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Assistente Fiscal ICMS – ICMS DIFAL – ICMS FCP – ICMS CIAP Prof. André Luis Pianca andre.lpianca@sp.senac.br Imposto sobre operações relativas a circulação de mercadorias e sobre a prestação de serviços de transportes, interestadual e intermunicipal, e de comunicação. O ICMS é um imposto de natureza ESTADUAL (regulamentado pelos estados), Possui como fatos geradores as operações relativas a circulação de mercadorias e prestação de serviços de transporte intermunicipal e interestadual e de comunicação. Base Legal: No estado de São Paulo: RICMS/SP ICMS Contribuinte Qualquer pessoa jurídica que realize operações relativas a circulação de mercadorias ou preste serviço de transporte interestadual ou intermunicipal ou, ainda, de comunicação. Princípios que regem o ICMS Indireto: O valor é repassado no preço do produto para o consumidor final Não Cumulativo: Imposto não se acumula, podemos abater os imposto recolhido anteriormente Seletivo: é norteado pelo principio da essencialidade. Quanto mais essencial for o produto, menor será a alíquota. Por dentro: dizer que o ICMS é calculado “por dentro” significa que, ao calcular o valor da operação/prestação, já deverá estar embutido o valor do imposto. Limitações Tributária do ICMS Diferimento: O diferimento é uma espécie de substituição tributária, em que existe uma postergação ou adiamento do pagamento do imposto cuja obrigatoriedade do pagamento do imposto é transferida a um terceiro. No Estado de São Paulo as operações com o diferimento estão discriminadas no Capítulo IV do RICMS/SP. Isenção: dispensa legal do pagamento do tributo específico de um evento; art. 175 do CTN e prevista no Anexo I do RICMS/SP. Exemplos: exposição ou feiras, amostra grátis, remessa de vasilhame. Imunidade: não tributação de evento específico, como livros, jornais e periódicos. Alíquota zero: A alíquota zero não significa não incidência ou isenção, apenas que o ente tributante (Governo Federal, Estado ou Município) definiu que a tributação daquela operação ou produto seria zerada, visando uma política econômica provisória de incentivo ao consumo (como no caso da redução do IPI para a linha branca de eletrodomésticos) Não incidência: fato ou ato praticado que não se enquadra na lei tributária como havendo imposto devido; art. 7 do RICMS/SP. Exemplos: saída do ativo imobilizado, conserto, locação, armazém geral. Base de cálculo É um conjunto de valores utilizados para determinar o montante do imposto. De forma simplista, é possível afirmar que se trata do valor que serve de base para calcular o imposto e que, multiplicado pela alíquota, resultará no valor do imposto. BC = Vlr Produto + Frete + Outras Despesas - Descontos Base Legal: Artigos 37 a 51 do RICMS/SP. Alíquotas Estão previstas nos artigos 52 a 56-B do RICMS/SP e são aplicadas em operações internas ou interestaduais. Operações ou prestações internas: deve-se verificar a alíquota interna do produto, ou seja, 7%, 12%, 18% ou 25%. Operações ou prestações interestaduais que destinarem mercadorias ou serviços a contribuintes localizados nos estados das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Espírito Santo: 7%. Operações ou prestações interestaduais que destinarem mercadorias ou serviços a contribuintes localizados nos estados das regiões Sul e Sudeste: 12%. Para não-contribuintes, deve-se utilizar a alíquota interna do produto: 7%, 12%, 18% ou 25%. ALÍQUOTA INTERESTADUAL – BENS IMPORTADOS A partir de 01.01.2013, a alíquota ICMS, nas operações interestaduais com bens e mercadorias importados do exterior, será de 4% (quatro por cento). A alíquota aplica-se aos bens e mercadorias importados do exterior que, após seu desembaraço aduaneiro: I – não tenham sido submetidos a processo de industrialização; II – ainda que submetidos a qualquer processo de transformação, beneficiamento, montagem, acondicionamento, recondicionamento, renovação ou recondicionamento, resultem em mercadorias ou bens com Conteúdo de Importação superior a 40% (quarenta por cento). O Conteúdo de Importação a é o percentual correspondente ao quociente entre o valor da parcela importada do exterior e o valor total da operação de saída interestadual da mercadoria ou bem. ALÍQUOTA INTERESTADUAL – BENS IMPORTADOS A alíquota de importação não se aplica: I – aos bens e mercadorias importados do exterior que não tenham similar nacional, a serem definidos em lista a ser editada pelo Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex) para os fins desta Resolução; II – aos bens produzidos em conformidade com os processos produtivos básicos; III – às operações que destinem gás natural importado do exterior a outros Estados. ALÍQUOTA INTERESTADUAL – BENS IMPORTADOS Crédito Os créditos do ICMS estão ligados à não-cumulatividade. Compensa-se o que for devido em cada operação com o imposto cobrado anteriormente O crédito deverá ser escriturado pelo valor nominal, ou seja, pelo valor destacado no documento fiscal, não sendo admitida atualização do referido valor. O direito ao crédito extingue-se em cinco anos contados da data de emissão do documento fiscal Exemplo de cálculo do ICMS Princípios que regem o ICMS IPI = POR FORA SOMA NO TOTAL DA NF ICMS = POR DENTRO NÃO SOMA NO TOTAL DA NF DEVE SER INCORPORADO NO PREÇO Exercícios 1) Apure o valor do ICMS desta operação? ENTRADAS Produto 1 Produto 2 Produto 3 Valor 3.200,00 Valor 750,00 Valor 1.350,00 Alíquota 18% Alíquota 12% Alíquota 25% SAÍDAS Produto 1 Produto 2 Produto 3 Valor 5.050,00 Valor 1.000,00 Valor 2.500,00 Alíquota 18% Alíquota 12% Alíquota 25% Exercício Exercício 2) Apure o valor do ICMS desta operação? ENTRADAS Produto 1 Produto 2 Produto 3 Valor 1.040,00 Valor 2.300,00 Valor 380,00 Alíquota 18% Alíquota 12% Alíquota 25% SAÍDAS Produto 1 Produto 2 Produto 3 Valor 3.100,00 Valor 4.130,00 Valor 850,00 Alíquota 12% Alíquota 7% Alíquota 25% REGIME NORMAL TRIBUTAÇÃO - Venda de mercadorias Uma empresa da cidade de Goiânia adquiriu uma maquina digital no valor de R$ 252,20 de seu fornecedor localizado em São Paulo. Sabendo que a alíquota de São Paulo para Goiás é de 7%, calcule o valor de credito que terá a empresa goiana relativo ao ICMS; A empresa goiana revendeu a máquina pelo valor de R$ 300,00 para um aluno de nossa escola. Sabendo que a alíquota para o consumidor final é de 17%, calcule o valor do Imposto que vai estar destacado na nota fiscal e o valor do Imposto que a empresa goiana vai pagar no final do mês para o Estado de Goiás. O contribuinte KiCarro durante o mês de janeiro de 2008 escriturou as notas fiscais recebidas de seus fornecedores de autopeças conforme tabela abaixo: Também durante o mês de janeiro de 2008, a KiCarro realizou diversas vendas de autopeças que foram documentadas pelas notas fiscais a seguir indicadas, escrituradas no seu livro fiscal: Considerando estas operações, calcule o ICMS devido pelo contribuinte KiCarro, localizado na cidade de Ilhéus, Bahia. Gabarito: Exercício de Fixação. Cálculo de imposto devido e multa. Num levantamento realizado pela Fiscalização numa loja de calçados, constatou-se que o contribuinte omitiu operações sujeitas ao ICMS ao realizar a venda de 500 pares de sapatos sem fornecer nota fiscal aos seus clientes. Sabendo-se que: o total das vendas omitidas foi de R$ 50.000,00; 2) a alíquota prevista na legislação do ICMS para operações com estas mercadorias é de 17%; 3) a multa prevista na legislação para omissão de saídas é de 120%, pergunta-se: a) Qual é o valor do ICMS devido? b) Qual é o valor da multa devida pela omissão de saídas? c) Qual é o total que o contribuinte deverá pagar ao Estado por causa da omissão? Gabarito VALOR PARA SER CONSIDERADO ATIVO IMOBILIZADO Conforme a Lei 12.973/2014 e o art. 2º do Decreto 1.598/1977 a partir de 2014 o valor mínimo para imobilizações passou a ser de R$ 1.200,00. Antes disso, até o ano de 2013, o valor mínimo erade R$ 326,61. É importante ressaltar que essa norma refere-se apenas para fins de apuração do imposto de renda como dedução conforme consta no art. 301 do RIR/99. Conforme a Lei poderá ser deduzido diretamente como despesa, os bens cujo prazo de vida útil seja inferior ao período de 1 ano (sem limite de valor de aquisição) ou cujo custo unitário seja inferior a R$ 1.200,00. 29 Ativo Permanente Desde que usado na produção do estabelecimento, o crédito do ICMS pode ser feito em 48 vezes, na proporção das saídas tributadas decorrentes da aquisição de bem destinado ao ativo não circulante imobilizado. O crédito deverá ser controlado por meio do preenchimento do CIAP previsto pela Portaria CAT 25/2001. Deverá ser emitida Nota Fiscal de Entrada para cada parcela, utilizando-se o CFOP 1.604, devendo a mesma ser escriturada no livro Registro de entradas, lançando-se nas colunas “Operações com Crédito do Imposto”, conforme disciplina estabelecida na Portaria CAT 41/2003. Primeiro, encontra-se o “fator”, com a seguinte fórmula: Saídas e Prestações Tributadas/Saídas Totais O resultado divide pelo número de parcelas (48). O resultado é o fator. Após, aplica-se o fator encontrado, sob o valor do ICMS da nota da entrada. 28.100.000,00 Saídas Tributadas 30.000.000,00 Saídas Totais 28.100.000,00 / 30.000.000,00 = 0,94 0,94/48 = 0,019514 Nota de Entrada do Ativo, possui um valor de ICMS de 100.000,00 Então, aplica-se: 100.000,00 * 0,019514 = 1.951,39 Poderá se aproveitar no mês do valor de 1.951,39. Ativo Permanente Emissão de Nota Fiscal: O crédito fiscal decorrente da compra de bens para o Ativo Imobilizado será apropriado mensalmente, por meio da emissão de Nota Fiscal de Entrada (NFE), Modelo 1, 1A ou 55 (NF-e). Referida Nota Fiscal deverá conter, além dos requisitos mínimos para emissão de documentos fiscais, as seguintes informações: como emitente, o próprio contribuinte; como Natureza da Operação: "Lançamento de Crédito - Ativo Imobilizado"; como Código Fiscal de Operações ou Prestações (CFOP): "1.604"; como Descrição do Produtos: "Crédito do Ativo Imobilizado relativo ao mês de MÊS/ANO no valor de R$ XXX,XX"; e como valor total do ICMS, a soma de todos os valores calculados e apropriados mensalmente como crédito no Quadro 5 do "Controle de Crédito de ICMS do Ativo Permanente - CIAP", Modelo D. Todas as vias dessa NFE deverão ser mantidas presas ao bloco, sem destacá-las ou, no caso de Notas não confeccionadas em blocos, manter unidas todas as vias. Tratando-se de produtor não equiparado a comerciante ou industrial, o crédito será feito através de Nota Fiscal de Produtor, aplicando, no que for possível, o procedimento para emissão da nota acima. A título de exemplo reproduzimos abaixo modelo de Nota Fiscal de apropriação de crédito de ICMS sobre bens do Ativo Imobilizado, para tanto utilizaremos os dados da "máquina de prensar" adquirido pela empresa fictícia Vivax: Livro Registro de Entrada A NFE emitida para apropriação dos créditos do Ativo Imobilizado deverá ser escriturada no LRE do estabelecimento emitente, com a utilização das colunas "Documento Fiscal", "Operações com crédito do Imposto" e "Observações". No campo "Observações", recomendamos consignar a expressão "Nota Fiscal relativa ao lançamento de crédito do ICMS nas aquisições de bens para o Ativo Imobilizado.“ Quanto ao lançamento da Nota Fiscal de aquisição do bem, este deverá ser escriturado no LRE do estabelecimento adquirente, utilizando-se das colunas "Documento Fiscal", "Operações sem crédito do Imposto" e "Observações", neste consignar a impressão "Aquisição de bem destinado ao Ativo Imobilizado". A título de exemplo reproduzimos abaixo modelo de LRE com a escrituração das Notas Fiscais explanadas neste Roteiro de Procedimentos, quais seja, a Nota Fiscal de aquisição da "máquina de prensar" e a referente ao crédito do ICMS sobre bens do Ativo Permanente: Livro Registro de Entrada Base Legal: Portaria CAT nº 41/2003 (UC: 21/11/14). Exercícios Calcule a parcela de ICMS a ser recuperado dos imobilizados abaixo no mês de Fevereiro de 2016: a) Máquina de costura industrial – NF 119 de Dezembro/2014 ICMS: R$ 15.000,00 b) Prensa térmica – NF 98 de Janeiro/2015 ICMS: R$ 2.500,00 c) Overlock Industrial – NF 52 de Agosto/2015 ICMS: R$ 1.535,00 Fevereiro/2016: Saídas tributadas – R$ 15.059.752,89 Saídas totais – R$ 17.237.521,74 Diferencial de Alíquota Diferencial de alíquota Nas aquisições interestaduais de materiais de uso e consumo ou ativo, quando a alíquota interna for superior à interestadual, é devido o diferencial de alíquota. Na Apuração do ICMS: crédito do imposto – art. 117, I – o valor do imposto pago em outro estado; débito do imposto – art. 117, II – o valor do imposto decorrente da aplicação da alíquota interna. ICMS no estado de São Paulo Pacote de Ajuste Fiscal aumentou o valor do diferencial de alíquotas nos próximos dois anos no Estado de São Paulo Para aumentar a alíquota do ICMS, o governo paulista além da isenção parcial (Decreto nº 65.254/2020), criou também a figura do complemento do imposto. Entenda o caso: Através do Decreto nº 65.253/2020 o governo do Estado de São Paulo aumentou as alíquotas de ICMS de: 7% para 9,4% e de 12% para 13,3%. Fundo de Combate à Pobreza Uma outra mudança que o convênio ICMS 93/2015 trouxe foi a aplicação do Fundo de Combate à Pobreza, também conhecido como FCP ou FECP. Este fundo está previsto na Constituição Federal e pode ser opcionalmente adotado pelos estados. O FCP é um adicional ao ICMS de no máximo 2% nas operações de alguns produtos. Em teoria, este dinheiro deverá ser utilizado pelo estado para programas públicos voltados à nutrição, habitação, educação e saúde, incluindo ações voltadas à crianças e adolescentes e à agricultura familiar. A lista de produtos cobertos pelo FCP dependerá da legislação de cada estado. Como calcular o DIFAL e o FCP Exercícios ICMS - DIFAL Calcule: DIFAL da UF de destino (100%) FCP (2%) Valor da mercadoria: R$ 500,00 Alíquota interna (destino): 18% Alíquota interestadual: 4% b) Valor da mercadoria: R$ 7.500,00 Alíquota interna (destino): 18% Alíquota interestadual: 7% c) Valor da mercadoria: R$ 375,00 Alíquota interna (destino): 18% Alíquota interestadual: 12% ICMS - DIFAL Valor da mercadoria: R$ 500,00 Alíquota interna (destino): 18% Alíquota interestadual: 4% ICMS - DIFAL b) Valor da mercadoria: R$ 7.500,00 Alíquota interna (destino): 18% Alíquota interestadual: 7% ICMS - DIFAL c) Valor da mercadoria: R$ 375,00 Alíquota interna (destino): 18% Alíquota interestadual: 12% ITCMD Contribuintes do ITCMD Conforme o art. 7º da Lei 10705/00. ◦ I) Na transmissão causa mortis: o herdeiro ou legatário; ◦ II) No fideicomisso: o fiduciário; ◦ III) Na doação: o donatário; ◦ IV) Na cessão de herança, de bem ou de direito a título não oneroso: o cessionário; Da Alíquota Artigo 16 – O cálculo do imposto efetuado mediante a aplicação dos porcentuais, a seguir especificados, sobre a correspondente parcela do valor da base de cálculo, esta convertida em UFESPs, na seguinte progressão: até o montante de 12.000 (doze mil) UFESPs, 2,5% (dois inteiros e cinco décimos por cento) e acima desse limite, 4% (quatro por cento). Tabelas de cálculo Exemplo de Cálculo de ITCMD Exercícios Assinale a alternativa correta. A sigla ICMS identifica o: a ( ) Imposto sobre a circulação de mercadorias e prestações de serviços de transporte e de comunicação b ( ) Imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte e de comunicação c ( ) Imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal d ( ) Imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação,ainda que as operações e prestações se iniciem no exterior. e ( ) Imposto sobre vendas e consignações de mercadorias e serviços O princípio da não-cumulatividade: a) consiste em compensar-se o valor do imposto devido em cada operação com o montante efetivamente pago nas operações anteriores; b) impede que o tributo incida sobre o valor adicionado; c) consiste em compensar-se o valor do imposto devido em cada operação com o montante do imposto incidente nas operações anteriores; d) permite que o contribuinte se aproprie de qualquer crédito, ainda que decorrente da aquisição de bens do ativo fixo. Ocorre o fato gerador do imposto sobre circulação de mercadorias e serviços (ICMS), em se cuidando de mercadoria importada: a) no momento da entrada ficta, no país, considerada a partir da assinatura do contrato de importação de mercadoria com a filial exportadora no Brasil; b) com o simples ingresso da mercadoria no estabelecimento importador; c) quando do recebimento da mercadoria, ao ensejo de respectivo desembaraço aduaneiro; d) nenhuma alternativa é correta porque a ocorrência do fato gerador, na espécie, reclama satisfação de um outro requisito acima não especificado. As Fazendas Reunidas M. A. da Silva adquirem terreno com árvores em pé, carregadas de frutos, com a intenção de vender os frutos e a madeira dessas árvores. Incide o ICMS no momento ? a) do registro no cartório de imóveis do contrato de compra e venda do terreno. b) em que as Fazendas Reunidas M. A. da Silva tomam posse do terreno. c) da colheita dos frutos e/ou da derrubada das árvores. d) em que o adquirente do terreno contrata com terceiro a venda dos frutos e da madeira. e) em que ocorre a saída dos frutos e da madeira do estabelecimento. Nas saídas de mercadoria, quando não se trata de uma compra e venda, pode ser difícil definir o valor da operação. Para estes casos existem regras especiais de definição da base de cálculo do ICMS. A base de cálculo é o a) ( ) valor de custo da mercadoria, quando se tratar de mercadoria fabricada pelo remetente, na saída interestadual com destino a outro estabelecimento do mesmo titular b) ( )valor contábil da entrada, quando se tratar de mercadoria não industrializada, na saída interestadual com destino a outro estabelecimento do mesmo titular. c) ( ) valor no mercado varejista local, quando se tratar de produtor rural, na saída interna de mercadoria de produção própria d) ( ). valor de custo da mercadoria produzida, quando se tratar de industrial, na saída interna de mercadoria de fabricação própria e) ( ) preço de venda no varejo, quando se tratar de comerciante, na saída interna de mercadoria. Em algumas situações o documento fiscal à determinada operação ou prestação poderá ser considerado inábil. NÃO resulta inabilidade do documento a ? a) ( ) emissão, pelo remetente, de documento distinto do previsto no Regulamento para a referida operação b) ( ) emissão por contribuinte que está exercendo sua atividade em local distinto do indicado no Cadastro de Contribuintes do ICMS c) ( ) emissão de forma manuscrita, com caneta de cor vermelha, sem utilização de equipamento de processamento de dados d) ( ) falta de registro eletrônico na Secretaria da Fazenda, para gerar o Registro Eletrônico de Documento Fiscal − REDF, quando exigido e) ( ) existência de outro documento, do mesmo tipo, emitido pelo contribuinte, com mesmo número de ordem, de série e subsérie Momento da Ocorrência do Fato Gerador ? É o marco temporal do fato gerador a partir do qual há débito de ICMS na operação ou prestação do serviço. (Lei Complementar nº 87/96, art. 12).