Prévia do material em texto
1 ATIVIDADE INDIVIDUAL Matriz Distribuição Reversa Disciplina: Sustentabilidade e Gestão de Riscos na Cadeia Suprimentos Módulo: Aluno: Turma: Tarefa: Atividade Individual INTRODUÇÃO Apresente o seu trabalho em linhas gerais. As cadeias de suprimentos desempenham um papel vital no desempenho das empresas. Com o nível de competitividade atual, um produto ou serviço forte e inovador não é suficiente para uma empresa ter sucesso. Uma cadeia de suprimentos cuidadosamente projetada e planejada é essencial para garantir um nível de serviço que atenda às expectativas dos clientes de um produto/serviço de alta qualidade, baixo custo e um serviço de rápidos de entrega, flexíveis e eficientes. Mas este é um problema desafiador, pois a globalização aumentou a complexidade do design da cadeia de suprimentos com fornecedores, fábricas, centros de distribuição e clientes espalhados pelo mundo. Além disso, a crescente preocupação da sociedade com o meio ambiente está pressionando os profissionais da indústria e os formuladores de políticas a reduzir o impacto ambiental negativo das cadeias de suprimentos. Assim, as cadeias de suprimentos precisam ser gerenciadas considerando não apenas objetivos econômicos, mas também ambientais e sociais (BARBOSA-PÓVOA et al., 2018). Tal preocupação se traduz no desenvolvimento de Cadeias de Suprimentos Sustentáveis. A cadeia de suprimentos sustentável é uma decisão estratégica de negócios que inclui fornecimento sustentável, produção, embalagem, entrega otimizada e responsável de bens produzidos assim como logística reversa e descarte final do produto. Os esforços de sustentabilidade da cadeia sobre as atividades de responsabilidade social corporativa de uma empresa também impulsionam as operações verdes e resultam em economia de custos e uma cadeia de suprimentos aprimorada a longo prazo. Recentemente, ao ampliar a sua área de atuação, a multinacional passou de fabricante de copiadoras a empresa de tecnologia da informação. A carteira de soluções integradas para documentos foi ampliada e, após essa mudança, a XPTO do Brasil passou a oferecer serviços como produção, transmissão, armazenamento, impressão e cópia. Além disso, a empresa decidiu implementar uma gestão da cadeia de suprimentos sustentável, entendendo que a logística reversa deveria ser o primeiro passo a ser dado nessa direção(FGV, 2022). Considerando a empresa XPTO, esta atividade tem como objetivo demonstrar os elos de sua cadeia de suprimentos e as ações que implementaria em direção a uma gestão da cadeia de suprimentos sustentável. 2 ELOS DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Identifique e apresente os elos da cadeia de suprimentos. Uma cadeia de suprimentos é uma rede de indivíduos e empresas que estão envolvidos na produção de um produto e com objetivo de entregá-lo ao consumidor. Os elos da cadeia começam com os produtores das matérias-primas e terminam quando com entrega do produto acabado ao usuário final, mas uma possível devolução e a necessidade de descarte deste produto também deve ser considerada. A cadeia é composta por vários elos que se interrelacionam, gerando uma ligação que faz com que as mercadorias evoluam conforme seguem de elo em elo, semelhante a natureza, onde os organismos se alimentam, processam, absorvem, descartam e principalmente se reproduzem se possível de forma sustentável. Ao final do ciclo, toda a cadeia é alimentada de informações relevantes que devem ser utilizadas para que o próximo ciclo seja executado com mais qualidade. Desta forma é possível dizer que os produtos são enviados as informações são recolhidas, as quais vão permitir o enriquecimento de todos os elos (NETO, 2016) Figura 1 – Exemplo de Cadeia de Suprimentos Fonte: NETO, 2016 No caso da empresa XPTO por se tratar da cadeia de suprimentos reversa ocorre o oposto da cadeia tradicional onde o fluxo termina no consumidor, neste caso ele tem início com o cliente requisitando a troca ou retorno da copiadora para um dos cinquenta centros de distribuição reversos(CDRs) no Brasil, ou seja, o mercado nacional é o fornecedor e o primeiro elo da cadeia. O segundo elo, os cinquenta centros de distribuição reversa, são terceirizados e são os responsáveis pelo atendimento ao cliente através da coleta, desinstalação e seleção do destino dos equipamentos, logo tem um papel similar ao varejo que lida com o produto e consumidor final. Pulverizados pelo Brasil os CDRs fazem a seleção do destino do produto definindo se serão enviados para um dos dois centros de distribuição nacionais ou direcionar o produto para vendas no mercado secundário nacional ou de exportação. Neste terceiro elo, os centros de distribuição nacionais reversos são da própria XPTO. Nestes centros novamente é efetuada a seleção, em geral mais criteriosa, sendo avaliado se o produto tem condições para ser direcionado para vendas do mercado secundário nacional ou de exportação ou encaminhado para o quarto elo da cadeia, a planta industrial. O quarto e último elo, a planta industrial, é responsável pela desmontagem dos produtos com dois possíveis destinos: reciclagem dos componentes ou remanufatura e reutilização do produto ou de suas peças. Neste último elo é imperativo para uma visão sustentável onde a empresa pode se esforçar para modificar seu modelo de negócio e incorporar os conceitos de economia circular como forma de obter uma nova vantagem competitiva. AÇÕES SUSTENTÁVEIS IMPLEMENTADAS Informe quais são as ações em prol de uma gestão da cadeia de suprimentos sustentável. A implementação do Gestão da Cadeia de Suprimentos Sustentável (Conhecida pela sigla SSCM do inglês Sustainable Supply Chain Management) permite que as empresas respondam à crise climática, ao aquecimento global e as necessidades de desenvolvimento social. As empresas que atuam na cadeia de suprimentos estão no centro das discussões e são frequentemente citadas como uma das principais causas da poluição gerada pela indústria de manufatura e pelo transporte de mercadorias. Como resultado, as empresas devem repensar suas atividades atuais. A visão sustentável do gerenciamento da cadeia de suprimentos tende a ser movidos pela necessidade de cumprir novos padrões e regulamentações. No entanto, a gestão mais sustentável da cadeia de abastecimento representa uma oportunidade real de crescimento para as corporações, pois sua implementação oferece oportunidades para economizar dinheiro, ao mesmo tempo em que reduz os impactos ambientais e sociais. Uma cadeia de suprimentos sustentável também é uma ótima maneira de melhorar a imagem e as credenciais de uma empresa. É uma forma de minimizar e evitar riscos, pois o fluxo desde o cultivo de recursos até as etapas de processamento individuais e o transporte atuam direta ou indiretamente como geradores de valor. Uma seleção sustentável de recursos e seu processamento em produtos precursores aumenta a qualidade final do produto. Por outro lado, condições de trabalho desumanas e negligência com danos ambientais causados por processos realizados por um fornecedor não confiável coloca à empresa em risco assim como uma possível falta de qualidade. As corporações estão cada vez mais sendo responsabilizadas pelos impactos dos processos de sua cadeia de suprimentos. Escândalos públicos e perdas de reputação podem, assim, prejudicar o sucesso do negócio (BMUB, 2017). Considerando a empresa XPTO a primeira ação é mapear e visualizar a cadeia de suprimentos e desta ajudar a empresa a ter primeiro uma visão geral de seus processos como essenciais que criam valor. É necessário reunir informações disponíveis dentro da empresa preparando-as rara análise. Todas as etapas do fornecimento da cadeia devem ser sucessivamente consideradas e complementadas com informações sobre suas atividades e fornecedores. Em um primeiro momentonão é necessário ações duras no sentido e obrigar os fornecedores a terem comportamentos sustentáveis. Um trabalho de conscientização, parceria e prazos conjuntos deve ser estabelecido. A empresa deve verificar se é possível coletar informações sobre os impactos de sustentabilidade dos subfornecedores por meio de atividades diretas do fornecedor. Se possível criar um instrumento de autoavaliação do fornecedor. Para uma gestão sustentável da cadeia se suprimento a participação da logística é fundamental para a recuperação do produto, principalmente relativo à tomada de decisão de tratamento (decisão de disposição) e para a inicialização do ciclo reverso correspondente. Em todos os casos, essas ações logísticas impactarão claramente o nível de sustentabilidade da XPTO, especialmente no que diz respeito à Decisão de Disposição (DDs), entendida como a decisão que determina o tratamento que o produto devolvido ou recuperado deve receber. Embora esta seja, sem dúvida, uma das decisões mais importantes no processo de logística reversa, ainda é uma das decisões menos trabalhadas (ALARCON, 2020). A XPTO deve implementar o DDs de forma que ele esteja organizado em torno de duas principais ações no produto recuperado: Com e sem recuperação de valor. Esses tipos de subdivisão dão origem a uma lista de oito possíveis DDs ou alternativas de tratamento, onde as seis primeiras são opções de recuperação de valor e as duas últimas são opções de recuperação sem valor: (1) A reutilização direta é a opção mais recomendada para produtos que estão completamente sem uso e produtos que são devolvidos após pequeno uso que quer permita a reutilização retornando o produto ao novo status; (2) a reparação permite recuperar o valor do produto substituindo os componentes danificados; (3) reforma, cuja finalidade é devolver ao produto usado uma certa qualidade especificada; (4) a remanufatura visa adequar os produtos usados a padrões de qualidade tão rigorosos quanto os dos 4 produtos novos; (5) a canibalização visa recuperar os componentes ou partes reutilizáveis de produtos usados para reutilizá-los em reparo, reforma ou remanufatura de outros produtos e componentes; (6) buscas de reciclagem para recuperar materiais, de produtos e componentes usados, para reutilizá-los na produção de peças originais; (7) incineração, cuja finalidade é gerar uma combustão para reduzir o volume e o peso dos resíduos, transformando-os em materiais inertes (cinzas) e gases; e (8) a deposição em aterro, que consiste em enterrar os resíduos intercalados com camadas de terra (ALARCON, 2020). USO DA TECNOLOGIA NA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Explicar como o uso da tecnologia pode auxiliar na gestão da cadeia de suprimentos. Inicialmente é importante destacar o papel da tecnologia, pois qualquer empresa deseja promover melhorias na qualidade de seus produtos e executar ações que levem ao crescimento e a sustentabilidade. Ainda assim, além de objetivar o sucesso, empreendimentos que promovem o uso da tecnologia de ponta procuram superar a concorrência, minimizar as pressões do mercado, otimizar recursos e custos. Desta forma tecnologias como data mining, big data e business intelligence tem um papel central para as corporações, acelerando o aperfeiçoamento assim como a possibilidade de geração de novos negócios que tendem a aumentar em muito a competitividade da empresa. Antes da pandemia do COVID-19, a resiliência da cadeia de suprimentos não havia sido realmente testada em escala internacional. Mas, após o coronavírus, a Accenture descobriu que 94% das empresas da Fortune 500 estão passando por interrupções. Em julho de 2020, o Institute For Supply Management (ISM) revelou que 97% das operações dos entrevistados foram ou serão impactadas. À medida que o COVID-19 continua a moldar a definição de resiliência da cadeia de suprimentos, as organizações devem levar em consideração a diversificação geográfica, a transparência de ponta a ponta e a necessidade de criar capacidade excedente para mover tudo, desde matérias-primas até produtos acabados (Accenture, 2022). Á medida que a demanda continua a evoluir em um mundo cada vez mais globalizado, as cadeias de suprimentos se tornarão uma parte ainda mais crucial do sucesso dos negócios. Já no gerenciamento de estoques empresas como XPTO podem fazer uso de tecnologias como data mining que possibilitam a partir do seu uso avaliar a eficácia do abastecimento de matérias, com base nas estratégias de estoque e histórico de vendas. A criação de modelos a partir desta técnica demostram o momento e o ponto correto da aquisição em paralelo as propostas pelo modelo tradicional suportando a tomada de decisão e promovendo a redução de estoque ou o risco da falta de estoque possibilitando também a melhora do nível de serviço ao cliente (NUNES, 2009). MITIGAÇÃO DE RISCOS Avalie o que aconteceria se uma das plantas industriais tivesse as suas operações paradas por um dia em virtude de uma greve, explicando como esse risco poderia ser minimizado. A exposição a diferentes tipos de riscos varia muito de acordo com a cadeia de suprimentos. As pandemias, por exemplo, têm um grande impacto nas cadeias de valor de mão-de-obra intensiva. Além disso, este tipo de crise tem efeitos na demanda e na oferta. Durante a crise da covid-19, a demanda por bens não essenciais despencou atingindo diversos tipos de empresas Por outro lado, embora a produção tenha sido afetada em cadeias como a da agricultura, de alimentos e de bebidas continuaram sob uma elevada demanda devido a serem produtos de primeira necessidade. Confiar em uma única fonte para componentes críticos ou matérias-primas pode ser uma vulnerabilidade. Construir redundância nas redes de fornecedores é uma forma de minimizar risco. De fato, mesmo que uma empresa conte com vários fornecedores, a proximidade geográfica pode colocá- los sobre as mesmas condições e riscos. Logo identificar, analisar, qualificar e integrar fornecedores de backup tem um custo. Mas pode fornecer capacidade necessária em momentos de crise. A diversificação da cadeia de suprimentos pode ter o benefício adicional de reduzir a pegada de carbono, elevar os padrões ambientais e sociais do trabalho assim como expandir as oportunidades para as mulheres e minorias. Outra forma alcançar a resiliência da cadeia de suprimentos é projetar ou adquirir produtos com componentes comuns, reduzindo o uso de materiais customizados para diferentes produtos (Mckinsey, 2020). Partindo para a parte pratica a empresa XPTO precisa identificar, avaliar, controlar, monitorar seus riscos. O cenário de greve trabalhista deve ser considerado como um choque não planejado e logo vai afetar o sistema. Este caso é um cenário de contingência contra as quais os estoques apresentam algum grau de proteção. Manter determinado nível de nos pontos chaves da cadeia de suprimento permite que o sistema absorva a paralização e possa continuar a operar até que a crise seja encerrada (Bailou, 2006). Considerando uma gestão de cadeia sustentável é preciso valorizar uns dos recursos mais importantes para a empresa: seus colaboradores. Identificar, analisar, avaliar e tratar de forma preventiva as demandas dos funcionários estando próximo a comunidade e sindicados é uma forma de evitar futuras greves antecipando as demandas de forma negociada promovendo ações que sejam o melhor para todos. 6 CONCLUSÃO Apresente as considerações finais do seu trabalho. A gestão da cadeia de suprimentos e a implementação de gestão sustentável é capaz de propiciar inúmeros benefícios para as corporações. O detalhamento e análise dos elos da cadeia permite identificar diversos pontos de ajuste da organização, minimizando desperdícios e reduzindo ineficiências de tempoe de utilização de recursos. A decisão da empresa XPTO de implementar a logística reversa em direção a uma cadeia sustentável é um primeiro passo neste sentido. Considerando o cenário atual onde a alta competição entre as empresas exigem a otimização dos recursos. Durante sua atividade imprevistos podem atrapalhar o atingimento das metas planejadas. Os chamados riscos são a possibilidade de os resultados serem diferentes esperado que podem envolver grandes perda, mas também apontar novas oportunidades. Como vimos a empresa XPTO pode e deve implementar gerenciamento de risco de forma a atuar com planos de contingência nos cenários de crise como uma greve ou se se possível prever e se antecipar a situação. Um dos maiores impactos que a tecnologia pode ter na redução do desperdício é prevenir o desperdício antes que ele ocorra. O maior investimento em análise de dados em modelagem avançada usando design auxiliado por computador ou manufatura auxiliada por computador expandiu as habilidades das organizações para identificar materiais sustentáveis que podem ser integrados ao design do produto, pois vão facilitar decisão de disposição e ampliar o resultado da logística reversa. No caso do negócio da empresa XPTO está é uma possibilidade a ser tratada com seus fornecedores. Em breve diferentes alternativas como abordagens de Internet das Coisas (IoT) podem ser consideradas para apoiar a captura de dados de forma mais autônoma e automática aproveitando as oportunidades oferecidas pelo paradigma da Indústria 4.0. Na logística reversa embora a disposição do produto seja um componente chave, nem sempre a decisões de disposição e seu impacto potencial no desempenho da sustentabilidade é considerado. Uma vez que existem diferentes opções de disposição durante o processo, uma avaliação de como cada opção de disposição afetaria o desempenho de sustentabilidade permite que a empresa como XTPO tome decisões informadas sobre a escolha das opções de disposição apropriadas. Tomar uma decisão de disposição adequada leva a prolongar a vida útil do produto e pode alcançar muitos objetivos de desenvolvimento sustentável. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Liste as fontes de consulta utilizadas na elaboração da atividade de acordo com os referenciais da ABNT. FGV – Atividade Individual da gestão da cadeia de suprimentos sustentável - 2022 https://ls.cursos.fgv.br/d2l/le/content/516250/viewContent/3192417/View - Acesso em 29 de Outubro de 2022. BARBOSA-PÓVOA AP, da Silva C & Carvalho A. - 2018 - Opportunities and challenges in sustainable supply chain: An operations research perspective –- https://econpapers.repec.org/article/eeeejores/v_3a268_3ay_3a2018_3ai_3a2_3ap_3a399-431.htm - Acesso em 29 de Outubro de 2022. NETO, Adolfino – 2016 - A Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) no Brasil - https://adolfinoneto.com/2016/09/05/a-gestao-da-cadeia-de-suprimentos-scm-no-brasil/ - Acesso em 29 de Outubro de 2022. BMUB, 2017 - Federal Ministry for the Environment, Nature Conservation, Building and Nuclear Safety - Berlin · Germany - Step-by-Step Guide to Sustainable Supply Chain Management - https://www.bmuv.de/fileadmin/Daten_BMU/Pools/Broschueren/nachhaltige_lieferkette_en_bf.pdf - Acesso em 29 de Outubro de 2022. ALARCON, Faustino - Sustainability vs. Circular Economy from a Disposition Decision Perspective: A Proposal of a Methodology and an Applied Example in SMEs; 2020 - https://www.mdpi.com/2071-1050/12/23/10109/htm - Acesso em 29 de Outubro de 2022. Accenture - Supply chain disruption – 2022 - https://www.accenture.com/us- en/insights/consulting/coronavirus-supply-chain-disruption - Acesso em 05 de novembro de 2022. NUNES, Daniel – 2009 – Otimização de níveis de estoque usando ferramentas de data mining - http://www.abepro.org.br/biblioteca/enegep2009_ tn_sto_096_654_14157.pdf, 2009 - Acesso em 05 de novembro de 2022. Mckinsey - Risco, resiliência e reequilíbrio nas cadeias de valor globais - https://www.mckinsey.com/capabilities/operations/our-insights/risk-resilience-and-rebalancing-in-global- value-chains/pt-br?cv=1 - Acesso em 05 de novembro de 2022. Bailou, Ronald H. - Gerenciamento da cadeia de suprimentos/logística empresarial - 5. ed. - Porto Alegre - Bookman, 2006