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Italo Ximenes e Katarine Sales Universidade Estadual do Ceará – UECE Alimentação e Nutrição de Não Ruminantes Professor Walbens Siqueira Benevides Graduandos em Medicina Veterinária JUNHO – 2022 Alimentação e Nutrição de peixes Alimentação e Nutrição de peixes Introdução01 Sistemas de Criação02 Alimentação dos Peixes03 Conclusão04 Referências- INTRODUÇÃO 01 4 A PISCICULTURA Ciência que estuda e desenvolve técnicas de cultivo e reprodução de peixes Aspecto da Alimentação Amplamente discutido 70% custos produção Exigências proteicas maiores Comparar c/ outas espécies animais Ração rica em proteína Custos de produção HÁBITOS ALIMENTARES 5 É importante o conhecimento dos hábitos alimentares dos peixes para a adequação da ração a ser fornecida! Descoberta necessidades nutricionais Hábito alimentar de cada espécie HÁBITOS ALIMENTARES 6 Day 3 Aproveitamento alimento origem animal; Origem vegetal; Qdd. proteína na ração (cativeiro); Carnívoros Pintado Dourado Pirarucu HÁBITOS ALIMENTARES 7 Onívoros e Herbívoros Day 3 Aproveitamento variedade alimentos ; Exigência conteúdos proteicos (dieta/ração). Tilápia Pacu CarpaCarpa Hábitos Animal Manuseio Alimento Day 1 Day 5 Produtividade Natural Day 3 Sistema Cultivo Condições Climáticas Day 2 Outros Aspectos Day 5 Day 4 8 MANEJO ALIMENTAR SISTEMAS DE CRIAÇÃO 02 10 TIPOS Sistema Extensivo Sistema Superintensivo Sistema Semi-intensivo Sistema Intensivo - Natural; - 2.000 peixes/ha; - Sem; - Planejamento. Alimentação; Densidade de estocagem; Monitoramento da qldd. da água; Viveiro/tanques. - Natural e Suplementar; - 5.000 a 20.000 peixes/ha; - Parcial; - Planejamento prévio; - Sistema mais difundido/utilizado. - Completa; - 10.000 a 100.000 peixes/ha; - Total; - Planejamento. - Completa; - Considerada por biomassa/m3; - Total; - Planejamento. ALIMENTAÇÃO DOS PEIXES 03 FONTES PROTEICAS 12 Farelo de Soja - Amplamente usado na formulação; - Qualidade sobre influência de fatores antinutricionais (comprometer desempenho); - Torragem adequada p/ bloqueio desses fatores . Farinha de Peixe - Subproduto desidratado e moído; - Equilíbrio ideal em AA essenciais; - Importante fonte de P e microminerais (Zn, Cu, Fe...). Farelo de Algodão - nível de proteína; - Fatores antinuticionais (limitação espécies). Farelo de Amendoim - nível de proteína; - Problemas: alto teor de óleo (rancidez) e contaminação por fungos (aflatoxinas). FONTES PROTEICAS 13 Farelo de Canola - Não possui muitos estudos; - Fonte potencial de origem vegetal. Conc. Prot. Origem Vegetal - Assemelham à farinha de peixe (nível proteico); - Nas rações em maior qdd. vs farelos; - Soja e folhas de diferentes plantas. Farinha de Carne e Ossos - Alimento proteico de origem animal; - Limitações inclusão nas rações ( teor de Ca e P). Farinha de Sangue - Qualidade deve ser a melhor possível; - digestibilidade para os peixes. 14 FONTES ENERGÉTICAS Milho Sorgo Farelo de Arroz - Umas das principais fontes de ATP para onívoros e herbívoros; - Moído (forma mais usada); - Substitui milho (alguns casos); - Problema tanino (subs. tóxica); - Variedades sorgo c/ tanino. - Variedades: desengordurado, integral e integral c/ casca; - Substitui o milho e o sorgo e é usado junto com antioxidantes. 15 FORMA FÍSICA DA RAÇÃO • Desafios: Nutrientes que são solúveis em água; Contaminação dos tanques. 16 FORMA FÍSICA DA RAÇÃO 17 FORMA DE FORNECIMENTO • Comedouros: - Acompanhamento; - Custo com mão-de-obra. - Alimentação rápida; - Metódica. 18 FORMA DE FORNECIMENTO • Quantidade fornecida: Espécie Ração viveiroSaúde Fase de crescimento Observar se o animal esta satisfeito 19 FORMA DE FORNECIMENTO • Consumo: Temperatura Espécie Idade Tamanho do peixe 2 a 3 vezes 1 a 2 vezes 2 0 FORMA DE FORNECIMENTO • Consumo: • Horários: - Peixe carnívoro – 2 vezes/dia;. - Peixe onívoro – 3 vezes/dia. - Carnívoros e onívoros de manhã e entardecer - Ictiófagas – noite. CONCLUSÃO 05 CONCLUSÃO Fornecimento de alimento adequado em quantidade, qualidade e com técnicas de alimentação apropriadas é importante para o sucesso econômico da piscicultura. A piscicultura é um mercado lucrativo em que veterinário pode se inserir, e cabe as profissionais se atentarem a nutrição, de qual alimento deve ser fornecido, que forma deve ser ofertada, que riscos e danos ambientais essa cultura provoca. O consumo de peixes é considerável e atualmente os peixes que são retirados dos mares então cada vez mais raros, e entrando em extinção, então com a piscicultura podemos fornecer o produto sem tirar os animais do meio ambiente. 22 REFERÊNCIAS REFERÊNCIAS ADRIANE, Paula; RIBEIRO, Perez; CHEMIM DE MELO, Daniela; et al. MANEJO NUTRICIONAL E ALIMENTAR DE PEIXES DE ÁGUA DOCE. [s.l.: s.n.], 2012. Disponível em: <https://vet.ufmg.br/ARQUIVOS/EDITORA/20131002140549.pdf>. DRA, Profa ; MOREIRA, Paula. NUTRIÇÃO DE PEIXES. [s.l.: s.n., s.d.]. Disponível em: <https://www.bibliotecaagptea.org.br/zootecnia/nutricao/livros/NUTRICAO%20DE%20PEIXES.pdf>. PEREZ, Paula; SAMPAIO, Juliana; GOMIERO, Guedes; et al. MANEJO ALIMENTAR DE PEIXES. [s.l.: s.n., s.d.]. Disponível em: <http://www.nucleoestudo.ufla.br/naqua/arquivos/Manejo%20alimentar%20de%20peixes98.pdf>. DE, Setor. Nutrição e alimentação de peixes | Criação de Peixes . Criacaodepeixes.com.br. Disponível em: <https://www.criacaodepeixes.com.br/nutricao-e-alimentacao-de-peixes>. Acesso em: 4 jul. 2022. Nutrição e alimentação de peixes são essenciais para o sucesso da piscicultura | Cursos a Distância CPT. Cpt.com.br. Disponível em: <https://www.cpt.com.br/cursos- criacaodepeixes/artigos/nutricao-alimentacao-peixes-essencia-sucesso-piscicultura>. Acesso em: 4 jul. 2022. 24 REFERÊNCIAS M. P. VALENTE, Luísa. Nutrição e alimentação de Peixes. Revista de Ciência Elementar, v. 6, n. 4, 2018. Disponível em: <https://rce.casadasciencias.org/rceapp/art/2018/073/>. Acesso em: 4 jul. 2022. WAGNER, Felipe ; SANTOS, Bandeira. [s.l.: s.n., s.d.]. Disponível em: <http://www.nutricaoanimal.ufc.br/anais/anaisb/aa24_2.pdf>. 25 OBRIGADO! DÚVIDAS? Slide 1 Slide 2 Slide 3: INTRODUÇÃO Slide 4: A PISCICULTURA Slide 5: HÁBITOS ALIMENTARES Slide 6: HÁBITOS ALIMENTARES Slide 7: HÁBITOS ALIMENTARES Slide 8: MANEJO ALIMENTAR Slide 9: SISTEMAS DE CRIAÇÃO Slide 10: TIPOS Slide 11: ALIMENTAÇÃO DOS PEIXES Slide 12: FONTES PROTEICAS Slide 13: FONTES PROTEICAS Slide 14: FONTES ENERGÉTICAS Slide 15: FORMA FÍSICA DA RAÇÃO Slide 16: FORMA FÍSICA DA RAÇÃO Slide 17: FORMA DE FORNECIMENTO Slide 18: FORMA DE FORNECIMENTO Slide 19: FORMA DE FORNECIMENTO Slide 20: FORMA DE FORNECIMENTO Slide 21: CONCLUSÃO Slide 22: CONCLUSÃO Slide 23: REFERÊNCIAS Slide 24: REFERÊNCIAS Slide 25: REFERÊNCIAS Slide 26: OBRIGADO! DÚVIDAS?