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No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 1 Olá pessoal! Saiu o tão aguardado edital do DNIT!! São 174 vagas ofertadas para o cargo de Analista de Infraestrutura de Transportes – Área: Engenheiro Civil, com salário final que supera os R$ 8.000,00. Estamos muito satisfeitos em dar nossa contribuição nessa sua caminhada rumo à sua aprovação neste concurso. Então, convidamos vocês a participarem deste novo curso de Teoria + Exercícios de Obras Rodoviárias para Analista de Infraestrutura de Transportes – Engenharia Civil do DNIT/2012. Esse curso cobrirá todo o conteúdo programático do Edital do DNIT. E nele nós procuramos apresentar cada assunto da maneira mais didática possível, de maneira que o entendimento mesmo que abrangente, seja assimilado de forma tranquila pelo aluno. A abordagem dos assuntos nas aulas será feita com a profundidade necessária para a resolução das questões de provas anteriores. Não se pretende aqui esgotar os temas ou extrapolar a abrangência exigida pela Banca. Assim, o objetivo do curso será o de melhorar o custo-benefício do seu estudo, no limite suficiente à resolução das questões de prova. Procuramos no nosso curso filtrar pra vocês o que achamos de mais importante sobre essa disciplina, especialmente os conceitos mais relevantes de cada tópico. Acreditamos que com o conteúdo desse curso, vocês terão um material contendo os temas mais relevantes e com maior probabilidade de cobrança na prova. E é com esta finalidade que vamos apresentar um material que aborde o conteúdo da disciplina diretamente ao ponto principal de cada assunto, evidenciando os principais temas cobrados em provas de concursos, por isso resolvemos ministrar esse curso com dois professores, tendo em vista o amplo escopo desse Edital lançado pela ESAF para o concurso do DNIT. E essa parceria já deu certo, vide o concurso da CGU que das 15 questões de Obras Rodoviárias, praticamente todas estavam ou na teoria ou nos exercícios comentados do nosso curso. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 2 Naquela ocasião, a banca examinadora foi a ESAF, assim como será para o concurso do DNIT. A mesma metodologia que utilizamos no curso anterior será aplicada a este novo concurso, ou seja, faremos o possível para tornar o tema claro para o entendimento, sempre trazendo o enfoque que as bancas têm dado para cada assunto. Nosso objetivo é colocá-los em nível adequado de conhecimento para vocês se familiarizarem com a forma de cobrança dos assuntos e comentar o máximo de questões sobre o tema. Essa será a chave para a sua aprovação. Acreditamos que neste período pós-edital o estudo deve ser o mais estratégico. Dessa forma, pensamos em desenvolver o curso com questões comentadas e trazendo a teoria da matéria da forma mais enxuta possível, focando nos conceitos básicos que são considerados imprescindíveis para entender a lógica por traz das questões. É importante ressaltar que, embora o concurso do DNIT seja realizado pela ESAF, essa banca não possui tradição em elaborar concursos para a área de engenharia, sendo muito difícil encontrarmos questões da ESAF sobre o tema de obras rodoviárias. Exatamente por esse motivo é que o curso também utilizará questões de outras bancas, sobretudo do CESPE e da FCC, pois essas duas bancas tem um acervo maior de questões de engenharia. Pessoal, outra coisa que considero importante para a aprovação de vocês é o canal direto que vocês terão com a gente por meio do uso do fórum de dúvidas quando adquirirem o curso. Dessa forma, se por ventura restar dúvidas sobre determinando tema ou questão, ou, até mesmo dar sugestões para melhoria do curso, vocês poderão fazê-lo por esse canal. Sem dúvida o fórum de dúvidas é uma poderosa ferramenta, principalmente, em um concurso com um número tão significativo de vagas, pois as dúvidas dos seus colegas poderão esclarecer muitas coisas acerca dos diversos conteúdos do edital. Ah, mais uma informação. Pretendemos lançar um curso de discursivas para esse cargo logo após a realização das provas objetivas. Pelo cronograma disponibilizado no sítio da ESAF em http://www.esaf.fazenda.gov.br/concursos/concursos_selecoes/DNIT- 2012/Editais/Cronograma%20DNIT-2012.pdf, a data provável da aplicação das provas discursivas será 24/02/2013, dessa forma entre o dia da aplicação das provas objetivas e a data da realização das provas discursivas, haverá um interstício mínimo de 1 mês. Tempo No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 3 suficiente para deixarmos vocês preparados para a prova técnica que lhes esperam. Bem, vamos às apresentações. Meu nome é Fabrício Helder Mareco Magalhães, sendo mais conhecido como Fabrício Mareco. Possuo dupla-graduação: em engenharia civil pela Universidade Federal do Ceará - UFC e em engenharia generalista pela École Centrale de Lyon na França. Atualmente, fui aprovado em 10º lugar no último concurso do Tribunal de Contas da União–TCU/2011, cargo Auditor Federal de Controle Externo, orientação: Auditoria em Obras Públicas. Estou lotado na 2ª Secretaria de Fiscalização de Obras-Secob que fiscaliza obras rodoviárias. Além dessa minha aprovação, também fui aprovado em 6º lugar para o cargo de Analista Tributário da Receita Federal em 2006, e fiquei como excedente no concurso do TCU 2007, obtendo o 24º lugar. Eu sou o Gustavo Baptista Lins Rocha, graduado pela Universidade Federal de Goiás com pós-graduação em Construção Civil pela Escola de Administração de São Paulo da Fundação Getulio Vargas – FGV/EASP. Trabalhei durante muitos anos na iniciativa privada e durante esse período tive oportunidade de acompanhar diversos tipos de obras de engenharia (edificações, pontes, saneamento etc.), mas, sobretudo, executei diversas obras rodoviárias. Após esse período na iniciativa privada, no início de 2010 resolvi dar um novo rumo à minha vida, prestando concursos públicos. No final deste mesmo ano fui aprovado em 1º lugar para o concurso do Inmetro. Em 2011, fiz o concurso para Auditor Federal de Controle Externo do Tribunal de Contas da União – TCU naárea de obras, sendo aprovado em 4º lugar nesse certame. Esse é o cargo que ocupo atualmente, estando lotado na 2ª Secretaria de Fiscalização de Obras-Secob, que cuida de auditoria em obras rodoviárias. Uma coisa de aprendemos nessa vida de concurseiro é que disciplina, determinação, persistência, assim como um estudo estratégico são elementos que ajudam bastante a atalhar o sucesso da aprovação. Faça um planejamento dos estudos e tenha sobre tudo muita força de vontade!! No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 4 Bem, após as devidas apresentações, vamos voltar a falar do nosso curso, sendo que a previsão e o cronograma das aulas se encontram abaixo: Aula 0 Projetos de obras rodoviárias: terraplanagem (distribuição de massas, compactação de solos), execução de serviços de Terraplanagem Especificações de serviços: terraplanagem (corte, aterros, empréstimos, bota-fora etc.) Aula 1– 21/11/2012 Projetos de obras rodoviárias: pavimentação (pavimentos flexíveis e rígidos, dimensionamento). Especificações de serviços: pavimentação (reforço do subleito, sub- base, base e revestimento asfáltico). Construção: pavimentação Aula 2 – 30/11/2012 Estudos geotécnicos (ensaios de laboratório, sondagens, investigação de campo). Definição de jazidas. Projetos de obras rodoviárias: drenagem. Construção: drenagem Especificações de serviços: drenagem Aula 3 – 10/12/2012 Equipamentos de terraplenagem, equipamentos de pavimentação e usinagem. Projetos de obras rodoviárias: obras de arte correntes Especificações de serviços: obras de arte correntes e obras de arte especiais. Projetos de obras de arte especiais, fundações e túneis. Aula 4 – 18/12/2012 Projetos de obras rodoviárias: sinalização (horizontal e vertical). Construção: sinalização. Projetos de obras rodoviárias: meio ambiente. Impactos ambientais e medidas mitigadoras. Construção: organização do canteiro de obras. Aula 5 – 22/12/2012 Ensaios técnicos de materiais betuminosos e agregados. Aula 6 -28/12/2012 Sistema de Custos Rodoviários do DNIT (Sicro): metodologia, conceitos, produção mecânica e equipamentos. 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Aula 8 – 11/01/2013 Fiscalização: acompanhamento da aplicação dos recursos (medições, cálculo de reajustamento, emissão de fatura, etc.), análise e interpretação de documentação técnica (editais, contratos, aditivos contratuais, cadernos de encargos, projetos, diário de obras, etc.). Aula 9 – 15/01/2013 Conservação e manutenção de rodovias. Lembramos que os exercícios que forem resolvidos serão apresentados em forma de lista no final de cada aula, para que aqueles alunos que desejam resolvê-los antes de ver o gabarito e de ler os respectivos comentários. Pessoal, após as devidas apresentações, não percamos tempo e vamos ao que nos interessa!! O tema que trataremos hoje é serviços de terraplenagem. Veremos que na concepção de uma rodovia a escolha do trajeto é de vital importância na quantificação do custo de uma rodovia e que dependendo do trajeto e da cota do terrapleno escolhido pode-se usar uma boa parte do material que será obtido em cortes para a construção dos aterros ou rejeitá-lo quando inservível como material de bota-fora. Também veremos as Normas DNIT sobre as Especificações de Serviços de terraplenagem. Consideramos essa parte como a mais cansativa da aula, porque há muito decoreba o que gera um número muito grande de conceitos a serem retidos. Mas, garanto a vocês que essa leitura que farão poderá ser a diferença entre os aprovados e os não aprovados no certame. Vamos ver que nas questões existentes sobre o tema, a ESAF gosta de pedir a literalidade dessas Normas. Estudaremos as partes que consideramos mais importantes, mas aconselhamos que posteriormente, se tiverem tempo, leiam as normas que serão tratadas nesta aula. 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De forma genérica, a terraplanagem ou movimento de terras, pode ser entendida como o conjunto de operações necessárias para remover a terra, dos locais em que se encontra em excesso para aqueles em que há falta, tendo em vista um determinado projeto a ser implantado. 1.1 ETAPAS CONSTITUINTES DA TERRAPLENAGEM As etapas que constituem os serviços de terraplenagem são as seguintes: a) escavação; b) carregamento do material escavado; c) transporte; d) descarga e espalhamento. Quando as especificações determinam a obtenção de certo grau de compactação no aterro, haverá, ainda, a operação final de adensamento do solo até os índices mínimos estabelecidos. 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Descarga e espalhamento Consistem na descarga e espalhamento do material transportado no local do aterro a se construído, com o objetivo de execução do aterro propriamente dito. Quando as especificações determinam a obtenção de certo grau de compactação no aterro haverá, ainda, a operação final de adensamento do solo até índices mínimos estabelecidos. Essas operações básicas podem ser executadas pela mesma máquina ou por equipamentos diversos. Exemplificando, um trator de esteira provido de lâmina, executa sozinho todas as operações acima indicadas, sendo que as três primeiras com simultaneidade. Essas quatro operações repetem-se através do tempo, constituindo- se, portanto, num trabalho cíclico e o seu conjunto denomina-se ciclo de operação. A determinação do ciclo de operação permitirá o No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 9 estudo da estimativa da produção de um equipamento de terraplenagem. Vejam como caiu em prova: 01 - (IPOJUCA 2009 – CESPE) Terraplenagem é a movimentação de terra por corte ou aterro de uma determinada área, com o objetivo de torná-la plana e, se necessário ao projeto, horizontal. Bem, nessa questão o examinador tentou enganar o candidato alterando o conceito de terraplenagem. No início da aula vimos que o serviço de terraplenagem tem como objetivo a conformação do relevo terrestre para implantação de obras de engenharia. Portanto, pessoal, não caia nessa não! Lembrem-se quando estão viajando de carro por uma rodovia e recordem como há inúmeros trechos com subidas e descidas ao longo do caminho. O conteúdo da afirmativa está errado. Gabarito: Errada 1.2 ATIVIDADES PRELIMINARES À EXECUÇÃO DA TERRAPLENAGEM Conforme destacado anteriormente, a terraplenagem consiste, em termos gerais, na execução de cortes e de aterros. Porém, antes de No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 10 dar início às operações básicas, é necessária a retirada de todos os elementos, naturais ou artificiais, que não participarão diretamente ou que possam interferir nestas duas operações. O conjunto de todas essas atividades é designado por Serviços Preliminares, os quais compreendem o desmatamento, o destocamento e a limpeza. O desmatamento é o corte e remoção de toda vegetação de qualquer densidade e posterior limpeza das áreas destinadas à implantação da plataforma a ser construída. O destocamento e a limpeza são operações de escavação e remoção total dos tocos e raízes e da camada de solo orgânico, na profundidade necessária, até o nível do terreno considerado apto para terraplenagem das áreas destinadas à implantação da plataforma a ser construída. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 11 Trator de Esteiras efetuando o destocamento A área a desmatar deverá ser definida após o projeto de terraplenagem onde são previstos os limites necessários à implantação dos cortes e aterros denominados off-sets de terraplenagem. Caros alunos, segundo o Glossário de Termos Técnicos Rodoviários do DNIT, off-set significa estaca cravada a 2 m da crista de corte ou pé de aterro, devidamente cotada, que serve de apoio à execução de terraplenagem e controle topográfico, sempre no mesmo alinhamento das seções transversais No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 12 É comum durante a fase de implantação da rodovia alteração dos limites de desmatamento definidos em projeto, em face da dificuldade das máquinas de acompanhar a linha sinuosa que limita os off-set, principalmente nas regiões de vegetação densa. Então para facilitar o desempenho operacional o desmatamento passa a ser feito por segmento de reta, aumentando a área a desmatar, agredindo o meio ambiente, facilitando a erosão e o assoreamento, bem como diminuindo a estabilidade do talude. Pessoal, nosso interesse é o foco em concursos públicos. O importante é tentar extrair do conteúdo os principais conceitos de cada tema e mostrar como são as cobranças das bancas. Vamos a um resumo da norma DNIT 104/2009 – ES “Terraplenagem – Serviços Preliminares” que contém os serviços de “desmatamento, destocamento e limpeza” que fizemos para vocês. Em seguida, vamos ver como isso já caiu em provas: Desmatamento, Destocamento e Limpeza ►Nos cortes Nas áreas destinadas a CORTES, a exigência éde que a camada 60 cm abaixo do greide projetado fique totalmente isenta de tocos ou raízes. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 13 ►Nos aterros Quando a cota vermelha de um ATERRO for superior a 2,00 m, o desmatamento deve ser executado de modo que os cortes das árvores fique no máximo, nivelado ao terreno natural, não havendo necessidade do DESTOCAMENTO. Verificação -É admitida, como tolerância, uma variação da largura da faixa a ser trabalhada de + 0,15 m p/ cada lado do eixo* * Não é admitida variação negativa � Medição – Desmatamento, Destocamento e Limpeza a) árvores com diâmetro inferior a 0,15 m => m2* * metro quadrado b) árvores com diâmetro igual ou superior a 0,15 m devem ser medidas ISOLADAMENTE, em função de 2 conjuntos: b.1) Árvores com diâmetro entre 0,15 m e 0,30 m b.2) Árvores com diâmetro superior a 0,30 m Leia também: DNIT 104/2009-ES (Terraplenagem – Serviços Preliminares - Especificações de Serviço) Disponível em: http://ipr.dnit.gov.br/normas/DNIT104_2009_ES.pdf E esse assunto já caiu assim: 2 – (PETROBRÁS TEC. EDIFICAÇÃO 2004 – CESPE) Na construção de aterros, deve ser procedida uma preparação adequada do terreno para receber o aterro, especialmente No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 14 com retirada de vegetação ou restos de demolições eventualmente existentes. Acabamos de ver que os Serviços Preliminares compreendem o desmatamento, o destocamento e a limpeza. Vimos também que antes de dar início às operações básicas (cortes e aterros) , é necessária a retirada de todos os elementos, naturais ou artificiais, que não participarão diretamente ou que possam interferir nestas duas operações. Já o item 4.1 da norma DNIT 106/2009-ES condiciona o início dos serviços à área objeto dos serviços se apresentar convenientemente desmatada e destocada com o respectivo entulho removido. Gabarito: Certa 3 – (TCE - RN 2006 – CESPE) Os serviços de desmatamento, destocamento e limpeza são considerados preliminares e nenhum movimento de terra pode começar antes de esses serviços terem sido totalmente concluídos. Vejam que as provas por diversas vezes retomam alguns temas. Por isso é tão importante resolvermos questões sobre os conteúdos cobrados em concursos, especialmente da banca que irá organizá-los. Porém, infelizmente, a ESAF tem poucas provas aplicadas para os conteúdos de engenharia e menos ainda, especificamente, para a parte rodoviária. Consideramos que as questões do CESPE são as que mais podem ajudar na complementação dos alunos que estão estudando para este concurso do DNIT, mesmo que a formatação da maioria de suas questões seja diferente da ESAF, já que nesta as questões são de múltipla escolha, enquanto que naquela, na maioria das vezes, as questões são para marcar “certo” ou “errado”. A FCC também tem uma longa tradição em concursos que abrangem a área de obras e a resolução de suas provas, também, certamente ajudará bastante a revisar o conteúdo das matérias. Bem, voltando à questão acima, segundo a norma DNIT 108/2009-ES (Terraplenagem – Aterro – Especificações de Serviço), antes do início da execução dos aterros, os elementos/componentes do processo construtivo pertinente e que serão utilizados para a respectiva No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 15 implantação do aterro, devem estar em condições adequadas, condições estas retratadas pelo atendimento do disposto nos itens 4.1 a 4.8 da norma DNIT 106/2009-ES (Terraplenagem - Cortes – Especificações de Serviço). Por sua vez, o item 4.1 da norma DNIT 106/2009-ES condiciona o início dos serviços à área objeto dos serviços se apresentar convenientemente desmatada e destocada com o respectivo entulho removido. Gabarito: Certa 1.4. ABERTURA E MELHORIA DE CAMINHOS DE SERVIÇO São estradas de padrão apenas suficiente que garanta o trânsito de equipamentos e veículos, com a finalidade de interligar cortes e aterros, assegurar o acesso ao canteiro de serviço, áreas de empréstimos, jazidas, obras de arte, fontes de abastecimento de água e demais instalações previstas no canteiro da obra. Tais estradas se constituem em obras de baixo custo, com movimentos de terra mínimos, envolvendo ordinariamente, a utilização de solo local e abrangendo plataforma com largura de 4,0 m a 5,0 m. Os serviços de manutenção devem estar sempre presentes, com a mobilização de motoniveladora, para promover a regularização da pista e de sorte a garantir, para o equipamento, o desenvolvimento de velocidade adequada e com a devida segurança. Da mesma maneira, a fim de combater a formação de poeira, deve- se umedecer as pistas com caminhões pipa, ou adicionar-se substâncias estabilizantes que retêm a umidade natural. Para a abertura destes caminhos de serviço, os tratores de esteiras com lâmina angulável são os equipamentos mais indicados, já que, na maioria dos casos, procura-se um traçado a meia-encosta, com secção mista de corte e aterro. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 16 Agora, um pequeno resumo de algumas partes importantes da norma DNIT 105/2009-ES (Terraplenagem - Caminhos de Serviço - Especificações de Serviço) Resumo: Caminhos de Serviço Vias implantadas de caráter provisório => deslocamento de equipamentos e veículos Verificação -Estabelece-se para a largura da pista de caminho de serviço uma tolerância de + 0,20 m, em relação a definida pelafiscalização �Medição – Caminhos de Serviços a) Se dentro dos “off-sets” => será medido como serviço correspondente (Corte ou Aterro) b) Se fora dos “off-sets” => medição específica dos serviços (escavação, carga, transporte, etc) como caminho de serviço Caminho de Serviço No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 17 Leia também: DNIT 105/2009-ES (Terraplenagem - Caminhos de Serviço - Especificações de Serviço) Disponível em: http://ipr.dnit.gov.br/normas/DNIT105_2009_ES.pdf 2. CORTES 2.1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS O corte é um segmento da rodovia, cuja implantação requer escavação do material constituinte do terreno natural, ao longo do eixo e no interior dos limites das seções do projeto que definem o corpo estradal. 2.2. TIPOS DE CORTES 2.2.1. Corte a céu aberto Escavação praticada na superfície do solo. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 18 2.2.2. Corte a meia encosta Escavação para passagem de uma rodovia, que atinge apenas parte de sua seção transversal. 2.2.3. Corte em caixão Escavação em que os taludes estão praticamente na vertical. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 19 2.2.4. Corte em raspagem Quando a sua altura não supera 0,40 m em secção plena ou 0,80 m em seção mista. 2.3. CLASSIFICAÇÃO QUANTO À DIFICULDADE EXTRATIVA É a seguinte a definição das categorias de material escavado, no âmbito do DNIT: a) 1ª categoria: terra em geral, piçarra ou argila, rocha em adiantado estado de decomposição, seixos rolados ou não, com diâmetro máximo inferior de 15 cm, qualquer que seja o teor de umidade, compatíveis com a utilização de “dozer”, “scraper” rebocado ou motorizado*. b) 2ª categoria: rocha com resistência à penetração mecânica inferior ao granito, blocos de pedra de volume inferior a 1m³, matacões e pedras de diâmetro médio superior a 15 cm, cuja extração se processa com emprego de explosivo ou uso combinado de explosivos, máquinas de terraplenagem e ferramentas manuais comuns. Estão incluídos nesta categoria os blocos de rocha de volume inferior a 2 m³ e os matacões ou pedras de diâmetro médio compreendido entre 0,15 m e 1,00 m. c) 3ª categoria: rocha com resistência à penetração mecânica superior ou igual à do granito e blocos de rocha de volume igual ou superior a 1 m³, cuja extração e redução, para tornar possível o carregamento, se processam com o emprego contínuo de explosivo. Em princípio, os materiais da 1ª categoria são aqueles facilmente escaváveis com os equipamentos normais, ainda que se apresentem bastante rijos, em razão de baixo teor de umidade, pois, se úmidos, podem perder a resistência oferecida ao desmonte. Além disso, ainda que estejam misturados com pedras, seixos rolados ou matacões, desde que sejam escaváveis com o equipamento indicado, são considerados como de 1ª categoria. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 20 O mesmo se pode afirmar no caso de rocha alterada, desde que apresente pouca compacidade e permita o uso dos equipamentos comuns. Os materiais de 2ª categoria são mais resistentes ao desmonte e não admitem o uso dos equipamentos comuns, a não ser após o emprego de algum tratamento prévio. Na verdade, a necessidade de se classificarem os materiais de escavação nas citadas categorias provém do simples fato de que os mais resistentes, oferecendo maior dificuldade ao desmonte, demandam emprego de um número maior de horas de equipamento ou obrigam ao seu uso de modo mais intensivo, gerando, obviamente, maiores custos de escavação. Após essa constatação conclui-se que às diferentes categorias corresponderão preços unitários de escavação bastante diversos. Daí deriva a importância econômica da classificação dos materiais, permitindo a remuneração dos serviços de desmonte de acordo com o esforço empregado nessa operação. 2.4. TALUDE DE CORTE Superfície inclinada do terreno natural de um corte No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 21 2.4.1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS Denomina-se talude a superfície inclinada ou vertical, proveniente dos trabalhos de terraplenagem e que limita o terreno natural com o corpo da estrada. É também chamado de saia de corte ou de aterro. Nos cortes, o talude é resultante da escavação do terreno natural. Sua inclinação é determinada antes do início dos serviços. Nos cortes em solos finos e expansivos, a inclinação é maior do que nos solos estáveis, chegando a vertical nos cortes em rocha sã. Nos aterros, o talude é resultado da colocação dos materiais, provenientes dos cortes e/ou empréstimos, em camadas sucessivas compactadas. Tanto nos cortes como nos aterros, a inclinação do talude é função da natureza do solo e das alturas destes. A prática rodoviária aconselha, para os cortes, um taludemáximo de 1:1 (V:H) e, para os aterros compactados, a inclinação máxima de 2:3 (V:H), tendo-se sempre presente que cada tipo de solo merece um estudo específico, devendo o assunto ser definido, de forma precisa, no Projeto de Engenharia. 2.5. TALUDE ESCALONADO Talude em geral alto, em que se praticam banquetas, com vistas à redução da velocidade das águas pluviais superficiais, para facilitar a drenagem e aumentar a estabilidade do maciço. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 22 2.6. EXECUÇÃO - NORMA DNIT 106/2009-ES – CORTES Quando alcançado o nível da plataforma dos cortes: a) Se for verificada a ocorrência de rocha sã ou em decomposição, deve-se promover o rebaixamento do greide, da ordem de 0,40 m, e o preenchimento do rebaixo com material inerte, indicando no projeto de engenharia ou em sua revisão; b) Se for verificada a ocorrência de solos de expansão maior que 2% e baixa capacidade de suporte - ISC,deve-se promover sua remoção, com rebaixamento de 0,60 m, em se tratando de solos orgânicos, o projeto ou sua revisão fixarão a espessura a ser removida. Em todos os casos, deve-se proceder à execução de novas camadas, constituídas de materiais selecionados, os quais devem ser objeto de fixação no projeto de engenharia ou em sua revisão; Pessoal, falaremos nas próximas aulas sobre os ensaios técnicos realizados no solo, no entanto, antecipamos que através do ensaio do Índice de Suporte Califórnia - ISC determina-se a resistência do material em análise e o ensaio de expansão mede a expansibilidade do material durante 4 dias de imersão em água. Quanto maior o ISC e menor a expansibilidade melhor será o uso do solo como camada de pavimentação. c) No dos cortes em solo, considerando o preconizado no projeto de engenharia, devem ser verificadas as condições do solo “in natura” nas camadas superficiais (0,60 m superiores, equivalente à camada final do aterro), em termos de grau de compactação. Os segmentos que não atingirem as condições mínimas de compactação devem ser escarificados, homogeneizados, levados à umidade adequada e, então, devidamente compactados, de sorte a alcançar a energia estabelecida no Projeto de Engenharia. Os taludes dos cortes devem apresentar, após a operação de terraplenagem, a inclinação indicada no projeto de engenharia, para cuja definição foram consideradas as indicações provenientes das investigações geológicas e geotécnicas. Constatada a conveniência técnica e econômica de reserva de materiais escavados nos cortes, para a confecção das camadas superficiais da plataforma, deve ser procedido o depósito dos referidos materiais, para sua oportuna utilização. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 23 Atendido o projeto e, desde que técnica e economicamente aconselhável, a juízo da Fiscalização, as massas em excesso, que resultariam em bota-foras, podem ser integradas aos aterros, constituindo alargamentos da plataforma, adoçamento dos taludes ou bermas de equilíbrio. Então pessoal, desse modo, os excessos de volumes do corte podem ser aproveitados nos aterros, desde que técnica e economicamente aconselhável, além disso tem que ser aprovado pela Fiscalização. As massas excedentes que não se destinarem ao fim indicado na subseção anterior devem ser, então, objeto de deposição em bota- foras e de modo a não se constituírem em ameaça à estabilidade da rodovia e nem prejudicarem o aspecto paisagístico da região, atendendo ao preconizado no projeto de engenharia. Na execução dos cortes em rochas devem ser tomados os seguintes cuidados, objetivando a segurança do pessoal e dos equipamentos: a) Estabelecer um horário rígido de detonação, com horas certas de fogo, e cumpri-lo à risca. b) Não trabalhar com explosivos à noite. c) Abrigar bem o equipamento e fazer com que o pessoal se proteja, de modo que as pedras da explosão não o atinjam. d) Avisar a comunidade local e ao tráfego usuário, eventualmente existente, e colocar vigias para evitar a aproximação de pessoal estranho nas vizinhanças do corte na hora da explosão. e) Não permitir a permanência de pessoas estranhas ao serviço durante qualquer fase do ciclo, pois todas elas são perigosas. f) Somente permitir o manuseio de explosivo por pessoa habilitada e usar sempre as mesmas pessoas nesse serviço, e num número o mais reduzido possível (somente o estritamente necessário). g) Somente trazer do depósito a quantidade de explosivo necessária à detonação, não permitindo sobras. No caso de haver qualquer excesso, por erro de cálculo na quantidade, esse material, inclusive os acessórios (espoleta, estopim, etc.), deve ser levado de volta ao paiol, antes da detonação. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 24 Nos cortes de altura elevada, em função do definido no projeto de engenharia, deve ser procedida a implantação de patamares, com banquetas de largura mínima de 3 m, valetas revestidas e proteção vegetal. Resumo: Corte - Regra: escavação do terreno natural até o nível (greide) da terraplenagem indicado (nível da plataforma) - Exceção: - ocorrência de rocha sã ou em decomposição: rebaixamento de 0,40m + execução de novas camadas c/ materiais selecionados - ocorrência de solos expansivos (> 2%), poucos resistentes ou orgânicos: rebaixamento de 0,60m + substituição por solos selecionados � Medição - Cortes - considera o volume extraído medido no corte (“in natura”) e a distância de transporte entre este e o local de depósito - cálculo dos volumes: Seções Primitivas - aplicando o método da "média das áreas" No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a suareprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 25 Verificação a) Variação da altura máxima para eixos e bordas • Cortes em solo = ± 0,05 m • Cortes em rocha = ± 0,10 m b) Variação máx. da largura => + 0,20 m p/ cada semi- plataforma* * Não é admitida variação negativa Leia também: DNIT 106/2009-ES (Terraplenagem – Cortes - Especificações de Serviço) Disponível em: http://ipr.dnit.gov.br/normas/DNIT106_2009_ES.pdf Questões de concursos: 4 - (CGU 2008 – ESAF) Segundo as especificações do DNIT – Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes, “o corte é um segmento natural da rodovia cuja implantação requer escavação do terreno natural, ao longo do eixo e no interior dos limites das seções do projeto, que definem o corpo estradal”. Com relação a esse serviço, é correto afirmar que: a) o sistema de medição considera o volume medido após a extração e a distância de transporte entre este e o local do depósito. b) quando houver excesso de materiais de cortes e não for possível incorporá-los ao corpo de aterros, deverão ser constituídas áreas de empréstimos. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 26 c) quando, ao nível da plataforma dos cortes, for verificada a ocorrência de rocha, sã ou em decomposição, promove-se um rebaixamento da ordem de 0,40m e a execução de novas camadas com materiais selecionados. d) nos cortes de altura elevada é prevista a implantação de patamares, com banquetas de largura mínima de 1m, valetas revestidas e proteção vegetal. e) para a escavação dos materiais classificados como de 1ª e 2ª categorias, poderão ser utilizados tratores de lâmina, “motoscrapers”, escavadeiras e carregadeiras. Pessoal, essa questão da ESAF, do último concurso da CGU, cobrou algumas literalidades de norma do DNIT. Durante a aula, abordamos os principais pontos das normas de terraplenagem, inclusive fizemos um resumo do que achamos que deve ser revisado com mais frequência. Mas, mesmo assim, achamos muito importante dar uma lida em algumas dessas normas do DNIT. Especialmente nas seguintes: - DNIT 104/2009-ES (Terraplenagem - Serviços Preliminares - Especificações de Serviço) - DNIT 105/2009-ES (Terraplenagem - Caminhos de Serviço - Especificações de Serviço) - DNIT 106/2009-ES (Terraplenagem - Cortes – Especificações de Serviço) - DNIT 107/2009-ES (Terraplenagem - Empréstimos – Especificações de Serviço) - DNIT 108/2009-ES (Terraplenagem - Aterros – Especificações de Serviço) Os links para o acesso a essas normas foram disponibilizados ao longo da aula no final de cada um desses assuntos. Então, vamos analisar cada um dos itens dessa questão: No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 27 a) o sistema de medição considera o volume medido após a extração e a distância de transporte entre este e o local do depósito. Em suma, a norma DNIT 106/2009-ES estabelece que como critério de medição o seguinte: A medição será feita pelo volume extraído, MEDIDO NO CORTE, e a distância de transporte entre este e o local de depósito, obedecendo-se às seguintes condições: ► O cálculo dos volumes será resultante da aplicação do método da "média das áreas". ► A distância de transporte será medida ao longo do percurso seguido pelo equipamento transportador, entre os centros de gravidade das massas. O percurso a ser utilizado deverá ser previamente aprovado pela Fiscalização. ► Uma vez perfeitamente caracterizado o material de 3ª categoria, proceder-se-á à medição específica do mesmo, não se admitindo, neste caso, classificação percentual do referido material. Os cortes que apresentarem mistura de 3ª categoria com as demais, com limites pouco definidos, deverão merecer atenção especial da Fiscalização, de maneira a permitir uma classificação justa dos materiais escavados. Em função da respectiva magnitude, deve ser promovida a anexação de fotografias do corte, efetuadas imediatamente antes da extração da rocha e em sequencia à detonação do explosivo, procedendo-se, ainda, devidas anotações no “Diário de Obras”. É importante sabermos que nesses preços estão consideradas: - as operações de escavação, carga e transporte ao local de deposição; - manutenção dos caminhos de serviço; - escarificação; e - conformação de taludes. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 28 O método das áreas, citado anteriormente, consiste no cálculo do volume de cada interperfil, elaborado a partir das áreas das seções transversais, pela aplicação do método da média das áreas: sendo l o espaçamento entre duas seções subseqüentes S1 e S2 (ver figura a seguir). A alternativa, afirma-se que o sistema de medição considera o volume medido após a extração. Conforme visto, a medição será feita pelo volume extraído, MEDIDO NO CORTE (“in natura”).Portanto, o item está incorreto. b) quando houver excesso de materiais de cortes e não for possível incorporá-los ao corpo de aterros, deverão ser constituídas áreas de empréstimos. Vimos que, quando houver excesso de material de cortes e for impossível incorporá-los ao corpo dos aterros, serão constituídos BOTA-FORAS e não áreas de empréstimos, o que torna a alternativa incorreta. EMPRÉSTIMOS � locais em que é retirado material para o aterro BOTA-FORA � local de deposição do material inservível* retirado nos cortes No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE- OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 29 * devido à má qualidade, volume ou excessiva distância de transporte c) quando, ao nível da plataforma dos cortes, for verificada a ocorrência de rocha, sã ou em decomposição, promove-se um rebaixamento da ordem de 0,40m e a execução de novas camadas com materiais selecionados. De acordo com a norma DNIT 106/2009-ES para cortes a regra é escavação do terreno natural até o nível (greide) da terraplenagem indicado (nível da plataforma). As exceções são: a) quando, ao nível da plataforma dos cortes, for verificada a ocorrência de ROCHA sã ou em decomposição , promove-se um rebaixamento da ordem de 0,40m e a execução de novas camadas com materiais selecionados. Rocha = quaRenta cm b) quando, ao nível da plataforma dos cortes, for verificada a ocorrência de solos de elevada expansão, baixa capacidade de suporte ou solos orgânicos, promove-se um rebaixamento da ordem de 0,60m, para posterior substituição por solos selecionados. expanSivos = Sessenta cm Conforme constatado, a alternativa está correta, sendo, portanto, o gabarito da questão. d) nos cortes de altura elevada é prevista a implantação de patamares, com banquetas de largura mínima de 1m, valetas revestidas e proteção vegetal. Mais uma vez recorrendo à norma DNIT 106/2009-ES, temos que: nos cortes de altura elevada, em função do definido no projeto de engenharia, deve ser procedida a implantação de patamares, com banquetas de largura mínima de 3 m, valetas revestidas e proteção vegetal. e) para a escavação dos materiais classificados como de 1ª e 2ª categorias, poderão ser utilizados tratores de lâmina, “motoscrapers”, escavadeiras e carregadeiras. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 30 Com relação aos materiais de 1ª categoria tá tudo certo! Mas os materiais de 2ª categoria, como vimos nas definições da aula, são aqueles que não podem ser escavados de forma normal e econômica pelos equipamentos usuais, a saber: tratores de lâmina, motoscrapers, escavadeiras e carregadeiras, devido à elevada resistência mecânica à extração, que pode atingir valores estimados entre 500 e 1000 kg/cm². Errado o item. Gabarito: letra C 5 - (Técnico em Estradas - IEPRO 2009) O Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes – DNIT, na especificação de serviço, classifica os materiais escavados em três categorias para efeito de pagamento. Os materiais classificados de 2a categoria estão definidos por: a) Rochas fraturadas com blocos de diâmetro inferior a 0,15 m e volume superior a 2,00 m3; b) Solos consolidados contendo blocos de pedra com volume superior a 2,00 m3; c) Blocos de rocha com volume inferior a 2,00 m3, matacões e pedras de diâmetro médio inferior a 1,00 m, cuja extração necessita utilização de equipamento com escarificadores e eventualmente poderá envolver o uso de explosivos; d) Rochas brandas e fraturadas com blocos com diâmetro médio inferior a 0,15 m; e) Alterações de rocha fendilhada e/ou alterada, cuja extração se processa em equipamentos com utilização escarificadores. Pessoal, conforme vimos na aula que: 2ª categoria: rocha com resistência à penetração mecânica inferior ao granito, blocos de pedra de volume inferior a 1m³, matacões e pedras de diâmetro médio superior a 15 cm, cuja extração se processa com emprego de explosivo ou uso combinado de explosivos, máquinas de terraplenagem e ferramentas manuais comuns. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 31 Estão incluídos nesta categoria os blocos de rocha de volume inferior a 2 m³ e os matacões ou pedras de diâmetro médio compreendido entre 0,15 m e 1,00 m. Portanto, a resposta correta é a letra “c”. Gabarito: letra C 6 - (TCE-ES/2012 – CESPE) Na execução de aterros, os materiais provenientes de escavações de cortes devem ser descartados, devido à dificuldade de controle tecnológico desses materiais. É justamente o contrário do que se afirma na questão. Deve-se dar prioridade aos materiais provenientes das escavações dos cortes, sendo que só se deve recusar a utilização desses materiais devido: - a má qualidade; - ao excesso de volume; ou - a excessiva distância de transporte (que inviabilize economicamente a utilização deste material no aterro). Caros alunos, a regra é que o material escavado no corte seja depositado no aterro. Porém quando ele apresenta pelo menos uma das 3 características citadas acima, faz-se o “Bota-fora”. Gabarito: Errada 7– (UNIPAMPA 2009 – CESPE) Durante os serviços de cortes de solo pode haver excesso de material que gerará os bota- foras. O manejo ambiental desses materiais prevê sua compactação e o depósito em áreas à jusante da rodovia. O entendimento dessa questão está na especificação de serviços ES – 00181 - Execução de Cortes e Aterros da Companhia Estadual de Habitação e Obras Públicas do Estado de Sergipe – CEHOP/SE. Segundo essa norma: Quando houver excesso de material de cortes e for impossível incorporá-los ao corpo dos aterros, serão constituídos “bota-foras”, que poderão ser compactados, caso haja previsão em projeto. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 32 Preferencialmente, as áreas a eles destinadas serão localizadas a jusante da obra. Pessoal, o termo “jusante” refere-se aos elementos/trechos que se localizam após da estrutura. Já o termo “montante” refere-se aos elementos/trechos que se localizam antes da estrutura. MONTANTE = ANTES JUSANTE = APÓS Gabarito: Certa 3. EMPRÉSTIMOS Empréstimos são escavações efetuadas em locais previamente definidos para a obtenção de materiais destinados à complementação de volumes necessários para aterros, quando houver insuficiência de volume nos cortes, ou por razões de ordem qualitativa de materiais, ou de ordem econômica (elevadas distâncias de transporte). Dependendo da situação podem ser considerados dois tipos distintos de empréstimos: laterais e concentrados (ou localizados). 3.1. EMPRÉSTIMOS LATERAIS Os empréstimos laterais se caracterizam por escavações efetuadaspróximas ao corpo estradal, sempre dentro dos limites da faixa de domínio. Nos casos de segmentos de cortes se processa o alargamento da plataforma com consequente deslocamento dos taludes e, no caso de aterros, escavações do tipo “valetões”, em um ou ambos os lados. Logicamente, o que vai definir a execução ou não desses empréstimos é a qualidade do material adjacente aos cortes ou aterros em que se fará a escavação e o volume necessário para suprir a carência de material no aterro de destino. 3.2. EMPRÉSTIMOS CONCENTRADOS Os empréstimos concentrados são definidos por escavações efetuadas em áreas fora da faixa de domínio, em locais que contenham materiais em quantidade e qualidade adequada para confecção dos aterros. A utilização desse tipo de empréstimo se dá No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 33 quando não existem materiais adequados nas faixas laterais a cortes ou aterros para efetivação de empréstimos laterais, ou quando esses últimos não proporcionam a retirada do volume total necessário. Os locais dos empréstimos concentrados ou localizados devem ser selecionados dentre as elevações do terreno natural próximas ao aterro a que se destinará o material,devendo-se definir a área e forma de exploração de tal maneira que, após a escavação, se tenha uma aparência topográfica natural. As medidas minimizadoras dos impactos ambientais sugeridas para os empréstimos materiais aplicam-se, na totalidade, aos empréstimos concentrados. Resumo: Empréstimos 2 Tipos: - Laterais: dentro dos limites da faixa de domínio - Concentrados: fora da faixa de domínio Nos Cortes: a) Adoção de taludes mais suaves (maior inclinação) => melhorar a estabilidade b) Rebaixamento do fundo de corte, com modificação do greide, para melhorá-lo. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 34 ���� Execução de empréstimos - No caso de caixas de empréstimos laterais destinadas a trechos com greide elevado, as bordas internas das caixas devem ter distância mínima de 5,00 m do pé do aterro. - Empréstimos laterais entre borda externa das caixas de empréstimo e o limite da faixa de domínio deve ser mantida, sem exploração, uma faixa de 2,00 m de largura, a fim de permitir a implantação da vedação delimitadora*. * No caso de empréstimo de alargamento de corte => largura mínima de 3,00 m. � Medição - Empréstimos - considera o volume extraído medido na caixa de empréstimo (“in natura”) Leia também: DNIT 107/2009-ES (Terraplenagem – Empréstimos - Especificações de Serviço) Disponível em: http://ipr.dnit.gov.br/normas/DNIT107_2009_ES.pdf 4. BOTA – FORA Material de escavação de cortes, não aproveitado nos aterros, devido à sua má qualidade, ao seu volume ou à excessiva distância de transporte, e que é depositado fora da plataforma da rodovia, de preferência nos limites da faixa de domínio, quando possível, ou seja, são volumes de matérias escavados não utilizáveis na terraplenagem. O local de depósitos desses materiais deve ser criteriosamente definido, a fim de não causar danos às outras obras de construção. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 35 E já caiu assim: 8 - (UNIPAMPA 2009 - CESPE) Entre as operações de corte, podem-se citar as seguintes etapas: escavação dos materiais, transporte dos materiais escavados para aterros ou bota-fora e retirada das camadas de má qualidade, visando à preparação das fundações dos aterros. Pessoal, além da parte teórica que curso traz, nós estamos tentando mostrar para vocês também algumas das principais fontes de referências usadas pelas bancas ao elaborar as questões. O objetivo é mostrar a vocês a forma como as questões são elaboradas a partir dos diversos materiais disponíveis, especialmente dos manuais e normas do DNIT (chamando a sua atenção para os mais relevantes entre os inúmeros existentes) e eventualmente a partir de outras fontes que vamos citando durante as explicações dos exercícios. Conhecendo essas fontes, aumenta, e muito, as chances do candidato estudar um material em que, eventualmente, podem ser tiradas questões de prova. Especificamente, nessa prova da Unipampa, elaborada pelo CESPE, em 2009, um das fontes foi o material do CEHOP/SE mencionado na questão anterior. Vejam só o que está escrito nele: As operações de cortes compreendem: � Escavação do terreno natural até o nível (greide) da terraplenagem indicado no projeto; � Escavação do terreno natural, abaixo do greide (quando for rocha sã ou em decomposição (0,40 m) e ocorrência de solos de elevada expansão, baixa capacidade de suporte ou solos orgânicos (0,60 m) para posterior substituição por solos selecionados. � Retirada das camadas de materiais de má qualidade com a finalidade de preparar as fundações dos aterros, de acordo com as indicações do projeto. � Transporte dos materiais retirados para aterros, depósitos ou locais de “bota-fora”, indicados pela Fiscalização ou previstos em projeto, de modo a não causar transtorno à obra, em caráter temporário ou definitivo. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 36 Gabarito: Certa 5. ATERROS Conforme a NORMA DNIT 108/2009 – ES- Terraplenagem – Aterros: São segmentos de rodovia cuja implantação requer depósito de materiais provenientes de cortes e/ou de empréstimos no interior dos limites das seções de projeto (off sets) que definem o corpo estradal, o qual corresponde à faixa terraplenada. Podemosresumir a definição de ATERRO como o enchimento do terreno com material de áreas de empréstimo feito com a finalidade de se implantar a plataforma em cota superior ao terreno natural. A Norma supracitada ainda traz conceitos importantes: a) Faixa terraplenada Faixa correspondente à largura que vai de crista a crista do corte, no caso de seção plena em corte; do pé do aterro ao pé do aterro, no caso de seção plena em aterro; e da crista do corte ao pé do aterro, no caso da seção mista. É a área compreendida entre as linhas “Off sets”. b) Corpo do aterro Parte do aterro situada sobre o terreno natural até 0,60 m abaixo da cota correspondente ao greide de terraplenagem. c) Camada final Parte do aterro constituída de material selecionado, com base em preceitos técnico-econômicos, com 60,0 cm de espessura, situada sobre o corpo do aterro ou sobre o terreno remanescente de um corte e cuja superfície é definida pelo greide de terraplenagem. d) Plataforma da estrada Superfície do terreno ou do terrapleno, compreendida entre os dois pés dos cortes, no caso da seção em corte; de crista a crista do aterro, no caso da seção em aterro; e do pé do corte a crista do No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 37 aterro, no caso da seção mista. No caso dos cortes, a plataforma compreende também a sarjeta. 5.2. COMPACTAÇÃO DOS ATERROS Pode-se afirmar que a compactação dos aterros é a fase em que maiores cuidados devem ser tomados no emprego correto das técnicas e procedimentos recomendados, pois a má execução desse trabalho tem sempre consequências desagradáveis e onerosas ao construtor e ao usuário das obras. Assim, a compactação é tarefa da maior importância, existindo fatores adversos e aleatórios que perturbam sua operação como: chuvas, excesso de umidade do solo e variação imprevisível nas suas características e que podem vir a contribuir para a eventual má qualidade do aterro. A meta almejada, no caso, deve ser sempre a obtenção das massas específicas indicadas no Projeto de Engenharia e/ou pelas Especificações das Obras. Entretanto, algumas regras básicas devem ser obedecidas, visando-se o bom desenvolvimento e a qualidade dos serviços. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 38 a) Uma vez processada a limpeza do terreno, os buracos ou depressões ocasionados por desmatamento/destocamento, devem ser preenchidos com material dos cortes ou empréstimos devidamente compactados; b) Iniciar o aterro sempre no ponto mais baixo, em camadas horizontais; c) Prever o caimento lateral ou longitudinal para o rápido escoamento das águas pluviais, evitando o seu acúmulo em qualquer ponto. 5.3. MATERIAIS Os materiais a serem utilizados na execução dos aterros devem ser provenientes das escavações referentes à execução dos cortes e da utilização de empréstimos, devidamente caracterizados e selecionados com base nos Estudos Geotécnicos desenvolvidos através do Projeto de Engenharia. Tais materiais, que ordinariamente devem se enquadrar nas classificações de 1ª categoria e de 2ª categoria deve atender a vários requisitos, em termos de características mecânicas e físicas, conforme se registra a seguir: a) Ser preferencialmente utilizados, de conformidade com sua qualificação e destinação prévia fixada no projeto. b) Ser isentos de matérias orgânicas, micáceas e diatomáceas. Não devem ser constituídos de turfas ou argilas orgânicas. c) Para efeito de execução do corpo do aterro, apresentar capacidade de suporte adequada ( ISC ≥ 2%) e expansão menor ou igual a 4%. d) Para efeito de execução da camada final dos aterros, apresentar dentro das disponibilidades e em consonância com os preceitos de ordem técnico-econômica, a melhor capacidade de suporte e expansão ≤ 2%. O atendimento aos mencionados preceitos deve ser efetivado através de análise técnico-econômica, considerando as alternativas de disponibilidade de materiais ocorrentes e incluindo-se, pelo menos, 01 (uma) alternativa com a utilização de material com CBR≥ 6%. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 39 e) Em regiões onde houver ocorrência de materiais rochosos e na falta de materiais de 1ª e/ou 2ª categoria admite-se, desde que devidamente especificado no projeto de engenharia, o emprego destes materiais de 3ª categoria (rochas), atendidas as condições prescritas no projeto de engenharia. 5.5. ASPECTOS CONSTRUTIVOS E PARTICULARIEDADES Há três etapas distintas na execução propriamente dita dos aterros: o lançamento do material pelo equipamento de transporte; o espalhamento em camada, e a compactação (de cada camada). O lançamento do material para a construção dos aterros deve ser feito em camadas sucessivas, em toda a largura da seção transversal, e em extensões tais que permitam seu umedecimento e No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 40 compactação, de acordo com o previsto no projeto de engenharia. Para o corpo dos aterros, a espessura de cada camada compactada não deve ultrapassar de 0,30 m. Para as camadas finais essa espessura não deve ultrapassar de 0,20 m. Todas as camadas do solo devem ser convenientemente compactadas, de conformidade com o definido no projeto de engenharia. Ordinariamente, o preconizado é o seguinte: a) Para o corpo dos aterros, na umidade ótima, mais ou menos 3%, até se obter a massa específica aparenteseca correspondente a 100% da massa específica aparente máxima, do ensaio realizado pela Norma DNER ME 129/94, Método A [proctor normal]. b) Para as camadas finais, aquela massa específica aparente seca deve corresponder a 100% da massa específica aparente máxima seca do ensaio DNER-ME 129/94, Método B [proctor intermediário]. Pessoal, falaremos sobre o ensaio de compactação nas próximas aulas. Mas antecipamos que ele se divide em: Normal, Intermediário e Modificado. A diferença principal entre eles é a energia utilizada para compactação do solo. O Ensaio de Proctor Normal tem uma energia de compactação menor do que o intermediário e essa menor do que o do modificado. Vimos também que são inúmeras as características de controle exigidas quando da execução das camadas de corpo e finais de aterro. Como tais características já foram muito cobradas em provas anteriores, há uma grande possibilidade de termos uma questão sobre esse tema neste certame, então resolvemos fazer um quadro- resumo que aconselhamos decorá-lo antes de sua prova: Camada Espessura de cada camada compactada G.Compaco ISC (%) Expansão ≤ h(ótima) Corpo de aterro ≤ 0,3 m 100 % P.N. ≥ 2% 4%. + /- 3% Finais de aterro ≤ 0,2 m 100 % P.I. Melhor capacidade de suporte 2%. + /- 3% No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 41 5.6. EXECUÇÃO DE ATERROS COM MATERIAIS ROCHOSOS A execução deste serviço deve observar as diretrizes a seguir: • O corpo dos aterros de rocha deve ser construído em camadas sucessivas, para toda a largura da seção transversal, com espessura máxima de 0,75 m. A maior dimensão de qualquer pedra utilizada deve ser, no máximo, igual a 0,60 m; • A primeira camada deve ser executada mediante descarga da rocha no ponto mais baixo do trecho em execução e com utilização de trator de esteiras com lâmina para espalhamento do material na espessura indicada; • Cada camada subsequente deve ser construída a partir de uma extremidade, lançando-se a rocha no topo da camada em construção e, após, empurrando-se o material para frente com trator de lâmina, de tal modo que as pedras sejam acomodadas sobre a camada precedente; • Os interstícios entre as pedras maiores devem ser preenchidos com pedras de menor tamanho e com fragmentos produzidos por essa operação e pela colocação de carregamentos sucessivos de material; • Os últimos 2,0 m do aterro devem ser executados em camada, cuja espessura não pode ser superior a 0,30 m nem conter pedras com dimensão superior a 2/3 da espessura da camada, devendo ser usados rolos vibratórios apropriados; • A camada final deve ser constituída com granulometria tal que assegure uniformidade à superfície; • Os materiais de dimensões maiores que as especificadas devem ser reduzidos por marroagem ou outros métodos. 6. EXECUÇÃO DE ATERROS SOBRE SOLOS MOLES 6.1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS Muitas vezes, na construção de uma estrada, nos deparamos com problemas de construção de um aterro sobre um terreno de baixa No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 42 resistência e com umidade bastante alta. A construção do aterro diretamente sobre esse tipo de terreno pode ocasionar problemas de recalques e prejudicar a qualidade do serviço. Quando a espessura da camada mole é menor do que 3,0 m, a melhor solução geralmente é remover todo esse material com o uso de escavadeiras dotadas de drag-line, que podem operar sobre a camada de topo, a qual, geralmente, apresenta um mínimo de suporte, por encontrar-se com teor de umidade baixo. Mas, à medida que se aprofunda a vala, o material se torna muito mole, especialmente depois de atingir o nível do lençol freático, quase sempre elevado nas baixadas. Já para espessuras de solo mole até 20 m, a solução em geral mais econômica é o emprego de geodrenos e sobrecarga; 6.2. ESTABILIDADE DOS ATERROS E CONSOLIDAÇÃO DAS FUNDAÇÕES A execução dos aterros implica em dois problemas principais, quanto à sua estabilidade: fundação e compactação. Ainda que a compactação da massa do aterro seja feita com todos os cuidados técnicos, a sua estabilidade pode ficar prejudicada irremediavelmente, se o mesmo não tiver como fundação uma camada de bom suporte, resultando daí em recalques excessivos ou, No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 43 eventualmente, em escorregamentos laterais, que comprometem totalmente a sua utilização. Aterro sobre solo mole que rompeu Algumas camadas têm capacidade de suporte tão baixa, além de possuírem alta compressibilidade, que qualquer aterro executado sobre elas apresentaria um comportamento indesejável, no que se refere aos recalques ou escorregamentos. Três são os principais tipos de ocorrências: a) Recalque por adensamento Resulta da pressão proveniente do peso próprio e das cargas móveis que trafegam sobre o aterro, nas camadas compressíveis, ocasionando a diminuição lenta do volume de vazios pela expulsão da fase líquida, devido ao aumento da pressão neutra, resultando no adensamento da camada e, em consequência, na ocorrência de recalques. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 44 b) Ruptura por afundamento Pode ocorrer quando a camada portante for de muito baixa capacidade de suporte e atingir grande profundidade. Nesse caso, o corpo do aterro sofre um deslocamento vertical e afunda por igual no terreno mole, havendo a expulsãolateral do material de má qualidade, com água. c) Ruptura por escorregamento A ruptura por escorregamento acontece quando o aterro é construído sobre uma camada muito mole, com baixa resistência ao cisalhamento e que se apóia sobre uma mais resistente. Na ocasião de chuvas intensas, o aumento da pressão hidrostática, devido à elevação do lençol freático, se traduz pelo aumento da pressão neutra, reduzindo sensivelmente a resistência ao cisalhamento, formando uma superfície de escorregamento que afeta o aterro, levando-o à ruptura. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 45 Torna-se evidente que, existindo solos muito moles, materiais com grandes porcentagens de matéria orgânica, solos brejosos ou turfosos, impõe-se, antes da execução do aterro, a adoção de medidas, visando à consolidação e estabilização do terreno de fundação. A solução a ser adotada deve ser definida em Projeto de Engenharia específico e com base em considerações técnico-econômicas. Com frequência, a solução ideal ditada estritamente pelo critério técnico conduz a custos de execução bastante elevados e, em razão disto, são adotadas soluções outras, menos onerosas que, obviamente, envolvem algum risco. 6.3.1. PROCESSO EXECUTIVO a) Preparo do terreno de fundação Antes da execução do aterro o terreno deve ser desmatado e destocado pelos processos convencionais. Se a solução de projeto for a de lançamento do aterro sem a remoção da argila mole, deve ser mantida a trama de raízes existentes na crosta superficial, pois a resistência desta camada colabora para estabilidade geral do aterro, e sua remoção, especialmente no caso de argilas muito moles, pode trazer problemas de execução, como a impossibilidade de se manter um espessura reduzida da camada de trabalho devido à ocorrência de rupturas localizadas. b) Lançamento da camada de trabalho Se o aterro for construído sem a remoção da camada de argila mole, deve ser lançada inicialmente uma camada de trabalho constituída de um dos seguintes materiais: No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 46 • Areia limpa, satisfazendo os critérios de material drenante e com espessura mínima de 0,50 m, para permitir a drenagem da água expulsa do subsolo pela ação do adensamento deste sob o peso do aterro; • Material arenoso, com no máximo 5% passando na peneira 200 e espessura mínima de 0,50 m, se não for essencial à função drenante dessa camada; • Geotêxtil, se as condições de trabalho forem muito difíceis e/ou a areia limpa for escassa na região. c) Alteamento e compactação O aterro deve ser compactado em camadas de 0,20 a 0,30 m de espessura, dependendo das características dos rolos empregados. O material do aterro deve satisfazer às exigências usuais, como estar isento de raízes e material orgânico, sem excesso de mica e livre de pedregulhos ou pedras com dimensão superior à metade da espessura da camada espalhada. O material de empréstimo deve satisfazer às exigências de projeto quanto à umidade e, se esta estiver muito acima da umidade ótima e o clima da região tornar impraticável a secagem do material pelos métodos convencionais (ao ar, destorroando-se com grade de discos), podem ser empregadas, após aprovação da Fiscalização, camadas alternadas de argila e areia pura, de modo a permitir redução da umidade das primeiras através da drenagem de seu excesso de água pelas camadas de areia, sob o peso do aterro sobrejacente. 6.3.2. ALTERNATIVAS CONSTRUTIVAS Vamos agora ver as principais alternativas construtivas para execução dos aterros, quando houver camada de solo inservível: a) Escavação completa A remoção por escavação completa, adequada a trechos onde a espessura de material compressível é pequena, sendo certamente econômico quando ela é de no máximo de 3 m. Em certos casos, No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 47 como o de encontro de pontes, têm sido removidas camadas de espessuras maiores. b) Escavação parcial Quando a camada de argila mole for muito espessa, sua remoção pode ser parcial. c) Construção em etapas A construção por etapas implica subdividir a altura de aterro em duas ou três etapas . A primeira é construída aquém da altura crítica, para que seja estável, seguindo-se um período de repouso para que o processo de consolidação dissipe parte das poropressões e o solo mole ganhe resistência. Após certo tempo, quando o ganho de resistência chegar aos níveis estabelecidos no projeto e que garantam a estabilidade, uma segunda etapa do aterro pode ser executada. Esta técnica implica em geral em longos tempos de permanência que na maioria das vezes são inaceitáveis para um projeto rodoviário sobre solos moles de baixa permeabilidade. Entretanto, pode ser eficaz se empregada em conjunto com os geodrenos e sobrecarga temporária que aceleram os tempos de dissipação. d) Execução de bermas de equilíbrio Sob certas condições, é possível evitar-se o deslocamento dos materiais instáveis, durante a execução do aterro, construindo-se camadas laterais, que servem de contrapeso aos empuxos resultantes da carga do aterro principal, denominadas bermas de equilíbrio. Evitam a formação dos bulbos e o deslocamento do material instável, bem como o afundamento do material de boa qualidade do aterro, obtendo-se um processo de estabilização rápido e econômico. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 48Atenção!!! Pessoal, as bancas costumam cobrar muito o conhecimento sobre a aplicação e definição de bermas de equilíbrio. e) Execução de drenos verticais Os geodrenos são elementos drenantes constituídos de materiais sintéticos com 100 mm de largura e 3 a 5 mm de espessura e grande comprimento. São cravados verticalmente no terreno, dispostos em malha, de forma a permitir a drenagem e acelerar os recalques. Os geodrenos são a alternativa técnica e econômica que substituem os antigos drenos de areia que, por sua vez não devem ser mais empregados. Os geodrenos são constituídos de, pelo menos, dois materiais: o miolo drenante e o seu revestimento. Este tem por objetivo permitir a passagem da água e reter o ingresso de solo. O miolo drenante, tem por objetivo conduzir a água até a superfície do terreno e drená-la através do colchão drenante na superfície e resistir aos esforços de instalação e os provenientes da deformação do aterro. Cravação dos Geodrenos No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 49 f) Utilização de geotêxteis Vem sendo de uso cada vez maior na execução de aterros sobre solos moles. Consiste em colocação de mantas com características apropriadas, em posições cuidadosamente definidas (horizontal e verticalmente), sobre as quais vão sendo colocadas as diversas camadas de solo. Requerem cuidados especiais para garantia da drenagem e do próprio andamento dos trabalhos, geralmente exigindo a execução manual de aterro nas suas primeiras camadas. O geotêxtil distribui carga do maciço e facilita a drenagem. É de fácil aplicação e tem custo bastante competitivo, quando comparado com o de outras soluções. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 50 g) Aterro estaqueado Esta solução pretende transferir a carga do aterro diretamente a um substrato mais resistente, aliviando a camada mole e evitando os recalques. Consiste em empregar um conjunto de estacas, em geral pré-moldadas de concreto armado ou madeira tratada dispostas em malha quadrada. O topo das estacas recebe um capitel de concreto armado. As estacas são projetadas para transferir toda a carga do aterro para as camadas mais resistentes do terreno. Sobre a cabeça de cada estaca executa-se uma pequena laje denominada capitel, o aterro compactado é executado em seguida de maneira convencional. Resumo: Aterro - executado em camadas sucessivas - espessura máx compactada: - corpo do aterro = 0,30m - camadas finais = 0,20m - Camada final: 3 camadas individuais de 20 cm cada (total 60,0 cm) No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 51 - Bota-fora: Material não aproveitado nos aterros, devido à má qualidade, volume ou excessiva distância de transporte, e que é depositado fora da plataforma da rodovia, de preferência nos limites da faixa de domínio, quando possível (Jusante da obra) - Execução de aterros = Descarga + espalhamento + homogeneização + umedecimento + compactação => Materiais de 1ª e 2ª Categoria ( Pode de 3ª em circunstâncias excepcionais) Camada Espessura de cada camada compactada G.C. ISC (%) Expansão ≤ h(ótima) Corpo de aterro ≤ 0,3 m 100 % P.N. ≥ 2% 4%. + /- 3% Finais de aterro ≤ 0,2 m 100 % P.I. Melhor capacidade de suporte 2%. + /- 3% OBS1: Camada Final: deve ser efetivado através de análise técnico- econômica, considerando as alternativas de disponibilidades ocorrentes e incluindo-se, pelo menos, 01 alternativa com a utilização de material com CBR ≥ 6%. OBS2: Corpo de Aterro: a norma considera para o corpo de aterro GC ≥ 100% do P.I. Verificação a) Variação máx. de altura máxima => ± 0,04 m p/ eixos e bordas b) Variação máx. da largura => + 0,30 m p/ plataforma* No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 52 * Não é permitida variação negativa Leia também: DNIT 108/2009-ES (Terraplenagem – Aterros - Especificações de Serviço). Disponível em: http://ipr.dnit.gov.br/normas/DNIT108_2009_ES.pdf Vamos ver algumas questões sobre isso: 9 – (PETROBRAS 2004 - CESPE) As turfas e os solos expansivos são utilizados como materiais de aterro, independentemente da sua altura e da finalidade. Na aula foi dito que os materiais a serem utilizados na execução dos aterros devem: a) Ser preferencialmente utilizados, de conformidade com sua qualificação e destinação prévia fixada no projeto. b) Ser isentos de matérias orgânicas, micáceas e diatomáceas. Não devem ser constituídos de turfas ou argilas orgânicas. (alínea “b” do item 5.1 da norma DNIT 108/2009-ES). c) Para efeito de execução do corpo do aterro, apresentar capacidade de suporte adequada ( ISC ≥ 2%) e expansão menor ou igual a 4%. (alínea “c” do item 5.1 da norma DNIT 108/2009- ES) d) Para efeito de execução da camada final dos aterros, apresentar dentro das disponibilidades e em consonância com os preceitos de ordem técnico-econômica, a melhor capacidade de suporte e expansão ≤ 2%. (alínea “d” do item 5.1 da norma DNIT 108/2009- ES) No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 9999 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 53 Vamos relembrar mais uma vez o nosso quadro-resumo para os aterros: Camada Espessura de cada camada compactada G.Compacta ção ISC (%) Expansão ≤ h(ótima) Corpo de aterro ≤ 0,3 m 100 % P.N. ≥ 2% 4%. + /- 3% Finais de aterro ≤ 0,2 m 100 % P.I. Melhor capacidade de suporte 2%. + /- 3% As alíneas c e d estão resumidas nesse quadro. Gabarito: Errada Observação: Segundo o Glossário de Termos Técnicos Rodoviários do DNIT, TURFA é um tipo de solo com grande porcentagem de partículas fibrosas de material carbonoso, ao lado de matéria orgânica no estado coloidal, com coloração marrom-escura a preta; material mole, não plástico, combustível e de cheiro característico, além de consistência fofa. Resumindo, é um material muito ruim para a construção de uma rodovia, visto que tem péssimas características estruturais. 10 – (PETROBRAS 2004 - CESPE) A variação máxima no valor da umidade ótima do material de aterro deve ser de, no máximo, 6%. Mais uma questão que dá para matar com a utilização do resumo que fizemos para vocês! A variação máxima da umidade ótima é de 3%. Gabarito: Errada 11 – (INSS 2008 - CESPE) Quando houver disponibilidade de solo expansivo como material para aterro, esse deve ser preferido a outros sem essa característica. É claro que não! O solo expansivo é indesejado para aterro, tanto que a norma restringe os percentuais de expansão para as camadas de aterro. Gabarito: Errada No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 54 12 - (TCE-ES/2012 – CESPE) Na opção de aterro do tipo estaqueado, as estacas são projetadas para transferir toda a carga do aterro para um substrato mais resistente. Como acabamos de ver, é exatamente essa a função das estacas no aterro do tipo estaqueado: transferir toda a carga do aterro para um substrato mais resistente. Gabarito: Certa 13 - (TCE-ES/2012 – CESPE) A remoção de solo mole e a substituição por material granular devem ser consideradas em casos de depósitos muito extensos e de espessura de solo mole inferior a 6 m. Para espessuras maiores, deve-se aprovar solução de substituição parcial. Vamos recordar o que foi dito na aula: “A remoção por escavação completa, adequada a trechos onde a espessura de material compressível é pequena, sendo certamente econômico quando ela é de no máximo de 3 m. Em certos casos, como o de encontro de pontes, têm sido removidas camadas de espessuras maiores.” Portanto, a remoção completa deve ser considerada para os casos em que a espessura é de no máximo de 3 m e não com inferior a 6 m, como afirma o item. Gabarito: Errada 14 - (TCE-ES/2012 – CESPE) Os geodrenos exercem grande função portante, por serem elementos drenantes constituídos de materiais sintéticos, cravados verticalmente no terreno, e dispostos em malha, de forma que seja permitido drenar e acelerar os recalques. Mais uma questão que cobra os conhecimentos acerca das diversas alternativas construtivas dos aterros. Realmente, os geodrenos são elementos drenantes constituídos de materiais sintéticos, cravados verticalmente no terreno, e dispostos em malha, de forma a permitir a drenagem e acelerar os recalques. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 55 Porém esses elementos não têm a função portante, possuem a função drenante somente. Gabarito: Errada 7. COMPENSAÇÃO DE VOLUMES A execução de escavações em cortes ou empréstimos determina o surgimento de volumes de materiais que deverão ser transportados para aterros ou bota-foras. Ainda, quanto à configuração do terreno onde se realiza uma operação de corte, esta poderá determinar uma seção dita de “corte pleno” ou uma “seção mista”. Dependendo da situação topográfica do segmento, teremos caracterizados dois tipos distintos de compensação de volumes: compensação longitudinal ou compensação lateral. 7.1. Compensação Longitudinal Uma compensação é dita longitudinal em duas situações: 1. A escavação é em corte pleno, ou a escavação provém de empréstimo não lateral a aterro. Neste caso, todo o volume extraído será transportado para segmentos diferentes daquele de sua origem: de corte para aterro (ou botafora) e de empréstimo para aterro, unicamente. 2. A escavação do corte é em seção mista onde o volume de corte supera o volume de aterro. Neste caso, o volume excedente de corte em relação ao volume necessário de aterro no mesmo segmento terá destinação a segmento distinto do de origem. 7.2 Compensação Lateral ou Transversal A compensação lateral se caracteriza pela utilização de material escavado, no mesmo segmento em que se processou a escavação. É o caso de segmentos com seções mistas ou em que a situação do terreno existente apresente pequenos aterros disseminados em cortes plenos ou vice-versa. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 56 7.3. FATORES DE CONVERSÃO É de grande importância para as operações de terraplenagem, tanto no que respeita à etapa de projeto como à própria construção, que se tenha o adequado conhecimento das variações volumétricas ocorrentes durante a movimentação dos materiais envolvidos. Um material a ser terraplenado, possuidor de massa m, ocupa no corte de origem um volume Vcorte. Ao ser escavado, este material sofre um desarranjo em suas partículas, de forma que a mesma massa passa a ocupar um volume Vsolto. Finalmente, após ser descarregado e submetido a um processo mecânico de compactação, o material ocupará um terceiro volume, Vcomp. Para os solos, materiais mais freqüentemente envolvidos nas operações de terraplenagem, prevalece entre estes volumes a seguinterelação: Vcomp < Vcorte < Vsolto Em se tratando de uma mesma massa m a ser terraplenada, é fácil concluir que as variações nas densidades (ou massas específicas aparentes) do material obedecerão às desigualdades abaixo: No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 57 Dcomp > Dcorte > Dsolta No exemplo abaixo indica que a escavação de 1,4m3 de solo no corte, gera 1,6m3 solo solto e 1 m³ de aterro compactado. Nota-se, portanto, e a prática confirma esta assertiva, que o material (solos em geral) compactado no aterro terá uma densidade final superior a aquela do seu local de origem e, conseqüentemente, ocupará um volume menor do que o ocupado originalmente. Em vista do exposto, foram conceituados alguns fatores, aqui designados genericamente por fatores de conversão, que objetivam permitir a transformação imediata entre os volumes verificados nas três etapas de terraplenagem retro-enumeradas. São eles: a – Empolamento, Fator de Empolamento e Porcentagem de Empolamento: Pessoal, segundo o DNIT, o fenômeno do empolamento pode ser expresso por três relações: 1. A primeira das relações, denominada empolamento (ep), traduz a relação entre o volume solto e o volume natural; No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 58 2. A segunda das relações, denominada porcentagem (ou taxa) de empolamento [p(%)], nos dá a taxa de aumento, em porcentagem, do volume solto em relação ao volume natural; 3. A terceira delas, denominada fator de empolamento (φ), traduz a relação de redução da massa específica aparente seca ao se escavar o material, com valor sempre menor do que 1. Abaixo, segue uma tabela exemplificativa dessas três relações para diferentes tipos de solos: Para o cálculo do volume de aterro e desaterro (corte) não se considera o fator de empolamento. No aterro, mede-se o volume de aterro executado de acordo com a seção transversal do projeto. No corte, mede-se o volume extraído no corte. O fator de empolamento é levado em consideração para o transporte do material escavado, quer seja para bota-fora ou para um local de aterro. O SICRO2 – Sistema de Custos Rodoviários, do DNIT, considera o fenômeno do empolamento já na composição do transporte, sendo que o orçamentista não precisa saber o fator ou a taxa de empolamento porque isto já está dentro da composição.” b - Fator de Contração: Trata-se também de parâmetro adimensional, assumindo, para os solos, valores inferiores à unidade. No entanto, quando a escavação for executada em materiais compactos (rocha sã, p.ex.) de elevada densidade “in situ”, resultará fator de contração superior à unidade. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 59 Este parâmetro permite que se faça uma estimativa do material, medido no corte, necessário à confecção de um determinado aterro. c - Fator de Homogeneização: O objetivo deste parâmetro, também adimensional, é similar ao do fator de contração, ou seja, estimar o volume de corte necessário à confecção de um determinado aterro. Sua aplicação é voltada para a etapa de projeto constituindo-se em subsídio fundamental ao bom desempenho da tarefa de distribuição do material escavado. Sendo o inverso do fator de contração, assume valores superiores à unidade para solos, e inferiores para materiais compactos. 8. DISTRIBUIÇÃO DO MATERIAL A SER ESCAVADO Calculados os volumes de cortes e aterros existentes entre cada par de seções sucessivas e estabelecidos os demais controles do projeto de terraplenagem (classificação quanto à dificuldade extrativa, critérios para a seleção qualitativa e fatores de homogeneização), é necessário que se execute a distribuição teórica do material a ser escavado, ou seja: definir toda a origem e destino dos materiais envolvidos na terraplenagem, seus volumes e classificação e as correspondentes distâncias médias de transporte. Notar que o transporte dos materiais escavados é computado, para fins de pagamento, em conjunto com a execução dos cortes (escavação, carga e transporte). O conceito de distância média de transporte advém dos primórdios da construção de estradas, quando a distribuição dos materiais era feita de forma sumária, pela observação do perfil da locação e acompanhamento simultâneo das operações de terraplenagem. Cada volume escavado e o aterro correspondente eram anotados neste perfil. As distâncias de transporte resultantes eram tomadas graficamente, medindo-se na escala do desenho as distâncias entre os centros de gravidade de cada escavação e cada aterro. Para fins de pagamento No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 60 do transporte, calculava-se a distância média resultante pela expressão: Onde: • vi: volumes parciais escavados. • di: distâncias de transporte parciais. • Σvi: volume total escavado. O produto de um volume escavado pela distância segundo a qual este volume é transportado representa, em terraplenagem, o parâmetro conhecido como momento de transporte. O numerador da expressão de cálculo anterior indica, portanto, o momento de transporte total de distribuição em causa: MT = Σ vi x di As unidades usuais para o momento de transporte são o m³xkm e o m³xdam. É fácil de imaginar que existem inúmeras possibilidades de se executar uma distribuição de terras na terraplenagem. A cada uma destas alternativas corresponderá uma distância média de transporte global e, consequentemente,um determinado custo de construção. Assim, o projeto de terraplenagem deverá procurar indicar a melhor distribuição de terras, de sorte que a distância média de transporte e, consequentemente, o custo das operações de terraplenagem, sejam reduzidos a valores mínimos, ou próximos a estes. A prática de projeto de estradas tem desenvolvido, em seus vários estágios, diversos procedimentos gráficos visando a execução de uma adequada distribuição de materiais na terraplenagem. Sucederam-se o “diagrama das áreas”, o “diagrama de Lalanne” e, como uma evolução deste, o “diagrama de Brückner”, ainda de uso corrente em projetos atuais. Sobre este último, apresentam-se, na seqüência, as considerações de ordem teórica pertinentes. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 61 Questões de concurso: 15 - (INSS 2008 - Cespe) Na escavação de vala, o volume de material que deve ser transportado é igual ao volume medido (cubicado) no corte. Será que o volume transportado (volume solto) é igual ao medido no corte (in natura)? Não é mesmo! No volume solto devemos considerar o empolamento do material devido ao rearranjo das partículas do solo. Quando for calcular o volume transportado mutiplica-se o volume do corte pelo fator de empolamento. Gabarito: Errada 8.1 DIAGRAMA DE BRÜCKNER a)Construção Para que seja possível a construção gráfica do diagrama de Brückner, é necessário que se calculem as chamadas “ordenadas de Brückner”. Estas ordenadas são, em verdade, volumes de cortes e aterros acumulados sucessivamente, seção a seção, considerando-se os primeiros com sinal positivo e os segundos com sinal negativo. A somatória dos volumes é feita a partir de uma ordenada inicial arbitrária, em geral um volume suficientemente grande para evitar o aparecimento de ordenadas negativas, que dificultariam os cálculos. Os volumes envolvidos no cálculo das ordenadas de Brückner são aqueles ditos “efetivos”, ou seja: considerada a influência da camada vegetal. O fator de homogeneização é aplicado sobre os volumes de aterro, atuando neste como um multiplicador. Assim se procede, “expandindo” os volumes de aterro, para tornar realística a compensação com os volumes de cortes, que, como se sabe, sofrem redução após compactação nos aterros. Nos casos de seções mistas, a compensação lateral é feita de forma automática quando do cálculo das ordenadas de Brückner, pois os volumes de corte e de aterro são, respectivamente, somados e No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 62 subtraídos a cada seção, de forma que o acréscimo ou decréscimo nas ordenadas será dado pela diferença entre os dois volumes considerados. Como regra prática, pode-se dizer que a compensação lateral será o menor dos dois volumes e que o volume disponível para compensação longitudinal, que afeta as ordenadas, será a diferença entre estes volumes. A figura abaixo exemplifica o exposto anteriormente, para uma situação em que o volume de corte disponível entre duas estacas consecutivas supera ao volume do aterro (homogeneizado) da seção mista: Cabe notar, ainda, que para fins práticos, o volume existente entre duas consecutivas (interperfis) é considerado aplicado na estaca correspondente à segunda seção. Este procedimento facilita a utilização do diagrama e a própria distribuição de terras, como será visto adiante. As ordenadas calculadas são plotadas geralmente sobre uma cópia do perfil longitudinal do projeto. Em abscissas é marcado o estaqueamento e em ordenadas, numa escala adequada, os valores calculados para as ordenadas de Brückner, seção a seção. Os pontos assim marcados, unidos por uma linha curva, sintetizam o diagrama de Brückner. b) Propriedades Pessoal, fiquem atentos às propriedades abaixo, pois é um dos assuntos que mais cai em provas no que concerne à Diagrama de Brückner. Elas são bem tranquilas de serem aprendidas. Caso tenham dúvidas, não se esqueçam de usar o nosso fórum. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 63 As propriedades básicas do diagrama de Brückner, em geral decorrentes da forma segundo a qual o mesmo é construído, são as seguintes: 1ª Propriedade: Considerando-se o sentido crescente do estaqueamento, os ramos ascendentes do diagrama correspondem a cortes (ou predominância de cortes em seções mistas) e os ramos descendentes correspondem a aterros (ou predominância de aterros nas seções mistas). 2ª Propriedade: Os pontos de máximo do diagrama representam a passagem de cortes para aterros e os de mínimo a passagem de aterros para cortes. 3ª Propriedade: Considerando um mesmo ramo, a diferença entre duas ordenadas mede o volume (de corte ou aterro) existente entre as seções correspondentes. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 64 4ª Propriedade: Linhas horizontais (ditas “linhas de compensação” ou “linhas de distribuição”), interceptando ramos ascendentes e descendentes, destacam segmentos que correspondem a volumes de cortes e aterros compensados. Como a linha lançada é horizontal, as ordenadas dos pontos 1, 3, 5 e 7 são iguais. Logo, aplicando-se ao exemplo acima exposto a 3ª propriedade, é fácil concluir que: (Vc)I = (VA)I (Vc)II = (VA)II (Vc)III = (VA)III As setas indicadas dentro de cada segmento compensado representam, em linhas gerais, a origem e a destinação de cada porção de material a ser escavado. Se, por exemplo, fossem No me 99 99 99 99 99 9 N om e999 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 65 designadas as estacas correspondentes aos pontos 1, 2 e 3 por X, Y e Z, poder-se-ia enunciar a seguinte orientação para o primeiro segmento compensado: “o corte que inicia na estaca X e termina na estaca Y, possuidor de volume (Vc)I = (2) - (1), será destinado ao aterro que inicia na estaca Y e termina na estaca Z. Neste enunciado, faltam as referências quanto à dificuldade extrativa do material do corte (1ª, 2ª ou 3ª categoria) e a distância de transporte que resultará desta operação. Este último aspecto é enfocado na 6ª propriedade. Ressalta-se, neste ponto, que os volumes de aterros utilizados para a construção do diagrama devem ter sido afetados pelo fator de homogeneização. Portanto, se fosse desejado o cálculo do volume real de aterro (“volume geométrico”) para fins de pagamento, no exemplo literal do primeiro segmento compensado, ter-se-ia que aplicar a expressão: 5ª Propriedade: A área compreendida entre a curva de Brückner e a linha de compensação mede o momento de transporte da distribuição considerada. Para o caso abaixo figurado tem-se que: S = MT Para se compreender esta propriedade, tomam-se inicialmente duas paralelas à linha de compensação, no âmbito do segmento compensado, destacando-se um volume v bastante pequeno. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 66 O volume v do corte deve ser transportado ao aterro segundo uma distância de transporte d. Sendo este volume muito pequeno, a figura representada pela faixa situada entre as duas paralelas pode ser assimilada a um retângulo de área S’= v x d. Ora, por definição, o produto v x d representa o momento de transporte desta distribuição parcial (MT’): MT’= S’ = v x d A área total S pode ser obtida pela somatória de todas as áreas de pequenas distribuições parciais como a esquematizada: S = Σ S’I Em conseqüência, é possível deduzir que a área total S é também a somatória de todos os momentos de transporte parciais, ou seja, representa efetivamente o momento de transporte do segmento compensado: S = Σ MT’I = MT 6ª Propriedade: A distância média de transporte (DMT) de cada distribuição pode ser considerada como a base de um retângulo de área equivalente à do segmento compensado e de altura igual à máxima ordenada deste segmento. Na figura abaixo esquematizada, segundo esta propriedade, a distância média de transporte do segmento compensado seria dada por: No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 67 Pela 4ª propriedade, sabe-se que a diferença de ordenadas entre B e D representa o volume total compensado no segmento: V = BD. Por outro lado, foi demonstrado na 5ª propriedade que a área do segmento compensado representa o momento de transporte da distribuição. Então: SABCDA = MT. Como, por hipótese, o retângulo ilustrado tem área igual à do segmento compensado, resulta: S1234 = MT. A área do retângulo pode ser calculada por: S1234 = b x BD = b x V. Sabendo-se, finalmente, que o momento de transporte da distribuição é dado pelo produto do volume compensado (V) pela correspondente distância média de transporte (DMT), resulta: MT = V x DMT = S1234 Logo: b x V = V x DMT, ou b = DMT Na prática, o traçado do retângulo de área equivalente é feito de forma subjetiva, porém bastante facilitado pelo fato de se trabalhar sobre papel milimetrado. O grau de precisão obtido na determinação das distâncias médias de transporte é perfeitamente compatível, já que a quantificação do serviço de corte é efetuada por “faixas” de distância de transporte. A teoria do diagrama de Brückner envolve, ainda, duas outras propriedades, que visam definir, dentre as diversas possibilidades de No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 68 lançamento de linhas de compensação, qual seria aquela que conduziria a um custo de transporte mínimo. No entanto, muito embora razoavelmente defensáveis sob o ponto de vista teórico, estas propriedades são de difícil aplicação prática, para a grande maioria das situações normalmente verificadas em um projeto de terraplenagem, quais seja: i. Extensões de projeto relativamente elevadas, conduzindo a diagramas linearmente bastante extensos. ii. Necessidade freqüente de lançamento de diversas linhas de compensação auxiliares, pelo aspecto assumido pelo diagrama. iii. Necessidade de se procurar correlacionar o sentido preferencial de escavação com a geometria longitudinal da estrada. Por exemplo: prevendo a abertura de um corte no sentido descendente do greide, com o aterro-destinatário situado a jusante. Caros alunos, o diagrama de Brückner por vezes é explorado pelas bancas. Além disso, é muito importante para um Analista de Infraestrutura do DNIT usar essa ferramenta, pois através desse diagrama podemos analisar se o projeto de terraplenagem está contemplando os menores custos. Por isso, nós fizemos um breve resumo desse assunto: Diagrama de Brückner (ou de massas) - inclinações muito elevadas indicam grandes movimentos de terras; - diferença de ordenadas entre 2 pontos � mede o volume de terra entre esses pontos; No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de usoexclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 69 - Pontos extremos: pontos de passagem. - Pontos de máximo: passagem de corte para aterro. - Pontos de mínimo: passagem de aterro para corte; - a horizontal traçada sobre o diagrama é chamada de linha de compensação (ou linha de terra). - a distância média de transporte (DMT) pode ser considerada como a base de um retângulo. E isso já foi cobrado assim: 16 – (MPOG 2008 - CESPE) Os ramos ascendentes do diagrama correspondem aos aterros, e os descendentes, aos cortes. Essa afirmação diz o contrário do que falamos em aula com relação a 1ª Propriedade do Diagrama de Brückner: Considerando-se o sentido crescente do estaqueamento, os ramos ascendentes do diagrama correspondem a cortes (ou predominância de cortes em seções mistas) e os ramos descendentes correspondem a aterros (ou predominância de aterros nas seções mistas). No desenho apresentado, a curva de cima representa o terreno natural e a reta inclinada, o greide, enquanto a curva de baixo representa o diagrama de massas ou diagrama de Brukner. Gabarito: Errada No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 70 17 – (MPOG 2008 - CESPE) A diferença entre as ordenadas de dois pontos do diagrama representa o volume acumulado entre eles. Exatamente igual ao que falamos na 3ª Propriedade do Diagrama de Brückner: Considerando um mesmo ramo, a diferença entre duas ordenadas mede o volume (de corte ou aterro) existente entre as seções correspondentes. Cada ordenada representa o volume acumulado até a respectiva seção. O ponto máximo representa todo o volume do corte do primeiro trecho (início do corte até o ponto de passagem entre o corte e o aterro – estacas 0 a 4). Gabarito: Certa 18 – (MPOG 2008 - CESPE) Os pontos máximos e mínimos do diagrama correspondem aos pontos de passagem de corte para aterro e de aterro para corte, respectivamente. Foi isso que vimos na 2ª Propriedade do Diagrama de Brückner: Pontos de máximo do diagrama representam a passagem de cortes para aterros; Pontos de mínimo a passagem de aterros para cortes. Vocês encontram mais coisas sobre o Diagrama de Brückener no documento “Noções de Topografia Para Projetos Rodoviários”, disponível em: http://www.topografiageral.com/Curso/capitulo%2018.php Gabarito: Certa No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 71 19 – (Valec 2012 – FEMPERJ) A figura abaixo ilustra o Diagrama de Bruckner para os serviços de terraplenagem de uma rodovia, onde a linha em traço grosso representa o estaqueamento no eixo dessa estrada: Considerando que o material proveniente de cortes entre as estacas A e B podem ser completamente reaproveitados para a realização de aterros nessa estrada, pode-se dizer que, considerando o movimento de terra em todo o trecho entre as estacas A e B, haverá: (A) sobra de 11,0m3 de material proveniente de corte; (B) falta de 12,0m3 de material para a realização de aterro; (C) sobra de 14,0m3 de material proveniente de corte; (D) falta de 17,0m3 de material para a realização de aterros; (E) sobra de 28,0m3 de material para a realização de aterro. O diagrama de Bruckner indica corte nos trechos ascendentes e aterros nos trechos descendentes, sendo que a compensação é sempre zero nos trechos que cruzam a linha (linha de compensação ou linha de terra). Até o ponto indicado pela seta houve uma compensação dos volumes de cortes e aterros. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 72 Portanto, a compensação final é indicada pelo último ponto do gráfico, mais à direita. No caso, este ponto indica uma necessidade de 17m3 de aterro, ao longo do trecho da figura. Gabarito: letra D Então, pessoal, vamos a uma bateria de exercícios comentados? Lembrando que no fim da aula serão apresentadas essas questões sem o gabarito, favorecendo o treinamento do aluno. QUESTÕES COMENTADAS NA AULA 0 20 - (Técnico em Estradas/Semarh - FUNCAB)40. “Estaca cravada a 2,0m da crista de corte ou pé de aterro, devidamente cotada, que serve de apoio à execução de terraplenagem e controle topográfico, sempre no mesmo alinhamento das seções transversais” (DNIT, 1997): A) cota vermelha. B) declividade. C) offset. D) ordenada. E) vértice. Falamos sobre os off-sets no início da aula! Os off-sets também podem ser conceituados como linhas de estacas demarcadoras da área de execução dos serviços dispostas a 2,0m da crista de corte ou pé de aterro. Portanto, a letra C está correta. Gabarito: letra C 21 – (TRE-AL 2010 - FCC) Terraplenagem é a técnica de engenharia para o manuseio de solos e rochas, inclusive o desmonte de rocha, sendo que as etapas relacionadas na aplicação dessa técnica são: (A) escavação, carregamento, transporte e espalhamento. (B) prospecção, escavação, desmonte e transporte. (C) mapeamento, planificação, escavação e carregamento. (D) prospecção, escavação, segregação e amontoamento. (E) sulcagem, estiramento, escavação e transporte. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 73 Essa é uma questão bem básica. Na aula nós vimos que as etapas que constituem os serviços de terraplenagem são as seguintes: a)escavação; b)carregamento do material escavado;c)transporte; d)descarga e espalhamento. Portanto, a alternativa correta é a letra A Gabarito: letra A 22 - (TCU 2007 – CESPE) Ao se executar a terraplenagem de um trecho de rodovia, o volume de corte de terra deve, necessariamente, ser transportado para os aterros no próprio trecho; apenas o volume não utilizado nos aterros deverá ser transportado para local conveniente, fora da estrada. A palavra “necessariamente” compromete o item. O material escavado nos cortes deve ser aproveitado sempre que possível, evitando-se assim nova escavação. A intenção é que haja a compensação de volumes e, acima de tudo, evitar custos desnecessários. Mas, também pode ocorrer de o material retirado do corte ser inservível para utilização em aterros, tal como solos expansivos, argilas moles ou turfas, por exemplo. Gabarito: Errada 23 - (TCE-ES/2012 – CESPE) Consideram-se solos de primeira categoria aqueles com resistência ao desmonte mecânico inferior à rocha não alterada, para os quais eventualmente há necessidade de explosivos. A especificação de Serviço 106/2009 – ES – Terraplenagem – Cortes do DNIT trás os seguintes conceitos: “3.9 Material de 1ª categoria Compreende os solos em geral, residuais ou sedimentares, seixos rolados ou não, com diâmetro máximo inferior a 0,15 m, qualquer No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 74 que seja o teor de umidade apresentado. O processo de extração é compatível com a utilização de “Dozer” ou “Scraper” rebocado ou motorizado. 3.10 Material de 2ª categoria Compreende os solos de resistência ao desmonte mecânico inferior à da rocha não alterada, cuja extração se processe por combinação de métodos que obriguem a utilização do maior equipamento de escarificação exigido contratualmente; a extração eventualmente pode envolver o uso de explosivos ou processo manual adequado. Estão incluídos nesta categoria os blocos de rocha de volume inferior a 2 m³ e os matacões ou pedras de diâmetro médio compreendido entre 0,15 m e 1,00 m. 3.11 Material de 3ª categoria Compreende os materiais com resistência ao desmonte mecânico equivalente à rocha não alterada e blocos de rocha com diâmetro médio superior a 1,00 m, ou de volume igual ou superior a 2 m³, cuja extração e redução, a fim de possibilitar o carregamento, se processem com o emprego contínuo de explosivos.” Portanto, a questão está incorreta porque a definição contida em seu comando contém o conceito de material classificado como de 2ª categoria. Pessoal, reparem que há uma pequena diferença nos conceitos estudados na aula (retirado do Manual de Implantação Básica do DNIT) e da norma 106/2009 – ES – Terraplenagem – Cortes do DNIT. Porém, essa diferença é bem sutil, e no fundo dizem a mesma coisa. Gabarito: Errada 24 - (MP 2006 – ESAF) A terraplenagem, no caso de edificações, tem por objetivos regularizar e uniformizar o terreno, envolvendo três operações distintas: escavação, transporte e aterro. Com relação aos serviços de terraplenagem é incorreto afirmar que No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 75 A) o aterro deve ser executado em camadas sucessivas, com espessura máxima compactada de 0,30 m para o corpo do aterro, e de 0,20 m para as camadas finais. B) as camadas finais do aterro deverão apresentar um grau de compactação mínimo de 95%. C) cumpre à fiscalização controlar a execução dos aterros, verificando, por exemplo, a espessura das camadas, e programar a realização dos ensaios necessários ao controle de qualidade dos aterros (determinação do grau de compactação, ensaios de CBR, etc). D) quando houver possibilidade de solapamento na época chuvosa deve ser providenciado um enrocamento no pé do aterro. E) no movimento de terra é importante considerar o empolamento, pois quando se move o solo de seu lugar original, há variações de seu volume que influenciam principalmente a operação de transporte. Vejam que o comando da questão pede a alternativa INCORRETA! Fiquem atentos para o que se pede no enunciado. Vamos à análise de cada uma das alternativas. A) o aterro deve ser executado em camadas sucessivas, com espessura máxima compactada de 0,30 m para o corpo do aterro, e de 0,20 m para as camadas finais. Então, é hora de relembrar daquele quadro-resumo que fizemos para os aterros: Camada Espessura de cada camada compactada Grau Compactação ISC (%) Expansão ≤ h(ótima) Corpo de aterro ≤ 0,3 m 100 % P.N. ≥ 2% 4%. + /- 3% Finais de aterro ≤ 0,2 m 100 % P.I. Melhor capacidad e de suporte 2%. + /- 3% No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 76 Conforme visto, o item está correto. Fazemos questão de repetir esse quadro durante a explicação das questões porque o conteúdo dele é comumente cobrado por todas as bancas. Ele facilita muito a vida do candidato!! B) as camadas finais do aterro deverão apresentar um grau de compactação mínimo de 95%. Vimos na aula que as camadas finais correspondem aos 60 cm finais do aterro, e que suas exigências técnicas são mais rigorosas que às exigidas para o corpo de aterro. Para efeito de compactação, a camada final é dividida em três camadas individuais de 20 cm cada. Olhando a nossa esquematização dos parâmetros de aterro, baseado na norma DNIT 108/2009 ES, percebemos que as camadas finais do aterro deverão apresentar um grau de compactação mínimo de 100%. Portanto, a alternativa está incorreta, sendo esta a resposta da questão. C) cumpre à fiscalização controlar a execução dos aterros, verificando, por exemplo, a espessura das camadas, e programar a realização dos ensaios necessários ao controle de qualidade dos aterros (determinação do grau de compactação, ensaios de CBR, etc). Segundo o documento “Obras Públicas: Recomendações Básicas para a Contratação e Fiscalização de Obras de Edificações Públicas”, publicado pelo TCU, temos o seguinte: Cumpre à fiscalização realizar as seguintes atividades específicas, com relação aos serviços iniciais: ► conferir visualmente a fidelidade daplanta do levantamento planialtimétrico com o terreno; ► verificar visualmente, durante a execução do movimento de terra, se as principais características do solo local confirmam as indicações contidas nas sondagens anteriormente realizadas; No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 77 ► proceder ao controle geométrico dos trabalhos, com o auxílio da equipe de topografia, conferindo as inclinações dos taludes, limites e níveis de terraplenos e outros, com vistas à obediência ao projeto e à determinação dos quantitativos de serviços realizados, para a liberação das medições; ► controlar a execução dos aterros, verificando, por exemplo, a espessura das camadas, e programar a realização dos ensaios necessários ao controle da qualidade dos aterros (determinação do grau de compactação, ensaios de CBR, entre outros) pelo laboratório de controle tecnológico; ► conferir a veracidade da planta de cadastramento das redes de águas pluviais, esgotos e linhas elétricas existentes na área.” (grifos nossos) Portanto, este item está correto. D) quando houver possibilidade de solapamento na época chuvosa deve ser providenciado um enrocamento no pé do aterro. De acordo com a especificação “ES0181 – Execução de Cortes e Aterros”, da CEHOP-SE, temos o seguinte, havendo a possibilidade de solapamento da saia em épocas chuvosas deverá ser a construído enrocamento no pé do aterro. Diante do exposto, item correto. E) no movimento de terra é importante considerar o empolamento, pois quando se move o solo de seu lugar original, há variações de seu volume que influenciam principalmente a operação de transporte. O empolamento representa, em termos percentuais, qual o incremento de volume que resulta após a escavação de um material de um corte. Ao volume que está no terreno natural chamamos de volume de corte. Este volume, ao ser escavado, sofre um desarranjo em suas partículas, de forma que a mesma massa passa a ocupar um volume, que chamamos de volume solto. Vcorte < Vsolto No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 78 O volume solto é o volume considerado nas operações de transporte. Certo o item. Gabarito: letra B 25 - (UNIPAMPA 2009 - CESPE) O revestimento vegetal dos taludes, quando previsto, deve ser executado ao final dos serviços de terraplenagem. Ao contrário do que afirma a questão a especificação de serviços ES – 00181 da CEHOP/SE afirma que o revestimento vegetal dos taludes, quando previsto, deverá ser executado imediatamente após o corte. Portanto, o item está errado. Gabarito: Errada 26 - (ANTAQ/2005 - CESPE) Nas escavações de material para aterro, solo com diâmetro máximo de 15 cm é classificado como material de 3.ª categoria. Olha só, pessoal! Na aula falamos sobre a classificação dos materiais quanto a dificuldade de extração. A norma DNIT 106/2009-ES – Cortes – Especificações de Serviços usa as seguintes definições: Material de 1ª categoria Compreende os solos em geral, residuais ou sedimentares, seixos rolados ou não, com diâmetro máximo inferior a 0,15 m, qualquer que seja o teor de umidade apresentado. O processo de extração é compatível com a utilização de “Dozer” ou “Scraper” rebocado ou motorizado. Material de 2ª categoria Compreende os solos de resistência ao desmonte mecânico inferior à da rocha não alterada, cuja extração se processe por combinação de métodos que obriguem a utilização do maior equipamento de escarificação exigido contratualmente; a extração eventualmente pode envolver o uso de explosivos ou processo manual adequado. Estão incluídos nesta categoria os No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 79 blocos de rocha de volume inferior a 2 m³ e os matacões ou pedras de diâmetro médio compreendido entre 0,15 m e 1,00 m. Material de 3ª categoria Compreende os materiais com resistência ao desmonte mecânico equivalente à rocha não alterada e blocos de rocha com diâmetro médio superior a 1,00 m, OU de volume igual ou superior a 2 m³, cuja extração e redução, a fim de possibilitar o carregamento, se processem com o emprego contínuo de explosivos. Esquematizando: 1ª categoria ���� ø < 0,15 m 2ª categoria ���� 0,15 m < ø < 1,00 m 3ª categoria ���� ø > 1,00 m Portanto, a afirmativa está errada. Solo com diâmetro máximo de 15 cm é classificado como material de 1ª categoria. Gabarito: Errada 27 - (PETROBRAS 2008 - CESPE) Ao se movimentar terra, ou transportá-la, deve-se considerar o empolamento. Vimos na aula que há variações no volume dependendo do estado em que este se encontra. Até colocamos para vocês uma relação entre estes volumes: Vcomp < Vcorte < Vsolto Ou seja, o volume compactado é menor que o volume no corte (“in natura”), que por sua vez é menor que o volume solto. E qual o conceito de empolamento? EMPOLAMENTO é o aumento percentual de volume de um solo escavado em relação ao seu volume inicial ou em natura. Volume empolado é o mesmo que volume solto. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 80 Então, o correto, pessoal, é considerarmos o empolamento nos cálculos de transporte de terra. Gabarito: Certa 28 – (Infraero 2011 – FCC) Ao se deparar com regiões de solos compressíveis (moles), o engenheiro deve estudar a melhor solução para obter o melhor desempenho do pavimento a ser implantado. Dependendo da espessura de ocorrência deste material, procede-se com a remoção. Caso contrário, deve-se intervir nesta região anteriormenteà implantação do pavimento. Uma solução possível é a implantação de bermas de equilíbrio, que podem ser simplificadamente definidas como (A) aterros drenantes para equilibrar a umidade do maciço do aterro principal. (B) aterros executados para equilibrar o peso exercido pelo solo mole. (C) cortes laterais para drenar os solos moles saturados. (D) aterros laterais para equilibrar o peso exercido pelo maciço do aterro principal. (E) cortes combinados com drenos verticais na região de solo mole. Na aula vimos a definição de berma de equilíbrio: Aterro ladeado por banquetas laterais, gradualmente decrescentes em altura, de sorte que a distribuição das tensões se faz em área bem mais ampla do que aquela que resultaria da utilização de um aterro convencional. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 81 As bermas de equilíbrio deverão ser executadas desde o início da construção do aterro. Gabarito: letra D A figura acima apresenta a seção transversal de projeto para uma ponte e seus aterros de encontro em uma rodovia. Para a execução de todo o projeto, pretende-se utilizar os dados de sondagem à percussão, executada no local, e cujos resultados são mostrados na figura. O aterro será compactado com grau de compactação igual a 80% e com desvio de umidade máximo em relação à umidade ótima de ± 3%. O controle de compactação do aterro proposto baseia-se na verificação do peso específico úmido de cada camada compactada, ao final da compactação, com a utilização do ensaio de frasco de areia. Para a base do aterro, está prevista a utilização de uma camada de reforço de geogrelha, com resistência a tração igual a 35 kN/m. A solução de fundação proposta para a ponte é de tubulões executados a céu aberto, sem revestimento. Com relação a essa proposta, julgue os itens. 29 – (TCU 2005 - CESPE) Nas especificações de execução do aterro, deve-se prever que a sua construção dure o menor tempo possível, pois, quanto mais rapidamente o aterro for executado, melhores serão as suas condições de estabilidade. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 82 A norma DNER-PRO 381/98 – “Projeto de aterro sobre solos moles para obras viárias” prevê como uma das soluções para construção de aterro sobre solo mole a construção por etapas, que implica subdividir a altura do aterro em duas ou três etapas. O aterro deve ser construído em etapas, com alturas < h crítica, para que não haja o colapso do solo mole subjacente, até que ele se consolide com cada etapa de sobrecarga do aterro, com a saída da água dos vazios do solo mole. Como foi visto, na aula, obtém-se um ganho de resistência de argila mole, se o aterro for construído em etapas. Portanto, é necessário especificar no projeto como se deve controlar e acompanhar esse ganho, que em geral é feito com emprego de instrumentação. Gabarito Errada 30 – (TCU 2005 - CESPE) As especificações de compactação do solo de aterro propostas são insatisfatórias para as características da obra. As especificações propostas no enunciado da questão são: a) O aterro será compactado com grau de compactação igual a 80% e; b) com desvio de umidade máximo em relação à umidade ótima de ± 3%. Mais uma vez, vamos recorrer à esquematização que fizemos para os aterros: Camada Espessura de cada camada compactada G.Compactaç ão ISC (%) Expansão ≤ h(ótima) Corpo de aterro ≤ 0,3 m 100 % P.N. ≥ 2% 4%. + /- 3% Finais de aterro ≤ 0,2 m 100 % P.I. Melhor capacidade de suporte 2%. + /- 3% No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 83 O valor de 80% é insatisfatório, tanto para o corpo de aterro quanto para as camadas finais. Já com relação ao com desvio de umidade máximo em relação à umidade ótima de ± 3%, tal especificação está de acordo para o corpo de aterro. Portanto, as especificações de compactação do solo de aterro propostas são insatisfatórias para as características da obra. Gabarito: Certa 31 – (TCU 2005 - CESPE) A utilização da geogrelha como reforço na base do aterro do encontro reduzirá substancialmente os recalques do aterro. Segundo a norma DNER-PRO 381/98 – “Projeto de aterro sobre solos moles para obras viárias”, as geogrelhas atuam na estabilidade do aterro e na redução de deslocamentos laterais, sem influência significativa nos recalques. Gabarito: Errada 32 – (TCU 2005 - CESPE) O controle de compactação do aterro com base somente na obtenção do peso específico úmido, como proposto no projeto, é insatisfatório. Essa estava fácil, não é, pessoal!! A palavra restritiva “somente” já deixa o candidato desconfiado. E era razoável imaginar que a realização de somente um ensaio não fosse suficiente para a realização do controle tecnológico do aterro. O controle de execução do aterro é realizado através dos ensaios de teor de umidade (ensaio denominado speedy), do ensaio de densidade “in situ” (ensaio do frasco de areia) e do ensaio de compactação (ensaio proctor normal para o corpo do aterro ou intermediário para as camadas finais). Não se preocupe com esses ensaios ainda. Eles serão estudados com mais detalhes nas aulas seguintes. Colocamos aqui só para mostrar que o controle de compactação do aterro com base somente na obtenção do peso específico úmido, como proposto no projeto, No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 84 é de fato insatisfatório, já que são necessários diversos outros ensaios.Gabarito: Certa 33 – (PF REGIONAL 2004 – CESPE) Para cálculo de volumes de aterros e cortes, deve-se considerar o volume de transporte como igual ao volume de aterro ou corte dividido pelo fator de empolamento. Muita calma nessa hora!! Na aula vimos que o fator de empolamento é: O volume de transporte mencionado na questão é o volume solto. Vtransp = Vsolto. Portanto, deve-se considerar o volume de transporte como igual ao VOLUME DE CORTE multiplicado pelo fator de empolamento. Gabarito: Errada 34 – (Infraero 2011 – FCC) Na execução da terraplenagem em um terreno para a implantação de um aeroporto, foi necessária, na movimentação de terra, o empréstimo de solo. Depois de compactado mediu-se o volume de 1.200 m3 de solo. Por meio do controle tecnológico conduzido, verificou-se que a densidade do solo compactado é de 2.030 kg/m3, a densidade natural é de 1.624 kg/m3 e a densidade solta é de 1.160 kg/m3. Considerando que este solo foi transportado por caminhão basculante com capacidade de 6 m3, o número de viagens necessárias foi de (A) 400. (B) 200. (C) 250. (D) 300. (E) 350. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 85 Essa é uma questão em que temos que fazer umas continhas. A ESAF, por vezes, exige questões assim. Nas provas da CGU de 2008 e na de 2012, em algumas questões o candidato tinha que fazer alguns cálculos. Vamos ao raciocínio da questão! Dados: Vcomp = 1.200 m3 Dcomp = 2.030 kg/m3 Dnat = 1.624 kg/m3 Dsolta = 1.160 kg/m3 Vocês se lembram quando fizemos as relações das densidades? Vamos recordar: Em se tratando de uma mesma massa m a ser terraplenada, é fácil concluir que as variações nas densidades (ou massas específicas aparentes) do material obedecerão às desigualdades abaixo: Dcomp > Dcorte > Dsolta A questão nos fornece o volume compactado. Mas o volume que queremos é o volume solto, que é o volume considerado nas operações de transporte. Para isso, basta compararmos a densidade compactada com a densidade solta, dividindo uma pela outra. Dcomp = 2030 = 1,75 Dsolta 1.160 Então, se o volume compactado é 1.200 m3, o volume solta será: Vsolto = 1.200,00 m3 x 1,75 = 2.100,00 m3 O comando da questão informa que o transporte foi realizado com caminhões basculante com capacidade de 6 m3. Então, se dividirmos o total do volume solto pela capacidade dos caminhões, teremos a quantidade de viagens necessárias, ou seja: No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 86 2.100 = 350 6 Portanto, o número necessário de viagens foi de 350 viagens. Gabarito: letra E 35 – (TCU 2009 – CESPE) Em serviços de terraplanagem, o preço unitário relativo ao destocamento do terreno é expresso por m2 da área a ser destocada, independentemente do diâmetro das árvores. Opa! Não foi isso que vimos na aula não! De acordo com a norma DNIT 104/2009 – ES - Terraplenagem – Serviços Preliminares - Especificação de Serviço: Medição – Desmatamento, Destocamento e Limpeza a) árvores com diâmetro inferior a 0,15 m => m2 b) árvores com diâmetro igual ou superior a 0,15 m devem ser medidas ISOLADAMENTE, em função de 2 conjuntos: b.1) Árvores com diâmetro entre 0,15 m e 0,30 m b.2) Árvores com diâmetro superior a 0,30 m Portanto, somente as árvores com diâmetro inferior a 0,15 m é que tem o preço unitário relativo ao destocamento do terreno é expresso por m2 da área a ser destocada, as árvores com diâmetro igual ou superior a 0,15 m devem ser medidas isoladamente. Gabarito: Errada No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 87 36 – (TRT 17ª Região 2009- CESPE) Em uma obra de compactação de um aterro, o critério de medição do serviço é o volume medido por camada acabada. É isso aí! Os aterros são medidos em m3 por camada acabada, afinal fazem parte do custo unitário dos serviços de compactação de aterros: a descarga e o espalhamento do material em camadas, o ajuste e homogeneização da umidade do solo, a compactação propriamente dita e o respectivo acabamento do aterro. (item 8.1 da norma DNIT 108/2009 ES- Terraplenagem – Aterro – Especificações de Serviço). Gabarito: Certa 37 – (SEGER-ES 2011- CESPE) Os solos expansivos são adequados para a execução de aterros, pois permitem rápida compactação e adensamento. Ninguém cai mais nessa não, né? Só erra uma questão dessas quem não leu essa aula!! Gabarito: Errada 38 – (BASA 2007- CESPE) Em um serviço de movimento de terra, para efeito de orçamento do transporte de terra escavada na execução de um corte, multiplica-se o volume de solo a ser escavado no seu estado natural, ou intacto, pelo preço unitário de transporte. Não é mesmo!! Falamos tanto que o volume transportado é o volume solto, e para calcularmos esse volume temos que considerar o empolamento. Portanto, mutiplica-se o volume do corte pelo fator de empolamento. Gabarito: Errada 39 – (INSS 2008- CESPE) Aterros com volumes superiores a 1.000 m3 devem ter, obrigatoriamente, controle tecnológico na sua execução. Segundo a norma DNIT 108/2009 ES devem ser adotados os seguintes procedimentos: No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 88 Um ensaio de compactação para cada 1000 m³ de um mesmo material do corpo do aterro (segundo o Método DNER-ME 129 - Proctor Normal); Gabarito: Certa 40 - (MPU 2004 – ESAF) as ordenadas de Bruckner correspondem às diferenças entre as cotas projetadas para a estrada e as cotas de seu perfil original. O diagramade massas NÃO é um perfil. A forma do diagrama de massas não tem nenhuma relação com a topografia do terreno. A diferença de ordenadas entre dois pontos do diagrama mede o volume de terra entre esses pontos. Portanto, a afirmativa está incorreta. Gabarito: Errada 41 - (Engenheiro de Trânsito 2012-BIORIO) - Ao analisar o diagrama de Brückner (diagrama de massas), constata-se um ponto de máximo local pertencente a um trecho compensado por uma linha de terra no sentido do estaqueamento. Esse ponto corresponde no perfil longitudinal: (A) a uma passagem de aterro para corte; (B) a uma passagem de corte para aterro; (C) ao ponto de maior cota vermelha neste trecho; (D) ao ponto de maior cota azul neste ponto; (E) a um greide cuja inclinação da tangente é zero Pessoal, conforme a 2ª Propriedade do diagrama de Brückner: Os pontos de máximo do diagrama representam a passagem de cortes para aterros e os de mínimo a passagem de aterros para cortes. Portanto, a alternativa correta é a letra B. Gabarito: letra B No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 89 42 - (INFRAERO/ADAPTADA - NCE UFRJ) - O significado de um ponto máximo em um diagrama de Bruckner (diagrama de massas de terraplenagem) é: (A) máxima compensação; (B) passagem de corte para aterro; (C) menor momento de transporte; (D) distância média de transporte; (E) volume escavado. E aí, pessoal, qual é a resposta? Agora ficou fácil! Vimos que o ponto máximo em um diagrama de Brückner refere-se à passagem de cortes para aterros, portanto a letra B está correta!! Pessoal, vejam a importância de se fazer provas anteriores e de bancas diferentes. Quem sabe uma questão desse tipo não cai na prova de vocês, hein?! Gabarito: letra B 43 - (Nova) – As linhas horizontais que interceptam ramos ascendentes e descendentes no diagrama de Brückner destacam: (A) o volume médio escavado no trecho em aterro. (B) o volume total escavado na frente de ataque da zona de corte considerada. (C) o momento parcial de transporte do empréstimo. (D) o volume de cortes e aterros compensados. (E) os pontos de início de corte e fim de aterro no perfil longitudinal. Pessoal,a 4ª propriedade diz: Linhas horizontais (ditas “linhas de compensação” ou “linhas de distribuição”), interceptando ramos ascendentes e descendentes, destacam segmentos que correspondem a volumes de cortes e aterros compensados. Portanto, concluímos que a alternativa correta é a letra D, já que traduz literalmente 4ª propriedade. Gabarito: letra D No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 90 44 – (TRE - RN 2011 – FCC) Considere as afirmações abaixo sobre projeto de terraplenagem. I. Define-se como ponto de passagem os pontos onde terminam os cortes e começam os aterros e os pontos onde terminam os aterros e começam os cortes. II. Quando o material do corte é aplicado no aterro ele sofre uma redução de volume, por causa da compactação. O valor desta redução depende do tipo de solo, densidade natural e adensamento nos cortes e grau de compactação dos aterros. III. Linha de compensação é toda linha horizontal, traçada sobre o diagrama de massas (Diagrama de Bruckner) que corte pelo menos uma onda. Todas as ondas do diagrama de massas deverão ser cortadas, ou ao menos tangenciadas, por uma única linha de compensação. Está correto o que se afirma em (A) I, apenas. (B) II, apenas. (C) III, apenas. (D) I e II, apenas. (E) I, II e III. Vamos analisar cada uma das afirmativas: I. Define-se como ponto de passagem os pontos onde terminam os cortes e começam os aterros e os pontos onde terminam os aterros e começam os cortes. Então, pessoal, é isso mesmo! Os pontos de passagem são os pontos de máximo e de mínimo do diagrama, e eles correspondem aos pontos onde terminam os cortes e começam os aterros (ponto máximo) e os pontos onde terminam os aterros e começam os cortes (ponto mínimo). Observem só o desenho abaixo: No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 91 Correto, portanto, o item. II. Quando o material do corte é aplicado no aterro ele sofre uma redução de volume, por causa da compactação. O valor desta redução depende do tipo de solo, densidade natural e adensamento nos cortes e grau de compactação dos aterros. Corretíssimo o que se afirma no item acima. Quando executamos um aterro, compactamos o volume que estava originalmente no corte. Essa compactação faz com que este material sofra uma redução no seu volume, e consequentemente um aumento da densidade. O valor desta redução de volume depende do tipo de material (geralmente, as argilas sofrem uma redução de volume maior que as areias, por exemplo); densidade natural (condição que a massa específica do solo se apresenta no local do corte antes do material ser retirado); adensamento nos corte (quantidade de vazios que o solo apresenta no seu “estado natural”) e grau de compactação (quantidade de energia despendida para compactar o solo). Afirmativa correta. III. Linha de compensação é toda linha horizontal, traçada sobre o diagrama de massas (Diagrama de Bruckner) que corte pelo menos uma onda. Todas as ondas do diagrama de massas deverão ser cortadas, ou ao menos tangenciadas, por uma única linha de compensação. Qualquer horizontal traçada sobre o diagrama determina trechos No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 92 de volumes compensados (volume de corte = volume de aterro corrigido). Esta horizontal, porconseguinte, é chamada de linha de compensação (ou linha de terra). Além disso, todas as ondas do diagrama de massas deverão ser cortadas, ou ao menos tangenciadas, por uma única linha de compensação. Portanto, está certa a afirmativa. Gabarito: letra E Pessoal, este tema (diagrama de massas) é um assunto bem explorado nos concursos, portanto fiquem atentos aos conceitos. Vamos a uma pequena revisão no tema: No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 93 45 - (FISCAL DE OBRAS RODOVIARIAS - UFPR 2010) Ao se efetuar um corte no terreno, o volume do material solto é maior que o volume original do solo. Esse fenômeno é denominado: a) inchamento. b) empolamento. c) desadensamento. d) incorporação de vazios. e) expansão. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 94 Vimos em aula que o empolamento representa, em termos percentuais, qual o incremento de volume que resulta após a escavação de um material de um corte: Portanto, a resposta correta é a letra B. Gabarito: letra B 46 - (Técnico em Estradas/Semarh - FUNCAB). Em escavações, são considerados materiais de 3ª categoria os: A) solos orgânicos e as argilas moles. B) que exigem uso contínuo de explosivos. C) que são escaváveis com auxílio de escarificador. D) que exigem uso eventual de explosivos. E) solos em geral. Conforme vimos na aula, os matérias de 3ª categoria exigem o uso contínuo de explosivos. Gabarito: letra B A partir da figura acima, que apresenta um aterro para pavimento rodoviário construído sobre uma camada de solo No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 95 mole, saturada, uniforme e homogênea, julgue os seguintes itens. 47 - (PF 2002 - CESPE) A utilização de bermas de equilíbrio reduz a altura admissível do aterro. Ao contrário, a utilização de bermas de equilíbrio proporciona mais estabilidade, portanto, aumenta a altura admissível do aterro, ou seja, se utilizarmos bermas de equilíbrio poderemos construir um aterro mais alto. Gabarito: Errada 48 - (PF 2002 - CESPE) Na situação mostrada na figura, para uma maior garantia da estabilidade do aterro, seria recomendado que o mesmo fosse construído o mais rápido possível. Simplesmente repetição da questão do TCU 2005 (questão 28). E olha, que essa mesma abordagem foi feita em uma questão da prova do concurso de Analista de Infraestrutura (Área I) do MPOG 2010. Gabarito: Errada Pessoal, essa foi a nossa aula demonstrativa do curso de Teoria + Exercícios de Obras Rodoviárias para Analista de Infraestrutura de Transportes – Engenharia Civil do DNIT/2012. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 96 Espero que tenham gostado do material e que ele possa ajudá-los a conseguir sucesso na caminhada rumo à aprovação nesse excelente órgão da administração pública federal. Qualquer dúvida, acessar nosso fórum de dúvidas, disponível no site do curso. Não deixem de usá-lo. Nos vemos na próxima aula! Bons estudos! Um forte abraço. Gustavo Rocha e Fabrício Mareco LISTA DE QUESTÕES COMENTADAS NA AULA 1 1 - (IPOJUCA 2009 – CESPE) Terraplenagem é a movimentação de terra por corte ou aterro de uma determinada área, com o objetivo de torná-la plana e, se necessário ao projeto, horizontal. 2 – (PETROBRÁS TEC. EDIFICAÇÃO 2004 – CESPE) Na construção de aterros, deve ser procedida uma preparação adequada do terreno para receber o aterro, especialmente com retirada de vegetação ou restos de demolições eventualmente existentes. 3 – (TCE - RN 2006 – CESPE) Os serviços de desmatamento, destocamento e limpeza são considerados preliminares e nenhum movimento de terra pode começar antes de esses serviços terem sido totalmente concluídos. 4 - (CGU 2008 – ESAF) Segundo as especificações do DNIT – Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes, “o corte é um segmento natural da rodovia cuja implantação requer escavação do terreno natural, ao longo do eixo e no interior dos limites das seções do projeto, que definem o corpo estradal”. Com relação a esse serviço, é correto afirmar que: a) o sistema de medição considera o volume medido após a extração e a distância de transporte entre este e o local do depósito. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 97 b) quando houver excesso de materiais de cortes e não for possível incorporá-los ao corpo de aterros, deverão ser constituídas áreas de empréstimos. c) quando, ao nível da plataforma dos cortes, for verificada a ocorrência de rocha, sã ou em decomposição, promove-se um rebaixamento da ordem de 0,40m e a execução de novas camadas com materiais selecionados. d) nos cortes de altura elevada é prevista a implantação de patamares, com banquetas de largura mínima de 1m, valetas revestidas e proteção vegetal. e) para a escavação dos materiais classificados como de 1ª e2ª categorias, poderão ser utilizados tratores de lâmina, “motoscrapers”, escavadeiras e carregadeiras. 5 - (Técnico em Estradas - IEPRO 2009) O Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes – DNIT, na especificação de serviço, classifica os materiais escavados em três categorias para efeito de pagamento. Os materiais classificados de 2a categoria estão definidos por: a) Rochas fraturadas com blocos de diâmetro inferior a 0,15 m e volume superior a 2,00 m3; b) Solos consolidados contendo blocos de pedra com volume superior a 2,00 m3; c) Blocos de rocha com volume inferior a 2,00 m3, matacões e pedras de diâmetro médio inferior a 1,00 m, cuja extração necessita utilização de equipamento com escarificadores e eventualmente poderá envolver o uso de explosivos; d) Rochas brandas e fraturadas com blocos com diâmetro médio inferior a 0,15 m; e) Alterações de rocha fendilhada e/ou alterada, cuja extração se processa em equipamentos com utilização escarificadores. 6 - (TCE-ES/2012 – CESPE) Na execução de aterros, os materiais provenientes de escavações de cortes devem ser descartados, devido à dificuldade de controle tecnológico desses materiais. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 98 7– (UNIPAMPA 2009 – CESPE) Durante os serviços de cortes de solo pode haver excesso de material que gerará os bota- foras. O manejo ambiental desses materiais prevê sua compactação e o depósito em áreas à jusante da rodovia. 8 - (UNIPAMPA 2009 - CESPE) Entre as operações de corte, podem-se citar as seguintes etapas: escavação dos materiais, transporte dos materiais escavados para aterros ou bota-fora e retirada das camadas de má qualidade, visando à preparação das fundações dos aterros. 9 – (PETROBRAS 2004 - CESPE) As turfas e os solos expansivos são utilizados como materiais de aterro, independentemente da sua altura e da finalidade. 10 – (PETROBRAS 2004 - CESPE) A variação máxima no valor da umidade ótima do material de aterro deve ser de, no máximo, 6%. 11 – (INSS 2008 - CESPE) Quando houver disponibilidade de solo expansivo como material para aterro, esse deve ser preferido a outros sem essa característica. 12 - (TCE-ES/2012 – CESPE) Na opção de aterro do tipo estaqueado, as estacas são projetadas para transferir toda a carga do aterro para um substrato mais resistente. 13 - (TCE-ES/2012 – CESPE) A remoção de solo mole e a substituição por material granular devem ser consideradas em casos de depósitos muito extensos e de espessura de solo mole inferior a 6 m. Para espessuras maiores, deve-se aprovar solução de substituição parcial. 14 - (TCE-ES/2012 – CESPE) Os geodrenos exercem grande função portante, por serem elementos drenantes constituídos de materiais sintéticos, cravados verticalmente no terreno, e dispostos em malha, de forma que seja permitido drenar e acelerar os recalques. 15 - (INSS 2008 - Cespe) Na escavação de vala, o volume de material que deve ser transportado é igual ao volume medido (cubicado) no corte. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 99 16 – (MPOG 2008 - CESPE) Os ramos ascendentes do diagrama correspondem aos aterros, e os descendentes, aos cortes. 17 – (MPOG 2008 - CESPE) A diferença entre as ordenadas de dois pontos do diagrama representa o volume acumulado entre eles. 18 – (MPOG 2008 - CESPE) Os pontos máximos e mínimos do diagrama correspondem aos pontos de passagem de corte para aterro e de aterro para corte, respectivamente. 19 – (Valec 2012 – FEMPERJ) A figura abaixo ilustra o Diagrama de Bruckner para os serviços de terraplenagem de uma rodovia, onde a linha em traço grosso representa o estaqueamento no eixo dessa estrada: Considerando que o material proveniente de cortes entre as estacas A e B podem ser completamente reaproveitados para a realização de aterros nessa estrada, pode-se dizer que, considerando o movimento de terra em todo o trecho entre as estacas A e B, haverá: (A) sobra de 11,0m3 de material proveniente de corte; (B) falta de 12,0m3 de material para a realização de aterro; No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 100 (C) sobra de 14,0m3 de material proveniente de corte; (D) falta de 17,0m3 de material para a realização de aterros; (E) sobra de 28,0m3 de material para a realização de aterro. 20 - (Técnico em Estradas/Semarh - FUNCAB)40. “Estaca cravada a 2,0m da crista de corte ou pé de aterro, devidamente cotada, que serve de apoio à execução de terraplenagem e controle topográfico, sempre no mesmo alinhamento das seções transversais” (DNIT, 1997): A) cota vermelha. B) declividade. C) offset. D) ordenada. E) vértice. 21 – (TRE-AL 2010 - FCC) Terraplenagem é a técnica de engenharia para o manuseio de solos e rochas, inclusive o desmonte de rocha, sendo que as etapas relacionadas na aplicação dessa técnica são: (A) escavação, carregamento, transporte e espalhamento. (B) prospecção, escavação, desmonte e transporte. (C) mapeamento, planificação, escavação e carregamento. (D) prospecção, escavação, segregação e amontoamento. (E) sulcagem, estiramento, escavação e transporte. 22 - (TCU 2007 – CESPE) Ao se executar a terraplenagem de um trecho de rodovia, o volume de corte de terra deve, necessariamente, ser transportado para os aterros no próprio trecho; apenas o volume não utilizado nos aterros deverá ser transportado para local conveniente, fora da estrada. 23 - (TCE-ES/2012 – CESPE) Consideram-se solos de primeira categoria aqueles com resistência ao desmonte mecânico inferior à rocha não alterada, para os quais eventualmente há necessidade de explosivos. 24 - (MP 2006 – ESAF) A terraplenagem, no caso de edificações, tem por objetivos regularizar e uniformizar o terreno, envolvendo três operações distintas: escavação, transporte e aterro. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 101 Com relação aos serviços de terraplenagem é incorreto afirmar que A) o aterro deve ser executado em camadas sucessivas, com espessura máxima compactada de 0,30 m para o corpo do aterro, e de 0,20 m para as camadas finais. B) as camadas finais do aterro deverão apresentar um grau de compactação mínimo de 95%. C) cumpre à fiscalização controlar a execução dos aterros, verificando, por exemplo, a espessura das camadas, e programar a realização dos ensaios necessários ao controle de qualidade dos aterros (determinação do grau de compactação, ensaios de CBR, etc). D) quando houver possibilidade de solapamento na época chuvosa deve ser providenciado um enrocamento no pé do aterro. E) no movimento de terra é importante considerar o empolamento, pois quando se move o solo de seu lugar original, há variações de seu volume que influenciam principalmente a operação de transporte. 25 - (UNIPAMPA 2009 - CESPE) O revestimento vegetal dos taludes, quando previsto, deve ser executado ao final dos serviços de terraplenagem. 26 - (ANTAQ/2005 - CESPE) Nas escavações de material para aterro, solo com diâmetro máximo de 15 cm é classificado como material de 3.ª categoria. 27 - (PETROBRAS 2008 - CESPE) Ao se movimentar terra, ou transportá-la, deve-se considerar o empolamento. 28 – (Infraero 2011 – FCC) Ao se deparar com regiões de solos compressíveis (moles), o engenheiro deve estudar a melhor solução para obter o melhor desempenho do pavimento a ser implantado. Dependendo da espessura de ocorrência deste material, procede-se com a remoção. Caso contrário, deve-se intervir nesta região anteriormente à implantação do pavimento. Uma No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 102 solução possível é a implantação de bermas de equilíbrio, que podem ser simplificadamente definidas como (A) aterros drenantes para equilibrar a umidade do maciço do aterro principal. (B) aterros executados para equilibrar o peso exercido pelo solo mole. (C) cortes laterais para drenar os solos moles saturados. (D) aterros laterais para equilibrar o peso exercido pelo maciço do aterro principal. (E) cortes combinados com drenos verticais na região de solo mole. A figura acima apresenta a seção transversal de projeto para uma ponte e seus aterros de encontro em uma rodovia. Para a execução de todo o projeto, pretende-se utilizar os dados de sondagem à percussão, executada no local, e cujos resultados são mostrados na figura. O aterro será compactado com grau de compactação igual a 80% e com desvio de umidade máximo em relação à umidade ótima de ± 3%. O controle de compactação do aterro proposto baseia-se na verificação do peso específico úmido de cada camada compactada, ao final da compactação, com a utilização do ensaio de frasco de areia. Para a base do aterro, está prevista a utilização de uma camada de reforço de geogrelha, com resistência a tração No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 103 igual a 35 kN/m. A solução de fundação proposta para a ponte é de tubulões executados a céu aberto, sem revestimento. Com relação a essa proposta, julgue os itens. 29 – (TCU 2005 - CESPE) Nas especificações de execução do aterro, deve-se prever que a sua construção dure o menor tempo possível, pois, quanto mais rapidamente o aterro for executado, melhores serão as suas condições de estabilidade. 30 – (TCU 2005 - CESPE) As especificações de compactação do solo de aterro propostas são insatisfatórias para as características da obra. 31 – (TCU 2005 - CESPE) A utilização da geogrelha como reforço na base do aterro do encontro reduzirá substancialmente os recalques do aterro. 32 – (TCU 2005 - CESPE) O controle de compactação do aterro com base somente na obtenção do peso específico úmido, como proposto no projeto, é insatisfatório. 33 – (PF REGIONAL 2004 – CESPE) Para cálculo de volumes de aterros e cortes, deve-se considerar o volume de transporte como igual ao volume de aterro ou corte dividido pelo fator de empolamento. 34 – (Infraero 2011 – FCC) Na execução da terraplenagem em um terreno para a implantação de um aeroporto, foi necessária, na movimentação de terra, o empréstimo de solo. Depois de compactado mediu-se o volume de 1.200 m3 de solo. Por meio do controle tecnológico conduzido, verificou-se que a densidade do solo compactado é de 2.030 kg/m3, a densidade natural é de 1.624 kg/m3 e a densidade solta é de 1.160 kg/m3. Considerando que este solo foi transportado por caminhão basculante com capacidade de 6 m3, o número de viagens necessárias foi de (A) 400. (B) 200. (C) 250. (D) 300. (E) 350. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 104 35 – (TCU 2009 – CESPE) Em serviços de terraplanagem, o preço unitário relativo ao destocamento do terreno é expresso por m2 da área a ser destocada, independentemente do diâmetro das árvores. 36 – (TRT 17ª Região 2009- CESPE) Em uma obra de compactação de um aterro, o critério de medição do serviço é o volume medido por camada acabada. 37 – (SEGER-ES 2011- CESPE) Os solos expansivos são adequados para a execução de aterros, pois permitem rápida compactação e adensamento. 38 – (BASA 2007- CESPE) Em um serviço de movimento de terra, para efeito de orçamento do transporte de terra escavada na execução de um corte, multiplica-se o volume de solo a ser escavado no seu estado natural, ou intacto, pelo preço unitário de transporte. 39 – (INSS 2008- CESPE) Aterros com volumes superiores a 1.000 m3 devem ter, obrigatoriamente, controle tecnológico na sua execução. 40 - (MPU 2004 – ESAF) as ordenadas de Bruckner correspondem às diferenças entre as cotas projetadas para a estrada e as cotas de seu perfil original. 41- (Engenheiro de Trânsito 2012-BIORIO) - Ao analisar o diagrama de Brückner (diagrama de massas), constata-se um ponto de máximo local pertencente a um trecho compensado por uma linha de terra no sentido do estaqueamento. Esse ponto corresponde no perfil longitudinal: (A) a uma passagem de aterro para corte; (B) a uma passagem de corte para aterro; (C) ao ponto de maior cota vermelha neste trecho; (D) ao ponto de maior cota azul neste ponto; (E) a um greide cuja inclinação da tangente é zero 42 - (INFRAERO/ADAPTADA - NCE UFRJ) - O significado de um ponto máximo em um diagrama de Bruckner (diagrama de massas de terraplenagem) é: No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 105 (A) máxima compensação; (B) passagem de corte para aterro; (C) menor momento de transporte; (D) distância média de transporte; (E) volume escavado. 43 - (Nova) – As linhas horizontais que interceptam ramos ascendentes e descendentes no diagrama de Brückner destacam: (A) o volume médio escavado no trecho em aterro. (B) o volume total escavado na frente de ataque da zona de corte considerada. (C) o momento parcial de transporte do empréstimo. (D) o volume de cortes e aterros compensados. (E) os pontos de início de corte e fim de aterro no perfil longitudinal. 44 – (TRE - RN 2011 – FCC) Considere as afirmações abaixo sobre projeto de terraplenagem. I. Define-se como ponto de passagem os pontos onde terminam os cortes e começam os aterros e os pontos onde terminam os aterros e começam os cortes. II. Quando o material do corte é aplicado no aterro ele sofre uma redução de volume, por causa da compactação. O valor desta redução depende do tipo de solo, densidade natural e adensamento nos cortes e grau de compactação dos aterros. III. Linha de compensação é toda linha horizontal, traçada sobre o diagrama de massas (Diagrama de Bruckner) que corte pelo menos uma onda. Todas as ondas do diagrama de massas deverão ser cortadas, ou ao menos tangenciadas, por uma única linha de compensação. Está correto o que se afirma em (A) I, apenas. (B) II, apenas. (C) III, apenas. (D) I e II, apenas. (E) I, II e III. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 106 45 - (FISCAL DE OBRAS RODOVIARIAS - UFPR 2010) Ao se efetuar um corte no terreno, o volume do material solto é maior que o volume original do solo. Esse fenômeno é denominado: a) inchamento. b) empolamento. c) desadensamento. d) incorporação de vazios. e) expansão. 46 - (Técnico em Estradas/Semarh - FUNCAB). Em escavações, são considerados materiais de 3ª categoria os: A) solos orgânicos e as argilas moles. B) que exigem uso contínuo de explosivos. C) que são escaváveis com auxílio de escarificador. D) que exigem uso eventual de explosivos. E) solos em geral. A partir da figura acima, que apresenta um aterro para pavimento rodoviário construído sobre uma camada de solo mole, saturada, uniforme e homogênea, julgue os seguintes itens. 47 - (PF 2002 - CESPE) A utilização de bermas de equilíbrio reduz a altura admissível do aterro. No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 107 48 - (PF 2002 - CESPE) Na situação mostrada na figura, para uma maior garantia da estabilidade do aterro, seria recomendado que o mesmo fosse construído o mais rápido possível. GABARITO DAS QUESTÕES APRESENTADAS EM AULA 1)E 2)C 3)C 4) Letra C 5)Letra C 6)E 7)C 8)C 9)E 10)E 11)E 12)C 13)E 14)E 15)E 17)C 18)C 19)Letra D 20)Letra C 21)Letra A 22)E 23)E 24)Letra B 25)E 26)E 27)C 28)Letra D 29)E 30)C 31)E 33)E 34)Letra E 35)E 36)C 37)E 38)E 39)C 40)E 41)Letra B 42)Letra B 43)Letra D 44)Letra E 45)Letra B 46)Letra B 47)E 16)E 32)C 48)E No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 108 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: BRASIL. Departamento Nacional de Estradas de Rodagem. DNERES278- 97 – Terraplenagem – Serviços Preliminares. ______. Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT. NORMA DNIT 104/2009 – ES - Terraplenagem – Serviços Preliminares -Especificação de Serviço ______. Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT. NORMA DNIT 105/2009 – ES - Terraplenagem – Caminhos de Serviço -Especificação de Serviço. ______. Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT. NORMA DNIT 106/2009 – ES - Terraplenagem - Cortes - Especificação de Serviço. ______. Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT. NORMA DNIT 107/2009 – ES - Empréstimos - Aterros - Especificação de Serviço. ______. Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT. NORMA DNIT 108/2009 – ES - Terraplenagem - Aterros - Especificação de Serviço. ______. Tribunal de Contas da União. Obras Públicas Recomendações Básicas para a Contratação e Fiscalização de Obras de Edificações Públicas. ABRAM, Isaac e ROCHA, Aroldo. Manual Prático de Terraplenagem, 1ª ed., Salvador/BA, 2000. Curso de Construção de Estradas – Coletânea de Notas de Aula Escola Politécnica da UFBA – Salvador – Outubro, 1996. Introdução à Terraplenagem. Apostila da disciplina TT-401 – Transportes “A” do curso de Engenharia Civil da Universidade Federal do Paraná – UFPR. Curitiba: 2010. RICARDO, Hélio de Souza e CATALANI, Guilherme, Manual prático de escavação: terraplanagem e escavação de rocha, 3ª. ed. – São Paulo/SP: Pini, 2007.No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 No me 99 99 99 99 99 9 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 N o m e 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. CURSO ON LINE - OBRAS RODOVIÁRIAS - DNIT PROFESSORES: FABRÍCIO MARECO E GUSTAVO ROCHA 109 SERGIPE. Companhia Estadual de Habitação e Obras Públicas do Estado de Sergipe – CEHOP/SE. Execução de Cortes e Aterros – ES00181.