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TEA - TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA: CONCEITOS E INTERVENÇÕES DA SAÚDE E DA EDUCAÇÃO Ana Luiza Zotti Loyola Heleno1; Camila das Neves Oléa1; Daniela Alves Yanez1; Prof. Dr. Michel da Costa2; Profª Me. Sandra de Oliveira Perez Tarricone2 1 Alunas do Curso de Psicologia da Universidade Metropolitana de Santos – UNIMES 2 Professores do Curso de Psicologia da Universidade Metropolitana de Santos – UNIMES. Orientadores da Pesquisa. RESUMO A presente investigação foi realizada no âmbito do Componente Curricular Metodologia Científica, no Curso de Psicologia da Universidade Metropolitana de Santos – UNIMES, onde foram feitas pesquisas documentais e bibliográficas acerca de temática escolhida pelas discentes. O objetivo do estudo foi compreender o conceito do TEA - Transtorno do Espectro Autista, bem como algumas possibilidades de intervenção nas áreas de psicologia e outros campos da sociedade. A investigação desvela conhecimentos diversos acerca do transtorno e considerações acerca da criação de uma rede de apoio à pessoa com TEA, bem como à sua família. Ressalta- se a necessidade de continuidade e aprofundamento dos estudos realizados nesse trabalho, cumprindo com a função da Universidade em colaborar com a sociedade para novos conhecimentos. PALAVRAS-CHAVE: Transtorno do Espectro Autista. Inclusão. Autismo. ABSTRACT The present investigation was carried out within the scope of the Curricular Component Scientific Methodology, in the Psychology Course of the Universidade Metropolitana de Santos - UNIMES, where documentary and bibliographic research was carried out on the theme chosen by the students. The aim of the study was to understand the concept of TEA - Autism Spectrum Disorder, as well as some possibilities for intervention in the areas of psychology and other fields of society. The investigation reveals different knowledge about the disorder and considerations about the creation of a support network for the person with ASD, as well as their family. The need to continue and deepen the studies carried out in this work is highlighted, fulfilling the role of the University in collaborating with society for new knowledge. KEYWORDS: Autistic Spectrum Disorder. Inclusion. Autism. 1 INTRODUÇÃO O presente texto refere-se a estudo do componente curricular Metodologia Científica, cujo objetivo é a pesquisa acerca da viabilidade de se incluir o portador de TEA (Transtorno do Espectro do Autismo) no âmbito da escolaridade. A escolha por essa temática foi motivada por dois fatores: a Medicina tem alcançado novos conhecimentos sobre este transtorno (ainda bem pouco entendido até os dias atuais), possibilitando uma nova perspectiva de tratamento. Como metodologia de pesquisa, utilizamos a pesquisa bibliográfica e documental, de cunho qualitativo e interpretativo das leituras realizadas. O presente artigo, sintetiza as principais considerações acerca da temática, evidenciando necessidade da realização de mais estudos para produções mais aprofundadas que contribuam com a sociedade e academia. 2 DESENVOLVIMENTO 2.1 TEA – TRANSTORNO DE ESPECTRO DO AUTISMO De forma consensual, o único conhecimento científico, aceito e indiscutível pelos cientistas é a existência de neurônios deficientes no córtex cerebral mais superficial. Alguns autores falam em predominância genética, outros em motivos ambientais, mas as incertezas ainda são bem maiores que as certezas quanto a síndrome. O segundo fator, que levou à escolha do assunto é o preocupante número da incidência mundial deste transtorno. Autismo é denominada Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), uma condição de saúde caracterizada por déficit na comunicação social (comunicação verbal e não verbal) e comportamento (interesses restritos e movimentos repetitivos). As pesquisas indicam que o autismo é definido por: Nomenclatura empregada pela primeira vez pelo psiquiatra Eugen Bleuer (1857- 1939) em 1911, ele relata a fuga da realidade e o retraimento de adultos esquizofrênicos para o mundo interior. (SANTOS, 2019, p. 30). Corroboramos com as autoras Onzi e Gomes (2015), sobre a importância do diagnóstico e reabilitação, no sentido em que, a família ao se deparar com o diagnóstico de TEA, tende a buscar maiores informações sobre o diagnóstico estabelecido, e dessa forma, é de extrema importância a escolha do tratamento e a participação da família no tratamento. Verifica-se que quando, as crianças aparentemente não enxergam os objetos e pessoas, dizemos que elas têm um retraimento autístico, agindo como se esses elementos não existissem, caracterizando assim uma excessiva ausência de contato com a realidade. Têm se então, uma necessidade de neutralidade onde se busca manter o ambiente inalterado, pois a modificações mesmo que mínimas, gera uma angústia, podendo até gerar momentos de raiva no autista. Apenas no início do século passado, o transtorno foi descrito. Em 1940, Leo Kanner descreveu o que hoje chamamos hoje de autismo (do grego "autos" que significa eu mesmo), mas o CID (The International Statistical Classification of Diseases and Related Health Problems – ICD), publicada pela Organização Mundial de Saúde, somente na década de 80 relata o autismo como uma forma de esquizofrenia, e associa-o como psicose infantil. As pesquisas indicam que o TEA é definido por um comportamento atípico da criança e pode ser detectado logo no início de sua vida. Uma característica que é observada pelos pais, logo no início da vida da criança, é que a criança não mantém contato visual, nem mesmo durante a amamentação. Dependendo do grau de comprometimento acometido, a criança fica em total isolamento social, impossibilitada de interagir com outras pessoas, em alguns casos, nos graus mais severos, o portador do distúrbio, nem mesmo fala. Porém, o transtorno possui muitos níveis que levam a criança a interagir diferentemente, dependendo do seu estágio do TEA. Em grau mais elevado, a criança nem mesmo fala, é agressiva sem motivo, muitas vezes se automutila, e seu relacionamento social é nulo. Tal quadro, felizmente, não é, a constante deste transtorno. Na maioria, as pessoas com TEA podem, com ajuda específica participar de atividades escolares. Por vezes, o autista surpreende a pais e aos psicólogos, apresentando níveis altíssimos de desempenho em algumas áreas bem específicas, como por exemplo tocar piano magistralmente. Para alguns autores, sobretudo os mais influenciados pela teoria Kleiniana, como Francis Tustin, o autismo é uma defesa ante um encontro prematuro e traumático com o mundo externo que leva a criança um retraimento profundo, comprometendo de forma avassaladora todo o processo de constituição da família psíquica. (CAVALCANTI, ROCHA, 2007, p. 25) Tal como indica a American Psychiatric Association (APA, 2014), o comprometimento na criança autista, pode ocorrer em três níveis de gravidade. No nível um, o indivíduo exige apoio; no nível dois, exige apoio substancial; no nível três exige muito apoio substancial. Para um diagnóstico de autismo, seis critérios ou mais precisavam estar presentes, com pelo menos dois da categoria social e um de cada uma das demais categorias, sendo elas: prejuízo na interação social amplo e persistente, falta de busca espontânea pelo prazer compartilhado, interesses ou realizações com outras pessoas, e falta de reciprocidade social; alterações da comunicação, a fala, o timbre, a entonação, a velocidade, o ritmo ou a ênfase podem ser anormais no comportamento, padrões restritos, repetitivos e estereotipados de interesses e atividades podem ocorrer, com adesão aparentemente inflexível a rotinas ou rituais específicos e não funcionais, com maneirismos motores estereotipados e repetitivos ou uma preocupação com partes de objetos(exemplo: botões, partes do corpo); resistência frente a mudanças (exemplo: mudança ou alteraçãode ambiente); movimentos corporais estereotipados envolvendo as mãos (exemplo: bater palmas, estalar os dedos) ou o corpo todo (exemplo: inclinação abrupta, oscilação do corpo, balanço), postura (exemplo: movimentos atípicos das mãos e postura) (APA, 2002). Sabe-se que existem poucos recursos para a realização do diagnóstico do indivíduo com suspeita de autismo e, mesmo com muitos estudos na área, não existe nenhum marcador biológico que possibilite um exame preciso para a confirmação ou não desse diagnóstico. Pelo fato de a etiologia do autismo ser pouco definida, os pais podem apresentar sentimentos negativos em vista da necessidade de busca por respostas. A fim de dar sentido para o que está acontecendo com seu filho, essas dificuldades enfrentadas podem gerar sentimentos confusos (SCHMIDT, 2013). Para Schmidt esses sentimentos estão associados a diferentes reações, entre eles enquadram-se: 1- negação, 2- raiva, 3- culpa, 4- pensamento mágico, 5- início da aceitação e 6- busca por soluções. Conforme Ardore, Cortez e Regen (2001), muitos pais, após o recebimento do diagnóstico do filho, buscam um culpado, choram e negam sua doença. Há um choque diante do novo, do inesperado, um futuro imprevisível dessa criança e da família. Nesse contexto, alguns familiares sentem dificuldades em interagir com as crianças com TEA, e assim ficam reclusos e acabam perdendo o contato com a sociedade e voltando sua atenção para a família, evitando assim os julgamentos e críticas. 2.2 INTERVENÇÕES ÀS PESSOAS COM TEA: POSSIBILIDADES À SAÚDE, EDUCAÇÃO E OUTROS SEGMENTOS DA SOCIEDADE Pesquisas de Baptista e Sanchez (2009) apontam que o diagnóstico se torna um fator importante e gerador de desestabilização familiar e a combinação de novos papéis faz parte da busca por novos arranjos da família frente à nova realidade. Mesmo com muitos estudos na área, não existe nenhum marcador biológico que possibilite um exame preciso para a confirmação ou não desse diagnóstico. Outro fator importante a ser salientado é a forma como ocorrerá a comunicação do diagnóstico de autismo aos pais. É um processo delicado, que promove uma oportunidade única aos profissionais em estabelecerem uma aliança de confiança com eles, e para que possam elaborar o diagnóstico de forma mais coerente possível e menos estressante (BOSA; SEMENSATO, 2013 apud ONZI e GOMES, 2015, p.48) Quanto mais cedo a criança for tratada e diagnosticada, maiores serão as chances de seu desenvolvimento acontecer da melhor forma possível. No entanto, por vezes, na prática sabe-se que não ocorre de forma apropriada, pois “a reabilitação é um processo dinâmico e global orientado para a recuperação física e psicológica do indivíduo com deficiência, tendo como objetivo a sua reintegração social”, tal como indica Batista (2012, p.3) No que se refere ao tratamento, a psicoterapia comportamental é a mais preconizada juntamente com o processo de condicionamento que facilita os cuidados com o autista, tornando-o mais bem estruturado emocionalmente e organizado (SANTOS, 2019). A psicoterapia tem como objetivo auxiliar a interpretação da linguagem corporal, a comunicação não verbal, a aprendizagem e as emoções e as interações sociais (BARROS; SENRA; ZAUZA, 2015). A terapia cognitivo comportamental (TCC) contribui para o ensinamento dos autistas em relação a diferentes formas de utilizar, recordar e processar as informações, como treinamento de autoinstrução (WHITMAN, 2015). Outra forma de tratamento do indivíduo com TEA é a musicoterapia. É uma técnica de terapia que recorre à música com o objetivo de ressaltar as potencialidades por meio da aplicação de métodos e técnicas, juntamente com outras capacidades, incluindo a cognição (PAREDES, 2012, apud ONZI e GOMES, 2015, p. 19) Outro método utilizado é a Análise Aplicada do Comportamento (ABA), que visa ensinar à criança autista habilidades que ela não possui, por meio de etapas associadas a instruções ou indicações. O ABA tem por objetivo tornar o aprendizado prazeroso para a criança e ensiná-la a reconhecer diferentes estímulos (FERNANDES; NEVES; SCARAFICCI, 2011 apud ONZI e GOMES, 2015, p.26). As Terapias de Integração Sensorial (TIS) estabelecem a estimulação sensorial, com atividades lúdicas, jogos e brincadeiras que gradativamente se tornam mais desafiadoras e complexas (ARAÚJO; SCHWARTZAMAN, 2011). Seu objetivo é desenvolver no autista um nível crescente de alerta e ativação à medida que vai se deparando com diferentes informações de estímulos. (ONZI; GOMES, 2015) Sem dúvida, o ingresso do autista em uma escola deve ser precedido de vários cuidados, entre eles a necessária presença de um psicólogo. Quanto a esta parte, tão importante, assinalo que já existe uma lei que determina a assistência deste profissional nas escolas públicas. Trata-se da Lei 13.935/2019, promulgada pelo governo federal e publicada no Diário Oficial da União (DOU) de quinta-feira, dia 12. , cujo artigo primeiro destacamos: Art. 1º As redes públicas de educação básica contarão com serviços de psicologia e de serviço social para atender às necessidades e prioridades definidas pelas políticas de educação, por meio de equipes multiprofissionais. (BRASIL, 2019) Além desta atuação constante do psicólogo, a ou as professoras e alunos deverão receber informações sobre o TEA, discutirem episódios ocorridos, seus impactos e causas. Concordamos com Dias, quando ela afirma: Ao se conhecer o conceito do autismo através dos critérios que definem seu comportamento, torna-se mais fácil pensar alunos autistas torna-se fundamental, pois é através do contato social dentro das escolas, que favorecerá não só seu desenvolvimento, mas também no de outros alunos, com o objetivo de aprimorar a convivência com o semelhante em suas diferenças e o aprender a respeitar uns aos outros, na medida em que possam aprender a compartilhar suas disparidades e experiências em uma nova visão no espaço escolar. (DIAS, 2017, p. 19) Esta explanação amplia a visão de escola, transformando-a não só em um lugar onde se aprende conteúdos, mas também um lugar de socialização, do ensino ao respeito às diferenças, enfim, um espaço de crescimento do ser humano em toda sua potencialidade. 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS Em virtude do panorama das pesquisas que utilizamos como revisão de literatura, concluímos que os indivíduos com TEA acabam influenciando na estrutura e funcionalidade da família, salientamos a importância da orientação aos pais em relação às vantagens e desvantagens relacionados a cada tratamento. Outros fatores importantes a serem respeitados são os limites e os recursos financeiros de cada família. Conforme o vídeo acerca da temática, no Canal da Universidade de São Paulo acerca das causas, sintomas, diagnóstico, tratamento, a incidência mundial da TEA é de 1% no mundo. Este dado em termos nacionais dá dois milhões de portadores do http://www.in.gov.br/web/dou/-/lei-n-13.935-de-11-de-dezembro-de-2019-232942408?inheritRedirect=true&redirect=%2Fweb%2Fguest%2Fsearch%3FqSearch%3DLei%252013.935%25202019 transtorno, o que nos remete ao fato que a família também é muito afetada, se tem um elemento portador do TEA, pois este transtorno inicia na infância. Desta forma, podemos falar em dois milhões de famílias, no Brasil, enfrentando tal problema. Concluímos que se idealmente a sociedade busca uma inteiração total, uma oportunidade igualitária a todos seus membros, as pessoas com alguma deficiência devem ser auxiliadas, na medida em que isto for possível a viver em sociedade, desfrutando tanto das regalias oferecidas pelo contato social, como oferecendo sua própria participação dentro de seus limites. A maior parte dos portadores de TEA, possuem uma possibilidade de inteiração social se desde o início frequentar uma escola, amparado por uma segurança vinda da presença de umpsicólogo que atuará tanto no âmbito do portador do transtorno, quanto na classe docente e discente da escola. Esta situação seria benéfica em vários sentidos, no sentido amplo, dando um caráter humanitário e solidário à sociedade, individualmente, assistindo e apoiando uma família que estaria, de outra forma, sentindo-se excluída em situação de um ostracismo autoimposto. Esta participação escolar do autista estaria auxiliando um excluído social a ter uma vida mais próxima possível da normalidade. Dessa forma, defendemos a inclusão dos alunos com deficiência ou transtorno global de desenvolvimento, no entanto, exigindo estrutura para o bom atendimento institucional desses educandos. 4 REFERÊNCIAS APA - AMERICAN PSYCHIATRY ASSOCIATION. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais-DSM-V. Porto Alegre: Artmed, 2002. APA - AMERICAN PSYCHIATRY ASSOCIATION (APA). Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais-DSM-V. Porto Alegre: Artmed, 2014. AUTISMO: causas, sintomas, diagnóstico, tratamento. [s.l./s.n.], 2017. 1 vídeo (3 minutos). Publicado pelo Canal USP. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=fokyS8KVC6c&t=2s. Acesso em 18.Abr.2020 BATISTA, Cristina Abranches Mota. Deficiência, autismo e psicanálise. A peste: Revista de Psicanálise e Sociedade e Filosofia. Revista Ciência Psicológica, v.04, n.02, 2012. BARROS Ana Lucia; SENRA Luciana Xavier; ZAUZA, Clara Miranda Ferraz. O processo de inclusão de portadores do transtorno do espectro autista. 2015. Disponível em: www. psicologia.pt/artigos/textos/A0896.pdf. Acesso em: 07 set. 2015. BRASIL. Lei nº 13.935/2019, de 11 de dezembro de 2019. Dispõe sobre a prestação de serviços de psicologia e de serviço social nas redes públicas de educação básica. Disponível em: http://www.in.gov.br/web/dou/-/lei-n-13.935-de-11-de-dezembro-de- 2019-232942408?inheritRedirect=true&redirect= %2Fweb%2Fguest%2Fsearch%3FqSearch%3DLei%252013.935%25202019. Acesso em: 10 mai. 2020. CAVALCANTI, A. E.; ROCHA, P.S. Autismo: construções e desconstruções. 3. Ed. Ver. São Paulo: Casa do Psicólogo. Coleção clínica psicanalítica, 2007. DIAS, Nadla dos Santos Dias – Autismo: estratégias de intervenção no desafio da inclusão no âmbito escolar, na perspectiva da análise do comportamento. O Portal dos Psicólogos (2017) Disponível em: http://www.psicologia.pt/artig. Acesso em 18 abril 2020 OLIVEIRA, Beatriz Salvador De; NASCIMENTO, Daniela; MELCHIOR, Gabriel; MARTINS, Geiscislaine Laís; ESTEVES, Jean Pablo; SANTOS, Jeane Oliveira; CAROLINE, Natália; FERRARI, Nathália; DELLAMARIS, Rhayenne. A Atuação do Psicólogo com o Transtorno do Espectro Autista. Psicologado, [S.l.]. (2014). Disponível em: https://psicologado.com.br/atuacao/psicologia-clinica/a-atuacao-do- psicologo-com-o-transtorno-do-espectro-autista . Acesso em: 17.Abr. 2020 ONZI, F.Z.; GOMES, R.D.F., Caderno Pedagógico, v. 12, n. 3, p. 188-199, 2015. Disponível em http://univates.br/revistas/index.php/cadped/article/view/979/967 Acesso em: 16.Abr.2020. SANTOS, S.A. Transtornos globais do desenvolvimento. Curitiba: Intersaberes, 2019. Série Pressupostos da Educação Especial, 2019. WHITMAN, Thomas. O desenvolvimento do autismo. São Paulo: M.Books, 2015.