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AVC ISQUÊMICO 
* Principal causa de incapacidade definitiva. 
* AVC isquêmico 85% e hemorrágico 15% (10% intraparenquimatoso -
hipertensos- e 5% subaracnoide –aneurismas e malformações 
arteriovenosas-). 
* AIT (ataque isquêmico transitório): déficits neurológicos causados por 
doença vascular com regressão espontânea e total em menos de 24h 
(na maioria dos casos, se reverte em torno de 1h). 
CLASSIFICAÇÃO FISIOPATOGÊNICA DO AVC ISQUÊMICO – TOAST 
* ATEROSCLEROSE DE GRANDES VASOS (semelhante à DAC): 
obstrução ≥ 50% da luz de artérias cervicais, cerebrais ou ramos 
corticais, a bifurcação carotídea é a localização mais comum. AITs 
presentes. Tto cirurgia X stent, antiagregante 
* EVENTOS CARDIOEMBÓLICOS: associado mais a arritmias, metade 
por fibrilação atrial, mas também a valvulopatias, DAC, miocardiopatia, 
lesões intracardíacas e forame oval patente. AITs presentes. Tto 
anticoagulante. 
* INFARTOS LACUNARES (aterosclerose de pequenos vasos): infartos 
apresentam septicemia fulminante, CID, 
endotoxemia, choque e insuficiência renal. 
- Meningococcemia (sepse do meningococo – manchas hemorrágicas 
com petéquias em progressão rápida – isolar o paciente e iniciar o 
tratamento o mais breve possível). 
- 100% de mortalidade quando não tratada e 7 a 10% mesmo se tratada 
* Contato familiar: rifampicina por 2 dias 
MENINGITE POR TUBERCULOSE 
* Clínica: mais insidiosa, sinais de irritação meníngea, cefaleia e lesão 
de nervos cranianos (bacilo tem predição por ficar na base do crânio) 
* Complicações: empiema, abscesso cerebral e óbito. 
* Tratamento: corticoide em geral, VO no primeiro mês (reduz sintomas 
e poupa nervos cranianos), usado também na meningite bacteriana por 
pneumococo (se não houver melhora com o tratamento convencional 
com ATB, na maioria das vezes não se usa). 
- Edema perilesional costuma melhorar com corticoides, enquanto 
edema neuronal é manejado com manitol (casos de TCE, AVC etc.). 
MENINGITE/ENCEFALITE VIRAL 
* Enterovírus: mais comum, tratamento de suporte com hidratação, 
antitérmicos e anti-heméticos. 
* Herpes simples tipo 2: mais agressiva, gera destruição dos lobos 
temporais (pode desencadear prejuízo de memória e crises epilépticas) 
se não tratada. Recomenda-se antiviral endovenoso (aciclovir). 
* Protocolo de tratamento: se líquor evidenciar meningite viral, interna -
se o paciente e começa o tratamento com Aciclovir até o resultado do 
PCR (em média de 10 dias). Em geral, pacientes com meningites por 
outros vírus melhoram em 3 dias. Por herpes, melhora no 14º dia, se for 
outro vírus, utiliza-se somente tratamento de manutenção. Se herpes, 
Aciclovir 10mg/kg 8/8h EV por 21 dias (dose máxima – 800mg). 
NEUROSSÍFILIS 
* Goma sifilítica - tecido purulento que se faz para dentro do 
parênquima cerebral 
* Sífilis terciária – 4 possibilidades clínicas: 
- Meningite 
- Tabes dorsalis – perda de propriocepção em membros inferiores, por 
degeneração do funículo posterior da medula 
- Neurossífilis meningovascular (meningite + microvasculites) 
- Demência por sífilis (raro e mais insidioso, demência com aspecto 
frontal - delírios de grandeza). 
* Tratamento: penicilina G 3-4 milhões UI EV 4/4h por 14 dias (se 
alergia, Ceftriaxone por 14 dias, 2g/dia EV 2x/dia). 
DOENÇAS DE IMUNOSSUPRESSÃO 
* toxoplasmose: abscesso cerebral (envolto por grande área de edema 
– maior que a da lesão). Tto – sulfadiazina 1-2g VO 6/6h + pirimetamina 
50-75mg/dia VO + ácido folínico 10-30mg/dia (por 6 semanas). 
* criptococose: tto com Anfotericina B 0,7-1mg/kg EV 1x/dia ou 
Fluconazol 400mg EV ou VO 1x/dia por 6-8 semanas. Recomenda-se 
apoio nefrológico, uma vez que são drogas muito nefrotóxicas. 
* neurocisticercose: infestação pelo contato com vegetais e água 
contaminada com fezes de porco e cisticercos. Tto com Albendazol 
15mg/kg/dia em 3 doses por 8 dias + Dexametasona 6mg/dia 
* doenças priônicas (Síndrome de Creutzfeldt-Jakob - Kuru): quadro 
demencial progressivo com mioclonias precipitadas por sons ou 
trocas de luminosidade. Padrão de eletro característico com ondas 
periódicas difusas. 

PERFIL Diferencial 
celular
Glicose Proteínas
Normal 0-2 leucócitos; 
0-2 hemácias
G l i c o r r a q u i a 
normal é 2/3 da 
glicemia 
35-45 mg/dL
Bacteriano N e u t r ó fi l o s e 
polimorfonuclear
es
Baixa (bactér ia 
consome glicose)
Normal
Viral Linfo-monócitos Normal E l e v a d o ( o 
vírus degrada 
proteína e deixa 
mais proteína no 
líquor)
TBC Linfo-monócitos Muito baixa Muito elevado
�2
COMA 
DEFINIÇÃO 
• É uma síndrome caracterizada, clinicamente, por perda mais ou 
menos completa da consciência, da motricidade voluntária e da 
sensibilidade, com conservação das funções vegetativas intactas ou 
modificadas 
• Glasgow rebaixado (rebaixar um nível de consciência) 
ESCLADA DE GLASGOW 
MORTE ENCEFÁLICA 
• “Morreu o cérebro, mas o coração continua batendo” 
• Um diagnóstico que não tem volta. Além do cérebro, morreu o 
tronco cerebral. 
• Glasgow 3 (máximo grau de coma) sem reflexo no tronco cerebral 
• Ausência de resposta em TODOS os reflexos do tronco cerebral 
• Medula espinhal segue ativa: reflexo patelar ativo (hiperreflexo) 
Reflexo de Lázaro 
EXAMES COMPLEMENTARES: DIAGNÓSTICO CLÍNICO DE ME 
• Precisa ser feito por 2 médicos, 1 sendo neuro. 2 avaliações em um 
intervalo de 6 hrs, os médicos n podem conversar entre si 
• A) Exames que avaliam a atividade cerebral: eletroencefalograma; 
potencial evocado auditivo do tronco cerebral 
• B) Exames que avaliam o fluxo sanguíneo encefálico: panangiografia 
cerebral, cinti lografia de perfusão cerebral, tomografia 
computadorizada de crâanio com contraste, Doppler transcraneano, 
angioressonância magnética de encéfalo 
• 1. Causa conhecida para o coma ou lesão neurológica 
• 2. Excluídas causas reversíveis do coma (sedação, etc) 
• 3. Condução neuromuscular intacta 
• 4. Ausência de reflexos do tronco cerebral (de todos): resposta 
bilateral a estímulos dolorosos, reflexo fotomotor ou pupilar, 
reflexos de tosse e deglutição, reflexo corneopalpebral, reflexo 
oculocefálico, reflexo oculovestibular, teste de apnéia.

�3
traumatismos 
FISIOLOGIA 
* COMPLACÊNCIA DO CONTEÚDO CRANIANO (Doutrina de Monro-Kellie): o 
crânio é inelástico (não aumenta), o volume total intracraniano deve 
permanecer constante, o que vai variar é a proporção de estruturas 
dentro dele. Por exemplo, se houver um coágulo ocupando mais 
espaço, as primeiras coisas a saírem do sistema é o liquor e o sangue 
venoso para que o volume do cérebro se mantenha constante ("sistema 
tampão”). Esse mecanismo de compensação intracraniana tem um 
limite, a partir do qual há um aumento de pressão intracraniana - 
inflexão da curva, proporcional ao volume dentro do crânio. Já o 
cérebro é elástico, ele tenta se adaptar a situação de aumento de 
pressão através de herniação cerebral (muito grave). 
* FLUXO SANGUÍNEO CEREBRAL (FSC = 50ml/100g/min): 20% do fluxo 
cardíaco vai só para o cérebro. Ausência de atividade no EEG (↓ de 
20-25ml/100g/min); morte tecidual (↓ de 5ml/100g/min). 
* PRESSÃO DE PERFUSÃO CEREBRAL (PPC = PAM – PIC): PPC normal 
>50mmHg (20mmHg). Se aumentar a pressão 
intracraniana (PIC) acima da pressão arterial média (PAM), o sangue não 
entra na cavidade craniana. Hipotensão é um dos eventos isolados mais 
graves. 
- A PIC é medida através de cateter em alguma região do cérebro ou 
ventrículo que transmite a pressão para um registro eletrônico. 
MECANISMO DE AÇÃO 
* FECHADO DE ALTA VELOCIDADE: lesões transitórias (despolarização de 
todas as células ao mesmo tempo, perda de consciência transitória), 
lesão axonal difusa LAD (forças de cisalhamento: forças em direção 
contrária, rompem estruturas neuronais principalmente axônios) e lesão 
de pequenos vasos (pequenos sangramentos). 
* FECHADO DE BAIXA VELOCIDADE: não há forças de cisalhamento, pode 
não ter perda de consciência, não há lesões difusas no cérebro. 
* PENETRANTE: ferimentos por projétil (projétil transfere a energia para 
o cérebro. Alta mortalidade e sequelas graves) 
FRATURA DE CRÂNIO 
* FRATURA DE CRÂNIO simples SEM AFUNDAMENTO; COM 
AFUNDAMENTO; TRAUMA ABERTO/EXPOSTO (sempre fechar no 
bloco! Mesmo se > 4h); FRATURAS DE BASE DE CRÂNIO (analisar TC 
de crânio e sintomas clínicos). Sinais de alerta - paralisia facial, otorragia. 
LESÕES FOCAIS 
* HEMATOMA EPI/EXTRADURAL (acima da dura-máter): fratura do 
crânio geralmente na região temporal, a artéria meningea 
média pode ser rompida, sangrando e dissecando a dura-máter. 
Aparência convexa ou biconvexa. Pode não surgir de imediato 
pela compensação intracraniana (intervalo lúcido), sempre 
muito grave, deve-se deixar o paciente em observação. Mais 
comum no adulto. Tto é a retirada do hematoma 
* HEMATOMA SUBDURAL (entre a dura-máter e aracnoide): 
ruptura venosa das “veias pontes”. Lesão grave quedenota 
trauma de grande energia. Pode ser crônico ou agudo. Mais 
frequente no idoso. 
* CONTUSÕES CEREBRAIS (hematomas intracranianos): 
desestruturação anatômica do tecido encefálico, lesão de vasos 
que geram hemorragias. Mais comuns nas regiões anteriores 
do crânio (impacto do tecido cerebral com as estruturas ósseas). 
* CONCUSSÃO: lesão axonal difusa (LAD), despolarização difusa 
que causa perda de consciência. Não existe tratamento para a lesão 
difusa é sempre grave, estamos vendo as sequelas, pouco a se fazer. 
TIPOS DE LESÃO CEREBRAL POR TCE 
* DANO POR IMPACTO (diretas, primárias): contusão, laceração, LAD, 
fragmentação óssea, contusão no tronco. 
* DANO SECUNDÁRIO (depois do trauma): hematomas, edema, hipóxia, 
isquemia – choque. É onde os médicos atuam. 
EXAME NEUROLÓGICO 
* CLÍNICA: sinal do guaxinim (equimose periorbital uni ou bilateral, ex. 
fratura de base frontal); sinal de Battle (hematoma ao redor da 
mastoide - atrás da orelha, ex. fratura do rochedo temporal); rinorreia e 
otorreia (hemotímpano, saída de líquor pelo nariz ou pelos ouvidos, ex. 
fratura de base frontal). 
* FORÇA MUSCULAR APENDICULAR: comparar a força simetricamente 
(aperto de mão, manter braços elevados, levantar as pernas, estímulo 
doloroso). Grau 5 normal; 4 contra resistência; 3 contra gravidade; 2 sem 
força da gravidade; 1 contração muscular; 0 s/ movimento ou contração 
* PUPILAS: isocóricas (tamanhos =); fotorreagente (contraem com a 
exposição à luz); anisocóricas (tamanhos ≠, lesão de 3º NC); 
puntiformes (lesão do tronco ou anestesia); midriáticas (grandes e 
simétricas, lesão de mesencéfalo); mediocóricas paralíticas (tamanho 
médio e sem fotorreação - morte cerebral). 
* SINAIS VITAIS (TRÍADE DE CUSHING): hipertensão, bradicardia, 
irregularidade ventilatório – traduz hipertensão intracraniana. 
RISCOS 
* RISCO BAIXO: assintomático, cefaleia, tonturas e lesão no escalpo, sem 
perda de consciência/vômito. Sem sinal de gravidade, pode ser liberado 
para casa. Observação domiciliar. 
* RISCO MODERADO (ATENÇÃO ESPECIAL!!): perda de consciência, 
cefaleia progressiva, intoxicação etílica/drogas, convulsão pós 
traumática, história incerta, idade 20mmHg (pressão necessária para 
perfundir o cérebro). 
* 1º contato com pct: INTUBAR se glasgowpensamento/memória 
* TESTES COGNITIVOS: mini exame do estado mental - Minimental, 
Folstein (≤ 24 pontos é sugestivo de demência), é pouco sensível para 
casos leves, dificuldade em perceber declínio cognitivo, influenciado 
pela escolaridade (considera-se possível demência emrecorrente, UNILATERAL, PULSÁTIL, 
moderada ou forte e agravada por esforços. Há muitos sintomas 
associados a dor como vômitos, náusea, FOTOFOBIA (80%), fonofobia 
e intolerância a odores também são frequentes. Normalmente a dor é 
precedida por AURA (sinais de disfunção neurológica focal que levam a 
distúrbio sensorial, motor e psíquico. Escotomas cintilantes e 
fenômeno de fortificação são distúrbios visuais comuns, assim com 
linhas tremuladas e metamorfopsia) 
* Mais frequente nas mulheres, ¼ antes dos dez anos 
(principalmente se histórico familiar – 2/3 dos casos). 
* FISIOPATOLOGIA: desconhecida, mas parece estar 
associada a um processo inflamatório estéril perivascular 
com liberação de neuropeptídios na parede dos vasos. 
* FATORES DESENCADEANTES: fumo, bebidas alcóolicas, 
chocolate, queijos curados, embutidos, comidas orientais (glutamato 
monossódico), drogas vasodilatadoras, ACOs, estresse, gorduras e 
frutas cítricas. 
* CRISE SEM AURA: crises durando 4-72 horas, sem aviso prévio da crise. 
* CRISE COM AURA: precedida de sintomas (hemisensitivos, 
hemiparéticos ou afásicos) antes da crise. Migrânea hemiplégica 
familiar (aura incluindo hemiparesia). 
* MIGRÂNEA BASILAR: originada do tronco cerebral. Aura de migrânea 
sem cefaleia – um tipo de cefaleia com ausência de dor 
* na infância: síndromes periódicas da infância (equivalentes à 
migrânea, mas sem dor); vertigem paroxística benigna (crises de 
vertigem rápidas em crianças hígidas); hemiplegia alternante da 
infância (hemiplegia que compromete cada lado alternadamente em 
crianças hígidas). 
* ORIENTAÇÕES GERAIS TERAPÊUTICAS: atividade física, padrão de sono, 
alimentação (alimentos ricos em nitrato-vasodilatador, evitar chocolate, 
queijos, embutidos, vinho tinto, temperos japoneses e chineses, cafeína) 
* TRATAMENTO NA CRISE: AINES, analgésico, aspirina, paracetamol, 
dipirona, relaxantes musculares, antinflamatório (ibuprofeno, 
cetoprofeno, indometacina), TRIPTANOS (sumatriptano - mais forte, 
naratriptano - mais rápido), derivados de ergotamina. A migrânea 
estimula esvaziamento gástrico (utilizar procinéticos pode melhorar a 
absorção dos fármacos). 
* TRATAMENTO PREVENTIVO (critérios): paciente com ≥ 2 crises/mês, 
intensidade da dor, incapacidade de atividades como estudo, trabalho e 
lazer, se falha no tto abortivo. Usa-se medicamentos como 
betabloqueadores - PROPANOLOL (40-240 mg/dia, benefício se a 
pessoa é hipertensa, só funciona para enxaqueca, não é indicada para 
pct com hipotensão, bradicardia, asma e impotência sexual), 
antidepressivos tricíclicos - AMTRIPTILINA 12,5-75 mg/dia e 
NORTRIPTILINA 10-75 mg/dia (bloqueio dos canais de sódio e inibição 
nociceptiva, bem indicado para quem tem depressão, EAS - sonolência, 
aumento de peso, constipação, retenção urinária, glaucoma), BCC - 
VERAPAMIL 80-640mg e FLUNARIZINA 5-10 mg/dia (bloqueio da 
entrada de cálcio intracelular, bem indicado para quem tem síndrome 
vertiginosa, flunarizina é bem indicada para crianças, e não indicado 
para quem tem tremor, doença de Parkinson, hipotensão); 
antiepilépticos - DIVALPROATO DE SÓDIO 250-1500 mg/dia (bloqueio 
de canais de sódio e cálcio e inibição da excitação celular, bem indicado 
para quem tem epilepsia e distúrbio de humor, não indicado para 
obesos, gravidas e quem tem tremor) e TOPIRAMATO 25-100 mg/dia 
(potencializa a inibição de GABA, bem indicado para quem tem 
epilepsia, obesidade, distúrbio de humor, EAS - parestesia, alteração de 
memória, CI - grávidas), e drogas que agem na serotonina 
- 1ª LINHA: ß-bloq, ADT e topiramato - se falha - 2ª linha … 3ª linha 
ácido valproico 
- Obs.: pessoas com enxaqueca tem nível aumentado de calcitonina no 
líquor, por isso se propos medicamentos bloqueadores de receptores 
de calcitonina, EMEROMABE Medicação que vem mostrando bom 
resultado, mas é muito caro 2.500 reais 
* COMPLICAÇÕES: Estado migranoso (crises de dores superiores a 72h) e 
infarto migranoso (vasoconstrição migranosa intensa que provoca AVC 
– comum em mulheres que usam anticoncepcional e têm enxaqueca – se 
aura, não se utiliza anticoncepcional). 
CEFALEIA TENSIONAL 
* Psicogênica, causando contração muscular de difícil 
relaxamento (associada à tensão emocional e estresse), 
BILATERAL (pode ser frontal ou occipital), pode ser mais 
intensa na região do pescoço, em APERTO/compressivas 
(não são pulsáteis), mais comum ao final do dia 
* EPISÓDICA: recorrente, podendo durar minutos a dias – 
tratamento sintomático se necessário 
* CRÔNICA: presente pelo menos 15 dias/mês por mais de 6 meses 
CEFALEIA EM SALVAS (CLUSTER) 
* Crises (início súbito) de dor fortes UNILATERAIS, orbitárias ou 
temporais associada com lacrimejamento, ptose, congestão nasal, 
rinorreia, miose, edema palpebral (associada com síndrome de Horner). 
* Ocorre à noite (com frequência), acordam o paciente, que 
se mostra agitado, desesperado, as vezes com 
comportamentos bizarros (ex.: bater a cabeça contra 
parede) 
* Deve-se oferecer oxigênio o mais rápido possível, com 
paciente sentado olhando para baixo em mascara. 
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