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11 SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO LICENCIATURA EM PEDAGOGIA NOME A UTILIZAÇÃO DOS JOGOS DIGITAIS cidade ano nome A UTILIZAÇÃO DOS JOGOS DIGITAIS Trabalho apresentado ao curso de Licenciatura em Pedagogia, da UNOPAR – Universidade Pitágoras UNOPAR, como requisito para a conclusão das disciplinas do sexto semestre. . Professores das Disciplinas do semestre. cidade ano SUMÁRIO INTRODUÇÃO 03 DESENVOLVIMENTO 04 Plano de aula..............................................................................................................08 CONSIDERAÇÕES FINAIS 10 REFERÊNCIAS 11 INTRODUÇÃO A presente produção textual interdisciplinar em grupo tem como tema a utilização de jogos digitais na prática pedagógica inclusiva. A escolha dessa temática visa possibilitar a aprendizagem interdisciplinar dos conteúdos desenvolvidos nas disciplinas deste semestre e, também, para que haja possibilidade de consolidar uma consciência a respeito da inclusão escolar dos alunos com deficiência na escola pública que oferta educação básica. Além de oportunizar reflexões sobre as possibilidades de organização de um trabalho pedagógico que viabilize o conhecimento para todos a partir dos recursos digitais. Para isso, haverá a necessidade de articular as discussões propiciadas nas diferentes disciplinas do semestre, consequentemente reforçando os estudos já realizados Desta forma, a produção textual sendo um procedimento metodológico de ensino e de aprendizagem tem por objetivos favorecer a aprendizagem; promover o estudo dirigido a distância; desenvolver estudos independentes, sistemáticos e o auto aprendizado; interpretar uma situação-problema para exercitar a aplicação prática dos conteúdos interdisciplinares; integrar de forma clara e coesa os tópicos do roteiro de conteúdos com a finalidade de esclarecer a importância dos assuntos abordados nas disciplinas deste semestre na prática profissional; oportunizar o acesso ao saber científico com vistas à produção do conhecimento crítico e criativo, refletindo os desafios e as possibilidades da prática pedagógica; e por fim elaborar produções científicas aplicando normas da ABNT. Após atenta leitura dos textos disponibilizados como referências para elaboração deste trabalho, assim como da análise da situação geradora de aprendizagem, e partindo do relado de uma docente sobre a necessidade de os professores olharem com maior atenção para os alunos público-alvo da educação especial, pois eles necessitam de adaptações e de adequações de conteúdos e materiais, foi elaborado o presente trabalho, o qual discorre sobre a importância das ferramentas digitais na construção de uma educação para todos. DESENVOLVIMENTO Discutir sobre a importância das ferramentas digitais na construção de uma educação para todos, é fundamental para que o corpo docente e demais profissionais da escola acompanhem os discentes, do ponto de vista que eles estão muito mais conectados à tecnologia e ao mundo digital. A partir da situação problema, na qual Fernanda, diretora da Escola Machado de Assis, apontou à coordenadora pedagógica Lúcia, uma proposta, sobre a necessidade de ofertar uma formação aos professores, e após reunirem com estes para indicar as leituras sobre as contribuições das ferramentas digitais e os desafios enfrentados pela comunidade escolar foi possível chegar a alguns pontos relevantes, os quais serão discutidos na presente produção textual sobre a importância das ferramentas digitais na construção de uma educação para todos, para isso apresenta-se um conceito para a Base Nacional Comum Curricular (BNCC): A Base não é uma pauta específica dos segmentos privatizantes. Ao contrário, ela está na agenda de diferentes grupos sociais, inclusive os que fazem uma forte defesa da escola pública de qualidade. No entanto, os representantes dos interesses mercadológicos se vincularam ao Estado e conseguiram explicitar suas demandas (JORNAL DA UNICAMP, 04 dez 2017, s/p.). Percebe-se que a BNCC é um dos principais documentos para a organização e construção dos currículos nas escolas. Nesse sentido, é fundamental os professores conhecerem e analisarem o documento, adaptando-o à realidade escolar. No que tange as competências, a importância das mesmas para a formação dos educandos sem dúvida acompanha a formação do aluno, assim como as estratégias de ensino do professor. Neste documento tem uma fala que não pode deixar de ser apresentada logo nesse início de produção, “a equidade supõe a igualdade de oportunidades para ingressar, permanecer e aprender na escola, por meio do estabelecimento de um patamar de aprendizagem e desenvolvimento a que todos têm direito" (BNCC, 2017, p. 11). O ensino por competências aparece mais claramente derivado dos Parâmetros Curriculares Nacional (PCN) porque eles são o primeiro documento nacional no País que explicita e detalha as competências, desdobradas em habilidades, a ser adquiridas pelos alunos em todas as áreas de conhecimento. E a BNCC vem reafirmas a importância dessas competências, quando menciona que agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões, com base nos conhecimentos construídos na escola, segundo princípios éticos democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários. (BNCC, 2017, p. 18). Para Nogueira e Dias (2018), a BNCC contém medidas que pretendem mudar o currículo, inserir competências e habilidades do século XXI e, assim, modernizar a gestão escolar. Num certo sentido, a BNCC dá a base legal para a realização de reformas e a flexibilização curricular, o que pode levar a mudanças, inclusive no trabalho do professor. (NOGUEIRA; DIAS, 2018). De acordo com a BNCC, o planejamento do professor deve contribuir com a formação de um sujeito criativo, proativo, que saiba partilhar, respeitar a convivência no contexto da diversidade e desenvolver autonomia para resolver problemas de modo responsável e produtivo. Seguindo essa perspectiva, ao longo da educação básica, e com a utilização de diferentes ferramentas disponibilizadas pela tecnologia, cabe ao professor instigar o aluno a questionar, analisar, interpretar, conceituar, trabalhar em equipe, enfim, ampliar a visão de mundo enquanto estabelece relações com seu meio. Por conta do cenário atual, verifica-se a ampliação do uso das tecnologias digitais para inúmeras ações sociais. No que se refere ao contexto educacional, há neste contexto suma importância e muitas contribuições das tecnologias para a Educação. Como cita Araújo et al (2017), “uma coisa é certa, o uso do computador e da internet na escola para fins educacionais é um passo importante”. e ainda apontam que uma sociedade humana não pode sobreviver se a cultura não for transmitida de geração a geração e é a educação que garante esta transmissão. Para tanto, a escola precisa inserir ferramentas que lhe auxilie na formação mais reflexiva do ser humano na construção de um mundo melhor. O contato regrado e orientado da criança com o computador em situação de ensino-aprendizagem contribui positivamente para seu desenvolvimento cognitivo e intelectual, em especial no que esse desenvolvimento diz respeito ao raciocínio lógico e formal, à capacidade de pensar com rigor e sistematicidade, à habilidade de inventar ou encontrar soluções para problemas. (CHAVES, 2004 apud ANDRADE, p.12). A educação é um processo, não um fim em si mesmo, portanto precisa sofrer intervenções positivas para o seu aprimoramento. O uso das tecnologias na área da educação pode exercer um papel importante na relação ensino-aprendizagem. Parafraseando Araújo et al (2017), utilizar as tecnologias como ferramentas pedagógicas auxiliam os estudantes no processo de construção do conhecimento. Para isso a capacitação e inclusão digital do profissional da educação são de suma importância, porque professor é a figura central da mediação do saber. E ainda podemos destacarque o incremento de tecnologias de comunicação e informação no contexto da educação tem como objetivo promover a diversidade cultural e a quebra do paradigma da cultura de massa. Visa a desmistificação de estigmas históricos entre as diversas culturas, através do estreitamento de distâncias entre diversas formas de expressões culturais presentes no planeta, beneficiando a interação entre ambas, almejando a conservação da identidade cultural, promovendo tanto a inclusão digital quanto a social. Por falar em inclusão, na atual conjuntura, o processo de escolarização do público-alvo da educação especial deve ser realizado em uma perspectiva inclusiva que garanta o acesso, a permanência e o sucesso escolar. Para que isso se efetive, é fundamental a utilização de recursos e metodologias, as quais viabilizam a apropriação do conhecimento científico, por meio do atendimento às singularidades dos alunos. Com base no exposto, discorremos sobre como a Tecnologia Assistiva (TA) pode contribuir para a construção de práticas pedagógicas inclusivas. Ressaltando que há determinadas situações e condições que poderão limitar o acesso da criança ao conhecimento. Nesses casos, além de adaptar o instrumento, é preciso ainda se preocupar com os objetivos previstos e os indicadores de aprendizagem levando em conta o potencial de cada aluno, lembrando-se sempre que alguns ajustes geram equidade. Assim atualmente os serviços de TA são em sua maioria de caráter multidisciplinar e devem envolver profissionais de varias áreas como, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, educador especial, professores e psicólogos entre outros. A parceria entre diferentes profissionais auxilia na busca da resolução de dificuldades dos alunos (BRASIL, 2007c). Os recursos de TA disponível na escola podem ser os recursos de acessibilidade computacional que facilitam o processamento de informações e conteúdos escolares agindo como um facilitador na aprendizagem; os recursos de comunicação alternativa que são utilizados para estudantes que apresentam comprometimentos severos de fala; auxílios de mobilidade; adequação postural, além de adaptações de recursos escolares que tenham a finalidade otimizar a funcionalidade do aluno. (FACHINETTI; CARNEIRO, 2017). São necessárias, ainda, adaptações pedagógicas, que são as ações feitas em sala de aula e nos conteúdos, para que possam ser trabalhados em grupos, com adequações para os alunos que tenham maior dificuldade e atividades que possam ser feitas por todos, mesmo que alguns gastem um tempo maior para desenvolver. PLANO DE AULA DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Nome fictício da Escola: Escola Mario Edmundo Etapa de ensino: Fundamental 2 Ano: º Período: Vespertino Número de alunos: 13 Data: TEMA: As regiões brasileiras OBJETIVOS Geral: Conhecer as diferentes regiões brasileiras e suas peculiaridades e compreender e interpretar o mapa do Brasil. Específicos · Apresentar o mapa da divisão regional para que os alunos visualizem; · Reconhecer as diferentes características das regiões brasileiras; · Identificar os estados que compõem cada região do Brasil. · Identificar a importância da utilização dos mapas e suas funções; · Compreender a linguagem cartográfica para representar e interpretar informações; · Identificar no mapa os estados brasileiros e as suas respectivas capitais; · Desenvolver a compreensão da leitura do mapa como objeto de localização e identificação dos lugares; · Reconhecer o país em que vivemos, seus diferentes espaços e localizações geográficas; · Identificar os nomes dos estados e suas capitais; · Desenvolver a compreensão da leitura do mapa como objeto de localização e identificação dos lugares; · Fixar conhecimento adquirido em sala de aula CONTEÚDOS: Diferenças no território. Divisões regionais. Regiões brasileiras atuais. METODOLOGIA 1) Apresentar aos alunos o mapa das regiões brasileiras; 2) Explicar como essa divisão foi feita e o motivo da divisão política do país; 3) Levantar hipótese e questionamentos para motivação da aula: olhando aqui no mapa, qual região você mora? Quantos estados a compõem? Ela é maior ou menor que as demais? Fica próxima ao mar? Quais as curiosidades que você tem sobre alguma região? Você sabe dizer alguma coisa que existe na sua região que a destaca perante as demais? 4) Apresentar o jogo digital e indicar as regras 5) O Papagaio Brasil é um jogo interativo que aborda o mapa político do Brasil, trazendo a localização de cada um dos estados brasileiros e também o nome de suas capitais. É adequado para estimular a aprendizagem dos alunos, fazendo com que aprendam o conteúdo de forma divertida e dinâmica. 6) Realizar a atividade com os alunos. 7) Para o aluno especial, será feita a adaptação proporcionado o manuseio e explicando as regras conforme o andamento do jogo 8) Construir um momento de diálogo para o levantamento dos conteúdos apresentados no jogo. 9) Concluir a aula questionando o que acharam do jogo e o que aprenderam. RECURSOS Jogo online OO Papagaio Brasil – disponível em: https://www.escolagames.com.br/jogos/papagaioBrasil Os mapas de um modo geral são instrumentos de representação do espaço físico. Isso significa que eles reproduzem uma determinada área do espaço para que assim possamos nos localizar nessa localidade, saber onde ela se encontra ou obter informações diversas a respeito. O Papagaio Brasil é um jogo interativo que aborda o mapa político do Brasil, trazendo a localização de cada um dos estados brasileiros e também o nome de suas capitais. É adequado para estimular a aprendizagem dos alunos, fazendo com que aprendam o conteúdo de forma divertida e dinâmica . AVALIAÇÃO Serão avaliados a participação dos alunos na execução dass atividade, a apresentação, bem como a participação no jogo O Papagaio Brasil. REFERÊNCIAS https://www.escolagames.com.br/jogos/papagaioBrasil CONSIDERAÇÕES FINAIS A elaboração da presente produção textual teve seus objetivos alcançados e ainda apresentou subsídios para uma aula utilizando um jogo didático pedagógico digital, O Papagaio Brasil, o qual apresenta as cinco regiões brasileiras, sendo um excelente recurso a ser utilizado no processo ensino-aprendizagem, um jogo interativo que aborda o mapa político do Brasil, trazendo a localização de cada um dos estados brasileiros e também o nome de suas capitais. É adequado para estimular a aprendizagem dos alunos, fazendo com que aprendam o conteúdo de forma divertida e dinâmica O trabalho foi de suma importância, pois pudemos compreender como trabalhar a interdisciplinaridade no contexto da educação inclusiva, tornando o processo de aprendizagem viável e prazeroso, com a utilização de Tecnologia Assistiva. Como já expusemos anteriormente, aproveitamos a oportunidade para parabenizar os professores das disciplinas do semestre, pelo rico material disponibilizado e pelas orientações, as quais forma fundamentais para a conclusão da atividade proposta. A produção textual ainda possibilitou discutir a viabilidade da tecnologia na escola, sendo esta uma boa consumidora tecnológica, contudo é preciso investigar se este consumo é satisfatório e atenda realmente as necessidades tanto dos alunos quanto dos docentes. Com a inovação proporcionada pela tecnologia, olhamos uma forma de transformar a realidade de maneira que a sociedade e a educação sejam as principais beneficiadas. REFERÊNCIAS ANDRADE, Ana Paula Rocha de. Uso das tecnologias na educação: computador e internet. (monografia) Universidade Estadual de Goiás. Brasília, 2011. ARAUJO, Sérgio Paulino de; VIEIRA, Vanessa Dantas; KLEM, Suelen Cristina dos Santos; KRESCIGLOVA, Silvana Binde. Tecnologia na educação: contexto histórico, papel e diversidade. In: IV Jornada de Didática III Seminário de Pesquisa do CEMAD. UEL, 2017. BRASIL. Base Nacional Comum Curricular: A Educação é a Base. Brasília: MEC/Secretaria de Educação Básica, 2018