Prévia do material em texto
ANTICOLINÉRGICOS E COLINÉRGICOS NOMES: ALANIS LIRA, DAIANNE MARTINS, LUMA MARTINS, NATALYA VICENTE, THAIANE SANTOS. INTRODUÇÃO O que são agentes colinérgicos? Fármacos que agem no SNA Parassimpático nos receptores M, associados a proteína G e N, produzindo efeitos parassintomiméticos (c) ou parassimpatolíticos. Objetivo do trabalho: Definir o sistema e os agentes colinérgicos e anticolinérgicos, e relacionar a estrutura-atividade com enfoque na fisiopatologia e tratamento da doença de Alzheimer ACETILCOLINA Descoberta A descoberta da acetilcolina e a elucidação do Sistema Nervoso Autônomo, pelo inglês Henry Hallett Dale (1875-1968) e pelo alemão Otto Loewi (1873-1961) ACETILCOLINA Descoberta Loewi sonhou com o experimento e anotou as etapas em seu rascunho. Realizou-o com sucesso em laboratório, fazendo a estimulação elétrica do nervo vago de um coração de sapo. ACETILCOLINA Descoberta O resultado mostrou que um segundo coração só reagiu ao estímulo do primeiro quando perfundido com o líquido do coração estimulado, indicando a ação de alguma substância liberada pelo primeiro coração no sistema parassimpático do segundo. SÍNTESE Fonte: VIEGAS JR et al., 2004. Processo denominado colina- acetiltransferase, utiliza as moléculas de colina e acetil como material de partida Fonte: VIEGAS JR et al., 2004. Colina: obtida por fosforilcolina, fosfatidilcolina e/ou glicerilfosforilcolina. Transportada para dentro do neurônio via cotransportador de colina e sódio Acetil: AcetilCoenzima A, produto do metabolismo do organismo. Ambas as moléculas são sujeitas ao processo de Colina-acetiltransferase SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO Tratamos de inervações (respostas) simpáticas quando nos referimos a um ato de emergência, por exemplo: uma resposta a fuga, gasto de energia. Já, as parassimpáticas por sua vez, se referem a funções antagônicas, como por exemplo: economia e obtenção de energia, repouso e digestão. SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO A regulação é feita pelas vias aferentes periféricas viscerais, pelo tronco encefálico, hipotálamo, o sistema límbico e outros centros do SNC. (NISHIDA, 2007). ESTÍMULO Receptor polarizado: alta conc. de Na+ fora e K+ dentro da célula, o que causa o impulso nervoso e a liberação de acetilcolina das vesículas de armazenamento ESTÍMULO Receptor polarizado: o movimento dos íons pela membrana produz um equilíbrio de cargas, estimulando o receptor. ESTÍMULO O estado repolarizado do receptor, é obtido pela hidrólise da acetilcolina em excesso pela acetilcolinesterase, logo, como resultado do estado polarizado, temos a volta dos íons ao estado de repouso por transporte ativo. ESTÍMULO Acetilcolina armazenadas em vesículas sinápticas; realisa excitose; ação acaba quando é hidrolisado; existem dois tipos de colinesterases (enzimas) que tem afindade pela acetilcolina Acetilcolinesterase Buturilcollinesterase Estrutura da Colina MODULADORES ACETILCOLINESTERASE Acetilcolinesterase enzima reguladora de acetilcolina na fenda sináptica; realiza hidrolise de forma ativa na acetilcolina MODULADORES BUTURILCOLINESTERASE Buturilcollinesterase ou pseudocolinesterase, semelhante ao AChE, porém atuações de ação e locais diferentes AChE maior parte no SNC, músculos esqueléticos e membrana eritrócitos. BuChE no plasma sanguíneo. X AChE maior tropismo po Ach principal pela degradação; BuChE menos seletividade, papel secúndario ESTRUTURA HIDRÓLISE Estrutura da acetilcolinesterase AChE fixa à membrana celular, possui três ramificações, cada uma possui uma enzimática com quatro subunidades proteicas; 12 sítios enzimáticos Responsável pela hidrólise Semelhança dos receptores colinérgicos permite interação. RECEPTORES Fonte: PUPO, M. T. Muscarínico Nicotínico ORGANOFOSFORADOS , são ésteres ou tióis derivados do ácido fosfórico, fosfônico, fosfínico ou fosforamídico. inibem a ação de várias enzimas, principalmente a AChE, gerando um acúmulo de ACh. RECEPTORES M2 E M4 M2 - está presente em nervos colinérgicos pós- ganglionares, músculo liso e nervos simpáticos. M4 - está presente apenas em nervos colinérgicos pós-ganglionares. RECEPTORES M2 E M4 M2 - funciona como um auto receptor, pois a estimulação desse receptor pela acetilcolina faz com que a liberação dela diminua, regulando os níveis desses transmissores na fenda sináptica RECEPTORES M2 E M4 M4 - parece realizar a mesma ação de modulação da liberação de Ach, porém ainda não se sabe ao certo a forma que isso ocorre. COLINÉRGICOS . Também chamados de Colinomiméticos, e Parasimpatomiméticos, são semelhantes a acetilcolina do ponto de vista tanto de estrutura química, e distancias entre grupos polares, quanto a distribuição de carga; por isso exercem função análoga a esse neurotransmissor, se ligando e ativando os receptores muscarínicos e nicotínicos. Sua divisão ocorre de acordo com sua estrutura química: alcaloides e ésteres de colina. Apesar dos colinomiméticos diretos possuírem um mecanismo de ação análogo ao da acetilcolina existem diferenças de efeitos produzidos, e isso está relacionado aos tipos e subtipos de receptores, além das características de cada molécula. DIRETOS . ocorre a ativação da cascata de trifosfato de inositol (IP3) e diacilglicerol (DAG). Há estudos que implicam a DAG na abertura de canais de cálcio de músculo liso; o IP3 libera cálcio dos retículos endoplasmático e sarcoplasmático; aumentam as concentrações celulares de monofosfato de guanosina cíclico (GMPc); aumenta o fluxo de potássio através das membranas celulares cardíacas e o diminui nas células ganglionares e de músculos lisos. Esse efeito é mediado pela ligação de uma subunidade βγ de proteína G ativada diretamente ao canal. Efeitos em relação a ligação de agonista muscarínico a receptores M1, M2 e M3: COLINÉRGICOS - DIRETOS . ativação de receptores muscarínicos M2 e M4 inibe a atividade de adenililciclase em tecidos (p. ex., coração, intestino). Além disso, atenuam a ativação de adenililciclase e modulam o aumento de níveis de AMPc induzido por hormônios, como as catecolaminas. Esses efeitos muscarínicos sobre a geração de AMPc reduzem a resposta fisiológica do órgão a hormônios estimuladores. COLINÉRGICOS - DIRETOS . O receptor nicotínico tem dois sítios de ligação de agonistas nas interfaces formadas pelas duas subunidades α e duas subunidades adjacentes (β, γ ou ε). A ligação de agonista aos sítios receptores causa uma alteração de conformação na proteína (abertura de canal) que permite que íons de sódio e potássio se difundam com rapidez para baixo de seus gradientes de concentração (íons de cálcio também podem transportar carga através do canal iônico do receptor nicotínico); Efeitos em relação aos receptores nicotínicos: COLINÉRGICOS - DIRETOS .aumenta apenas modestamente a probabilidade de abertura de canal; a ligação simultânea de agonista a ambos os sítios receptores aumenta bastante a probabilidade de abertura; despolarização da célula nervosa ou da membrana da placa terminal neuromuscular. Efeitos em relação aos receptores nicotínicos: COLINÉRGICOS - DIRETOS .No músculo esquelético, a despolarização inicia um potencial de ação que se propaga através da membrana muscular e causa contração. A ocupação prolongada do receptor nicotínico por agonista encerra a resposta efetora; isto é, o neurônio pós-ganglionar deixa de disparar (efeito ganglionar), e a célula muscular esquelética relaxa (efeito de placa terminal neuromuscular). Efeitos em relação aos receptores nicotínicos: COLINÉRGICOS - DIRETOS COLINÉRGICOS .Se ligam à acetilcolinesterase (podendo atuar também na butirilcolinesterase), assim, impedindo que ocorra a hidrólise de acetilcolina, e consequentemente aumentando seus níveis endógenos e o seu acúmulo irá estimular os colinoreceptores que por sua vez provocarão respostas aumentadas. Entretanto, existem inibidores de acetilcolinesterase que possuem ação direta, como aneostigmina e carbamato quaternário que além de bloquear a AchE também se liga aos receptores nicotínicos de acetilcolina (nAchR) na junção neuromuscular, ativando-os. INDIRETOS COLINÉRGICOS .Os mecanismos de interação entre os fármacos e a enzima que irá propiciar a inibição da mesma, serão diferentes para os três subgrupos: álcoois simples, ésteres de ácido carbâmico e organofosforados. INDIRETOS COLINÉRGICOS - INDIRETOS . Álcoois simples: irá se ligar à enzima através de ligações eletrostáticas e ao sítio ativo da enzima por meio de ligações de hidrogênio, que resulta em impedimento da ligação com a acetilcolina; e isso ocorre devido a presença de álcoois quaternários em sua estrutura molecular. COLINÉRGICOS - INDIRETOS . Ésteres de ácido carbâmico: essas moléculas sofrem reação de hidrólise tal qual a acetilcolina, entretanto, a ligação covalente com a enzima carbamilatada é mais resistente ao processo de hidratação, o que acaba por prolongar o seu efeito. COLINÉRGICOS - INDIRETOS . Organofosforados: se ligam a acetilcolinesterase e sofrem hidrólise pela mesma, o que resultará em um sitio ativo fosforilado, essa ligação é extremamente estável e ressaltando que os organofosforados podem passar por um processo de envelhecimento ocorrendo a quebra da ligação oxigênio-fosforo da substância inibidora favorecendo a ligação fósforo- enzima, então, só poderá sofrer hidrolise novamente pela água após centenas de horas. ANTICOLINÉRGICOS Anticolinérgicos são moléculas que se ligam ao sítio ativo do receptor da acetilcolina bloqueando a estimulação do mesmo pela acetilcolina endógena ou exógena. ANTICOLINÉRGICOS Produzem efeito parassimpatolítico sobre os órgãos-alvo através do bloqueio do tônus colinérgico normal, propiciando o predomínio de respostas simpáticas. Os mais comuns são os alcaloides (de origem natural ou por compostos de amônio quaternário sintéticos que exerce antagonismo em receptores nicotínicos) que são relativamente seletivos para respostas antagonistas nos receptores muscarínicos. MUSCARÍNICOS ANTICOLINÉRGICOS São utilizados primariamente para produzir bloqueio neuromuscular não- despolarizante (competitivo) durante procedimentos cirúrgicos. Os agentes bloqueadores não- despolarizantes da junção neuromuscular atuam ao antagonizar diretamente os receptores nicotínicos de ACh, impedindo, assim, a ligação da ACh endógena e a despolarização subseqüente das células musculares. Isso resulta em paralisia flácida, com características semelhantes àquela da miastenia grave. NICOTÍNICOS ANTICOLINÉRGICOS O principal fator considerado na escolha de um agente específico é a sua duração de ação, incluindo desde agentes de duração de ação muito longa (d-tubocurarina, pancurônio), até os de duração intermediária (vecurônio, rocurônio) e compostos rapidamente degradados (mivacúrio). NICOTÍNICOS Como os receptores nicotínicos são expressos tanto nos gânglios autônomos quanto na JNM, os agentes bloqueadores não- despolarizantes freqüentemente possuem efeitos adversos variáveis associados ao bloqueio ganglionar. Esses efeitos, assim como a paralisia muscular, podem ser revertidos pela administração de inibidores da AChE. RELAÇÃO ESTRUTURA-ATIVIDADE . A atividade aumenta de forma regular com o aumento do número de átomos ligados à cabeça catiônica até que R se iguale a 5; então começa a decrescer, também de forma regular; A cabeça catiônica é essencial para a atividade colinérgica, que decresce na seqüência: O aumento do tamanho do grupo acila resulta em aumento na atividade muscarínica e queda na atividade nicotínica. Assim, o composto (CH3)3C—COO—CH2CH2—N+(CH3)3 é sete a dez vezes mais ativo que a acetilcolina no sítio muscarínico e dez vezes menos ativo no sítio nicotínico; N+Me3 > N+Me2Et> P+Me3 > N+Me2H > As+Me3 > N+Et3; KOROLKOVAS, 2008. RELAÇÃO ESTRUTURA-ATIVIDADE .A introdução de um grupo metila na ponte de etileno na posição α leva a um produto de forte atividade nicotínica e fraca ação muscarínica; Os isômeros D(—) e L(+) possuem a mesma intensidade de ação. A introdução de um grupo metila na posição β resulta em composto de fraca atividade nicotínica e forte atividade muscarínica; o isômero L(+) (o qual não é hidrolisável pela acetilcolinesterase) é 300 vezes mais ativo do que o isômero D (-); KOROLKOVAS, 2008. RELAÇÃO ESTRUTURA-ATIVIDADE . O grupo éster aparentemente não é essencial para a atividade colinérgica: Pode ser substituído por grupo cetônico, éter, hidroxila ou outro, sem perda da atividade. Por exemplo, ésteres invertidos também são ativos e, geralmente, até mesmo mais ativos que os compostos matrizes: CH3—O—CO—CH2—CH2—N+(CH3)3 β-carbometoxietiltrimetilamônio é 15 vezes mais ativo do que a acetilcolina. KOROLKOVAS, 2008. DISTÂNCIA INTERATÔMICA . Agentes muscarínicos: Os agentes muscarínicos têm uma semelhança entre suas distâncias interatômicas equivalente a 4,4Å, contando a partir do Nitrogênio quaternário até o grupo éster. KOROLKOVAS, 2008. *A distância interatômica entre o grupo farmacofórico nos fármacos, é o que, determina a atividade biológica do fármaco, pois define a especificidade da molécula, por sua interação com o receptor se tornar específica para a ação de um determinado efeito. DISTÂNCIA INTERATÔMICA . Agentes nicotínicos: Os agentes nicotínicos têm semelhança entre suas distâncias interatômicas equivalente a 5,9Å, contando a partir do Nitrogênio quaternário (ou equivalente) até o átomo que faz ponte de Hidrogênio com o receptor. KOROLKOVAS, 2008. O receptor, ao interagir com a acetilcolina, se liga a amina quaternária por força eletrostática, ponte de hidrogênio com oxigênio estérico e força de Van der Waals com a metila. *A distância interatômica entre o grupo farmacofórico nos fármacos, é o que, determina a atividade biológica do fármaco, pois define a especificidade da molécula, por sua interação com o receptor se tornar específica para a ação de um determinado efeito. DOENÇA DE ALZHEIMER patologia neurodegenerativa mais frequente associada à idade, cujas manifestações cognitivas e neuropsiquiátricas resultam em deficiência progressiva e incapacitação. afeta aproximadamente 10% dos indivíduos com idade superior a 65 anos e 40% acima de 80 anos. , O sintoma inicial da doença é caracterizado pela perda progressiva da memória recente. FISIOPATOLOGIA Portadores da doença de Alzheimer incluem depósitos fibrilares amiloidais localizados nas paredes dos vasos sanguíneos, associados a uma variedade de diferentes tipos de placas senis, acúmulo de filamentos anormais da proteína tau e consequente formação de novelos neurofibrilares (NFT), perda neuronal e sináptica, ativação da glia e inflamação. EPIDEMIOLOGIA Envelhecimento populacional e aumento da expectativa de vida; 20% da população idosa 10% tem alguma demência De acordo com SBGG e IBGE de 29 milhões de idosos, 2 milhões possuem demência e 40% a 60% Alzheimer Gráfico taxa de Mortalidade FÁRMACOS PARA O TRATAMENTO é feita a administração de inibidores da enzima acetilcolinesterase (AChE) Os inibidores da acetilcolinesterase alteram a função colinérgica central ao inibir as enzimas que degradam a acetilcolina, aumentando, assim, a capacidade da acetilcolina de estimular os receptores nicotínicos e muscarínicos cerebrais. Atualmente apenas quatro inibidores da AChE são aprovados pela FDA dos EUA: donepezil (Aricept®), galantamina (Reminyl®), rivastigmina (Exelon®) e tacrina (THA, Cognex®). FÁRMACOS PARA O TRATAMENTO Donepezil: inibidor seletivo da AChE, demonstrou que o tratamento crônico por 1 ano com esse medicamento foi associado a uma redução de 38% no declínio funcional dos pacientes portadores da doença de Alzheimer, quando comparados ao grupo placebo. FÁRMACOS PARA O TRATAMENTO Rivastigmina: oi capaz de inibir tanto a enzima acetilcolinesterase quanto a butirilcolinesterase, apresentando, assim, maior eficácia quanto ao aumento dos níveis cerebraisde acetilcolina. Essa medicação apresentou efeitos gastrointestinais e colinérgicos adversos quando a dose é aumentada. FÁRMACOS PARA O TRATAMENTO Tacrina: foi o primeiro inibidor reversível da acetilcolinesterase a ser utilizado, entretanto, esse medicamento apresentou duas formas principais de toxicidade. Nas 12 primeiras semanas de tratamento, 90% dos casos apresentaram a hepatite medicamentosa. FÁRMACOS PARA O TRATAMENTO Galantamina: possui um duplo mecanismo de ação, além de inibir a acetilcolinesterase, também foi capaz de modular alostericamente os receptores nicotínicos. Os receptores nicotínicos pré-sinápticos controlam a liberação de neurotransmissores, os quais são importantes para a memória e para o humor. Nesse sentido, foi verificado que o bloqueio dos receptores nicotínicos prejudicou a cognição. Por outro lado, a ligação da galantamina com os subtipos de receptores nicotínicos melhorou a função cognitiva e a memória. FÁRMACOS PARA O TRATAMENTO A huperzina A, um alcalóide extraído da planta Huperzia serrata, atuou como um inibidor potente, específico e reversível da acetilcolinesterase, cuja administração demonstrou melhora significativa na memória de pacientes idosos e de pacientes portadores da doença de Alzheimer, associada a mínimos efeitos colinérgicos periféricos e ausência da hepatoxicidade induzida pela tacrina. GALATAMINA E HUPERZINA FÁRMACOS DE ESCOLHA : GALANTAMINA -Amaryllidaceae- Leucojum, Narcissus, Lycoris e Ungernia -Razadyne®, Reminyl®, nomes comerciais - Demanda por fontes -Bulbos e folhas de Hippeastrum papilio (Ravenna) Van Scheepen, que cresce no Sul do Brasil. Instituto de Botânica -UFRGS Identificada por Julie Dutilh - UNICAMP GALANTAMINA E ACETILCOLINESTERASE -Fica no sítio aniônico; -Ocupa a bolsa Acila e ligação de colina; -OH- ácido glutâmico e água; -Amina terciária é protonada e o NH se liga ao ácido aspártico e água -Grupo Metoxi- bolsa acil, os H ddo grupo metil interagem σ-π com 3 resíduos diferentes de fenilalanina; -Ligações de H- grupo serina e água; -Anel cicloexano- ligação π-π com o anel indol de um triptofano na enzima. FÁRMACOS DE ESCOLHA : HUPERZINA A -Huperzia serrata- musgo, medicina chinesa; ; -Atravessa a barreira hematoencefálica; -Inibe a AChE mais efetivamente; -Melhor indice terapêutico e meia-vida quando comparado à piridostigmina e fitostigmina. Inibe a AChE no córtex frontal, hipocampo, hipotálamo e estriado HUPERZINA A E ACETILCOLINESTERASE -Fica no sítio ativo entre Tri86 e Tir337 (aminoácidos) como obtido por analise estrutural de raios-X e imagem por computador JUSTIFICATIVA DE ESCOLHA PARA A SÍNTESE -Método de modificação molecular : Hibridação; -Associação das duas moléculas por ligação covalente a fim de criar um pró-fármaco dentro da linha de fitoterapia. - Melhora nas propriedades fisico-químicas; biodisponibilidade, potência e efetividade, - Visando também diminuir os efeitos colaterais e a toxicidade pela necessidade de uma dose menor na administração. -Extração de Plantas regionais- biodiversidade SÍNTESE Síntese endógena do alcalóide Galantamina, a qual provém de dois aminoácidos: fenilalanina e tirosina ETAPA RÁPIDA DA HIBRIDAÇÃO - SN2 MECANISMO - SN2 METABOLIZAÇÃO -Justificativa com base funcionamento das enzimas responsáveis pelo processo de metabolização do fígado Grupamentos Ester e Amida Reagente: Ácido butanodióico, ou ácido succínico ÁCIDO SUCCÍNICO -Ácido orgânico dicarboxílico que participa do metabolismo energético; -Utilizado na Indústria. ÁCIDO SUCCÍNICO -Acetil+ Coenzima A= AcetilcoA e entrada do ácido pirúvico -Com a AcetilCoA, começa o Krebs 1.Ácido oxalacético+ AcetilCoA = ácido cítrico (6C) 2. -1C= ácido cetoglutárico (5C) 3. -1C= ácido succínico (4C) 4. Vira ácido málico (Perde H) 5. Vira ácido oxalacético (Perde H) CONCLUSÃO -Amplitude e emprego dos agentes colinérgicos, receptores, estrutura-atividade. -Fisiopatologia e epidemiologia da doença- pró-fármaco na linha da fitoterapia. Importância do farmacêutico na síntese de novos fármacos; e o papel da academia no desenvolvimento e capacitação profissional. OBRIGADA! Universidade Católica de Santos Farmácia- 6º semestre