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Na Clara Silva Freitas LMF Ramon. Ref: Livro CURRENT diagnóstico e tratamento neurológico 2ed. Distúrbios do movimento Classificação distúrbios do movimento Modulação do movimento o Hipercinesia coreia (coreia pós-infecciosa), Tic, mioclonia, tremor. Movimentos de torção que são parcialmente sustentado e produzem postura de torção o Hipocinesia parkisonismo; doenças que simulam o parkison; doença de Wilson. Acinesia, rigidez, postura de flexão, tremor, congelamento de marcha e instabilidade postural. Funcionamento dos núcleos da base Os núcleos da base funcionam pela via direta e indireta. (Lembrar do globo pálido interno, externo) Via direta: A mensagem sai do córtex vai para o putâmen (libera GABA- inibitório) globo pálido interno (manda GABA- inibitório) - estimula (negativo + negativo = positivo) o núcleo talâmico ESTIMULA O MOVIMENTO. A dopamina na via direta tem efeito excitatório amplifica a via. Via indireta Córtex puntamem (GABA-)GP externo (GABA -)GP interno (GABA +)Via talâmica (GABA -) DIMINUI O MOVIMENTO. A dopamina na via indireta inibe a saída de sinal. Na doença de Parkison a dopamina perde o efeito modelador Ela deixa de estimular a via direta e de inibir a via indireta. Doença de Parkinson e Parkisonimos Doença de Parkinson: Morte do mesencáfalo. Alterações do sono REM; QC: o Distúrbios do sono, constipação, depressão e ansiedade precedem os sintomas motores; o Manifestação clássica: bradicinesia, rigidez e tremor; o Distúrbios psicóticos e demências. o T R A P: Tremor de repouso, Rigidez, Acinesia/bradicinesia e instabilidade Postural. Precisa ter beadcinesia para o diagnóstico. o Pode ter distúrbio ocular, há perca do colículo superior o olhar conscientemente não vai para cima; o “papa-léguas” Critérios de Braak: evolução do Parkinson; o I e II; Na Clara Silva Freitas o III e IV; o V estágio mais avançado, pega a substância negra. Parkinsonismos Podem ser causados por: drogas; efeitos colaterais de medicamentos (anticonvulsivantes, atiarrimitcos e lítio); Distonia Caracterizada por contrações musculares involuntárias prolongadas e repetitivas; o As contrações podem ser persistentes ou intermitentes. o Como se fosse “dança”. o Retrocolice intensa padrão genético, pacientes podem ter pais consanguíneos. Pode ser idiopática ou decorrente de várias doenças, como metabólicas; Distonia primária, comumente possuem gestos antagonistas. o Gestos antagonistas: conseguem inibir alguns espamos. Cada indivíduo tem um gestoassociado a um padrão. Coreia Distúrbio do movimento, por movimentos involuntários, rápidos, irregulares, bruscos; Possui fatores de piora, como ansiedade; Causas: febre reumática (saidereen), HIV, drogas, etc.; Tipos: Doença Huntington: o Herança autossômica dominante; o Vida adulta; o Curto progressivo; o Associado a característica comportamental, cognitiva e motora; o Expansão do CAG proteína anormal variação da expressão gênico da doença (gene Huntingtoniano). Maior variação gênica mais precoce é a doença. o Há atrofia global importante nas estruturas laterais do ventrículo lateral. O ventrículo lateral está aumentado e atrofia do córtex é desproporcional para a idade. o Histórico familiar; o Exame físico índex e nariz, mostrar língua; o Associada à suicídio. Taxa de sobrevida baixa. Secundária à febre reumática Coreia Sydenham o Artralgia; o Febre aguda; o Movimentos cureiformes (foco); o Produção de anticorpos Doença de Wilson Erro inato do metabolismo de cobre manifestada por cirrose hepática e danos aos gânglios da base; QC: o Anéis de Kayser-Fleisher: anéis laranjas ao redor da íris sinal clínico comum; o Distonia o Riso sardônico; Na Clara Silva Freitas o Postura distônica; o Limitação de movimento; o Frequente em jovens. DD: tetania (sudorese intensa sem associação de febre + tremores). Acidente vascular encefálico Fatores de risco: HAS DM Tabagismo DCV Colesterol elevado Passado de AIT Sintomas Dormência ou fraqueza súbita nos braços, nas pernas ou na face, principalmente se for de um lado; Tontira; Perda de equilíbrio; Cefaleia Exame de imagem: AVC hiperagudo: TC hiperdensa Apagamento de sulcos e giros Artéria cerebral média hiperdensa Se na TC tiver um sinal de hiperdensidade, pode-se pular a trombólise e iniciar trombectomia Tratamento: Alteplase/Tecteplase Fase 1: tratamento hiperagudo; Fase 2: tratamento agudo Fluxograma: o Suspeita de AVC aciona protocolo de AVC: perguntar o início dos sintomas escala NIHSS e TC do crânio com sangue protocolo hemorragia central X sem sangue: existe contraindicação de trombólise Avaliar critérios de eligibilidade o Sem CI de trombólise: alteplase e não utilizar antitrombóticos Critérios de exclusão para rt_PA intravensoso (SABER) Sinais e sintomas leves (com comprometimento funcional discreto) ou de resolução completa espontânea. • Área de hipodensidade precoce à tomografia computadorizada (sugestiva de área isquêmica aguda), com acometimento maior do que um terço do território da artéria cerebral média; • Qualquer cirurgia intracraniana, trauma craniano ou histórico de AVC nos 3 meses anteriores ao tratamento trombolítico; • Conhecido aneurisma, malformações arteriovenosas ou tumores intracranianos; • Cirurgia de grande porte nos últimos 14 dias; • Punção lombar nos últimos 7 dias; • Infarto agudo do miocárdio nos últimos 3 meses; • Histórico de hemorragia intracraniana; • Pressão arterial sistólica após tratamento anti-hipertensivo > 185 mmHg; • Pressão arterial diastólica após tratamento anti-hipertensivo > 110 mmHg; • Suspeita de hemorragia subaracnóide; • Hemorragia gastrointestinal ou genitourinária nos últimos 21 dias; • Punção arterial, em sitio não compressível, nos últimos 7 dias; • Glicemia < 50 mg/dl ou > 400 mg/dl; • Contagem de plaquetas < 100.000/mm3 ; • Defeito na coagulação (RNI maior que 1,7); • Na Clara Silva Freitas Uso de heparina nas últimas 48 horas com TTPA acima do valor de referência local; • Sintomas que apresentaram melhora espontânea antes do tratamento; • Sintomas neurológicos pouco importantes e isolados (por exemplo, hemi-hipoestesia pura); • Evidência de sangramento ativo em sítio não passível de compressão mecânica ou de fratura ao exame físico; • Convulsões no início do AVC (contra indicação relativa - para diagnóstico diferencial com paralisia pós-convulsão). Determinados fatores interferem no risco/benefício da terapia trombolítica, não sendo, contudo, contraindicação absoluta de seu uso: NIHSS > 22, idade > 80 anos e a combinação de AVC prévio e diabete mélito. Escala NIHSS: o < 5 = déficit neurológico leve; o Entre 5-17 = déficit neurológico moderado; o >22 = déficit neurológico grave TC cheklist o 0-4,5 horas: NIHSS≥ 6 Operação: TC simples Excluir sangramento; Operação CTA Oclusão em ICA/MCA1/2 Idade ≥18 anos CONSIDERAR TROMBÓLISE E/OU TROMBECTOMIA o 4,5 – 6 horas Operação CTA Oclusão em ICA/MCA1/2 Idade ≥18 anos CONSIDERAR TROMBECTOMIA Na Clara Silva Freitas o > 6 horas Operação TC simples Excluir sangramento Operação CTA Oclusão em ICA/MCA1/2 Opração: TC perfusão verifique o núcleo isquêmico e a incompatibilidade CONSIDERAR A TROMBECTOMIA SE ELEGÍVEL COM OS EXAMES DAWN ou DEFUSE-3 Manejos dos parâmetros fisiológicos no paciente com AVC: Manter glicemia > 70 mg/dl; G 50% 20 ml E.V SN; Manter glicemia < 200 mg/dl; Insulina endovenosa ou subcutânea SN; Evitar hidratação endovenosa com SG 5%; Monitorização cardíaca contínua.