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SP 2.2 – Bota pressão nisso! 
Estação 1: Vasos do coração 
 
 
 
ARTÉRIAS DO CORAÇÃO: IDENTIFICAR 
Artéria aorta 
A a. Aorta é a maior artéria do corpo humano. 
Ela carrega sangue oxigenado (bombeado pelo lado esquerdo do coração) para o resto do corpo. 
A a. Aorta surge do orifício aórtico na base do ventrículo esquerdo, com influxo pela valva 
semilunar aórtica. 
Seu primeiro segmento é conhecido como aorta ascendente, que se encontra dentro do pericárdio 
(coberto pela camada visceral). 
Dela se ramificam as artérias coronárias. 
O segundo segmento contínuo é o arco da aorta, do qual se ramificam as principais artérias para a 
cabeça, pescoço e membros superiores, que são: 
Tronco braquiocefálico (deste vaso saem as artérias carótida comum direita e subclávia direita) 
Artéria carótida comum esquerda 
Artéria subclávia esquerda 
Após o arco da aorta, a a. aorta torna-se então em aorta descendente que continua através do 
diafragma até o abdome. 
 
 
 
Artérias pulmonares 
As artérias pulmonares recebem sangue desoxigenado do ventrículo direito e o entregam aos 
pulmões para que ocorra a troca gasosa. Essas artérias se iniciam como tronco pulmonar, um vaso 
espesso e curto, que é separado do ventrículo direito pela valva semilunar pulmonar. O tronco está 
localizado anteriormente e medialmente ao átrio direito, compartilhando uma camada comum de 
pericárdio com a aorta ascendente. 
Continua para cima, sobrepondo a raiz da aorta se direcionando para a região posterior do coração. 
Em torno do nível de T5-T6 e abaixo do arco aórtico, o tronco pulmonar se divide nas artérias 
pulmonares direita e esquerda. A artéria pulmonar esquerda fornece sangue ao pulmão esquerdo, 
bifurcando-se em dois ramos para suprir cada lobo do pulmão. A artéria pulmonar direita é a 
artéria mais espessa e longa das duas, fornecendo sangue ao pulmão direito, também se divide em 
dois ramos. 
PARTE ASCENDENTE DA AORTA: 
Artéria coronária direita: Em geral, a área do coração pela qual uma artéria passa será a área que 
ela perfunde. A artéria coronária direita (ACD) passa à direita do tronco pulmonar e corre ao 
longo do sulco coronário antes de se ramificar. A artéria marginal direita surge da ACD e se move 
ao longo da borda direita e inferior do coração em direção ao ápice. A ACD continua na superfície 
posterior do coração, ainda correndo ao longo do sulco coronário. A artéria interventricular 
posterior surge então da ACD e segue o sulco interventricular posterior em direção ao ápice do 
coração. 
 • Ramo marginal direito: A abertura da artéria coronária direita é no seio da aorta direito, a 
abertura da artéria coronária esquerda é no seio da aorta esquerdo, e nenhuma artéria origina-se do 
seio da aorta posterior (não coronário). 
• Ramo do cone arterial: 
 
 
 
 
 
 
• Ramo do nó sinoatrial: 
 
 
 • Ramo interventricular posterior: 
 
 
 
 Artéria coronária esquerda: A artéria coronária esquerda (ACE) passa entre o lado esquerdo do 
tronco pulmonar e a aurícula esquerda. 
A ACE se divide no ramo interventricular anterior e no ramo circunflexo. 
O ramo interventricular anterior segue o sulco interventricular anterior em direção ao ápice 
do coração, onde continua na superfície posterior a anastomose com o ramo interventricular 
posterior. 
O ramo circunflexo segue o sulco coronário para a borda esquerda e para a superfície posterior do 
coração. 
Isso dá origem ao ramo marginal esquerdo, que segue a borda esquerda do coração. 
• Ramo interventricular anterior (ramos diagonais ou laterais): 
 
 
 • Ramo circunflexo. • Ramo marginal esquerdo. 
 
 
Regiões irrigados pelas artérias coronárias 
No geral, podemos sintetizar os territórios de irrigação das artérias coronárias: 
ACD: 
– Átrio direito 
– Nó sinoatrial e nó atrioventricular (desta forma, a ACD é denominada de coronária elétrica) 
– Parte dos ventrículos direito e esquerdo (face diafragmática) 
– Terço posterior do septo interventricular 
 
ACE: 
– Átrio esquerdo 
– Ventrículo esquerdo e parte do ventrículo direito 
– Dois terços anteriores do septo interventricular 
VEIAS DO CORAÇÃO: 
O sangue viaja do subendocárdio para as veias da superfície, que são pequenos tributários que 
percorrem o miocárdio. 
Estes, por sua vez, drenam para veias maiores que se esvaziam no seio coronário . 
O seio coronário é a principal veia do coração, localizada na superfície posterior do sulco 
coronário , que corre entre o átrio esquerdo e o ventrículo esquerdo. 
O seio coronário é drenado para o átrio direito. 
Dentro do átrio direito, a abertura do seio coronário está localizada entre o orifício atrioventricular 
direito e o orifício da veia cava inferior. 
Existem cinco tributárias que drenam para o seio coronário: 
• A veia cardíaca magna (ou v. interventricular anterior) é a principal tributária. 
Ela se origina no ápice do coração e segue o sulco interventricular anterior até o sulco coronário e 
ao redor do lado esquerdo do coração para unir-se ao seio coronário. 
A veia cardíaca parva também está localizada na superfície anterior do coração. 
Isso passa pelo lado direito do coração para se juntar ao seio coronário. 
• Outra veia que drena o lado direito do coração é a veia cardíaca média (ou v. 
interventricular posterior). 
Está localizada na superfície posterior do coração. 
 As 2 veias cardíacas finais também estão na superfície posterior do coração: 
• No lado posterior esquerdo está a veia marginal esquerda . 
• No centro está a veia posterior do ventrículo esquerdo, que corre ao longo do 
sulco interventricular posterior para se juntar ao seio coronário. 
 
• V. interventricular anterior. 
• V. cardíaca magna 
• V. cardíaca parva. 
Existem cinco tributárias que drenam para o seio coronário: 
 
• A veia cardíaca magna (ou v. interventricular anterior) é a principal tributária. 
Ela se origina no ápice do coração e segue o sulco interventricular anterior até o sulco coronário e 
ao redor do lado esquerdo do coração para unir-se ao seio coronário. 
 
• A veia cardíaca parva também está localizada na superfície anterior do coração. 
Isso passa pelo lado direito do coração para se juntar ao seio coronário. 
 
• Outra veia que drena o lado direito do coração é a veia cardíaca média (ou v. 
interventricular posterior). 
Está localizada na superfície posterior do coração. 
 
• V. cardíaca média (veia interventricular posterior): A Artéria Coronária Esquerda, de 
início, passa por um ramo por trás do tronco pulmonar para atingir o sulco coronário, 
evidenciando-se nas proximidades do ápice da aurícula esquerda. 
Logo em seguida, emite um ramo interventricular anterior e um ramo circunflexo que dá origem a 
artéria marginal esquerda. Na face diafragmática as duas artérias se anastomosam formando um 
ramo circunflexo. O sangue venoso é coletado por diversas veias que desembocam na veia magna 
do coração, que inicia ao nível do ápice do coração, sobe o sulco interventricular anterior e segue o 
sulco coronário da esquerda para a direita passando pela face diafragmática, para ir desembocar no 
átrio direito. 
• Seio coronário: O orifício de desembocadura do seio coronário é chamado de óstio do seio 
coronário e encontramos também uma lâmina que impede que o sangue retorne do átrio 
para o seio coronário que é denominada de válvula do seio coronário. A irrigação do 
coração é assegurada pelas artérias coronárias e pelo seio coronário. A porção terminal deste 
vaso, representada por seus últimos 3 cm forma uma dilatação que recebe o nome de seio 
coronário. O seio coronário recebe ainda a veia média do coração, que percorre de baixo para cima 
o sulco interventricular posterior e a veia pequena do coração que margeia a borda direita do 
coração. Há ainda veias mínimas, muito pequenas, as quais desembocam diretamente nas 
cavidades cardíacas. 
 
 
Veias pulmonares 
As veias pulmonares recebem sangue oxigenado dos pulmões, entregando-o ao lado esquerdodo 
coração para ser bombeado de volta ao corpo. 
Existem quatro veias pulmonares, sendo uma superior e uma inferior para cada um dos 
pulmões. 
Elas entram no pericárdio para drenar no átrio esquerdo, na superfície posterior. O seio 
pericárdico oblíquo pode ser encontrado dentro do pericárdio, entre as veias esquerda e direita. 
As veias pulmonares superiores retornam sangue dos lobos superiores do pulmão, com as veias 
inferiores retornando sangue dos lobos inferiores. 
A veia pulmonar inferior esquerda é encontrada no hilo do pulmão, enquanto a veia pulmonar 
inferior direita corre posteriormente para a veia cava superior e o átrio direito. 
1.Em uma doença aterosclerótica presente nas artérias coronárias pode ser indicado um estudo 
angiográfico. Após identificar os vasos do coração do roteiro : Pesquise a localização do óstio coronário 
 
Lado direito medialmente à Veia Cava Inferior. 
2.O septo interventricular pode apresentar uma espessura parietal (hipertrofia) semelhante a parede do 
ventrículo esquerdo se comparado a parede do ventrículo esquerdo se comparado a parede do 
ventrículo direito. Pesquise quais artérias provenientes das artérias coronárias realizam a vascularização 
do septo interventricular, com as respectivas proporções. 
A artéria coronária esquerda se divide para dar origem à artéria interventricular anterior, mais 
conhecida como artéria descendente anterior e à artéria circunflexa esquerda. A artéria circunflexa 
esquerda é subdividida nas partes proximal e distal, enquanto a artéria descendente anterior é 
dividida nos segmentos proximal, média e distal. 
A artéria descendente anterior (mesma coisa que artéria interventricular anterior anatomicamente – 
falam descendente anterior para tentar ‘’confundir’’) é vista como uma continuação caudal da artéria 
coronária esquerda. Ela cursa inferolateralmente no sulco interventricular anterior, em direção ao 
ápice do coração. Com frequência essa artéria é recoberta por fibras miocárdicas, bem como por 
partes da veia cardíaca magna. O primeiro ramo dessa artéria é a artéria do cone arterial esquerdo, 
emitido próximo à sua origem, que frequentemente se anastomosa com sua contraparte 
contralateral, bem como com a vasa vasorum da aorta e da artéria pulmonar. 
Coronária direita é maior do que a coronária esquerda pois a esquerda bifurca. 
 3.O cateterismo para estudo das artérias coronárias é realizado por via percutânea, com a punção de 
uma artéria do membro superior e inferior. 
a) Descreva o trajeto citando quais vasos o cateter deve percorrer para acessar os óstios coronarianos a 
partir da artéria radial. 
Artéria radial -> Artéria braquial -> Artéria axilar -> Artéria subclávia direita -> tronco braquiocefálico -> 
arco aórtico -> aorta ascendente ->seio aórtico -> óstio coronário 
b) Faça o trajeto a partir da punção da artéria femoral direita. 
Artéria femoral direita > Artéria Ilíaca Externa> Artéria Ilíaca Comum > Bifurcação da Artéria Aorta 
Abdominal > Porção descendente da artéria aorta (Aorta abdominal) > Porção Descendente da Aorta (Aorta 
torácica) > Arco Aórtico > Porção Ascendente da Aorta > Coração. 
 
MOORE, DALLEY, AGUR. Anatomia Orientada para a Clínica. 8º ed. Guanabara Koogan. 2018. 
 
 
Estação 2: Aspectos histológicos da artéria aorta 
Na mesa digital, identifique as estruturas histológicas da aorta: 
 
A artéria aorta é uma artéria _elástica____ (elástica ou muscular). Sua túnica _média__ é a 
camada mais espessa e contém tecido elástico proeminente. 
 
Observe a túnica íntima da aorta: camada mais interna composta por _ constituída pelo endotélio 
(tecido epitelial pavimentoso simples) que reveste o vaso internamente, e pelo tecido conjuntivo 
subendotelial (delicada camada de tecido conjuntivo frouxo). Entre a túnica íntima e a média 
observa-se uma lâmina elástica interna, constituída de lâminas elásticas, porém não muito 
evidente nas artérias elásticas, pois se confunde com as lâminas elásticas presentes em abundância 
na túnica média, tecido conjuntivo subendotelial e uma fina camada de fibrilas elásticas, a lâmina 
elástica interna. 
 
Observe a túnica média da aorta: composta por camadas alternadas de músculo liso disposto 
circunferencialmente e folhas onduladas de _ fibras e lamelas elásticas, fibras reticulares 
(colágeno), proteoglicanas e glicoproteínas . A túnica média é constituída, principalmente, por 
camadas concêntricas de células musculares lisas organizadas helicoidalmente. Interpostas entre 
as células musculares lisas existem quantidades variáveis de fibras e lamelas elásticas, fibras 
reticulares (colágeno), proteoglicanas e glicoproteínas. As células musculares lisas são as 
responsáveis pela produção destas moléculas da matriz extracelular. A túnica média possui uma 
lâmina elástica externa mais delgada que a separa da túnica adventícia. Salienta-se, que nas 
grandes artérias, a quantidade de lâminas elásticas na túnica média oferece a esta camada a 
importante função de regularizar o fluxo sanguíneo. 
 
Observe a túnica adventícia: camada externa de tecido conjuntivo frouxo irregular rico em fibras 
colágenas, fibrócitos e fibroblastos_. A vasa vasorum (1) composta por vasos sanguíneos que 
suprem a túnica adventícia e a túnica média e os _nervos (2) que regulam a contração do músculo 
liso. 
No laboratório... 
1.Qual a constituição de cada uma das camadas que formam a parede da aorta : intíma , média 
e adventícia? 
a) Túnica Íntima: é constituída por: 
1. Uma camada de células achatadas (células endoteliais), revestindo internamente o vaso; 
caracterizando o epitélio simples pavimentoso, chamado de endotélio. 
2. Um delicado estrato subendotelial constituído por tecido conjuntivo frouxo; 
3. Lâmina elástica interna, o qual é o componente mais interno da íntima, constituída 
principalmente de elastina, possui aberturas (fenestras que permitem a difusão de substâncias para 
nutrir células situadas mais profundamente na parede do vaso. Devido a contração do vaso, esta 
membrana geralmente se apresenta em corte, com seu trajeto ondulado e sinuoso. 
 
b) Túnica Média: 
Formada principalmente por camadas concêntricas de células musculares lisas helicoidalmente. 
Interpostas entre as células musculares lisas existem quantidades variáveis de lâminas elásticas, 
fibras reticulares (colágeno tipo III), proteoglicanas e glicoproteínas. As células musculares lisas 
são as responsáveis pela produção destas moléculas da matriz extracelular. Em artérias, a túnica 
média possui uma lâmina elástica externa mais delgada que separa esta da túnica adventícia. 
 
c) Túnica Adventícia: 
Constituída por tecido conjuntivo frouxo. A camada adventícia torna-se gradualmente contínua 
com o tecido conjuntivo do órgão pelo qual o vaso sanguíneo está passando. 
 
d) Vasa Vasorum: 
Vasos grandes normalmente possuem vasa vasorum que são arteríolas, capilares, e vênulas que se 
ramificam profusamente na adventícia e na porção externa da média. Os vasa vasorum provêem a 
adventícia e a média de metabólitos, uma vez que em vasos maiores as camadas são muito espessas 
para serem nutridas somente por difusão a partir do sangue na luz. Vasa vasorum são mais 
frequentes em veias que em artérias. Em artérias de diâmetro intermediário e grande, a íntima e a 
região mais interna da média são destituídas de vasa vasorum. Estas camadas recebem oxigênio e 
nutrição por difusão do sangue que circula na luz do vaso. 
2.Para que servem as fenestras presentes na lâmina elástica interna da túnica íntima das 
artérias? 
 Lâmina elástica interna, o qual é o componente mais interno da íntima, constituída principalmente de 
elastina, possui aberturas (fenestras que permitem a difusão de substâncias para nutrir células 
situadas mais profundamente na parede do vaso. Devido a contração do vaso, esta membrana 
geralmente se apresenta em corte, com seu trajeto ondulado e sinuoso. 
3.Por que apenas artérias mais espessas apresentam vasa vasorum na porção mais externa da 
sua túnicamédia? 
Pois nas artérias mais espessas não conseguem transportar os nutrientes através da difusão, então 
precisam da vasa vasorum para realizar essa tarefa. 
4.Na formação da placa aterosclerótica, onde e quais são as principais alterações que ocorrem 
na parede das artérias? 
Agride inicialmente a túnica intima de artérias de médio e grande calibre -> provoca 
espessamento intimal, estreitamento da luz e redução do fluxo sanguíneo. 
5.No processo que leva à dissecção da aorta , quais alterações ocorrem na parede dessa artéria? 
A dissecção da aorta é um evento patológico agudo, caracterizado pela delaminação (separação das 
camadas ou lâminas) da camada média, a partir de uma ruptura da íntima, e criação de um falso lúmen por 
onde o sangue corre paralelamente ao lúmen verdadeiro por extensão variada. A ruptura da camada íntima 
ocorre principalmente nos pontos de fixação do vaso onde a tensão superficial é maior, isto é, na junção 
sinotubular e no istmo da aorta. 
 
O tempo de início do evento da dissecção determina sua classificação em aguda ou crônica. Quando o 
início do evento ocorre em menos de 2 semanas, define-se como dissecção aguda, e processos mais 
tardios, como dissecção crônica. 
 
A maioria dos pacientes portadores de dissecção aguda da aorta apresenta dor intensa, de início súbito, de 
caráter migratório e geralmente descrita como sensação de rasgamento ou pontada. A localização inicial 
da dor sugere o local do início da dissecção. Nas dissecções proximais, a dor começa no precórdio, irradia-
se para pescoço, braços, mandíbula, antes de migrar para as costas, região lombar ou membros inferiores. 
Nas dissecções distais, é preferencialmente referida como dor nas costas, irradiada para dorso, abdome ou 
membros inferiores. Difere da isquemia miocárdica pela infrequente associação com náuseas e vômitos, 
pela intensidade crescente e possível isquemia de territórios adjacentes. 
 
Estação 3: Aterosclerose e dissecção da aorta 
Aterosclerose: conceito, fatores de risco e complicações 
 
A figura acima representa a formação de uma placa aterosclerótica. Assista ao vídeo 
https://www.youtube.com/watch?v=oE4ZbD1yA3Y e descreva o que está ocorrendo em cada 
etapa: 
1)Ativação das células endoteliais pelo LDL oxidado 
2) Expressão de moléculas de adesão leucocitária e consequente adesão de monócitos 
3) Transmigração de monócitos para a intima 
4) Diferenciação dos monócitos em macrófagos 
5) Formação de placa pela junção de linfócitos T e macrófagos 
6) Formação de células espumosas ricas em lípidos 
7) Migração e replicação de células musculares lisas vasculares 
8) Acumulação de células musculares lisas na placa, formando uma lesão fibroproliferativa 
9, 10) Morte das células espumosas e formação de um centro necrótico 
 
VCAM-1: proteínas de adesão celular vascular 1 (pela sigla em inglês de vascular cell adhesion 
https://www.youtube.com/watch?v=oE4ZbD1yA3Y
protein 1) 
M-CSF: fator de estimulação das colónias de macrófagos (pela sigla em inglês de macrophage 
colony-stimulating factor) 
 
Dissecção da aorta: conceito, fatores de risco e complicações 
Conceito: Uma dissecção aórtica é um distúrbio frequentemente fatal em que a camada interna 
(revestimento) da parede aórtica se rompe e se separa da camada intermediária da parede aórtica. 
A maior parte das dissecções aórticas ocorrem porque a hipertensão arterial provoca a deterioração 
da parede da artéria. A dissecção de aorta é uma emergência médica caracterizada por uma lesão 
na parede interna da artéria aorta, que se inicia no coração e termina na quarta vértebra lombar e é 
a maior e mais importante do sistema circulatório, de onde partem praticamente todas as artérias 
que irrigam nosso organismo. A lesão permite que o sangue invada as camadas mais internas da 
aorta, forçando um caminho que separa a camada mais interna da camada média. Essa condição 
pode diminuir a irrigação em determinados órgãos ou, nos casos mais extremos, provocar o 
rompimento da camada mais externa, o que leva a hemorragia e constitui um quadro grave que 
precisa de atendimento imediato. 
Fatores de risco: O problema é mais incidente em homens a partir dos 60 anos. Hipertensão e 
arteriosclerose (endurecimento das artérias) são fatores de risco importantes e estão presentes em 
75% dos casos. Algumas condições congênitas também podem tornar o vaso mais frágil, como as 
síndromes de Marfan e de Ehlers-Danlos. Traumas torácicos também podem ocasionar dissecções 
de aorta. 
Complicações: Complicações da cirurgia incluem morte, acidente vascular encefálico (devido a 
êmbolos), paraplegia (devido à isquemia medular), insuficiência renal (especialmente se a 
dissecção incluir artérias renais) e vazamento interno (vazamento de sangue de volta ao saco 
aneurismático). As complicações tardias mais importantes envolvem nova dissecção, formação de 
aneurismas localizados na aorta enfraquecida e regurgitação aórtica progressiva. Tais complicações 
podem exigir reparação cirúrgica ou intravascular. 
 
 
1)- Discuta com o grupo a diferença entre os conceitos de arteriosclerose e 
aterosclerose. Qual a relação entre esses dois conceitos? 
As artérias são estruturas semelhantes a tubos, responsáveis por levar o sangue oxigenado vindo 
dos pulmões e impulsionado pelo coração para todos os tecidos do corpo. O oxigênio é essencial 
para o funcionamento normal de todos os tecidos e órgãos do corpo e qualquer obstrução em uma 
artéria, seja parcial ou total, levará a uma diminuição na quantidade de sangue que chega às 
células. 
Essa carência de oxigênio causará sofrimento ou até mesmo a morte das células relacionadas ao 
ramo arterial obstruído. As obstruções nas artérias que nutrem o coração (artérias coronárias) são 
graves e podem ser fatais, dependendo do grau de obstrução. 
O colesterol elevado no sangue é uma das principais causas do acúmulo de gordura nas paredes das 
artérias, provocando seu “entupimento”, ou seja, a aterosclerose. 
Existem dois tipos de colesterol no sangue. O LDL, conhecido como “ruim” e o HDL, que protege o 
coração de doenças e, por isso, é considerado “bom”. 
O consumo excessivo de gorduras presentes em alimentos de origem animal, como carnes, ovos, 
derivados do leite, além de produtos ultraprocessados, como biscoitos, margarina, salgadinhos de 
pacote, comidas congeladas, bolos prontos e sorvetes, é um dos motivos da alteração dos níveis de 
colesterol ruim. 
Uma outra doença, um pouco diferente e com nome parecido, é a arteriosclerose, que se caracteriza 
pelo acúmulo de gordura e cálcio ao longo de toda a extensão de uma artéria, deixando-a 
endurecida. 
Tanto a atero como a arteriosclerose são doenças provocadas pelo acúmulo de colesterol ruim em 
placas ou ao longo das artérias. 
2)- Qual a relação entre os níveis séricos de LDL.col e a aterosclerose? Discuta com o 
grupo o papel dessa lipoproteína na fisiopatologia da aterosclerose. 
 A aterosclerose é uma doença inflamatória crônica que acomete a parede das artérias sendo 
responsável direto pela doença arterial coronariana (DAC) e infarto agudo do miocárdio (IAM). A 
aterogênese é iniciada com a oxidação de partículas de lipoproteínas de baixa densidade (LDL) no 
espaço subendotelial. Isso promove a expressão de moléculas de adesão pelas células endoteliais, 
que por sua vez, induzem o rolamento de monócitos para o local onde se transformam em 
macrófagos e, ao fagocitarem as partículas de LDL oxidadas, se tornam células espumosas e 
originando a placa de ateroma. 
3)- Por que a formação de um trombo pode ocorrer numa placa aterosclerótica? 
O mecanismo destas tromboses costuma ser (i) o surgimento de pequenas fissuras nas placas 
ateroscleróticas, que leva à ativação da coagulação na superfície destas placas e consequentemente 
à formação de um coágulo na parte que ainda estava desobstruída destas artérias, ou (ii) a 
migração de parte de um coágulo formado 
A aterosclerose é a causa mais comum de trombose de importância clínica, sendoresponsável pelo 
infarto do miocárdio e grande parte dos infartos cerebrais, entre outros. O mecanismo pelo qual a 
aterosclerose causa trombose é através de disfunção do endotélio vascular ou de ruptura da capa 
fibrosa de uma placa aterosclerótica, o que propicia agregação de plaquetas sobre o colágeno 
subendotelial (um dos elementos da tríade de Virchow). 
4)- Qual a diferença entre uma placa aterosclerótica instável e uma placa estável? 
Qual a principal complicação de cada uma delas? 
As placas ateroscleróticas podem ser estáveis ou instáveis. 
As placas estáveis regridem, permanecem estáticas ou crescem lentamente ao longo de décadas 
até que provoquem estenose ou oclusão. 
As placas instáveis são vulneráveis à erosão, fissura ou ruptura espontâneas, acarretando 
trombose, oclusão e infarto agudo muito antes de provocarem estenose hemodinamicamente 
significativa. A maioria dos eventos clínicos resulta de placas instáveis, que muitas vezes não são 
hemodinamicamente significativas na angiografia; portanto, a estabilização das placas pode ser 
uma maneira de reduzir a morbidade e a mortalidade. 
A rigidez da capa fibrosa e sua resistência à ruptura dependem do equilíbrio relativo de deposição e 
degradação de colágeno. A ruptura da placa envolve a secreção de metaloproteinases, catepsinas e 
colagenases por macrófagos ativados na placa. Essas enzimas digerem a capa fibrosa, 
especialmente nos membros, causando adelgaçamento da capa e, finalmente, a ruptura. As células 
T da placa contribuem com a secreção de citocinas. As citocinas inibem síntese e deposição de 
colágeno pelas células musculares lisas, o que normalmente reforça a placa. 
Depois que a placa se rompe, o teor da placa é exposto ao sangue circulante, desencadeando 
trombose; macrófagos também estimulam trombose porque contêm fator tecidual, que promove a 
geração de trombina in vivo. Pode ocorrer uma das 5 evoluções: 
• O trombo resultante pode organizar-se e ser incorporado dentro da placa, 
modificando seu formato e deflagrando o crescimento rápido. 
• O trombo pode ocluir rapidamente o lúmen vascular e precipitar um evento 
isquêmico agudo. 
• O trombo pode provocar embolia. 
• A placa pode ser preenchida por sangue, acarretando expansão e oclusão imediata da 
artéria. 
• Os conteúdos da placa (em vez de trombos) podem provocar embolia, ocluindo o vaso 
a jusante. 
A estabilidade da placa depende de múltiplos fatores, envolvendo composição (proporção relativa 
de lipídios, células inflamatórias, células musculares lisas, tecido conjuntivo e trombo), estresse de 
parede (fadiga da capa), tamanho e localização do núcleo e configuração da placa em relação ao 
fluxo sanguíneo. Por contribuir para o crescimento rápido e para a deposição de lipídios, a 
hemorragia dentro da placa pode desempenhar um papel importante na transformação de placas 
estáveis em instáveis. 
Em geral, as placas instáveis da artéria coronária têm alto conteúdo de macrófagos, um núcleo 
lipídico espesso e uma capa fibrosa fina; elas estreitam o lúmen do vasos para < 50% e tendem a se 
romper de forma imprevisível. As placas instáveis das artérias carótidas têm a mesma composição, 
mas classicamente acarretam problemas por estenose e oclusão graves ou deposição de trombos, 
que se embolizam em vez de romper. Placas de baixo risco têm uma capa mais espessa e contêm 
menos lipídios; elas frequentemente estreitam o lúmen do vaso em > 50% e podem produzir angina 
estável previsível induzida por exercício. 
As consequências clínicas da ruptura da placa dependem não apenas da localização anatômica da 
placa, mas também do equilíbrio relativo da atividade pró-coagulante e anticoagulante do sangue e 
da vulnerabilidade do miocárdio a arritmias. 
 
5)- Qual a principal complicação de uma dissecção da aorta na sua parte descendente 
abdominal? E no início da aorta ascendente? 
O segmento ascendente refere-se à primeira porção da aorta. Vai desde a válvula aórtica até a 
região em que aparece o primeiro vaso em direção à cabeça. 
Depois, há a região do arco aórtico. Dela, saem os três troncos responsáveis pela irrigação 
sanguínea dos braços e da cabeça. 
O segmento da aorta descendente é aquele que se localiza dentro do tórax. Tem início depois do 
arco aórtico e segue até a região do diafragma. Desse segmento saem vários vasos responsáveis por 
levar o sangue para a coluna, parte do pulmão e esôfago. 
Por último, há o segmento da aorta abdominal. Ele se inicia abaixo do diafragma e segue até a 
região próxima do umbigo, onde se divide em dois ramos. Esses ramos são as artérias ilíacas, 
responsáveis por conduzir o sangue para as pernas. 
Na região do diafragma até o umbigo, também estão todos os ramos de vasos sanguíneos que levam 
o sangue para os órgãos abdominais e pélvicos, como fígado, estômago, pâncreas e rim. 
 
A dissecção de aorta pode ocorrer em qualquer um dos segmentos da artéria relacionados acima e 
pode progredir tanto na direção normal do fluxo sanguíneo quanto no contrafluxo. 
Uma dissecção de arco aórtico pode, por exemplo, migrar para a aorta descendente ou retroceder 
para a aorta ascendente. 
Dentre as principais causas da dissecção da aorta está a aterosclerose, uma doença que afeta a 
parede dos vasos sanguíneos e cria a condição necessária para o surgimento da dissecção. Mas, o 
que desencadeia a delaminação, na maior parte dos casos, é uma crise hipertensiva. 
“Quando a dissecção de aorta ocorre, existe a possibilidade de a aorta se romper, causando morte 
súbita. O que precede esse quadro é a sensação de uma forte dor, que simula um infarto, em função 
da dor normalmente ser no peito. Essa dor pode se expandir para as costas e os braços.” 
Uma dissecção que envolve os primeiros centímetros da aorta (aorta descendente) mais próximos 
ao coração pode afetar as ligações da válvula aórtica, a válvula cardíaca que impede o refluxo de 
sangue para o coração. Se as ligações da válvula aórtica estiverem enfraquecidas, a válvula pode 
vazar, causando insuficiência cardíaca. 
A dissecção em aorta ascendente tipo A é uma emergência cirúrgica, uma vez que pode 
desencadear complicações fatais como regurgitação aórtica, tamponamento cardíaco ou 
IAM. 
Estação 4: Angio-TC arterial: dissecção e outros achados 
-Leia artigo anexo – “Estudio imagenológico del síndrome aórtico agudo”- Rev 
Med Chile 2019; 147: 1579-1593 
- Qual a diferença de uma dissecção aórtica e de um hematoma intramural? 
 A dissecção aórtica é uma doença da camada média do vaso em que o fluxo sanguíneo ocorre entre 
as camadas média e íntima. A incidência é de três casos para cada 100.000 habitantes por ano, com 
acometimento por idade bimodal. Há diversos fatores que podem levar à degeneração da camada 
média e ao surgimento da dissecção, entre eles aterosclerose, hipertensão, tabagismo, sexo 
masculino e arteriopatias inflamatórias. 
Hematoma intramural da aorta (HIM) é uma doença aórtica aguda causada por sangramento 
dentro da parede do vaso, porém, diferentemente da dissecção aguda clássica (DA), sem evidência 
de ruptura na camada íntima ou fluxo na falsa luz1. Historicamente, atribui-se sua origem à 
ruptura da vasa vasorum dentro da parede da aorta. Entretanto, alguns autores têm utilizado o 
termo para definir a entidade como uma possível complicação de uma perfuração da íntima 
(incapaz de ser visibilizada) por úlcera penetrante da parede da aorta. Tais hematomas, assim 
como as dissecções de aorta, envolvem aorta ascendente, arco aórtico ou ambos (tipo A), ou aorta 
descendente (tipo B). As apresentações clínicas de pacientes com dissecção de aorta e suas formas 
variantes, entre elas os HIM, são indistinguíveis. Atualmente, os HIM representam pelo menos 6% 
de todas as síndromes aórticas agudas não-traumáticas, e em alguns estudos de autópsia 
representam 5% a 13% do número total delas. A história natural dos HIM pode envolver a 
progressão para ruptura e ou dissecção, ou a regressão com desaparecimento da lesão. Muitos 
autores acreditamque o HIM é um passo na evolução para dissecção da aorta. A abordagem dessa 
doença varia de acordo com sua localização, porém não há consenso quanto à indicação cirúrgica 
precoce para pacientes portadores do tipo A em que não se encontram fatores complicadores, tais 
como instabilidade hemodinâmica, dor, ruptura, iminência de ruptura ou sinais de tamponamento 
cardíaco. 
 
 
 
 
Figura 7 
 
 
- A diferença da classificação dos tipos de dissecção aórtica – Stanford e DeBakey 
 Os casos de dissecção aórtica de tipo B de Stanford são tratados prioritariamente com suporte 
clínico, com indicação de cirurgia endovascular ou convencional para os pacientes que 
apresentarem complicações. Entre as principais complicações, encontram-se ruptura aórtica, 
síndrome de má perfusão e dissecção retrógrada. Para os casos de dissecção aórtica de tipo B 
complicada, mesmo com o tratamento cirúrgico as taxas de óbito são altas, podendo chegar a 29%. 
A técnica endovascular demanda maior habilidade, porém tem morbimortalidade menor quando 
comparada ao tratamento cirúrgico convencional. Entretanto, a passagem de fluxo sanguíneo pelo 
falso lúmen da dissecção pode evoluir para aneurisma e ruptura eventual da aorta A dissecção da 
aorta é avaliada através da classificação de DeBakey ou de Stanford. Stanford classifica de acordo 
com o acometimento da aorta ascendente (tipo A) ou da aorta descendente (tipo B). Já a 
classificação de DeBakey se refere ao acometimento da aorta ascendente, dividida em tipo I 
(acomete desde a ascendente até a descendente), tipo II (restrita à ascendente) e tipo III (acomete a 
descendente) 
1.O evento de dissecção aórtica e hematoma intramural estão relacionados com quais 
camadas da parede arterial ? 
Túnica média e íntima 
2. Qual segmento da aorta que pode estar envolvido na dissecção aórtica 
determinada classificação de Stanford como tipo A ou DeBakey tipo I e II? 
 Aorta ascendente 
3.Qual fator de risco é o mais comum em predispor a dissecção aórtica e/ou 
hematoma intramural? 
 A hipertensão é o principal fator de risco de esclerose aórtica e subsequente formação de 
aneurisma e dissecção aórtica. Tabagismo e hipercolesterolemia são fatores de risco adicionais. 
4. Na figura 7 observa-se o duplo lumen e flap demonstrado pelas setas. O que o flap 
indica? 
Figura 10 
Indica presença de dissecção de aorta 
5.Qual sinal na figura 10 indica a presença do hematoma intramural? 
Caracterizada pela ocorrência de hemorragia a nível da camada média da parede da aorta, sem 
evidência de rutura ou flap da íntima, podendo evoluir para dissecção, dilatação aneurismática ou 
rutura. 
 
 
 
Bibliografia: https://www.scielo.br/j/jvb/a/KKStGDNWXRxmk4xWLgJmSmt/?lang=pt&format=pdf#:~:text=Stanford classifica 
de acordo com,Figura 4. 
JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Histologia básica. 13ª edição. Rio de Janeiro - RJ: Guanabara Koogan, 2017. 
MOORE, K. L.; DALLEY, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 
 
https://www.scielo.br/j/jvb/a/KKStGDNWXRxmk4xWLgJmSmt/?lang=pt&format=pdf#:~:text=Stanford%20classifica%20de%20acordo%20com,Figura%204.
https://www.scielo.br/j/jvb/a/KKStGDNWXRxmk4xWLgJmSmt/?lang=pt&format=pdf#:~:text=Stanford%20classifica%20de%20acordo%20com,Figura%204.

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