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Educação Infantil
BASEBASE
NACIONALNACIONAL
COMUMCOMUM
CURRICULARCURRICULAR
1. INTRODUÇÃO............................................................. 7
A Base Nacional
Comum Curricular.............................................................7
* Competências gerais da
Educação Básica ....................................................9
Os marcos legais que
embasam a BNCC...........................................................10
Os fundamentos
pedagógicos da BNCC ...................................................13
O pacto interfederativo e a
implementação da BNCC...............................................15
2. ESTRUTURA DA BNCC............................................23
3. A ETAPA DA EDUCAÇÃO INFANTIL.....................35
A Educação Infantil na Base
Nacional Comum Curricular ....................................... 35
A Educação Infantil no
contexto da Educação Básica..................................... 36
* Direitos de aprendizagem
e desenvolvimento na
Educação Infantil .................................................38
3.1. Os campos de experiências ........................40
3.2. Os objetivos de aprendizagem
 e desenvolvimento para a
 Educação Infantil..........................................44
3.3. A transição da Educação Infantil
 para o Ensino Fundamental.........................53
SUMÁRIO
7
INTRODUÇÃO
A Base Nacional Comum Curricular
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento de 
caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de 
aprendizagens	essenciais que todos os alunos devem desenvolver 
ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica, de modo 
a que tenham assegurados seus direitos de aprendizagem e desen-
volvimento, em conformidade com o que preceitua o Plano Nacional 
de Educação (PNE). Este documento normativo aplica-se exclusiva-
mente à educação escolar, tal como a define o § 1º do Artigo 1º da Lei 
de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, Lei nº 9.394/1996)1, 
e está orientado pelos princípios éticos, políticos e estéticos que 
visam à formação humana integral e à construção de uma socie-
dade justa, democrática e inclusiva, como fundamentado nas 
Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica (DCN)2.
1 BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da 
educação nacional. Diário Oficial da União, Brasília, 23 de dezembro de 1996. Disponível em: 
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm>. Acesso em: 23 mar. 2017.
2 BRASIL. Ministério da Educação; Secretaria de Educação Básica; Secretaria de Educação 
Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão; Secretaria de Educação Profissional 
e Tecnológica. Conselho Nacional de Educação; Câmara de Educação Básica. Diretrizes 
Curriculares Nacionais da Educação Básica. Brasília: MEC; SEB; DICEI, 2013. Disponível em: 
<http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=13448-
diretrizes-curiculares-nacionais-2013-pdf&Itemid=30192>. Acesso em: 16 out. 2017.
1. INTRODUÇÃO
8
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
Referência nacional para a formulação dos currículos dos sistemas 
e das redes escolares dos Estados, do Distrito Federal e dos Municí-
pios e das propostas pedagógicas das instituições escolares, a BNCC 
integra a política nacional da Educação Básica e vai contribuir para o 
alinhamento de outras políticas e ações, em âmbito federal, estadual 
e municipal, referentes à formação de professores, à avaliação, à ela-
boração de conteúdos educacionais e aos critérios para a oferta de 
infraestrutura adequada para o pleno desenvolvimento da educação.
Nesse sentido, espera-se que a BNCC ajude a superar a fragmenta-
ção das políticas educacionais, enseje o fortalecimento do regime 
de colaboração entre as três esferas de governo e seja balizadora 
da qualidade da educação. Assim, para além da garantia de acesso 
e permanência na escola, é necessário que sistemas, redes e escolas 
garantam um patamar comum de aprendizagens a todos os estu-
dantes, tarefa para a qual a BNCC é instrumento fundamental. 
Ao longo da Educação Básica, as aprendizagens essenciais definidas 
na BNCC devem concorrer para assegurar aos estudantes o desen-
volvimento de dez competências gerais, que consubstanciam, no 
âmbito pedagógico, os direitos de aprendizagem e desenvolvimento. 
Na BNCC, competência é definida como a mobilização de conhe-
cimentos (conceitos e procedimentos), habilidades (práticas, 
cognitivas e socioemocionais), atitudes e valores para resolver 
demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da cida-
dania e do mundo do trabalho.
Ao definir essas competências, a BNCC reconhece que a “educa-
ção deve afirmar valores e estimular ações que contribuam para a 
transformação da sociedade, tornando-a mais humana, socialmente 
justa e, também, voltada para a preservação da natureza” (BRASIL, 
2013)3, mostrando-se também alinhada à Agenda 2030 da Organi-
zação das Nações Unidas (ONU)4.
É imprescindível destacar que as competências gerais da Educação 
Básica, apresentadas a seguir, inter-relacionam-se e desdobram-se 
no tratamento didático proposto para as três etapas da Educação 
3 BRASIL. Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Caderno de 
Educação em Direitos Humanos. Educação em Direitos Humanos: Diretrizes Nacionais. Brasília: 
Coordenação Geral de Educação em SDH/PR, Direitos Humanos, Secretaria Nacional de 
Promoção e Defesa dos Direitos Humanos, 2013. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/index. 
php?option=com_docman&view=download&alias=32131-educacao-dh-diretrizesnacionais- 
pdf&Itemid=30192>. Acesso em: 23 mar. 2017.
4 ONU. Organização das Nações Unidas. Transformando Nosso Mundo: a Agenda 2030 
para o Desenvolvimento Sustentável. Disponível em: <https://nacoesunidas.org/pos2015/
agenda2030/>. Acesso em: 7 nov. 2017.
9
INTRODUÇÃO
Básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio), arti-
culando-se na construção de conhecimentos, no desenvolvimento de 
habilidades e na formação de atitudes e valores, nos termos da LDB.
COMPETÊNCIAS GERAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA
1. Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre 
o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a 
realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma 
sociedade justa, democrática e inclusiva.
2. Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria 
das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a 
imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar 
hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive 
tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas.
3. Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das 
locais às mundiais, e também participar de práticas diversificadas da 
produção artístico-cultural.
4. Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, 
e escrita), corporal, visual, sonora e digital –, bem como conhecimentos 
das linguagens artística, matemática e científica, para se expressar e 
partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes 
contextos e produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo.
5. Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e 
comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas 
práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e 
disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas 
e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva.
6. Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se 
de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as 
relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas 
ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, 
autonomia, consciência crítica e responsabilidade.
7. Argumentar com baseem fatos, dados e informações confiáveis, 
para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões 
comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência 
socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e 
global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, 
dos outros e do planeta.
10
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
Os marcos legais que embasam a BNCC
A Constituição Federal de 19885, em seu Artigo 205, reconhece a 
educação como direito fundamental compartilhado entre Estado, 
família e sociedade ao determinar que
a educação, direito de todos e dever do Estado e da família, 
será promovida e incentivada com a colaboração da 
sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu 
preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para 
o trabalho (BRASIL, 1988).
Para atender a tais finalidades no âmbito da educação escolar, a 
Carta Constitucional, no Artigo 210, já reconhece a necessidade de 
que sejam “fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, 
de maneira a assegurar formação básica comum e respeito aos 
valores culturais e artísticos, nacionais e regionais” (BRASIL, 1988).
Com base nesses marcos constitucionais, a LDB, no Inciso IV de seu 
Artigo 9º, afirma que cabe à União 
estabelecer, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal 
e os Municípios, competências e diretrizes para a Educação 
Infantil, o Ensino Fundamental e o Ensino Médio, que nortearão 
os currículos e seus conteúdos mínimos, de modo a assegurar 
formação básica comum (BRASIL, 1996; ênfase adicionada).
5 BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil (1988). Brasília, DF: Senado Federal, 
1988. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicaocompilado.
htm>. Acesso em: 23 mar. 2017.
8. Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, com-
preendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções 
e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas.
9. Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, 
fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos 
humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e 
de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, 
sem preconceitos de qualquer natureza.
10. Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, 
flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base 
em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.
11
INTRODUÇÃO
Nesse artigo, a LDB deixa claros dois conceitos decisivos para todo 
o desenvolvimento da questão curricular no Brasil. O primeiro, já 
antecipado pela Constituição, estabelece a relação entre o que é 
básico-comum e o que é diverso em matéria curricular: as com-
petências e diretrizes são comuns, os currículos são diversos. O 
segundo se refere ao foco do currículo. Ao dizer que os conteúdos 
curriculares estão a serviço do desenvolvimento de competências, a 
LDB orienta a definição das aprendizagens essenciais, e não apenas 
dos conteúdos mínimos a ser ensinados. Essas são duas noções 
fundantes da BNCC.
A relação entre o que é básico-comum e o que é diverso é retomada 
no Artigo 26 da LDB, que determina que 
os currículos da Educação Infantil, do Ensino 
Fundamental e do Ensino Médio devem ter base nacional 
comum, a ser complementada, em cada sistema de 
ensino e em cada estabelecimento escolar, por uma 
parte diversificada, exigida pelas características regionais 
e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos 
educandos (BRASIL, 1996; ênfase adicionada).
Essa orientação induziu à concepção do conhecimento curricular 
contextualizado pela realidade local, social e individual da escola e 
do seu alunado, que foi o norte das diretrizes curriculares traçadas 
pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) ao longo da década de 
1990, bem como de sua revisão nos anos 2000.
Em 2010, o CNE promulgou novas DCN, ampliando e organizando 
o conceito de contextualização como “a inclusão, a valorização 
das diferenças e o atendimento à pluralidade e à diversidade cul-
tural resgatando e respeitando as várias manifestações de cada 
comunidade”, conforme destaca o Parecer CNE/CEB nº 7/20106.
Em 2014, a Lei nº 13.005/20147 promulgou o Plano Nacional de Edu-
cação (PNE), que reitera a necessidade de 
6 BRASIL. Conselho Nacional de Educação; Câmera de Educação Básica. Parecer nº 7, de 7 
de abril de 2010. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica. Diário Oficial 
da União, Brasília, 9 de julho de 2010, Seção 1, p. 10. Disponível em: <http://pactoensinomedio.
mec. gov.br/images/pdf/pceb007_10.pdf>. Acesso em: 23 mar. 2017.
7 BRASIL. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – 
PNE e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 26 de junho de 2014. Disponível 
em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l13005.htm>. Acesso em: 
23 mar. 2017.
12
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
estabelecer e implantar, mediante pactuação 
interfederativa [União, Estados, Distrito Federal e 
Municípios], diretrizes pedagógicas para a educação 
básica e a base nacional comum dos currículos, com 
direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento 
dos(as) alunos(as) para cada ano do Ensino 
Fundamental e Médio, respeitadas as diversidades 
regional, estadual e local (BRASIL, 2014).
Nesse sentido, consoante aos marcos legais anteriores, o PNE 
afirma a importância de uma base nacional comum curricular para o 
Brasil, com o foco na aprendizagem como estratégia para fomentar 
a qualidade da Educação Básica em todas as etapas e modalida-
des (meta 7), referindo-se a direitos e objetivos de aprendizagem e 
desenvolvimento.
Em 2017, com a alteração da LDB por força da Lei nº 13.415/2017, 
a legislação brasileira passa a utilizar, concomitantemente, duas 
nomenclaturas para se referir às finalidades da educação: 
Art. 35-A. A Base Nacional Comum Curricular definirá 
direitos e objetivos de aprendizagem do ensino médio, 
conforme diretrizes do Conselho Nacional de Educação, 
nas seguintes áreas do conhecimento [...]
Art. 36. § 1º A organização das áreas de que trata o caput 
e das respectivas competências e habilidades será feita 
de acordo com critérios estabelecidos em cada sistema 
de ensino (BRASIL, 20178; ênfases adicionadas). 
Trata-se, portanto, de maneiras diferentes e intercambiáveis para 
designar algo comum, ou seja, aquilo que os estudantes devem 
aprender na Educação Básica, o que inclui tanto os saberes quanto 
a capacidade de mobilizá-los e aplicá-los.
8 BRASIL. Lei nº 13.415, de 16 de fevereiro de 2017. Altera as Leis nº 9.394, de 20 de dezembro 
de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, e 11.494, de 20 de junho 
2007, que regulamenta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e 
de Valorização dos Profissionais da Educação, a Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, 
aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, e o Decreto-Lei nº 236, de 28 
de fevereiro de 1967; revoga a Lei nº 11.161, de 5 de agosto de 2005; e institui a Política de 
Fomento à Implementação de Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral. Diário Oficial da 
União, Brasília, 17 de fevereiro de 2017. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_
ato2015-2018/2017/lei/L13415.htm>. Acesso em: 20 nov. 2017.
13
INTRODUÇÃO
Os fundamentos pedagógicos da BNCC
Foco no desenvolvimento de competências
O conceito de competência, adotado pela BNCC, marca a discus-
são pedagógica e social das últimas décadas e pode ser inferido no 
texto da LDB, especialmente quando se estabelecem as finalidades 
gerais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio (Artigos 32 e 35).
Além disso, desde as décadas finais do século XX e ao longo deste 
início do século XXI9, o foco no desenvolvimentode competências 
tem orientado a maioria dos Estados e Municípios brasileiros e dife-
rentes países na construção de seus currículos10. É esse também 
o enfoque adotado nas avaliações internacionais da Organização 
para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que 
coordena o Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa, 
na sigla em inglês)11, e da Organização das Nações Unidas para a 
Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco, na sigla em inglês), que 
instituiu o Laboratório Latino-americano de Avaliação da Qualidade 
da Educação para a América Latina (LLECE, na sigla em espanhol)12. 
Ao adotar esse enfoque, a BNCC indica que as decisões pedagógicas 
devem estar orientadas para o desenvolvimento de competências. 
Por meio da indicação clara do que os alunos devem “saber” (con-
siderando a constituição de conhecimentos, habilidades, atitudes e 
valores) e, sobretudo, do que devem “saber fazer” (considerando a 
mobilização desses conhecimentos, habilidades, atitudes e valores 
para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno 
exercício da cidadania e do mundo do trabalho), a explicitação das 
competências oferece referências para o fortalecimento de ações 
que assegurem as aprendizagens essenciais definidas na BNCC.
9 Segundo a pesquisa elaborada pelo Cenpec, das 16 Unidades da Federação cujos documentos 
curriculares foram analisados, 10 delas explicitam uma visão de ensino por competências, recorrendo 
aos termos “competência” e “habilidade” (ou equivalentes, como “capacidade”, “expectativa de 
aprendizagem” ou “o que os alunos devem aprender”). “O ensino por competências aparece mais 
claramente derivado dos PCN” (p. 75). CENPEC – Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, 
Cultura e Ação Comunitária. Currículos para os anos finais do Ensino Fundamental: concepções, 
modos de implantação e usos. São Paulo: Cenpec, 2015. Disponível em: <http://www.cenpec.org.br/
wp-content/uploads/2015/09/Relatorio_Pesquisa_Curriculos_EF2_Final.pdf>. Acesso em: 23 mar. 
2017.
10 Austrália, Portugal, França, Colúmbia Britânica, Polônia, Estados Unidos da América, Chile, 
Peru, entre outros.
11 OECD. Global Competency for an Inclusive World. Paris: OECD, 2016. Disponível em: 
<http://www.oecd.org/pisa/aboutpisa/Global-competency-for-an-inclusive-world.pdf>. 
Acesso em: 23 mar. 2017.
12 UNESCO. Oficina Regional de Educación de la Unesco para América Latina y el Caribe. 
Laboratorio Latinoamericano de Evaluación de la Calidad de la Educación (LLECE). Disponível 
em: <http://www.unesco.org/new/es/santiago/education/education-assessment-llece>. Acesso 
em: 23 mar. 2017.
14
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
O compromisso com a educação integral
A sociedade contemporânea impõe um olhar inovador e inclusivo a 
questões centrais do processo educativo: o que aprender, para que 
aprender, como ensinar, como promover redes de aprendizagem 
colaborativa e como avaliar o aprendizado. 
No novo cenário mundial, reconhecer-se em seu contexto histórico 
e cultural, comunicar-se, ser criativo, analítico-crítico, participativo, 
aberto ao novo, colaborativo, resiliente, produtivo e responsável 
requer muito mais do que o acúmulo de informações. Requer o 
desenvolvimento de competências para aprender a aprender, saber 
lidar com a informação cada vez mais disponível, atuar com dis-
cernimento e responsabilidade nos contextos das culturas digitais, 
aplicar conhecimentos para resolver problemas, ter autonomia para 
tomar decisões, ser proativo para identificar os dados de uma situa-
ção e buscar soluções, conviver e aprender com as diferenças e as 
diversidades.
Nesse contexto, a BNCC afirma, de maneira explícita, o seu compro-
misso com a educação	integral13. Reconhece, assim, que a Educação 
Básica deve visar à formação e ao desenvolvimento humano global, o 
que implica compreender a complexidade e a não linearidade desse 
desenvolvimento, rompendo com visões reducionistas que privile-
giam ou a dimensão intelectual (cognitiva) ou a dimensão afetiva. 
Significa, ainda, assumir uma visão plural, singular e integral da criança, 
do adolescente, do jovem e do adulto – considerando-os como sujei-
tos de aprendizagem – e promover uma educação voltada ao seu 
acolhimento, reconhecimento e desenvolvimento pleno, nas suas 
singularidades e diversidades. Além disso, a escola, como espaço 
de aprendizagem e de democracia inclusiva, deve se fortalecer na 
prática coercitiva de não discriminação, não preconceito e respeito 
às diferenças e diversidades.
Independentemente da duração da jornada escolar, o conceito de 
educação integral com o qual a BNCC está comprometida se refere 
à construção intencional de processos educativos que promovam 
aprendizagens sintonizadas com as necessidades, as possibilidades 
e os interesses dos estudantes e, também, com os desafios da socie-
dade contemporânea. Isso supõe considerar as diferentes infâncias 
e juventudes, as diversas culturas juvenis e seu potencial de criar 
novas formas de existir.
13 Na história educacional brasileira, as primeiras referências à educação integral remontam 
à década de 1930, incorporadas ao movimento dos Pioneiros da Educação Nova e em outras 
correntes políticas da época, nem sempre com o mesmo entendimento sobre o seu significado.
15
INTRODUÇÃO
Assim, a BNCC propõe a superação da fragmentação radicalmente 
disciplinar do conhecimento, o estímulo à sua aplicação na vida real, 
a importância do contexto para dar sentido ao que se aprende e o 
protagonismo do estudante em sua aprendizagem e na construção 
de seu projeto de vida.
O pacto interfederativo e a 
implementação da BNCC
Base Nacional Comum Curricular: igualdade, diversidade e 
equidade
No Brasil, um país caracterizado pela autonomia dos entes fede-
rados, acentuada diversidade cultural e profundas desigualdades 
sociais, os sistemas e redes de ensino devem construir currículos, e as 
escolas precisam elaborar propostas pedagógicas que considerem 
as necessidades, as possibilidades e os interesses dos estudantes, 
assim como suas identidades linguísticas, étnicas e culturais. 
Nesse processo, a BNCC desempenha papel fundamental, pois expli-
cita as aprendizagens essenciais que todos os estudantes devem 
desenvolver e expressa, portanto, a igualdade educacional sobre 
a qual as singularidades devem ser consideradas e atendidas. Essa 
igualdade deve valer também para as oportunidades de ingresso 
e permanência em uma escola de Educação Básica, sem o que o 
direito de aprender não se concretiza.
O Brasil, ao longo de sua história, naturalizou desigualdades educa-
cionais em relação ao acesso à escola, à permanência dos estudantes 
e ao seu aprendizado. São amplamente conhecidas as enormes desi-
gualdades entre os grupos de estudantes definidos por raça, sexo e 
condição socioeconômica de suas famílias. 
Diante desse quadro, as decisões curriculares e didático-pedagógicas 
das Secretarias de Educação, o planejamento do trabalho anual das 
instituições escolares e as rotinas e os eventos do cotidiano escolar 
devem levar em consideração a necessidade de superação dessas 
desigualdades. Para isso, os sistemas e redes de ensino e as instituições 
escolares devem se planejar com um claro foco na equidade, que pres-
supõe reconhecer que as necessidades dos estudantes são diferentes.
De forma particular, um planejamento com foco na equidade também 
exige um claro compromisso de reverter a situação de exclu-
são histórica que marginaliza grupos – como os povos indígenas 
16
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
originários e as populações das comunidades remanescentes de 
quilombos e demais afrodescendentes – e as pessoas que não 
puderam estudar ou completar sua escolaridade na idade própria. 
Igualmente, requer o compromisso com os alunos com deficiência, 
reconhecendo a necessidade de práticas pedagógicas inclusivas e 
de diferenciação curricular, conforme estabelecido na Lei Brasileira 
de Inclusãoda Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015)14.
Base Nacional Comum Curricular e currículos
A BNCC e os currículos se identificam na comunhão de princípios e 
valores que, como já mencionado, orientam a LDB e as DCN. Dessa 
maneira, reconhecem que a educação tem um compromisso com a 
formação e o desenvolvimento humano global, em suas dimensões 
intelectual, física, afetiva, social, ética, moral e simbólica.
Além disso, BNCC e currículos têm papéis complementares para 
assegurar as aprendizagens essenciais definidas para cada etapa da 
Educação Básica, uma vez que tais aprendizagens só se materiali-
zam mediante o conjunto de decisões que caracterizam o currículo 
em ação. São essas decisões que vão adequar as proposições da 
BNCC à realidade local, considerando a autonomia dos sistemas ou 
das redes de ensino e das instituições escolares, como também o 
contexto e as características dos alunos. Essas decisões, que resul-
tam de um processo de envolvimento e participação das famílias e 
da comunidade, referem-se, entre outras ações, a:
• contextualizar os conteúdos dos componentes curriculares, 
identificando estratégias para apresentá-los, representá-los, 
exemplificá-los, conectá-los e torná-los significativos, com base 
na realidade do lugar e do tempo nos quais as aprendizagens 
estão situadas;
• decidir sobre formas de organização interdisciplinar dos com-
ponentes curriculares e fortalecer a competência pedagógica 
das equipes escolares para adotar estratégias mais dinâmicas, 
interativas e colaborativas em relação à gestão do ensino e da 
aprendizagem; 
14 BRASIL. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa 
com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Diário Oficial da União, Brasília, 7 de 
julho de 2015. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/Lei/ 
L13146.htm>. Acesso em: 23 mar. 2017.
17
INTRODUÇÃO
• selecionar e aplicar metodologias e estratégias didático-peda-
gógicas diversificadas, recorrendo a ritmos diferenciados e a 
conteúdos complementares, se necessário, para trabalhar com 
as necessidades de diferentes grupos de alunos, suas famílias e 
cultura de origem, suas comunidades, seus grupos de socializa-
ção etc.;
• conceber e pôr em prática situações e procedimentos para motivar 
e engajar os alunos nas aprendizagens;
• construir e aplicar procedimentos de avaliação formativa de pro-
cesso ou de resultado que levem em conta os contextos e as 
condições de aprendizagem, tomando tais registros como refe-
rência para melhorar o desempenho da escola, dos professores e 
dos alunos;
• selecionar, produzir, aplicar e avaliar recursos didáticos e tecnoló-
gicos para apoiar o processo de ensinar e aprender;
• criar e disponibilizar materiais de orientação para os professores, 
bem como manter processos permanentes de formação docente 
que possibilitem contínuo aperfeiçoamento dos processos de 
ensino e aprendizagem;
• manter processos contínuos de aprendizagem sobre gestão peda-
gógica e curricular para os demais educadores, no âmbito das 
escolas e sistemas de ensino.
Essas decisões precisam, igualmente, ser consideradas na orga-
nização de currículos e propostas adequados às diferentes 
modalidades de ensino (Educação Especial, Educação de Jovens 
e Adultos, Educação do Campo, Educação Escolar Indígena, 
Educação Escolar Quilombola, Educação a Distância), atenden-
do-se às orientações das Diretrizes Curriculares Nacionais. No 
caso da Educação Escolar Indígena, por exemplo, isso significa 
assegurar competências específicas com base nos princípios da 
coletividade, reciprocidade, integralidade, espiritualidade e alte-
ridade indígena, a serem desenvolvidas a partir de suas culturas 
tradicionais reconhecidas nos currículos dos sistemas de ensino 
e propostas pedagógicas das instituições escolares. Significa 
também, em uma perspectiva intercultural, considerar seus pro-
jetos educativos, suas cosmologias, suas lógicas, seus valores e 
princípios pedagógicos próprios (em consonância com a Constitui-
ção Federal, com as Diretrizes Internacionais da OIT – Convenção 
169 e com documentos da ONU e Unesco sobre os direitos indíge-
nas) e suas referências específicas, tais como: construir currículos 
18
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
interculturais, diferenciados e bilíngues, seus sistemas próprios de 
ensino e aprendizagem, tanto dos conteúdos universais quanto 
dos conhecimentos indígenas, bem como o ensino da língua indí-
gena como primeira língua15.
É também da alçada dos entes federados responsáveis pela imple-
mentação da BNCC o reconhecimento da experiência curricular 
existente em seu âmbito de atuação. Nas duas últimas décadas, 
mais da metade dos Estados e muitos Municípios vêm elaborando 
currículos para seus respectivos sistemas de ensino, inclusive para 
atender às especificidades das diferentes modalidades. Muitas 
escolas públicas e particulares também acumularam experiências 
de desenvolvimento curricular e de criação de materiais de apoio ao 
currículo, assim como instituições de ensino superior construíram 
experiências de consultoria e de apoio técnico ao desenvolvimento 
curricular. Inventariar e avaliar toda essa experiência pode contribuir 
para aprender com acertos e erros e incorporar práticas que propi-
ciaram bons resultados.
15 ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO – OIT. Convenção nº 169. 
Genebra, 7 de junho de 1989. Disponível em: <http://www.ilo.org/brasilia/convencoes/
WCMS_236247/lang--pt/index.htm>. 
BRASIL. Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Básica. Parecer nº 14, 
de 14 de setembro de 1999. Dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação 
Escolar Indígena. Diário Oficial da União, Brasília, 19 de outubro de 1999. Disponível em: <http://
portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/1999/pceb014_99.pdf>. 
BRASIL. Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Básica. Resolução nº 3, 
de 10 de novembro de 1999. Fixa Diretrizes Nacionais para o funcionamento das escolas 
indígenas e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 17 de novembro de 
1999. Seção 1, p. 19. Republicada em 14 de dezembro de 1999, Seção 1, p. 58, por ter saído 
com incorreção do original. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/
rceb03_99.pdf>. 
BRASIL. Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Básica. Parecer nº 13, de 
10 de maio de 2012. Fixa Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Indígena. 
Diário Oficial da União, Brasília, 15 de junho de 2012, Seção 1, p. 18. Disponível em: <http://
portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=10806-pceb013-
12-pdf&Itemid=30192>. 
BRASIL. Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Básica. Resolução nº 5, de 
22 de junho de 2012. Define Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Indígena 
na Educação Básica. Diário Oficial da União, Brasília, 25 de junho de 2012, Seção 1, p. 7. Disponível 
em: <http://portal.mec.gov.br/index.php?option= com_docman&view=download&alias=11074-
rceb005-12-pdf&category_slug=junho-2012-pdf&Itemid=30192>. 
BRASIL. Conselho Nacional de Educação/Conselho Pleno. Parecer nº 6, de 2 de abril de 2014. 
Fixa Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores Indígenas. Diário Oficial 
da União, Brasília, de 31 de dezembro de 2014, Seção 1, p. 85. Disponível em: <http://portal.mec.
gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=15619-pcp006-14&category_
slug=maio-2014-pdf&Itemid=30192>. 
BRASIL. Conselho Nacional de Educação/Conselho Pleno. Resolução nº 1, de 7 de janeiro de 
2015. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores Indígenas 
em cursos de Educação Superior e de Ensino Médio e dá outras providências. Diário Oficial 
da União, Brasília, de 08 de janeiro de 2015, Seção 1, p. 11-12. Disponível em: <http://portal.
mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=16870-res-cne-cp-001-07012015&category_slug=janeiro-2015-pdf&Itemid=30192>. Acessos em: 7 de nov. 2017.
19
INTRODUÇÃO
Por fim, cabe aos sistemas e redes de ensino, assim como às 
escolas, em suas respectivas esferas de autonomia e competência, 
incorporar aos currículos e às propostas pedagógicas a aborda-
gem de temas contemporâneos que afetam a vida humana em 
escala local, regional e global, preferencialmente de forma trans-
versal e integradora. Entre esses temas, destacam-se: direitos da 
criança e do adolescente (Lei nº 8.069/199016), educação para o 
trânsito (Lei nº 9.503/199717), educação ambiental (Lei nº 9.795/1999, 
Parecer CNE/CP nº 14/2012 e Resolução CNE/CP nº 2/201218), edu-
cação alimentar e nutricional (Lei nº 11.947/200919), processo de 
envelhecimento, respeito e valorização do idoso (Lei nº 10.741/200320), 
educação em direitos humanos (Decreto nº 7.037/2009, Parecer 
CNE/CP nº 8/2012 e Resolução CNE/CP nº 1/201221), educação das 
relações étnico-raciais e ensino de história e cultura afro-brasileira, 
africana e indígena (Leis nº 10.639/2003 e 11.645/2008, Parecer 
16 BRASIL. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do 
Adolescente e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 16 de julho de 1990. Disponível 
em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8069.htm>. Acesso em: 23 mar. 2017.
17 BRASIL. Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997. Institui o Código de Trânsito Brasileiro. 
Diário Oficial da União, Brasília, 24 de setembro de 1997. Disponível em: <http://www.planalto. 
gov.br/ccivil_03/leis/L9503.htm>. Acesso em: 23 mar. 2017.
18 BRASIL. Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a 
Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 
28 de abril de 1999. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9795.htm>.
BRASIL. Conselho Nacional de Educação/Conselho Pleno. Parecer nº 14, 6 de junho de 2012. 
Estabelece Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental. Diário Oficial da União, 
Brasília, 15 de junho de 2012, Seção 1, p. 18. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/index.
php?option=com_docman&view=download&alias=10955-pcp014-12&category_slug=maio-
2012-pdf&Itemid=30192>. 
BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação; Conselho Pleno. Resolução 
nº 2, de 15 de junho de 2012. Estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação 
Ambiental. Diário Oficial da União, Brasília, 18 de junho de 2012, Seção 1, p. 70. Disponível em: 
<http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rcp002_12.pdf>. Acessos em: 16 out. 2017.
19 BRASIL. Lei nº 11.947, de 16 de junho de 2009. Dispõe sobre o atendimento da alimentação 
escolar e do Programa Dinheiro Direto na Escola aos alunos da educação básica; altera as Leis 
nº 10.880, de 9 de junho de 2004, 11.273, de 6 de fevereiro de 2006, 11.507, de 20 de julho de 
2007; revoga dispositivos da Medida Provisória nº 2.178-36, de 24 de agosto de 2001, e a Lei 
nº 8.913, de 12 de julho de 1994; e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 17 de 
junho de 2009. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/ 
lei/l11947.htm>. Acesso em: 23 mar. 2017.
20 BRASIL. Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003. Dispõe sobre o estatuto do idoso e dá 
outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 3 de outubro de 2003. Disponível em: 
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/L10.741.htm>. Acesso em: 23 mar. 2017.
21 BRASIL. Decreto nº 7.037, de 21 de dezembro de 2009. Aprova o Programa Nacional de 
Direitos Humanos – PNDH-3 e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 22 de 
dezembro de 2009. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/cciviL_03/_Ato2007-2010/ 
2009/Decreto/D7037.htm>. 
BRASIL. Conselho Nacional de Educação/Conselho Pleno. Parecer nº 8, 6 de março de 2012. 
Estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos. Diário Oficial da 
União, Brasília, 30 de maio de 2012, Seção 1, p.33. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/
index.php?option=com_docman&view=download&alias=10389-pcp008-12-pdf&category_
slug=marco-2012-pdf&Itemid=30192>. 
BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação; Conselho Pleno. Resolução 
nº 1, de 30 de maio de 2012. Estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos 
Humanos. Diário Oficial da União, Brasília, 31 de maio de 2012, Seção 1, p. 48. Disponível em: 
<http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rcp001_12.pdf>. Acessos em: 16 out. 2017.
20
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
CNE/CP nº 3/2004 e Resolução CNE/CP nº 1/200422), bem como saúde, 
vida familiar e social, educação para o consumo, educação financeira e 
fiscal, trabalho, ciência e tecnologia e diversidade cultural (Parecer 
CNE/CEB nº 11/2010 e Resolução CNE/CEB nº 7/201023). Na BNCC, 
essas temáticas são contempladas em habilidades dos componentes 
curriculares, cabendo aos sistemas de ensino e escolas, de acordo 
com suas especificidades, tratá-las de forma contextualizada.
Base Nacional Comum Curricular e regime de colaboração
Legitimada pelo pacto interfederativo, nos termos da Lei nº 13.005/ 
2014, que promulgou o PNE, a BNCC depende do adequado funcio-
namento do regime	de	colaboração para alcançar seus objetivos. 
Sua formulação, sob coordenação do MEC, contou com a partici-
pação dos Estados do Distrito Federal e dos Municípios, depois de 
ampla consulta à comunidade educacional e à sociedade, conforme 
consta da apresentação do presente documento.
Com a homologação da BNCC, as redes de ensino e escolas particu-
lares terão diante de si a tarefa de construir currículos, com base nas 
aprendizagens essenciais estabelecidas na BNCC, passando, assim, 
do plano normativo propositivo para o plano da ação e da gestão 
curricular que envolve todo o conjunto de decisões e ações defini-
doras do currículo e de sua dinâmica.
22 BRASIL. Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro 
de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo 
oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”, e 
dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 10 de janeiro de 2003. Disponível em: 
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/L10.639.htm>. 
BRASIL. Lei nº 11.645, de 10 de março de 2008. Inclui no currículo oficial da rede de ensino 
a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-brasileira e Indígena”. Diário Oficial da 
União, Brasília, 11 de março de 2008. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_
ato2007-2010/2008/lei/l11645.htm>. 
BRASIL. Conselho Nacional de Educação/Conselho Pleno. Parecer nº 3, de 10 de março de 2004. 
Estabelece Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e 
para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Diário Oficial da União, Brasília, 19 
de maio de 2004. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/cnecp_003.pdf>. 
BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação; Conselho Pleno. Resolução 
nº 1, de 17 de junho de 2004. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das 
Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Diário 
Oficial da União, Brasília, 22 de junho de 2004, Seção 1, p. 11. Disponível em: <http://portal.mec.
gov.br/cne/arquivos/pdf/res012004.pdf>. Acessos em: 16 out. 2017.
23 BRASIL. Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Básica. Parecer nº 11, de 7 
de outubro de 2010. Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) 
anos. Diário Oficial da União, Brasília, 9 de dezembro de 2010, seção 1, p. 28. Disponível em: 
<http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=6324-
pceb011-10&category_slug=agosto-2010-pdf&Itemid=30192>. 
BRASIL. Ministério da Educação. ConselhoNacional de Educação; Câmara de Educação Básica. 
Resolução nº 7, de 14 de dezembro de 2010. Fixa Diretrizes Curriculares Nacionais para o 
Ensino Fundamental de 9 (nove) anos. Diário Oficial da União, Brasília, 15 de dezembro de 
2010, Seção 1, p. 34. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rceb007_10.
pdf>. Acessos em: 23 mar. 2017.
21
INTRODUÇÃO
Embora a implementação seja prerrogativa dos sistemas e das 
redes de ensino, a dimensão e a complexidade da tarefa vão exigir 
que União, Estados, Distrito Federal e Municípios somem esforços. 
Nesse regime de colaboração, as responsabilidades dos entes fede-
rados serão diferentes e complementares, e a União continuará a 
exercer seu papel de coordenação do processo e de correção das 
desigualdades.
A primeira tarefa de responsabilidade direta da União será a revisão 
da formação inicial e continuada dos professores para alinhá-las à 
BNCC. A ação nacional será crucial nessa iniciativa, já que se trata 
da esfera que responde pela regulação do ensino superior, nível no 
qual se prepara grande parte desses profissionais. Diante das evi-
dências sobre a relevância dos professores e demais membros da 
equipe escolar para o sucesso dos alunos, essa é uma ação funda-
mental para a implementação eficaz da BNCC.
Compete ainda à União, como anteriormente anunciado, promover 
e coordenar ações e políticas em âmbito federal, estadual e munici-
pal, referentes à avaliação, à elaboração de materiais pedagógicos e 
aos critérios para a oferta de infraestrutura adequada para o pleno 
desenvolvimento da educação.
Por se constituir em uma política nacional, a implementação da 
BNCC requer, ainda, o monitoramento pelo MEC em colaboração 
com os organismos nacionais da área – CNE, Consed e Undime. Em 
um país com a dimensão e a desigualdade do Brasil, a permanência 
e a sustentabilidade de um projeto como a BNCC dependem da 
criação e do fortalecimento de instâncias técnico-pedagógicas nas 
redes de ensino, priorizando aqueles com menores recursos, tanto 
técnicos quanto financeiros. Essa função deverá ser exercida pelo 
MEC, em parceria com o Consed e a Undime, respeitada a autono-
mia dos entes federados.
A atuação do MEC, além do apoio técnico e financeiro, deve incluir 
também o fomento a inovações e a disseminação de casos de 
sucesso; o apoio a experiências curriculares inovadoras; a criação de 
oportunidades de acesso a conhecimentos e experiências de outros 
países; e, ainda, o fomento de estudos e pesquisas sobre currículos 
e temas afins.
23
ESTRUTURA
2. ESTRUTURA 
DA BNCC
Em conformidade com os fundamentos pedagógicos apresentados 
na Introdução deste documento, a BNCC está estruturada de modo 
a explicitar as competências que devem ser desenvolvidas ao longo 
de toda a Educação Básica e em cada etapa da escolaridade, como 
expressão dos direitos de aprendizagem e desenvolvimento de todos 
os estudantes.
Na próxima página, apresenta-se a estrutura geral da BNCC para as 
três etapas da Educação Básica (Educação Infantil, Ensino Fundamen-
tal e Ensino Médio). 
Também se esclarece como as aprendizagens estão organizadas 
em cada uma dessas etapas e se explica a composição dos códigos 
alfanuméricos criados para identificar tais aprendizagens.
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
24
ETAPAS
EDUCAÇÃO	
INFANTIL
Direitos de 
aprendizagem e 
desenvolvimento
Campos de 
experiências
COMPETÊNCIAS	GERAIS	
DA	EDUCAÇÃO	BÁSICA
Bebês 
(0-1a6m)
Crianças 
bem 
pequenas 
(1a7m- 
3a11m) 
Crianças 
pequenas 
(4a-5a11m)
Objetivos de 
aprendizagem e 
desenvolvimento
Competências 
específicas de 
componente
ENSINO	
FUNDAMENTAL
Áreas do 
conhecimento
Componentes 
curriculares
Competências 
específicas 
de área
Anos 
Iniciais
Anos 
Finais
Unidades 
temáticas
Objetos de 
conhecimento Habilidades
EDUCAÇÃO	BÁSICA
Língua 
Portuguesa Matemática
Habilidades
ENSINO	
MÉDIO
Áreas do 
conhecimento
Competências 
específicas 
de área
25
ESTRUTURA
EDUCAÇÃO	
INFANTIL
Direitos de 
aprendizagem e 
desenvolvimento
Campos de 
experiências
COMPETÊNCIAS	GERAIS	
DA	EDUCAÇÃO	BÁSICA
Ao longo da Educação Básica – na Educação Infantil, no Ensino Fundamental e 
no Ensino Médio –, os alunos devem desenvolver as dez competências	gerais	da	
Educação	Básica, que pretendem assegurar, como resultado do seu processo 
de aprendizagem e desenvolvimento, uma formação humana integral que vise à 
construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.
Na primeira etapa da Educação Básica, 
e de acordo com os eixos estruturantes 
da Educação Infantil (interações e 
brincadeira), devem ser assegurados 
seis direitos	de	
aprendizagem	e	
desenvolvimento, 
para que as 
crianças tenham 
condições de 
aprender e se 
desenvolver. 
Considerando os direitos de 
aprendizagem e desenvolvimento, 
a BNCC estabelece cinco campos		
de	experiências, nos quais as crianças 
podem aprender e se desenvolver.
Em cada campo de experiências, são 
definidos objetivos	de	aprendizagem	
e	desenvolvimento organizados em 
três grupos	por	faixa	etária. 
Conviver	
Brincar	
Participar	
Explorar	
Expressar	
Conhecer-se
• O eu, o outro e o nós 
• Corpo, gestos e movimentos 
• Traços, sons, cores e formas 
• Escuta, fala, pensamento e 
imaginação 
• Espaços, tempos, quantidades, 
relações e transformações
Bebês 
(0-1a6m)
Crianças bem 
pequenas
(1a7m-3a11m) 
Crianças 
pequenas
(4a–5a11m)
Objetivos de 
aprendizagem e 
desenvolvimento
EDUCAÇÃO	BÁSICA
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
26
Portanto, na Educação Infantil, o quadro de cada campo de experiên-
cias se organiza em três colunas – relativas aos grupos por faixa etária –, 
nas quais estão detalhados os objetivos de aprendizagem e desen-
volvimento. Em cada linha da coluna, os objetivos definidos para os 
diferentes grupos referem-se a um mesmo aspecto do campo de 
experiências, conforme ilustrado a seguir.
Como é possível observar no exemplo apresentado, cada objetivo 
de aprendizagem e desenvolvimento é identificado por um código 
alfanumérico cuja composição é explicada a seguir:
Segundo esse critério, o código EI02TS01 refere-se ao primeiro objetivo de apren-
dizagem e desenvolvimento proposto no campo de experiências “Traços, sons, cores 
e formas” para as crianças bem pequenas (de 1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses). 
Cumpre destacar que a numeração sequencial dos códigos alfanuméricos não sugere 
ordem ou hierarquia entre os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento.
EI02TS01
O primeiro par de letras indica 
a etapa de Educação Infantil.
O último par de números 
indica a posição da habilidade 
na numeração sequencial do 
campo de experiências para 
cada grupo/faixa etária.
O primeiro par de números 
indica o grupo por faixa etária:
01 = Bebês (zero a 1 ano e 6 meses)
02 = Crianças bem pequenas 
(1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses)
03 = Crianças pequenas 
(4 anos a 5 anos e 11 meses)
O segundo par de letras indica o campo de experiências: 
EO = O eu, o outro e o nós
CG = Corpo, gestos e movimentos
TS = Traços, sons, cores e formas
EF = Escuta, fala, pensamento e imaginação
ET = Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações 
CAMPO DE EXPERIÊNCIAS “TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS”
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
Bebês (zero a 1 ano e 6 meses)
Crianças bem pequenas (1 ano e 
7 meses a 3 anos e 11 meses)
Crianças pequenas (4 anos a 
5 anos e 11 meses)
(EI01TS01)	
Explorar sons produzidos com o 
próprio corpo e com objetos do 
ambiente.
(EI02TS01)	
Criar sons com materiais, objetos 
e instrumentos musicais, para 
acompanhar diversos ritmos de 
música.
(EI03TS01)	
Utilizar sons produzidos por 
materiais, objetos e instrumentos 
musicais durante brincadeiras de 
faz de conta, encenações, criações 
musicais, festas.
27
ESTRUTURA
Na BNCC, o Ensino Fundamental 
está organizado em cinco 
áreas	do	conhecimento. 
Essas áreas, como bem aponta 
o Parecer CNE/CEB nº 11/201024, 
“favorecem acomunicação entre 
os conhecimentos e saberes 
dos diferentes componentes	
curriculares” (BRASIL, 2010). 
Elas se intersectam na formação 
dos alunos, embora se 
preservem as especificidades e 
os saberes próprios construídos 
e sistematizados nos diversos 
componentes.
Nos textos de apresentação, cada 
área do conhecimento explicita 
seu papel na formação integral dos 
alunos do Ensino Fundamental e 
destaca particularidades para o 
Ensino Fundamental – Anos Iniciais 
e o Ensino Fundamental – Anos 
Finais, considerando tanto as 
características do alunado quanto 
as especificidades e demandas 
pedagógicas dessas fases da 
escolarização. 
24 BRASIL. Conselho Nacional de Educação; Câmara de Educação Básica. Parecer nº 11, de 7 de julho de 2010. Diretrizes 
Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos. Diário Oficial da União, Brasília, 9 de dezembro de 2010, 
Seção 1, p. 28. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=6324-
pceb011-10&category_slug=agosto-2010-pdf&Itemid=30192>. Acesso em: 23 mar. 2017.
ENSINO	FUNDAMENTAL
Áreas do conhecimento
Linguagens
Matemática Matemática
Ciências da 
Natureza
Ciências 
Humanas
Componentes 
curriculares
Língua Portuguesa
Ciências
Ensino 
Religioso
Ensino 
Religioso
Geografia
Arte
Educação Física
Anos	Iniciais 
(1º ao 5º ano)
Anos	Finais 
(6º ao 9º ano)
COMPETÊNCIAS	GERAIS		
DA	EDUCAÇÃO	BÁSICA
EDUCAÇÃO	BÁSICA
História
Língua 
Inglesa
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
28
Cada área do conhecimento estabelece 
competências	específicas	de	área, cujo 
desenvolvimento deve ser promovido ao 
longo dos nove anos. Essas competências 
explicitam como as dez competências 
gerais se expressam nessas áreas. 
ENSINO	
FUNDAMENTAL
Competências 
específicas de 
componente
Áreas do conhecimento
Componentes 
curriculares
Competências 
específicas de área
Unidades	
temáticas
Objetos	de	
conhecimento Habilidades
Nas áreas que abrigam mais de um 
componente curricular (Linguagens e 
Ciências Humanas), também são definidas 
competências	específicas	do	componente 
(Língua Portuguesa, Arte, Educação Física, 
Língua Inglesa, Geografia e História) a ser 
desenvolvidas pelos alunos ao longo dessa 
etapa de escolarização. 
 
As competências específicas possibilitam 
a articulação	horizontal entre as áreas, 
perpassando todos os componentes 
curriculares, e também a articulação		
vertical, ou seja, a progressão entre o 
Ensino	Fundamental	–	Anos	Iniciais e 
o Ensino	Fundamental	–	Anos	Finais e a 
continuidade das experiências dos alunos, 
considerando suas especificidades.
Para garantir o desenvolvimento das competências específicas, cada componente curricular 
apresenta um conjunto de habilidades. Essas habilidades estão relacionadas a diferentes 
objetos	de	conhecimento – aqui entendidos como conteúdos, conceitos e processos –, que, 
por sua vez, são organizados em unidades	temáticas. 
COMPETÊNCIAS	GERAIS		
DA	EDUCAÇÃO	BÁSICA
EDUCAÇÃO	BÁSICA
Anos 
Iniciais
Anos 
Finais
29
ESTRUTURA
Respeitando as muitas possibilidades de organização do conhe-
cimento escolar, as unidades temáticas definem um arranjo dos 
objetos de conhecimento ao longo do Ensino Fundamental ade-
quado às especificidades dos diferentes componentes curriculares. 
Cada unidade temática contempla uma gama maior ou menor de 
objetos de conhecimento, assim como cada objeto de conheci-
mento se relaciona a um número variável de habilidades, conforme 
ilustrado a seguir.
As habilidades expressam as aprendizagens essenciais que devem 
ser asseguradas aos alunos nos diferentes contextos escolares. Para 
tanto, elas são descritas de acordo com uma determinada estrutura, 
conforme ilustrado no exemplo a seguir, de História (EF06HI14).
CIÊNCIAS – 1º ANO
UNIDADES 
TEMÁTICAS 
OBJETOS DE 
CONHECIMENTO 
HABILIDADES 
Vida	e	evolução Corpo humano
Respeito à 
diversidade
(EF01CI02) Localizar, nomear e representar 
graficamente (por meio de desenhos) partes 
do corpo humano e explicar suas funções.
(EF01CI03) Discutir as razões pelas quais os 
hábitos de higiene do corpo (lavar as mãos 
antes de comer, escovar os dentes, limpar os 
olhos, o nariz e as orelhas etc.) são necessários 
para a manutenção da saúde.
(EF01CI04) Comparar características físicas 
entre os colegas, reconhecendo a diversidade e 
a importância da valorização, do acolhimento e 
do respeito às diferenças.
Diferenciar escravidão, servidão e trabalho livre no mundo antigo.
Verbo(s) que 
explicita(m) 
o(s) processo(s) 
cognitivo(s) 
envolvido(s) 
na habilidade.
Complemento do(s) 
verbo(s), que 
explicita o(s) objeto(s) 
de conhecimento 
mobilizado(s) 
na habilidade.
Modificadores do(s) 
verbo(s) ou do 
complemento do(s) 
verbo(s), que explicitam 
o contexto e/ou uma 
maior especificação da 
aprendizagem esperada.
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
30
Os modificadores devem ser entendidos como a explicitação da 
situação ou condição em que a habilidade deve ser desenvolvida, 
considerando a faixa etária dos alunos. Ainda assim, as habilidades 
não descrevem ações ou condutas esperadas do professor, nem 
induzem à opção por abordagens ou metodologias. Essas escolhas 
estão no âmbito dos currículos e dos projetos pedagógicos, que, como 
já mencionado, devem ser adequados à realidade de cada sistema ou 
rede de ensino e a cada instituição escolar, considerando o contexto 
e as características dos seus alunos.
Nos quadros que apresentam as unidades temáticas, os objetos de 
conhecimento e as habilidades definidas para cada ano (ou bloco de 
anos), cada habilidade é identificada por um código alfanumérico 
cuja composição é a seguinte:
EF67EF01
O primeiro par de letras indica 
a etapa de Ensino Fundamental.
O último par de números 
indica a posição da habilidade 
na numeração sequencial do 
ano ou do bloco de anos.
O primeiro par de números 
indica o ano (01 a 09) a que 
se refere a habilidade, ou, no caso 
de Língua Portuguesa, Arte e 
Educação Física, o bloco de anos, 
como segue:
 
Língua Portuguesa/Arte
15 = 1º ao 5º ano
69 = 6º ao 9º ano
 
Língua Portuguesa/Educação Física
12 = 1º e 2º anos
35 = 3º ao 5º ano
67 = 6º e 7º anos
89 = 8º e 9º anos
O segundo par de letras indica 
o componente curricular: 
AR = Arte
CI = Ciências
EF = Educação Física
ER = Ensino Religioso
GE = Geografia
HI = História
LI = Língua Inglesa
LP = Língua Portuguesa
MA = Matemática
Segundo esse critério, o código EF67EF01, por exemplo, refere-se à 
primeira habilidade proposta em Educação Física no bloco relativo 
ao 6º e 7º anos, enquanto o código EF04MA10 indica a décima 
habilidade do 4º ano de Matemática.
31
ESTRUTURA
Vale destacar que o uso de numeração sequencial para identificar 
as habilidades de cada ano ou bloco de anos não representa uma 
ordem ou hierarquia esperada das aprendizagens. A progressão 
das aprendizagens, que se explicita na comparação entre os quadros 
relativos a cada ano (ou bloco de anos), pode tanto estar relacionada 
aos processos cognitivos em jogo – sendo expressa por verbos que 
indicam processos cada vez mais ativos ou exigentes – quanto aos 
objetos de conhecimento – que podem apresentar crescente sofis-
ticação ou complexidade –, ou, ainda, aos modificadores – que, por 
exemplo, podem fazer referência a contextos mais familiares aos 
alunos e, aos poucos, expandir-se para contextos mais amplos.
Também é preciso enfatizar que os critérios	de	organização	das	
habilidades do Ensino Fundamental na BNCC (com a explicitação 
dos objetos de conhecimento aos quais se relacionam e do agrupa-
mento desses objetos em unidades temáticas) expressam um arranjo 
possível (dentre outros). Portanto, os agrupamentos propostos não 
devem ser tomados como modelo obrigatório para o desenho dos 
currículos. Essa forma de apresentação adotada na BNCC tem por 
objetivo assegurar a clareza, a precisão e a explicitação do que 
se espera que todos os alunos aprendam no Ensino Fundamental, 
fornecendoorientações para a elaboração de currículos em todo o 
País, adequados aos diferentes contextos.
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
32
Na BNCC, o Ensino Médio está 
organizado em quatro	áreas	
do	conhecimento, conforme 
determina a LDB.
A organização por áreas, como 
bem aponta o Parecer CNE/CP 
nº 11/200925, “não exclui 
necessariamente as disciplinas, 
com suas especificidades e 
saberes próprios historicamente 
construídos, mas, sim, implica 
o fortalecimento	das	relações 
entre elas e a sua contextualização		
para	apreensão	e	intervenção		
na	realidade, requerendo trabalho 
conjugado e cooperativo dos 
seus professores no planejamento 
e na execução dos planos de 
ensino” (BRASIL, 2009; ênfases 
adicionadas).
Em função das determinações 
da Lei nº 13.415/2017, são 
detalhadas as habilidades de 
Língua Portuguesa e Matemática, 
considerando que esses 
componentes curriculares devem 
ser oferecidos nos três anos 
do Ensino Médio. Ainda assim, 
para garantir aos sistemas de 
ensino e às escolas a construção 
de currículos e propostas 
pedagógicas flexíveis e adequados 
à sua realidade, essas habilidades 
são apresentadas sem indicação 
de seriação.
ENSINO	MÉDIO
Áreas do conhecimento
Linguagens e 
suas Tecnologias
Matemática e 
suas Tecnologias
Matemática
Ciências da 
Natureza e 
suas Tecnologias
Ciências Humanas 
e Sociais Aplicadas
Componentes 
curriculares
(1ª à 3ª série)
Língua 
Portuguesa
25 BRASIL. Conselho Nacional de Educação; Conselho Pleno. Parecer nº 11, de 30 de junho de 2009. Proposta de 
experiência curricular inovadora do Ensino Médio. Diário Oficial da União, Brasília, 25 de agosto de 2009, Seção 1, p. 11. 
Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=1685-pcp011-09-
pdf&category_slug=documentos-pdf&Itemid=30192>. Acesso em: 27 fev. 2018.
COMPETÊNCIAS	GERAIS		
DA	EDUCAÇÃO	BÁSICA
EDUCAÇÃO	BÁSICA
33
ESTRUTURA
Matemática
Língua 
Portuguesa
Cada área do conhecimento estabelece 
competências	específicas	de	área, cujo 
desenvolvimento deve ser promovido ao 
longo dessa etapa, tanto no âmbito da 
BNCC como dos itinerários formativos 
das diferentes áreas. Essas competências 
explicitam como as competências gerais 
da Educação Básica se expressam 
nas áreas. Elas estão articuladas às 
competências específicas de área 
para o Ensino Fundamental, com as 
adequações necessárias ao atendimento 
das especificidades de formação dos 
estudantes do Ensino Médio.
ENSINO		MÉDIO
Áreas do conhecimento
Competências 
específicas de área
Habilidades
Para assegurar o desenvolvimento das competências específicas de área, a cada uma 
delas é relacionado um conjunto de habilidades, que representa as aprendizagens 
essenciais a ser garantidas no âmbito da BNCC a todos os estudantes do Ensino Médio. 
Elas são descritas de acordo com a mesma estrutura adotada no Ensino Fundamental.
As áreas de Ciências da Natureza e suas Tecnologias (Biologia, Física e Química), 
Ciências Humanas e Sociais Aplicadas (História, Geografia, Sociologia e Filosofia) e 
Matemática e suas Tecnologias (Matemática) seguem uma mesma estrutura: definição 
de competências específicas de área e habilidades que lhes correspondem. Na área 
de Linguagens e suas Tecnologias (Arte, Educação Física, Língua Inglesa e Língua 
Portuguesa), além da apresentação das competências específicas e suas habilidades, 
são definidas habilidades para Língua Portuguesa.
COMPETÊNCIAS	GERAIS		
DA	EDUCAÇÃO	BÁSICA
EDUCAÇÃO	BÁSICA
Nos textos de apresentação, cada área 
do conhecimento explicita seu papel na 
formação integral dos estudantes do 
Ensino Médio e destaca particularidades 
no que concerne ao tratamento de seus 
objetos de conhecimento, considerando 
as características do alunado, as 
aprendizagens promovidas no Ensino 
Fundamental e as especificidades e 
demandas dessa etapa da escolarização.
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
34
Cada habilidade é identificada por um código alfanumérico cuja 
composição é a seguinte:
E M 1 3 L G G 1 0 3
O primeiro par de letras indica 
a etapa de Ensino Médio.
Os números finais indicam 
a competência específica 
à qual se relaciona a 
habilidade (1º número) e a 
sua numeração no conjunto 
de habilidades relativas a 
cada competência (dois 
últimos números).
Vale destacar que o uso de 
numeração sequencial para 
identificar as habilidades 
não representa uma ordem 
ou hierarquia esperada 
das aprendizagens. Cabe 
aos sistemas e escolas 
definir a progressão das 
aprendizagens, em função 
de seus contextos locais.
O primeiro par de números (13) 
indica que as habilidades descritas 
podem ser desenvolvidas em 
qualquer série do Ensino Médio, 
conforme definição dos currículos.
A segunda sequência de 
letras indica a área (três 
letras) ou o componente 
curricular (duas letras): 
LGG = Linguagens e suas 
Tecnologias
LP = Língua Portuguesa
MAT = Matemática e suas 
Tecnologias
CNT = Ciências da 
Natureza e suas 
Tecnologias
CHS = Ciências Humanas 
e Sociais Aplicadas
Segundo esse critério, o código EM13LGG103, por exemplo, refere-se à 
terceira habilidade proposta na área de Linguagens e suas Tecnologias 
relacionada à competência específica 1, que pode ser desenvolvida em 
qualquer série do Ensino Médio, conforme definições curriculares.
Também é preciso enfatizar que a	 organização	 das	 habilidades 
do Ensino Médio na BNCC (com a explicitação da vinculação entre 
competências específicas de área e habilidades) tem como objetivo 
definir claramente às aprendizagens essenciais a ser garantidas aos 
estudantes nessa etapa. 
35
EDUCAÇÃO INFANTIL
A Educação Infantil na Base Nacional 
Comum Curricular 
A expressão educação “pré-escolar”, utilizada no Brasil até a década 
de 1980, expressava o entendimento de que a Educação Infantil era 
uma etapa anterior, independente e preparatória para a escolariza-
ção, que só teria seu começo no Ensino Fundamental. Situava-se, 
portanto, fora da educação formal. 
Com a Constituição Federal de 1988, o atendimento em creche e 
pré-escola às crianças de zero a 6 anos de idade torna-se dever do 
Estado. Posteriormente, com a promulgação da LDB, em 1996, a 
Educação Infantil passa a ser parte integrante da Educação Básica, 
situando-se no mesmo patamar que o Ensino Fundamental e o 
Ensino Médio. E a partir da modificação introduzida na LDB em 
2006, que antecipou o acesso ao Ensino Fundamental para os 
6 anos de idade, a Educação Infantil passa a atender a faixa etária 
de zero a 5 anos. 
3. A ETAPA DA 
EDUCAÇÃO 
INFANTIL
36
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
Entretanto, embora reconhecida como direito de todas as crianças 
e dever do Estado, a Educação Infantil passa a ser obrigatória para 
as crianças de 4 e 5 anos apenas com a Emenda Constitucional 
nº 59/200926, que determina a obrigatoriedade da Educação Básica 
dos 4 aos 17 anos. Essa extensão da obrigatoriedade é incluída 
na LDB em 2013, consagrando plenamente a obrigatoriedade de 
matrícula de todas as crianças de 4 e 5 anos em instituições de 
Educação Infantil. 
Com a inclusão da Educação Infantil na BNCC, mais um importante 
passo é dado nesse processo histórico de sua integração ao conjunto 
da Educação Básica. 
A Educação Infantil no contexto da 
Educação Básica
Como primeira etapa da Educação Básica, a Educação Infantil é o 
início e o fundamento do processo educacional. A entrada na creche ou 
na pré-escola significa, na maioria das vezes, a primeira separação das 
crianças dos seus vínculos afetivos familiares para se incorporarem a 
uma situação de socialização estruturada. 
Nas últimas décadas, vem se consolidando, na Educação Infantil, 
a concepção que vincula educar e cuidar, entendendo o cuidado 
como algo indissociável do processo educativo. Nesse contexto, as 
creches e pré-escolas, ao acolher as vivências e os conhecimentos 
construídos pelas crianças no ambiente da família e no contexto de 
sua comunidade, e articulá-los em suas propostas pedagógicas, têm 
o objetivode ampliar o universo de experiências, conhecimentos e 
habilidades dessas crianças, diversificando e consolidando novas 
aprendizagens, atuando de maneira complementar à educação fami-
liar – especialmente quando se trata da educação dos bebês e das 
crianças bem pequenas, que envolve aprendizagens muito próximas 
aos dois contextos (familiar e escolar), como a socialização, a auto-
nomia e a comunicação. 
Nessa direção, e para potencializar as aprendizagens e o desenvol-
vimento das crianças, a prática do diálogo e o compartilhamento de 
responsabilidades entre a instituição de Educação Infantil e a família 
26 BRASIL. Emenda constitucional nº 59, de 11 de novembro de 2009. Diário Oficial da União, 
Brasília, 12 de novembro de 2009, Seção 1, p. 8. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/
ccivil_03/constituicao/emendas/emc/emc59.htm>. Acesso em: 23 mar. 2017.
37
EDUCAÇÃO INFANTIL
são essenciais. Além disso, a instituição precisa conhecer e trabalhar 
com as culturas plurais, dialogando com a riqueza/diversidade cul-
tural das famílias e da comunidade.
As Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Infantil (DCNEI, 
Resolução CNE/CEB nº 5/2009)27, em seu Artigo 4º, definem a 
criança como 
sujeito histórico e de direitos, que, nas interações, 
relações e práticas cotidianas que vivencia, constrói 
sua identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, 
fantasia, deseja, aprende, observa, experimenta, 
narra, questiona e constrói sentidos sobre a natureza 
e a sociedade, produzindo cultura (BRASIL, 2009). 
Ainda de acordo com as DCNEI, em seu Artigo 9º, os eixos	estrutu-
rantes	das	práticas	pedagógicas	dessa etapa da Educação Básica 
são as interações e a brincadeira, experiências nas quais as crianças 
podem construir e apropriar-se de conhecimentos por meio de suas 
ações e interações com seus pares e com os adultos, o que possibilita 
aprendizagens, desenvolvimento e socialização.
A interação durante o brincar caracteriza o cotidiano da infân-
cia, trazendo consigo muitas aprendizagens e potenciais para o 
desenvolvimento integral das crianças. Ao observar as interações 
e a brincadeira entre as crianças e delas com os adultos, é possível 
identificar, por exemplo, a expressão dos afetos, a mediação das 
frustrações, a resolução de conflitos e a regulação das emoções.
Tendo em vista os eixos estruturantes das práticas pedagógicas e 
as competências gerais da Educação Básica propostas pela BNCC, 
seis direitos de	aprendizagem	e	desenvolvimento asseguram, na 
Educação Infantil, as condições para que as crianças aprendam 
em situações nas quais possam desempenhar um papel ativo em 
ambientes que as convidem a vivenciar desafios e a sentirem-se 
provocadas a resolvê-los, nas quais possam construir significados 
sobre si, os outros e o mundo social e natural.
27 BRASIL. Conselho Nacional de Educação; Câmara de Educação Básica. Resolução nº 5, de 
17 de dezembro de 2009. Fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. 
Diário Oficial da União, Brasília, 18 de dezembro de 2009, Seção 1, p. 18. Disponível em: <http://
portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=2298-rceb005-
09&category_slug=dezembro-2009-pdf&Itemid=30192>. Acesso em: 23 mar. 2017.
38
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
Essa concepção de criança como ser que observa, questiona, levanta 
hipóteses, conclui, faz julgamentos e assimila valores e que constrói 
conhecimentos e se apropria do conhecimento sistematizado por meio 
da ação e nas interações com o mundo físico e social não deve resultar 
no confinamento dessas aprendizagens a um processo de desenvol-
vimento natural ou espontâneo. Ao contrário, impõe a necessidade 
de imprimir intencionalidade	educativa às práticas pedagógicas na 
Educação Infantil, tanto na creche quanto na pré-escola. 
DIREITOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO NA 
EDUCAÇÃO INFANTIL
• Conviver com outras crianças e adultos, em pequenos e grandes grupos, 
utilizando diferentes linguagens, ampliando o conhecimento de si e do 
outro, o respeito em relação à cultura e às diferenças entre as pessoas.
• Brincar cotidianamente de diversas formas, em diferentes espaços 
e tempos, com diferentes parceiros (crianças e adultos), ampliando e 
diversificando seu acesso a produções culturais, seus conhecimentos, sua 
imaginação, sua criatividade, suas experiências emocionais, corporais, 
sensoriais, expressivas, cognitivas, sociais e relacionais. 
• Participar ativamente, com adultos e outras crianças, tanto do planeja-
mento da gestão da escola e das atividades propostas pelo educador 
quanto da realização das atividades da vida cotidiana, tais como a escolha 
das brincadeiras, dos materiais e dos ambientes, desenvolvendo diferen-
tes linguagens e elaborando conhecimentos, decidindo e se posicionando.
• Explorar movimentos, gestos, sons, formas, texturas, cores, palavras, 
emoções, transformações, relacionamentos, histórias, objetos, elementos 
da natureza, na escola e fora dela, ampliando seus saberes sobre a cultura, 
em suas diversas modalidades: as artes, a escrita, a ciência e a tecnologia.
• Expressar, como sujeito dialógico, criativo e sensível, suas necessidades, 
emoções, sentimentos, dúvidas, hipóteses, descobertas, opiniões, ques-
tionamentos, por meio de diferentes linguagens.
• Conhecer-se e construir sua identidade pessoal, social e cultural, cons-
tituindo uma imagem positiva de si e de seus grupos de pertencimento, nas 
diversas experiências de cuidados, interações, brincadeiras e linguagens 
vivenciadas na instituição escolar e em seu contexto familiar e comunitário.
39
EDUCAÇÃO INFANTIL
Essa intencionalidade consiste na organização e proposição, pelo 
educador, de experiências que permitam às crianças conhecer a si e 
ao outro e de conhecer e compreender as relações com a natureza, 
com a cultura e com a produção científica, que se traduzem nas prá-
ticas de cuidados pessoais (alimentar-se, vestir-se, higienizar-se), 
nas brincadeiras, nas experimentações com materiais variados, na 
aproximação com a literatura e no encontro com as pessoas. 
Parte do trabalho do educador é refletir, selecionar, organizar, planejar, 
mediar e monitorar o conjunto das práticas e interações, garantindo 
a pluralidade de situações que promovam o desenvolvimento pleno 
das crianças. 
Ainda, é preciso acompanhar tanto essas práticas quanto as apren-
dizagens das crianças, realizando a observação da trajetória de 
cada criança e de todo o grupo – suas conquistas, avanços, possibi-
lidades e aprendizagens. Por meio de diversos registros, feitos em 
diferentes momentos tanto pelos professores quanto pelas crianças 
(como relatórios, portfólios, fotografias, desenhos e textos), é possí-
vel evidenciar a progressão ocorrida durante o período observado, 
sem intenção de seleção, promoção ou classificação de crianças 
em “aptas” e “não aptas”, “prontas” ou “não prontas”, “maduras” ou 
“imaturas”. Trata-se de reunir elementos para reorganizar tempos, 
espaços e situações que garantam os direitos de aprendizagem de 
todas as crianças. 
40
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
3.1. OS CAMPOS DE 
EXPERIÊNCIAS
Considerando que, na Educação Infantil, as aprendizagens e o 
desenvolvimento das crianças têm como eixos estruturantes as 
interações e a brincadeira, assegurando-lhes os direitos de conviver, 
brincar, participar, explorar, expressar-se e conhecer-se, a organi-
zação curricular da Educação Infantil na BNCC está estruturada em 
cinco campos	de	experiências, no âmbito dos quais são definidos 
os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento. Os campos de 
experiências constituem um arranjo curricular que acolhe as situa-
ções e as experiências concretas da vida cotidiana das crianças e 
seus saberes, entrelaçando-os aos conhecimentos que fazem parte 
do patrimônio cultural.
A definição e a denominação dos campos de experiências também se 
baseiam no que dispõem as DCNEI em relação aossaberes e conhe-
cimentos fundamentais a ser propiciados às crianças e associados 
às suas experiências. Considerando esses saberes e conhecimentos, 
os campos de experiências em que se organiza a BNCC são: 
O eu, o outro e o nós – É na interação com os pares e com adultos 
que as crianças vão constituindo um modo próprio de agir, sentir 
e pensar e vão descobrindo que existem outros modos de vida, 
pessoas diferentes, com outros pontos de vista. Conforme vivem 
suas primeiras experiências sociais (na família, na instituição escolar, 
na coletividade), constroem percepções e questionamentos sobre 
si e sobre os outros, diferenciando-se e, simultaneamente, identi-
ficando-se como seres individuais e sociais. Ao mesmo tempo que 
participam de relações sociais e de cuidados pessoais, as crianças 
constroem sua autonomia e senso de autocuidado, de reciproci-
dade e de interdependência com o meio. Por sua vez, na Educação 
Infantil, é preciso criar oportunidades para que as crianças entrem 
em contato com outros grupos sociais e culturais, outros modos de 
vida, diferentes atitudes, técnicas e rituais de cuidados pessoais e 
do grupo, costumes, celebrações e narrativas. Nessas experiências, 
elas podem ampliar o modo de perceber a si mesmas e ao outro, 
valorizar sua identidade, respeitar os outros e reconhecer as dife-
renças que nos constituem como seres humanos. 
Corpo, gestos e movimentos – Com o corpo (por meio dos senti-
dos, gestos, movimentos impulsivos ou intencionais, coordenados ou 
espontâneos), as crianças, desde cedo, exploram o mundo, o espaço 
41
EDUCAÇÃO INFANTIL
e os objetos do seu entorno, estabelecem relações, expressam-
-se, brincam e produzem conhecimentos sobre si, sobre o outro, 
sobre o universo social e cultural, tornando-se, progressivamente, 
conscientes dessa corporeidade. Por meio das diferentes lingua-
gens, como a música, a dança, o teatro, as brincadeiras de faz 
de conta, elas se comunicam e se expressam no entrelaçamento 
entre corpo, emoção e linguagem. As crianças conhecem e reco-
nhecem as sensações e funções de seu corpo e, com seus gestos 
e movimentos, identificam suas potencialidades e seus limites, 
desenvolvendo, ao mesmo tempo, a consciência sobre o que é 
seguro e o que pode ser um risco à sua integridade física. Na Edu-
cação Infantil, o corpo das crianças ganha centralidade, pois ele 
é o partícipe privilegiado das práticas pedagógicas de cuidado 
físico, orientadas para a emancipação e a liberdade, e não para a 
submissão. Assim, a instituição escolar precisa promover oportu-
nidades ricas para que as crianças possam, sempre animadas pelo 
espírito lúdico e na interação com seus pares, explorar e viven-
ciar um amplo repertório de movimentos, gestos, olhares, sons e 
mímicas com o corpo, para descobrir variados modos de ocupa-
ção e uso do espaço com o corpo (tais como sentar com apoio, 
rastejar, engatinhar, escorregar, caminhar apoiando-se em berços, 
mesas e cordas, saltar, escalar, equilibrar-se, correr, dar cambalho-
tas, alongar-se etc.).
Traços, sons, cores e formas – Conviver com diferentes mani-
festações artísticas, culturais e científicas, locais e universais, no 
cotidiano da instituição escolar, possibilita às crianças, por meio de 
experiências diversificadas, vivenciar diversas formas de expressão 
e linguagens, como as artes visuais (pintura, modelagem, colagem, 
fotografia etc.), a música, o teatro, a dança e o audiovisual, entre 
outras. Com base nessas experiências, elas se expressam por várias 
linguagens, criando suas próprias produções artísticas ou cultu-
rais, exercitando a autoria (coletiva e individual) com sons, traços, 
gestos, danças, mímicas, encenações, canções, desenhos, modela-
gens, manipulação de diversos materiais e de recursos tecnológicos. 
Essas experiências contribuem para que, desde muito pequenas, 
as crianças desenvolvam senso estético e crítico, o conhecimento 
de si mesmas, dos outros e da realidade que as cerca. Portanto, 
a Educação Infantil precisa promover a participação das crianças 
em tempos e espaços para a produção, manifestação e apreciação 
artística, de modo a favorecer o desenvolvimento da sensibilidade, 
da criatividade e da expressão pessoal das crianças, permitindo 
que se apropriem e reconfigurem, permanentemente, a cultura e 
potencializem suas singularidades, ao ampliar repertórios e inter-
pretar suas experiências e vivências artísticas.
42
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
Escuta, fala, pensamento e imaginação – Desde o nascimento, as 
crianças participam de situações comunicativas cotidianas com as 
pessoas com as quais interagem. As primeiras formas de interação 
do bebê são os movimentos do seu corpo, o olhar, a postura corpo-
ral, o sorriso, o choro e outros recursos vocais, que ganham sentido 
com a interpretação do outro. Progressivamente, as crianças vão 
ampliando e enriquecendo seu vocabulário e demais recursos de 
expressão e de compreensão, apropriando-se da língua materna – 
que se torna, pouco a pouco, seu veículo privilegiado de interação. 
Na Educação Infantil, é importante promover experiências nas quais 
as crianças possam falar e ouvir, potencializando sua participação 
na cultura oral, pois é na escuta de histórias, na participação em con-
versas, nas descrições, nas narrativas elaboradas individualmente 
ou em grupo e nas implicações com as múltiplas linguagens que a 
criança se constitui ativamente como sujeito singular e pertencente 
a um grupo social. 
Desde cedo, a criança manifesta curiosidade com relação à cultura 
escrita: ao ouvir e acompanhar a leitura de textos, ao observar 
os muitos textos que circulam no contexto familiar, comunitário e 
escolar, ela vai construindo sua concepção de língua escrita, reco-
nhecendo diferentes usos sociais da escrita, dos gêneros, suportes e 
portadores. Na Educação Infantil, a imersão na cultura escrita deve 
partir do que as crianças conhecem e das curiosidades que deixam 
transparecer. As experiências com a literatura infantil, propostas 
pelo educador, mediador entre os textos e as crianças, contribuem 
para o desenvolvimento do gosto pela leitura, do estímulo à imagi-
nação e da ampliação do conhecimento de mundo. Além disso, o 
contato com histórias, contos, fábulas, poemas, cordéis etc. propicia 
a familiaridade com livros, com diferentes gêneros literários, a dife-
renciação entre ilustrações e escrita, a aprendizagem da direção da 
escrita e as formas corretas de manipulação de livros. Nesse conví-
vio com textos escritos, as crianças vão construindo hipóteses sobre 
a escrita que se revelam, inicialmente, em rabiscos e garatujas e, à 
medida que vão conhecendo letras, em escritas espontâneas, não 
convencionais, mas já indicativas da compreensão da escrita como 
sistema de representação da língua. 
Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações – 
As crianças vivem inseridas em espaços e tempos de diferentes 
dimensões, em um mundo constituído de fenômenos naturais e 
socioculturais. Desde muito pequenas, elas procuram se situar em 
diversos espaços (rua, bairro, cidade etc.) e tempos (dia e noite; 
hoje, ontem e amanhã etc.). Demonstram também curiosidade sobre 
o mundo físico (seu próprio corpo, os fenômenos atmosféricos, os 
animais, as plantas, as transformações da natureza, os diferentes 
43
EDUCAÇÃO INFANTIL
tipos de materiais e as possibilidades de sua manipulação etc.) e 
o mundo sociocultural (as relações de parentesco e sociais entre 
as pessoas que conhece; como vivem e em que trabalham essas 
pessoas; quais suas tradições e seus costumes; a diversidade entre 
elas etc.). Além disso, nessas experiências e em muitas outras, as 
crianças também se deparam, frequentemente, com conhecimentos 
matemáticos (contagem, ordenação, relações entre quantidades, 
dimensões, medidas, comparação de pesos e de comprimentos, 
avaliação de distâncias, reconhecimento de formas geométricas,conhecimento e reconhecimento de numerais cardinais e ordinais 
etc.) que igualmente aguçam a curiosidade. Portanto, a Educa-
ção Infantil precisa promover experiências nas quais as crianças 
possam fazer observações, manipular objetos, investigar e explorar 
seu entorno, levantar hipóteses e consultar fontes de informação 
para buscar respostas às suas curiosidades e indagações. Assim, a 
instituição escolar está criando oportunidades para que as crianças 
ampliem seus conhecimentos do mundo físico e sociocultural e possam 
utilizá-los em seu cotidiano.
44
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
Bebês (zero a 1 ano 
e 6 meses)
CRECHE
Crianças bem pequenas 
(1 ano e 7 meses a 
3 anos e 11 meses)
Crianças pequenas 
(4 anos a 5 anos 
e 11 meses)
PRÉ-ESCOLA
3.2. OS OBJETIVOS DE 
APRENDIZAGEM E 
DESENVOLVIMENTO PARA 
A EDUCAÇÃO INFANTIL
Na Educação Infantil, as aprendizagens essenciais compreendem 
tanto comportamentos, habilidades e conhecimentos quanto vivên-
cias que promovem aprendizagem e desenvolvimento nos diversos 
campos de experiências, sempre tomando as interações e a brin-
cadeira como eixos estruturantes. Essas aprendizagens, portanto, 
constituem-se como objetivos	de	aprendizagem	e	desenvolvimento.
Reconhecendo as especificidades dos diferentes grupos etários que 
constituem a etapa da Educação Infantil, os objetivos de aprendi-
zagem e desenvolvimento estão sequencialmente organizados em 
três grupos por faixa etária, que correspondem, aproximadamente, 
às possibilidades de aprendizagem e às características do desenvol-
vimento das crianças, conforme indicado na figura a seguir. Todavia, 
esses grupos não podem ser considerados de forma rígida, já que 
há diferenças de ritmo na aprendizagem e no desenvolvimento das 
crianças que precisam ser consideradas na prática pedagógica.
45
EDUCAÇÃO INFANTIL
CAMPO DE EXPERIÊNCIAS 
“O EU, O OUTRO E O NÓS”
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
Bebês (zero a 1 ano e 
6 meses)
Crianças bem pequenas (1 ano 
e 7 meses a 3 anos e 11 meses)
Crianças pequenas (4 anos a 
5 anos e 11 meses)
(EI01EO01) 	
Perceber que suas ações 
têm efeitos nas outras 
crianças e nos adultos.
(EI02EO01)	
Demonstrar atitudes de 
cuidado e solidariedade na 
interação com crianças e 
adultos.
(EI03EO01)	
Demonstrar empatia pelos 
outros, percebendo que 
as pessoas têm diferentes 
sentimentos, necessidades e 
maneiras de pensar e agir.
(EI01EO02) 	
Perceber as possibilidades 
e os limites de seu corpo nas 
brincadeiras e interações 
das quais participa.
(EI02EO02)	
Demonstrar imagem positiva 
de si e confiança em sua 
capacidade para enfrentar 
dificuldades e desafios. 
(EI03EO02) 	
Agir de maneira independente, 
com confiança em suas 
capacidades, reconhecendo 
suas conquistas e limitações.
(EI01EO03) 	
Interagir com crianças 
da mesma faixa etária 
e adultos ao explorar 
espaços, materiais, 
objetos, brinquedos.
(EI02EO03)	
Compartilhar os objetos e 
os espaços com crianças da 
mesma faixa etária e adultos.
(EI03EO03) 	
Ampliar as relações 
interpessoais, desenvolvendo 
atitudes de participação e 
cooperação.
(EI01EO04) 	
Comunicar necessidades, 
desejos e emoções, 
utilizando gestos, 
balbucios, palavras.
(EI02EO04) 	
Comunicar-se com os colegas 
e os adultos, buscando 
compreendê-los e fazendo-se 
compreender.
(EI03EO04) 	
Comunicar suas ideias e 
sentimentos a pessoas e 
grupos diversos.
(EI01EO05) 	
Reconhecer seu corpo e 
expressar suas sensações 
em momentos de 
alimentação, higiene, 
brincadeira e descanso.
(EI02EO05)	
Perceber que as pessoas 
têm características físicas 
diferentes, respeitando essas 
diferenças.
(EI03EO05) 
Demonstrar valorização das 
características de seu corpo 
e respeitar as características 
dos outros (crianças e adultos) 
com os quais convive.
46
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
Bebês (zero a 1 ano e 
6 meses)
Crianças bem pequenas (1 ano 
e 7 meses a 3 anos e 11 meses)
Crianças pequenas (4 anos a 
5 anos e 11 meses)
(EI01EO06) 
Interagir com outras crianças 
da mesma faixa etária e 
adultos, adaptando-se 
ao convívio social.
(EI02EO06) 	
Respeitar regras básicas de 
convívio social nas interações 
e brincadeiras.
(EI03EO06) 
Manifestar interesse e 
respeito por diferentes 
culturas e modos de vida.
(EI02EO07) 	
Resolver conflitos nas 
interações e brincadeiras, com 
a orientação de um adulto.
(EI03EO07) 	
Usar estratégias pautadas 
no respeito mútuo para lidar 
com conflitos nas interações 
com crianças e adultos.
 
CAMPO DE EXPERIÊNCIAS 
“O EU, O OUTRO E O NÓS” (Continuação)
47
EDUCAÇÃO INFANTIL
CAMPO DE EXPERIÊNCIAS 
“CORPO, GESTOS E MOVIMENTOS”
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
Bebês (zero a 1 ano e 
6 meses)
Crianças bem pequenas (1 ano 
e 7 meses a 3 anos e 11 meses)
Crianças pequenas (4 anos a 
5 anos e 11 meses)
(EI01CG01) 	
Movimentar as partes 
do corpo para exprimir 
corporalmente emoções, 
necessidades e desejos.
(EI02CG01) 	
Apropriar-se de gestos e 
movimentos de sua cultura no 
cuidado de si e nos jogos e 
brincadeiras.
(EI03CG01) 
Criar com o corpo formas 
diversificadas de expressão 
de sentimentos, sensações 
e emoções, tanto nas 
situações do cotidiano 
quanto em brincadeiras, 
dança, teatro, música.
(EI01CG02) 
Experimentar as 
possibilidades corporais 
nas brincadeiras e 
interações em ambientes 
acolhedores e desafiantes.
(EI02CG02) 
Deslocar seu corpo no espaço, 
orientando-se por noções 
como em frente, atrás, no alto, 
embaixo, dentro, fora etc., ao 
se envolver em brincadeiras 
e atividades de diferentes 
naturezas.
(EI03CG02) 
Demonstrar controle e 
adequação do uso de seu 
corpo em brincadeiras e 
jogos, escuta e reconto 
de histórias, atividades 
artísticas, entre outras 
possibilidades.
(EI01CG03)	
Imitar gestos e 
movimentos de outras 
crianças, adultos e animais.
(EI02CG03)	
Explorar formas de 
deslocamento no espaço 
(pular, saltar, dançar), 
combinando movimentos e 
seguindo orientações.
(EI03CG03) 
Criar movimentos, gestos, 
olhares e mímicas em 
brincadeiras, jogos e 
atividades artísticas como 
dança, teatro e música.
(EI01CG04)	
Participar do cuidado do 
seu corpo e da promoção 
do seu bem-estar.
(EI02CG04)	
Demonstrar progressiva 
independência no cuidado do 
seu corpo.
(EI03CG04) 
Adotar hábitos de 
autocuidado relacionados 
a higiene, alimentação, 
conforto e aparência.
(EI01CG05)	
Utilizar os movimentos 
de preensão, encaixe e 
lançamento, ampliando 
suas possibilidades de 
manuseio de diferentes 
materiais e objetos.
(EI02CG05)	
Desenvolver progressivamente 
as habilidades manuais, 
adquirindo controle para 
desenhar, pintar, rasgar, 
folhear, entre outros.
(EI03CG05)	
Coordenar suas habilidades 
manuais no atendimento 
adequado a seus interesses 
e necessidades em situações 
diversas.
48
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
CAMPO DE EXPERIÊNCIAS 
“TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS”
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
Bebês (zero a 1 ano e 
6 meses)
Crianças bem pequenas (1 ano 
e 7 meses a 3 anos e 11 meses)
Crianças pequenas (4 anos a 
5 anos e 11 meses)
(EI01TS01)	
Explorar sons produzidos 
com o próprio corpo e 
com objetos do ambiente.
(EI02TS01)	
Criar sons com materiais, 
objetos e instrumentos 
musicais, para acompanhar 
diversos ritmos de música.
(EI03TS01)	
Utilizar sons produzidos 
por materiais, objetos e 
instrumentos musicais 
durante brincadeiras de 
faz de conta, encenações, 
criações musicais, festas.
(EI01TS02)	
Traçar marcas gráficas, 
em diferentes suportes, 
usando instrumentos 
riscantes e tintas.
(EI02TS02) 
Utilizar materiais variados com 
possibilidades de manipulação 
(argila, massa de modelar), 
explorando cores, texturas, 
superfícies, planos, formas 
e volumes ao criar objetos 
tridimensionais.
(EI03TS02)	
Expressar-se livremente 
por meio de desenho, 
pintura, colagem, dobradura 
e escultura, criando 
produções bidimensionais e 
tridimensionais.
(EI01TS03)	
Explorar diferentes fontessonoras e materiais para 
acompanhar brincadeiras 
cantadas, canções, 
músicas e melodias.
(EI02TS03)	
Utilizar diferentes fontes 
sonoras disponíveis no 
ambiente em brincadeiras 
cantadas, canções, músicas e 
melodias.
(EI03TS03)	
Reconhecer as qualidades do 
som (intensidade, duração, 
altura e timbre), utilizando-as 
em suas produções sonoras 
e ao ouvir músicas e sons.
49
EDUCAÇÃO INFANTIL
CAMPO DE EXPERIÊNCIAS “ESCUTA, 
FALA, PENSAMENTO E IMAGINAÇÃO”
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
Bebês (zero a 1 ano e 
6 meses)
Crianças bem pequenas (1 ano 
e 7 meses a 3 anos e 11 meses)
Crianças pequenas (4 anos a 
5 anos e 11 meses)
(EI01EF01)	
Reconhecer quando é 
chamado por seu nome 
e reconhecer os nomes 
de pessoas com quem 
convive.
(EI02EF01)	
Dialogar com crianças e 
adultos, expressando seus 
desejos, necessidades, 
sentimentos e opiniões.
(EI03EF01)	
Expressar ideias, desejos 
e sentimentos sobre suas 
vivências, por meio da 
linguagem oral e escrita 
(escrita espontânea), de 
fotos, desenhos e outras 
formas de expressão. 
(EI01EF02)	
Demonstrar interesse ao 
ouvir a leitura de poemas 
e a apresentação de 
músicas.
(EI02EF02)	
Identificar e criar diferentes 
sons e reconhecer rimas e 
aliterações em cantigas de 
roda e textos poéticos.
(EI03EF02)	
Inventar brincadeiras 
cantadas, poemas e 
canções, criando rimas, 
aliterações e ritmos.
(EI01EF03)	
Demonstrar interesse ao 
ouvir histórias lidas ou 
contadas, observando 
ilustrações e os 
movimentos de leitura do 
adulto-leitor (modo de 
segurar o portador e de 
virar as páginas).
(EI02EF03)	
Demonstrar interesse e 
atenção ao ouvir a leitura 
de histórias e outros textos, 
diferenciando escrita de 
ilustrações, e acompanhando, 
com orientação do adulto- 
-leitor, a direção da leitura (de 
cima para baixo, da esquerda 
para a direita).
(EI03EF03)	
Escolher e folhear livros, 
procurando orientar-se 
por temas e ilustrações e 
tentando identificar palavras 
conhecidas.
(EI01EF04)	
Reconhecer elementos das 
ilustrações de histórias, 
apontando-os, a pedido 
do adulto-leitor.
(EI02EF04)	
Formular e responder 
perguntas sobre fatos da 
história narrada, identificando 
cenários, personagens e 
principais acontecimentos.
(EI03EF04)	
Recontar histórias ouvidas 
e planejar coletivamente 
roteiros de vídeos e de 
encenações, definindo os 
contextos, os personagens, 
a estrutura da história.
(EI01EF05)	
Imitar as variações de 
entonação e gestos 
realizados pelos adultos, 
ao ler histórias e ao cantar.
(EI02EF05)	
Relatar experiências e fatos 
acontecidos, histórias ouvidas, 
filmes ou peças teatrais 
assistidos etc.
(EI03EF05)	
Recontar histórias ouvidas 
para produção de reconto 
escrito, tendo o professor 
como escriba.
50
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
Bebês (zero a 1 ano e 
6 meses)
Crianças bem pequenas (1 ano 
e 7 meses a 3 anos e 11 meses)
Crianças pequenas (4 anos a 
5 anos e 11 meses)
(EI01EF06)	
Comunicar-se com 
outras pessoas usando 
movimentos, gestos, 
balbucios, fala e outras 
formas de expressão.
(EI02EF06)	
Criar e contar histórias 
oralmente, com base em 
imagens ou temas sugeridos.
(EI03EF06)	
Produzir suas próprias 
histórias orais e escritas 
(escrita espontânea), em 
situações com função social 
significativa.
(EI01EF07)	
Conhecer e manipular 
materiais impressos e 
audiovisuais em diferentes 
portadores (livro, revista, 
gibi, jornal, cartaz, CD, 
tablet etc.).
(EI02EF07)	
Manusear diferentes 
portadores textuais, 
demonstrando reconhecer 
seus usos sociais. 
(EI03EF07)	
Levantar hipóteses sobre 
gêneros textuais veiculados 
em portadores conhecidos, 
recorrendo a estratégias de 
observação gráfica e/ou de 
leitura.
(EI01EF08) 
Participar de situações 
de escuta de textos 
em diferentes gêneros 
textuais (poemas, 
fábulas, contos, receitas, 
quadrinhos, anúncios etc.).
(EI02EF08) 
Manipular textos e participar 
de situações de escuta para 
ampliar seu contato com 
diferentes gêneros textuais 
(parlendas, histórias de 
aventura, tirinhas, cartazes de 
sala, cardápios, notícias etc.).
(EI03EF08) 
Selecionar livros e textos 
de gêneros conhecidos para 
a leitura de um adulto e/ou 
para sua própria leitura 
(partindo de seu repertório 
sobre esses textos, como a 
recuperação pela memória, 
pela leitura das ilustrações 
etc.).
(EI01EF09) 
Conhecer e manipular 
diferentes instrumentos e 
suportes de escrita.
(EI02EF09) 
Manusear diferentes 
instrumentos e suportes de 
escrita para desenhar, traçar 
letras e outros sinais gráficos.
(EI03EF09) 
Levantar hipóteses em 
relação à linguagem escrita, 
realizando registros de 
palavras e textos, por meio 
de escrita espontânea.
 
CAMPO DE EXPERIÊNCIAS “ESCUTA, 
FALA, PENSAMENTO E IMAGINAÇÃO” (Continuação)
51
EDUCAÇÃO INFANTIL
CAMPO DE EXPERIÊNCIAS “ESPAÇOS, TEMPOS, 
QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES”
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
Bebês (zero a 1 ano e 
6 meses)
Crianças bem pequenas (1 ano 
e 7 meses a 3 anos e 11 meses)
Crianças pequenas (4 anos a 
5 anos e 11 meses)
(EI01ET01)	
Explorar e descobrir as 
propriedades de objetos e 
materiais (odor, cor, sabor, 
temperatura). 
(EI02ET01)	
Explorar e descrever 
semelhanças e diferenças 
entre as características e 
propriedades dos objetos 
(textura, massa, tamanho). 
(EI03ET01) 
Estabelecer relações 
de comparação entre 
objetos, observando suas 
propriedades.
(EI01ET02)	
Explorar relações 
de causa e efeito 
(transbordar, tingir, 
misturar, mover e remover 
etc.) na interação com o 
mundo físico.
(EI02ET02)	
Observar, relatar e descrever 
incidentes do cotidiano e 
fenômenos naturais (luz solar, 
vento, chuva etc.).
(EI03ET02)	
Observar e descrever 
mudanças em diferentes 
materiais, resultantes 
de ações sobre eles, em 
experimentos envolvendo 
fenômenos naturais e 
artificiais.
(EI01ET03)	
Explorar o ambiente 
pela ação e observação, 
manipulando, 
experimentando e 
fazendo descobertas.
(EI02ET03)	
Compartilhar, com outras 
crianças, situações de cuidado 
de plantas e animais nos 
espaços da instituição e fora 
dela.
(EI03ET03)	
Identificar e selecionar 
fontes de informações, para 
responder a questões sobre 
a natureza, seus fenômenos, 
sua conservação.
(EI01ET04)	
Manipular, experimentar, 
arrumar e explorar 
o espaço por meio 
de experiências de 
deslocamentos de si e dos 
objetos.
(EI02ET04)	
Identificar relações espaciais 
(dentro e fora, em cima, 
embaixo, acima, abaixo, entre 
e do lado) e temporais (antes, 
durante e depois).
(EI03ET04)	
Registrar observações, 
manipulações e medidas, 
usando múltiplas linguagens 
(desenho, registro por 
números ou escrita 
espontânea), em diferentes 
suportes.
(EI01ET05) 
Manipular materiais 
diversos e variados para 
comparar as diferenças e 
semelhanças entre eles.
(EI02ET05) 
Classificar objetos, 
considerando determinado 
atributo (tamanho, peso, cor, 
forma etc.).
(EI03ET05) 
Classificar objetos e figuras 
de acordo com suas 
semelhanças e diferenças.
(EI01ET06) 
Vivenciar diferentes ritmos, 
velocidades e fluxos nas 
interações e brincadeiras 
(em danças, balanços, 
escorregadores etc.).
(EI02ET06)	
Utilizar conceitos básicos de 
tempo (agora, antes, durante, 
depois, ontem, hoje, amanhã, 
lento, rápido, depressa, 
devagar).
(EI03ET06)	
Relatar fatos importantes 
sobre seu nascimento e 
desenvolvimento, a história 
dos seus familiares e da sua 
comunidade.
52
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
Bebês (zero a 1 ano e 
6 meses)
Crianças bem pequenas (1 ano 
e 7 meses a 3 anos e 11 meses)
Crianças pequenas (4 anos a 
5 anos e 11 meses)
(EI02ET07)	
Contar oralmente objetos, 
pessoas, livros etc., em 
contextos diversos.
(EI03ET07)	
Relacionar números às suas 
respectivas quantidades 
e identificar o antes, o 
depois e o entre em uma 
sequência. 
(EI02ET08) 
Registrar com números a 
quantidade de crianças 
(meninas e meninos, presentes 
e ausentes) e a quantidade de 
objetos da mesma natureza(bonecas, bolas, livros etc.).
(EI03ET08) 
Expressar medidas (peso, 
altura etc.), construindo 
gráficos básicos.
CAMPO DE EXPERIÊNCIAS “ESPAÇOS, TEMPOS, 
QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES” 
(Continuação)
53
EDUCAÇÃO INFANTIL
3.3. A TRANSIÇÃO DA 
EDUCAÇÃO INFANTIL 
PARA O ENSINO 
FUNDAMENTAL
A transição entre essas duas etapas da Educação Básica requer muita 
atenção, para que haja equilíbrio entre as mudanças introduzidas, 
garantindo integração e continuidade dos processos de aprendi-
zagens das crianças, respeitando suas singularidades e as diferentes 
relações que elas estabelecem com os conhecimentos, assim como a 
natureza das mediações de cada etapa. Torna-se necessário estabe-
lecer estratégias de acolhimento e adaptação tanto para as crianças 
quanto para os docentes, de modo que a nova etapa se construa com 
base no que a criança sabe e é capaz de fazer, em uma perspectiva 
de continuidade de seu percurso educativo.
Para isso, as informações contidas em relatórios, portfólios ou outros 
registros que evidenciem os processos vivenciados pelas crianças ao 
longo de sua trajetória na Educação Infantil podem contribuir para 
a compreensão da história de vida escolar de cada aluno do Ensino 
Fundamental. Conversas ou visitas e troca de materiais entre os pro-
fessores das escolas de Educação Infantil e de Ensino Fundamental – 
Anos Iniciais também são importantes para facilitar a inserção das 
crianças nessa nova etapa da vida escolar. 
Além disso, para que as crianças superem com sucesso os desafios 
da transição, é indispensável um equilíbrio entre as mudanças intro-
duzidas, a continuidade das aprendizagens e o acolhimento afetivo, 
de modo que a nova etapa se construa com base no que os educandos 
sabem e são capazes de fazer, evitando a fragmentação e a descon-
tinuidade do trabalho pedagógico. Nessa direção, considerando os 
direitos e os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento, apre-
senta-se a síntese	das	aprendizagens	esperadas em cada campo de 
experiências. Essa síntese deve ser compreendida como elemento 
balizador e indicativo de objetivos a ser explorados em todo o seg-
mento da Educação Infantil, e que serão ampliados e aprofundados 
no Ensino Fundamental, e não como condição ou pré-requisito para 
o acesso ao Ensino Fundamental.
54
BASE NACIONAL 
COMUM CURRICULAR
SÍNTESE DAS APRENDIZAGENS
O eu, o outro e 
o nós
Respeitar e expressar sentimentos e emoções.
Atuar em grupo e demonstrar interesse em construir novas 
relações, respeitando a diversidade e solidarizando-se com os 
outros.
Conhecer e respeitar regras de convívio social, manifestando 
respeito pelo outro.
Corpo, gestos e 
movimentos
Reconhecer a importância de ações e situações do cotidiano 
que contribuem para o cuidado de sua saúde e a manutenção de 
ambientes saudáveis.
Apresentar autonomia nas práticas de higiene, alimentação, 
vestir-se e no cuidado com seu bem-estar, valorizando o 
próprio corpo.
Utilizar o corpo intencionalmente (com criatividade, controle e 
adequação) como instrumento de interação com o outro e com o 
meio.
Coordenar suas habilidades manuais.
Traços, sons, 
cores e formas
Discriminar os diferentes tipos de sons e ritmos e interagir com 
a música, percebendo-a como forma de expressão individual e 
coletiva.
Expressar-se por meio das artes visuais, utilizando diferentes 
materiais.
Relacionar-se com o outro empregando gestos, palavras, 
brincadeiras, jogos, imitações, observações e expressão corporal.
55
EDUCAÇÃO INFANTIL
SÍNTESE DAS APRENDIZAGENS
Escuta, fala, 
pensamento 
e imaginação
Expressar ideias, desejos e sentimentos em distintas situações 
de interação, por diferentes meios. 
Argumentar e relatar fatos oralmente, em sequência temporal e 
causal, organizando e adequando sua fala ao contexto em que 
é produzida.
Ouvir, compreender, contar, recontar e criar narrativas.
Conhecer diferentes gêneros e portadores textuais, demonstrando 
compreensão da função social da escrita e reconhecendo a leitura 
como fonte de prazer e informação.
Espaços, 
tempos, 
quantidades, 
relações e 
transformações
Identificar, nomear adequadamente e comparar as propriedades 
dos objetos, estabelecendo relações entre eles.
Interagir com o meio ambiente e com fenômenos naturais ou 
artificiais, demonstrando curiosidade e cuidado com relação a 
eles.
Utilizar vocabulário relativo às noções de grandeza (maior, menor, 
igual etc.), espaço (dentro e fora) e medidas (comprido, curto, 
grosso, fino) como meio de comunicação de suas experiências.
Utilizar unidades de medida (dia e noite; dias, semanas, meses e 
ano) e noções de tempo (presente, passado e futuro; antes, agora e 
depois), para responder a necessidades e questões do cotidiano.
Identificar e registrar quantidades por meio de diferentes formas 
de representação (contagens, desenhos, símbolos, escrita de 
números, organização de gráficos básicos etc.).
50 Questões sobre a Base Nacional Comum Curricular BNCC 
 
Questão 01 
Conforme o artigo 26 da Lei no 9.394/96, LDB em vigor, logo afirma que os currículos da 
educação infantildevem contemplar a Base Nacional Comum Curricular – BNCC. Enquanto 
em dezembro de 2017, o Conselho Nacional de Educação a aprovou. Sobre esse tema 
todavia é correto afirmar que a BNCC logo seja um documento de caráter: 
 
a) reflexivo, uma vez que define o conjunto normativo orgânico e progressivo de 
aprendizagens essenciais como direito das crianças, jovens e adultos 
b) normativo, uma vez que define o conjunto normativo orgânico e progressivo de 
aprendizagens essenciais como direito das crianças, jovens e adultos. 
c) opcional, uma vez que defende o conjunto normativo orgânico e progressivo de 
aprendizagens essenciais como direito das crianças, jovens e adultos 
d) sugestivo, uma vez que defende o conjunto normativo orgânico e progressivo de 
aprendizagens essenciais como direito das crianças, jovens e adultos 
Questão 02 
Leia e analise conforme o artigo 36 da Lei 9.596/1996 – LDB abaixo e assinale a alternativa 
que esteja CORRETA e logo complementa o texto: 
Art. 36 O currículo do ensino médio será composto pela Base Nacional Comum Curricular e 
por itinerários formativos, que deverão ser organizados por meio da oferta de diferentes 
arranjos curriculares, conforme a relevância para o contexto local e a possibilidade dos 
sistemas de ensino, a saber. 
§ 6o A critério dos sistemas de ensino, logo a oferta de formação com ênfase técnica e 
profissional considerará: 
II – A possibilidade de concessão de certificados intermediários de qualificação para o 
trabalho, quando a 
formação: 
a) Considerar uma vez que o rendimento do aluno tenha sido superior em 80%, mesmo 
tendo mais de 50% de faltas 
b) For estruturada e organizada em etapas com terminalidade. 
c) Do curso a fim de oferecer provas aleatórias práticas 
d) Do aluno estiver diretamente associada a um processo seletivo análogo ao ENEM 
e) For alicerçada contudo por meio das notas obtidas na educação básica 
Questão 03 
Conforme a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento que determina os 
conhecimentos e habilidades essenciais precedido de tal garantia o direito à aprendizagem e 
o desenvolvimento pleno de todos os estudantes. Uma vez que o assunto, conforme a última 
versão desse documento, considere as seguintes afirmativas segundo as premissas: 
1. A BNCC tem como um de seus marcos legais o Artigo 205 da Constituição Federal de 
1988, a fim de que reconhece a educação como um direito fundamental de todos e um 
dever compartilhado entre o Estado, a sociedade e a família. 
2. Conforme a BNCC, as decisões pedagógicas devem considerar o desenvolvimento de 
competências, com indicações claras sobre o que os alunos devem “saber”, e sobre o que 
eles devem “saber fazer”. 
3. A implementação da BNCC deve embora levar em conta a diversidade cultural, social e 
econômica dos estados brasileiros, possibilitando por mais que cada instituiçãode ensino 
construa o seu currículo de forma independente, e autônoma usando como base somente 
as necessidades da comunidade local na qual atende. 
4. Considerando que a Educação Básica deve propender à formação e ao desenvolvimento 
humano, entretanto a BNCC defende explicitamente o compromisso com a educação 
integral. 
Assinale a alternativa correta abaixo. 
a) Somente a afirmativa 2 é verdadeira 
b) Somente as afirmativas 1 e 3 são verdadeiras 
c) Somente as afirmativas 3 e 4 são verdadeiras 
d) Somente as afirmativas 1, 2 e 4 são verdadeiras. 
e) As afirmativas 1, 2, 3 e 4 são verdadeiras 
Questão 04 
Em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, logo a 
Base Nacional Comum Curricular define os direitos e objetivos de aprendizagem das 
crianças, orientando as instituições educativas na elaboração do currículo. Acerca dessas 
orientações, considere as seguintes afirmativas: 
1. O primeiro passo à elaboração do currículo da Educação Infantil, que garanta, em sua 
proposta pedagógica, o respeito às crianças, promovendo seu desenvolvimento, consiste 
em estudar a Resolução CNE/CBE no 05/09. 
2. Para planejar o trabalho no cotidiano, visto que os professores precisam analisar e 
identificar as conquistas e as dificuldades percebidas nas práticas com as crianças. 
3. De modo mesmo que a orientar os projetos pedagógicos das unidades de Educação 
Infantil, a BNCC propõe que neles as crianças tenham garantidos como direitos 
mediadores de aprendizagens significativas: 
Conviver – Brincar – Explorar – Expressar – Participar – Conhecer-se. 
4. O currículo por campos de experiência propõe a organização do trabalho pedagógico na 
Educação Infantil com práticas essenciais para cada grupo etário, a fim de contemplar suas 
necessidades, demandas e interesses 
Assinale a alternativa correta abaixo. 
a) Somente as afirmativas 1 e 2 são verdadeiras 
b) Somente as afirmativas 3 e 4 são verdadeiras 
c) Somente as afirmativas 1, 2 e 3 são verdadeiras. 
d) Somente as afirmativas 2, 3 e 4 são verdadeiras 
e) As afirmativas 1, 2, 3 e 4 são verdadeiras 
 
Questão 05 
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento que define o 
conjunto de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver na 
Educação Básica. 
 A BNCC leva em conta que os diferentes campos que compõem a Matemática reúnem um 
conjunto de ideias fundamentais e propõe cinco unidades temáticas, correlacionadas, que 
orientam a formulação de habilidades a ser desenvolvidas ao longo do Ensino 
Fundamental. 
Sobre essas unidades temáticas, julgue como verdadeira (V) ou falsa (F) cada uma das 
afirmações abaixo e, em seguida, assinale a opção correta. 
( ) A unidade temática Números tem como finalidade desenvolver o pensamento 
numérico, contudo implica o 
conhecimento de maneiras de quantificar atributos de objetos e de julgar e interpretar 
argumentos baseados em 
quantidades. 
( ) A unidade temática Álgebra tem como finalidade o desenvolvimento de um tipo 
especial de pensamento que é 
essencial para utilizar modelos matemáticos na compreensão, representação e análise de 
relações quantitativas 
de grandezas assim como, de situações e estruturas matemáticas, fazendo uso de letras e 
outros símbolos. 
( ) A unidade temática Grandezas e Medidas contribui a fim de que ainda para a 
consolidação e ampliação da noção de número, a aplicação de noções geométricas e a 
construção do pensamento algébrico. 
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é: 
a) F – F – F 
b) F – F – V 
c) V – F – F 
d) V – F – V 
e) V – V – V 
Questão 06 
Conforme os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) no quadro das mudanças 
provocadas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), é correto afirmar que os PCNs: 
a) deixam de ser obrigatórios por conflitarem com a Base, sendo substituídos pela BNCC 
b) tiveram as expectativas de aprendizagem substituídas por direitos de aprendizagem na 
BNCC 
c) perderam sua função uma vez que a edição das Diretrizes Curriculares Nacionais 
d) não são tornados inválidos pela BNCC, contudo permanecendo documentos 
orientadores. 
e) foram automaticamente revogados pela Portaria MEC no 1.570 que aprova a BNCC 
Questão 07 
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), homologada em dezembro de 
2017 pelo Ministério da Educação, NÃO é correto afirmar: 
a) A contribuição mais significativa da BNCC é o de substituir os currículos das disciplinas 
escolares das redes públicas federal, estaduais e municipais, uma vez que determina o que 
deve ser ensinado em cada escola. 
b) Determina os conhecimentos e as competências que os estudantes logo devem 
desenvolver ao longo da escolaridade, sendo embora orientada por princípios éticos, 
políticos e estéticos 
c) Fruto de amplo debate com diferentes atores do campo educacional e com a sociedade 
brasileira, a BNCC tem a finalidade de contribuir com construção de uma sociedade justa, 
democrática e inclusiva 
d) Trata-se de um documento de referência, contudo de caráter normativo, que define o 
conjunto de aprendizagens essenciais que todos os alunos brasileiros devem desenvolver ao 
longo das etapas e modalidades da Educação Básica 
e) Uma das finalidades da BNCC é a princípio contribuir com a superação da fragmentação 
das políticas educacionais, com o fortalecimento do regime de colaboração entre as três 
esferas de governo. 
Questão 08 
Assinale a alternativa que apresenta corretamente essa proposta abaixo. 
Em suma a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) reconhece um problema histórico 
relacionado com o ensino da Educação Física no Brasil. Trata-se da dificuldade em 
estabelecer uma progressão no ensino dos temas que compõem o universo de 
conhecimentos que a disciplina deve ensinar nas escolas, ou seja, a BNCC propõe uma 
maneira de tratar dessa questão ao longo da trajetória escolar. 
a) As dimensões do conhecimento que representam níveis distintos de complexidade na 
relação com as unidades temáticas estão definidas. 
b) A decisão sobre o que ensinar em cada unidade temática, em cada ano da escolarização, 
contudo será por conta de cada professor 
c) Cada vez que um professor voltar a um conteúdo, assim como avaliar sua turma para 
decidir se vai introduzir, retomar ou aprofundar o conhecimento 
d) Os conteúdos a serem ensinados em cada unidade temática a fim de que a Educação 
Física são definidos rigidamente a cada ano da trajetória escolar 
e) Os níveis de aprofundamento a fim de que devem ser observados ao se ensinar uma 
unidade temática em cada ciclo escolar são determinados 
Questão 09 
Leia os textos abaixo que tratam da função pedagógica e estratégica da Base Nacional 
Comum Curricular: 
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento de caráter 
normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que 
todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação 
Básica, de modo a que tenham assegurados seus direitos de aprendizagem e 
desenvolvimento, em conformidade com o que preceitua o Plano Nacional de Educação 
(PNE). (BRASIL, 2017, p.7). 
Entende-se por Base Nacional Comum Curricular, na Educação Básica, os conhecimentos, 
saberes e valores produzidos culturalmente, expressos nas políticas públicas e que são 
gerados nas instituições produtoras do conhecimento científico e tecnológico; no mundo 
do trabalho; no desenvolvimento das linguagens; nas atividades desportivas e culturais; 
na produção artística; nas formas diversas de exercício da cidadania; nos movimentos 
sociais. (BRASIL, 2010). 
Considerando as informações apresentadas nos textos, avalie as afirmativas a seguir sobre 
a Base Nacional Comum Curricular: 
I. Constitui-se em uma listagem de conteúdos, conceitos e habilidades que, 
prescritivamente, devem orientar a elaboração dos currículos dos Sistemas de Ensino 
II. Tem como uma de suas funções balizara qualidade da educação nacional, buscando a 
garantia da diversidade das aprendizagens de todos os alunos da Educação Básica 
III. Pretende a superação da fragmentação das políticas educacionais com o 
fortalecimento do regime de colaboração entre as esferas do governo. 
IV. Alinha-se com uma política educacional de formação continuada e comum de 
professores e com a padronização de avaliações externas. 
É CORRETO apenas o que se afirma abaixo: 
a) I e II 
b) I e III 
c) I, II e III 
d) II, III e IV 
e) III e IV. 
Questão 10 
De acordo coma Base Nacional Comum Curricular apresenta 10 Competências Gerais, 
indicando como elas devem evoluir da Educação Infantil até o Ensino Médio. As 
Competências Gerais integram o capítulo introdutório da BNCC e foram definidas a partir 
dos direitos éticos estéticos e políticos assegurados pelas Diretrizes Curriculares Nacionais 
e dos conhecimentos, habilidades, atitudes e valores essenciais para a vida no século XXI. 
Os princípios são: agir pessoal e coletivamente com autonomia; responsabilidade, 
flexibilidade, resiliência e determinação; além da tomada de decisões com base em 
princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários. 
Estes princípios se referem às competências abaixo: 
a) Conhecimento e Repertório Cultural 
b) Empatia, Cooperação e Comunicação 
c) Cultura Digital, Trabalho e Projeto de Vida 
d) Autoconhecimento, Autocuidado e Argumentação 
e) Responsabilidade e Cidadania. 
Gabarito: 
1-b 
2-b 
3-d 
4-c 
5-e 
6-d 
7-a 
8-a 
9-e 
10-e 
 
10 questões 
 
 
De acordo com a Resolução CNE/CP nº 2/2-17, o termo competência envolve 
• A. Conceitos, procedimentos, atitudes e valores. 
• B. Conceitos e procedimentos, práticas cognitivas e socioemocionais, atitudes e 
valores. 
• C. práticas cognitivas e socioemocionais, atitudes e valores. 
• D. A mobilização de conhecimentos e habilidades para resolver demandas 
complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da cidadania e do mundo do 
trabalho. 
 
O componente Língua Portuguesa da Base Nacional Comum Curricular (BNCC 2018) dialoga 
com documentos e orientações curriculares produzidos nas últimas décadas, buscando 
atualizá-los em relação às pesquisas recentes da área e às transformações das práticas de 
linguagem ocorridas neste século, devidas em grande parte ao desenvolvimento das 
tecnologias digitais da informação e comunicação (TDIC). 
Com relação ao componente Língua Portuguesa, a BNCC (2018) assume a perspectiva: 
• A.Análise de discurso direto. 
• B.Essencialista no tratamento da informação. 
• C.Elucidativa diretiva de linguagem. 
• D.Existencialista no tratamento da linguagem. 
• E.Enunciativo-discursiva de linguagem. 
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), documento de caráter normativo, referência 
nacional para a formulação dos currículos, apresenta o conjunto de aprendizagens essenciais 
que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação 
Básica. Essas aprendizagens só se materializam mediante o conjunto de decisões que 
caracterizam o currículo em ação. Tais decisões irão adequar as proposições da BNCC à 
realidade das instituições escolares. (BRASIL, MEC, 2017). 
 
 
Segundo Macedo (2011), o currículo é hoje um dos temas educacionais mais importantes 
para as políticas públicas em educação. 
 
 
Avalie se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre as concepções de currículo 
como norteadoras de ação efetiva na adequação das proposições da BNCC. 
 
 
( ) O entendimento do currículo como uma invenção pedagógica dá autonomia aos 
membros das instituições escolares para definirem suas ações, sua qualidade e alcance, sem 
referências a outros parâmetros curriculares. 
 
 
( ) A compreensão dos diversos modelos curriculares da contemporaneidade nos oferece 
possibilidades de implantação pedagógica e formacional e nos leva a evitar que possamos 
tomá-los como modelos que se bastam em si. 
 
 
( ) A percepção do currículo enquanto conhecimento escolhido como formativo possibilita 
um empoderamento; passa a ter um poder considerável, porquanto o conhecimento define 
como devemos ver o mundo, a sociedade e a nós mesmos. 
 
 
( ) O entendimento do currículo como concepção, organização, implementação e avaliação 
de conhecimentos eleitos como formativos em uma realidade marcada pela complexidade 
que busca modelos curriculares pautadas na perspectiva monodisciplinar. 
 
 
( ) A concepção de currículo como prática, pois introduz elementos e problemas 
significativos a partir dos quais se faz necessário refletir: o currículo indica caminhos, 
travessias e chegadas, que são constantemente realimentados e reorientados pela ação dos 
atores/autores da cena curricular. 
 
 
De acordo com as afirmações, a sequência correta é 
• A.(V); (F); (F); (V); (F). 
• B.(F); (F); (V): (V); (F). 
• C.(F): (V); (V); (F); (V). 
• D.(V); (V); (F); (F); (V). 
 
Quem aprova e homologa, respectivamente, a inclusão de novos componentes curriculares 
de caráter obrigatório na Base Nacional Comum? 
• A.Órgãos Estaduais competentes e Instituto Nacional de Pesquisa e Ensino. 
• B.Órgãos Municipais competentes e Instituto Nacional de Pesquisa e Ensino. 
• C.Conselho Municipal de Educação e Fórum Nacional de Educação. 
• D.Conselho Estadual de Educação e Ministro de Estado da Educação. 
• E.Conselho Nacional de Educação e Ministro de Estado da Educação. 
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a qual foi aprovada no fim do ano de 2017, tem 
como objetivo a organização do currículo escolar a partir da Educação Infantil até o Ensino 
Médio. Esse documento possui vários conceitos que irão orientar o trabalho do professor em 
sala de aula. Dentre esses conceitos, qual recebe um maior enfoque? 
• A.Atitudes. 
• B.Valores. 
• C.Habilidades. 
• D.Conhecimento. 
• E.Competência. 
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) possui caráter prescritivo que define o conjunto 
orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver 
ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica. Sabendo disso, é correto afirmar que 
a Base é um documento de caráter 
• A.normativo. 
• B.restritivo. 
• C.moderador. 
• D.estrutural. 
• E.legislativo. 
Em conformidade com o PNE (2014-2024), à Base Nacional Comum Curricular cabe definir 
direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento que orientarão a elaboração dos 
currículos nacionais. Na BNCC, as concepções de direito de aprendizagem e desenvolvimento 
são, portanto, balizadoras da proposição dos objetivos de aprendizagem para cada 
componente curricular. No âmbito da BNCC, são definidos alguns direitos fundamentais à 
aprendizagem e ao desenvolvimento com os quais o trabalho que se realiza em todas as 
etapas da Educação Básica deve se comprometer. 
Considerando-se tal afirmativa, analise as assertivas que seguem e assinale a que está 
CORRETA em relação aos direitos fundamentais à aprendizagem previstos na BNCC. As 
crianças, adolescentes, jovens e adultos, sujeitos da educação básica têm direito 
• A.à apropriação de conhecimentos historicamente constituídos que lhes permitam 
aceitar de forma pacífica as leituras que realizam do mundo natural e social, por 
meio da interpretação, elaboração de hipóteses e argumentação, colaborando para 
a construção de uma sociedade menos solidária. 
• B.às oportunidades de se constituírem como indivíduos bem informados, incapazes 
de exercitar o diálogo ou analisar posições divergentes, desrespeitar decisões 
comuns para a solução de conflitos, fazer valer suas reivindicações, a qualquer custo, 
nas diferentes esferas da vida pública. 
• C.à participação em práticas e fruições de bens culturais diversificados, para que 
compreendam que a sua cultura é sempre superior às demais e deve ser valorizada e 
reconhecida como referência para a cultura universal e local. 
• D.à apropriação de conhecimentose experiências que possibilitem o entendimento 
da centralidade do trabalho, no âmbito das relações sociais e econômicas, 
permitindo estar preparados para o mercado de trabalho, mesmo que esse preparo 
não esteja alinhado ao seu projeto de vida pessoal. 
• E.ao respeito e ao acolhimento na sua diversidade, sem preconceitos de origem, 
etnia, gênero, orientação sexual, idade, convicção religiosa ou quaisquer outras 
formas de discriminação, bem como terem valorizados seus saberes, identidades, 
culturas e potencialidades, reconhecendo-se como parte de uma coletividade com a 
qual devem se comprometer. 
No recente documento da Base Nacional Comum Curricular é indicado que a Educação 
Infantil e o Ensino Fundamental de Ciências precisam promover interações nas quais as 
crianças possam investigar e explorar seu entorno e ampliar seus conhecimentos do mundo 
físico e sociocultural. Para tanto, devem ser explorados os elementos característicos de um 
processo de investigação em ciências. Os elementos do processo investigativo da Ciência, 
que podem ser explorados pelo professor a partir de situações-problema do cotidiano, bem 
como sua principal função, estão contidos em: 
• A.Fazer observações, manipular objetos, propor hipóteses, levantar dados, consultar 
fontes para buscar respostas às suas indagações. A principal função desses 
elementos é permitir a tomada de decisões fundamentadas. 
• B.Reconhecer numerais cardinais e ordinais, identificar formas geométricas de 
acordo com as cores solicitadas, formular hipóteses, pintar desenhos de animais da 
região. A principal função é ampliar os elementos de participação social. 
• C.Manipular objetos e classificá-los de acordo com regras estabelecidas, identificar 
os fenômenos atmosféricos, os animais e as plantas da região pelo nome científico. A 
principal função é formar futuros cientistas. 
• D.Demonstrar controle e adequação do uso de seu corpo em brincadeiras e jogos, 
explorar habilidades manuais para desenhar, pintar, rasgar, folhear, entre outros. A 
principal função é permitir uma participação fundamentada na sociedade. 
• E.Contar oralmente objetos em contextos diversos, levantar hipóteses e dados, 
copiar ou desenhar a partir de textos de divulgação científica, manter a sala de aula 
organizada e limpa. A principal função é formar futuros cientistas. 
_____________________________ 
 
 
LEIA A LETRA DA CANÇÃO PARA RESPONDER A QUESTÃO 
 
Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo 
E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo 
Corro o lápis em torno da mão e me dou uma luva 
E se faço chover, com dois riscos tenho um guarda-chuva 
Se um pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papel 
Num instante imagino uma linda gaivota a voar no céu 
Vai voando, contornando a imensa curva norte e sul 
Vou com ela, viajando, Havaí, Pequim ou Istambul 
Pinto um barco a vela branco, navegando, é tanto céu e mar num beijo azul 
Entre as nuvens vem surgindo um lindo avião rosa e grená 
Tudo em volta colorindo, com suas luzes a piscar 
Basta imaginar e ele está partindo, sereno, indo 
E se a gente quiser ele vai pousar 
Numa folha qualquer eu desenho um navio de partida 
Com alguns bons amigos bebendo de bem com a vida 
De uma América a outra consigo passar num segundo 
Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo 
Um menino caminha e caminhando chega no muro 
E ali logo em frente, a esperar pela gente, o futuro está 
E o futuro é uma astronave que tentamos pilotar 
Não tem tempo nem piedade, nem tem hora de chegar 
Sem pedir licença muda nossa vida, depois convida a rir ou chorar 
Nessa estrada não nos cabe conhecer ou ver o que virá 
O fim dela ninguém sabe bem ao certo onde vai dar 
Vamos todos numa linda passarela 
De uma aquarela que um dia, enfim, descolorirá 
Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo (que descolorirá) 
E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo (que descolorirá) 
Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo (que descolorirá) 
Que descolorirá 
Que descolorirá 
 
• A poesia diz que Vamos todos numa linda passarela. Nessa caminhada desde cedo as 
crianças vivenciam experiências sociais na família, na instituição escolar e na 
coletividade. Visando à abordagem dessas interações, a organização curricular da 
Educação Infantil na BNCC apresenta o campo de experiências O eu, o outro e o nós. 
 
Com relação às experiências desse campo que podem ser vivenciadas na Educação Infantil, é 
correto afirmar que devem: 
 
• A.afastar as crianças das pessoas que têm outros modos de vida, respeitando as 
diferenças. 
• B.evitar o contato entre as crianças de mesma faixa etária ao explorar espaços e 
brinquedos. 
• C.evitar contato das crianças com pessoas e grupos que têm os mesmos rituais de 
cuidados pessoais. 
• D.promover a exploração dos brinquedos, materiais e espaços sempre 
individualmente. 
• E. promover o contato das crianças com outros grupos sociais e culturais e outros 
modos de vida. 
A Base Nacional Comum Curricular aborda seis pontos relacionados ao direito a aprendizagem 
das crianças, os quais são fundamentais para o bom desenvolvimento delas no decorrer do 
processo de ensino-aprendizado. Um desses pontos discorre a respeito da importância de se 
ter contato com adultos, crianças, grandes e pequenos grupos, utilizando diversos tipos de 
linguagens, podendo dessa forma ampliar seu contato com relação a novas culturas e 
diferentes pessoas. A qual critério esse posicionamento se refere? 
 
 
• A.Trabalhar. 
• B.Conviver 
• C.Participar. 
• D.Brincar. 
• E.Expressar. 
 
 
12 QUESTÕES 
 
 
Questão 1 
ERRADO 
(CEV-URCA/Prefeitura de Mauriti - CE/Magistério Superior/2019) 
 
 
A Base Nacional Comum Curricular (BNNC) tem por propósitos ser referência nacional, 
integrar a política nacional da educação básica, garantir o pleno desenvolvimento da 
educação. Com relação a BNCC é incorreto afirmar: 
 
A) Dentre as competências gerais da BNCC encontra-se a utilização de tecnologias digitais de 
informação e comunicação de forma ética e crítica nas práticas do cotidiano para, dentre 
outros, produzir conhecimentos e resolver problemas; 
 
B) A BNCC e os currículos se identificam na comunhão de princípios e valores da educação já 
respaldados na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), nas Diretrizes 
Curriculares Nacionais (DCN) e na Constituição Federal (1988). 
C) O compromisso com a educação integral na BNCC está articulado com a construção 
intencional de processos educativos que promovam aprendizagens sintonizadas com as 
necessidades, possibilidades e interesses dos alunos, assim como com os desafios da 
sociedade contemporânea. 
 
D) O Ensino fundamental está estruturado em 6(seis) áreas de conhecimento incluindo-se 
aí, os componentes curriculares que objetivam o desenvolvimento das aprendizagens 
essenciais na educação integral. 
 
E) A BNCC não é Currículo, é um ponto de partida para a construção desse em todo o país, 
adequado aos diferentes contextos. 
 
resposta: “D” 
 
 
 
Questão 2 
ERRADO 
(CS-UFG/IF Goiano/Técnico em Assuntos Educacionais/2019) 
 
De acordo com as DCN Gerais para a Educação Básica (Resolução CNE/CEB n. 04/2010), a 
Base Nacional Comum Curricular constitui-se de saberes e valores produzidos 
culturalmente, expressos nas políticas públicas e gerados em diferentes instâncias, como: 
A) nos saberes populares 
B) nas atividades de lazer. 
 
C) nas instituições religiosas. 
 
D) no mundo do trabalho 
 
Resposta “D” 
 
 
 
Questão 3 
ERRADO 
(IF Sul Rio-Grandense/IF Sul Rio-Grandense/Técnico em Assuntos Educacionais/2019) 
 
 
O Art. 35-A, desta mesma Lei, 9394/96, trata da Base Nacional Comum Curricular e define 
direitos e objetivos de aprendizagem do ensino médio, conforme diretrizes do Conselho 
Nacional de Educação, em áreas do conhecimento. As áreas citadas no texto legal estão 
corretamente apontadasem: 
A) I - Linguagens e suas tecnologias; II - Matemática e suas tecnologias; III - Ciências sociais e 
suas tecnologias; IV - Ciências humanas e suas tecnologias. 
 
B) I - Linguagens e suas tecnologias; II - Matemática e suas tecnologias; III - Ciências 
humanas e suas tecnologias; IV - Ciências socioambientais e suas tecnologias. 
 
C) I - Linguagens de sinais e suas tecnologias; II - Matemática e suas tecnologias; III - Ciências 
humanas e suas tecnologias; IV - Ciências sociais aplicadas. 
 
D) I - Linguagens e suas tecnologias; II - Matemática e suas tecnologias; III - Ciências da 
natureza e suas tecnologias; IV - Ciências humanas e sociais aplicadas. 
 
 
reposta “D” 
 
 
Questão 4 
ERRADO 
(IBADE/Prefeitura de Porto Velho - RO/Especialista em Educação/2019) 
 
 
As diretrizes da Educação em nosso país estão passando por um processo de transição. 
Nesse momento, temos como referência os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) e a 
Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que ainda não foi concluída, mas já está sendo 
utilizada em algumas escolas, em sua versão preliminar. 
Essas diretrizes servem como guia, que orientam todas as atividades da instituição segundo 
a realidade da própria escola, em comunhão com os objetivos dispostos pelo Governo 
Federal. 
A Base determina as aprendizagens que todos os alunos da Educação Infantil até o Ensino 
Médio devem desenvolver ao longo da Educação Básica, e deverá ser implementada até: 
 
A) 2023 
 
B) 2020 
 
C) 2025 
 
D) 2022 
 
E) 2024 
 
resposta “B” 
 
 
Questão 5 
CORRETA 
(NC-UFPR/Prefeitura de Curitiba - PR/Professor - Magistério/2019) 
 
 
Na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), são propostas unidades temáticas que visam 
a orientar a criação de habilidades a serem desenvolvidas durante o Ensino Fundamental. 
As unidades temáticas da área de Matemática na BNCC são: 
A) Números; Álgebra; Geometria; Grandezas e Medidas; Probabilidade e Estatística 
 
B) Números e Álgebra; Espaço e Forma; Grandezas e Medidas; Probabilidade e Estatística. 
 
C) Números e Operações; Álgebra; Geometria; Grandezas e Medidas; Probabilidade e 
Estatística. 
 
D) Números e Álgebra; Espaço e Forma; Grandezas e Medidas; Tratamento da Informação. 
 
E) Números; Álgebra; Geometria; Grandezas e Medidas; Tratamento da Informação. 
 
 
Resposta “A” 
 
 
 
Questão 6 
ERRADO 
(Crescer Consultorias/Prefeitura de Jijoca de Jericoacoara - CE/Professor - Educação Básica 
I/2019) 
 
 
As Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) são normas obrigatórias para a Educação Básica 
que orientam o planejamento curricular das escolas e dos sistemas de ensino. Elas são 
discutidas, concebidas e fixadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE). Mesmo depois 
que o Brasil elaborou a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), as Diretrizes continuam 
valendo porque os documentos são complementares: as Diretrizes dão a estrutura; a Base o 
detalhamento de conteúdos e competências. Sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais, 
assinale a alternativa correta. 
 
A) As diretrizes curriculares visam preservar a questão da autonomia da escola e da 
proposta pedagógica, porém com algumas ressalvas. Elas desencorajam as instituições a 
montar seu currículo, pois, dentro das áreas de conhecimento, os conteúdos a serem 
trabalhados devem estar conectados à formação das competências explícitas nas DCNs. 
 
B) As diretrizes curriculares são obrigatórios e devem ser respeitados por todas as escolas, 
tanto da rede pública como particular, porém com a homologação da Base Nacional Comum 
Curricular, elas se tornaram obsoletas. 
 
C) O processo de definição das diretrizes curriculares contou com a participação de algumas 
esferas da sociedade, dentre elas, o Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de 
Educação (Consed). Órgãos como a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação 
(Undime) e a Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd) não 
participaram desse processo. 
 
D) As Diretrizes Curriculares Nacionais são um conjunto de definições doutrinárias sobre 
princípios, fundamentos e procedimentos na Educação Básica que orientam as escolas na 
organização, articulação, desenvolvimento e avaliação de suas propostas pedagógicas. 
 
 
RESPOSTA “D” 
 
 
Questão 7 
CORRETA 
(IF Sul Rio-Grandense/IF Sul Rio-Grandense/Técnico em Assuntos Educacionais/2019) 
 
 
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), de acordo com a publicação disponível no portal 
do MEC, é 
A) um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de 
diretrizes essenciais para infância e adolescência que todos os alunos devem desenvolver ao 
longo das etapas e modalidades da Educação Fundamental, de modo a que tenham 
assegurados seus direitos de aprendizagem e desenvolvimento, em conformidade com o 
que preceitua o Plano Nacional de Educação (PNE). 
 
B) um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de 
aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e 
modalidades da Educação Básica, de modo a que tenham assegurados seus direitos de 
aprendizagem e desenvolvimento, em conformidade com o que preceitua o Plano Nacional 
de Educação (PNE). 
 
C) um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de 
diretrizes essenciais para infância e adolescência que todos os alunos devem desenvolver ao 
longo das etapas e modalidades da Educação Fundamental, de modo a que tenham 
assegurados seus direitos de aprendizagem e desenvolvimento, em conformidade com o 
que preceitua o Conselho Nacional de Educação (CNE). 
 
D) um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de 
aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e 
modalidades da Educação Básica, de modo a que tenham assegurados seus direitos de 
aprendizagem e desenvolvimento, em conformidade com o que preceitua o Conselho 
Nacional de Educação (CNE). 
 
 
 
RESPOSTA “B” 
 
 
 
 
Questão 8 
ERRADO 
(IDECAN/IF-PB/Pedagogo/2019) 
 
De acordo com a LDB, quando se trata dos níveis e das modalidades de educação e ensino, é 
incorreto afirmar que: 
 
 
A) a educação básica poderá organizar-se em séries anuais, períodos semestrais, ciclos, 
alternância regular de períodos de estudos, grupos não-seriados, com base na idade, na 
competência e em outros critérios, ou por forma diversa de organização, sempre que o 
interesse do processo de aprendizagem assim o recomendar. 
 
B) a educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem como finalidade o 
desenvolvimento integral da criança de até 5 (cinco) anos em seus aspectos físico, 
psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade. 
 
C) o ensino fundamental regular será ministrado em língua portuguesa, assegurada às 
comunidades indígenas a utilização de suas línguas maternas e processos próprios de 
aprendizagem. 
 
D) A Base Nacional Comum Curricular referente ao ensino médio incluirá optativamente 
estudos e práticas de educação física, arte, sociologia e filosofia. 
 
E) as instituições públicas de educação superior obedecerão ao princípio da gestão 
democrática, assegurada a existência de órgãos colegiados deliberativos, de que 
participarão os segmentos da comunidade institucional, local e regional. 
 
RESPOSTA “D” 
 
 
Questão 9 
ERRADO 
(FCM/Prefeitura de Guarani - MG/Supervisor Pedagógico/2019) 
 
 
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), documento de caráter normativo, referência 
nacional para a formulação dos currículos, apresenta o conjunto de aprendizagens 
essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da 
Educação Básica. Essas aprendizagens só se materializam mediante o conjunto de decisões 
que caracterizam o currículo em ação. Tais decisões irão adequar as proposições da BNCC à 
realidade das instituiçõesescolares. (BRASIL, MEC, 2017). 
Segundo Macedo (2011), o currículo é hoje um dos temas educacionais mais importantes 
para as políticas públicas em educação. 
Avalie se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre as concepções de currículo 
como norteadoras de ação efetiva na adequação das proposições da BNCC. 
( ) O entendimento do currículo como uma invenção pedagógica dá autonomia aos 
membros das instituições escolares para definirem suas ações, sua qualidade e alcance, sem 
referências a outros parâmetros curriculares. 
( ) A compreensão dos diversos modelos curriculares da contemporaneidade nos oferece 
possibilidades de implantação pedagógica e formacional e nos leva a evitar que possamos 
tomá-los como modelos que se bastam em si. 
( ) A percepção do currículo enquanto conhecimento escolhido como formativo possibilita 
um empoderamento; passa a ter um poder considerável, porquanto o conhecimento define 
como devemos ver o mundo, a sociedade e a nós mesmos. 
( ) O entendimento do currículo como concepção, organização, implementação e avaliação 
de conhecimentos eleitos como formativos em uma realidade marcada pela complexidade 
que busca modelos curriculares pautadas na perspectiva monodisciplinar. 
( ) A concepção de currículo como prática, pois introduz elementos e problemas 
significativos a partir dos quais se faz necessário refletir: o currículo indica caminhos, 
travessias e chegadas, que são constantemente realimentados e reorientados pela ação dos 
atores/autores da cena curricular. 
De acordo com as afirmações, a sequência correta é: 
 
 
A) (V); (F); (F); (V); (F) 
B) (F); (F); (V): (V); (F) 
C) (F): (V); (V); (F); (V) 
D) (V); (V); (F); (F); (V) 
 
RESPOSTA “D” 
 
 
 
Questão 10 
ERRADO 
(Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ/Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ/Professor Adjunto de 
Educação Infantil/2019) 
 
 
O artigo 26 da Lei nº 9.394/96, LDB em vigor, afirma que os currículos da educação infantil 
devem contemplar a Base Nacional Comum Curricular – BNCC. Em dezembro de 2017, o 
Conselho Nacional de Educação a aprovou. Sobre esse tema, é correto afirmar que a BNCC é 
um documento de caráter: 
A) reflexivo, que define o conjunto normativo orgânico e progressivo de aprendizagens 
essenciais como direito das crianças, jovens e adultos 
 
B) normativo, que define o conjunto normativo orgânico e progressivo de aprendizagens 
essenciais como direito das crianças, jovens e adultos 
 
C) opcional, que defende o conjunto normativo orgânico e progressivo de aprendizagens 
essenciais como direito das crianças, jovens e adultos 
 
 
D) sugestivo, que defende o conjunto normativo orgânico e progressivo de aprendizagens 
essenciais como direito das crianças, jovens e adultos 
 
 
RESPOSTA “B” 
 
 
 
Questão 11 
ERRADO 
(FAU/IF-PR/Professor - Educação Especial/2019) 
 
 
Assinale a alternativa CORRETA. De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases (BRASIL, 2017) 
a Educação Profissional Técnica de Nível Médio, dispõe no Art. 36 que: “O currículo do 
ensino médio será composto pela Base Nacional Comum Curricular e por itinerários 
formativos, que deverão ser organizados por meio da oferta de diferentes arranjos 
curriculares, conforme a relevância para o contexto local e a possibilidade dos sistemas de 
ensino, a saber”: 
 
A) I - linguagens e suas tecnologias; II - matemática e suas tecnologias; III - ciências da 
natureza e suas tecnologias; IV - ciências humanas e sociais aplicadas; V - formação técnica e 
profissional. 
 
B) I - linguagens e matemática; II - inglês e espanhol; III - tecnologia e informação; IV - 
ciências exatas e humanas. 
 
C) I - formação técnica; II - formação matemática; III - formação tecnológica IV - formação 
científica; V - formação profissional. 
 
D) I - preparação para o trabalho; II - preparação para linguagens e suas tecnologias; III - 
preparação para matemática e ciências; IV - estudos das ciências humanas 
 
E) I - habilitação em linguagens; II - habilitação em matemática; habilitação nas tecnologias; 
III - preparação para as ciências da natureza; IV - especialização nas ciências humanas e 
sociais aplicadas; V - formação técnica e profissional. 
 
RESPOSTA “A” 
 
 
 
 
 
 
Questão 12 
ERRADO 
(COMPERVE/Prefeitura de Parnamirim - RN/Pedagogo/2019) 
 
 
Em uma reunião pedagógica, um pedagogo respondeu a algumas perguntas formuladas por 
professores que desconheciam a natureza e o conteúdo da Base Nacional Comum Curricular 
(BNCC). Nos itens a seguir, estão presentes algumas dessas questões. 
I A BNCC aplica-se à educação escolar e à não escolar, tal como as define a LDB, Lei nº 
9.394/1996? 
II Esse documento adota o conceito de competência para se referir ao que é básico e 
comum para nortear os currículos nas escolas? 
III Esse documento substitui o Parecer nº 7, de 7 de abril de 2010, relativo a Diretrizes 
Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica? 
IV A BNCC estabelece as aprendizagens essenciais que todos os estudantes devem 
desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica? As perguntas que 
devem ser respondidas pelo pedagogo de forma afirmativa estão nos itens 
A) II e III. 
B) I e III 
C) I e IV 
D) II e IV 
 
RESPOSTA “D” 
 
 
 
 
--- QUESTÕES -- 14 
 
1) Avalie a atividade descrita no texto de acordo com o que é expresso pela Base Nacional 
Comum Curricular (BNCC), e assinale a alternativa correta. 
• A 
A) Tem um interessante potencial pedagógico, porém não deve ser incorporada ao eixo 
curricular da escola, por depender de tarefas que estão fora do controle do corpo docente. 
B) É uma proposta consistente, mas que pode ser expandida como projeto transdisciplinar, 
pois trabalha temas transversais, como ética, meio ambiente, democracia e permite a 
contribuição de diversas disciplinas. 
C) É contributiva à formação do estudante do ensino fundamental II, devendo ser 
submetida à aprovação de comissões governamentais responsáveis pela normalização dos 
conteúdos escolares. 
D) Para ser adotada pela escola, ela deve ser coordenada pelo professor de língua 
portuguesa, que tem a primazia sobre as atividades que envolvam produção escrita e 
interpretação de texto. 
E) É uma alternativa pedagógica criativa e abrangente, mas se afasta da BNCC pela 
tendência de valorizar o universo digital, visando gerar o interesse do estudante ao invés de 
promover uma efetiva motivação acadêmica. 
 
RESPOSTA “B” 
 
2) De acordo com a Base Nacional Comum Curricular, na Educação Infantil vem se 
consolidando, nas últimas décadas, a concepção que vincula 
A) educar e proteger, entendendo a proteção como defesa dos direitos das crianças, 
primordialmente à educação. 
B) ensinar e cuidar, entendendo o ensino como preservação dos conhecimentos construídos 
socialmente. 
C) instruir e formar, entendendo a instrução como transmissão de conteúdos científicos 
relevantes às crianças. 
D) educar e cuidar, entendendo o cuidado como algo indissociável do processo educativo. 
E) educar e formar, entendendo a formação como preparação das novas gerações para um 
futuro profissional promissor. 
 
Resposta “D” 
 
 
3) A Resolução CNE/CP nº 2, de 22 de dezembro de 2017, institui e orienta a implantação da 
Base Nacional Comum Curricular no âmbito da Educação Básica. Considerando que a BNCC 
respeita os princípios de autonomia pedagógica e gestão democrática determinados pela 
legislação educacional, é correto dizer que as propostas pedagógicas das instituições ou 
redes de ensino devem 
A) ser elaboradas e executadas com efetiva participação de seus docentes. 
B) ser elaboradas por gestores, mas executadas com a participação de seus docentes. 
C) ser executadas por seus docentes, tendo em vista que sua elaboração já está 
integralmente concluída na própria BNCC. 
D) ser elaboradas com participação de seus docentes, tomando os parâmetros da BNCC 
como altamente recomendados, mas não obrigatórios. 
E)ser democraticamente elaboradas em consonância com os valores das famílias e da 
comunidade escolar local, os quais são prioritários perante os parâmetros da BNCC. 
RESPOSTA “A” 
 
 
 
4) Considerando o fragmento de texto precedente e as disposições da BNCC do ensino 
fundamental para a disciplina de língua portuguesa, julgue o item a seguir, a respeito do 
Realismo e do Naturalismo na literatura brasileira. 
A BNCC recomenda que seja trabalhada com os estudantes a habilidade de relacionar o texto 
literário com suas condições de produção e seu contexto sócio-histórico de circulação, o que 
é fundamental para a leitura de obras naturalistas, que enunciam preconceitos de seu tempo. 
A) CERTO 
 
B) ERRADO 
 
RESPOSTA “A” 
 
 
 
5) Considerando a BNCC, julgue o item subsequente. 
O processo de desenvolvimento das habilidades de produção de texto no ensino fundamental 
deve considerar o trabalho com as estratégias de planejamento, revisão, edição e reescrita 
de textos. O primeiro rascunho deve ser considerado apenas como base para reformulações 
que, ao final do processo de reescrita, sirvam para configurar o texto definitivo. 
 
A) CERTO 
 
B) ERRADO 
 
RESPOSTA “B” 
 
 
6) Considerando a BNCC, julgue o item subsequente. 
 
 
A BNCC assume a perspectiva enunciativo-discursiva de linguagem, segundo a qual a 
linguagem é uma forma de ação interindividual orientada para uma finalidade específica, um 
processo de interlocução que se realiza nas práticas sociais existentes na sociedade, nos 
distintos momentos de sua história. Tal proposta assume a centralidade do texto como 
unidade de trabalho, de forma a sempre relacionar os textos a seus contextos de produção e 
o desenvolvimento de habilidades ao uso significativo da linguagem em atividades de leitura, 
escuta e produção de textos em várias mídias. 
 
A) CERTO 
 
B) ERRADO 
 
RESPOSTA “A” 
 
 
7) Julgue o próximo item, a respeito das habilidades propostas pela BNCC para a disciplina de 
língua portuguesa nos anos finais do ensino fundamental. 
 
Atividades de leitura de textos do campo jornalístico-midiático devem visar desenvolver no 
estudante a habilidade de diferenciar liberdade de expressão de discursos de ódio, de 
maneira que ele possa posicionar-se contrariamente a esse tipo de discurso e vislumbrar 
possibilidades de denúncia, quando for o caso. 
 
 
A) CERTO 
 
B) ERRADO 
 
 
RESPOSTA “A” 
 
 
8) Considerando as disposições da BNCC, julgue o item subsequente. 
A BNCC preconiza atividades com textos literários entre as competências específicas de língua 
portuguesa para o ensino fundamental. 
 
A) CERTO 
B) ERRADO 
 
RESPOSTA “A” 
 
9) Considerando as competências e habilidades propostas pela BNCC do ensino fundamental 
para a disciplina de geografia, julgue o item subsecutivo. 
Como o tempo social e suas relações com os fenômenos da natureza são reflexos de múltiplas 
complexidades, as transformações antrópicas do meio natural e suas respectivas 
modificações no espaço geográfico são trabalhadas unicamente no último ano do ensino 
fundamental. 
 
A) CERTO 
B)ERRADO 
 
Resposta “B” 
 
 
10) Considerando as competências e habilidades propostas pela BNCC do ensino fundamental 
para a disciplina de geografia, julgue o item subsecutivo. 
 
Espera-se dos estudantes dos anos finais do ensino fundamental o entendimento relacional 
dos fenômenos espaciais no ordenamento do território usado. 
 
A) CERTO 
B) ERRADO 
 
RESPOSTA “A” 
 
11) Com relação à sociedade, a conceitos geográficos e ao ensino de geografia, julgue o 
próximo item . 
A cartografia social constitui instrumento metodológico relevante para o professor trabalhar, 
no ensino fundamental, a localização de componentes do espaço ou da paisagem urbano-
rural, em conformidade com a BNCC, que preconiza o desenvolvimento do sentido individual 
e coletivo da conservação ambiental. 
 
A) CERTO 
B) ERRADO 
 
RESPOSTA “A” 
 
 
12) Segundo o documento Base Nacional Comum Curricular (BNCC), ao longo da Educação 
Básica as crianças e adolescentes passam por uma série de mudanças relacionadas a aspectos 
físicos, cognitivos, afetivos, sociais, emocionais, entre outros. Assim, a BNCC do Ensino 
Fundamental – Anos Iniciais indica a necessidade de superar as rupturas que ocorrem na 
passagem entre as etapas da Educação Básica e entre as duas fases do Ensino Fundamental. 
Para tanto, aponta 
 
A) para a necessária articulação com as experiências vivenciadas na Educação Infantil, 
valorizando as situações lúdicas de aprendizagem 
B) para o desenvolvimento de um trabalho que se organize segundo ao planejado pelo 
professor. 
C) que a ação pedagógica deve ter o foco na alfabetização matemática para que as crianças 
se apropriem do sistema de numeração. 
D) que a progressão do conhecimento da criança deve ocorrer pela manutenção das práticas 
de linguagem utilizadas na Educação Infantil. 
E) que as mudanças próprias dessa fase da vida implicam a compreensão do educando com 
singularidades e formações identitárias e culturais próprias. 
 
RESPOSTA “A” 
 
 
13) Joana, professora de educação infantil, atenta à necessidade de atualizar-se e aprimorar 
o trabalho pedagógico que desenvolve, consultou a Base Nacional Comum Curricular – Etapa 
da Educação Infantil. Nesse documento, Joana leu os “Direitos de aprendizagem e 
desenvolvimento na educação infantil”. De acordo com o referido documento, um dos 
direitos de aprendizagem e desenvolvimento na educação infantil refere-se a: 
 
A) aplicar os princípios da evolução biológica para analisar a história humana, considerando 
sua origem, diversificação, dispersão pelo planeta e diferentes formas de interação, 
valorizando e respeitando a diversidade étnica e cultural. 
B) expressar, como sujeito dialógico, criativo e sensível, suas necessidades, emoções, 
sentimentos, dúvidas, hipóteses, descobertas, opiniões, questionamentos, por meio de 
diferentes linguagens. 
C) identificar e analisar aspectos das estruturas sociais da atualidade com os legados do 
racismo no Brasil e, ainda, identificar e analisar as políticas oficiais com relação aos povos 
indígenas. 
D) formular perguntas, apresentar argumentos e contra--argumentos coerentes, respeitando 
os turnos de fala, na participação em discussões sobre temas de interesse da turma e temas 
controversos. 
E) identificar e manipular diferentes tecnologias e recursos digitais para acessar, apreciar, 
produzir, registrar e compartilhar práticas e repertórios artísticos, de modo reflexivo, ético e 
responsável. 
 
RESPOSTA “B” 
 
 
14) Tendo em vista que, legitimada pelo pacto interfederativo, a Base Nacional Comum 
Curricular (BNCC) depende do adequado funcionamento do regime de colaboração para 
alcançar seus objetivos, analise as seguintes afirmativas. 
I. Uma das tarefas de responsabilidade direta da União é a revisão das formações inicial e 
continuada dos professores para alinhá-las à BNCC. II. O monitoramento da implementação 
da BNCC é tarefa do Ministério da Educação em colaboração com os organismos nacionais da 
área: CNE, Consed e Undime. III. A implementação da BNCC é prerrogativa dos sistemas e das 
redes de ensino. IV. As redes de ensino e escolas particulares têm diante de si a tarefa de 
construir currículos, com base nas aprendizagens essenciais estabelecidas na BNCC. 
Esse regime de colaboração prevê o que se afirma em: 
 
A) I e II, apenas. 
B) III e IV, apenas. 
C) I, II e III, apenas. 
D) I, II, III e IV. 
 
RESPOSTA “D” 
 
 
15) Em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, a 
Base Nacional Comum Curricular define os direitos e objetivos de aprendizagem das 
crianças, orientando as instituições educativas na elaboração do currículo. Acerca dessas 
orientações, considere as seguintes afirmativas: 
 
 
1. O primeiro passo à elaboração do currículo da Educação Infantil, que garanta, em sua 
propostapedagógica, o respeito às crianças, promovendo seu desenvolvimento, consiste 
em estudar a Resolução CNE/CBE nº 05/09. 
2. Para planejar o trabalho no cotidiano, os professores precisam analisar e identificar as 
conquistas e as dificuldades percebidas nas práticas com as crianças. 
3. De modo a orientar os projetos pedagógicos das unidades de Educação Infantil, a BNCC 
propõe que neles as crianças tenham garantidos como direitos mediadores de 
aprendizagens significativas: Conviver – Brincar – Explorar – Expressar – Participar – 
Conhecer-se. 
4. O currículo por campos de experiência propõe a organização do trabalho pedagógico na 
Educação Infantil com práticas essenciais para cada grupo etário, a fim de contemplar suas 
necessidades, demandas e interesses. 
 
Assinale a alternativa correta. 
 
A) Somente as afirmativas 1 e 2 são verdadeiras. 
B) Somente as afirmativas 3 e 4 são verdadeira 
C) Somente as afirmativas 1, 2 e 3 são verdadeiras. 
D) Somente as afirmativas 2, 3 e 4 são verdadeiras. 
E) As afirmativas 1, 2, 3 e 4 são verdadeiras. 
 
RESPOSTA “C” 
 
 
16) O artigo 26 da Lei nº 9.394/96, LDB em vigor, afirma que os currículos da educação 
infantil devem contemplar a Base Nacional Comum Curricular – BNCC. Em dezembro de 
2017, o Conselho Nacional de Educação a aprovou. Sobre esse tema, é correto afirmar que a 
BNCC é um documento de caráter: 
 
A) reflexivo, que define o conjunto normativo orgânico e progressivo de aprendizagens 
essenciais como direito das crianças, jovens e adultos 
B) normativo, que define o conjunto normativo orgânico e progressivo de aprendizagens 
essenciais como direito das crianças, jovens e adultos 
C) opcional, que defende o conjunto normativo orgânico e progressivo de aprendizagens 
essenciais como direito das crianças, jovens e adultos 
D) sugestivo, que defende o conjunto normativo orgânico e progressivo de aprendizagens 
essenciais como direito das crianças, jovens e adultos 
 
resposta “B” 
 
17) Qual das seguintes alternativas expressa uma definição crítica acerca da atual política de 
construção de uma Base Nacional Comum Curricular (BNCC) que vem sendo encaminhada 
pelo Ministério da Educação? 
 
A) Trata-se de uma proposta de unificação dos esforços de toda a rede pública de educação 
básica, para que a educação escolar tenha a mesma qualidade de norte a sul do país 
B) Trata-se de uma proposta de organização da educação básica, já que a mesma não conta 
com nenhuma diretriz ou parâmetro curricular nacional que oriente os professores e que 
garanta que os alunos das diferentes regiões do país tenham acesso aos mesmos 
conhecimentos 
C) Trata-se de uma proposta de reformulação da educação básica em todo o país, que 
consiste em padronizar 60% dos conteúdos a serem lecionados, a qual beneficiará, em 
grande medida, os grupos empresariais responsáveis pela confecção de materiais didáticos 
a serem distribuídos às escolas de todo o país. 
D) Não se trata de uma padronização dos conteúdos da educação básica, pois a Base 
Comum refere-se apenas a 60% dos conteúdos a serem trabalhados, deixando os sistemas 
de ensino livres para escolher os demais 40% 
 
RESPOSTA “C” 
Planos de aula Educação Infantil 
 
Disciplinas: Português e Matemática 
Conteúdos: revisão do nome , revisão igual/ diferente 
Objetivos: reconhecer a inicial do nome e sua escrita, diferenciar os opostos. 
Estratégias : brincadeiras, trabalho artístico, cartaz. 
 
Tema: transversal : Ética- Respeito 
 
Desenvolvimento: 
1ª- atividade : rotina 
2ª- atividade: motivação- brincar de minha casinha 
Material: crachás com nome das crianças, letras em papel ofício 
 
 
Desenvolvimento: 
●Abrir espaço na sala de aula e desenhar várias casinhas no chão, colar as letras. 
●Crianças em círculo devem estar de posse dos crachás com seu nome. 
●O professor mostra e diz o nome da letra. 
●As crianças que possuem aquela letra no início do seu nome, devem correr e entrar na 
casinha daquela letra. 
●A brincadeira continua, com o professor mostrando e cantando outras letras. 
 
 
3ª Atividade: 
_ Cada aluno receberá uma folha contendo o seu nome ,para ser feito trabalho artístico. 
_ Ficará a critério de cada um a maneira de como usar o material para enfeita-lo ( palito de 
fósforo, algodão, raspas de pontas de lápis de cor, giz de cera. 
 
 
4ª Atividade: 
_ Revisar as noções igual/diferente com auxílio do cartaz. 
_ Ensaiar a música que cantaremos para a mamãe explicar as crianças que a mamãe é muito 
importante e devemos trata-la com carinho e respeito. 
 
 
5ª Atividade: parquinho 
6ª Atividade : higiene das mãos 
7ª Atividade: arrumação da sala; saída. 
 
 
 
PLANO DE AULA EDUCAÇÃO INFANTIL 2 
 
 
III. Tema – Cultura típica brasileira 
IV. Conteúdo – Fonética, utilizando as parlendas como instrumento para o aprendizado de 
rimas e poesia musicalizada 
 
V. Objetivos gerais 
- Possibilitar que a professora-estagiária identifique o conhecimento que cada aluno tem com 
referencia a cultura e geografia de seu próprio país. 
- Possibilitar que os alunos ampliem seu conhecimento a respeito das características e 
elementos principais da cultura brasileira. 
Objetivos específicos 
- Que as crianças aprendam a diferenciar a cultura brasileira das demais culturas no resto do 
mundo. Que elas não só tenham contato, mas também aprofundem seus conhecimentos a 
respeito da culinária típica do Brasil, de suas danças e músicas típicas, esportes, monumentos 
nacionais e etc. Que as crianças possam ampliar seu conhecimento sobre rimas e poesias 
através do estudo e apresentação das parlendas nacionais. 
VI. Desenvolvimento do tema 
- Confecção com os alunos de um mapa mundi (utilizando papel craft, tinta guache e pincéis: 
a professora desenhará no papel o contorno dos países no mapa mundi e as crianças o pintarão) 
para que assim as crianças possam aprender sobre a localização geográfica do Brasil no mundo. 
A professora primeiramente conversará com os alunos a respeito do que entendem por cultura 
brasileira e pedirá para que cada aluno traga de casa algum objeto que remeta ao Brasil. Após 
a conversa, a professora falará e mostrará figuras e fotos dos principais elementos 
característicos da história, geografia e cultura brasileira: bandeira brasileira, praias (rio de 
janeiro), clima tropical, carnaval, samba, cultura indígena, comidas (feijoada, brigadeiro e pão 
de queijo) e futebol. Após a conversa e explicação básica de tais características, se dará a 
execução de atividades referentes ao conteúdo aprendido: confecção de máscaras de carnaval, 
confecção de tiaras indígenas de penas, aula de culinária das comidas típicas brasileiras 
(brigadeiro e pão de queijo), assistir a filmes que apresentem a cultura brasileira (filme: RIO) 
e realização de aula de música utilizando pandeiros para se aprender sobre a música brasileira 
(samba). 
 
 
VII. Recursos didáticos – lousa, giz, máscaras de carnaval, livros, fotos, computador, filmes, 
lápis, canetinhas, papel sulfite, desenhos, papelão, cartolina, tecido de feltro, papel collorset, 
papel cartão, tinta guache, giz de cera, penas coloridas, purpurina, lantejoulas, pincéis, glitter, 
lápis de cor, tesoura e etc. 
 
VIII. Avaliação – Avaliação diagnóstica, feita com o propósito de acompanhar o aprendizado 
dos alunos com relação aos conteúdos ensinados. 
 
 
IX. Atividades de avaliação – Participação dos alunos, resposta à perguntas, jogos de 
perguntas e respostas, compreensão de gravuras e etc. 
 
 
 
PLANO DE AULA EDUCAÇÃO INFANTIL 3 
 
 
Plano de aula jardim II 
 
 
ÁREA OBJETIVOS CONTEÚDOS 
matemática reconhecer e valorizar os 
números, as operações 
numéricas, as contagens 
orais e as noções espaciais 
como ferramentas 
necessárias no seu cotidiano; 
comunicar idéias 
matemáticas, hipóteses, 
processos utilizados e 
resultados encontrados em 
situações-problema relativas 
a quantidade,espaço fisíco e 
medida, utilizando a 
linguagem oral e a 
linguagem matemática; 
comparar grandezas, 
explorando diferentes 
procedimentos; 
números e sitema de 
numeração: 
 
 
contagem; 
cálculo mental; operações 
(noções); (situações 
problema) 
quantidades (ling. oral e 
registros) 
sucessor e antecessor 
(noções) 
números (em diferentes 
contextos); 
escrita numérica; notação; 
seriação. 
 
 
noções de posição; 
explorar formas 
geométricas, com sólidos, 
em sucatas e no ambiente, 
nomeando corretamente as 
formas geométricas; 
reproduzir formas 
geométricas; 
perceber a importância dos 
números no nosso dia a dia; 
desenvolver o raciocínio 
lógico; 
evidenciar a noção de 
quantidade, aproveitando 
suas experiências; 
compreender e executar 
diversas atividades 
relacionadas a quantidade e 
seu respectivo numeral; 
enumerar e agrupar 
quantidades de diferentes 
maneiras; 
conduzir ás crianças á 
compreensão de sequência. 
grandezas e medidas: 
 
 
diferentes procedimentos 
para comparar grandezas. 
introdução: ás noções de 
medidas de comprimento, 
peso,volume, tempo, isto é, 
pela utilização de unidades 
convencionais e não 
convencionais; 
marcação do tempo – 
calendários 
classificação. 
 
 
espaço e forma: 
 
 
posição – pontos de 
referência para situar-se e 
deslocar-se; 
formas, contornos, 
bidimensionalidades, 
tridimensionalidades, faces 
planas, lados retos; 
 
 
noções de símbolos 
matemáticos; 
brincadeiras e jogos 
matemáticos; 
linguagem corporal conhecer o corpo afim de 
compreender suas 
potencialidades e limites; 
entender o corpo como um 
meio de comunicação para 
que seja capaz de expressar-
se; 
equilibrar-se em diferentes 
situações de forma 
coordenada afim de 
melhorar seu desempenho; 
desenvolver as habilidades 
que requeiram o uso de 
força, velocidade, 
flexibilidade e controle 
muscular, para dominar 
melhor suas potencialidades; 
expressão corporal; 
esquema corporal 
(reconhecimento do corpo) 
dança 
jogos simbólicos 
equilíbrio e coordenação; 
força, velocidade, 
lateralidade, resistência, 
flexibilidade e controle-
muscular. 
 
 
utilização expressiva 
intencional do movimento 
nas situações cotidianas e 
em suas brincadeiras; 
percepção de estruturas 
rítmicas para expressar-se 
corporalmente por meio da 
dança, brincadeiras e de 
outros movimentos. 
linguagem musical explorar, produzir, 
reproduzir, comparar e 
discriminar os sons, para 
assim, poder identificá-los; 
vivenciar a diversidade dos 
sons, afim de perceber seus 
ritmos e pausas; 
despertar a apreciação 
estética e artística da 
música. 
sons vocais, corporais, 
ambientais e instrumentais; 
direção dos sons; 
contatos com diferentes 
obras musicais: infantis, 
popular, sertaneja, clássica, 
etc... 
altura (grave/agudo); 
duração (curto/longo); 
intensidade (fraco/forte); 
pulsação e ritmos; 
repertório de canções para 
desenvolver memória 
musical 
identidade e autonomia ter uma imagem positiva de 
si ampliando sua auto-
confiança, identificando 
cada vez mais suas 
limitações e possibilidades, 
e agindo de acordo com 
elas; 
identificar e enfrentar 
situações de conflito, 
utilizando seus recursos 
pessoais (de acordo com sua 
faixa etária) respeitando as 
outras crianças e adultos e 
exigindo reciprocidade; 
valorizar ações de 
cooperação e solidariedade, 
desenvolvendo atitudes de 
ajuda e colaboração e 
compartilhando suas 
vivências; 
adotar hábitos de 
autocuidado, valorizando as 
atitudes relacionadas com a 
higiene, alimentação, 
conforto, segurança, 
proteção do corpo e 
cuidados com a aparência. 
expressar e comunicar seus 
desejos, desagrados, 
necessidades, preferências, 
vontades em brincadeiras e 
nas atividades cotidianas; 
reconhecimento progressivo 
do próprio corpo e das 
diferentes sensações do 
mesmo; 
realizar pequenas ações 
cotidianas no seu alcance 
para que adquira maior 
independência; 
identificar situações de risco 
no seu ambiente mais 
próximo (prevenção de 
acidentes); 
auxílio na escolha de 
brinquedos, objetos e 
espaços para brincar; 
participar de situações que 
envolvem a relação com o 
outro; 
ter iniciativa para resolver 
pequenos problemas do 
cotidiano, pedindo ajuda se 
necessário; 
identificar e compreender a 
importância dos diversos 
grupos dos quais participam, 
respeitando regras básicas 
de convívio social 
participação de meninos e 
meninas igualmente em 
brincadeiras de futebol, 
casinha, pular corda, etc... 
valorizar o diálogo como 
forma de lidar com os 
conflitos; 
participar da realização de 
pequenas tarefas de 
cotidiano que envolvam 
ações de cooperação, 
solidariedade e ajuda na 
relação com os outros; 
trabalhar o respeito ás 
características pessoais 
relacionadas ao gênero, 
etnia, peso, estatura, etc... 
valorização da limpeza e 
aparência pessoal, (auto-
cuidado); 
respeitar e valorizar seu 
grupo de origem (família); 
conhecer, respeitar e utilizar 
algumas regras elementares 
de convívio social; 
valorizar os cuidados com os 
materiais de uso individual e 
coletivo; 
trabalhar procedimentos 
relacionados á alimentação, 
higiene das mãos, cuidado e 
limpeza pesssoal das várias 
partes do corpo; 
utilizar adequadamente os 
sanitários. 
linguagem oral e escrita a construção da escrita do 
nome, tem como objetivo 
fazer com que a criança se 
reconheça como um sujeito 
importante que possui um 
nome que é só seu, além de 
propiciar a aprendizagem da 
escrita; 
reconhecer seu nome escrito, 
sabendo identificá-lo nas 
diversas situações do 
cotidiano; 
ampliar gradativamente suas 
possibilidades de 
comunicação e expresssão, 
nome próprio (história do 
nome, letras que formam o 
nome) 
expressão, interpretação e 
relato de vivências; 
descrição de cenas, objetos e 
seres vivos (animais, 
vegetais e ser humano) oral 
e escrita; 
tudo pode ser escrito e 
lido:(símbolos, rótulos, 
embalagens, 
marcas,logotipos,nomes de 
objetos, pessoas, animais, 
vegetais, lugares, 
interessando-se por conhecer 
vários gêneros orais 
eescritos e participando de 
diversas situações de 
intercâmbio social nas quais 
possa contar suas vivências, 
ouvir as de outras pessoas, 
elaborar e responder 
perguntas; 
familiarizar-se com a escrita 
por meio do manuseio de 
livros, revistas, rótulos e 
outros portadores de textos e 
da vivência de diversas 
situações nas quais seu uso 
se faça necessário; 
participar de jogos vervais e 
pedagógicos afim de 
interessar-se por escrever 
palavras e textos ainda que 
não de forma convencional; 
usar a linguagem oral para 
conversar, brincar, 
comunicar e expressar 
desejos, necessidades, 
opiniões, idéias, preferências 
e sentimentos e relatar suas 
vivências nas diversas 
situações de interação 
presentes no cotidiano. 
personagens, títulos de 
livros ou histórias); 
jogos verbais: modalidades 
de linguagem: 
-trava-línguas 
-adivinhas 
-parlendas 
-quadrinhas 
-poemas 
-canções 
jogos pedagógicos: 
-jogos para a escrita 
-jogos para a leitura 
textos e portadores de 
textos: 
-produção e interpretação de 
textos; 
-conhecimento de diferentes 
gêneros: contos, poemas, 
notícias de jornal, 
informativo, narrativo, 
descritivo, bulas, receitas, 
etc... 
artes visuais ampliar o conhecimento de 
mundo que possuem, 
manipulando diferentes 
objetos e materiais, 
explorando suas 
características, propriedades 
e possibilidades de 
manuseio e entrando em 
contato com formas diversas 
de expressão artística; 
utilizar diversos materiais 
gráficos e plásticos sobre 
diferentes superfícies para 
ampliar suas posibilidades 
de expressão e 
comunicação; 
produzir trabalhos de arte, 
através da linguagem do 
desenho, da pintura, da 
modelagem, da colagem, da 
exploração e manipulação 
de diferentes materiaise 
variados suportes para o 
desenho e a pintura; 
exploração e 
reconhecimento de 
diferentes movimentos 
gestuais, visando a produção 
de marcas, grafias; 
conhecimento da 
diversidade de produções 
artísticas: desenhos, 
pinturas, esculturas, 
construções, fotografias, 
colagens, ilustrações, 
cinema, etc...; 
expressão plástica através de 
diferentes técnicas: desenho, 
pintura, modelagem em 
areia, massa e argila, 
construção, utilizando os 
elementos constituintes 
dessas linguagens: linha, 
forma, cor, textura; 
desenvolver o gosto, o 
cuidado e o respeito pelo 
processo de produção e 
criação, interessando-se 
pelas próprias produções, 
pelas de outras crianças e 
pelas diversas obras 
artísticas com as quais 
entrem em contato, 
ampliando seu 
conhecimento do mundo e 
da cultura; 
o trabalho com projeto no 
ensino de artes visuais 
possibilitará ampliar 
não só as formas de 
expressão como também o 
universo criativo e o 
imaginário das crianças, o 
que refletirá com certeza nas 
outras áreas. 
construção com sucatas, 
recorte, colagem, dobradura 
e gravura; 
conhecimento de alguns dos 
elementos constituintes da 
linguagem visual: linha, 
forma, cor, textura; 
apreciação de obras de arte; 
valorização das informações 
de produções artísticas, a 
partir de projetos que serão 
realizados no decorrer do 
ano letivo. 
natureza e sociedade reconhecer-se como um 
sujeito importante que 
possui suas características 
próprias e únicas, 
respeitando a si próprio e ao 
outro. 
participar de jogos 
dramáticos experimentando 
diferentes papéis, 
conseguindo interagir cada 
vez mais com elementos do 
grupo, organizando-se no 
espaço e no tempo. 
despertar nas crianças a 
importância do convívio 
social entre os membros de 
um determinado grupo 
social, permitindo que 
reflitam sobre importância 
dos trabalhos em grupo, 
mostrando como é 
necessária a participação de 
todos, que cada um colabore 
fazendo a sua parte, 
cumprindo e valorizando as 
identidade e autonomia 
jogo dramático 
valores 
grupos sociais e seu modo 
de ser, viver e trabalhar. 
lugares e paisagens (local, 
natural e modificada) 
meio ambiente 
seres vivos (homem, animais 
e vegetais) 
fenômenos da natureza 
objetos e processos de 
transformação 
datas comemorativas 
 
 
regras de convivência social 
e respeitando os direitos dos 
outros. 
conhecer e participar de 
histórias, brincadeiras, jogos 
e canções que caracterizem 
o modo de vida de seu grupo 
social e de outros grupos do 
presente e do passado, 
identificando alguns papéis 
sociais existentes em seus 
grupos de convívio, 
manifestando opiniões, 
buscando informações e 
confrontando idéias. 
observar a paisagem local e 
utilizar-se de algumas fontes 
de informação para a 
observação de mudanças 
ocorridas ao longo do 
tempo. 
saber que nosso país possui 
uma das mais ricas florestas 
do mundo e a maior 
biodiversidade do planeta. 
ajudar as crianças a se 
tornarem cidadãos 
conscientes, preocupados 
com a melhoria da qualidade 
de vida no planeta, 
mostrando que ao cuidarmos 
do meio ambiente, 
estaremos contribuindo para 
mantermos a nossa saúde e a 
saúde daqueles que nos 
cercam. 
estabelecer algumas relações 
entre o meio ambiente e as 
diferentes formas de vida 
que ali se estabelecem, 
reconhecendo suas 
características e 
necessidades vitais, 
valorizando sua importância 
para a preservação das 
espécies e para a qualidade 
da vida humana. 
valorizar as atitudes de 
cuidados com o corpo 
relacionados á saúde, á 
prevenção de acidentes e ao 
bem –estar individual e 
coletivo. 
estabelecer relações entre os 
fenômenos da natureza e a 
vida humana, levando os 
alunos a refletirem sobre o 
funcionamento da natureza, 
seus ciclos e ritmos de 
tempo, ampliando seus 
conhecimentos, revendo e 
reformulando as explicações 
que possuem sobre eles. 
conhecer as relações entre os 
seres humanos e a natureza, 
e as formas de 
transformação e utilização 
dos recursos naturais que as 
diversas culturas 
desenvolveram na relação 
com a natureza e que 
resultam, entre outras coisas, 
nos diversos objetos 
disponíveis ao grupo social 
ao qual as crianças 
pertencem: ex: objetos de 
escrita e contagem, 
ferramentas, máquinas, 
instrumentos musicais, 
brinquedos, aparelhos 
eletrodomésticos, 
construções, meios de 
transportes ou de 
comunicação. 
projetos. 
 
 
 
 
PLANO DE AULA - EDUCAÇÃO INFANTIL – LINGUAGEM CORPORAL 
 
 
 
 
PLANO DE AULA 
Tema: História “Zezé” Data: 
Ano: Educação infantil Professor(a): 
Disciplina: Matemática /Linguagem 
Corporal 
Escola: 
 
 
Conteúdo 
Linguagem oral/ linguagem corporal/ 
linguagem matemática 
Objetivos 
• Trabalhar o conceito de círculo 
explorar noção de dentro e fora/ 
agilidade Oralidade através da 
canção. 
Avaliação 
Os alunos foram capazes de interagir 
com seus colegas, e de relatarem a 
seqüência dos fatos acontecidos na 
história, desenvolvendo assim sua 
concentração. 
Materiais /Equipamentos bambolês 
 
 
Desenvolvimento 
Rodinha conversa informal para 
apresentar a história; “Zezé”. “Vejam o 
que aconteceu, Meu boneco de neve 
derreteu. 
 
 
Os olhos, as orelhas, a boca e o nariz, 
Até o pescoço desapareceu. As mãos, 
os braços e a barriga, Foram parar no 
chão. Ta vendo sol! Você abusou! Do 
Zezé e nada restou”!!! 
 
 
Após terminar a história, fizemos 
perguntas sobre quem era Zezé, o que 
aconteceu com ele, por quê? Quais 
foram as partes do corpo do Zezé que 
desapareceram e quantas elas eram? 
Conversamos sobre a importância de se 
proteger do sol, e seus efeitos na pele e 
para a saúde. 
 
 
Atividade 2: 
Em folhas de ofício pedimos aos alunos 
para desenharem o boneco de neve 
Zezé, ao terminarem foram expostos no 
varal da sala. 
 
 
 
 
 
 
PLANO DE AULA – EDUCAÇÃO INFANTIL TEMA “AGUA” 
 
 
PLANO DE AULA 
Tema: Cartaz Data: 
Ano: Educação infantil Professor(a): 
Disciplina: Matemática /Linguagem 
Corporal 
Escola: 
 
 
Conteúdo Água: usos, economia e desperdício; 
Objetivos 
• Levar a turma a compreender que 
a água é um recurso escasso no 
planeta e que o uso irresponsável 
desse recurso pode prejudicar a 
sobrevivência dos seres vivos. 
Avaliação 
Verificamos que turma compreendeu 
que certas atividades humanas 
provocam o desperdício da água e que 
essa perda deve ser evitada. 
Materiais /Equipamentos 
jornais, revistas, encartes, cola, 
cartolina, tesoura 
 
 
Desenvolvimento 
Roda de conversa sobre a água utilizada 
por eles, fizemos perguntas como? 
“Quais atividades domésticas vocês 
conhecem que precisam de água?” 
 
 
Conforme foram surgindo sugestões, 
anotaram em cartaz, na lista continha 
itens como lavagem de roupa, de louça 
e de mãos, banho e escovação de 
dentes. 
 
 
Conversamos sobre essas atividades 
para ajudar a turma a perceber que as 
famílias utilizam a água de modo 
semelhante. 
 
 
Reservamos algumas revistas onde as 
crianças procuraram imagens das ações 
e colaram nos cartazes. 
 
 
Pedimos que a turma fizesse dois 
desenhos, um deles representando o 
desperdício e o outro mostrando como 
podemos economizar água. 
 
 
Distribuímos imagens de jornais e 
revistas que mostravam desperdício e 
economia de água estas estavam 
misturadas e pedimos que as crianças 
separassem o material em dois grupos, 
de acordo com o bom e o mau uso do 
recurso. 
 
 
Ao final da seleção as crianças 
colocaram com a nossa ajuda as 
imagens no cartaz separadamente. 
 
 
 
Plano de Aula para Educação Infantil -Meio Ambiente 
Conteúdo 
Meio ambiente 
Objetivos 
• Despertar a formação de valores e atitudes com o meio em que vive; 
Compreender a importância de preservar o meio ambiente; estimular o 
cuidado com a natureza. 
Avaliação 
Compreenderam a importância de cuidar do meio em que vivem respeitando seu meio 
ambiente.Materiais /Equipamentos 
jornais, revistas, encartes, cola, cartolina, tesoura 
 
 
Desenvolvimento 
https://planosdeaula.com.br/documentos/plano-aula-educacao-infantil-meio-ambiente.docx
Conversamos informalmente e perguntamos a eles o que é meio ambiente? 
 Após as respostas fomos orientando o as perguntas para dar informações a eles: 
Como está o meio ambiente em que vivemos? 
O que fazem para ajudar esse meio ambiente? 
Depois da roda de conversa contamos a história “No fim do mundo muda o fim”. 
 
 
Após a história pedimos que eles desenhassem qual era o fim que eles desejavam 
para o meio ambiente em que vivem, e construímos um mundo de papelão para 
representarmos as águas e as florestas e os homens e os animais. 
Conteúdo Meio ambiente 
Objetivos 
• Despertar a formação de valores 
e atitudes com o meio em que 
vive; Compreender a importância 
de preservar o meio ambiente; 
estimular o cuidado com a 
natureza. 
Avaliação 
Compreenderam a importância de 
cuidar do meio em que vivem 
respeitando seu meio ambiente. 
Materiais /Equipamentos 
jornais, revistas, encartes, cola, 
cartolina, tesoura 
 
 
Desenvolvimento 
Conversamos informalmente e 
perguntamos a eles o que é meio 
ambiente? 
 
 
 Após as respostas fomos orientando o 
as perguntas para dar informações a 
eles: Como está o meio ambiente em 
que vivemos? 
 
 
O que fazem para ajudar esse meio 
ambiente? 
 
 
Depois da roda de conversa contamos a 
história “No fim do mundo muda o fim”. 
 
 
Após a história pedimos que eles 
desenhassem qual era o fim que eles 
desejavam para o meio ambiente em 
que vivem, e construímos um mundo de 
papelão para representarmos as águas 
e as florestas e os homens e os animais. 
PLANO DE AULA 
Tema: “No fim do mundo muda o fim” Data: 
Ano: Educação infantil Professor(a): 
Disciplina: Natureza e Sociedade Escola: 
PLANO DE AULA 
Tema: “No fim do mundo muda o fim” Data: 
Ano: Educação infantil Professor(a): 
Disciplina: Natureza e Sociedade Escola: 
 
 
 
 
Plano de Aula para Educação Infantil – Artes 
 
 
 
 
PLANO DE AULA 
Tema: Arte Data: 
Ano: Educação infantil Professor(a): 
Disciplina: Artes Escola: 
Conteúdo 
Desenho livre, pintura, incentivar e 
desenvolver o hábito de desenho, 
estimulando assim a fantasia da criança. 
Objetivos 
• Explorar a criatividade usando 
materiais de higiene para fazer 
arte. Desenvolver a habilidade 
de discriminar 
• Cor, forma, dimensão, espaço e 
harmonia. 
Avaliação 
Avaliamos a participação, a colaboração 
e a organização da turma durante o 
desenvolvimento das atividades 
propostas bem como o entendimento 
dos conteúdos. 
Materiais /Equipamentos 
Folha A4, Pasta de dente, Anilina, Copo 
Plástico 
 
 
Desenvolvimento 
Conversamos com os alunos sobre as 
cores, e a arte de transformá-las, além 
de fazê-las. 
 
 
https://planosdeaula.com.br/documentos/plano-aula-educacao-infantil-artes.docx
Na sala de aula colocamos as pastas de 
dente em copos plásticos e tingimos com 
anilina de diferentes cores, reunimos as 
crianças de modo que pudessem usar as 
cores uns dos outros e entregamos uma 
folha de papel A4 e pedimos para que 
fizessem um desenho usando os dedos 
e a tinta feita com a pasta de dente. 
 
 
Observamos as diferenças de texturas, 
em seguida perguntamos o porquê 
desse desenho. Eles participaram, 
respondendo que era porque tinha muito 
mais tinta em um desenho do que no 
outro, e também porque misturaram as 
 cores. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Plano de Aula para Educação Infantil – Matemática 
 
 
PLANO DE AULA 
Tema: Cartaz dos Círculos Data: 
Ano: Educação infantil Professor(a): 
Disciplina: Matemática Escola: 
 
 
Conteúdo Grafismo; Equilíbrio e concentração. 
Objetivos 
o Desenvolver o grafismo 
(trabalhando o desenho de 
círculos); 
o Trabalhar o equilíbrio e a 
concentração através de 
atividades físicas; 
https://planosdeaula.com.br/documentos/plano-aula-educacao-infantil-matematica.docx
o Desenvolver o cuidado 
com a alimentação; 
o Conhecer a importância da 
preservação e cuidado 
com o seu meio ambiente. 
Avaliação 
Os alunos reconheceram a figura 
geométrica círculo, e as cores que eles 
pintaram, desenvolvendo assim sua 
concentração. 
Materiais /Equipamentos 
 giz de cera, papel pardo, tinta guache, 
pincel. 
 
 
Desenvolvimento 
Rodinha da conversa conversou 
informalmente com os alunos, sobre 
como segurar um lápis e fazer 
movimentos circulares desenhando 
bolinhas. 
 
 
Colocamos um cartaz de papel pardo no 
chão da sala e pedimos que os alunos 
desenhassem círculos nele. 
 
 
Após todos terem desenhado, 
conversamos sobre os tamanhos dos 
círculos, fazendo-os observarem que 
praticamente todos têm tamanhos 
diferentes, mas que ainda assim 
continuam sendo círculos. Após 
terminarem, pintaram com pincel e tinta 
os círculos. Depois de prontos expomos 
na sala como trabalho coletivo. 
 
 
Plano de Aula para Educação Infantil – Natureza e Sociedade 
 
PLANO DE AULA 
Tema: Vamos ajudar o agricultor a 
plantar as sementinhas? 
Data: 
Ano: Educação infantil Professor(a): 
Disciplina: Natureza e Sociedade Escola: 
Conteúdo Equilíbrio e concentração; Alimentação. 
Objetivos 
o Desenvolver a 
coordenação motora e o 
cuidado com a 
alimentação. 
https://planosdeaula.com.br/documentos/plano-aula-educacao-infantil-natureza-sociedade.docx
https://planosdeaula.com.br/documentos/plano-aula-educacao-infantil-natureza-sociedade.docx
https://planosdeaula.com.br/documentos/plano-aula-educacao-infantil-natureza-sociedade.docx
Avaliação 
Os alunos refletiram sobre sua 
alimentação e os cuidados que devem 
ter com ela 
Materiais /Equipamentos pincel, tintas, lixas de parede. 
 
 
Desenvolvimento 
Rodinhas da conversa conversaram 
sobre a alimentação, de como devemos 
cuidar dela e como ela é importante para 
a nossa saúde. 
 
 
Utilizando o cartaz da aula anterior com 
os círculos, cada aluno plantou dentro do 
circulo que desenhou uma sementinha. 
 
 
Contou para a turma a semente que ele 
plantou e por quê? 
 
 
Assim que terminaram fizeram um 
trabalho de arte feito com lixa, onde 
pintaram uma folha em branco até 
parecer uma fruta ou legume, onde eles 
falaram o nome: Os trabalhos foram 
expostos no varal da sala de aula. 
 
 
Plano de Aula para Educação Infantil – Linguagem Oral 
 
PLANO DE AULA 
Tema: Coelhinho sai da toca Data: 
Ano: Educação infantil Professor(a): 
Disciplina: Matemática /Linguagem 
Oral 
Escola: 
 
 
Conteúdo 
Matemática/Linguagem corporal/ 
Linguagem Oral/ Música Equilíbrio e 
concentração. 
Objetivos 
• Trabalhar o conceito de círculo 
explorar noção de dentro e fora/ 
agilidade Oralidade através da 
canção. 
Avaliação 
Os alunos ao realizarem a atividade, 
desenvolveram a atenção e oralidade e 
a expressão corporal. 
https://planosdeaula.com.br/documentos/plano-aula-educacao-infantil-linguagem-oral.docx
Materiais /Equipamentos bambolês 
 
 
Desenvolvimento 
Começamos com uma conversa 
informal de quantos alunos estão na 
sala, eles participaram contando. Após 
explicamos a brincadeira. 
 
 
É necessário colocar bambolês no chão, 
que serão as tocas. Cada criança é um 
coelhinho e uma de nós foi “seu lobo”. As 
crianças cantaram, enquanto 
passeavam pela sala: Vamos passear 
no bosque, enquanto seu lobo não vem. 
 
 
Vão até onde o lobo está e 
perguntaram: seu lobo está? Por duas 
vezes o lobo disse que estava ocupado 
fazendo algo. Em seguida, quando as 
crianças voltaram novamente o lobo 
disse: o lobo está pronto! 
 
 
E saiu pegando as crianças que estavam 
fora das tocas. Repetimos a brincadeiras 
por algumas vezes, e nos sentamos para 
conversar sobre a parte que eles mais 
gostaram da brincadeira, quem eram os 
personagens e quantos coelhinhos o 
lobo conseguiu pegar? 
 
 
Plano de Aula para Educação Infantil – Linguagem 
 
 
Conteúdo LINGUAGEM ORAL/ LINGUAGEM COPORTAL/ LINGUAGEM 
MATEMÁTICA 
 
Objetivos 
• Trabalhar a atenção; 
• Desenvolver e ampliara oralidade; 
• Explorar a atenção. 
Avaliação 
https://planosdeaula.com.br/documentos/plano-aula-educacao-infantil-linguagem.docx
Os alunos foram capazes de desenvolver sua oralidade, interagindo com todos os 
colegas, além da atenção que tiveram para realizarem a brincadeira. 
Materiais /Equipamentos 
 
 
Desenvolvimento 
Aplicação com a rodinha de conversa sobre brincadeiras, do que eles gostam de 
brincar e se gostam de conhecer brincadeiras novas. 
Fizemos vários círculos com giz no chão e pedimos que os alunos caminhassem 
sobre eles. Na sala, fizemos uma roda. Explicamos aos alunos como era para ser 
feito. 
 
O caçador escolhido pela professora cochila no centro da roda, enquanto os macacos 
giram em sua volta, tomando cuidado para não fazer barulho. De repente, o caçador 
acorda e grita: cada macaco no seu galho! Todas as crianças vão correr e entrar em 
um circulo para não serem pegas. 
 
Quando o caçador achar que já está a bastante tempo num galho, vai dar novamente 
a ordem, para que todos procurem outro galho, tendo mais chance de pegar algum 
macaco. 
Iniciamos a brincadeira , Cada macaco no seu galho, e ao terminar, realizamos uma 
contagem de quantos macacos foram pegos na brincadeira. 
Conteúdo 
Linguagem oral/ linguagem corporal/ 
linguagem matemática. 
Objetivos 
• Trabalhar a atenção; 
• Desenvolver e ampliar a 
oralidade; 
• Explorar a atenção. 
Avaliação 
Os alunos foram capazes de 
desenvolver sua oralidade, interagindo 
com todos os colegas, além da atenção 
que tiveram para realizarem a 
brincadeira. 
Materiais /Equipamentos 
 
 
 
 
Desenvolvimento 
Aplicação com a rodinha de conversa 
sobre brincadeiras, do que eles gostam 
de brincar e se gostam de conhecer 
brincadeiras novas. 
 
 
Fizemos vários círculos com giz no chão 
e pedimos que os alunos caminhassem 
sobre eles. Na sala, fizemos uma roda. 
Explicamos aos alunos como era para 
ser feito. 
 
 
O caçador escolhido pela professora 
cochila no centro da roda, enquanto os 
macacos giram em sua volta, tomando 
cuidado para não fazer barulho. De 
repente, o caçador acorda e grita: cada 
macaco no seu galho! Todas as crianças 
vão correr e entrar em um circulo para 
não serem pegas. 
 
 
Quando o caçador achar que já está a 
bastante tempo num galho, vai dar 
novamente a ordem, para que todos 
procurem outro galho, tendo mais 
chance de pegar algum macaco. 
 
 
Iniciamos a brincadeira , Cada macaco 
no seu galho, e ao terminar, realizamos 
uma contagem de quantos macacos 
foram pegos na brincadeira. 
PLANO DE AULA 
Tema: Cada macaco no seu galho Data: 
Ano: Educação infantil Professor(a): 
Disciplina: Linguagem Escola: 
PLANO DE AULA 
Tema: Cada macaco no seu galho Data: 
Ano: Educação infantil Professor(a): 
Disciplina: Linguagem Escola: 
 
 
Plano de Aula para Educação Infantil – Identidade 
 
 
PLANO DE AULA 
Tema: Identidade Data: 
Ano: Educação infantil Professor(a): 
https://planosdeaula.com.br/documentos/plano-aula-educacao-infantil-identidade.docx
Disciplina: Natureza e Sociedade Escola: 
 
 
 
 
Conteúdo Espaço e tempo da criança- Identidade 
Objetivos 
• Desenvolver socialização. Fazer 
com que a criança entenda que 
ela tem uma origem, e uma 
identidade cultural ajudando 
também na escrita do seu nome. 
Avaliação 
Os alunos foram capazes de 
compreender que cada um tem sua 
identidade, e sua própria cultura, 
levando a desenvolver um respeito pelo 
outro em suas diferenças e 
semelhanças. 
Materiais /Equipamentos folhas, A4, lápis de cor, giz de cera 
 
 
Desenvolvimento 
Perguntamos aos alunos se eles já viram 
uma identidade e se eles sabem para 
que serve. 
 
 
Alguns disseram que sim, logo em 
seguida mostramos uma identidade a 
eles e explicamos que é usada para nos 
identificar e para demonstrar que a gente 
existe, e falamos também que todos nós 
temos uma identidade. 
 
 
Em seguida dissemos também que 
existe outro tipo de identidade, a 
identidade cultural, que é aquilo que a 
gente gosta como, por exemplo, uma 
roupa, uma música, etc. em seguida 
realizamos uma atividade com os alunos 
em que construímos um crachá com o 
nome e eles desenharam sua própria 
foto. Ao final, cantamos músicas 
selecionadas por eles

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