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Bioquímica II

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Lipídios ........................................................................................................................... 62 
Transferência de Colesterol ........................................................................................ 63 
Aula 16 - Integração do Metabolismo (Estado de Jejum) .................................................. 64 
Vivian Rocha 
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Músculo no Estado de Jejum .......................................................................................... 64 
Fígado no Estado de Jejum ............................................................................................. 64 
Tecido Adiposo no Estado de Jejum ............................................................................... 66 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Vivian Rocha 
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Módulo I 
AULA 1 - GLICÓLISE E FERMENTAÇÃO 
Glicólise 
A via glicolítica que é uma via que consome produzindo , esta via ocorre no glicose piruvato
 de praticamente os de os . citosol todos tipos celulares todos organismos
O NADH dentro da célula pode ser transformado em 3 ATP, se ele transmitir seu potencial 
redutor para dentro da mitocôndria, caso isso não ocorra o NADH no citosol continua sendo 
NADH. 
A glicólise é uma via que produz de pouco ATP, mas tema vantagem de que não há a 
necessidade de oxigênio para eliminar (ou usar) o produto dessa via que é o piruvato, gerando 
energia de uma maneira independente de oxigênio. 
O S. Nervoso e as hemácias fazem glicólise o tempo inteiro, os demais tecidos farão 
glicólise quando houver glicose em abundancia no sangue. 
Sendo assim no só o estado de jejum e as . No cérebro hemácias consomem glicose estado 
, onde a glicose é abundante, alimentado os . todos tecidos consomem glicose
 No estado de jejum o fígado produz glicose. Obs.:
A partir deste panorama geral, respondemos quem faz, onde faz e porque fazemos a glicólise 
e como ocorre. 
A glicólise é uma das vias mais conservadas dos sistemas biológicos, praticamente não 
existem doenças metabólicas relacionadas à mutação em enzimas da glicólise, normalmente a 
mutação em uma enzima da glicólise impede o desenvolvimento daquele organismo. 
Se a glicose esta disponível é preferível metabolizar glicose, isso significa que a glicólise é 
uma via preferencial a ser executada. Quando a glicose estiver disponível abrimos mão do ácido 
graxo e preferencialmente iremos metaboliza-la. 
Fermentação 
A dá destino no fermentação . Os tecidos que fazem fermentação em mamíferos piruvato
são as hemácias e os músculos. As , pois não possuem mitocôndrias e no a hemácias músculo
fermentação vai ser opcional e vai depender da disponibilidade de O2 e da intensidade de contração. 
Transportador de Glicose - GLUT 
A glicose para entrar nas células precisa de um transportador chamado de .GLUT 
A é o hormônio que sinaliza o insulina e o estado alimentado é o hormônio que glucagon
sinaliza o . estado de jejum
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No quando há sinal de insulina o GLUT é colado na membrana permitindo assim a músculo
e entrada de glicose,quando há sinal de glucagon o GLUT é removido e não haverá a entrada de 
glicose, ou seja, em jejum não há a entrada de glicose na célula. 
Obs.: Os GLUTs do fígado, hemácias e cérebro funcionam sempre fazendo a entrada ou 
saída de glicose. 
O do permite a entrada ou saída de glicose, isso vai depender exclusivamente GLUT fígado
do gradiente de concentração, se houver mais glicose fora da célula, esta vai entrar e vice-versa. No 
, a entrada de glicose gera a produção de energia (CO2). Nas o lactato da cérebro hemácias
fermentação é jogado na circulação. No a síntese de pentoses, estoque de tecido muscular
glicogênio, produção de energia, síntese de nucleotídeos e produção de poder redutor. No tecido 
 a glicose é usada tanto para a produção de energia tanto quanto para estoque como lipídeo. adiposo
Via glicolítica 
1
a 
Reação da via: fosforilação da glicose 
A enzima fosforila Hexoquinase a , essa reação é importante para glicose glicose 6-fosfato
evitar que a glicose que acabou de entrar na célula não seja 
perdida, uma vez que o transportador permite a entra ou saída 
de glicose não transporta glicose 6-fosfato. Então produto 
glicose 6-fosfato não é passível de ser transportado, sendo 
assim a célula não perde essa glicose. Isso porque esta reação 
é , pois a hexoquinase não faz a reação reversa. irreversível
Essa primeira reação é pela . regulada quantidade de produto
Em altas concentrações de glicose 6-fosfato, significa que esta 
célula já captou glicose demais e a hexoquinase é inibida pela 
concentração do produto, deixando a glicose como glicose. 
Em baixas concentrações de glicose 6-fosfato a hexoquinase 
vai ter uma atividade muito alta. 
Essa reação gasta 1 ATP! 
2
a 
Reação da via: isomerização da glicose 6-
fosfato a frutose 6-fosfato 
A é glicose 6-fosfato a isomerizada . frutose 6-fosfato
3
a
 Reação da via: fosforilação da frutose 6-fosfato 
A enzima fosfofruto quinase 1 ( ) faz a fosforilação da frutose 6-fosfato a frutose 1,6 -PFK 1
bifosfatase adicionando um fosfato na posição 1. Essa etapa é , (pois a irreversível limitante
velocidade de toda a via depende da velocidade dessa enzima), (porque a frutose 1,6-comprometida
bisfofasto não apresenta nenhum outro destino a não ser a glicólise) e . regulada
Essa reação gasta 1 ATP! 
 Como foi gasto um ATP na reação com a hexoquinase e um ATP com na reação da Obs.:
PFK 1 a célula precisa no mínimo de 2 ATPs para começar a fazer glicólise. 
Vivian Rocha 
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4
a 
Reação da via: quebra da frutose 1,6-bifosfato em duas trioses 
 A é quebrada ao meio ficamos formando duas moléculas uma e frutose 1,6-bifosfato cetona
um . aldeído
5
a
 Reação da via: interconversãode GAP e DHAP 
A e o serão convertidos a . cetona aldeído glicerol aldeído 3-fosfato
 Depois dessa etapa tudo é tudo duplicado! Obs.:
 
6
a
 Reação da via: oxidação do GAP e redução do NAD
+
 
O é oxidado a . E o NAD
+
 é reduzido a em glicerol aldeído 3-fosfato 1,3-bifosfoglicerato
NADH. 
Chega um momento que vai faltar NAD
+
 e a glicólise não funciona sem ele, pois essa reação 
exige o NAD
 +
 que é um substrato. Sendo assim o NAD
+
 precisa ser reduzido de alguma forma. 
A é um processo que recupera NAD
+
 permitindo que a glicólise continue fermentação
funcionando. Um elétron é retirado do NAD e é colocado em uma molécula qualquer, no caso o 
piruvato, o NAD volta a ser NAD
+
 e a glicólise continua funcionando. O da é objetivo fermentação 
 se não a glicólise iria parar nessa etapa. regenerar o NAD
Produção de 2 NADH! 
7
a 
Reação da via: fosforilação da 1
a 
molécula de ATP 
Um fosfato é retirado da posição 1 do e esse fosfato é retirado direto 1,3-bifosfoglicerato
para a sintese de ATP. 
Essa reação é e . reversível não é regulada
Foram produzidos 2 ATPs! 
8
a 
Reação da via: Reação da fosfogliceratomutase 
O vai virar , onde um fosfato muda de posição. 3-fosfoglicerato 2-fosfoglicerato
9
a
 Reação da via: Reação da enolase: produção do 2
o
 fosfato de alta energia 
O é desidratado fazendo com que o fosfato mude de posição para uma 2-fosfoglicerato
posição onde ele ficasse altamente energético (ao lado da dupla ligação) virando assim PEP
(fosfoenolpiruvato). 
10
a
 Reação da via: produção da 2
a
 molécula de ATP 
O é transformado em e pela enzima PEP piruvato ATP . Essa reação é piruvato quinase
 e . irreversível regulada
 
No final pegamos 1 glicose, 2 ATPs, 2 NAD
+
, 4 ADPs e 2 fosfatos inorgânicos, para 
produzir 2 piruvatos, 2 ADPs, 2 NADH, 4 ATPs e no final de tudo ganhamos 2 ATPs e 2 NADH 
que podem ou não ser usados para virar ATP. 
Vivian Rocha 
10 
 
Níveis Hierárquicos de Regulação 
Existem três estratégias

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