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" Imagina homens que vivem numa espécie de morada subterrânea em forma de caverna, que possui uma entrada que se abre em toda a largura da caverna para a luz; no interior dessa morada eles estão, desde a infância, acorrentados pelas pernas e pelo pescoço, de modo a ficarem imobilizados no mesmo lugar, só vendo o que se passa na sua frente, incapazes, em virtude das cadeias, de virar a cabeça. Quanto à luz, ela lhes vem de um fogo aceso numa elevação ao longe, atrás deles. Ora, entre esse fogo e os prisioneiros, imagina um caminho elevado ao longo do qual se ergue um pequeno muro, semelhando ao tabique que os exibidores de fantoches colocam à sua frente e por cima dos quais exibem seus fantoches ao público". PLATÃO. Alegoria da Caverna. In: A República. Tradução Maria Helena da Rocha Pereira. 9. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbbenkian, 2001 No livro A República, Platão apresenta o mito (ou alegoria) da caverna. O que Platão pretendia discutir ao formular o mito da caverna? Levantar questões sobre a importância da educação dos filósofos, que no futuro poderiam ser os governantes da cidade. Usando principalmente a racionalidade. Refletir sobre a anarquia como um péssimo sistema de governo. Provar a imortalidade da alma humana. Não questionar e nem usar a racionalidade, mas sim a emoção e as crenças. Mostrar que os cidadãos são geralmente injustos com aqueles que querem ser justos. Respondido em 18/04/2023 08:39:47 2 Questão Acerto: 0,1 / 0,1 Na Grécia Antiga, os sofistas utilizavam-se de uma arte específica para fazer discursos, tendo bom emprego da linguagem e das palavras, para vencer os debates políticos. Para eles, o importante era convencer, ganhar o público, mesmo que os fatos não fossem verdadeiros. Assinale a alternativa que apresenta a denominação desta arte. Dialética Lógica Política Retórica Poética Respondido em 18/04/2023 08:41:47 3 Questão Acerto: 0,1 / 0,1 (SEED-PR/2021) A originalidade da pólis é que ela estava centralizada na ágora (praça pública), espaço onde se debatiam os problemas de interesse comum, regidos pela ética (essa invenção grega, compreendida como a ciência da conduta). Separavam-se na pólis o domínio público e o privado: isso significava que ao ideal de valor de sangue, restrito a grupos privilegiados em função do nascimento ou fortuna sobrepunha-se a justa distribuição dos direitos dos cidadãos como representantes dos interesses da cidade. Maria Lúcia de Aranha. Filosofia : introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna, 2009, p. 39 (com adaptações). Considerando-se as informações do texto anterior, é correto afirmar que a ágora consistia em um espaço para o cidadão grego, aquele que fora educado a partir da ciência da conduta, tornar pública a expressão viva dos interesses do povo. Tal expressão se dava por meio do diálogo. da imposição. da ordem. da produção. da guerra. Respondido em 18/04/2023 09:55:00 4 Questão Acerto: 0,1 / 0,1 A Filosofia medieval é determinada pelo diálogo entre a fé religiosa e a razão grega. Constituída na Idade Média, um ponto essencial surge: dogmas religiosos, determinantes para o teocentrismo. Dessa forma, em nome de uma filosofia que integre-se aos dogmas religiosos muito dos conhecimentos gregos produzidos antes de Cristo ficarão guardados em Mosteiros e, posteriormente, são guardados no Vaticano. Em outras palavras: Na Idade Média ocorreu um intenso sincretismo entre o conhecimento clássico e as crenças religiosas. Como forma de analisar a constiuição da Filosofia Medieval ela é dividida em dois momentos, que são. Escolástica e Universitária Clássica e Religiosa Medieval e Moderna Patrística e Agostiniana Patrística e Escolástica Respondido em 18/04/2023 10:08:11 5 Questão Acerto: 0,1 / 0,1 A Filosofia medieval é determinada pelo diálogo entre a fé religiosa e a razão grega. Constituída na Idade Média, um ponto essencial surge: dogmas religiosos, determinantes para o teocentrismo. Dessa forma, em nome de uma filosofia que integre-se aos dogmas religiosos muito dos conhecimentos gregos produzidos antes de Cristo ficarão guardados em Mosteiros e, posteriormente, são guardados no Vaticano. Em outras palavras: Na Idade Média ocorreu um intenso sincretismo entre o conhecimento clássico e as crenças religiosas. Como forma de analisar a constituição da Filosofia Medieval ela é dividida em dois momentos, que são: Medieval e Moderna Clássica e Religiosa Escolástica e Universitária Patrística e Agostiniana Patrística e Escolástica