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1 Plano de aula 2° ano – História 15 Planos – 85 páginas 1- Plano de aula - Nossa escola como lugar de memórias Unidade temática: A comunidade e seus registros Objeto de conhecimento: A noção do “Eu” e do “Outro”: comunidade, convivências e interações entre pessoas. Habilidade da BNCC: (EF02HI01) Reconhecer espaços de sociabilidade e identificar os motivos que aproximam e separam as pessoas em diferentes grupos sociais ou de parentesco. Orientações: Apresente o tema aos alunos escrevendo-o no quadro ou lendo-o para a turma. Se estiver fazendo uso de projetor, apresente esse slide e faça uma leitura coletiva. Orientações: Os alunos devem desenhar plantas e lugares da escola a partir das suas percepções, indicando os usos dos diferentes espaços em seu interior. Identificando, os locais mais frequentados pelos adultos e pelas crianças, e as práticas pertinentes a estes locais, como a brincadeira, a alimentação, a higiene, o esporte, as atividades educativas e formais… Esta indicação pode ser feita através de legenda ou desenho que a represente. Neste momento, a fonte usada é a memória de cada aluno, além da observação do espaço escolar feita pela turma. Para isso, você pode dividir os alunos em grupos e destinar setores da escola para as crianças representarem. Orientações: Usando fotografias antigas da escola (ou descrições escritas, ou ainda a narrativa de algum ex-aluno ou antigo colaborador), peça aos alunos que elaborem outra planta da escola, se possível, com as mesmas indicações contidas na planta anterior, mas dessa vez, usando as fontes supracitadas como referenciais. Neste momento a fonte pode ser: fotografias antigas da escola, antigas descrições da escola escritas ou narradas por pessoas que utilizaram aquele espaço no passado. Como adequar à sua realidade: As fontes podem ser comparadas aos espaços escolares no presente, dividindo a problematização em dois momentos: o primeiro, do contato com as fontes - no qual as crianças terão contato com as memórias de outro momento, quando o espaço escolar era usado de outras formas -, e o segundo, do passeio pela escola - no qual os alunos podem revisitar os locais comunicados pelas fontes, percebendo as alterações que sofreram ao longo do tempo, sejam elas estruturais (físicas), funcionais e estéticas. Orientações: Cruzando os dados das duas plantas elaboradas nos momentos anteriores, os alunos devem identificar as mudanças ocorridas naquele espaço, sejam alterações na estrutura física, sejam alterações funcionais. Eles devem indicar as diferenças e semelhanças entre elas. Esta atividade deve ser realizada coletivamente e com o recurso do material produzido ao longo das etapas anteriores. É interessante também ao longo desta etapa, anotar no quadro os consensos aos quais a turma chegou a partir da discussão e do uso das fontes. Estes podem tomar a forma de hipóteses construídas em frases breves e devem ser anotados por todos os alunos em seus cadernos ou nas margens dos mapas e imagens produzidos por eles mesmos anteriormente. 2- Plano de aula - Visita à cozinha da escola Unidade temática: A comunidade e seus registros Objeto de conhecimento: A noção do “Eu” e do “Outro”: comunidade, convivências e interações entre pessoas Habilidade da BNCC: (EF02HI02) Identificar e descrever práticas e papéis sociais que as pessoas exercem em diferentes comunidades. Orientações: Projete, escreva no quadro ou leia o objetivo da aula para os alunos. Peça que listem os profissionais que trabalham em diferentes setores da escola e que têm um papel importante para que toda a instituição funcione da melhor forma possível. O objetivo desta aula é que os alunos visitem uma área da escola com a qual não estejam muito familiarizados. Neste caso, eles irão observar o trabalho que acontece na cozinha, mas o mesmo plano pode ser aplicado para a exploração de outros espaços como a biblioteca, a secretaria, a portaria, etc. Orientações: Antes de a aula começar, prepare cantos na sala (ou em outro ambiente da escola) com utensílios de cozinha para as crianças brincarem. Providencie brinquedos relacionados ao tema (como panelinhas, utensílios, fogão, geladeira, talheres, alimentos de plástico ou outro material) e objetos reais utilizados na cozinha (panelas, potes, medidores, assadeiras, utensílios, colher de pau, avental, luvas, pratos, copos e talheres de papel ou plástico, etc). Se não for possível providenciar os brinquedos e objetos, você pode oferecer massa de modelar (pode ser uma caseira feita pela turma em outro momento) ou pedir que representem por meio de desenho uma cena que se passa em uma cozinha. Convide as crianças a brincarem livremente nos espaços que você organizou. Estimule que interajam com os materiais e entre si, que usem sua criatividade e imaginação. Participe da brincadeira e, se necessário, sugira novas situações, por exemplo: "Vamos ter visitas, o que podemos preparar?", "Alguém sabe como fazer um bolo?", "Como vamos limpar a cozinha depois de todo esse trabalho?", "Que tal se a gente montasse um restaurante?", "Vamos preparar o lanche da escola?". O jogo simbólico permite que as crianças assumam diferentes papéis, o que permite que o professor perceba como elas enxergam determinada situação e que tipo de comportamentos e atitudes elas esperam de quem ocupa determinada posição. Por meio dessas representações, é possível observar a compreensão que possuem do mundo social que as cerca e das relações presentes nele. Quando perceber que o interesse na brincadeira diminuiu, sente-se em roda com a turma para conversar sobre os papéis desempenhados em uma cozinha. Ouça suas opiniões, ajude-os a refletir sobre o assunto e, se necessário, ajude-os a desconstruir alguns preconceitos (por exemplo, que cozinha é um lugar para mulheres ou que esse trabalho não é tão importante quanto outros). Perguntas para discussão: · Quais as funções das pessoas que trabalham em uma cozinha? (Ajude-os a pensar em diferentes tarefas: cozinhar, limpar, decorar pratos, criar pratos e receitas, temperar, verificar o que precisa ser comprado, provar a comida, servir, etc) · Todas as cozinhas são iguais? A de casa? Da escola? De um restaurante? · Todas as pessoas que trabalham na cozinha são iguais? O que elas podem ter de semelhante? E de diferente? · O que deve ser mais difícil nesse trabalho? · Vocês ajudam a família nas tarefas da cozinha? · Qual a importância do trabalho que as pessoas realizam na cozinha da nossa escola? · Como seria nossa escola se esses funcionários não existissem? Fonte das imagens: Getty Images. Acesso em: 15 de março de 2019. Como adequar à sua realidade: Ao preparar os cantos com os utensílios de cozinha, considere colocar itens comuns nas cozinhas da sua escola e/ou da sua comunidade. Se na sua escola não houver cozinha, você pode adaptar o plano e utilizá-lo em outros espaços que não são tão frequentados pelos alunos, como a secretaria, a portaria, etc. Outra possibilidade é convidar os profissionais a irem à sala de aula conversar com a turma, eles podem levar acessórios referentes ao seu trabalho para mostrar e descrever sua função e sua rotina para os alunos. VISITA A COZINHA Orientações: Diga aos alunos que vocês visitarão à cozinha da escola para observar o trabalho que acontece lá dentro. Combine a visita com antecedência com a equipe da cozinha a fim de que seja em um dia e em um horário que não atrapalhe. Estabeleça alguns combinados com os alunos quanto ao comportamento durante a visita, por exemplo: tratar as pessoas com respeito, falar um de cada vez, fazer silêncio quando alguém estiver falando, não colocar a mão em nada sem autorização. Diga a eles que o objetivo da visita é que aprendam o máximo possível sobre o trabalho que é realizado ali. Para isso, devem responder às seguintes questões: · Quantos funcionários trabalham na cozinha da escola? Quem são eles? · Quais as tarefas que eles realizam? · Qual sua rotina de trabalho? · Qual a parte que acham mais fácil? · Qual a parte que acham mais difícil? · Liste algunsdos objetos encontrados. (Instigue-os a comparar o que encontram com o que é encontrado na cozinha de casa, observando, por exemplo, o tamanho das panelas, a quantidade de fogões e utensílios, etc). Orientações: Ao voltar para sala, converse com os alunos sobre a visita. Proponha que eles narrem e expliquem as práticas observadas e que respondam oralmente às perguntas que usaram para guiar a visita. Ofereça um espaço no qual se sintam seguros para falar e expor suas opiniões. Estimule que todos falem sobre a experiência. Pergunte se o que viram era o que esperavam, se sabiam como era o trabalho na cozinha da escola e o que acharam do que descobriram. Retome a importância desse trabalho. Entregue a eles a folha da atividade. 3- Plano de aula - Papéis sociais na família Unidade temática: A comunidade e seus registros Objeto de conhecimento: A noção do “Eu” e do “Outro”: comunidade, convivências e interações entre pessoas Habilidade da BNCC: (EF02HI02) Identificar e descrever práticas e papéis sociais que as pessoas exercem em diferentes comunidades. Orientações: Projete, escreva no quadro ou leia o objetivo da aula para os alunos. Diga que vocês conversarão sobre as famílias de cada um, como elas são formadas e qual o papel de cada um que a compõe. Nesta aula, espera-se que os alunos percebam os papéis desempenhados pelos membros da família. É importante tomar cuidado para não destacar apenas um tipo de família. É cada vez mais frequente que as instituições familiares sejam compostas por diferentes membros, cuidado para não usar termos como "melhor", "pior", "deveria ser", "normalmente", etc. Orientações: Antes da aula começar, prepare o espaço para que os alunos trabalhem em três grandes grupos. As atividades serão feitas individualmente, mas as conversas proporcionadas ao longo das produções podem ser muito enriquecedoras. Dessa forma, enquanto pensam sobre a própria família, eles também conhecerão mais sobre outras famílias diferentes da sua e, com isso, aumentarão sua percepção e compreensão do mundo. Disponibilize massa de modelar e peça que a usem para criar as pessoas que fazem parte de sua família. Deixe-os à vontade para decidir quem vão representar: os familiares que moram na mesma casa ou não, pessoas próximas que apesar de não ter laço de sangue são consideradas da família, etc. Se não for possível usar massa de modelar, você pode oferecer outro material ou pedir que façam um desenho. Enquanto realizam a atividade, circule pela sala, observe o que fazem, peça que te mostrem o que fizeram, ouça seus comentários. Reforce que as famílias são diferentes e que, por isso, suas representações serão diferentes. Convide-os a mostrarem suas produções no grupo e a conversarem sobre elas. Depois, peça que alguns alunos mostrem para toda turma quais familiares representaram. À medida em que forem apresentando as pessoas da família, estimule a conversa sobre o papel que elas exercem. Sugestão de perguntas para discussão, por exemplo, se for mostrado um "pai": · O que um pai faz? · Quais suas responsabilidades? · Quais suas tarefas? · Qual a diferença entre o papel do pai e o papel de outros familiares (como a mãe, o tio, o irmão, o avô, etc)? · Vocês podem fazer o papel de pai? Por quê? As mesmas perguntas (e outras que você quiser acrescentar e/ou que surgirem ao longo da conversa) podem ser usadas para discutir sobre diferentes membros da família. É comum que haja diferença entre as respostas das crianças. Estimule que apresentem suas ideias, que compartilhem suas histórias e vivências, mas atente-se para não reforçar preconceitos e estereótipos (como "isso é papel só da mãe" ou "isso é papel só do pai"). Problematize suas afirmações, questione e participe da conversa de forma responsiva. Orientações: Leia a história "Lolo Barnabé" escrita pela Eva Furnari e publicada pela editora Moderna. Se não tiver acesso ao livro, você pode mostrar o vídeo com a história ou assisti-lo em casa e depois contá-la para os alunos. LOLO BARNABÉ - VARAL DE HISTÓRIAS. Varal de Histórias. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=A7M1z0snvgw. Acesso em: 03 de abril de 2019. Converse com a turma sobre a narrativa, focando, principalmente, na família e nas funções de cada um dos personagens enquanto integrantes dessa família. Exemplos de perguntas para discussão: · Quem fazia parte da família do Lolo Barnabé? · O que eles gostavam de fazer? · Qual era o papel da Brisa na família? O que ela fazia? Quais suas responsabilidades? · Tem alguém na sua família que desempenha esse papel? · Qual era o papel do Lolo na família? O que ele fazia? Quais suas responsabilidades? · Tem alguém na sua família que desempenha esse papel? · Qual era o papel do Finfo na família? O que ele fazia? Quais suas responsabilidades? · Você tem um papel parecido com o do Finfo? Por quê? · Se os avós do Finfo aparecessem na história, o que será que eles fariam? Quais seriam suas atitudes e responsabilidades? · Se Finfo tivesse irmãos e eles aparecessem na história, o que será que eles fariam? Quais seriam suas atitudes e responsabilidades? Abra espaço para que os alunos conversem sobre a história e sobre sua própria família, para que façam comparações e questionamentos. Novamente, deixe claro que as famílias são diferentes, que determinadas atitudes são comuns em várias delas, mas que isso pode variar em cada casa. Orientações: Convide os alunos a confeccionar um álbum de família. Cada um fará uma página. Entregue a folha da atividade impressa (ou uma outra folha na qual possam fazer as ilustrações e as descrições) e peça que completem o título com seu nome (por exemplo: "Família da Helena"). Explique que cada um irá desenhar quatro pessoas de sua família (se alguma criança não tiver quatro familiares para desenhar, sugira que complete com alguns amigos) e embaixo do desenho deverá escrever algo sobre essa pessoa que a caracterize na família, por exemplo: "Meu tio João faz o almoço no domingo"; "Minha vó Maria conta histórias"; "Meu irmão ajuda na lição de casa". Enquanto fazem a atividade, circule pela sala observando e orientando quando necessário. As páginas que cada um produziu devem ser unidas como em um livro, que pode ficar disponível na biblioteca da sala. Leve uma capa, junte as páginas e mostre a eles o resultado final. Passe o livro para que folheiem e conversem mais um pouco sobre suas famílias. Deixe que algumas crianças mostrem sua produção para a turma apresentando os familiares e explicando suas descrições. 4- Plano de aula - Visita a um espaço da comunidade Unidade temática: A comunidade e seus registros Objeto de conhecimento: A noção do “Eu” e do “Outro”: comunidade, convivências e interações entre pessoas Habilidade da BNCC: (EF02HI02) Identificar e descrever práticas e papéis sociais que as pessoas exercem em diferentes comunidades. Orientações: Projete, escreva no quadro ou leia o objetivo da aula para os alunos. Esclareça qual será o espaço que vocês vão visitar. Nesta aula, espera-se que os alunos realizem um trabalho de observação guiada a fim de explorar, principalmente, as relações e os papéis sociais presentes no espaço visitado. A intenção deste plano é servir de modelo para que você possa realizar um trabalho investigativo em determinado espaço da comunidade. Esta aula é baseada na visita a uma feira, mas você pode usar a mesma sequência de atividades para explorar outros lugares (praça, parque, igreja, shopping, praia, pátio da escola, etc). Escolha, de preferência, um ambiente conhecido e frequentado pela maioria dos alunos. Orientações: Converse com os alunos a respeito da visita que farão. Pergunte a eles: · Vocês já foram à feira? Quando? Com quem? · Como ela é? · O que se vende/compra na feira? · Quem trabalha na feira? Diga a eles que essa visita não será como a que fazem com seus familiares, porque dessa vez terão de observar atentamente as pessoas do local. Convide-os a prestarem atenção em QUEM participa da feira (para trabalhar e para comprar ou passear): quem são essas pessoas, comoelas agem nesse espaço, sobre o que elas conversam, quais seus comportamentos e atitudes, como é a interação entre elas. Mostre este slide ou escreva seu conteúdo no quadro. Leia para os alunos e explique o que você espera que eles observem sobre cada um dos itens: ESPAÇO (Como é a feira? O que tem nela? É um ambiente sério ou descontraído?) PROFISSIONAIS (Que profissionais trabalham na feira? Como é o trabalho deles? Quais as tarefas que eles realizam? Como é a atitude dos vendedores para convidar os consumidores a comprar? Como é a atitude deles na hora de vender? Como eles falam? Como organizam a mercadoria?) CONSUMIDORES (O que as pessoas que não estão trabalhando vão fazer na feira? O que elas esperam encontrar? Como escolhem o que querem comprar? Como falam com os vendedores? Qual o perfil da maioria - homem, mulher, criança - e por que será que é assim?) Diga que na volta vocês anotarão tudo o que foi observado. Fonte da imagem: Banco de Imagens da Nova Escola. Acesso em: 05 de abril de 2019. Como adequar à sua realidade: Adapte o roteiro de acordo com o espaço escolhido para visita. Se você for a uma praça, por exemplo, pode não ter profissionais e consumidores, então você pode mudar para ESPAÇO e PESSOAS. Nas perguntas, explore o perfil de quem está presente neste espaço (Observe as pessoas que encontramos na praça: Há jovens? Idosos? Crianças? O que estão fazendo? Há pessoas trabalhando? Quais suas tarefas? Quando se encontram, as pessoas interagem? Como?). Independente do espaço escolhido, faça um roteiro focado nas pessoas e em suas interações. Orientações: Leve os alunos para andar pela feira. É importante ter pedido autorização dos familiares com antecedência. Combine com outros funcionários, professores ou auxiliares da escola para que haja mais adultos acompanhando o grupo. Antes de sair, é importante estabelecer alguns combinados: andar próximo aos adultos e não se afastar do grupo, não atravessar a rua a não ser junto com o grupo e sempre olhando para os dois lados primeiro, não mexer nas coisas, etc. Comece caminhando pelo local. Depois, se possível, encontre um local em que possa se sentar com o grupo para observar as pessoas e suas interações. Aponte situações interessantes para os alunos, vá relembrando o que eles precisam observar, mostre exemplos do que você espera que eles olhem com atenção. Deixe que mostrem a você e aos colegas o que encontram, que façam inferências e questionamentos. Leve um caderno e vá registrando o que eles expressam. Dê mais uma volta pelo ambiente. Aproveite essa oportunidade para desenvolver com os alunos um novo olhar sobre aquilo que já conhecem. Instigue-os a questionar, a analisar, a observar atentamente e a refletir sobre esse espaço e as pessoas presentes nele. Desenvolver esse olhar investigativo e crítico é muito importante no trabalho com fontes históricas, sejam elas visuais, escritas ou orais. "Por todas as razões apresentadas, espera-se que o conhecimento histórico seja tratado como uma forma de pensar, entre várias; uma forma de indagar sobre as coisas do passado e do presente, de construir explicações, desvendar significados, compor e decompor interpretações, em movimento contínuo ao longo do tempo e do espaço. Enfim, trata-se de transformar a história em ferramenta a serviço de um discernimento maior sobre as experiências humanas e as sociedades em que se vive." Orientações: Ao voltar para a sala, deixe que os alunos contem suas impressões e participe da conversa com uma escuta atenta. Incentive-os, por meio de perguntas, a relatar tudo o que observaram e a refletir sobre os dados coletados. Ouça suas respostas e problematize-as com outras perguntas que ampliem sua visão. Perguntas para discussão: · Descreva a feira. (Como ela é, o que tem para vender, como é o espaço, como a mercadoria está organizada, etc.) · Por que as pessoas vão à feira? · Como é a atitude dos vendedores? O que tem de semelhante e de diferente com a atitude de outros vendedores (por exemplo, de uma loja de roupas, da farmácia, etc)? · Como é a atitude dos consumidores? · Como é a interação entre vendedor e consumidor? · Que outros trabalhos você observou sendo realizados na feira? · Havia mais mulheres ou homens vendendo? Por que você acha que é assim? · Havia mais mulheres ou homens comprando? Por que você acha que é assim? · Havia crianças na feira? Muitas ou poucas? Por que você acha que é assim? · Qual a diferença entre o comportamento das pessoas na feira e em outro ambiente de compras (como o shopping)? · Qual a diferença entre o comportamento das pessoas na feira e na escola? Registre uma síntese do que foi dito acerca do espaço, dos profissionais e dos consumidores em uma tabela coletiva (com essas três colunas) que pode ser feita em uma cartolina ou em outro papel de sua preferência. Procure resumir o que foi observado com as palavras usadas pelos alunos durante a discussão. Possibilite que eles construam o texto junto com você. 5- Plano de aula - Aniversários Unidade temática: A comunidade e seus registros. Objeto de conhecimento: A noção do “Eu” e do “Outro”: comunidade, convivências e interações entre pessoas. Habilidade da BNCC: (EF02HI03) Selecionar situações cotidianas que remetem à percepção de mudança, pertencimento e memória. Orientações: Projete, escreva no quadro ou leia o objetivo da aula para a turma. Converse sobre a importância de se compreender o objetivo e qual a relevância dele para a aula. Neste momento é importante que as crianças compreendam que ao longo desta aula irão analisar as festas de aniversário, e irão perceber as semelhanças e diferenças existentes nesta prática cultural ao longo do tempo. Orientações: Converse com a turma sobre a forma de se comemorar aniversários na atualidade, faça coletivamente no quadro uma lista de palavras com os itens necessários para este tipo de comemoração hoje em dia. · Quem costuma frequentar festas de aniversário? · Quem costuma ganhar festas para comemorar seu aniversário? · Como são as festas que vocês participam? · Quais outras pessoas participam destas festas de aniversário? · Será que todas as festas de aniversário são iguais? · Quais são as diferenças existentes entre as festas de aniversário que vocês costumam frequentar? · Relacionem quais elementos (objetos, momentos, músicas, atividades, comidas etc.) vocês consideram primordiais em festas de aniversário. · Será que as festas de aniversário sempre foram iguais? O que será que mudou nas festas de aniversário ao longo do tempo? · Como eram os aniversários quandos os pais de vocês eram crianças? · E no tempo dos avós de vocês, será que era comum comemorar aniversário fazendo festa? Por quê? Orientações: Selecione com antecedência fotografias antigas de aniversário, se possível de pessoas próximas ( como as suas, ou de familiares seus, ou ainda de familiares das crianças da turma, ou de outros membros da escola). O ideal é que a criança tenha contato com outra realidade e que esta lhe seja próxima, por este motivo não é interessante selecionar fotografias aleatoriamente na internet. É extremamente importante para a criança que ela conheça as memórias existentes por trás daquela fotografia, para que ela perceba as mudanças e permanências ao longo do tempo relacionadas à uma prática social. Caso a fotografia selecionada não seja pessoal, você poderá convidar o (a) dona (a) da fotografia para conversar com as crianças sobre suas memórias registradas neste objeto. Comece questionando a fonte (fotografia): · Quais elementos chamam a atenção de vocês nesta fotografia? · Existem semelhanças entre a festa de aniversário registrada nesta fotografia e as festas que vocês costumam participar? Quais? · O que há de diferente entre a festa da fotografia o tipo de festa que vocês têm contato? · Quais momentos/atividades vocês acreditam que havia nesta festa da fotografia? · Haviam apresentações artísticas (palhaços, mágicos, malabaristas, pintura de rosto, animadores de festa, dentre outros)? · Havia mesa com mimos? · Como eraa decoração? · Será que sempre havia lembrancinhas? · Como eram as comidas da festa? · E as músicas, eram as mesma tocadas hoje em dia? Após o questionamento da fonte promova uma rodada de perguntas para o (a) convidado(a) que dividirá com a turma suas memórias de aniversário baseadas na fotografia. Caso você seja o memorialista, faça o relato de sua experiência e dê oportunidade para que as crianças façam questionamentos. · Quantos anos você tinha nessa foto? · Quem organizou este aniversário para você? · Você pôde opinar sobre como seria a festa? · Conte para nós como foi este dia. · Além deste você teve outros aniversários? · Quando você era criança costumava frequentar muitos aniversários? Como eles eram? Orientações: Hoje vivemos imersos na cultura digital e nossos alunos mais ainda. É muito comum que eles, desde muito pequenos, tenham acesso aos “virais” da internet, hoje conhecidos como Memes. Trazer esta cultura para a sala de aula é muito importante para estreitar laços e diminuir distâncias. Na atividade de sistematização proponho a produção de um meme e compare aniversários antigos aos atuais. No slide há alguns exemplos de memes de aniversário. Lance a proposta para a turma e busque sugestões para esta etapa da aula. · Escolham se este meme partirá de uma fotografia ou de um desenho. · Decidam se a turma produzirá apenas um meme coletivamente, ou vários memes em equipes. · O meme pode ter cunho humorístico ou ser uma campanha para chamar a atenção para algum aspecto, este ponto também poderá ser decidido coletivamente, ou você poderá realizar a escolha previamente de acordo com o perfil de sua turma. · O importante nesta etapa é que as crianças se sintam co-autoras neste processo de produção. · Terminado este momento as crianças precisam ter acesso ao produto finalizado, então ele poderá ser impresso e exposto no mural de atividades da sala; ou ainda ser postado nas redes sociais da escola. 6- Plano de aula - Brincadeiras Unidade temática: A comunidade e seus registros. Objeto (s) de conhecimento: A noção do “Eu” e do “Outro”: comunidade, convivências e interações entre pessoas. Habilidade(s) da BNCC: (EF02HI03) Selecionar situações cotidianas que remetem à percepção de mudança, pertencimento e memória. Orientações: Projete, escreva no quadro ou leia o objetivo da aula para a turma. Converse sobre a importância de se compreender o objetivo e qual a relevância dele para a aula. Neste momento é importante que as crianças compreendam que ao longo desta aula elas terão contato com vídeos sobre brincadeiras para analisarem-nas historicamente. Orientações: Mostre o vídeo de uma criança chamada de repórter mirim, no qual há uma conversa com a avó dela sobre as brincadeiras que fazia quando criança, disponível neste link: https://www.youtube.com/watch?v=ks_EASH8FU8. Em seguida realize questionamentos à fonte: · Vocês gostaram do vídeo? · Sobre que trata este vídeo? · Você já brincou de alguma das brincadeiras que aparece no vídeo? · Há alguma diferença entre a forma com que você brinca e as brincadeiras que você viu no vídeo? Quais? · Existe algo de semelhante entre as brincadeiras que a avó da menina brincava e as brincadeiras que você brinca? · O que você percebe que permaneceu igual entre as brincadeiras do tempo da avó e as brincadeiras atuais? · Quais características das brincadeiras passaram por mudanças ao longo do tempo? Como adequar à sua realidade: Este vídeo é da cidade de Goiânia - Goiás. Caso você tenha acesso à um vídeo local sobre brincadeiras de antigamente em contraste com as brincadeiras da atualidade, sinta-se à vontade para utilizá-lo. Orientações: A proposta para a atividade de problematização é conversar sobre brincadeiras que as crianças costumam brincar na atualidade e produzir com a turma um roteiro para o vídeo que será gravado na atividade de sistematização. Anote no quadro as ideias das crianças, faça um debate problematizando verdadeiramente esta produção, de forma tal que ao final vocês tenham um roteiro para o vídeo da atividade seguinte: · Em quais locais vocês costumam brincar? · Quais são a brincadeiras que vocês fazem aqui na escola? · Vocês brincam na rua/calçada ou em praças perto da casa de vocês? · Quais brincadeiras vocês praticam nestes locais? · E na casa de vocês, como vocês brincam? · Geralmente, em casa vocês brincam sozinhos ou acompanhados? · Quais são as brincadeiras realizadas dentro de casa? · Quais as brincadeiras que vocês mais gostam? · Em qual local vocês mais gostam de brincar? · Agora que as crianças já debateram sobre suas brincadeiras favoritas realize a escolha da brincadeira que será vivenciada coletivamente. · Após a escolha da brincadeira, monte com eles o roteiro para o vídeo: quais crianças irão participar e em quais papéis (por exemplo, se a turma escolher vivenciar uma brincadeira de pega-pega, definam previamente quem será o pegador, qual espaço que ocorrerá a brincadeira, quanto tempo a brincadeira durará etc). A ideia é fazer um vídeo que soe espontâneo, mas que as crianças saibam como devem agir e em quais momentos. · O vídeo deve ter a duração de no mínimo cinco e no máximo dez minutos. · No vídeo deve constar o planejamento e a organização da brincadeira pelas crianças. Por exemplo: se a brincadeira escolhida foi o pega-pega é importante registrar o processo que as crianças fazem para escolher o pegador, dentre outros momentos que costumam ocorrer antes e depois da brincadeira. · O importante nesta etapa da aula é as crianças perceberem as brincadeiras que fazem parte da infância na atualidade e que este conhecimento será utilizado para fazer um registro em vídeo. Orientações: A partir do roteiro produzido na atividade de problematização organize as crianças para a gravação do vídeo. · Trabalhem coletivamente as regras da brincadeira escolhida e a divisão de papéis de forma que nenhuma criança fique sem participar. · Após a produção do vídeo é de extrema importância que as crianças possam ter contato com o material que produziram, este vídeo poderá ser transmitido para a turma ou publicados nas redes sociais da escola. Após a exibição do vídeo, promova um pequeno debate: · Quais as semelhanças entre a brincadeira que vivenciamos e as brincadeiras que vimos no primeiro vídeo? · O que permaneceu igual na forma de brincar entre as brincadeiras atuais e as antigas? · Houve alguma mudança na forma de brincar? Qual? · Foi divertido fazer este vídeo? · Como foi a experiência de participar e de se ver em um vídeo? Esta atividade proporciona para as crianças a chance de analisar diferentes contextos históricos através de um recurso midiático que está intimamente relacionado com a contemporaneidade. 7- Plano de aula - Registros escolares Unidade temática: A comunidade e seus registros. Objeto (s) de conhecimento: A noção do “Eu” e do “Outro”: comunidade, convivências e interações entre pessoas. Habilidade(s) da BNCC: (EF02HI04) Selecionar e compreender o significado de objetos e documentos pessoais como fontes de memórias e histórias nos âmbitos pessoal, familiar, escolar e comunitário. Orientações: Projete, escreva no quadro ou leia o objetivo da aula para a turma. Converse sobre a importância de se compreender o objetivo e qual a relevância dele para a aula. Certifique-se de que as crianças compreenderam que nesta aula elas irão estudar formas de registrar a frequência dos alunos em diferentes momento da história. Orientações: Divida a turma em grupos de quatro participantes e entregue para cada equipe uma cópia do diário de classe (conforme solicitado na relação de materiais presente no primeiro slide). Peça para que as crianças observem este documento e discutam entre elas qual a utilidade dele e como se realiza o registro. Estabeleça um tempo para este momento da atividade de contextualização entre 10 e 15 minutos. Em seguida realize questionamentos à fonte: · Vocês já conheciam este documento? · Qual é o nome deste documento? · Na sua opinião, por que ele recebe esse nome?· Qual é a utilidade/importância dele? · O que é registrado neste documento? · Quais pessoas podem escrever nele? Por quê? · Será que este documento é igual para todas as escolas? O que será que muda neste documento de uma escola para outra? · O registro de frequência dos alunos sempre foi feito deste jeito? · Como a frequência escolar dos pais de vocês era registrada? E dos seus avós, como era realizada? Orientações: Mostre para a turma a imagem de uma caderneta estudantil do passado. Explique que esta caderneta era utilizada antigamente (possivelmente durante a vida escolar dos avós deles) para controlar a frequência dos estudantes. Se possível busque entre parentes das crianças ou seus um exemplar desta caderneta para mostrar para as elas. Após este primeiro contato para conhecimento da fonte (fotografia ou objeto) é o momento de questioná-la: · Quais as impressões de vocês sobre este objeto? · Vocês já haviam visto algo parecido? Onde? · Como vocês acham que este objeto era usado? · Quais as semelhanças existentes entre a caderneta escolar de antigamente e o diário de classe de hoje em dia? · E quais são as diferenças entre estes dois documentos? · Existe algum aspecto que permanece igual na forma de se registrar a frequência dos estudantes antigamente e hoje em dia? · E quais as mudanças observadas na forma de se registar a frequência das crianças ao longo do tempo? · Qual dessas duas formas de registro lhes parece mais eficiente? Orientações: Proponha para a turma confeccionar suas próprias cadernetas escolares: · Recorte aproximadamente 5 folhas pautadas grandes (A4) no tamanho de ¼. Você poderá utilizar folhas de um caderno antigo que ainda estejam em branco, ou folhas do tipo almaço. Ao término desta etapa cada criança deverá ter uma caderneta com aproximadamente 20 páginas. · Utilize sua criatividade para dar acabamento às cadernetas: elas poderão ser coladas ou grampeadas; possuir uma capa feita com papel diferenciado; uma capa padronizada ou ainda personalizada por cada criança. · Após a etapa de produção discuta com a turma como se dará o uso desta caderneta por eles: · Agora cada um de vocês possui sua própria caderneta escolar como seus avós. Porém, nós estudamos que hoje em dia o registro da frequência dos estudantes é feito em outro documento. Qual utilidade podemos dar à nossa caderneta? · Que tal se a usássemos para registrar nossas conquistas diárias ao longo de um mês? Todos os dias aprendemos coisas novas, mas nem sempre paramos para registrar, então não nos damos conta do quanto aprendemos na escola. · Proponha que a cada dia as crianças façam um pequeno resumo ou relato das aprendizagens do dia, como uma espécie de diário de aprendizagem. Caso sinta a necessidade de modificar o objeto de registro da caderneta, sinta-se à vontade. O importante desta atividade é a criança perceber que para a história todos os registros são relevantes. Registros escritos, orais, ilustrações, entre outros, são representações de um período e representam as relações estabelecidas. 8- Plano de aula - A criança em diferentes lugares do mundo Unidade temática: A comunidade e seus registros Objeto (s) de conhecimento: A noção do “Eu” e do “Outro”: comunidade, convivências e interações entre pessoas Habilidade(s) da BNCC: (EF02HI02) Identificar e descrever práticas e papéis sociais que as pessoas exercem em diferentes comunidades. Orientações: Projete, escreva no quadro ou leia o objetivo da aula para os alunos. “Os estudos contemporâneos, nos quais podemos citar os realizados pela sociologia da infância, trazem como tese principal o fato de que as crianças participam coletivamente na sociedade e são dela sujeitos ativos e não meramente passivos. Ou seja, trazem uma proposta de estudar a infância por si própria, rompendo com o adultocentrismo, entendendo a criança como um ser social e histórico, produtora de cultura. E ainda, tem buscado evidenciar a presença de uma diversidade de infâncias, recusando uma concepção uniformizadora desta: 'as crianças são também seres sociais e, como tais, distribuem-se pelos diversos modos de estratificação social: a classe social, a etnia a que pertencem, a raça, o gênero, a região do globo onde vivem. Os diferentes espaços estruturais diferenciam profundamente as crianças' Orientações: Pergunte aos alunos o que significa “ser criança”. Estimule que expressem suas opiniões e ideias, que compartilhem suas vivências, que deem exemplos e explicações. Faça questionamentos para ampliar suas reflexões sobre o assunto: · O que diferencia as crianças dos adultos? · Será que existe crianças no mundo inteiro? Por quê? · Será que todas as crianças do mundo vivem da mesma forma? · Como vocês acham que vivem as crianças de um lugar bem frio? · Será que todas as crianças têm os mesmos brinquedos? · Do que será que crianças indígenas brincam? E as crianças que moram em um lugar que neva muito? · Será que todas as crianças vão para a escola? · Será que todas ajudam nas tarefas de casa? Por meio da discussão, permita que os alunos percebam que existem crianças vivendo no mundo todo e que apesar de haver semelhanças entre elas, também há muitas diferenças no modo de vida, nas brincadeiras, nas obrigações, nos modos de se relacionar entre elas e com os adultos, etc. Orientações: Divida os alunos em trios. Procure reunir crianças em diferentes estágios de alfabetização e com diferentes personalidades e habilidades a fim de enriquecer o trabalho. Retire de livros, revistas ou jornais outras imagens de crianças em diferentes lugares do mundo em situações variadas. Entregue uma imagem para cada trio. Peça que observem a figura atentamente, que identifiquem o que as crianças estão fazendo, como é o lugar em que elas moram, como é a roupa que vestem, etc. Depois entregue uma folha da atividade por trio. Se não puder imprimi-la, projete os enunciados, ou escreva-os no quadro, e peça que os alunos escrevam as respostas em uma folha sulfite ou em uma folha pautada. Leia e, se necessário, explique as perguntas. Circule pela sala observando e orientando quando necessário. Auxilie os trios que precisarem de ajuda para escrever. Oriente a turma a observar detalhes da imagem. Estimule sua curiosidade, diga para imaginarem como deve ser a vida daquelas crianças se baseando nas informações apresentadas na fotografia. "As fontes enquanto ferramentas psicopedagógicas assumem uma posição favorável no imaginário histórico do aluno. Elas demonstram as evidências do passado e como os grupos que a forjaram idealizavam a sociedade em que viviam. Essa possibilidade de aproximação com o fazer do historiador permitiu o desenvolvimento de uma nova postura frente ao conhecimento histórico, o qual deixa de ser um saber pronto, acabado e cristalizado, e passa a ser compreendido como fruto de uma construção social (DUTRA, 2005, p.785)." Depois que os grupos tiverem respondido as perguntas, convide-os a apresentarem suas imagens e suas respostas para a turma. Fixe no quadro, em um painel ou em um cartaz, as imagens e as respostas de cada grupo. Ao final da apresentação de cada trio, abra espaço para toda a turma participar da discussão e contribuir com novos olhares e interpretações na análise daquela imagem. Orientações: Prepare em uma cartolina (ou em outro papel de sua preferência) uma tabela com o título "CRIANÇAS PELO MUNDO" e duas colunas: SEMELHANÇAS e DIFERENÇAS. Convide os alunos a preencherem a tabela a partir do que observaram nas imagens e no que conversaram a respeito delas. Seja o escriba da turma e anote suas observações na coluna correspondente da tabela. Faça questionamentos que auxiliem os alunos a pensarem em diferentes aspectos sobre o que é ser criança e o papel ocupado por ela na sociedade: · O que toda criança precisa ter para ser considerada criança onde vive? · Quais os direitos que todas as crianças têm? · O que muda nas atividades realizadas pelas crianças nos diferentes lugares? · Será que a forma que as crianças se relacionam com os pais é igual ou diferente?Por quê? · Será que todas precisam ir para a escola? Será que todas aprendem a mesma coisa na escola? Alguns exemplos de respostas que podem ser anotadas na tabela. SEMELHANÇAS: · Todas têm menos de 12 anos · Vão à escola · Gostam de brincar · Precisam de ajuda e cuidado dos adultos · Todas têm nome · Têm amigos DIFERENÇAS: · Aprendem coisas diferentes na escola · Têm brinquedos diferentes · Têm gostos, aparências e personalidades diferentes · As responsabilidades mudam (por exemplo: algumas têm de ajudar os pais na fazenda, outras têm de ajudar a limpar a neve, outras têm que guardar os brinquedos, etc) · Umas sabem fazer coisas que outras não sabem Os papéis sociais estão ligados aos grupos sociais dos quais fazemos parte, por isso variam conforme o contexto e as sociedades. Entretanto, alguns deles carregam características semelhantes dentro de diversas sociedades, com algumas diferenças culturais. Isso acontece, por exemplo, quando pensamos nas crianças. Há um sentido amplo, assumido por grande parte do mundo, ligado a esse papel e as funções desempenhadas por ele, mas há também particularidades que variam de acordo com cada povo, com cada cultura, com o contexto social onde aquela criança está inserida. É importante que os alunos percebam a presença dessas semelhanças e diferenças. As diferenças mostram que existem muitas maneiras de viver, de se relacionar com os outros e de enxergar a realidade que são diferentes das deles. As semelhanças os aproximam de todas as crianças do mundo, mostram que, apesar das diferenças, todas, de certa forma, fazem parte de um mesmo grupo. Por meio dessa discussão, possibilita-se também que os alunos compreendam melhor o outro e desenvolvam atitudes de aceitação e respeito às diferenças. 9- Plano de aula - A história das gotinhas e das agulhadas Unidade temática: A comunidade e seus registros. Objeto (s) de conhecimento: A noção do “Eu” e do “Outro”: comunidade, convivências e interações entre pessoas. Habilidade(s) da BNCC: (EF02HI03) Selecionar situações cotidianas que remetem à percepção de mudança, pertencimento e memória. Orientações: Projete, escreva no quadro ou leia o objetivo da aula para a turma. Converse sobre a importância de se compreender o objetivo e qual a relevância dele para a aula. Neste momento é importante que as crianças compreendam que ao longo desta aula elas irão analisar objetos que remetem ao ato de se vacinar, terão contato com pessoas idosas que não participaram de campanhas de vacinação da mesma forma que elas, e irão produzir um cartaz conscientizando sobre a importância da vacinação. Orientações: Solicite com antecedência que algumas crianças tragam seus cartões de vacina para que sejam estudados na aula. Separe alguns objetos que remetem à uma sala de vacinação e exponha na sala. Levante questionamentos com as crianças sobre este objetos: · Para que servem estes objetos? · O que a garotinha da fotografia está fazendo? · Quais sentimentos / emoções vocês sentem ao verem estes objetos e esta fotografia? · Organize uma forma de socializar estes objetos com a turma de forma tal que todas as crianças que tiverem o desejo possam tocar e experimentar os objetos expostos. · Todos vocês foram vacinados? · Como vocês reagiram à vacinação? · Vocês acham importante se vacinar? Por que? · O que acontece se não tomarmos as vacinas no tempo certo? Orientações: Convide com antecedência algum(ns) idoso(s) da comunidade para relatar para a turma sua experiência com a vacinação, o convidado também poderá expor fatos ou dados curiosos sobre o tema que remetam à sua infância e/ou juventude. Para orientar o relato do visitante elabore um roteiro de entrevista: · Qual seu nome? · Quantos anos você tem? · Onde você nasceu? · Quando o(a) senhor(a) vê estes objetos quais são as sensações / lembranças que lhe vem à mente? (Neste momento mostre ao convidado os mesmo objetos mostrados para as crianças durante a atividade de contextualização) · Você foi vacinado(a) quando criança? · Na sua infância era comum as crianças se vacinarem? · Todos se vacinavam? · As pessoas tinham medo da vacina? · Haviam tantas vacinas quanto há hoje em dia? · Em quais locais eram aplicadas as vacinas? · Existem diferenças entre a forma de se aplicar vacinas hoje em dia de no passado? Quais? · Algo está semelhante ao que era na sua infância? O que? · E hoje você costuma se vacinar? · Você gosta de se vacinar? · Você considera importante a vacinação? · Você teria alguma história/curiosidade sobre vacinação para compartilhar conosco? Orientações: Neste momento as crianças irão articular o que conversaram durante a atividade de contextualização com o que aprenderam na atividade de problematização para produzir um cartaz que incentive as pessoas a se vacinar. Para auxiliar neste processo criativo você poderá ler ou relatar para as crianças que ao longo da história houveram movimentos que se opuseram às campanhas de vacinação, como a Revolta da Vacina de 1904 ou o movimento antivacinas da atualidade. Após este momento proponha para a turma a construção de um cartaz coletivo que incentive as pessoas a se vacinar. · Nesta aula tivemos contato com muitos elementos que nos ensinaram sobre a importância da vacinação: objetos e documentos, entrevistas e matérias sobre o tema. Enfim, a que conclusão chegamos? · Qual a importância da vacinação? · Ela é importante apenas para a pessoa que toma, ou para as outras pessoas também? · Agora que sabemos dados importantes da vacinação, que tal produzirmos um cartaz incentivando as pessoas se vacinar? · Elenque com a turma frases que possam compor o cartaz. · Escolha na turma crianças para escrever as frases escolhidas na cartolina. · Selecione algumas imagens para ilustrar o cartaz, que podem ser recortes de revista ou desenhos à escolha da turma. · Exponha o cartaz em local de circulação da escola, como o corredor, o pátio, o mural de recados da escola, portaria, enfim onde consider mais propício. 10- Plano de aula - Baú de memórias Unidade temática: A comunidade e seus registros Objeto (s) de conhecimento: Formas de registrar e narrar histórias ( marcos de memórias materiais e imateriais) Habilidade(s) da BNCC: (EF02HI05) Selecionar objetos e documentos pessoais e de grupos próximos ao seu convívio e compreender sua função, seu uso e seu significado. Orientações: Projete, escreva no quadro ou leia o slide para o grupo. Vamos utilizar essa aula para selecionar objetos pessoais e de grupos próximos ao convívio dos alunos para sensibilizá-los sobre as lembranças e memórias que produzimos e guardamos ao longo da vida e como isso impacta o nosso olhar sobre o mundo. Orientações: Previamente solicite que os alunos tragam de casa um objeto que tenha um valor emocional para eles. Pode ser um brinquedo, um paninho, um livro. Porém é importante que esse objeto não tenha uma valor financeiro, para não correr o risco de gerar problemas. Inicie a aula questionando aos alunos sobre a palavra memória. Nesse momento os alunos ainda não estarão com os seus objetos. Pergunte: · O que é memória para você? · Você tem memória? · Você tem lembranças de algo? · Quantas memórias será que nós temos? · O que nos faz lembrar e o que no faz esquecer? Alguns alunos podem responder sobre termos técnicos, outros podem associar a lembranças, outros podem citar algo que tenham visto na TV ou internet. Cada um irá responder o que lhe for mais conveniente. É importante acolher as respostas, você pode ir listando as hipóteses iniciais no quadro. Lembre-se, o objetivo dessas histórias é despertar admiração e curiosidade, por isso abuse das entonações para criar um clima de envolvimento e diversão. Aproveite para se divertir também! Orientações: Após leitura da parte 1 da história, proponha ao grupo um desafio: fazer uma pesquisa com pessoas que frequentam a escola. Podem ser alunos, auxiliares de limpeza, inspetores, cozinheiros, ou qualquer outra pessoa que seja de fácil acesso dentro da escola. Oriente aos alunos a perguntar: “O que é memóriapara vocês?” “Pense em um objeto para representar essa memória” . Por exemplo, para mim memória é lembrar da minha casa - Objeto: uma chave - Sugira que as perguntas sejam feitas em duplas ou trios para que não fique muito extenso. Em seguida sugira que os alunos apresentem os resultados em rodas, e conversem sobre eles. · O que é memória para o seu entrevistado? · Todos os entrevistados deram a mesma resposta? Por que você acha que isso aconteceu? · Alguma resposta dessa pesquisa, foi similar as nossas respostas do início da aula? Nesse momento, ressalta com os alunos que cada pessoa vai formar um significado diferente para as memórias/lembranças, pois elas estão muito ligadas a aspectos afetivos. Nesse momento peça que os alunos peguem os objetos que foram trazidos de casa. E expliquem o motivo que os levaram a trazer aquele objeto. · Por que esse objeto é importante pra você? · Quais as histórias que ele conta? · A que memórias esse objeto te remete? Orientações: E jogo da memória, alguém conhece? Entregue papéis previamente cortados em tamanhos iguais. Peça aos alunos que produzam nos dois papéis desenhos iguais, representando os objetos que trouxeram. Junte todos os desenhos da turma. Para finalizar, jogue com a turma o jogo das memórias. Você pode manter esse jogo na sala como recurso de integração e diversão. 11- Plano de aula - Museu das tecnologias Unidade temática: A comunidade e seus registros Objeto (s) de conhecimento: Formas de registrar e narrar histórias ( marcos de memórias materiais e imateriais) Habilidade(s) da BNCC: (EF02HI05) Selecionar objetos e documentos pessoais e de grupos próximos ao seu convívio e compreender sua função, seu uso e seu significado. Orientações: Projete, escreva no quadro ou leia o slide para o grupo. O objetivo desta aula consiste em observar, analisar e explorar tecnologias, dando a elas um significado e desconstruindo de forma respeitosa uma visão restrita e associativa entre tecnologia e era digital. Ao longo da aula iremos comparar o antigo com o novo, caracterizando objetos de diferentes épocas a fim de encontrar pistas a respeito do passado. Buscaremos informações para sustentar nossos argumentos, e justificar nossas conclusões e posicionamento. Orientações: Antes de iniciar a aula tente arranjar alguns objetos antigos, como mimeógrafos, máquina de escrever, jornais antigos, telefone de discar, Câmeras fotográficas e rádio, por exemplo. Encontrar objetos como esses pode não ser tarefa tão simples. Solicite ajuda de outros funcionários ou outras pessoas que se envolvam com a comunidade escolar e estejam dispostas a ajudar. É importante ressaltar que esses objetos serão manuseados pelas crianças, por tanto é necessário avaliar se é frágil ou se existe algum valor sentimental ou financeiro, a fim de evitar maiores problemas. Nesse momento é legal que esses objetos escolhidos tenham aspectos de antiguidades, garantindo que não seja da mesma geração que as crianças. Caso não consiga os objetos físicos, você pode selecionar algumas fotografias e imagens para representá-los. Organize os objetos em uma sala ou outro espaço que seja possível, sem que os alunos vejam. Nessa sala teremos um momento de pesquisa e descoberta. Caso você tenha optado pelo uso das imagens, tente imprimi-las ou projetá-las como forma de exposição. Como adequar à sua realidade: Você também pode selecionar objetos que tenham sido bastante utilizados em festas tradicionais de sua região, como por exemplo, carnaval ou festa junina. Vamos iniciar a aula conversando com os alunos sobre tecnologia. Para sensibilizá-los sobre o assunto e tornar esse momento interessante, vamos tomar suas respostas e conhecimentos prévios como ponto de partida. Faça alguns questionamentos: · Para que vocês acham que serve a tecnologia? · Quem costuma fazer uso de tecnologias? · O que é tecnologia para você? · Você faz uso de tecnologias? Quais? É comum que nesse primeiro momento os alunos entendam por tecnologia, aparelhos eletrônicos, como celular, tablets ou outros aparelhos que apresentem uma forma mais moderna e atual. Liste as hipóteses iniciais dos alunos. Você poderá fazer essa lista no quadro, em uma cartolina, ou sugerir que os alunos escrevam em um cartão e organizá-los em outro espaço. Porém é importante que essa lista fique disponível em um ambiente visível e de fácil acesso. Vamos retomá-la novamente em um outro momento. Informe aos alunos que durante essa aula nós iremos conhecer um museu temporário de tecnologias. Pergunte ao grupo o que sabem sobre museus. · Vocês conhecem algum museu? · Para que vocês acham que serve? · O que poderia ter dentro de um museu? · Já visitaram? Como era? Em seguida, converse com os alunos sobre as possibilidades de um museu de tecnologias. · O que vocês acreditam que terá nesse museu? Faça uma segunda lista com as respostas do grupo. Exponha essa lista junto à primeira. Orientações: Separe as turmas em grupos de aproximadamente 5 crianças. Leve-os até o ambiente previamente escolhido para ser o museu. Visitar um museu implica em apurar nosso olhar, nos fazendo enxergar também com os olhos da imaginação. Converse com a turma sobre as posturas que devemos ter nesses ambientes. Cada museu tem suas regras. O que iremos conhecer é um museu interativo, ou seja, é permitido tocar nas peças. Deixe que a turma observe e explore todos os objetos ou fotografias. Em seguida, peça que cada grupo escolha um objeto para explorar. Esse momento exige concentração e curiosidade, por isso é importante respeitar o tempo de cada grupo, evitando posturas apressadas. Após análise, convide cada grupo para expor ao restante da turma suas hipóteses acerca do objeto escolhido. · Como funcionaria? · Qual a seria sua utilidade? · Ainda existem atualmente? · Sofreram alguma alteração? Se sim, como estaria sua versão atual? Orientações: Retorne à sala e converse com os alunos sobre a experiência que tiveram: · As tecnologias encontradas eram as mesmas que vocês esperavam? · Vocês já conheciam aqueles objetos? É possível que algumas crianças já tenham tido contato com os objetos escolhidos, ou que ainda façam uso de algum deles. Continue a conversa: · Vocês imaginariam que seriam aquelas tecnologias? Neste momento, retome as listas com as respostas iniciais. Releia com os alunos, e questione: · Encontramos no museu o que acreditávamos que iríamos encontrar? · O que foi diferente? · Ainda temos a mesma visão sobre tecnologias? Espera-se que até aqui os alunos já tenham percebido que tecnologia implica em necessidades, muitas vezes vão se adequando de acordo com as demandas, resultando em uma modernização até então necessária. Continue a conversa: · Podemos acrescentar aparelhos tecnológicos nesse museu? Por quê? · É possível que essa pergunta resulte em conflitos de opiniões, pois muitas crianças podem dizer que museu são apenas para coisas antigas. Converse com os alunos, e aos poucos tente desconstruir essa visão. Orientações: Proponha uma exposição nos murais da escola. Faremos um mural com o título “Museu da evolução tecnológica”. Peça que os grupos façam dois desenhos: um representando o objeto que estudaram e outro representando como esse objeto está atualmente. Caso o objeto escolhido não tenha mais uso, o segundo desenho pode ser do aparelho que hoje o substitua. Para encerrar essa atividade construa com os alunos um texto coletivo sobre a experiência que tiveram. Norteie a escrita do texto com as seguintes perguntas: · Como nossa aula começou? · O que achamos que iríamos encontrar? · Pra onde fomos? · O que encontramos lá? · O que descobrimos? · Quando voltamos para sala, e relemos nossa lista, mudamos de opinião? Por quê? Ao redigir o texto, releia também coletivamente. Não se esqueça de perguntar ao grupo se alguém gostaria de acrescentar mais alguma coisa à produção. Essa é uma forma de retomar o que aprendemos, pensando no caminho que percorremos ao longo do processo. Caso tenha necessidade de um registro individual, você pode imprimiro texto que foi escrito coletivamente e colar nos cadernos. 12- Plano de aula - Crescemos com o tempo! Unidade temática: A comunidade e seus registros. Objeto (s) de conhecimento: O tempo como medida. Habilidade(s) da BNCC: (EF02HI06) Identificar e organizar, temporalmente, fatos da vida cotidiana, usando noções relacionadas ao tempo (antes, durante, ao mesmo tempo e depois). Orientações: · Projete, escreva no quadro ou leia o objetivo da aula para os alunos. · Ao apresentar o objetivo da aula às crianças, inicie uma conversa sobre o que eles conhecem sobre o tema e sobre as palavras chaves: fases, desenvolvimento, seres vivos. · Levante hipóteses, juntamente com as crianças, sobre: · O que vem a ser fases de desenvolvimento? · Fases de desenvolvimento é a mesma coisa que crescimento? · O que são seres vivos? · Quais seres vivos conhecem? · Crescer quer dizer o quê? · Quando se fala em crescimento nós falamos de ontem (passado)? De hoje (presente)? Ou de amanhã (futuro)? · Nos questionamentos, explique para as crianças as noções de temporalidade que serão trabalhadas no decorrer da aula. Orientações: · Projete, escreva no quadro ou leia para os alunos o tema principal desta aula. · Caso deseje, acesse o documento que disponibiliza este slide - HIS2_ 06UND01 - Tema inicial: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/ax3rra3RPGEPKEbpGPpxFtvuTbnzVXYdPhfWJ3AXR7Ggaq6xBZDUWhDAWsdc/his2-06und01-tema-inicial.pdf. · Diga que você conhece uma cantora que se chama Adriana Calcanhoto e que ela compôs uma música sobre o que acabaram de conversar: “Vamos conhecer esta música?”. Apresente a música “Saiba” (Adriana Calcanhoto) - https://www.youtube.com/watch?v=52k3lp50zfk . · Caso não seja possível assistir ao vídeo da música apresente aos alunos a letra da mesma. · Questione os alunos incentivando-os a responderem com mais riqueza de detalhes. Utilize-se destes questionamentos: · Seu pai já foi bebê? · Sua mãe já foi bebê? · Sua avó já foi bebê? · Seu avô já foi bebê? · Você já foi bebê? · O que seus pais contam de quando você era bebê? · Sua família guarda alguma lembrança de quando você era bebê? · Quem tem um animal de estimação? Ele já foi bebê? Explore a ideia de que seres vivos passam pelo processo de crescimento: (volte à conversa inicial: o aluno, os pais, os avós e os animais de estimação). Orientações: · Após a apreciação da canção (ou sua leitura): converse sobre os nomes (personalidades) citados na música apresentando os slides (4 e 5) com as imagens destas personalidades. · Use como fonte para esta aula fotografias de personagens da História Mundial. Faça questionamentos sobre estes personagens históricos, tais como: · Vocês já viram estas pessoas em algum lugar? · Elas estão vivas? · O que elas fizeram/fazem? · Por que muitas pessoas as conhecem? · Vocês (os alunos) poderiam estar na canção? · Como será que, vocês (alunos) ficarão quando crescer? · Vocês (alunos) farão as mesmas coisas? · O que é que vocês (alunos) farão e não farão mais? Trabalhe com as fotografias das personalidades históricas citadas na música e apresente-as aos alunos, dando a eles a possibilidade de associação dos nomes às imagens dos personagens e a ideia de que todas as pessoas, famosas ou não, já foram crianças assim como eles. Orientações: · Projete (escreva no quadro ou leia) o slide para finalizar esta aula. · Aprecie uma fonte de mídia que retrata a produção de vídeo de um pai que filma as várias fases da vida da filha (de bebê aos 14 anos) - https://www.youtube.com/watch?v=n7eE8JZQuPQ&feature=youtu.be . · Caso não seja possível apresentar o vídeo como fonte de elementos para o desenho de quando eram bebês, leve-os a concluir que nesta etapa eles já tinham todas (ou muitas) das características que têm hoje: a cor do cabelo, a cor dos olhos, a cor da pele. · Distribua folhas de papel sulfite aos alunos e peça que registrem através de desenhos as fases do desenvolvimento (fases do crescimento):, quando eles eram bebês, como são hoje e como se imaginam no futuro. · Incentive os alunos para que façam seus desenhos com riqueza de detalhes: comece por explorar a observação de cada aluno através da visualização no espelho ou fazendo a atividade em pares, onde cada aluno relata como vê o colega. · Confeccione um mural com o título “Crescemos: nosso dia a dia aos _____ anos!” (espaços para cada fase do crescimento: “Como eu era.”; “Como sou.”;“Como serei?”). · Após a conclusão dos desenhos, afixe-os no mural seguindo as colunas “Como eu era.”; “Como sou.”;“Como serei?” - com a ajuda dos alunos. Aproveite, novamente, para citar as noções de temporalidade: passado, presente e futuro. No momento de encerramento da aula, você deve retomar o objetivo através da atividade proposta e assim verificar se os alunos foram capazes de se apropriarem das noções temporais trabalhadas. 13- Plano de aula - Recordar é viver! Unidade temática: A comunidade e seus registros. Objeto(s) de conhecimento: O tempo como medida. Habilidade(s) da BNCC: (EF02HI06) Identificar e organizar, temporalmente, fatos da vida cotidiana, usando noções relacionadas ao tempo (antes, durante, ao mesmo tempo e depois). Orientações: · Apresente o tema aos alunos escrevendo-o no quadro ou lendo-o para a turma. Se estiver fazendo uso de projetor, apresente este slide e faça uma leitura coletiva. · Professor, busque, por meio de uma conversa e das falas dos alunos, o conhecimento que eles tenham a respeito das palavras-chave: recordações pessoais e coletivas; noções de temporalidade: passado/presente/futuro; registros históricos. Orientações: · Professor, projete, escreva no quadro ou leia para os alunos o tema principal desta aula. · Professor selecione, anteriormente, algum material/objeto pessoal seu (objetos, fotos, “lembranças” que narrem a sua própria história) e apresente aos alunos. Mantenha “segredo” no início sobre a quem este material pertence. Deixe que os alunos busquem esta resposta por meio de algumas pistas dadas por você: · Todo mundo se reunia para todas as festas da família. · Teve um dia em que foi preciso chorar muito para ganhar uma sobremesa. · Antes, quando nem todo mundo tinha telefone, a gente costumava escrever cartas. · Naquele tempo não se usava… (Cite algum aparelho tecnológico usado atualmente.) · A gente tinha que usar... (Cite algum objeto usado antigamente e que seja difícil o seu uso nos dias de hoje.) Professor, estas pistas deverão ser elaboradas de acordo com o material disponibilizado para esta aula. · Caso os alunos não consigam chegar à conclusão de que os objetos pertencem a você, conte a eles como você se sente relembrando sua história por meio daqueles objetos. · Coloque os alunos em roda e, juntamente com eles, explore este material fazendo as associações com relação às noções que já possuem - de tempo e de fases de crescimento, de que tipo de material são feitos os objetos, quando e por quem os objetos podem/poderiam ser usados, se aqueles objetos podem ser usados por qualquer pessoa, se tem como descobrir quando aqueles objetos foram fabricados, entre outros questionamentos. · Incentive a exploração destas fontes como “pistas” de um dia a dia do passado. Professor, trabalhar com objetos/materiais da história pessoal de vida permite a identificação e a seriação de momentos importantes de uma vida (temporalidade linear) que caracteriza o desenvolvimento e o crescimento de cada um. A utilização de um material que remete a uma cronologia é importante para que os alunos comecem a identificar e a construir o conhecimento de que tudo tem um início, um meio e um fim e que entre estes intervalos acontecem fatos que vão construindo a história de cada um, de cada coisa. Orientações: · Professor, apresente o slide para iniciar a atividade. · Apresente o vídeo da música “Quando eu era neném”, de Bia Bedran, para iniciar o trabalho aqui sugerido https://www.youtube.com/watch?v=zTWycsm06Bk (2:24min). Acesso em: 20 de outubro de 2018. · Caso você não consiga reproduzir este vídeo,você poderá apenas ouvir a música ou reproduzir a letra em um cartaz. Para isto utilize o link que a contém: https://www.cifraclub.com.br/bia-bedran/856089/letra/ . Acesso em: 20 de outubro de 2018. · Proponha às crianças que imaginem-se na música e simulem como seria uma “foto” tirada delas usando os materiais que listaram: elas usando chupeta, tomando mamadeira, dentro de carrinhos para bebê, engatinhando, e em todas as outras situações cantadas. · Após a “encenação” estimule os alunos a pensar e a descrever oralmente como deve ser a sequência cronológica de utilização dos materiais que listaram: primeiro a chupeta, depois a mamadeira, o uso de prato e colher, ir para a escola. · Distribua, para cada aluno, uma folha sulfite e peça a eles que façam a representação de quando eles eram bebês, de agora e de quando eles forem adultos. · Oriente os alunos na construção de cada desenho reproduzindo no quadro a formatação da folha entregue a eles. Antes de as crianças começarem a produção, peça a elas que falem de como é uma pessoa em cada fase da vida. Leve-os a pensar em cada fase: passado - quando eram bebês, quais objetos e roupas usavam e o que faziam; presente - o dia de hoje, quais objetos e roupas usam e o que fazem; futuro - quando forem adultos, quais os objetos e roupas usarão e o que farão. · Registre no quadro as falas dos alunos relacionando as falas às etapas da vida. · Monte um mural com estas atividades (nomeando cada trabalho). · Leve os alunos a compreender que todos têm uma história e que esta história pode ser contada por meio de objetos, assim como você fez. · Leve-os a perceber que as noções de temporalidade (antes/durante/ao mesmo tempo/depois, passado/presente/futuro) são usadas para nos ajudar a construir a história de uma vida. Orientações: · Professor, divida a turma em grupos de quatro crianças. · Faça um cartaz, dividindo-o em três colunas (você poderá adaptar esta atividade usando o quadro). · Distribua fichas com imagens de bebês, crianças e adultos e objetos de cada uma destas fases. · Fazer tantas cópias quanto necessárias do Jogo de imagens (uma cópia para cada grupo). · Dê a cada grupo o comando de qual/quais imagem/imagens eles deverão selecionar: imagens de bebês, imagens de crianças, imagens de adulto. · Após selecionarem as imagens, peça a cada grupo que colem nas devidas colunas do cartaz (quadro) as imagens escolhidas. · Quando o cartaz já estiver preenchido, peça aos alunos que tentem se lembrar de objetos que alguém da família tenha guardado de quando eles eram bebês e se eles contam alguma história sobre esta fase da vida deles. (Associe esta coluna ao passado.) · Questione se o que eles relataram aparecem nas imagens coladas no cartaz (quadro). · Escute as histórias contadas pelos alunos. Busque por meio das falas alguns “ganchos” para que sejam trabalhadas as noções de temporalidade. · Este será um bom momento para apresentar situações-problema do tipo: · Todo mundo usou chupeta? · Quem não usou chupeta não foi bebê? · Todo mundo tomou mamadeira? · Alguém ainda toma mamadeira? · Se não, por que não toma mais madeira? · Podiam ser usados chupeta e mamadeira? · Todo mundo usou fralda? · Todo mundo teve um carrinho de bebê? · Quem não teve carrinho não foi bebê? · Alguém ainda usa carrinho de bebê? · Peça aos alunos para pensar em objetos que eles usam agora que têm ____ anos. Questione se o que eles relataram aparecem nas imagens coladas no cartaz (quadro). Associe esta coluna ao presente. Professor, as perguntas podem e devem ser elaboradas de acordo com a listagem dos objetos fazendo com que os alunos tenham propriedade e sentimento de pertencimento com a atividade desenvolvida. · Peça aos alunos para pensar o que eles irão usar quando estiverem adultos. Questione se o que eles relataram aparecem nas imagens coladas no cartaz (quadro). Associe esta coluna com o futuro. Professor, neste momento de encerramento da aula, você deve retomar o objetivo por meio da atividade proposta e assim verificar se os alunos são capazes de se apropriar das noções temporais trabalhadas (passado, presente e futuro). 14- Plano de aula - Descobrindo a história do calendário Unidade temática: A comunidade e seus registros. Objeto (s) de conhecimento: O tempo como medida. Habilidade(s) da BNCC: (EF02HI07) Identificar e utilizar marcadores do tempo presentes na comunidade, como relógio e calendário. Orientações: · Projete, escreva no quadro ou leia o objetivo da aula para os alunos. · Ao apresentar o objetivo da aula às crianças, inicie uma conversa sobre quando surgiu a necessidade de registrar os acontecimentos e a invenção do calendário. · Levante hipóteses, juntamente com as crianças, sobre: · Para que serve um calendário? · Como surgiu o calendário? · Hoje todo mundo utiliza o calendário? · Nos questionamentos, explique para as crianças a importância do calendário e as noções temporais que serão trabalhadas no decorrer da aula. · Esta aula proporcionará material adequado para trabalhar com os alunos as noções temporais: dias da semana, mês, ano, ontem/hoje/amanhã, cronologia, calendário. Portanto serão termos (expressões) que deverão permear todos os momentos de conversação/discussão. Orientações: · Apresente o slide para iniciar a atividade. · Faça aos alunos os seguintes questionamentos (escreva as respostas no quadro): · Em que ano estamos? · Em que mês estamos? · Que dia é hoje? · Que dia da semana é hoje? · Como podemos conferir se estas informações estão corretas? · Ouça as hipóteses dos alunos e diga que o calendário é um dos instrumentos onde podemos visualizar estas informações e que ele é de grande importância para o nosso dia a dia e para a sociedade. Orientações: · Você usará como fonte de estudo para esta aula a história da origem do calendário. · Após contar a história apresente um calendário aos alunos. · Caso você tenha calendários de formatos diferentes, de outros anos ou até mesmo antigos leve para a sala de aula e apresente aos alunos instigando as observações sobre: tamanhos, formatos, onde são colocados/encontrados (mesa, parede, geladeira, agenda, celulares). · Mostre aos alunos a disposição dos meses, semanas, dias da semana e dias no calendário. · Saliente para o fato de que os meses não têm a mesma quantidade de dias: meses com 28 (ou 29), 30 e 31 dias. · Projete (escreva no quadro ou leia) o slide para iniciar a atividade. · Proponha aos alunos a confecção de um calendário para a sala de aula. · Divida a turma em 12 grupos (a quantidade de alunos por grupo dependerá do número de alunos da turma). · Diga aos alunos que cada grupo ficará responsável pela montagem de um mês do ano. · Faça a impressão em maior quantidade para caso seja necessário fazer alguma substituição. · Distribua a folha impressa para cada grupo. · Faça a explicação da disposição do mês: o espaço onde vem escrito o mês, cite os nomes dos dias da semana e onde ficam escritos os dias. · Explique como será o preenchimento: · Diga que você sorteará os meses para cada grupo. · Que eles deverão escrever o nome do mês destinado a eles no primeiro retângulo da folha (mostre o local). · Que eles completarão os espaços em branco utilizando os números de 1 a 31. · Ao informar o mês ao grupo, mostre novamente onde deverão escrever o nome do mês e informe (indicando) em qual dia da semana aquele mês começa. · Circule pelos grupos e faça as intervenções que se fizerem necessárias. · Após o preenchimento do mês , peça aos alunos que escrevam os seus nomes no espaço destinado para este registro e deixe-os decorarem a borda externa da folha, personalizando assim cada mês. Orientações: · Projete (escreva no quadro ou leia) o slide para finalizar esta aula. · Fixe o calendário confeccionado em um local de fácil visualização por todos da turma. · Questione os alunos, pedindo que eles observem o calendário : · Quantos meses têm 30 dias e quais são? · Quantos meses têm 31 dias e quais são? · Qual mês tem 28(29) dias e qual é? · Quais são os dias da semana em que temos aula? · Quaisdias não devo ir a escola? · Em que mês estamos? · Qual o dia de hoje? · Qual o dia da semana? · Que dia foi ontem? · Que dia será amanhã? · Qual a importância do calendário no nosso dia a dia? (Será de grande valia para a fixação do tema que você faça o registro desta pergunta e das respostas dos alunos em uma folha e fixe-a ao lado do calendário feito pela turma). Nesse momento de encerramento da aula, você deve retomar o objetivo através da atividade proposta e assim verificar se os alunos foram capazes de se apropriarem das noções temporais trabalhadas: dias da semana, mês, ano, ontem/hoje/amanhã, cronologia, calendário. Para você saber mais: · A concretização do aprendizado através de uma dinâmica de questionamentos é uma boa ferramenta para que se possa avaliar o que o aluno aprendeu e o que será necessário ampliar em explicação. 15- Plano de aula - Profissões: muitas histórias! Unidade temática: As formas de registrar as experiências da comunidade Objeto(s) de conhecimento: As fontes: relatos orais, objetos, imagens (pinturas, fotografias, vídeos), músicas, escrita, tecnologias digitais de informação e comunicação e inscrições nas paredes, ruas e espaços sociais. Habilidade(s) da BNCC: (EF02HI08) Compilar histórias da família e/ou da comunidade registradas em diferentes fontes. Orientações: Professor, sugere-se que apresente o objetivo da aula lendo com os alunos, escrevendo no quadro e/ou se possível projetando o slide e fazendo uma leitura coletiva. Nesta aula, os alunos terão a oportunidade de falar sobre profissões que conhecem ou fazem parte do seu meio, comparando-as com profissões do passado, que são pouco comuns na atualidade ou até mesmo que deixaram de existir. Orientações: Professor inicie a aula convidando quatro alunos para que representem, por meio de mímica, a profissão ou o trabalho de alguém da família ou do seu convívio. Direcione a atividade para que os alunos que estão assistindo à representação das profissões adivinhem quais são. Neste momento, pode-se anotar no quadro as profissões que aparecem durante a atividade e pedir detalhes a respeito delas. Questionar as crianças sobre quais outras profissões conhecem e que fazem parte da sua realidade. Esta é uma oportunidade para conhecer melhor os alunos e o meio no qual vivem, além de valorizar suas vivências. Como adequar à sua realidade: Professor, fique atento ao contexto onde está inserida a escola, se é um bairro comercial, industrial, de periferia, do centro, e às profissões e formas de trabalho que podem aparecer no decorrer da aula, dando destaque para aquelas que estão mais próximas da realidade das crianças. Orientações: Professor, projete a fotografia do leiteiro, da caixa de leite e da leiteira ou mostre as mesma impressas, ou, ainda, leve os próprios objetos para a sala de aula (caixinha de leite, leiteira, leite de saquinho). Questione os alunos a respeito destas imagens (ou objetos), o que elas estão mostrando, o que elas têm em comum. Pergunte sobre o lugar em que este homem se encontra e qual seria o trabalho dele. O objetivo aqui é que as crianças sejam capazes de identificar uma profissão que era comum no passado mas pouco presente na atualidade, devido ao fato de que o leite é agora um produto industrializado e comercializado em vários locais. Algumas perguntas que você pode fazer para a turma: · O que podemos ver na fotografia em preto e branco? · Ela é uma fotografia atual? É antiga? Por que vocês imaginam isso? (É possível que as crianças relatem que a foto é antiga por ser em preto e branco, pela forma como o homem está vestido, pelo local onde foi tirada.) · O que este homem da fotografia está fazendo? · Alguém saberia dizer qual a profissão deste homem da fotografia? · Esta profissão ou trabalho ainda existe hoje? · E as outras fotografias, o que mostram? · Vocês costumam tomar leite? Onde o leite é vendido? · Será que na época em que este homem viveu existia leite em caixinha? · Vocês sabem o que as pessoas faziam com o leite quando ele não era industrializado, para que não estragasse ? (Mencionar o uso da leiteira para ferver o leite.) · Como vocês imaginam que era a vida das pessoas na época em que esta fotografia que mostra o leiteiro foi tirada? Neste momento, você pode retomar a listagem de profissões ligadas à família e ao cotidiano dos alunos e construir um paralelo no quadro, relacionando as profissões que eram muito comuns no passado e que são raras no Brasil contemporâneo, ou até mesmo desapareceram. Professor, se preferir, durante os questionamentos e conversa com os alunos pode ir construindo um cartaz com as profissões do passado e do presente, caso tenha material disponível (utilize a sugestão de cartaz que está no Material complementar). É interessante destacar nesta aula os motivos pelos quais as profissões ou trabalhos sofrem mudanças ao longo do tempo, por que algumas persistem e outras simplesmente deixam de existir (por exemplo, no caso do leiteiro, o produto passou a ser industrializado e comercializado em larga escala). Como adequar à sua realidade: Professor, caso julgue necessário e tiver acesso a fotografias de outras profissões, pode substituir a fonte aqui utilizada (por exemplo, pode usar fotografias de datilógrafos, acendedores de lampião, entregadores de jornal, lambe-lambe, tendo o cuidado de adaptar as perguntas a ser feitas para os alunos de acordo com a profissão escolhida). Orientações: Professor, peça para que as crianças produzam um paralelo, dividindo uma folha de sulfite ao meio e desenhando: uma profissão atual/uma profissão antiga (pouco conhecida na atualidade), tendo como base as fontes exploradas na aula e as memórias pessoais. Para isso, podem utilizar desenhos e escrita. Em seguida, você pode reunir estas produções e criar um álbum de profissões para ser compartilhado com toda a turma. Acesse a sugestão de modelo que está no Material complementar. Professor, neste momento de encerramento da aula, você deve retomar o objetivo por meio da atividade proposta e assim verificar se os alunos foram capazes de estabelecer comparações entre as profissões antigas e contemporâneas. Como adequar à sua realidade: Caso disponha de material adequado para recorte (jornais, revistas, livros velhos) nesta parte da aula pode-se substituir os desenhos por recortes de gravuras, fotografias de diversas profissões para produzir o álbum.