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01/11/2022
1
PITIOSE:
Pythiuym insidiosum
Prof. Dr. Ronaldo Alves Pereira Junior
Cel.: (62) 98107-1161
ronaldo.junior@unigoias.com.br
Centro Universitário de Goiás - UNIGOIÁS
Curso de Graduação em Medicina Veterinária
Disciplina: Microbiologia Veterinária (módulo de micologia)
Pitiose= Pythium insidiosum
2
 Ambientes alagados e parasitas de plantas
 Quimiotactismo por superfícies de plantas e pêlos de animais
 Água estagnada, locais alagadiços ousoblongos períodos de chuvas
 Única do gênero capaz de causar doença emanimaise humanos.
 Oomiceto(Filo Oomycota)
 Antigamente considerados algas
 Microrganismo “semelhante” a fungo.
1
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01/11/2022
2
Estrutura do fungo
14
Pythium
Celulose ao invés de quitina 
Não tem ergosterol
Dificuldade para utilização de
antifúngicosconvencionais
Anfotericina B– atuação 
em membranas contendo 
colesterol e ativação de 
macrófagos
Definição
A pitiose é umainfecção granulomatosa de clínica
variável, frequentemente do tecido cutâneo e
subcutâneo, adquirida pela penetração de zoósporos
de Pythium insidiosumemambiente aquático, que
acomete principalmente equinos, cães, bezerros e
humanos.
OBS: pode acometer intestinos.
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3
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01/11/2022
3
Epidemiologia
 A região do Pantanal mato-grossense é
considerada a maior área de ocorrência
dessa doença no mundo.
 Biomadiversificado;
 Temperaturas: 25-30ºC
 Umidade: 82% + 
inundações
 Não é uma doença de notificação compulsória.
3
Epidemiologia
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Animais criados em ambientes alagados, suscetíveisa infecção por Pythium insidiosum
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01/11/2022
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FONTE: Quinn et al., 2005.
Pythium insidiosum
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Zoosporângio e zoósporos
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01/11/2022
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Pythium insidiosum
6
 Pitiose – doença causada por lesões crônicas, da pele ou membrana
mucosa, ulcerante e de crescimento rápido
 Duasformasprincipais:cutânea e visceral
 Equídeos, bovinos, cães, gatos (localização intestinal) e homem
 Pantanal: “ferida brava”
Aspecto das lesões
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Atuação de IgE, eosinófilos e mastócitos
Não seconhecetodos osmecanismosenvolvidos na suapatogênese.
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Lesão
inflamatória
intensa
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Pitioseem equinos
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“Kunkers”
Fo
n
te
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gó
n
et
 a
l.,
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0
1
3
Pitiose cutânea:
lesão em membros
7
Pitiose em 
equinos
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01/11/2022
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Pitiose cutânea:
lesão em membros
7
Pitioseem 
equinos
Fonte: Mendoza; Vilela, 2013
Pitioseem equinos
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Fonte: Mendoza; Vilela, 2013
Pitioseem cães
FONTE: Dória,2009
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Diagnóstico
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 Histórico do animal e hábitat
 Cultura de tecidos retirados da lesão(SDA)
 Sorologia, PCR e histopatologia/imunohistoquímica
Ágar dextrose Sabouraud:
• Aerobiose
• 37°C por 24 a 48 horas
• Colônias planas, esbranquiçadas e radiadas, 
podem ter até 20 mm de diâmetro após 24 
horas.
- Hifas septadas
Fonte: Mendoza; Vilela, 2013
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Colônia algodonosa, cresce de forma irradiada, colônia plana 
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Fonte: Bosco et al., 2008
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Pythium insidiosum -TRATAMENTO
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https://acervodigital.unesp.br/handle/11449/101169
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https://acervodigital.unesp.br/handle/11449/101169
01/11/2022
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Excisão cirúrgica do tecido de granulação exuberante e dos “kunkers”
FONTE: Dória,2009
FONTE: Dória,2009
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Tirar tecido inflamado, os kunkers (deposito de cálcio)
01/11/2022
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FONTE: Dória,2009
FONTE: Dória,2009
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FONTE: Dória,2009
FONTE: Dória,2009
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01/11/2022
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Doença em humanos
 Primeiros casos humanos - 1985, na Tailândia
 Pacientes com úlceras cutâneas crônicas de localização nos membros 
inferiores. Desde então, apenas 32 casos humanos foram publicados. Neles, a
manifestação clínica predominante foi sistêmica, com comprometimento arterial em
17 casos
 Predominância da Tailândia como país de origem dos casos relatados, 78% (25/32)
 A evolução habitualmente é grave, com índice de óbito de 47% naqueles com 
comprometimento vascular
 Brasil (primeiro caso) - paciente do sexo masculino, de 49 anos, funcionário público, 
procedente de Paraguaçu Paulista, SP, com queixa de úlcera cutânea na perna 
esquerda há três meses. A lesão iniciou-se como pústula, uma semana após pescaria 
em lago de águas paradas, no qual permanecera com as pernas submersas.
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Fonte: Mendoza; Vilela, 2013
Pitioseem Humanos
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Cavalo é o principal animal acometido