Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

A criança é vista hoje como um ser completo e ativo, com autonomia e dignidade, e não apenas como um adulto em formação. A infância é entendida como uma fase única e especial, com suas próprias características, necessidades e potencialidades. O brincar é reconhecido como uma forma fundamental de aprendizagem, expressão e construção de conhecimento.
A escola cognitiva pode adotar essa concepção, pois ela se alinha com o foco no desenvolvimento integral da criança, que inclui aspectos cognitivos, mas também emocionais, sociais e físicos. A escola deve reelaborar sua abordagem para ir além de metodologias puramente tradicionais, integrando o brincar e as experiências lúdicas.
A brincadeira é uma ferramenta essencial na construção da autonomia usando de capacidades como observação, imitação e imaginação, por isso, as brincadeiras tradicionais como: amarelinha, brincadeiras de roda, pular corda, com dados e cartas deveriam ser integradas como uma forma de aprendizagem para as crianças. O brincar é um ato espontâneo da criança e porque não usar isso para desenvolver também sua linguagem? Outro exemplo seria brincar com rimas e poemas, pois, assim quando a criança brinca ela está imaginando e desenvolvendo a sua linguagem. 
A Base Nacional Comum Curricular estabelece seis direitos de aprendizagem e desenvolvimento: Conviver, Brincar, Participar, Explorar, Expressar e Conhecer-se. Por sua vez, estes direitos estão inseridos em campos de experiências por meio dos quais as crianças devem aprender e se desenvolver: O Eu, o outros e o nós; Corpo, gestos e movimentos; Traços, sons, cores e formas; Oralidade e escrita; Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações.
Diante de tudo que foi exposto acima, a nova proposta pedagógica da Escola Cognitiva implica uma aprendizagem mais significativa e integral, protagonizando a criança, focando no desenvolvimento de habilidades cognitivas, socioemocionais e de cidadania através de uma abordagem lúdica, participativa e alinhada à BNCC, preparando-as melhor para os desafios futuros e promovendo autonomia e criatividade, integrando brincadeiras e experiências variadas ao currículo. 
REFERÊNCIAS
Carminati dos Santos, Kachiri. A dimensão da brincadeira e da imaginação no desenvolvimento e aprendizagem das crianças. 2016. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/197425/Kachiri%20Carminati%20dos%20Santos.pdf?sequence=1&isAllowed=y#:~:text=%C3%89%20atrav%C3%A9s%20do%20brincar%20que%20ela%20aprende%2C,uma%20das%20atividades%20fundamentais%20para%20esse%20desenvolvimento. Acesso em: 07 dez. 2025
BNCC caminha para garantir direitos de aprendizagem e desenvolvimento na primeira infância. 7 de agosto de 2017. Disponível em: https://feac.org.br/bncc-direitos-aprendizagem-primeira-infancia/#:~:text=A%20partir%20dos%20eixos%20estruturantes,%2C%20Expressar%20e%20Conhecer%2Dse.

Mais conteúdos dessa disciplina