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4 LAUDO - AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA SIMULADA Disciplina de Avaliação Psicológica IV – 2º Sem /2022 1. Identificação do Paciente Abordam-se, aqui, informações como: · Nome: · Idade: · Sexo: · Data de Nascimento: · Nome dos pais (quando tratar-se de criança); · Período da Avaliação: · Escolaridade: · RG e CPF (especialmente quando for um adulto): 2. Questões sobre o encaminhamento Neste item, faz-se breve introdução aos participantes do relatório, bem como seus fins. É importante informar que se trata de uma avaliação neuropsicológica simulada. Sugere-se a escrita do texto da seguinte forma: Relatório de Avaliação psicológica confeccionado pelos Estudantes________________,como parte da disciplina de Avaliação Psicológica IV, sob supervisão do professor Me. e psicólogo Fernando Miranda. Tem como objetivo descrever o desempenho do(a) paciente ________________ nas diversas provas realizadas, bem como relacionar os resultados obtidos com possíveis hipóteses diagnósticas. 3. Informações sobre a história do paciente / Anamnese Este é o momento de descrever as queixas apresentadas pelo paciente, bem como o histórico e a maneira como a queixa atual surgiu e estabeleceu-se. Devem ser abordados os seguintes itens: · Aspectos sócio-demográficos gerais (com quem o paciente reside, filhos, trabalho, escolaridade, sustento); · Queixas atuais e passadas; informe se não houver queixa; · Possíveis formas de enfrentamento e estratégias de compensação para a queixa; · Escolaridade/ formação · Atividades de lazer e interesse; · Aspectos emocionais relevantes · Medicamentos em uso (atuais e passados) · Doenças na família 4. Observações comportamentais Aqui, descrevem-se as principais observações quanto ao comportamento observado no paciente, tanto durante atendimentos, quanto rápidas observações ou contatos extra-consultório (por exemplo, telefonemas para familiares, escola ou contexto de trabalho). Cabe referir, também, por exemplo, a constância quanto a emissão de tais comportamentos, bem como levantar sua possível relação com o estado de humor do paciente, quando for o caso. 5. Procedimentos de avaliação Neste momento, podem-se citar informações gerais sobre a testagem do paciente, como: · Número de sessões realizadas; · Duração das sessões · Participantes / acompanhantes nos atendimentos; · Testes utilizados; · Justificativa do uso dos instrumentos. 6. Resultados de testes a. Nome do teste A b. Nome do teste B c. Nome do teste C d. Nome do teste D e. Nome do teste E f. (...) Neste item, os resultados dos testes devem ser preferencialmente apresentados, de forma qualitativa, não numérica. O interesse desta seção é a descrição qualitativa das observações feitas em relação a cada uma das habilidades cognitivas avaliadas. Assim, interessa-nos menos a apresentação de tabelas, gráficos ou descrições de correções (podendo estes serem apresentados de forma sintética quando trouxerem informações benefício a análise); antes, cabe referir o desempenho funcional de cada habilidade e sua relação com as queixas apresentadas e as observações clínicas realizadas. Sugere-se iniciar a descrição pelos aspectos preservados para, em seguida, apresentar os alterados. 7. Sumário e conclusão Aqui, apenas os aspectos mais relevantes devem ser retomados, como, por exemplo, as funções alteradas ou que trazem maior prejuízo funcional para o paciente. A princípio, não haveria necessidade de novamente apontar funções preservadas, haja vista o objetivo pontual desta seção. 8. Impressão diagnóstica e CID 10 e/ou DSM V Neste item, cita-se a hipótese diagnóstica aventada após realização da avaliação. Se necessário, pode-se pontuar hipóteses paralelas que seriam suportadas mediante investigação continuada ou manutenção de acompanhamento. Indica-se a classificação da hipótese diagnóstica referendada pelos manuais de classificação internacionais (CID X e DSM V). Quando necessário e conveniente, pode-se citar referências bibliográficas que auxiliam a suportar a hipótese diagnóstica. Se não há diagnóstico prévio, pode-se escrever simplesmente “Não há diagnóstico”. 9. Recomendações Todas as orientações e recomendações clínicas a serem feitas ao paciente e/ou familiares, poderão ser apresentadas neste ponto do relatório, como: · Novo acompanhamento médico específico, ou mesmo manutenção do acompanhamento já feito; · Acompanhamento de outros profissionais: psicólogo, fonoaudiólogo, nutricionista, terapeuta ocupacional, psicopedagogo, etc; (explicar o por que) · Realização de futura (re)avaliação; · Data de validade do laudo. · Sugestão de reabilitação neuropsicológica ou física com fisioterapia e outros profissionais; · Nome dos alunos autores e supervisão 10. Anexos Finalmente, insere-se todo o material quantitativo obtido durante a testagem. Neste momento, faz-se o uso de tabelas, gráficos, referências a percentis, pontuações ou quaisquer interpretações qualitativas. Sugere-se a inserção apenas da seguinte tabela, sem textos: Testes Escore Bruto (Pontuação) Escore Z (Se houver) Percentil Classificação Rastreio de Funções Cognitivas – PDCRS/MOCA Memória - HVLT Memória Episódica de Evocação Imediata Memória Episódica de Evocação Tardia Memória Episódica de Reconhecimento Funções Executivas e Atenção Teste de Trilhas A Teste de Trilhas B Teste de Fluência Semântica Teste Stroop ASR-18 (TDAH) Linguagem Teste de nomeação de Boston Token Test