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rci_espectro_autismo_07_2020 (1) (1)

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TEA - TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA: CONCEITOS E 
INTERVENÇÕES DA SAÚDE E DA EDUCAÇÃO 
 
 
Ana Luiza Zotti Loyola Heleno1; Camila das Neves Oléa1; Daniela Alves Yanez1; Prof. Dr. Michel 
da Costa2; Profª Me. Sandra de Oliveira Perez Tarricone2 
 
1 Alunas do Curso de Psicologia da Universidade Metropolitana de Santos – UNIMES 
2 Professores do Curso de Psicologia da Universidade Metropolitana de Santos – UNIMES. 
Orientadores da Pesquisa. 
 
 
RESUMO 
A presente investigação foi realizada no âmbito do Componente Curricular 
Metodologia Científica, no Curso de Psicologia da Universidade Metropolitana de 
Santos – UNIMES, onde foram feitas pesquisas documentais e bibliográficas acerca 
de temática escolhida pelas discentes. O objetivo do estudo foi compreender o 
conceito do TEA - Transtorno do Espectro Autista, bem como algumas possibilidades 
de intervenção nas áreas de psicologia e outros campos da sociedade. A investigação 
desvela conhecimentos diversos acerca do transtorno e considerações acerca da 
criação de uma rede de apoio à pessoa com TEA, bem como à sua família. Ressalta-
se a necessidade de continuidade e aprofundamento dos estudos realizados nesse 
trabalho, cumprindo com a função da Universidade em colaborar com a sociedade 
para novos conhecimentos. 
PALAVRAS-CHAVE: Transtorno do Espectro Autista. Inclusão. Autismo. 
 
ABSTRACT 
The present investigation was carried out within the scope of the Curricular Component 
Scientific Methodology, in the Psychology Course of the Universidade Metropolitana 
de Santos - UNIMES, where documentary and bibliographic research was carried out 
on the theme chosen by the students. The aim of the study was to understand the 
concept of TEA - Autism Spectrum Disorder, as well as some possibilities for 
intervention in the areas of psychology and other fields of society. The investigation 
reveals different knowledge about the disorder and considerations about the creation 
of a support network for the person with ASD, as well as their family. The need to 
continue and deepen the studies carried out in this work is highlighted, fulfilling the role 
of the University in collaborating with society for new knowledge. 
KEYWORDS: Autistic Spectrum Disorder. Inclusion. Autism. 
 
 
1 INTRODUÇÃO 
O presente texto refere-se a estudo do componente curricular Metodologia 
Científica, cujo objetivo é a pesquisa acerca da viabilidade de se incluir o portador de 
TEA (Transtorno do Espectro do Autismo) no âmbito da escolaridade. 
A escolha por essa temática foi motivada por dois fatores: a Medicina tem 
alcançado novos conhecimentos sobre este transtorno (ainda bem pouco entendido 
até os dias atuais), possibilitando uma nova perspectiva de tratamento. 
Como metodologia de pesquisa, utilizamos a pesquisa bibliográfica e 
documental, de cunho qualitativo e interpretativo das leituras realizadas. O presente 
artigo, sintetiza as principais considerações acerca da temática, evidenciando 
necessidade da realização de mais estudos para produções mais aprofundadas que 
contribuam com a sociedade e academia. 
 
2 DESENVOLVIMENTO 
 
2.1 TEA – TRANSTORNO DE ESPECTRO DO AUTISMO 
De forma consensual, o único conhecimento científico, aceito e indiscutível pelos 
cientistas é a existência de neurônios deficientes no córtex cerebral mais 
superficial. Alguns autores falam em predominância genética, outros em motivos 
ambientais, mas as incertezas ainda são bem maiores que as certezas quanto a 
síndrome. O segundo fator, que levou à escolha do assunto é o preocupante número 
da incidência mundial deste transtorno. 
Autismo é denominada Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), uma condição 
de saúde caracterizada por déficit na comunicação social (comunicação verbal e não 
verbal) e comportamento (interesses restritos e movimentos repetitivos). 
As pesquisas indicam que o autismo é definido por: 
Nomenclatura empregada pela primeira vez pelo psiquiatra Eugen Bleuer 
(1857- 1939) em 1911, ele relata a fuga da realidade e o retraimento de 
adultos esquizofrênicos para o mundo interior. (SANTOS, 2019, p. 30). 
 
Corroboramos com as autoras Onzi e Gomes (2015), sobre a importância do 
diagnóstico e reabilitação, no sentido em que, a família ao se deparar com o 
diagnóstico de TEA, tende a buscar maiores informações sobre o diagnóstico 
estabelecido, e dessa forma, é de extrema importância a escolha do tratamento e a 
participação da família no tratamento. 
Verifica-se que quando, as crianças aparentemente não enxergam os objetos e 
pessoas, dizemos que elas têm um retraimento autístico, agindo como se esses 
elementos não existissem, caracterizando assim uma excessiva ausência de contato 
com a realidade. Têm se então, uma necessidade de neutralidade onde se busca 
manter o ambiente inalterado, pois a modificações mesmo que mínimas, gera uma 
angústia, podendo até gerar momentos de raiva no autista. 
Apenas no início do século passado, o transtorno foi descrito. Em 1940, Leo 
Kanner descreveu o que hoje chamamos hoje de autismo (do grego "autos" que 
significa eu mesmo), mas o CID (The International Statistical Classification of Diseases 
and Related Health Problems – ICD), publicada pela Organização Mundial de Saúde, 
somente na década de 80 relata o autismo como uma forma de esquizofrenia, e 
associa-o como psicose infantil. 
As pesquisas indicam que o TEA é definido por um comportamento atípico da 
criança e pode ser detectado logo no início de sua vida. Uma característica que é 
observada pelos pais, logo no início da vida da criança, é que a criança não mantém 
contato visual, nem mesmo durante a amamentação. Dependendo do grau de 
comprometimento acometido, a criança fica em total isolamento social, impossibilitada 
de interagir com outras pessoas, em alguns casos, nos graus mais severos, o portador 
do distúrbio, nem mesmo fala. 
Porém, o transtorno possui muitos níveis que levam a criança a interagir 
diferentemente, dependendo do seu estágio do TEA. Em grau mais elevado, a criança 
nem mesmo fala, é agressiva sem motivo, muitas vezes se automutila, e seu 
relacionamento social é nulo. 
Tal quadro, felizmente, não é, a constante deste transtorno. Na maioria, as 
pessoas com TEA podem, com ajuda específica participar de atividades escolares. 
Por vezes, o autista surpreende a pais e aos psicólogos, apresentando níveis 
altíssimos de desempenho em algumas áreas bem específicas, como por exemplo 
tocar piano magistralmente. 
Para alguns autores, sobretudo os mais influenciados pela teoria Kleiniana, 
como Francis Tustin, o autismo é uma defesa ante um encontro prematuro e 
traumático com o mundo externo que leva a criança um retraimento profundo, 
comprometendo de forma avassaladora todo o processo de constituição da família 
psíquica. (CAVALCANTI, ROCHA, 2007, p. 25) 
Tal como indica a American Psychiatric Association (APA, 2014), o 
comprometimento na criança autista, pode ocorrer em três níveis de gravidade. No 
nível um, o indivíduo exige apoio; no nível dois, exige apoio substancial; no nível três 
exige muito apoio substancial. 
Para um diagnóstico de autismo, seis critérios ou mais precisavam estar 
presentes, com pelo menos dois da categoria social e um de cada uma das demais 
categorias, sendo elas: prejuízo na interação social amplo e persistente, falta de busca 
espontânea pelo prazer compartilhado, interesses ou realizações com outras pessoas, 
e falta de reciprocidade social; alterações da comunicação, a fala, o timbre, a 
entonação, a velocidade, o ritmo ou a ênfase podem ser anormais no comportamento, 
padrões restritos, repetitivos e estereotipados de interesses e atividades podem 
ocorrer, com adesão aparentemente inflexível a rotinas ou rituais específicos e não 
funcionais, com maneirismos motores estereotipados e repetitivos ou uma 
preocupação com partes de objetos(exemplo: botões, partes do corpo); resistência 
frente a mudanças (exemplo: mudança ou alteraçãode ambiente); movimentos 
corporais estereotipados envolvendo as mãos (exemplo: bater palmas, estalar os 
dedos) ou o corpo todo (exemplo: inclinação abrupta, oscilação do corpo, balanço), 
postura (exemplo: movimentos atípicos das mãos e postura) (APA, 2002). 
Sabe-se que existem poucos recursos para a realização do diagnóstico do 
indivíduo com suspeita de autismo e, mesmo com muitos estudos na área, não existe 
nenhum marcador biológico que possibilite um exame preciso para a confirmação ou 
não desse diagnóstico. 
Pelo fato de a etiologia do autismo ser pouco definida, os pais podem apresentar 
sentimentos negativos em vista da necessidade de busca por respostas. A fim de dar 
sentido para o que está acontecendo com seu filho, essas dificuldades enfrentadas 
podem gerar sentimentos confusos (SCHMIDT, 2013). Para Schmidt esses 
sentimentos estão associados a diferentes reações, entre eles enquadram-se: 1- 
negação, 2- raiva, 3- culpa, 4- pensamento mágico, 5- início da aceitação e 6- busca 
por soluções. 
Conforme Ardore, Cortez e Regen (2001), muitos pais, após o recebimento do 
diagnóstico do filho, buscam um culpado, choram e negam sua doença. Há um choque 
diante do novo, do inesperado, um futuro imprevisível dessa criança e da família. 
Nesse contexto, alguns familiares sentem dificuldades em interagir com as 
crianças com TEA, e assim ficam reclusos e acabam perdendo o contato com a 
sociedade e voltando sua atenção para a família, evitando assim os julgamentos e 
críticas. 
 
2.2 INTERVENÇÕES ÀS PESSOAS COM TEA: POSSIBILIDADES À SAÚDE, 
EDUCAÇÃO E OUTROS SEGMENTOS DA SOCIEDADE 
Pesquisas de Baptista e Sanchez (2009) apontam que o diagnóstico se torna um 
fator importante e gerador de desestabilização familiar e a combinação de novos 
papéis faz parte da busca por novos arranjos da família frente à nova realidade. 
Mesmo com muitos estudos na área, não existe nenhum marcador biológico que 
possibilite um exame preciso para a confirmação ou não desse diagnóstico. Outro 
fator importante a ser salientado é a forma como ocorrerá a comunicação do 
diagnóstico de autismo aos pais. É um processo delicado, que promove uma 
oportunidade única aos profissionais em estabelecerem uma aliança de confiança 
com eles, e para que possam elaborar o diagnóstico de forma mais coerente possível 
e menos estressante (BOSA; SEMENSATO, 2013 apud ONZI e GOMES, 2015, p.48) 
Quanto mais cedo a criança for tratada e diagnosticada, maiores serão as 
chances de seu desenvolvimento acontecer da melhor forma possível. No entanto, 
por vezes, na prática sabe-se que não ocorre de forma apropriada, pois “a reabilitação 
é um processo dinâmico e global orientado para a recuperação física e psicológica do 
indivíduo com deficiência, tendo como objetivo a sua reintegração social”, tal como 
indica Batista (2012, p.3) 
No que se refere ao tratamento, a psicoterapia comportamental é a mais 
preconizada juntamente com o processo de condicionamento que facilita os cuidados 
com o autista, tornando-o mais bem estruturado emocionalmente e organizado 
(SANTOS, 2019). 
A psicoterapia tem como objetivo auxiliar a interpretação da linguagem corporal, 
a comunicação não verbal, a aprendizagem e as emoções e as interações sociais 
(BARROS; SENRA; ZAUZA, 2015). A terapia cognitivo comportamental (TCC) 
contribui para o ensinamento dos autistas em relação a diferentes formas de utilizar, 
recordar e processar as informações, como treinamento de autoinstrução (WHITMAN, 
2015). 
Outra forma de tratamento do indivíduo com TEA é a musicoterapia. É uma 
técnica de terapia que recorre à música com o objetivo de ressaltar as potencialidades 
por meio da aplicação de métodos e técnicas, juntamente com outras capacidades, 
incluindo a cognição (PAREDES, 2012, apud ONZI e GOMES, 2015, p. 19) 
Outro método utilizado é a Análise Aplicada do Comportamento (ABA), que visa 
ensinar à criança autista habilidades que ela não possui, por meio de etapas 
associadas a instruções ou indicações. O ABA tem por objetivo tornar o aprendizado 
prazeroso para a criança e ensiná-la a reconhecer diferentes estímulos 
(FERNANDES; NEVES; SCARAFICCI, 2011 apud ONZI e GOMES, 2015, p.26). 
As Terapias de Integração Sensorial (TIS) estabelecem a estimulação sensorial, 
com atividades lúdicas, jogos e brincadeiras que gradativamente se tornam mais 
desafiadoras e complexas (ARAÚJO; SCHWARTZAMAN, 2011). Seu objetivo é 
desenvolver no autista um nível crescente de alerta e ativação à medida que vai se 
deparando com diferentes informações de estímulos. (ONZI; GOMES, 2015) 
Sem dúvida, o ingresso do autista em uma escola deve ser precedido de vários 
cuidados, entre eles a necessária presença de um psicólogo. Quanto a esta parte, tão 
importante, assinalo que já existe uma lei que determina a assistência deste 
profissional nas escolas públicas. Trata-se da Lei 13.935/2019, promulgada pelo 
governo federal e publicada no Diário Oficial da União (DOU) de quinta-feira, dia 12. , 
cujo artigo primeiro destacamos: 
Art. 1º As redes públicas de educação básica contarão com serviços de 
psicologia e de serviço social para atender às necessidades e prioridades 
definidas pelas políticas de educação, por meio de equipes multiprofissionais. 
(BRASIL, 2019) 
 
Além desta atuação constante do psicólogo, a ou as professoras e alunos 
deverão receber informações sobre o TEA, discutirem episódios ocorridos, seus 
impactos e causas. 
Concordamos com Dias, quando ela afirma: 
Ao se conhecer o conceito do autismo através dos critérios que definem 
seu comportamento, torna-se mais fácil pensar alunos autistas torna-se 
fundamental, pois é através do contato social dentro das escolas, que 
favorecerá não só seu desenvolvimento, mas também no de outros alunos, 
com o objetivo de aprimorar a convivência com o semelhante em suas 
diferenças e o aprender a respeitar uns aos outros, na medida em que 
possam aprender a compartilhar suas disparidades e experiências em uma 
nova visão no espaço escolar. (DIAS, 2017, p. 19) 
 
Esta explanação amplia a visão de escola, transformando-a não só em um lugar 
onde se aprende conteúdos, mas também um lugar de socialização, do ensino ao 
respeito às diferenças, enfim, um espaço de crescimento do ser humano em toda sua 
potencialidade. 
 
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS 
Em virtude do panorama das pesquisas que utilizamos como revisão de 
literatura, concluímos que os indivíduos com TEA acabam influenciando na estrutura 
e funcionalidade da família, salientamos a importância da orientação aos pais em 
relação às vantagens e desvantagens relacionados a cada tratamento. Outros fatores 
importantes a serem respeitados são os limites e os recursos financeiros de cada 
família. 
Conforme o vídeo acerca da temática, no Canal da Universidade de São Paulo 
acerca das causas, sintomas, diagnóstico, tratamento, a incidência mundial da TEA é 
de 1% no mundo. Este dado em termos nacionais dá dois milhões de portadores do 
http://www.in.gov.br/web/dou/-/lei-n-13.935-de-11-de-dezembro-de-2019-232942408?inheritRedirect=true&redirect=%2Fweb%2Fguest%2Fsearch%3FqSearch%3DLei%252013.935%25202019
transtorno, o que nos remete ao fato que a família também é muito afetada, se tem 
um elemento portador do TEA, pois este transtorno inicia na infância. Desta forma, 
podemos falar em dois milhões de famílias, no Brasil, enfrentando tal problema. 
Concluímos que se idealmente a sociedade busca uma inteiração total, uma 
oportunidade igualitária a todos seus membros, as pessoas com alguma deficiência 
devem ser auxiliadas, na medida em que isto for possível a viver em sociedade, 
desfrutando tanto das regalias oferecidas pelo contato social, como oferecendo sua 
própria participação dentro de seus limites. A maior parte dos portadores de TEA, 
possuem uma possibilidade de inteiração social se desde o início frequentar uma 
escola, amparado por uma segurança vinda da presença de umpsicólogo que atuará 
tanto no âmbito do portador do transtorno, quanto na classe docente e discente da 
escola. 
Esta situação seria benéfica em vários sentidos, no sentido amplo, dando um 
caráter humanitário e solidário à sociedade, individualmente, assistindo e apoiando 
uma família que estaria, de outra forma, sentindo-se excluída em situação de um 
ostracismo autoimposto. Esta participação escolar do autista estaria auxiliando um 
excluído social a ter uma vida mais próxima possível da normalidade. Dessa forma, 
defendemos a inclusão dos alunos com deficiência ou transtorno global de 
desenvolvimento, no entanto, exigindo estrutura para o bom atendimento institucional 
desses educandos. 
 
4 REFERÊNCIAS 
APA - AMERICAN PSYCHIATRY ASSOCIATION. Manual diagnóstico e estatístico 
de transtornos mentais-DSM-V. Porto Alegre: Artmed, 2002. 
 
APA - AMERICAN PSYCHIATRY ASSOCIATION (APA). Manual diagnóstico e 
estatístico de transtornos mentais-DSM-V. Porto Alegre: Artmed, 2014. 
 
AUTISMO: causas, sintomas, diagnóstico, tratamento. [s.l./s.n.], 2017. 1 vídeo (3 
minutos). Publicado pelo Canal USP. Disponível em: 
https://www.youtube.com/watch?v=fokyS8KVC6c&t=2s. Acesso em 18.Abr.2020 
 
BATISTA, Cristina Abranches Mota. Deficiência, autismo e psicanálise. A peste: 
Revista de Psicanálise e Sociedade e Filosofia. Revista Ciência Psicológica, v.04, 
n.02, 2012. 
 
BARROS Ana Lucia; SENRA Luciana Xavier; ZAUZA, Clara Miranda Ferraz. O 
processo de inclusão de portadores do transtorno do espectro autista. 2015. 
Disponível em: www. psicologia.pt/artigos/textos/A0896.pdf. Acesso em: 07 set. 2015. 
 
BRASIL. Lei nº 13.935/2019, de 11 de dezembro de 2019. Dispõe sobre a prestação 
de serviços de psicologia e de serviço social nas redes públicas de educação básica. 
Disponível em: http://www.in.gov.br/web/dou/-/lei-n-13.935-de-11-de-dezembro-de-
2019-232942408?inheritRedirect=true&redirect= 
%2Fweb%2Fguest%2Fsearch%3FqSearch%3DLei%252013.935%25202019. 
Acesso em: 10 mai. 2020. 
 
CAVALCANTI, A. E.; ROCHA, P.S. Autismo: construções e desconstruções. 3. Ed. 
Ver. São Paulo: Casa do Psicólogo. Coleção clínica psicanalítica, 2007. 
 
DIAS, Nadla dos Santos Dias – Autismo: estratégias de intervenção no desafio da 
inclusão no âmbito escolar, na perspectiva da análise do comportamento. O 
Portal dos Psicólogos (2017) Disponível em: http://www.psicologia.pt/artig. Acesso em 
18 abril 2020 
 
OLIVEIRA, Beatriz Salvador De; NASCIMENTO, Daniela; MELCHIOR, Gabriel; 
MARTINS, Geiscislaine Laís; ESTEVES, Jean Pablo; SANTOS, Jeane Oliveira; 
CAROLINE, Natália; FERRARI, Nathália; DELLAMARIS, Rhayenne. A Atuação do 
Psicólogo com o Transtorno do Espectro Autista. Psicologado, [S.l.]. (2014). 
Disponível em: https://psicologado.com.br/atuacao/psicologia-clinica/a-atuacao-do-
psicologo-com-o-transtorno-do-espectro-autista . Acesso em: 17.Abr. 2020 
 
ONZI, F.Z.; GOMES, R.D.F., Caderno Pedagógico, v. 12, n. 3, p. 188-199, 2015. 
Disponível em http://univates.br/revistas/index.php/cadped/article/view/979/967 
Acesso em: 16.Abr.2020. 
 
SANTOS, S.A. Transtornos globais do desenvolvimento. Curitiba: Intersaberes, 
2019. Série Pressupostos da Educação Especial, 2019. 
 
WHITMAN, Thomas. O desenvolvimento do autismo. São Paulo: M.Books, 2015.

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