele funciona espalhando a luz em forma de leque, 
abrangendo uma área maior.
 Diferentemente das suspensões, não é possível separar as partículas de um coloide por um fi ltro 
simples, sendo necessária a utilização de uma ultracentrífuga. Tal coloide também não sofrerá sedimentação 
pela ação da gravidade (mesmo sendo uma mistura heterogênea). A explicação encontra-se em outra 
propriedade dos coloides, o movimento browniano.
Busca
Movimento Browniano: Consiste no movimento constante e 
errático das moléculas do disperso por estarem, constantemente, a 
colidir contra as moléculas do dispersante.
1.2.1 Exemplos e classificação dos coloides
 Os coloides são classificados a partir dos vários estados do meio contínuo (dispersante) e da fase 
dispersa, como ilustrado nesta tabela: 
 Difração: Fenômeno do espalhamento de uma onda ou luz ao encontrar obstáculo.
O laser atravessa primeiro a solução sem que possamos 
observá-lo; já, no segundo meio (coloide), observamos a 
refração da luz. 
A
da
pt
ad
o 
pa
ra
 o
 A
ce
rv
o 
C
N
E
C
.
Química 7
Estudo das dispersões
FASE DISPERSA
Gás Líquido Sólido
FASE
 CONTÍNUA 
(DISPERSANTE)
Gás
Não existe. Todos 
os gases são 
solúveis entre si.
Aerossol líquido
Exemplos: nuvem, neblina, 
Sprays.
Aerossol sólido
Exemplos: fumaça, pó 
em suspensão.
Líquido
Espuma líquida
Exemplo: espuma 
de sabão.
Emulsão
Exemplos: leite , maionese, 
cremes, sangue.
Sol
Exemplo: tintas, vidros 
coloridos, detergente em 
água.
Sólido
Espuma sólida
Exemplo: pedra-
pomes.
Gel
Exemplos: gelatina, queijo, 
geleia.
Sol sólido
Exemplo: cristal de rubi, 
cristal de safi ra , ligas 
metálicas.
1.2.2 Estabilidade dos coloides
 A estabilidade dos coloides é diretamente relacionada com a fase dispersa, principalmente se esta é 
liofílica (do grego fílico, “gostar”) ou liofóbica (do grego fóbico, “ter medo”). O termo lio refere-se ao 
meio dispersante. 
 Essa classifi cação serve para indicar se as partículas dispersas têmuma afi nidade fraca (liofóbica) ou 
forte (liofílica) com o meio dispersante e assim determinarmos algumas de suas propriedades. Os coloides 
liofílicos, de um modo geral, são bastante fáceis de serem preparados, muito estáveis e razoavelmente 
simples de serem reconstruídos. Já os coloides liofóbicos, geralmente, são menos estáveis e difíceis de 
serem reconstruídos. Como exemplo de coloide liofílico, podemos citar o sabão disperso na água, e o óleo 
suspenso na água seria um coloide liofóbico típico.
1.3 Soluções
As soluções são sistemas que apresentam partículas dispersas menores que 1 nm. Temos aqui, pela 
primeira vez, a formação de um sistema homogêneo, visto que as suspensões e os coloides são classifi cados 
como sistemas heterogêneos.
 Na solução, temos também uma denominação especial para dispersante e disperso. Aqui, dizemos 
que o dispersante equivale ao solvente, da solução, e o disperso, ao soluto.
 Devido ao grande número de aplicações, estudaremos as soluções mais profundamente.
1.3.1 Classificação de soluções
1.3.1.1 Quanto ao estado físico
 Vimos anteriormente que as soluções são constituídas por soluto e solvente. Esses 
componentes podem apresentar-se em todos os estados físicos da matéria, sendo que, de 
uma forma geral, o estado físico do solvente determinará o estado físico da solução. O 
soro fi siológico é uma mistura de água (solvente líquido) e de cloreto de sódio (soluto 
sólido), e se constitui em uma solução líquida. 
 Agora, se tivermos o solvente no estado sólido, a solução será 
sólida, independentemente do estado físico do soluto (podemos 
ter o soluto no estado sólido, líquido ou gasoso). As soluções 
sólidas mais importantes são as ligas metálicas. 
 Agora, se tivermos o solvente no estado gasoso, a solução será 
gasosa. Um exemplo de solução gasosa é o ar atmosférico.
 Agora, se tivermos o solvente no estado sólido, a solução será 
sólida,
gasosa
 Vimos anteriormente que as soluções são constituídas por soluto e solvente. Esses 
componentes podem apresentar-se em todos os estados físicos da matéria, sendo que, de 
uma forma geral, o estado físico do solvente determinará o estado físico da solução. O 
soro fi siológico é uma mistura de água (solvente líquido) e de cloreto de sódio (soluto 
 Agora, se tivermos o solvente no estado sólido, a solução será 
 independentemente do estado físico do soluto (podemos 
ter o soluto no estado sólido, líquido ou gasoso). As soluções 
 Agora, se tivermos o solvente no estado gasoso, a solução será 
Química8
Estudo das dispersões
1.3.1.2 Quanto à proporção soluto — solvente
Cl-
Cl-
Na+Na+
Sal
aquoso
Molécula de
açúcar aquosa
Sal
sólido
Açúcar
cristal
(sólido)
Disponível em : <www.ucs.br>. Acesso em: 31 mar. 2009.
 É possível classificar uma solução, inicialmente, em diluída ou em concentrada de acordo com as 
quantidades de soluto e de solvente.
 Quando a razão entre soluto e solvente é baixa, temos uma solução diluída. O soro fi siológico, por 
exemplo, é constituído por 9 g de NaCl dissolvidos em 1 litro (1 000 g) de água, sendo assim considerado 
uma solução diluída.
 Mas, se forem acrescentadas 100 g de NaCl em 1 L de água, obteremos uma relação alta entre soluto 
e solvente e, então, a solução será concentrada. 
 Outro critério de classifi cação para as soluções é utilizarmos o seu coefi ciente de solubilidade, grandeza 
que indica a quantidade do soluto que pode ser dissolvida em uma massa fi xa de solvente (geralmente 100 
gramas de solvente) a uma determinada temperatura. Veja o gráfi co a seguir.
 O gráfi co mostra-nos curvas de solubilidade de 
vários sais, dentre eles o nitrato de potássio (KNO3). 
Nele, observamos que, a 20 °C, podemos dissolver 
aproximadamente 34,6 gramas de KNO3,em uma 
quantidade de água equivalente a 100 gramas. 
Afi rmamos, então, que o coefi ciente de solubilidade 
do nitrato de potássio, a 20 °C, é igual a 34,6 g/100 g 
de H2O.
 Tendo em mãos o coefi ciente de solubilidade, 
podemos classifi car as soluções em insaturadas, 
saturadas ou supersaturadas.
 As soluções insaturadas são aquelas nas quais 
a quantidade de soluto não atingiu o coefi ciente de 
solubilidade. Tomando por base o exemplo anterior, uma 
solução com 20 gramas de KNO3 em 100 gramas de água, 
a 20 °C, é insaturada. Agora, se tivermos uma solução na 
qual a quantidade de soluto dissolvida é exatamente igual 
à quantidade defi nida pelo coefi ciente de solubilidade, 
teremos uma solução saturada. Tendo a solução atingido 
a saturação, qualquer quantidade a mais de soluto que for 
adicionada não conseguirá ficar dissolvida, formando o 
que chamados de corpo de fundo ou precipitado.
 Agora, se conseguirmos manter dissolvida uma quantidade de soluto maior que aquela defi nida pelo 
coefi ciente de solubilidade, teremos uma solução supersaturada. Para que isso seja possível, devemos pegar 
uma solução saturada com corpo de fundo e aquecê-la até a completa dissolução do sólido (é importante 
ressaltar que a solubilidade de uma substância, na maioria das vezes, aumenta com a temperatura). Depois, 
devemos realizar um resfriamento lento e cuidadoso.
Coeficiente de solubilidade (g/100 g de H2O) 
150
140
130
120
110
100
90
80
70
60
50
40
30
20
10
0
0 10 20 30 40 50 60 70 80 90100 110 120
Temperatura (°C)
Na2SO4
Ca(S
2H3O2)2
K 2
Cr 2
O 7
KB
r
KC
lO 3
KN
O 3Ca
Cl 2
Ag
N
O 3
Kl NaNO3
Na
NO
3
NaCl
Evolução da solubilidade de alguns composto em função 
da temperatura.
Química 9
Estudo das dispersões
 Fazendo esse processo, conseguiremos manter dissolvida uma quantidade maior de sal do que aquela 
defi nida pelo coefi ciente de solubilidade, formando o que classifi camos como solução supersaturada, 
que é instável. Uma simples perturbação ou adição de um cristal do sal nesse sistema pode ocasionar a 
precipitação do excesso de soluto dissolvido e, assim, volta-se à solução saturada com corpo de fundo. 
Saiba maisSaiba mais
O MEL É UM EXEMPLO DE SOLUÇÃO SUPERSATURADA
 Quando se deixa em repouso um pote de mel, cujo principal soluto 
é a glicose, esta se cristaliza. Quando isso acontece, muitas 
pessoas pensam que o mel se transformou em açúcar comum 
(sacarose). No entanto, se aquecermos esse mel em banho-
maria, o aumento da temperatura fará com que a glicose 
cristalizada se dissolva, regenerando a solução supersaturada 
inicial. Melado feito de cana-de-açúcar, xarope de milho (Karo) 
obtido de glicose e geleias são outros exemplos de soluções 
supersaturadas usadas em nosso dia a dia.
1.3.1.3 Solubilidade endotérmica e exotérmica
 Como foi dito anteriormente, de um modo geral, 
o aumento da temperatura favorece a solubilidade 
do soluto. Quando isso ocorre, dizemos tratar-se de 
uma solubilidade endotérmica. Nos outros casos, 
nos quais a solubilidade diminui com o aumento da 
temperatura, dizemos tratar-se de uma solubilidade 
exotérmica.
1.3.1.4 Solubilidade de gases
 Quando, numa solução líquida, o soluto for gasoso, deve-se observar 
a Lei de Henry, que relaciona a solubilidade dos gases à pressão e à 
temperatura. Segundo a Lei de Henry, a solubilidade de um gás decresce 
com o aumento da temperatura, como é possível observar no gráfi co ao 
lado. 
 Pode-se afi rmar que a solubilidade de um gás é diretamente proporcional 
à pressão, ou seja, quanto maior for a pressão, maior será a solubilidade do 
gás em um líquido.
 Por isso, um refrigerante gelado tem um sabor mais gostoso do que se estivesse à temperatura ambiente, 
pois contém mais CO2(g) dissolvido. Mas, quando o lacre é aberto, tem-se a diminuição da pressão interna 
da garrafa, ocasionando uma diminuição da solubilidade do CO2 (fato evidenciado pela formação de bolhas).
O MEL É UM EXEMPLO DE SOLUÇÃO SUPERSATURADA
 Quando se deixa em repouso um pote de mel, cujo principal soluto 
é a glicose, esta se cristaliza. Quando isso acontece, muitas 
D
is
po
ní
ve
l e
m
: <
w
w
w
.s
xc
.h
u>
.
 A
ce
ss
o 
em
: 3
1 
m
ar
. 2
00
9.
KNO3
K2CrO4
Ce2(SO4)3
NaCl
4020 60 80
temperatura (°C)
140
120
100
8060
40
20
C
oe
fic
ie
nt
e 
de
 s
ol
ub
ili
da
de
(g
/1
00
 g
 d
e 
H
2O
)
O Ce2(SO4)3 tem dissolução exotérmica, e os demais 
sais, dissolução endotérmica.
T(°C)
C
oe
fic
ie
nt
e 
so
lu
bi
lid
ad
e
(g
/1
00
 d
e 
ág
ua
)
P (atm)
C
oe
fic
ie
nt
e 
so
lu
bi
lid
ad
e
(g
/1
00
 d
e 
ág
ua
)
Química10
Estudo das dispersões
Exercícios de salaExercícios de sala
1 O refrigerante é uma solução que tem como solvente a água, e um dos solutos é o gás carbônico (CO2). 
Comparando o que acontece quando abrimos uma garrafa de refrigerante à temperatura ambiente e 
quando abrimos uma garrafa que estava na geladeira, explique como varia a solubilidade desse gás em 
relação à temperatura.
 __________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________
1.3.1.5 Quanto à natureza do soluto
 Para melhor visualização desse item, sugerimos a montagem 
do esquema ilustrado ao lado constituído por uma lâmpada, 
dois eletrodos, fi os de cobre e um béquer.
 Se fi zermos duas soluções, uma de sal de cozinha (NaCl) 
e outra de açúcar (C6H12O6) e utilizarmos o teste citado, 
notaremos um comportamento diferente da lâmpada. Na 
solução de sal de cozinha, ela acenderá e na de açúcar não.
 A explicação para esse fato encontra-se no tipo 
de ligação de cada substância. No sal de cozinha, encontramos ligações predominantemente iônicas. 
Quando o colocamos em água, ocorre um processo denominado dissociação, que irá liberar os íons Na+ 
e Cl- contidos no retículo cristalino do NaCl, e são exatamente esses íons que permitirão a condução de 
corrente elétrica pela solução, formando o que chamaremos de solução eletrolítica.
 Já o açúcar, por apresentar predominantemente ligações covalentes, não liberará íons em água, fazendo 
com que a lâmpada continue apagada. A essas soluções damos o nome de soluções não eletrolíticas ou 
soluções moleculares. 
http://cnec.lk/002q
O uso do aplicativo “soluções de sal e açúcar” poderá auxiliar no entendimento 
do conteúdo.
Saiba maisSaiba mais
 Os avanços tecnológicos afetam drasticamente o modo como vivemos e a 
forma como lidamos com os objetos e as pessoas à nossa volta. Esses avanços 
precisam ser incorporados rapidamente pelos diversos setores e atividades 
humanas, inclusive na educação. Hoje em dia, por meio dos avanços nas 
Tecnologias de Informação e Comunicação, o processo de ensino-aprendizagem 
tornou-se muito mais interativo e dinâmico. Nesse sentido, o material de química 
da Rede de Ensino CNEC trouxe uma nova ferramenta tecnológica adaptada a 
essas novas tendências. É o Código QR ou QR Code.
 O que é o QR Code? O QR Code (Quick Response Code ou Código de Resposta 
Rápida), assim como um código de barras, é uma imagem gerada por processos 
automatizados e informatizados, que possuem informações em seu interior. Essas 
Para melhor visualização desse item, sugerimos a montagem 
do esquema ilustrado ao lado constituído por uma lâmpada, 
 Se fi zermos duas soluções, uma de sal de cozinha (NaCl) 
) e utilizarmos o teste citado, 
QR Code. Acesse por meio 
do seu celular, tablet ou PC e 
descubra qual a informação 
embutida nesse código.
Química 11
Estudo das dispersões
informações podem ser acessadas por meio de um aplicativo que realiza a leitura e decodifi cação do código através 
da câmera do celular (iPhone, Android, Blackberry, Symbian etc.), do tablet ou do PC. A partir da leitura desse código, 
poderá ser acessado um link de endereço eletrônico, ou um SMS, ou um texto contido dentro do código. Contudo, é 
fundamental que o dispositivo utilizado para realizar a leitura do código esteja conectado à Internet, pois, na maioria 
das vezes, necessitará da web para acessar o conteúdo.
 Inicialmente, criado pela empresa japonesa Denso-Wave, em 1994, para identifi car peças na indústria 
automobilística, desde 2003, os códigos QR estão sendo usados em muitas revistas, campanhas publicitárias 
e até em jogos. No Brasil, por exemplo, o Metrô de São Paulo adotou o uso desses códigos para disponibilizar 
aos seus usuários o acesso mais rápido ao conteúdo do site do Metrô na sua versão mobile.
 Alguns aparelhos já possuem o aplicativo instalado para realizar a leitura do códigos. Caso seu celular ou 
tablet não o tenha, faça o download de algum dos aplicativos disponíveis para dispositivos móveis de acordo 
com o Sistema Operacional. No caso do uso de PCs, é necessário fazer o download do aplicativo QReader 
que possui versões tanto para Windows quanto para Mac.
 Para realizar a leitura dos códigos QR, com o aplicativo instalado, clique sobre o ícone para abrir o aplicativo 
e enquadre o código no centro da câmera. É possível que demore alguns segundos para focar. Depois de 
alguns segundos, de forma automática, o dispositivo móvel ou o PC acessará as informações contidas no 
código. Siga o passo a passo a seguir. 
1) Selecione o tipo de plataforma e 
baixe o aplicativo leitor de QR Code no 
seu smartphone ou tablet.
2) Abra o leitor de QR Code, posicione a 
imagem à frente da câmera e fotografe 
o código.
3) Aproveite o que preparamos para 
você.
 Agora você está pronto para acessar os códigos QR ao longo do Mateiral Didático do Siatema de Ensino 
CNEC. Aproveite esse recurso! 
Exercícios de salaExercícios de sala
2 A curva de solubilidade de um dado sal é apresentada a seguir.
60
50
40
30
20
10
10 20 30 40
Temperatura (°C)
Solubilidade
g/100g H2O
 Considerando a solubilidade desse sal a 30 °C, qual seria a quantidade máxima (aproximada) de 
soluto cristalizada, quando a temperatura da solução saturada (e em agitação) fosse diminuída para 
20°C?
a) 5 g.
b) 10 g.
c) 15 g.
d) 20 g.
e) 30 g.
Química12
Estudo das dispersões
3 A 10 °C, a solubilidade do nitrato de potássio é 
de 20,0 g/100 g H2O. Uma solução contendo 
18,0 g de nitrato de potássio, em 50,0 g de água, 
a 25 °C, é resfriada a 10 °C. Quantos gramas 
do sal permanecem dissolvidos na água?
a) 1,00
b) 5,00
c) 9,00
d) 10,0
e) 18,0
4 A curva de solubilidade do KNO3 em função 
da temperatura é dada a seguir. Se a 20 °C 
misturarmos 50 g de KNO3 com 100 g de água, 
quando for atingido o equilíbrio, teremos:
20
40
10 30 50 T ºC
Solub. g/100g H2O
a) um sistema homogêneo.
b) um sistema heterogêneo.
c) apenas uma solução insaturada.
d) apenas uma solução saturada.
e) uma solução supersaturada.
5 Considere a tabela a seguir sobre a solubilidade 
do cloreto de potássio:
Temperatura °C Solubilidade do KCl (g/100g H2O)
0 27,6
20 34,0
40 40,0
60 45,5
 Em 200 g de água a 20 °C, adicionaram-se 
80,0 g de KCl. Conhecida a tabela anterior, 
após forte agitação, observa-se a formação de 
uma:
a) solução saturada, sem corpo de fundo.
b) solução saturada, contendo 68,0 g de KCl 
dissolvidos, em equilíbrio com 12,0 g de KCl 
sólido.
c) solução insaturada, com corpo de fundo.
d) solução extremamente diluída.
e) solução supersaturada.
6 (PAIES) O diagrama a seguir representa a 
curva de solubilidade de alguns sais em água.
NaNO2
CaCl2
KClO3
NaCl
KCl
T (°C)
C (g/100 mL)
100
80
60
40
20
20 40 60 80 100
 A partir da análise do gráfi co, marque para 
as alternativas abaixo (V) Verdadeira, (F) Falsa 
ou (SO) Sem Opção.
 ( ) O aumento da temperatura não interfere 
na solubilidade do clorato de potássio.
 ( ) À temperatura de aproximadamente 25ºC, 
a solubilidade do cloreto de cálcio é igual à 
solubilidade do nitrito de sódio.
 ( ) As curvas de solubilidade indicam 
que quanto maior a temperatura, maior a 
solubilidade dos sais em água.
 ( ) A solubilidade do sal que sofre maior efeito 
com o aumento da temperatura é a do cloreto 
de sódio.
7 (PAIES) Sobre o assunto solubilidade, considere 
as informações apresentadas e marque para as 
alternativas a seguir (V) Verdadeira, (F) Falsa ou 
(SO) Sem Opção. O coefi ciente de solubilidade 
do cloreto de potássio na água é igual a 32,0 g 
de KCl/100g de H2O, à temperatura de 20 ºC, 
e pressão de 1 atm.
 ( ) A 40 ºC, uma solução com 32,0 g de 
KCl/100 g de H2O é insaturada.
 ( ) O coefi ciente de solubilidade cresce com o 
aumento da pressão.
 ( ) Adicionando-se 50,0 g de KCl a 100 g de 
H2O, a 20 ºC, obtém-se um sistema bifásico.
 ( ) O coefi ciente de solubilidade estabelece 
uma relação máxima entre as quantidades de 
soluto e de solvente, portanto esse coefi ciente 
é, também, igual a 160 g de KCl/500 g de H2O.
Exercícios propostosExercícios propostos
8 (UNB) Examine a tabela seguinte, com dados 
sobre a solubilidade da sacarose (C12H22O11), 
do sulfato de sódio (Na2SO4) e do clorato de 
potássio (KClO3) em água a duas temperaturas 
diferentes e julgue os itens seguintes, marcando 
(C) para os Corretos e (E) para os Errados.
Química 13
Estudo das dispersões
Solubilidade em água (g/L)
Substância 40 °C 60 °C
C12H22O11 2381 2873
Na2SO4 488 453
KClO3 12 22
 1) ( ) A solubilidade de uma substância em determinado solvente independe da temperatura. 
 2) ( ) A uma dada temperatura, a quantidade limite de um soluto que se dissolve em determinado volume 
de solvente é conhecida como solubilidade.
 3) ( ) Nem todas as substâncias são mais solúveis a quente.
9 (UFRGS) A solubilidade da soda cáustica (NaOH) em água, em função da temperatura, é dada na tabela 
a seguir:
Temperatura (°C) 20 30 40 50
Solubilidade 
(g/100g de H2O)
109 119 129 145
 Considerando soluções de NaOH em 100 g de água, é correto afi rmar que:
a) a 20 °C, uma solução com 120 g de NaOH é saturada.
b) a 20 °C, uma solução com 80 g de NaOH é diluída.
c) a 30 °C, uma solução com 11,9 g de NaOH é concentrada.
d) a 30 °C, uma solução com 119 g de NaOH é supersaturada.
e) a 40 °C, uma solução com 129 g de NaOH é saturada.
10 (CESGRANRIO) Considere o quadro a seguir:
Propriedades Dispersão A Dispersão B Dispersão C
Natureza das moléculas Átomos, íons ou pequenas moléculas
Macromoléculas ou 
grupos de moléculas
Partículas visíveis a 
olho nu
Efeito da gravidade Não sedimenta Não sedimenta Sedimenta rapidamente
Uniformidade Homogênea Não tão homogênea Heterogênea
Separabilidade Não pode ser separada por fi ltração
Pode ser separada 
somente por 
membranas especiais
Pode ser separada por 
papel de fi ltro
 Logo, podemos afi rmar que:
a) A = solução verdadeira; B = suspensão; C = solução coloidal.
b) A = suspensão; B = solução coloidal; C = solução verdadeira.
c) A = solução coloidal; B = solução verdadeira; C = suspensão.
d) A = solução coloidal; B = suspensão; C = solução verdadeira.
e) A = solução verdadeira; B = solução coloidal; C = suspensão.
Química14
A concentração das soluções
2. A CONCENTRAÇÃO DAS SOLUÇÕES
Você já leu o rótulo de um frasco de soro fi siológico 0,9% p/v ou soro glicosado 5%, em massa, e se 
perguntou o signifi cado das informações contidas nele?
 O comportamento das soluções não depende somente da natureza do soluto, mas também da sua 
quantidade em relação ao solvente. Um medicamento administrado por via oral, intramuscular ou endovenosa 
deve ter uma concentração de solutos específi ca, caso contrário, pode até causar distúrbios graves.
 Assim, os químicos expressam a relação entre os componentes dessas soluções em diferentes formas 
de concentração das soluções. 
 Em nosso trabalho com soluções, usaremos as seguintes legendas. Memorize-as, pois serão utilizadas 
em todo este volume:
 • Grandezas relacionadas ao soluto terão índice 1.
 Ex: m1 = massa do soluto, v1 = volume do soluto.
 • Grandezas relacionadas ao solvente terão índice 2.
 Ex: m2 = massa do solvente, v2 = volume do solvente.
 • Grandezas relacionadas à solução não apresentarão índice.
 Ex: m = massa da solução, V = volume da solução.
2.1 A concentração comum (C) – g/L
“Porque o excesso de sal nas suas águas (Mar Morto) torna a vida praticamente impossível por ali. Com 
exceção da bactéria Haloarcula marismortui, que consegue fi ltrar os sais e sobreviver nesse cemitério 
marítimo, todos os organismos que chegam ao Mar Morto morrem rapidamente. Outra característica curiosa 
é que ninguém consegue afundar nas suas águas, graças novamente à alta concentração salina, que o torna 
muito mais denso do que o corpo humano. Os oceanos têm uma média de 35 gramas de sal por litro de 
água, enquanto o Mar Morto tem quase 300 gramas. Isso se deve basicamente a sua localização – na divisa 
entre Israel e Jordânia. A região é quente e seca, o que acelera a evaporação e impede a reposição da água 
pela chuva – em um ano chove tanto quanto um dia chuvoso em São Paulo. Além disso, o Mar Morto é o local 
mais baixo do planeta: alguns pontos fi cam a mais de 400 metros abaixo do nível dos oceanos. Isso signifi ca 
que grande parte das partículas que se soltam dos terrenos a sua volta escoam em sua direção”
Disponível em: <http://mundoestranho.abril.com.br>. Acesso em: 27 ago. 2013.
 Após a leitura do texto, podemos afi rmar que, em 1 litro de água do Mar Morto, há uma quantidade 
de sal equivalente a 300 gramas. Ao relacionarmos a massa do sal (soluto) presente em 1 litro de água do 
Mar Morto (solução), estaremos expressando a concentração comum:
C= m1=
V
massa do soluto
volume da solução
Unidades
Massa do soluto gramas
Volume da solução litros
Concentração comum gramas/litro
 Exemplo: Tem-se uma solução aquosa de soro glicosado preparada com 5,0 gramas de C6H12O6(s) 
dissolvidos em água sufi ciente para formar 100 mL de solução. Qual é a concentração em g/L dessa solução? 
Considerando que:
Massa do soluto = 5 gramas
Volume da solução = 100 mL (0,1L)
Substituindo na fórmula, tem-se:
m1
VC =
C= 50 g/L
5g
0,1 LC =
Química 15
A concentração das soluções
Raciocinando com regra de três
 Por defi nição, a concentração comum indica a massa de soluto (em gramas) presente em um litro de solução. 
Se há 5,0 g de glicose dissolvidos em 100 ml de solução, então, em 1 litro de solução (1000 mL), haverá:
5,0 g de C6H12O6(s) ------------- 100 mL
 x ––––––– 1 000 mL
 A concentração da solução será 50 g/L.
Busca
 Ao trabalharmos com soluções, é importante tomarmos cuidado para não confundirmos 
o conceito de densidade com o de concentração comum. Quando falamos em densidade, 
estamos nos referindo à razão entre a massa da solução pelo volume da solução, sendo a 
fórmula d= m
v
. Já ao falarmos em concentração, estamos nos referindo à razão da massa 
do soluto pelo volume da solução, sendo a fórmula C=
m1
V .
Exercícios de salaExercícios de sala
1 Uma solução foi preparada adicionando-se 40 g de NaOH em água sufi ciente para produzir 400 mL de 
solução. Calcule a concentração da solução em g/L.
 ___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
2 O ser humano adulto possui, em média, 5 litros de sangue com cloreto de sódio dissolvido na concentração 
de 5,8 g/L. Qual é a massa total de cloreto de sódio (NaCl) no sangue de uma pessoa adulta?
 ___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
3 Em um balão volumétrico de 400 mL, são colocados 18 g de cloreto de potássio e água sufi ciente para 
atingir a marca do gargalo (ou seja, completar 400 mL de solução). Qual é a concentração dessa solução, 
em g/L?
 ___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________4 Colocando-se 80 g de NaOH em um recipiente com 800 mL de solução, qual é a concentração comum 
da solução formada?
 ___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
loja.cneceduca.com.br
Prezado leitor,
 
Agradecemos o interesse em nosso
material. Entretanto, essa é somente
uma amostra gratuita.
Caso haja interesse, todos os materiais
do Sistema de Ensino CNEC estão
disponíveis para aquisição através
de nossa loja virtual.

Mais conteúdos dessa disciplina