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MET/MEV 1
🔬
MET/MEV
Utiliza um feixe de elétrons para observar partículas de até 1nm
Aumenta até 250.000 vezes
Microscópio eletrônico de transmissão
Analisa imagens formadas pelos elétrons que atravessam a amostra
A amostra precisa ser bem fina, caso contrário a imagem formada ficará escura 
Funcionamento do MET
Um filamento de tungstênio emite feixes de elétrons na coluna
Os elétrons são controlados por meio de um campo magnético
MET/MEV 2
No fundo da coluna existe uma placa fluorescente, com sulfato de zinco, que permite a 
visualização dos elétrons 
Além disso, existe um sistema a vácuo no interior da couna, para que o ar não disperse o 
feixe de elétrons
MET/MEV 3
Limites da lentes eletrônicas 
Astigmatismo: gerado pela assimetria do campo magnético 
MET/MEV 4
Esfericidade: os feixes de elétrons mais distantes do eixos são fortemente defletidos 
Sistema de foto documentação: as imagens são registradas por meio de câmeras digitais
Preparação das amostras
1. Fixação: utiliza-se glutaldeído e formaldeído, seguido de uma pós fixação com tetróxido de 
ósmio
2. Desidratação: utiliza-se álcool ou acetona, amostras molhadas podem resultar em explosão 
da coluna
3. Inclusão: adiciona-se resina plástica e a amostra é transferida para uma forma de silicone
4. A amostra endurecida é cortada em um ultramicrótomo, que utilizam navalha de vidro ou 
diamante
💡 As amostras precisam ter entre 50-100 nm de espessura
5. Após o corte, as amostras são colocadas em solução aquosa
7. A amostra é colocada na telina, estrutura de cobre, níquel ou ouro, junto com uma película 
de plástico chamada formvar
8. Contrastação: são adicionados metais pesados, como o acetato de uranila e citrato de 
chumbo
💡 As amostras no MEV não podem ser coradas, por isso são utilizados metais pesados, 
que se precipitam e dão contraste nas estruturas celulares
MET/MEV 5
Contrastação negativa
💡 Utilizada pra visualização de partícula viral e nanopartículas 
Nesse caso, as amostras são submetidas a um contrastante negativo que contém metal, como, por 
exemplo, o ácido fosfotúngstico. Na secagem, os átomos do metal, que são eletrodensos, 
MET/MEV 6
recobrem a amostra, envelopando-a. A amostra aparece escura, enquanto que o fundo aparece 
claro, na visualização em modo “Bright Field”. Sem contrastação, as amostras que não são 
naturalmente eletrodensas, seriam transparentes, com grande dificuldade de visualização
Microscópio eletrônico de varredura
Usado pra observar detalhes de uma superfície e na taxonomia de animais, plantas e insetos
Forma imagens através da reflexão ou emissão dos elétrons na superfície da amostra
Menor que o MET
Também possui um sistema de vácuo
Parte de computação muito sofisticada
As imagens podem ser coloridas artificialmente
Formação da imagem
Elétrons secundários: possuem baixa energia e são formadas através da excitação dos 
elétrons da camada mais externas dos átomos das amostras pelo feixe de elétrons e são 
totalmente fiéis ao relevo da amostra.
Elétrons retroespalhados: possuem alta energia e a imagem formada fornece diferentes 
informações, pois além do contraste em função do relevo, é possível se obter contraste em 
MET/MEV 7
função do número atômico dos elementos químicos presentes na amostra analisada, onde as 
regiões mais claras da imagem representam elementos químicos mais pesados.
Preparação de amostra
1. Desidratação: usando álcool ou acetona
2. A amostra é colocada no porta amostra e levado para a secagem ao ponto crítico, utilizando 
CO2 líquido, que no processo fica gasoso e não deforma a amostra
3. Metalização: a amostra é coberta de ouro ou platina

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