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Questões resolvidas

Sobre a produção de conhecimento histórico no período colonial, destacam-se
A) obras de caráter apologético e político, com erros factuais.
B) obras escritas por viajantes naturalistas com uma ampla compreensão do Outro.
C) obras como Diálogos das grandezas do Brasil e Cultura e Opulência do Brasil, mas hoje deixadas de lado pela historiografia.
D) obras como Diálogos das grandezas do Brasil e Cultura e Opulência do Brasil, importantes fontes de estudos do período.
E) obras sofisticadas do ponto de vista teórico, mas que não recorreram a fontes históricas.

Texto 1 "No século XVIII, com os iluministas e o contexto da Revolução Industrial, a noção de progresso tomou conta dos estudos históricos. Nesse sentido, a História era concebida como uma evidência do progresso humano, oriundo das mudanças nos modelos de produção e sistemas da sociedade." ARAÚJO, Sandra. Introdução aos estudos históricos. Recife: 2017, p. 8. Texto 2 "Assim, os pensadores iluministas como Montesquieu, Voltaire e Rousseau buscam na história dos povos, não apenas o espetáculo das diferentes religiões e dos costumes, mas o significado de um mundo liberto da sagrada escritura e livre ao progresso." FRANÇA, Cyntia Simioni. Introdução aos estudos históricos / Cyntia Simioni França, Evandro André de Souza, Julho Zamariam, Jó Klanovicz, Paulo César dos Santos. – Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2014. P9.
Segundo os textos, um elemento central nos estudos históricos durante o século XVIII foi
A) a evidência do papel fundamental das religiões.
B) a continuidade com um passado de gregos e romanos.
C) a compreensão dos diferentes tipos de sociedade.
D) a valorização das sagradas escrituras.
E) a noção de progresso contínuo.

Do ponto de vista do método, a principal renovação da Escola dos Annales foi
A) a retomada de um história voltada para os grandes homens e feitos.
B) uma concepção de tempo cíclica.
C) a divulgação das novas pesquisas na revista Anais de História Econômica e Social.
D) incorporação de novos tipos de documentos, não apenas os escritos.
E) uma maior permissividade na relação sujeito e objeto.

É que formular um problema é precisamente o começo e o fim de toda a história. Se não há problemas, não há história. Apenas narrações, compilações. Lembrem-se: se não falei de “ciência da história, falei de “estudo cientificamente conduzido”. Estas duas palavras não estavam lá para compor a frase. A fórmula cientificamente conduzida implica duas operações, as mesmas que se encontram na base de qualquer trabalho científico moderno: indicar problemas e formular hipóteses. Duas operações que já os homens do meu tempo se revelavam especialmente perigosas. Porque pôr problemas, ou formular hipóteses, era muito simplesmente trair. Nesse tempo, os historiadores viviam num respeito pueril e devoto pelos “fatos”. Habitava-os a convicção ingênua e tocante de que o sábio era um homem que, ao olhar pelo seu microscópio, aprendia logo uma braçada de fatos (FEBVRE, 1989, p. 31-32).
A corrente historiográfica a que pertence o texto acima é
A) Iluminismo.
B) escola positivista.
C) Marxista.
D) escola dos Annales.
E) Humanista.

As reflexões sobre o tempo histórico, após a Escola dos Annales, promoveram uma revolução na abordagem historiográfica e, no que tange à temporalidade, atribuíram à longa duração um papel de destaque. A influência dessa historiografia francesa levou à compreensão da Idade Média como
A influência dessa historiografia francesa levou à compreensão da Idade Média como
A) uma época que se estende entre o final do Império Romano do Ocidente e a Revolução Francesa, cujos ideais de liberdade acabam com o Feudalismo.
B) um período intermediário entre o início da Antiguidade Tardia e o movimento iluminista francês, que denuncia o obscurantismo medieval.
C) uma época entre a queda do Império Romano do Oriente e o fim do Renascimento, na qual se identifica o progresso e a aceleração do tempo.
D) um período médio entre o início da Antiguidade Tardia e o processo de tomada de Constantinopla pelos turcos, com fortes influências orientais sobre a percepção do tempo cristão.
E) um período cronológico, entre a Antiguidade e a Idade Moderna, cuja história é atravessada por rupturas e continuidades que se estendem a outras épocas.

As reflexões sobre o tempo histórico, após a Escola dos Annales, promoveram uma revolução na abordagem historiográfica e, no que que tange à temporalidade, atribuíram à longa duração um papel de destaque. A influência dessa historiografia francesa levou à compreensão da Idade Média como
A influência dessa historiografia francesa levou à compreensão da Idade Média como
A) um período intermediário entre o início da Antiguidade Tardia e o movimento iluminista francês, que denuncia o obscurantismo medieval.
B) um período cronológico, entre a Antiguidade e a Idade Moderna, cuja história é atravessada por rupturas e continuidades que se estendem a outras épocas.
C) um período médio entre o início da Antiguidade Tardia e o processo de tomada de Constantinopla pelos turcos, com fortes influências orientais sobre a percepção do tempo cristão.
D) uma época que se estende entre o final do Império Romano do Ocidente e a Revolução Francesa, cujos ideais de liberdade acabam com o Feudalismo.
E) uma época entre a queda do Império Romano do Oriente e o fim do Renascimento, na qual se identifica o progresso e a aceleração do tempo.

Leia o texto. [...] realidade social é mutável, dinâmica, em todos os seus níveis e aspectos; as mudanças do social são regidas por leis cognoscíveis que, num mesmo movimento de análise, permitem explicar tanto a gênese ou surgimento de um determinado sistema social quanto suas posteriores transformações e por fim a transição a um novo sistema qualitativamente distinto; o anterior implica afirmar que as mudanças do social conduzem a equilíbrios relativos ou instáveis, ou seja, a sistemas histórico-sociais cujas formas e relações internas (a estrutura de cada sistema) se dão segundo leis cognoscíveis (CARDOSO, 1981, p. 35).
A concepção de história acima se refere à qual escola
A) Metódica.
B) Annales.
C) Positivista.
D) Marxista.
E) Iluminista.

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Questões resolvidas

Sobre a produção de conhecimento histórico no período colonial, destacam-se
A) obras de caráter apologético e político, com erros factuais.
B) obras escritas por viajantes naturalistas com uma ampla compreensão do Outro.
C) obras como Diálogos das grandezas do Brasil e Cultura e Opulência do Brasil, mas hoje deixadas de lado pela historiografia.
D) obras como Diálogos das grandezas do Brasil e Cultura e Opulência do Brasil, importantes fontes de estudos do período.
E) obras sofisticadas do ponto de vista teórico, mas que não recorreram a fontes históricas.

Texto 1 "No século XVIII, com os iluministas e o contexto da Revolução Industrial, a noção de progresso tomou conta dos estudos históricos. Nesse sentido, a História era concebida como uma evidência do progresso humano, oriundo das mudanças nos modelos de produção e sistemas da sociedade." ARAÚJO, Sandra. Introdução aos estudos históricos. Recife: 2017, p. 8. Texto 2 "Assim, os pensadores iluministas como Montesquieu, Voltaire e Rousseau buscam na história dos povos, não apenas o espetáculo das diferentes religiões e dos costumes, mas o significado de um mundo liberto da sagrada escritura e livre ao progresso." FRANÇA, Cyntia Simioni. Introdução aos estudos históricos / Cyntia Simioni França, Evandro André de Souza, Julho Zamariam, Jó Klanovicz, Paulo César dos Santos. – Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2014. P9.
Segundo os textos, um elemento central nos estudos históricos durante o século XVIII foi
A) a evidência do papel fundamental das religiões.
B) a continuidade com um passado de gregos e romanos.
C) a compreensão dos diferentes tipos de sociedade.
D) a valorização das sagradas escrituras.
E) a noção de progresso contínuo.

Do ponto de vista do método, a principal renovação da Escola dos Annales foi
A) a retomada de um história voltada para os grandes homens e feitos.
B) uma concepção de tempo cíclica.
C) a divulgação das novas pesquisas na revista Anais de História Econômica e Social.
D) incorporação de novos tipos de documentos, não apenas os escritos.
E) uma maior permissividade na relação sujeito e objeto.

É que formular um problema é precisamente o começo e o fim de toda a história. Se não há problemas, não há história. Apenas narrações, compilações. Lembrem-se: se não falei de “ciência da história, falei de “estudo cientificamente conduzido”. Estas duas palavras não estavam lá para compor a frase. A fórmula cientificamente conduzida implica duas operações, as mesmas que se encontram na base de qualquer trabalho científico moderno: indicar problemas e formular hipóteses. Duas operações que já os homens do meu tempo se revelavam especialmente perigosas. Porque pôr problemas, ou formular hipóteses, era muito simplesmente trair. Nesse tempo, os historiadores viviam num respeito pueril e devoto pelos “fatos”. Habitava-os a convicção ingênua e tocante de que o sábio era um homem que, ao olhar pelo seu microscópio, aprendia logo uma braçada de fatos (FEBVRE, 1989, p. 31-32).
A corrente historiográfica a que pertence o texto acima é
A) Iluminismo.
B) escola positivista.
C) Marxista.
D) escola dos Annales.
E) Humanista.

As reflexões sobre o tempo histórico, após a Escola dos Annales, promoveram uma revolução na abordagem historiográfica e, no que tange à temporalidade, atribuíram à longa duração um papel de destaque. A influência dessa historiografia francesa levou à compreensão da Idade Média como
A influência dessa historiografia francesa levou à compreensão da Idade Média como
A) uma época que se estende entre o final do Império Romano do Ocidente e a Revolução Francesa, cujos ideais de liberdade acabam com o Feudalismo.
B) um período intermediário entre o início da Antiguidade Tardia e o movimento iluminista francês, que denuncia o obscurantismo medieval.
C) uma época entre a queda do Império Romano do Oriente e o fim do Renascimento, na qual se identifica o progresso e a aceleração do tempo.
D) um período médio entre o início da Antiguidade Tardia e o processo de tomada de Constantinopla pelos turcos, com fortes influências orientais sobre a percepção do tempo cristão.
E) um período cronológico, entre a Antiguidade e a Idade Moderna, cuja história é atravessada por rupturas e continuidades que se estendem a outras épocas.

As reflexões sobre o tempo histórico, após a Escola dos Annales, promoveram uma revolução na abordagem historiográfica e, no que que tange à temporalidade, atribuíram à longa duração um papel de destaque. A influência dessa historiografia francesa levou à compreensão da Idade Média como
A influência dessa historiografia francesa levou à compreensão da Idade Média como
A) um período intermediário entre o início da Antiguidade Tardia e o movimento iluminista francês, que denuncia o obscurantismo medieval.
B) um período cronológico, entre a Antiguidade e a Idade Moderna, cuja história é atravessada por rupturas e continuidades que se estendem a outras épocas.
C) um período médio entre o início da Antiguidade Tardia e o processo de tomada de Constantinopla pelos turcos, com fortes influências orientais sobre a percepção do tempo cristão.
D) uma época que se estende entre o final do Império Romano do Ocidente e a Revolução Francesa, cujos ideais de liberdade acabam com o Feudalismo.
E) uma época entre a queda do Império Romano do Oriente e o fim do Renascimento, na qual se identifica o progresso e a aceleração do tempo.

Leia o texto. [...] realidade social é mutável, dinâmica, em todos os seus níveis e aspectos; as mudanças do social são regidas por leis cognoscíveis que, num mesmo movimento de análise, permitem explicar tanto a gênese ou surgimento de um determinado sistema social quanto suas posteriores transformações e por fim a transição a um novo sistema qualitativamente distinto; o anterior implica afirmar que as mudanças do social conduzem a equilíbrios relativos ou instáveis, ou seja, a sistemas histórico-sociais cujas formas e relações internas (a estrutura de cada sistema) se dão segundo leis cognoscíveis (CARDOSO, 1981, p. 35).
A concepção de história acima se refere à qual escola
A) Metódica.
B) Annales.
C) Positivista.
D) Marxista.
E) Iluminista.

Prévia do material em texto

25/01/2023 22:01:47 1/3
REVISÃO DE SIMULADO
Nome:
TAYNARA FERNANDA REZENDE CINTRA
Disciplina:
Introdução aos Estudos Históricos
Respostas corretas são marcadas em amarelo X Respostas marcardas por você.
Questão
001 Sobre a produção de conhecimento histórico no período colonial, destacam-se
A) obras como Diálogos das grandezas do Brasil e Cultura e Opulência do Brasil, mas hoje
deixadas de lado pela historiografia.
B) obras sofisticadas do ponto de vista teórico, mas que não recorreram a fontes
históricas.
X C) obras de caráter apologético e político, com erros factuais.
D) obras escritas por viajantes naturalistas com uma ampla compreensão do Outro.
E) obras como Diálogos das grandezas do Brasil e Cultura e Opulência do Brasil,
importantes fontes de estudos do período.
Questão
002 Leia os textos.
Texto 1
“No século XVIII, com os iluministas e o contexto da Revolução Industrial, a noção de
progresso tomou conta dos estudos históricos. Nesse sentido, a História era concebida
como uma evidência do progresso humano, oriundo das mudanças nos modelos de
produção e sistemas da sociedade.”
ARAÚJO, Sandra. Introdução aos estudos históricos. Recife: 2017, p. 8.
 
Texto 2
“Assim, os pensadores iluministas como Montesquieu, Voltaire e Rousseau buscam na
história dos povos, não apenas o espetáculo das diferentes religiões e dos costumes,
mas o significado de um mundo liberto da sagrada escritura e livre ao progresso.”
FRANÇA, Cyntia Simioni. Introdução aos estudos históricos / Cyntia Simioni França,
Evandro André de Souza, Julho Zamariam, Jó Klanovicz, Paulo César dos Santos. –
Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2014. P9.
Segundo os textos, um elemento central nos estudos históricos durante o século XVIII
foi
A) a evidência do papel fundamental das religiões.
B) a continuidade com um passado de gregos e romanos.
C) a compreensão dos diferentes tipos de sociedade.
D) a valorização das sagradas escrituras.
X E) a noção de progresso contínuo.
Questão
003 Do ponto de vista do método, a principal renovação da Escola dos Annales foi
A) uma concepção de tempo cíclica.
B) uma maior permissividade na relação sujeito e objeto.
C) a divulgação das novas pesquisas na revista Anais de História Econômica e Social.
D) incorporação de novos tipos de documentos, não apenas os escritos.
X E) a retomada de um história voltada para os grandes homens e feitos.
25/01/2023 22:01:47 2/3
Questão
004 Leia o texto.
É que formular um problema é precisamente o começo e o fim de toda a história. Se
não há problemas, não há história. Apenas narrações, compilações. Lembrem-se: se
não falei de “ciência da história, falei de “estudo cientificamente conduzido”. Estas duas
palavras não estavam lá para compor a frase. A fórmula cientificamente conduzida
implica duas operações, as mesmas que se encontram na base de qualquer trabalho
científico moderno: indicar problemas e formular hipóteses. Duas operações que já os
homens do meu tempo se revelavam especialmente perigosas. Porque pôr problemas,
ou formular hipóteses, era muito simplesmente trair. Nesse tempo, os historiadores
viviam num respeito pueril e devoto pelos “fatos”. Habitava-os a convicção ingênua e
tocante de que o sábio era um homem que, ao olhar
pelo seu microscópio, aprendia logo uma braçada de fatos (FEBVRE, 1989, p. 31-32).
 
A corrente historiográfica a que pertence o texto acima é
A) Iluminismo.
B) escola positivista.
X C) Marxista.
D) escola dos Annales.
E) Humanista.
Questão
005 As reflexões sobre o tempo histórico, após a Escola dos Annales, promoveram uma
revolução na abordagem historiográfica e, no que tange à temporalidade, atribuíram à
longa duração um papel de destaque. A influência dessa historiografia francesa levou à
compreensão da Idade Média como
A) uma época que se estende entre o final do Império Romano do Ocidente e a Revolução
Francesa, cujos ideais de liberdade acabam com o Feudalismo.
B) um período intermediário entre o início da Antiguidade Tardia e o movimento iluminista
francês, que denuncia o obscurantismo medieval.
C) uma época entre a queda do Império Romano do Oriente e o fim do Renascimento, na
qual se identifica o progresso e a aceleração do tempo.
D) um período médio entre o início da Antiguidade Tardia e o processo de tomada de
Constantinopla pelos turcos, com fortes influências orientais sobre a percepção do
tempo cristão.
X E) um período cronológico, entre a Antiguidade e a Idade Moderna, cuja história é
atravessada por rupturas e continuidades que se estendem a outras épocas.
Questão
006 As reflexões sobre o tempo histórico, após a Escola dos Annales, promoveram uma
revolução na abordagem historiográfica e, no que que tange à temporalidade,
atribuíram à longa duração um papel de destaque. A influência dessa historiografia
francesa levou à compreensão da Idade Média como
A) um período intermediário entre o início da Antiguidade Tardia e o movimento iluminista
francês, que denuncia o obscurantismo medieval.
X B) um período cronológico, entre a Antiguidade e a Idade Moderna, cuja história é
atravessada por rupturas e continuidades que se estendem a outras épocas.
C) um período médio entre o início da Antiguidade Tardia e o processo de tomada de
Constantinopla pelos turcos, com fortes influências orientais sobre a percepção do
tempo cristão.
D) uma época que se estende entre o final do Império Romano do Ocidente e a Revolução
Francesa, cujos ideais de liberdade acabam com o Feudalismo.
25/01/2023 22:01:47 3/3
E) uma época entre a queda do Império Romano do Oriente e o fim do Renascimento, na
qual se identifica o progresso e a aceleração do tempo.
Questão
007 A história, no período medieval, possui como característica marcante
A) uma forte crítica documental.
B) o retorno das intervenções divinas no processo histórico.
X C) uma concepção de tempo linear e voltada para a ideia de progresso.
D) é que o domínio do papado sobre os documentos escritos pouco interferiu na escrita da
história.
E) a crença de que os documentos históricos são espelhos da realidade.
Questão
008 Leia o texto.
[...] realidade social é mutável, dinâmica, em todos os seus níveis e aspectos; as
mudanças do social são regidas por leis cognoscíveis que, num mesmo movimento de
análise, permitem explicar tanto a gênese ou surgimento de um determinado sistema
social quanto suas posteriores transformações e por fim a transição a um novo sistema
qualitativamente distinto; o anterior implica afirmar que as mudanças do social
conduzem a equilíbrios relativos ou instáveis, ou seja, a sistemas histórico-sociais cujas
formas e relações internas (a estrutura de cada sistema) se dão segundo leis
cognoscíveis (CARDOSO, 1981, p. 35).
A concepção de história acima se refere à qual escola
A) Metódica.
B) Annales.
C) Positivista.
X D) Marxista.
E) Iluminista.

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