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Arina Peixoto Nobre - 5° semestre
A preparação de lâminas é um processo que exige atenção e capacitação, uma vez que o
mínimo erro em qualquer uma das fases que serão vistas a seguir podem prejudicar a
qualidade da lâmina ,gerando artefatos ou perda de informações, impactando na veracidade
do diagnóstico.
A primeira etapa começa com a coleta do material, podendo ser feita em um organismo
vivo ou morto.Logo após ela ocorre a etapa de fixação em que a peça é imersa em um
líquido fixador para que o processo de autólise seja interrompido e suas estruturas se
mantenham intactas. Ao fim dessas fases o material deve ser registrado e identificado por
número próprio, além de precisar ser emitido uma ficha técnica , contendo a história clínica
do paciente , identificação do órgão e as datas de fixação e entrada do material no
laboratório.
No laboratório de patologia é conferido vai ocorrer a desidratação desse material, em que
vários métodos podem ser utilizados, porém o mais comum é mergulhar o fragmento em
uma série de soluções alcoólicas com concentrações diferentes até que se chegue ao
álcool 100%.Após a desidratação, o etanol presente nos fragmentos deve ser substituído
por uma substância que seja miscível tanto em etanol quanto na parafina, geralmente é
utilizado o xilol.Quando a peça é mergulhada no solvente orgânico fica transparente ou
translúcida.Em seguida, é colocada em parafina derretida (60°C). Nesse momento ocorre a
substituição do xilol pela parafina nos tecidos, fazendo com que quando retirados da estufa
e colocados em uma placa fria a peça solidifique e se torne rígida.Depois dessa etapa os
blocos de parafina com tecido são levado ao micrótomo, onde são cortados por uma lâmina.
Após serem seccionados, os cortes são colocados para flutuar sobre água aquecida (60°) e,
depois, sobre lâminas de vidro, onde aderem e posteriormente serão coradas.