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GESTOR E FAMÍLIA: Uma compreensão mútua
Acadêmicos¹
Tutor Externo²
	
RESUMO
 Nos tempos atuais, há um significante atraso das escolas, no que diz respeito ao trabalho coletivo, contudo percebe-se que, ainda sim, existem recomendações para a democratização da mesma. Sendo assim, faz se necessárias novas formas de participação de seus envolvidos por recomendações da escola. Neste sentido, vamos trazer um novo entendimento sobre como gerir uma escola, tornando viável a satisfação, de uma forma geral de suas deficiências, já que através da comunidade, que é formada por: alunos, pais, professor e funcionários, obtém mais que qualquer outro, entendimento sobre a própria vivencia no dia a dia. Sendo assim, a gestão democrática que é uma forma de administrar oportunizando a atuação de todos, sem exclusão do diretor, uma vez que pode não ser mais o único a tomar decisões. Também buscamos abranger a construção da gestão democrática, no desempenho da escola com a presença e contribuição da família, no propósito de auxiliar na construção de uma Gestão dando destaque à Gestão Democrática, levando em conta os segmentos que viabilizam a presença e a significância da união da escola com a família.
Palavras-chave: Gestão democrática. Família. Comunidade escolar. 
1. INTRODUÇÃO
A Gestão Democrática está estruturada em ações organizacionais de processos de desenvolvimento educacional, tanto no processo administrativo como no pedagógico, com a participação conjunta entre gestão e família, com isso a incansável busca de melhoria no ensino respaldada pela Constituição Federal, promulgada em 1988, como os princípios do ensino público brasileiro.  Educar é semear com sabedoria e colher com paciência".
A influência da escola é fundamental na vida da criança, assim como também da família propiciando ao aluno o desenvolvimento e suas potencialidades, seja física, cognitivas e por meio da aprendizagem pedagógica. As escolas tem a obrigação de se articular com as famílias, como também os pais terem ciência do processo pedagógico, assim como participar das propostas educacionais. Portanto nem sempre esse vínculo toma forma entre a gestão e as famílias. Seria talvez a falta de alguns pais se empenharem em participar da vida escolar do filho? Podemos dizer que nessa questão se atribui o baixo rendimento escolar deles, e que através disso os pais não se mostram confortáveis em receber, críticas. Muitos pais ás vezes nem mesmo tem conhecimento dos seus direitos. A escola foi criada para servir a sociedade, a fim de fortalecer as relações, buscando durante os encontros com os pais/responsáveis, ressaltar e valorizar a importância da participação da família no contexto escolar, e assim promover a integração entre família e escola.
 O papel do gestor é de extrema importância, afinal suas decisões afetam a todos da comunidade escolar, dando suporte às necessidades voltadas aos pais e alunos, assim como é fundamental a participação dos pais nas atividades em que a gestão propõe, a fim de que as mesmas sejam alcançadas a partir de uma atitude positiva. Pensando neste desenvolvimento integral do indivíduo a família deve conscientizar que os moldes da escola, é o objetivo principal na vida da criança, com isso é que se estabelece um bom convívio entre pais, gestor e professor. A partir do momento em que a família participa da vida escolar do filho, o aprendizado da criança se torna de fácil entendimento dos pais a respeito do papel da escola. Portanto é através da união de convivência entre pais, gestor e alunos, podemos nos apropriar das potencialidades que encontraremos na clientela da escola.
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
“Educar é semear com sabedoria e colher com paciência”
Augusto Cury
A gestão democrática é um processo de administração onde todos os integrantes da comunidade escolar estão comprometidos na busca da melhoria do ensino. Deste modo, os problemas e impasses encontrados na escola não são mais exclusivamente da gestão escolar e sim de todos: alunos, pais, funcionários e comunidade, visando melhorias no presente e consequentemente no futuro.
 A legislação educacional brasileira também estabelece princípios em busca da efetivação da gestão democrática e insere a família como um dos principais elementos no fortalecimento da democratização escolar. Neste contexto, a Constituição Federal promulgada no ano de 1988 traz ainda como um dos princípios do ensino público brasileiro, em todos os níveis, a gestão democrática. Diz o artigo 205 da Constituição Federal de 1988: "A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho" Lei 94/96 e Lei Complementar nº 170 de 07/08/98).
A influência da escola é fundamental na vida da criança, assim como também da família propiciando ao aluno o desenvolvimento e suas potencialidades, seja física, cognitivas e por meio da aprendizagem pedagógica. Para Assis (1994, p. 130) o papel da escola é “promover o desenvolvimento do indivíduo, tornando-o capaz de enfrentar múltiplas situações”. Pensando neste desenvolvimento integral do indivíduo a família deve conscientizar que os moldes da escola, é o objetivo principal na vida da criança, com isso é que se estabelece um bom convívio entre pais, gestor e professor.
O papel do gestor é de extrema importância, afinal suas decisões afetam todos da comunidade escolar; sendo assim, suas principais funções é identificar dialogar, gerir toda a equipe e dar suporte. Porém nas ações do dia-a-dia muitas vezes se torna difícil esta interação com todos. 
 Conforme Adriano (2017, p. 57), “[...] Torna-se um desfio organizar, direcionar e efetivar um relacionamento eficiente na área educacional, direcionando para uma postura de gestão participativa, ou seja, uma gestão onde todos da comunidade escolar estão presentes de forma ativa, auxiliando em busca de uma educação de qualidade”.
Frequentar as reuniões e acompanhar todas as atividades que o professor propõe um envolvimento justo no dia-dia. Assim ambas poderão contribuir efetivamente na formação da criança, afim de que possam visionar as transformações sociais.
A participação da família na vida escolar dos filhos é de extrema importância para que tenha desempenho na escola. Conforme Libâneo: 
Participação significa a atuação dos profissionais da educação e dos usuários (alunos e pais), na gestão da escola há dois sentidos de participação articulados entre si. Há participação como meio de conquista da autonomia da escola, dos professores, dos alunos, constituindo-se como prática formativa, como elementos pedagógicos, metodológicos e curriculares. Há a participação como processo organizacional em que os profissionais e usuários da escola compartilham, institucionalmente, certos processos de tomadas de decisão (LIBÂNEO, 2001, p. 139). 
As escolas tem a obrigação de se articular com as famílias, como também os pais terem ciência do processo pedagógico, assim como participar das propostas educacionais. Portanto nem sempre esse vínculo toma forma entre a gestão e as famílias. Seria talvez a falta de alguns pais se empenharem em participar da vida escolar do filho?
 Podemos dizer que nessa questão se atribui o baixo rendimento escolar deles, e que através disso os pais não se mostram confortáveis em receber, muitas vezes críticas. Muitos pais ás vezes nem mesmo tem conhecimento dos seus direitos. A escola foi criada para servir a sociedade, afim de fortalecer as relações, buscando durante os encontros com os pais/responsáveis, ressaltar e valorizar a importância da participação da família no contexto escolar, e assim promover a integração entre família e escola. Conforme Maia e Bogoni (2008) a escola se constitui como um ambiente que propicia diversas situações de aprendizagens.
 
A participação dos pais na educação formal dos filhos deve ser constante e consciente. A vida familiar
e a vida escolar devem ser simultâneas e complementares. É preciso que a escola esteja em perfeita sintonia com a família, pois a escola é uma instituição que deve complementar a formação educacional da criança. Essas duas instituições devem se complementar na tentativa de alcançar o objetivo maior que é formação integral da criança”. (CORTELAZZO, 2000, p. 32).
De um lado, a aprendizagem das estruturas da língua, neste sentido possibilitando ao educando a comunicação de fatos, ideias e opiniões, de outro lado, a percepção da realidade que o cerca estimulando-a nela intervir para a sua transformação. Para Bartholo (2003), o tipo de família à qual o aluno pertence e as relações que seus membros mantém entre si influenciam na relação que o aluno mantém com o seu próprio processo aprendizagem argumentando que a família entra como um tesouro, que vai ajudar a compreender melhor aquele sujeito e facilitar nossas intervenções.
Desta forma é fundamental a participação dos pais nas atividades em que a gestão propõe, afim de que seja alcançada a partir de uma atitude positiva da instituição com relação aos usuários, em especial pais e responsáveis pelos estudantes, oferecendo ocasiões de diálogo, de convivência , numa palavra de participação na vida da escola. Muitos pais ainda não se dão conta que a equipe pedagógica, o supervisor e orientador são fundamentais na relação entre aluno, professor e família. A partir do momento em que a família participa da vida escolar do filho, o aprendizado da criança se torna de fácil entendimento dos pais a respeito do papel da escola. É como se fosse meio caminho andado para a escola passar seus objetivos, problemas, bem como as atitudes e as questões pedagógicas, isto é, parte-se do pressuposto de que a escola e a família têm os mesmos objetivos em relação ao aprendizado dos alunos.
O dever da família com o processo de escolaridade e a importância de sua presença no contexto escolar também é reconhecida na Lei de Diretrizes e Bases da Educação, que no seu artigo 1º diz o seguinte discurso: “A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisas, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais.” (BRASIL, 1996).
As evoluções sociais das práticas educacionais demandam a ampliação da autonomia da escola e a democratização de sua gestão favorecendo assim, a construção e reconstrução do ambiente pedagógico escolar, como uma instituição que conta com autonomia e cidadania, com uma administração compartilhada. Os desafios de formar cidadãos frente à realidade que se vive também nos faz ir além do trabalho, mas quando se trabalha com boa vontade em busca de um objetivo comum os resultados aparecem, e a participação coletiva é o meio de assegurar uma gestão democrática da escola, possibilitando o envolvimento de toda comunidade na tomada de decisões, proporcionando um maior conhecimento dos objetivos e metas. Assim, a participação coletiva nas decisões da escola, bem como, o bom relacionamento entre a comunidade escolar favorece o desenvolvimento de uma gestão democrática positiva.
A educação tem uma função singular no processo de humanização do homem e de transformação social, onde se identificam os processos sociais de aprendizagem escolar.
A educação aparece sempre que aparecem formas sociais de condução e controle da aventura do ensinar-e-aprender. O ensino formal é o momento em que a educação se sujeita à Pedagogia (a teoria da educação), cria situações próprias para o seu exercício, produz os seus métodos, suas regras e tempos e constitui executores especializados. É quando surgem a escola, o aluno e o professor [...]. (BRANDÃO 1981, p. 26)
 Assim, a participação coletiva nas decisões da escola, bem como, o bom relacionamento entre a comunidade escolar favorece o desenvolvimento de uma gestão democrática sólida e efetiva.
 A maioria dos professores e os gestores não sabem ao certo como lidar com o ato indisciplinado, dialogar, punir, encaminhar ou  ignorar? Atualmente esse assunto vem sendo tratado com muita ênfase no ambiente escolar, pois para alguns isso é atitude e características das “novas gerações”. Verifica-se que o estudante atual chega ao ambiente escolar com certa carga de agressividade, rebeldia, apatia, indiferença, ou ainda, desrespeito, falta de limites, ou quase nada, contra a degradação da sociedade contemporânea, simbolizada pela indisciplina generalizada das novas gerações. 
Algumas pessoas defendem que a responsabilidade de educar não é da “moda” e sim dos pais que não selecionam os assuntos que as crianças podem assistir e dialogar. Atribuem a falta de limites das crianças e dos jovens à suposta permissividade dos pais, ou seja, as crianças assistem e falam tudo o que querem porque os pais permitem, e com essa atitude que os alunos chegam a escola com essa “tal liberdade de expressão” e nesse contexto o professor muitas vezes não sabe reagir, e/ou punir. (AQUINO, 1998).
Segundo o autor, a indisciplina seria indício de uma carência estrutural que se alojaria na interioridade psíquica do aluno, determinada pelas transformações institucionais na família e desembocando nas relações escolares. De uma forma ou de outra, a gênese do fenômeno acaba sendo situada fora da relação concreta entre professor e aluno, ou melhor, nas suas sobre determinações. (AQUINO, 1996, p. 48).
Nota-se nos seguintes artigos da Constituição Federal (1988) o papel que a família deve desempenhar na criação e educação de seus membros:
 
 Art. 205. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.
[...] Art. 227. É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.
[...] Art. 229. Os pais têm o dever de assistir, criar e educar os filhos menores, e os filhos maiores têm o dever de ajudar e amparar os pais na velhice, carência ou enfermidade (BRASIL, 2003).
No ano de 1990 ocorreu a Convenção Mundial de Educação para Todos. É relevante, no entanto, ressaltar que nessa convenção as Nações Unidas fizeram aprovar em assembleia, importantes artigos que passaram a garantir direito e democratização do ensino para todos, independentemente das diferenças particulares e/ou individuais dos alunos.
Os traços da exclusão e marginalização social encontram-se presentes no tratamento que os Portadores de Necessidades Especiais (PNEs) recebem da sociedade. Nesse contexto, em um primeiro momento eram as instituições religiosas que davam abrigo a esses chamados “defeituosos”. Nesse sentido vemos a importância de uma gestão inclusiva e participativa onde o gestor tem a grande responsabilidade de proporcionar as famílias á inclusão no processo democrático criando assim uma escola para todos.
3. MATERIAIS E MÉTODOS
Para elaboração deste paper foram realizadas diversas pesquisas, leituras, em diferentes, artigos científicos, e utilização de pesquisa documental exploratória, buscando a relação sobre a importância da escola e família andarem juntas, onde uma agrega a outra, e como formar esta parceria nos dias de hoje.
A relação família-escola é muito importante para a estruturação da personalidade e da independência do aluno, a partir do momento em que o acompanhamento durante o processo educacional, leva à aquisição de segurança por parte dos alunos, os mesmos se sentem duplamente amparados, pela a escola e pela família, ocorrendo favorecimento do processo ensino-aprendizagem e de uma verdadeira gestão
democrática.
 
 Fonte: https://www.uninassau.edu.br/
Escolhemos essa imagem por acreditar que a relação Gestão e Família é um quebra cabeça que unindo as peças diariamente podem trazer muitos benefícios aos alunos, a comunidade onde a escola está inserida e na construção de uma sociedade melhor para todos.
4. RESULTADOS E DISCUSSÃO
Apresentamos neste trabalho a relevância da Gestão Democrática, com toda a participação da gestão da comunidade escolar, pais e professores promovendo um bem comum aos alunos. Esta união faz com que pais e escola se preocupem em preparar as crianças para uma vida futura, com desejos de conquistar o apoio da sociedade em realizar os trabalhos necessários, buscando assim na gestão da escola a participação de todos exercendo sua cidadania.
Percebemos que muitos são os desafios nesta jornada, onde encontramos muitas vezes o distanciamento dos pais no processo de ensino aprendizagem de seus filhos, por vários motivos, desinteresse, desconhecimento e por idealizar a escola como responsável unicamente pela aprendizagem.
Desta forma, é importante salientar que a gestão democrática tem um papel imprescindível em prol da reunião familiar através das instituições de ensino, estimulando e envolvendo os pais neste processo de ensino e aprendizagem.
A LDB/96 no artigo 14 enfatiza sobre as normas da gestão democrática:
Os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino público e na educação básica de acordo com suas particularidades, conforme os seguintes princípios: I – participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola; II – participação da comunidade escolar e local em conselhos escolares ou equivalente (BRASIL, 1996, s.p.).
Assim como em toda parceria, no âmbito escolar é necessário que se tenha uma gestão escolar atuante com um olhar sensível, reflexivo, dialógico, onde saibamos oportunizar um futuro as nossas crianças. É por meio de uma parceria saudável de convivência entre pais, gestor, alunos e toda a comunidade escolar poderemos juntos nos apropriar das potencialidades e provocar as possibilidades que a instituição de ensino nos oferece.
5. CONCLUSÃO
A Escola é a instituição social responsável pela educação, é de grande importância que gestores, professores e família façam parte dessa construção de forma unida e organizada.
 Após leituras e pesquisas feitas, pudemos concluir que a relação entre família e escola são fundamentais ao processo de aprendizagem, a escola não educa sozinha e o apoio da família é primordial. Ao fazermos essa análise sobre as ligações entre família e escola, percebemos que há muito ainda a fazer para chegar a um objetivo, de construir uma parceria entre família e escola, e sanar a desigualdade na aprendizagem dos alunos, bem como a indisciplina. 
 Esse universo da aprendizagem e de suas dificuldades nunca se cansam de ser explorado e, nada mais justo que sempre atualizar, discutir e buscar formas de resolver eventuais problemas e buscar a melhora constante do processo em uma “Gestão Democrática”.
A união entre família e escola promove a preparação de crianças e jovens para uma vida futura, com desejos de conquistar o apoio da sociedade em realizar os trabalhos necessários, buscando assim na gestão da escola a participação de todos.
Este estudo foi de grande valia para nós acadêmicas, pois podemos assim compreender mais a fundo os problemas presentes na relação entre escola e família, e tentar de alguma forma fazer o melhor quando estivermos atuando nesse meio.
REFERÊNCIAS
ADRIANO, Graciele Alice Carvalho. Gestão educacional. Indaial: Uniasselvi, 2017.
ASSIS, Nízia de. Revendo o meu fazer sob uma perspectiva teórico-prática. In: GRINSPUN, Mirian P. S. Zippin (Org.). A prática dos orientadores educacionais. São Paulo: Cortez, 1994.
AQUINO, Júlio Groppa. A violência escolar e a crise da autoridade docente. Cadernos, CEDES, Campinas, v. 19, n. 47, p. 719, dez., 1998.
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é Educação. São Paulo: Brasiliense 2007 (Coleção Primeiros Passos).
BRASIL. Constituição Federal. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: Ministério das Comunicações, 1988.
_______. Lei nº 9.394/96. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília: 1996.
CORTELAZZO, I. B. de C. Ensinar e Aprender: as duas faces da educação. In: Colaboração, Trabalho em Equipe e as Tecnologias de Comunicação: Relações de proximidade em cursos de pós-graduação: Tese de Doutorado – Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, 2000.
LIBANEO, J.C. Organização e Gestão Escolar: Teoria e prática. 4.d. Goiânia, Editora Alternativa, 2001.
SILVA, Maria Ires Brito da. Gestão Escolar: Uma Gestão democrática com a participação Familiar Disponível em < https://www.nucleodoconhecimento.com.br/educacao/participacao-familiar> Acesso 17/11/2020.
1 Daniela Milke; Roseleine Junqueira Bohmann; Sandra Elis da Cunha Leyendecker; Sirlene Machado Bom Madrid
2 Maite Daiana Bassani
Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI – Pedagogia 1761– Prática do Módulo VIII – 18/11/20
	
	
	
 
 
 
 
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Daniela Milke; Roseleine Junqueira Bohmann; Sandra Elis da Cunha Leyendecker; Sirlene Machado Bom Madrid
 
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Maite Daiana Bassani
 
Centro Universitário Leonardo da Vinci 
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UNIASSELVI
 
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Pedagogia 1761
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Nos tempos atuais, há um
 
significante atraso das escolas, no que diz respeito ao trabalho coletivo, 
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se que, ainda sim, existem recomendações 
para a democratização da mesma. Sendo 
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, faz se necessárias novas formas de participação de seus envolvidos por 
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escola.
 
Neste sentido, vamos trazer
 
um
 
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entendimento
 
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viável a satisfação
,
 
de uma forma 
geral
 
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já que através da comunidade, que é 
formada
 
por: alunos, pais, professor e funcionários
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mais que qualquer outro, 
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sobre a própria 
vivencia no dia a dia
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Sendo assim
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de todos, sem exclusão do diretor, uma vez que 
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e a 
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da 
união
 
da escola com a família.
 
 
 
 
 
 
 
 
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Gestão democrática. Família. Comunidade escolar. 
 
 
 
 
1. INTRODUÇÃO
 
 
A Gestão
 
Democrática
 
está estruturada em ações organizacionais de processos de 
desenvolvimento 
educacional,
 
tanto
 
no processo 
administrativo como no pedagógico, com a 
participação 
conjunta entre gestão e
 
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ília, com isso a incansável busca d
e
 
melhoria no ensino 
respaldada pe
la Constituição Federal, promulgada em 1988, como os princípios do ensino público 
brasileiro. 
 
A influência da escola é fundamental na vida da criança, assim como também da família 
propiciando ao aluno o desenvolvimento e suas potencialidades, seja física,
 
cognitivas e por meio da 
aprendizagem pedagógica. 
As escolas tem a obrigação de se articular com as famílias, como também 
os pais terem ciência do processo pedagógico, assim como participar das propostas educacionais. 
Portanto nem sempre esse vínculo to
ma forma entre a gestão e as famílias. Seria talvez a falta de 
alguns pais se empenharem
em participar da vida escolar do filho?
 
Podemos dizer que nessa questão 
 
 
1 Daniela Milke; Roseleine Junqueira Bohmann; Sandra Elis da Cunha Leyendecker; Sirlene Machado Bom Madrid 
2 Maite Daiana Bassani 
Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI – Pedagogia 1761– Prática do Módulo VIII – 18/11/20 
 
GESTOR E FAMÍLIA: Uma compreensão mútua 
 
 
 
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 Nos tempos atuais, há um significante atraso das escolas, no que diz respeito ao trabalho coletivo, 
contudo percebe-se que, ainda sim, existem recomendações para a democratização da mesma. Sendo 
assim, faz se necessárias novas formas de participação de seus envolvidos por recomendações da 
escola. Neste sentido, vamos trazer um novo entendimento sobre como gerir uma escola, tornando 
viável a satisfação, de uma forma geral de suas deficiências, já que através da comunidade, que é 
formada por: alunos, pais, professor e funcionários, obtém mais que qualquer outro, entendimento 
sobre a própria vivencia no dia a dia. Sendo assim, a gestão democrática que é uma forma de 
administrar oportunizando a atuação de todos, sem exclusão do diretor, uma vez que pode não ser 
mais o único a tomar decisões. Também buscamos abranger a construção da gestão democrática, no 
desempenho da escola com a presença e contribuição da família, no propósito de auxiliar na 
construção de uma Gestão dando destaque à Gestão Democrática, levando em conta os segmentos 
que viabilizam a presença e a significância da união da escola com a família. 
 
 
 
 
 
 
 
Palavras-chave: Gestão democrática. Família. Comunidade escolar. 
 
 
1. INTRODUÇÃO 
 
A Gestão Democrática está estruturada em ações organizacionais de processos de 
desenvolvimento educacional, tanto no processo administrativo como no pedagógico, com a 
participação conjunta entre gestão e família, com isso a incansável busca de melhoria no ensino 
respaldada pela Constituição Federal, promulgada em 1988, como os princípios do ensino público 
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A influência da escola é fundamental na vida da criança, assim como também da família 
propiciando ao aluno o desenvolvimento e suas potencialidades, seja física, cognitivas e por meio da 
aprendizagem pedagógica. As escolas tem a obrigação de se articular com as famílias, como também 
os pais terem ciência do processo pedagógico, assim como participar das propostas educacionais. 
Portanto nem sempre esse vínculo toma forma entre a gestão e as famílias. Seria talvez a falta de 
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