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MANUAL DE 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO 
(POP) 
 
 
 
 
 
 
SUMÁRIO 
 
LIMPEZA E HIGIENIZAÇÃO DA FARMÁCIA ............................................................ 3 
HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS ...................................................................................... 8 
INSPEÇÃO, MANUTENÇÃO E LIMPEZA DA CAIXA D´ÁGUA .............................. 12 
AFERIÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL .................................................................... 15 
TESTE DE GLICEMIA CAPILAR ............................................................................. 19 
AFERIÇÃO DA TEMPERATURA CORPORAL ........................................................ 24 
PREPARO DE SOLUÇÕES PARENTERAIS ........................................................... 31 
APLICAÇÃO DE MEDICAMENTOS INJETÁVEIS ................................................... 36 
UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS DESCARTÁVEIS E DESTINAÇÃO APÓS O USO . 48 
AUTO-INSPEÇÃO EM DROGARIAS ....................................................................... 50 
QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES .................................................................. 66 
AQUISIÇÃO DE PRODUTOS ................................................................................... 69 
RECEBIMENTO E CONFERÊNCIA DE PRODUTOS .............................................. 72 
DISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOS .................................................................... 74 
DISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOS ANTIMICROBIANOS ................................. 78 
DEVOLUÇÃO DE PRODUTOS AOS FORNECEDORES ........................................ 83 
ARMAZENAMENTO DE PRODUTOS ...................................................................... 86 
CONTROLE DA TEMPERATURA E UMIDADE DO AMBIENTE ............................. 91 
CONTROLE DE VALIDADE DOS PRODUTOS E MEDICAMENTOS ................... 100 
PRODUTOS VENCIDOS E/OU AVARIADOS ........................................................ 102 
ARQUIVAMENTO DE RECEITAS .......................................................................... 106 
NOTIFICAÇÃO DE INCIDENTES - NOTIVISA ....................................................... 109 
PRECAUÇÕES UNIVERSAIS ................................................................................ 113 
 
 
3 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR01 
Revisão 01 
LIMPEZA E HIGIENIZAÇÃO DA 
FARMÁCIA 
Emissão 08/02/2023 
Páginas 1/5 
 
1. OBJETIVO 
Descrever atividades e procedimentos de limpeza e manutenção das condições 
higiênicas e sanitárias adequadas a cada ambiente da farmácia. 
2. RESPONSABILIDADES 
Profissionais da limpeza sob a supervisão do responsável técnico 
(Farmacêutico). 
3. DEEFINIÇÕES 
3.1 Desinfecção: é o método capaz de eliminar a maioria dos organismos 
causadores de doenças, com exceção dos esporos. 
3.2 Desinfetante: é um produto que mata todos os microrganismos 
patogênicos, mas não necessariamente todas as formas microbianas 
esporuladas em objetos e superfícies inanimadas. (Res. GMC Nº 26/96). 
EPI: Equipamento de Proteção Individual. 
3.3 Incrustações: São depósitos que se formam no interior das tubagens ou 
em cima de superfícies devido à fixação de substâncias em suspensão e da 
precipitação de sólidos dissolvidos que se transformam em sólidos insolúveis 
devido ao aumento da temperatura. 
3.4 Germicida: é um produto de ação letal sobre os microrganismos, 
especialmente os patogênicos (germes). (Res. GMC Nº 26/96). 
3.5 Rugosidades: Aspecto rugoso que causa desnivelamento de superfícies. 
3. 6 Sanitização: conjunto de procedimentos que visam á manutenção das 
condições de higiene. 
4 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR01 
Revisão 01 
LIMPEZA E HIGIENIZAÇÃO DA 
FARMÁCIA 
Emissão 08/02/2023 
Páginas 2/5 
 
3.7 Sanitizante: é um agente/produto que reduz o número de bactérias a níveis 
seguros de acordo com as normas de saúde (Res. GMC N° 26/96). 
3.8 Superfícies fixas: aquelas de grande extensão, tais como pisos, paredes, 
mobiliários etc. 
4. PRECAUÇÕES 
 Fornecer os EPI´s ao funcionário do setor de limpeza. 
5. MATERIAIS 
 Álcool 70%; 
 Balde; 
 Detergente; 
 Escova; 
 Hipoclorito de sódio de até 2,5%; 
 Limpa vidros; 
 Pano de chão e de superfícies; 
 Rodo de borracha; 
6. PROCEDIMENTOS 
6.1 Limpeza do piso, rodapés, ralos, paredes, calçadas, telas, lixeiras, portas e 
janelas: 
6.1.1. Piso, rodapés e ralos: limpar diariamente com pano úmido e limpo 
utilizando água e produto específico para limpeza. Para os ralos a limpeza deve 
ser feita com escova abrasiva e produto sanitizante adequado. 
6.1.2. Paredes, calçadas, telas, lixeiras, portas e janelas: lavar no mínimo 1 vez 
por semana com água e produto de limpeza específico, retirando os resíduos e 
toda sujeira visível. Logo após, enxaguar e retirar o excesso de água. 
5 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR01 
Revisão 01 
LIMPEZA E HIGIENIZAÇÃO DA 
FARMÁCIA 
Emissão 08/02/2023 
Páginas 3/5 
 
NOTA: Na umidificação dos panos, poderá ser utilizada solução de água e 
detergente em pouca quantidade. Caso haja a necessidade de sanitização, 
pode ser usada solução tipo água sanitária de até 2,5%. 
6.2 Limpeza das gôndolas, prateleiras e armários de medicamentos: 
6.2.1. Retirar os medicamentos das gôndolas, prateleiras e armários e limpar 
com pano limpo e úmido com água e produto específico para limpeza, 
realizando movimentos de dentro para fora, de forma a retirar todos os 
resíduos. Este procedimento é feito antes da limpeza do chão; 
6.2.2. Caso haja incrustações, retirar com produtos específicos; 
6.2.3. Retirar o excesso de água e/ou umidade; 
6.2.4. Recolocar os medicamentos obedecendo modelo PVPS (Primeiro a 
vencer, primeiro a sair) de organização e prevenção de perdas. 
6.2.5. Registrar o processo em planilha de controle de Limpeza de seção. 
NOTA: Esse procedimento deve ser realizado no mínimo semanalmente (a 
cada 07 dias). 
6.3 Limpeza do balcão e check-out: 
6.3.1. Este procedimento deverá ser realizado 01 vez ao dia. 
6.3.2. Retirar os produtos e materiais de divulgação do balcão e colocá-los em 
local limpo sem que atrapalhe a organização da drogaria; 
6.3.3. Limpar toda a superfície com pano limpo e álcool 70% de forma a retirar 
todos os resíduos; 
6.3.4. Retirar o excesso de água e/ou umidade; 
6.3.5. Reposicionar os produtos retirados. 
6 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR01 
Revisão 01 
LIMPEZA E HIGIENIZAÇÃO DA 
FARMÁCIA 
Emissão 08/02/2023 
Páginas 4/5 
 
NOTA: Para umidificação do pano poderá também ser utilizado hipoclorito de 
sódio de 1%. 
6.4 Limpeza das pias e dos banheiros: 
6.4.1. Lavar os banheiros e sanitários diariamente, mantê-los secos e 
abastecidos com papel higiênico, toalha descartável, sabonete líquido, lixeira 
limpa com pedal e tampa. 
6.4.2. O interior das pias deve ser esfregado diariamente com saponáceos de 
dentro para fora por toda sua extensão. Após a lavagem, seca-se com pano 
limpo e, em seguida passa álcool 70% ou hipoclorito de sódio 1%, deixando 
secar naturalmente. 
6.4.3. Os utensílios (torneiras, porta-sabonete, etc.) são desinfectados com 
álcool 70% diariamente. Os papéis utilizados e descartados são retiradas do 
lixo diariamente e o lixeiro lavado e desinfetado com álcool 70% ou hipoclorito 
de sódio de 1%. 
6.4.4. As paredes do sanitário são lavadas semanalmente com sanitizantes e o 
piso diariamente com água e detergente, após a secagem passa-se um pano 
limpo deixando secar naturalmente; 
6.4.5. O vaso sanitário é limpo diariamente com desinfetante, detergentes e, 
deixado secar naturalmente. 
6.5 Controle de pragas 
6.5.1. Verificar diariamente a existência de vetores e pragas através das 
evidências de sua presença (fezes, odores, etc.) e realizar medidas preventivas 
e corretivas para impedir a atração, o abrigo, o acesso e a proliferação, como: 
6.5.1.1 Evitararmazenamento de alimentos que apresentem sinais de 
infestação de pragas; 
7 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR01 
Revisão 01 
LIMPEZA E HIGIENIZAÇÃO DA 
FARMÁCIA 
Emissão 08/02/2023 
Páginas 5/5 
 
6.5.1.2 Colocar telas nas janelas e saídas de ar e, conservar as aberturas 
externas bem fechadas; 
6.5.1.3 Aumentar a frequência do recolhimento do lixo, lavar e higienizar os 
coletores do lixo e, higienizar frequentemente o local destinado a guarda do 
lixo; 
6.5.1.4 Fechar todos os buracos existentes. Observar as paredes, assoalhos, 
canos de ventilação, dutos no teto e saída do esgoto; 
6.5.1.5 Não conservar alimentos depois de abertos para evitar que atraiam 
insetos. Limpar e sanitizar as instalações e equipamentos. 
OBS.: O controle químico é realizado por empresa especializada com emissão 
de certificado. 
7. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 
1. Lei n° 5991, de 17 de dezembro de 1973. 
2. Resolução – RDC n° 33, de 19 de abril de 2000. 
3. Resolução – RDC n° 44, de 17 de agosto de 2009. 
8. HISTÓRICO DE REVISÃO 
Versão Elaborado por: Aprovado por: Revisar em: 
 
01 
 
_______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
08/02/2023 
 
______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
01/03/2023 
 
01/03/2024 
 
8 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR02 
Revisão 01 
HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS Emissão 09/02/2023 
Páginas 1/4 
 
1. OBJETIVO 
A lavagem das mãos é um cuidado básico, mas extremamente importante para 
evitar se contaminar ou transmitir diferentes tipos de doenças; elimina vírus e 
bactérias que possam estar na pele e causar infecções no organismo, 
especialmente após estar em ambientes com elevado risco de contaminação. 
2. RESPONSABILIDADES 
Deve ser executado por todos os funcionários da farmácia sob supervisão do 
responsável técnico (Farmacêutico). 
3. MATERIAIS 
 Sabonete líquido; 
 Papel toalha; 
 Dispensadores de sabonete e de papel toalha; 
 Álcool 70%; 
 Lixeira com pedal; 
 Saco plástico. 
4. PROCEDIMENTO 
4.1 Orientações importantes: 
4.1.1. Ao chegar no local de trabalho, lavar as mãos antes de iniciar a jornada; 
4.1.2. As mãos devem ser lavadas: antes e após contato com cliente; após 
remoção das luvas; entre um cliente e outro; entre um procedimento e outro, 
ou em situação onde existe o risco de transferência de microorganismos para 
o cliente ou ambiente. 
4.2. Técnica de lavagem básica das mãos: 
9 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR02 
Revisão 01 
 
HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS 
Emissão 09/02/2023 
Páginas 2/4 
 
4.2.1. Retirar acessórios (anéis, pulseiras, relógio e outros adereços das mãos 
e antebraços), uma vez que sob estes objetos acumulam-se microrganismos 
não removidos com a lavagem das mãos; 
4.2.2. Abrir a torneira e molhar as mãos, evitando encostar-se na pia; 
4.2.3. Aplicar na palma da mão quantidade suficiente de sabonete líquido para 
cobrir todas as superfícies das mãos (seguir a quantidade recomendada pelo 
fabricante); 
4.2.4.Ensaboar as palmas das mãos, friccionando entre si; 
4.2.5.Esfregar a palma da mão direita contra o dorso da mão esquerda 
entrelaçando os dedos e vice-versa; 
4.2.6. Entrelaçar os dedos e friccionar os espaços interdigitais; 
4.2.7. Esfregar o dorso dos dedos de uma mão com a palma da mão oposta, 
segurando os dedos, com movimentos de vai-e-vem e vice-versa; 
4.2.8. Esfregar o polegar direito, com o auxílio da palma da mão esquerda, 
utilizando-se movimento circular e vice-versa; 
4.2.9. Friccionar as polpas digitais e unhas da mão esquerda contra a palma da 
mão direita, fechada em concha, fazendo movimento circular e vice-versa; 
4.2.10. Ao enxaguar as mãos, não começar pelas pontas dos dedos, para que 
a água escoe para os punhos, retire os resíduos de sabonete. Evitar contato 
direto das mãos ensaboadas com a torneira; 
4.2.11. Secar as mãos com papel toalha, iniciando pelas mãos e seguindo pelos 
punhos. No caso de torneiras com contato manual para fechamento, sempre 
utilize papel toalha; 
4.2.12. A duração deste procedimento deve ser de 40 a 60 segundos. 
10 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR02 
Revisão 01 
 
HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS 
Emissão 09/02/2023 
Páginas 3/4 
 
4.2.13. O papel toalha utilizados devem ser descartados em lixeiras com pedal 
com saco para lixo comum. 
 
11 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR02 
Revisão 01 
 
HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS 
Emissão 09/02/2023 
Páginas 4/4 
 
5. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 
BRASIL. Segurança do Paciente em Serviços de Saúde: Higienização das Mãos. 
Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília: Anvisa, 2009. Disponível em: 
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/seguranca_paciente_servicos_saude_hi
gienizacao_maos.pdf. Acesso em 09 de fev. 2023. 
6. HISTÓRICO DE REVISÃO 
Versão Elaborado por: Aprovado por: Revisar em: 
 
01 
 
_______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
08/02/2023 
 
______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
01/03/2023 
 
01/03/2024 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
12 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR03 
Revisão 01 
INSPEÇÃO, MANUTENÇÃO E 
LIMPEZA DA CAIXA D´ÁGUA 
Emissão 09/02/2023 
Páginas 1/3 
 
1. OBJETIVO 
Orientar e padronizar a limpeza da caixa d'água e do reservatório de água, de 
modo a garantir a qualidade, controle e segurança da água que chega através 
dos sistemas de abastecimento, mantendo as condições higiênicas dos 
reservatórios e/ou caixas d’água. 
2. RESPONSABILIDADES 
Deve ser realizado sob supervisão do responsável técnico: farmacêutico. 
3. MATERIAL 
 Escova; 
 Baldes; 
 Panos limpos; 
 Água sanitária (Hipoclorito de sódio). 
4. DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO 
4.1 Procedimentos de Inspeção: 
4.1.1. Se o responsável técnico observar alguma situação diferente, como 
aumento na conta de água, pouca água saindo das torneiras ou alguma 
infiltração deverá ligar para a manutenção e solicitar a inspeção da caixa 
d’água. 
4.1.2. A Manutenção deverá verificar a existência de fendas e rachaduras que 
permitam vazamentos ou infiltrações no reservatório, bem como irá verificar a 
existência de vazamentos ao longo do ramal predial (entrada de água após o 
hidrômetro) reparando-as quando necessário. 
13 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR03 
Revisão 01 
INSPEÇÃO, MANUTENÇÃO E 
LIMPEZA DA CAIXA D´ÁGUA 
Emissão 09/02/2023 
Páginas 2/3 
 
4.1.3 Verificar as condições das tampas, principalmente a vedação, a fim de 
evitar entrada de qualquer substância ou organismo que possa contaminar a 
água. 
4.2. Procedimentos para limpeza: 
4.2.1. Utilizar luvas e botas apropriadas para execução dos procedimentos 
abaixo. 
4.2.2. Esvaziar totalmente o reservatório, retirando do fundo todo e qualquer 
tipo de depósito que possa existir. 
4.2.3. Esfregar com escovão as paredes internas e o fundo do reservatório e 
esguichar água, retirando-a logo em seguida. 
4.2.4. Enxugar as paredes internas da caixa d´água e após trinta minutos 
verificar a existência de infiltrações. 
4.3. Procedimentos para uso do desinfetante: 
4.3.1. Dissolver o composto de cloro em água potável, vertendo a solução para 
dentro do reservatório, num recipiente limpo; 
4.3.2. Encher o reservatório com água para desinfetar as paredes internas da 
caixa pela ação do cloro contido na solução preparada; 
4.3.3. Aguardar por duas horas e esvaziar novamente o reservatório para 
eliminar o excesso de cloro; 
4.3.4. Encher definitivamente a caixa d´água, instalar tela de proteção contra 
insetos e fechar. 
5. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 
 Portaria MS n.º 518, de 25 de março de 2004. 
14 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR03 
Revisão 01 
INSPEÇÃO, MANUTENÇÃO E 
LIMPEZA DA CAIXA D´ÁGUA 
Emissão 09/02/2023 
Páginas 3/3 
 
6. HISTÓRICODE REVISÃO 
Versão Elaborado por: Aprovado por: Revisar em: 
 
01 
 
_______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
09/02/2023 
 
______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
01/03/2023 
 
01/03/2024 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
15 
 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR04 
Revisão 01 
AFERIÇÃO DA PRESSÃO 
ARTERIAL 
Emissão 09/02/2023 
Páginas 1/4 
 
1. OBJETIVO 
Descrever as atividades, procedimentos e atribuições dos Farmacêuticos, bem 
como deverá ser realizado o atendimento. 
2. RESPONSABILIDADES 
Deve ser realizado por profissional habilitado (ex.: técnicos de enfermagem, 
auxiliar de farmácia, etc), sob supervisão do responsável técnico: farmacêutico. 
3. MATERIAIS 
 Aparelho de pressão arterial (braço e pulso); 
 Cadeira ou leito; 
 Caneta; 
 Impressos próprios para registro; 
4. DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO 
4.1. Avaliar a pressão arterial rastreando clientes sem diagnóstico de Hipertensão 
Arterial Sistêmica (HAS) e/ou acompanhando cliente com diagnóstico de HAS. 
4.2. O Farmacêutico deverá certificar-se de que o cliente esteja: 
a) Em repouso no mínimo 5 (cinco) minutos, sentado e em ambiente 
confortável; 
b) Bexiga vazia; 
c) Não ter realizado atividade física nos últimos 90 minutos; 
d) Estar a 30 minutos sem consumir bebida estimulante (Ex: café, energéticos, 
álcool) e sem fumar; 
16 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR04 
Revisão 01 
AFERIÇÃO DA PRESSÃO 
ARTERIAL 
Emissão 09/02/2023 
Páginas 2/4 
 
e) Sem contraindicação para aferição de pressão arterial em algum dos braços 
(Ex: Clientes que tenham realizado mastectomia); 
f) Pernas descruzadas, em ângulo de 90° e com os pés apoiados no chão; 
g) Com postura reta sem se reclinar na cadeira; 
h) Sem utilizar relógio ou acessórios em ambos os braços; 
4.3. O cliente deverá repousar todo o antebraço na mesa, em nível equivalente ao 
coração, com a palma da mão voltada para cima. 
4.4. O Farmacêutico deverá orientar o cliente a ficar em silêncio durante a aferição. 
4.4.1. Uma braçadeira folgada, apertada demais ou mal posicionada produz 
medições incorretas; 
4.4.2. Após aferição, a braçadeira deverá ser higienizada com álcool 70%; 
4.5.3. A Aferição de Pressão é realizada através de dois aparelhos distintos. 
3.5. Aparelho de Pressão Automático de Braço e/ou Pulso: 
a) O Farmacêutico deverá colocar a braçadeira no braço do cliente, com o 
manguito voltado para a mão do mesmo e distância de, aproximadamente, 2 
cm acima da fossa cubital (área triangular na porção anterior do cotovelo); 
b) Conferir a conexão do manguito ao aparelho; 
c) Apertar a tecla [início] do aparelho; 
d) Aguardar os valores obtidos automaticamente; 
e) Realizar 3 aferições em braços alternados (realizar uma aferição em cada 
braço e a terceira, repetir no braço que der o valor maior); 
f) Aguardar um minuto entre uma aferição e outra; 
17 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR04 
Revisão 01 
AFERIÇÃO DA PRESSÃO 
ARTERIAL 
Emissão 09/02/2023 
Páginas 3/4 
 
g) Descartar a primeira aferição e fazer a média das duas últimas; 
h) Informar ao cliente os valores encontrados, comparando com os valores de 
referência na literatura técnico-científica; 
i) Registrar o serviço no sistema ou em caderneta ao cliente com o valor das 
três aferições e no histórico informar o valor da média, descrevendo o braço 
com maior valor para futuras aferições; 
j) Entregar a Caderneta ou Declaração do Serviço Farmacêutico e, realizar 
agendamentos conforme necessidade. 
 
5. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 
ANVISA, RDC N°44/2009. Dispõe sobre Boas Práticas Farmacêuticos para o controle 
somatório do funcionamento da dispensação, da comercialização de produtos, 
prestação de serviços Farmacêuticos em farmácia e drogarias e das outras 
providências. 
BARROSO, W. K. S. et al. Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial – 2020. Arq 
Bras Cardiol, 2021. Disponível em: http://departamentos.cardiol.br/sbc-
dha/profissional/pdf/Diretriz-HAS-2020.pdf. Acesso em 09 de fev. 2023. 
 
18 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR04 
Revisão 01 
AFERIÇÃO DA PRESSÃO 
ARTERIAL 
Emissão 09/02/2023 
Páginas 4/4 
 
CFF, Resolução Nº 585/2013. Regulamenta as atribuições clinicas do Farmacêutico 
e de outras providências. 
Lei N° 13021/2014. Dispõe sobre o exercício e a fiscalização das atividades 
farmacêuticas. 
6. HISTÓRICO DE REVISÃO 
Versão Elaborado por: Aprovado por: Revisar em: 
 
01 
 
_______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
09/02/2023 
 
______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
01/03/2023 
 
01/03/2024 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
19 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR05 
Revisão 01 
TESTE DE GLICEMIA CAPILAR Emissão 09/02/2023 
Páginas 1/5 
 
1. OBJETIVO 
Descrever as atividades, procedimentos e atribuições dos Farmacêuticos, bem 
como deverá ser realizado o atendimento. 
2. RESPONSABILIDADES 
Deve ser realizado por profissional habilitado (ex.: técnicos de enfermagem, 
auxiliar de farmácia, etc), sob supervisão do responsável técnico: farmacêutico. 
3. MATERIAIS 
 Álcool 70%; 
 Lanceta; 
 Lancetador; 
 Tira-teste; 
 Glicosímetro; 
 Luvas cirúrgicas; 
 Caixa Coletora de Material Perfurocortante; 
 Cadeira ou leito; 
 Caneta; 
 Impressos próprios para registro. 
4. DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO 
4.1 Realizar a higienização das mãos (POP FAR02); 
4.2 Certificar-se de que a fita reagente está na validade; 
4.3 Orientar o paciente sobre o procedimento; 
4.4 Calçar as luvas de procedimento; 
20 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR05 
Revisão 01 
 
TESTE DE GLICEMIA CAPILAR 
Emissão 09/02/2023 
Páginas 2/5 
 
4.5 Insira uma tira na entrada de tiras e, o aparelho ligará automaticamente; 
4.6 Com a mão dominante segurar a lanceta sem tampa e com a outra mão 
fazer uma leve pressão na ponta do dedo escolhido de modo a favorecer o seu 
enchimento capilar; 
4.7 Com a outra mão limpar a área com algodão limpo e seco; 
4.8 Com a lanceta ou agulha estéril fazer uma punção na ponta do dedo 
escolhido, preferencialmente na lateral do dedo, onde a dor é minimizada; 
4.9 Fazer uma leve pressão digital se for necessário a fim de obter volume de 
sangue suficiente para preencher o campo reagente; 
4.10. A gota de sangue na entrada lateral da tira de teste, de uma só vez, em 
um dos lados da tira; 
4.11. Fazer a leitura do resultado e informar ao paciente; 
4.12. Pressionar o local da punção com algodão até fazer a hemostasia (atentar 
para pacientes em uso de anticoagulantes que podem sangrar além do 
esperado, necessitando um tempo maior de hemostasia); 
4.13. Virar o aparelho e encontrar o botão ejetor 
4.14. Aproximar o aparelho do lixo específico para materiais infectantes (saco 
branco leitoso), e pressionar o botão ejetor, fazendo com que a tira reagente 
seja lançada direto no lixo sem contato manual; 
4.15 Desprezar a lanceta no lixo perfurocortante 
4.16 Limpar o glicosímetro com algodão levemente embebido em álcool 70% 
4.17 Retirar as luvas 
 
21 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR05 
Revisão 01 
 
TESTE DE GLICEMIA CAPILAR 
Emissão 09/02/2023 
Páginas 3/5 
 
4.18 Realizar os registros necessários e, fazer as orientações e 
encaminhamentos que competem ao profissional farmacêutico. 
4.19. Limpeza do aparelho: 
4.19.1 A limpeza deve ser realizada somente quando necessário. Um pano 
seco pode ser utilizado para remover o pó. Use somente um algodão 
umedecido com água e sabão para limpeza. O uso de produtos abrasivos pode 
causar danos ao medidor. 
4.19.2 Materiais Para Limpeza do Aparelho: 
 Bolinhas de algodão secas; 
 Bolinhas de algodão embebidas levemente com água e sabão ou 
álcool 70% 
4.19.3 Como realizara limpeza: 
a) Com algodão levemente umedecido passe em todos os componentes 
do aparelho, cuidando para que não entrem líquidos para dentro do 
monitor; 
b) Com um algodão seco, seque o aparelho caso necessário; 
c) Posteriormente realize um controle de qualidade. 
 
 
 
22 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR05 
Revisão 01 
 
TESTE DE GLICEMIA CAPILAR 
Emissão 09/02/2023 
Páginas 4/5 
 
 
5. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 
ANVISA, RDC N°44/2009. Dispõe sobre Boas Práticas Farmacêuticos para o controle 
somatório do funcionamento da dispensação, da comercialização de produtos, 
prestação de serviços Farmacêuticos em farmácia e drogarias e das outras 
providências. 
BRASIL. Diretrizes da sociedade brasileira de diabetes 2019-2020. Ed. Científica 
Clannad, 2021. Disponível em: https://www.saude.ba.gov.br/wp-
content/uploads/2020/02/Diretrizes-Sociedade-Brasileira-de-Diabetes-2019-
2020.pdf. Acesso em 09 de fev. 2023. 
CFF, Resolução Nº 585/2013. Regulamenta as atribuições clinicas do Farmacêutico 
e de outras providências. 
23 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR05 
Revisão 01 
 
TESTE DE GLICEMIA CAPILAR 
Emissão 09/02/2023 
Páginas 5/5 
 
Lei N° 13021/2014. Dispõe sobre o exercício e a fiscalização das atividades 
farmacêuticas. 
6. HISTÓRICO DE REVISÃO 
Versão Elaborado por: Aprovado por: Revisar em: 
 
01 
 
_______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
09/02/2023 
 
______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
01/03/2023 
 
01/03/2024 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
24 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR06 
Revisão 01 
AFERIÇÃO DA TEMPERATURA 
CORPORAL 
Emissão 09/02/2023 
Páginas 1/7 
 
1. OBJETIVO 
Avaliação do estado geral do paciente, determinar a temperatura corporal do 
usuário e, avaliar a resposta da temperatura às terapias médicas. 
2. RESPONSABILIDADES 
Deve ser realizado por profissional habilitado, seja ele o farmacêutico ou 
técnicos sob supervisão do farmacêutico. 
3. PRECAUÇÕES 
3.1. Fatores que influenciam a temperatura corporal: 
 Idade: lactentes apresentam grandes variações de temperatura e recém-
nascidos, especialmente prematuros, podem não desenvolver febre ou mesmo 
apresentarem hipotermia, na vigência de infecções graves. O mesmo pode ser 
observado em idosos. 
 Distúrbios da termogênese: É a diminuição do metabolismo basal, da eficiência 
dos tremores musculares e da vasoconstrição periférica. 
 Excesso de lipocortina-1: (um intermediário intracelular da ação dos 
corticosteroides). 
 Alterações comportamentais: Incapacidade de se aquecer. 
 
3.2. Locais para verificação da temperatura corporal 
Embora a temperatura corporal a depender do tipo de termômetro utilizado 
posas ser verificado em muitos lugares do corpo. Para cada um desses locais há 
vantagens e desvantagens que serão descritas no quadro abaixo: 
 
25 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR06 
Revisão 01 
AFERIÇÃO DA TEMPERATURA 
CORPORAL 
Emissão 09/02/2023 
Páginas 2/7 
 
 
 
 
 
 
26 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR06 
Revisão 01 
AFERIÇÃO DA TEMPERATURA 
CORPORAL 
Emissão 09/02/2023 
Páginas 3/7 
 
 
Obs: No curso de um estado de febre, a temperatura sempre deve ser medida 
com o mesmo aparelho e no mesmo lugar, a fim de permitir a comparação de 
resultados no decorrer do tempo. 
3.3. Tipos de Termômetros mais comuns para aferição externa da temperatura: 
 
 
 
 
 
 
4. MATERIAIS 
 Para verificação da temperatura axilar, oral ou anal: 1 Termômetro digital, 
bolinhas de algodão embebidas em álcool 70%; 
Termômetro Digital 
 
 
Termômetro infravermelho 
temporal 
 
Termômetro 
Auricular 
 
 
27 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR06 
Revisão 01 
AFERIÇÃO DA TEMPERATURA 
CORPORAL 
Emissão 09/02/2023 
Páginas 4/7 
 
 Para verificação da temperatura temporal: 1 Termômetro infravermelho; 
bolinhas de algodão embebidas em álcool 70%. 
5. PROCEDIMENTO 
5.1. A técnica de verificação da temperatura na região axilar: 
5.1.1. Higienizar as mãos (POP FAR02); 
5.1.2. Explicar o procedimento ao paciente e/ou acompanhante; 
5.1.3. Fazer a limpeza do termômetro utilizando algodão embebido em álcool a 70% 
com três fricções; 
5.1.4. Ligue o termômetro pressionando o botão Liga/Desliga; 
5.1.5. Proceder à limpeza do termômetro antes e depois de cada aferição utilizando 
algodão embebido em álcool a 70%; 
5.1.6. Posicionar o termômetro na região axilar e solicitar que a paciente permaneça 
com o membro superior junto ao tórax; 
5.1.7. Aguardar o tempo de espera que será indicado pelo alarme sonoro do próprio 
termômetro; 
5.1.8. Efetuar a leitura da temperatura no visor; 
5.1.9. Desligar o termômetro; 
5.1.10. Repetir o procedimento de limpeza com álcool 70%; 
5.1.11. Informar ao paciente e registrar na Declaração de Serviços Farmacêuticos. 
 
5.2. A técnica verificação da temperatura na região temporal: 
5.2.1. Higienizar as mãos POP FAR02; 
28 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR06 
Revisão 01 
AFERIÇÃO DA TEMPERATURA 
CORPORAL 
Emissão 09/02/2023 
Páginas 5/7 
 
5.2.2. Explicar o procedimento ao paciente e/ou acompanhante; 
5.2.3. Ligue o termômetro pressionando o botão Liga/Desliga; 
5.2.4. Um sinal sonoro será emitido; 
5.2.5. Verifique no visor se o ícone está piscando. Se sim, o termômetro estará pronto 
para mensuração; 
5.2.6. Posicione o sensor a cerca de 1 cm da testa deslocando gradativamente para 
região temporal; 
5.2.7. Pressione o botão START uma vez e depois solte-o; 
5.2.8. Decorridos 3 segundos, será emitido um sinal sonoro longo a indicar que a 
medição está concluída; 
5.2.9. Efetuar a leitura da temperatura no visor; 
5.2.10. Desligue o termômetro pressionando ligeiramente o botão liga/desliga; 
5.2.11. Informar ao paciente e registrar na Declaração de Serviços Farmacêuticos; 
5.2.12. Higienizar as mãos ao fim do procedimento; 
5.2.13. Aguarde por pelo menos dois minutos para nova mensuração, pois 
obrigatoriamente o termômetro deve ser desligado e ligado novamente entre 
medições consecutivas. 
Obs: Embora o termômetro digital infravermelho de testa permite que se faça 
verificação da temperatura corporal em qualquer parte do corpo livre de roupas 
(procedimento bastante utilizado atualmente para rastreamento em portarias de locais 
públicos). Os valores podem não ser fidedignos, uma vez que se distanciam da zona 
central e servem apenas para rastreamento. 
 
29 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR06 
Revisão 01 
AFERIÇÃO DA TEMPERATURA 
CORPORAL 
Emissão 09/02/2023 
Páginas 6/7 
 
5.3. A técnica verificação da temperatura na região oral 
5.3.1 Higienizar as mãos POP FAR02; 
5.3.2. Explicar o procedimento ao paciente e/ou acompanhante; 
5.3.3. Fazer a limpeza do termômetro que deve ser destinado apenas para verificação 
nesta via, utilizando algodão embebido em álcool a 70% com três fricções; 
5.3.4. Ligue o termômetro pressionando o botão Liga/Desliga. Um sinal sonoro será 
emitido; 
5.3.5. Introduzir o termômetro na região sublingual posterior D ou E Na localização 
anterior a temperatura é mais baixa; 
5.3.6. Informar que o paciente deverá manter a língua abaixada, a boca fechada e 
respirar somente pelo nariz, enquanto o registro se processa; 
5.3.7. Não conversar com ele durante a verificação; 
5.3.8. Aguardar o tempo de espera que será indicado pelo alarme sonoro do próprio 
termômetro; 
5.3.9. Efetuar a leitura da temperatura no visor; 
5.3.10. Desligar o termômetro; 
5.3.11. Repetir o procedimento de limpeza com álcool 70%; 
5.3.12. Informar ao paciente e registrar na Declaração de Serviços Farmacêuticos; 
 
Obs: A verificação da temperatura oral não deve ocorrer em pacientes com: 
 Delírio ou inconscientes 
 Com lesõesna boca 
30 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR06 
Revisão 01 
AFERIÇÃO DA TEMPERATURA 
CORPORAL 
Emissão 09/02/2023 
Páginas 7/7 
 
 Problemas nas vias Respiratórias 
 Crianças menores de 7 anos (exceto se utilizar dispositivo próprio como 
chupeta) 
 Até 30 minutos após ingestão de alimentos gelados ou quentes 
 Pacientes com taquipneia 
 
6. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 
 Portaria MS n.º 518, de 25 de março de 2004. 
 Lei N° 13021/2014. Dispõe sobre o exercício e a fiscalização das atividades 
farmacêuticas. 
 
7. HISTÓRICO DE REVISÃO 
Versão Elaborado por: Aprovado por: Revisar em: 
 
01 
 
_______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
09/02/2023 
 
______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
01/03/2023 
 
01/03/2024 
 
 
 
 
 
31 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR07 
Revisão 01 
PREPARO DE SOLUÇÕES 
PARENTERAIS 
Emissão 10/02/2023 
Páginas 1/5 
 
1. OBJETIVO 
Preparar de forma segura as soluções estéreis, emulsões ou suspensões a fim 
de obter efeito desejado e imediato do medicamento com mínimos riscos 
possíveis. 
2. RESPONSABILIDADES 
Deve ser realizado por profissional habilitado, seja ele o farmacêutico ou 
técnicos sob supervisão do farmacêutico. 
3. MATERIAIS 
 Caixa Coletora de Material Perfurocortante; 
 Seringa; 
 Agulha; 
 Algodão; 
 Álcool 70%; 
 Gaze; 
 Papel toalha. 
4. PROCEDIMENTO 
4.1 Preparo: 
4.1.1 Realizar a higienização das mãos (ver POP FAR02 Higienização das 
Mãos). 
4.1.2. Reunir o material necessário. 
4.1.3. Checar as doses das medicações nas etiquetas de acordo com as 
prescrições. Separar as etiquetas de medicação e deixá-las expostas de modo 
a facilitar a visualização da dose de medicação a ser fracionada. 
32 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR07 
Revisão 01 
PREPARO DE SOLUÇÕES 
PARENTERAIS 
Emissão 10/02/2023 
Páginas 2/5 
 
4.1.4. Realizar a desinfecção a bancada de preparo com álcool a 70% e gaze 
comum. Realizar novamente a higienização das mãos (POP FAR002). 
4.1.5 Abrir o campo estéril simples e colocar sobre a bancada com cuidado. 
4.1.6 Abrir a quantidade de seringas e agulhas necessários ao quantitativo de 
medicações a serem preparadas e colocar no campo estéril: 
a) Gaze estéril. 
b) Em caso de frascos de soro/água destilada, primeiro fazer a desinfecção de todo 
o frasco e por último da área que será aberta/violada. Retirar tampa/lacre dos 
frascos para fazer a desinfecção dos mesmos. 
c) Conferir a validade de todos os medicamentos utilizados. 
d) Observar o armazenamento correto das medicações antes do preparo, bem como 
o aspecto da solução, atentando para mudanças de coloração, partículas e outras 
alterações. 
e) Frascos/frascos-ampola/ampolas, preferencialmente alocadas do lado esquerdo. 
f) Calçar luvas estéreis. 
4.2. Para medicações que necessitem de reconstituição: 
4.2.1 Acoplar a seringa na agulha 25 x 7,0 mm. 
4.2.2. Aspirar o diluente e introduzir o volume indicado no frasco-ampola de 
acordo com o prescrito. 
4.2.3. Realizar movimentos circulares suaves com o frasco-ampola até todo o 
conteúdo se transformar em um líquido uniforme. 
4.2.4 Aspirar o volume de medicação e do diluente prescrito (atentando-se para 
o preenchimento do perfusor) na seringa. 
33 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR07 
Revisão 01 
PREPARO DE SOLUÇÕES 
PARENTERAIS 
Emissão 10/02/2023 
Páginas 3/5 
 
4.2.5 Retirar a agulha que se encontra acoplada à seringa e desprezar na caixa 
de perfurocortantes. 
4.2.6. Conectar o perfusor à seringa. Preencher o perfusor com a solução que 
se encontra na seringa, desprezando o excedente e deixando apenas o volume 
prescrito no interior da seringa. 
4.2.7. Identificar a seringa com a etiqueta previamente preparada com os dados 
da medicação e colocá-la sob a bancada por cima de papel toalha. 
4.2.8. Aplicar imediatamente no paciente. 
4.3 Para medicações endovenosas, subcutâneas e intramusculares na 
apresentação de ampola: 
4.3.1 Quebrar a ampola utilizando gaze. 
4.3.2 Acoplar a seringa na agulha 25 x 7,0 mm ou 40 x 12mm. 
4.3.3 Aspirar o volume de medicação e do diluente prescrito (atentando-se 
para o preenchimento do perfusor) na seringa. 
4.3.4 Retirar a agulha que se encontra acoplada à seringa e desprezar na 
caixa para perfurocortantes. 
4.3.5 Conectar o perfusor à seringa. 
4.3.6 Preencher o perfusor com a solução que se encontra na seringa. 
4.3.7 Desprezar o excedente, deixando apenas o volume prescrito no interior 
da seringa. 
4.3.8 Acondicionar a seringa preenchida na bancada sob papel toalha. 
4.3.8 Desprezar a ampola aberta após o uso na caixa coletora própria para 
perfurocortantes. 
34 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR07 
Revisão 01 
PREPARO DE SOLUÇÕES 
PARENTERAIS 
Emissão 10/02/2023 
Páginas 4/5 
 
4.4. Para todos os preparos: 
4.4.1. Conferir todas as medicações preparadas na prescrição médica do 
recém-nascido antes de sua administração. 
4.4.2. Dispensar as medicações na bancada sob papel toalha. 
4.4.3. Armazenar as medicações com apresentação em frasco ampola, após 
reconstituição, em refrigerador ou temperatura ambiente (de acordo com o 
preconizado para cada medicamento). 
4.4.4. Desprezar os perfurocortantes em caixa própria. 
4.4.5. Desprezar o restante do material utilizado. 
4.4.6. Desprezar campo estéril, retirar as luvas, organizar a sala e, realizar a 
higienização das mãos (ver POP FAR 02). 
5. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 
ANVISA, RDC N°44/2009. Dispõe sobre Boas Práticas Farmacêuticos para o controle 
somatório do funcionamento da dispensação, da comercialização de produtos, 
prestação de serviços Farmacêuticos em farmácia e drogarias e das outras 
providências. 
BRASIL. Resolução RDC nº 67, de 8 de outubro de 2007. Dispõe sobre Boas 
Práticas de Manipulação e Preparação para Magistrais e Oficinais para Uso Humano 
em Farmácias. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília, 2007. 
CFF, Resolução Nº 585/2013. Regulamenta as atribuições clinicas do Farmacêutico 
e de outras providências. 
Lei N° 13021/2014. Dispõe sobre o exercício e a fiscalização das atividades 
farmacêuticas. 
35 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR07 
Revisão 01 
PREPARO DE SOLUÇÕES 
PARENTERAIS 
Emissão 10/02/2023 
Páginas 5/5 
 
RESOLUÇÃO RDC N.º 45, DE 12 DE MARÇO DE 2003. Dispõe sobre o Regulamento 
Técnico de Boas Práticas de Utilização das Soluções Parenterais (SP) em Serviços 
de Saúde. 
6. HISTÓRICO DE REVISÃO 
Versão Elaborado por: Aprovado por: Revisar em: 
 
01 
 
_______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
10/02/2023 
 
______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
01/03/2023 
 
01/03/2024 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
36 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR08 
Revisão 01 
APLICAÇÃO DE 
MEDICAMENTOS INJETÁVEIS 
Emissão 10/02/2023 
Páginas 1/10 
 
1. OBJETIVO 
Preparar de forma segura as soluções estéreis, emulsões ou suspensões a fim 
de obter efeito desejado e imediato do medicamento com mínimos riscos 
possíveis. 
2. RESPONSABILIDADES 
Deve ser realizado por profissional habilitado (ex.: técnicos de enfermagem, 
auxiliar de farmácia, etc), sob supervisão do responsável técnico: farmacêutico. 
3. MATERIAIS 
 Caixa Coletora de Material Perfurocortante; 
 Seringa; 
 Agulha; 
 Álcool 70%; 
 Algodão; 
 Papel toalha; 
 Luvas descartáveis. 
4. PRECAUÇÕES 
 Os medicamentos para os quais é exigida a prescrição médica devem ser 
administrados mediante apresentação de receitas e após sua avaliação pelo 
farmacêutico. 
 Os procedimentos que gerem resíduos de saúde, como materiais 
perfurocortantes, gaze ou algodão sujo com sangue, deverá ser descartado conforme 
a exigência das Resoluções RDC nº 306/04da ANVISA e a resolução nº 358/05 do 
CONAMA. 
37 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR08 
Revisão 01 
APLICAÇÃO DE 
MEDICAMENTOS INJETÁVEIS 
Emissão 10/02/2023 
Páginas 2/10 
 
5. INTRODUÇÃO 
Por ser um método invasivo, a introdução de medicamentos por via parenteral 
requer certos cuidados quanto a sua aplicação, haja vista que o tipo de medicamento 
pode ser irritante; a dose incompatível com a estrutura do local de introdução da 
medicação; assim como a idade do paciente, o calibre e comprimento da agulha, 
podem comprometer o resultado final. A escolha do local da aplicação deve priorizar 
aquele onde há menor risco de eventuais complicações. 
Atualmente identifica-se nove (9) certos para administração segura de 
medicamentos: Embora os “nove certos” não podem garantir que os erros não 
aconteçam, segui-los pode prevenir significativa parte desses eventos. 
9 CERTOS DA 
MEDICAÇÃO 
 
JUSTIFICATIVA 
1) Paciente 
certo 
Utiliza-se dois indicadores (nome do paciente e data de 
nascimento); perguntar ao paciente seus dados e confirmar em 
documento de identificação. 
2) Medicamento 
certo 
Conferir se a medicação em mãos é a mesma que esta 
prescrita; lembrando que algumas medicações possuem 
embalagens ou nomes bastante parecidos. Questionar o 
paciente quanto a algum tipo de alergia. 
3) Via certa Certificar se a via de administração prescrita é a via 
tecnicamente recomendada para a administração dessa 
medicação; verificar se o diluente foi prescrito. Analisar via 
embalagem a compatibilidade da via de administração 
prescrita. Esclarecer as dúvidas com Manuais recomendados 
e/ou outro profissional como enfermeiro, farmacêutico ou o 
médico que prescreveu, se necessário. 
38 
 
 
4) Hora 
recomendada 
O medicamento deve sempre ser administrado em horário 
recomendado por bula ou que não cause reação com outra 
medicação. Atentar para o período de estabilidade da medicação 
após diluída. 
5) Dose certa Conferir atentamente a dose prescrita principalmente em casos de 
doses fracionadas; conferir a velocidade de gotejo, realizar dupla 
checagem em casos de medicação em bomba de infusão. 
6) Registro 
certo 
Garante a continuidade correta no tratamento; na prescrição colocar 
o horário correto e checar; no livro de registros da farmácia registrar 
os medicamentos aplicados. 
7) Ação certa O paciente deve ser informado sobre qual medicamento será 
administrado, qual a indicação, a dose, e a frequência que será 
administrada. 
8) Forma 
certa 
A forma farmacêutica também deve ser checada: verificar se a forma 
farmacêutica e a via de administração correspondem à prescrição 
médica e as condições físicas e emocionais do paciente. 
9) Resposta 
certa 
Se possível acompanhar o tratamento do paciente, para se certificar 
que o medicamento atingiu o efeito esperado, registrar os efeitos 
indesejados ocorridos/queixas do paciente, bem como sua 
intensidade. 
 
Vias de administração: 
Os medicamentos injetáveis administrados comumente nas farmácias privadas 
são por via intradérmica (ID), subcutânea (SC), intramuscular (IM) e endovenosa ou 
intravenosa (EV ou IV): 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR08 
Revisão 01 
APLICAÇÃO DE 
MEDICAMENTOS INJETÁVEIS 
Emissão 10/02/2023 
Páginas 3/10 
39 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR08 
Revisão 01 
APLICAÇÃO DE 
MEDICAMENTOS INJETÁVEIS 
Emissão 10/02/2023 
Páginas 4/10 
 
 
O local apropriado para a aplicação da injeção IM (mais utilizada em drogaria) 
é crucial para uma administração segura. 
Na seleção do local deve-se considerar: distância em relação a vasos e nervos 
importantes; musculatura suficientemente grande para absorver o medicamento; 
espessura do tecido adiposo; idade do paciente; irritabilidade da droga e atividade do 
paciente. 
Os locais selecionados devem estar distantes dos grandes nervos e vasos 
sanguíneos. Os mais utilizados são: 
 Dorso glúteo ou músculo grande glúteo, no quadrante superior externo: 
 
 
40 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR08 
Revisão 01 
APLICAÇÃO DE 
MEDICAMENTOS INJETÁVEIS 
Emissão 10/02/2023 
Páginas 5/10 
 
 Músculo vasto lateral da coxa, no terço médio da coxa, medido entre o 
joelho e o trocanter maior: 
 
 Músculo deltóide, região deltóide no terço superior e face externa do 
braço: 
 
Composição da Seringa e Agulha: 
 
Figura: Composição da Seringa e Agulha Figura: Tipos de bicos de seringa 
41 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR08 
Revisão 01 
APLICAÇÃO DE 
MEDICAMENTOS INJETÁVEIS 
Emissão 10/02/2023 
Páginas 6/10 
 
 
A escolha da seringa e da agulha: 
A escolha da seringa dependerá da quantidade da medicação a ser aplicada. 
Já a escolha da agulha deve se dar em função da: 
 
42 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR08 
Revisão 01 
APLICAÇÃO DE 
MEDICAMENTOS INJETÁVEIS 
Emissão 10/02/2023 
Páginas 7/10 
 
a) via de administração: Há necessidade de uma agulha mais longa para 
injeção intramuscular do que para injeção subcutânea; 
b) Idade do paciente ou biótipo: Mesmo para injeções intramusculares pode ser 
necessário agulhas mais curtas se o paciente é um bebê, criança ou adulto, ou 
mesmo adultos muito magros. 
 c) Viscosidade ou densidade da solução: Alguns medicamentos são mais 
viscosos ou densos e necessitam de agulhas com lúmen maiores 
principalmente aqueles liofilizados (em pó) para reconstituição ou oleosas: EX: 
penicilina; hormônio. 
Obs: Lembrando que conforme o fabricante pode trazer dois sistemas 
diferentes: Sistema Métrico (mm). Sistema Inglês (polegadas), neste sistema quanto 
menor a numeração, maior o calibre. 
 
6. PROCEDIMENTO 
6.1 O preparo (comum) para administração das injeções 
6.1.1. Higienizar as mãos; 
6.1.2. Preparar os materiais, escolhendo a agulha de menor calibre adequada 
ao local e tipo de substância a ser administrada; 
6.1.3. Abrir a embalagem da seringa e acoplá-la à agulha para aspiração do 
medicamento, observando-se a técnica asséptica, protegendo-a em sua 
embalagem original; 
6.1.4. Empurrar o êmbolo no sentido do bico, a fim de lubrificar a rolha da 
borracha e mobilizar o êmbolo; 
6.1.5. Colocar a seringa sobre sua embalagem plástica; 
43 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR08 
Revisão 01 
APLICAÇÃO DE 
MEDICAMENTOS INJETÁVEIS 
Emissão 10/02/2023 
Páginas 8/10 
 
 
 a) Abrir a embalagem da seringa b) Destravar o êmbolo 
 
c) Seringa sobre sua embalagem plástica. 
6.1.6. Nos casos de frasco-ampola, retirar a proteção metálica com o auxílio de 
um algodão e fazer a desinfecção da borracha com algodão umedecido com 
álcool 70%; 
 
d) A Limpeza do frasco ampola. 
44 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR08 
Revisão 01 
APLICAÇÃO DE 
MEDICAMENTOS INJETÁVEIS 
Emissão 10/02/2023 
Páginas 9/10 
 
6.1.7. Já se for ampola, remova o líquido do gargalo, em seguida lixar o gargalo 
da ampola com lixa, ou tesoura; 
6.6.8 Limpar o gargalo com álcool 70% e envolve-lo com algodão ou gaze, 
pressionando-a no ponto indicado (maioria possui marca) com os dedos 
indicador e polegar da mão dominante; 
 
 
 
E) Quebrando as 
ampolas de vidro 
6.6.9. Aspirar o medicamento segurando a ampola ou frasco ampola com os 
dedos indicador e médio da mão não dominante, segurar a seringa com os 
dedos polegar, indicador e médio da mão dominante; 
6.6.10. Tracionar a extremidade do êmbolo sem contaminar sua extensão, 
aspirando o medicamento; 
 
 
 
 
 
 
 
F) Aspirando a medicação 
45 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR08 
Revisão 01 
APLICAÇÃO DE 
MEDICAMENTOS INJETÁVEIS 
Emissão 10/02/2023 
Páginas 10/10 
 
6.6.11. Reencapar passivamente a agulha, colocando a ponta da agulha na 
entrada da tampa até cobri-lacompletamente; 
6.6.12. Colocar a seringa na posição vertical e retirar o ar; 
6.6.13. Caso a agulha tenha penetrado na tampa de borracha pode ter perdido 
ou danificado o corte (deixando o “bisel rombudo”). Assim, recomenda-se trocar 
a agulha para a aplicação; 
6.6.14. Proteger o êmbolo da seringa com sua embalagem original. Explicar o 
procedimento ao paciente. 
7. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 
 ANVISA, RDC N°44/2009. 
 BRASIL. Capacitação de pessoal em sala de vacinação - manual do 
treinando. Organizado pela Coordenação do Programa Nacional de 
Imunizações. 2a ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2001. 
 CFF, Resolução Nº 585/2013. 
 Lei N° 13021/2014. 
8. ANEXO 
Declaração de Serviços farmacêuticos (pg.46). 
9. HISTÓRICO DE REVISÃO 
Versão Elaborado por: Aprovado por: Revisar em: 
 
01 
 
_______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
10/02/2023 
 
______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
01/03/2023 
 
01/03/2024 
46 
 
 
JOAO BARROSO DA COSTA 
CNPJ N° 63.601.929/0001-52 
PLÁCIDO DE CASTRO, RUA CAETES, 295 
E-MAIL: joaobarroso35@hotmail.com 
 
DECLARAÇÃO DE SERVIÇOS FARMACÊUTICOS 
Nome:_____________________________________________ Gênero: Masculino ( ) Feminino ( ) 
Data de nascimento: _____/_____/______ Endereço:___________________________________ 
Cidade:__________________Tel. (__) ____________Email:_____________________________ 
Nome do responsável (em caso de menor): __________________________________________ 
CUIDADOS FARMACÊUTICOS 
( ) SIM ( ) NÃO Glicemia Capilar: Valor normal: 70 a 99mg/dl 
( ) SIM ( ) NÃO Pressão Arterial: Valor normal: < 80mm/Hg 
( ) SIM ( ) NÃO Temperatura Corporal Axilar: Valor normal: 36 a 37 °C 
Obs. Estes procedimentos não têm finalidade de diagnóstico (não substituem consulta médica e exames laboratoriais) 
SIM ( ) NÃO ( ) Aplicação de Injetáveis 
Medicamento/concentração Lote Validade Posologia Via de adm. 
 
Nome do prescritor: CRM/CRO: 
 
SINAIS E SINTOMAS: 
Medicamento/concentração Lote Validade Posologia 
 
 
 
Plano de acompanhamento 
(intervalo) 
( ) 2 dias ( ) 4 dias ( ) 6 dias 
Observações: anote no verso 
Data: ____/_____/_____ 
_______________________________________ __________________________________ 
 Assinatura do Usuário / responsável Assinatura do Farmacêutico CRF/AC 
47 
 
 
 
JOAO BARROSO DA COSTA 
CNPJ N° 63.601.929/0001-52 
PLÁCIDO DE CASTRO - AC, RUA CAETES, 295 
Telefone (DDD): (68) 3267-1052 
E-MAIL: jordana2001@outlook.com.br 
 
PEDIDO DE EXAME LABORATORIAL 
Paciente: ___________________________________________________________ 
Data de nasc.: ___/___/_____ Sexo: ( ) F ( ) M 
Solicitação de exames laboratoriais para promoção da saúde e/ou monitoramento 
farmacoterapêutico: 
 Hemograma completo  Bilirrubina Total + Frações 
 Glicose em jejum  Gama G.T. 
 Hemoglobina glicada (HBA 1c)  T3 Total e livre 
 Teste de tolerância a glicose  T4 Total e livre 
 Insulina  TSH 
 Ureia  LH 
 Creatinina  FSH 
 Ácido úrico  Progesterona 
 Colesterol total  Testosterona 
 HDL  VHS 
 LDL  Antibiograma 
 VLDL  Anti-HIV 
 Triglicérides  HBsAg 
 TGO (AST)  Anti-HCV 
 TGP (ALT)  Beta-HCG 
RESOLUÇÃO Nº 585 DE 29 DE AGOSTO DE 2013, Regulamenta as atribuições clínicas do farmacêutico e 
dá outras providências. RESOLUÇÃO Nº 586 DE 29 DE AGOSTO DE 2013, Regula a prescrição 
farmacêutica e dá outras providências. 
Data: ____/____/________ 
______________________________________________ 
 Farmacêutica/CRF-AC 588218 
48 
 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR09 
Revisão 01 
UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS 
DESCARTÁVEIS E 
DESTINAÇÃO APÓS O USO 
Emissão 11/02/2023 
Páginas 1/2 
 
1. OBJETIVO 
Padronizar o uso e descarte de materiais contaminantes e perfurocortantes 
afim de, evitar riscos à saúde do trabalhador e do paciente. 
2. RESPONSABILIDADES 
Deve ser realizado por todos os colaboradores sob supervisão do responsável 
técnico: farmacêutico. 
3. MATERIAIS 
 Caixa Coletora de Material Perfurocortante; 
 Lixo com tampa de pedal; 
 Saco plástico de cor branca (Lixo Hospitalar); 
 Luvas descartáveis. 
4. DEFINIÇÕES 
Perfurocortantes ou escarificantes: lâminas de barbear, agulhas, escalpes, 
ampolas de vidro, brocas, limas endodônticas, fios ortodônticos cortados, 
próteses bucais metálicas inutilizadas, pontas diamantadas, lâminas de bisturi, 
lancetas, tubos capilares, micropipetas, lâminas e lamínulas, espátulas e todos 
os utensílios de vidro quebrados no laboratório (pipetas, tubos de coleta 
sanguínea e placas de Petri). 
5. PROCEDIMENTO 
5.1. Todo o material utilizado para prestação dos serviços farmacêuticos como 
seringas, agulhas, luvas, algodão, entre outros deve ser descartável; 
49 
 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR09 
Revisão 01 
UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS 
DESCARTÁVEIS E 
DESTINAÇÃO APÓS O USO 
Emissão 11/02/2023 
Páginas 2/2 
 
5.2. Após a utilização do material perfurocortante descartar imediatamente na 
Caixa Coletora de Material Perfurocortante (Descarpack) que devem estar 
localizadas o mais próximo do local de uso; 
5.3. Os recipientes devem ser preenchidos somente até dois terços de sua 
capacidade, não podendo ser esvaziados ou reaproveitados; 
5.4. No caso de luvas, máscaras, toucas e etc, descartar em lixeira com tampa 
de pedal e saco plástico de cor branca (Lixo Hospitalar); 
5.5. A coleta e destinação final devem ser feitas por empresa especializada em 
resíduos dos serviços de saúde de acordo com o PGRSS do estabelecimento. 
6. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 
 ANVISA, RDC N°44/2009. 
 RESOLUÇÃO, RDC N.º 33, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2003. Dispõe sobre 
o Regulamento Técnico para o gerenciamento de resíduos de serviços de 
saúde. 
 RESOLUÇÃO, RDC Nº 222, DE 28 DE MARÇO DE 2018. Regulamenta as 
Boas Práticas de Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde e dá 
outras providências. 
7. HISTÓRICO DE REVISÃO 
Versão Elaborado por: Aprovado por: Revisar em: 
 
01 
 
_______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
11/02/2023 
 
______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
01/03/2023 
 
01/03/2024 
 
50 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR10 
Revisão 01 
AUTO-INSPEÇÃO EM 
DROGARIAS 
Emissão 11/02/2023 
Páginas 1/3 
 
1. OBJETIVO 
Verificação das boas práticas de dispensação de produtos e prestação de 
serviços farmacêuticos. 
2. RESPONSABILIDADES 
Deve ser realizado pelo responsável técnico: farmacêutico. 
3. MATERIAIS 
 Guia para verificação das boas práticas farmacêuticas em drogarias. 
4. DEFINIÇÕES 
Auto inspeção: é o estado ou filosofia em que o funcionário possui autonomia 
para decidir se o serviço prestado ou produto produzido está ou não de acordo 
com a qualidade definida pela empresa ou com as regras de trabalho 
especificadas. 
Dispensação: corresponde ao ato de fornecimento ao consumidor de 
medicamentos, drogas, insumos farmacêuticos e produtos para a saúde, a 
título remunerado ou não. 
RT (responsável técnico): farmacêutico titular que assume a direção técnica 
ou responsabilidade técnica da empresa ou estabelecimento perante o 
respectivo Conselho Regional de Farmácia (CRF) e os órgãos de vigilância 
sanitária, nos termos da legislação vigente, ficando sob sua responsabilidade a 
realização, supervisão e coordenação de todos os serviços técnico-científicos 
da empresa ou estabelecimento, respeitado, ainda, o preconizado pela 
legislação laboral ou acordo trabalhista. 
 
51 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR10 
Revisão 01 
AUTO-INSPEÇÃO EM 
DROGARIAS 
Emissão 11/02/2023 
Páginas 2/3 
 
Serviço farmacêutico: Os serviços farmacêuticos sãoum conjunto de serviços 
de natureza clínica, prestados pelo farmacêutico na farmácia ou consultório, 
que fornecem a assistência farmacêutica e assistência à saúde, auxiliando 
pessoas na promoção e proteção da saúde, na detecção de riscos, 
autocuidado, adesão e acompanhamento dos tratamentos, garantindo o 
acesso e uso racional do medicamento. 
Assistência Farmacêutica (AF): engloba um conjunto de ações voltadas à 
promoção, proteção e recuperação da saúde, tanto individual como coletiva, 
tendo o medicamento como insumo essencial e visando ao seu acesso e ao 
seu uso racional. 
Atenção Farmacêutica: de acordo com a Organização Mundial da Saúde é a 
prática profissional na qual o paciente é o principal beneficiário das ações do 
farmacêutico e reconhecem que este é o compêndio de atitudes, 
comportamentos, compromissos, inquietudes, valores éticos, funções, 
conhecimentos, responsabilidades e destrezas do farmacêutico na prestação 
da farmacoterapia, com o objetivo de alcançar resultados terapêuticos definidos 
na saúde e qualidade de vida do paciente. 
5. PRECAUÇÕES 
 Tal atividade deve ser feita de forma documentada; 
 É necessário dispor de um procedimento operacional padrão (POP) de 
inspeção que deve ser projetada de forma a detectar qualquer deficiência na 
execução das boas práticas farmacêuticas; 
 A auto-inspeção deve ser realizada trimestralmente, no mínimo anualmente. 
6. PROCEDIMENTO 
6.1. Elaborar cronogramas para a realização da auto-inspeção; 
52 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR10 
Revisão 01 
AUTO-INSPEÇÃO EM 
DROGARIAS 
Emissão 11/02/2023 
Páginas 3/3 
 
6.2. Seguir o Guia para verificação das boas práticas farmacêuticas em 
drogarias; 
6.3. Identificação dos problemas; 
6.4. Medidas corretivas e preventivas; 
6.5. Relatório final; 
6.6. Arquivar. 
7. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 
 ANVISA, RDC N°44/2009. 
8. ANEXO 
 Guia para verificação das boas práticas farmacêuticas em drogarias 
(pg.53). 
8. HISTÓRICO DE REVISÃO 
Versão Elaborado por: Aprovado por: Revisar em: 
 
01 
 
_______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
11/02/2023 
 
______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
01/03/2023 
 
01/03/2024 
 
 
 
 
53 
 
 
 
JOAO BARROSO DA COSTA 
CNPJ N° 63.601.929/0001-52 
PLÁCIDO DE CASTRO - AC, RUA CAETES, 295 
Telefone (DDD): (68) 3267-1052 
E-MAIL: joaobarroso35@hotmail.com 
 
GUIA PARA VERIFICAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS FARMACÊUTICAS EM DROGARIAS 
1. IDENTIFICAÇÃO: 
1.1. Responsável Técnico (RT): JORDANA SILVA DA COSTA 
CRF/AC nº.: 588218 
1.2. Horário de Funcionamento do Estabelecimento: 
1.3. Tipo de serviços farmacêuticos que realiza: 
( ) Dispensação de medicamentos 
( ) Acompanhamento Farmacoterapêutico 
( ) Administração de medicamentos 
( ) Medição e monitoramento da temperatura corporal 
( ) Medição e monitoramento de pressão arterial 
( ) Medição e monitoramento da glicemia capilar 
( ) Perfuração de lóbulo auricular para a colocação de brincos 
( ) Dispensação de medicamentos da Portaria 344/98 
1.4. A drogaria é credenciada/cadastrada ao SNGPC ( ) SIM ( ) NÃO 
 
2. CONDIÇÕES GERAIS S N NA* RDC 44/2009 
2.1. A Licença Sanitária está atualizada? Cap. II, Art.2º 
2.2. A licença Sanitária está devidamente afixada em lugar 
visível ao público? 
 Cap. II, 
Art.2º, §1º 
2.3. A AFE está atualizada? Cap. II, Art.2º 
2.4. Qual a data de renovação da AFE? Cap. II, Art.2º 
2.5. Possui Manual de Boas Práticas Farmacêuticas na 
Drogaria? 
 Cap. II, Art.2º 
2.6. O Certificado de Regularidade Técnica encontra-se visível 
ao público? 
 Cap. II, 
Art.2º, §1º 
2.7. O RT ou seu substituto, está presente? Cap. II, 
Art.3.º 
2.8. Possui cartaz informativo, conforme legislação vigente? Cap. II, 
Art.2º, §2º 
2.9. Existe indicação do nome, função e horário de assistência 
de cada farmacêutico e do horário de funcionamento do 
estabelecimento? 
 Cap. II, Art.2º 
itens V e VI 
 
3. INFRA-ESTRUTURA FÍSICA S N NA* RDC 44/2009 
54 
 
3.1. O estabelecimento é localizado, projetado, dimensionado, 
construído ou adaptado com infraestrutura compatível com as 
atividades a serem desenvolvidas? 
 Cap III, 
seção I, 
Art.5º 
3.2. Possui ambientes para atividades administrativas, 
armazenamento, dispensação, banheiro e depósito de material 
de limpeza? 
 Cap III, 
seçãoI, Art.5º 
3.3. As áreas internas e externas estão em boas condições 
físicas e estruturais? 
 Cap III, 
seçãoI, Art.6º 
 
3.4. O acesso às instalações da drogaria é independente? 
 Cap III, 
seção I Art. 
13 
3.5. Existe local específico para a guarda dos pertences dos 
funcionários? 
 Cap.III, 
seção I, Art 
10 
3.6. As condições de ventilação e iluminação são compatíveis 
com as atividades desenvolvidas? 
 Cap. III, 
seção I, Art. 
5º, §3º 
3.7. As instalações possuem superfícies internas (piso, paredes 
e teto) lisas e impermeáveis, em perfeitas condições, 
resistentes aos agentes sanitizantes e facilmente laváveis? 
 Cap. III, 
seção I, 
Art.5º, § 1º 
3.8. Os ambientes estão em boas condições de higiene e 
protegidos contra entrada de insetos, roedores ou outros 
animais? 
 Cap. III, Art. 
5º, § 2º 
3.9. Possui programa de sanitização, incluindo desratização e 
desinsetização? 
 Cap III, 
seção I, Art. 
7º 
3.9.1. Existe previsão de execução por empresa licenciada para 
este fim? 
 Cap III, 
seção I, Art. 
7º 
 
3.9.2. São mantidos os registros da atividade? 
 Cap. III, 
Seção I, 
Art.7º, §único 
 
3.10. Possui banheiro sendo o mesmo de fácil acesso? 
 Cap III, 
seção I, Art. 
9º 
 
3.10.1 O banheiro está em boas condições de limpeza? 
 Cap.III, 
seção I, Art. 
9º § único 
3.10.2. Possui pia com água corrente? Cap III, 
seçãoI, Art.9º 
55 
 
3.10.3. Dispõe de toalha de uso individual e descartável, 
detergente líquido, lixeira identificada, com pedal e tampa? 
 Cap III, 
seção I, Art. 
9º 
3.11. Os materiais de limpeza e germicidas em estoque são 
armazenado em área ou local especificamente designado e 
identificado? 
 Cap III, 
seção I, Art. 
8º 
 
3.11.1. Estão regularizados junto à Anvisa? 
 Cap III, 
seção I, Art. 
8º 
3.12. Estabelecimentos possui equipamento de combate a 
incêndio? 
 Cap III, 
seção I, Art. 
6º § 4º 
3.12.1 Estão dentro do prazo de validade? 
 
4. RECURSOS HUMANOS S N NA* RDC 44/2009 
4.1 O estabelecimento possui assistência de farmacêutico 
durante todo o horário de funcionamento? 
 Cap II, Art.3º 
4.2. O farmacêutico permanece identificado, de modo que o 
usuário possa distingui-lo dos demais funcionários e 
profissionais da drogaria? 
 Cap IV, 
seção I, 
Art.17 § 
único 
4.3. É assegurado a todos os funcionários a promoção da saúde 
e prevenção de acidentes, agravos e doenças ocupacionais, 
conforme Normas Regulamentadoras (NR) sobre Segurança e 
Medicina do Trabalho, emitidas pelo órgão competente? 
 Cap IV, 
seção I, 
Art.18 
4.4. São disponibilizados, em quantidade suficiente e com 
reposição periódica, equipamentos de proteção individual 
(EPIs) aos funcionários envolvidos na prestação de serviços 
farmacêuticos? 
 Cap IV, 
seção I, Art. 
18 
4.4.1. É fornecida orientação quanto ao uso e descarte dos 
EPIs? 
 Cap IV, 
seção III 
Art.26 
4.5. As atribuições e responsabilidades individuais estão 
descritas no Manual de Boas Práticas Farmacêuticas? 
 Cap IV, 
seção II, Art. 
19 
4.6 O RT, ou seu substituto, supervisiona todas as atividades 
que dependam de assistência técnica realizadas no 
estabelecimento? 
 Cap IV, 
seção II, Art. 
20 § único 
 
4.7 O RT realiza todas as atribuições descritas na RDC 44/09? 
 Cap IV, 
seção II, 
Art.20 
 
4.7.1 São delegadas atribuições a outro farmacêutico? Quais? 
 Cap IV, 
seção II, Art. 
20 § único 
56 
 
4.8. Os técnicos e auxiliaresrealizam suas atividades 
respeitando os padrões técnicos estabelecidos pelo RT e o 
limite de atribuições e competências estabelecidas na 
legislação vigente? 
 Cap IV, 
seção II Art. 
22 
4.9 O responsável legal do estabelecimento cumpre com todas 
as atribuições descritas no regulamento técnico? 
 Cap IV, 
seção II, Art. 
23 
4.10. Existe programa de educação permanente estabelecido 
conforme levantamento de necessidades? 
 Cap IV, 
seção III, 
Arts 24 e 25 
4.10.1. Todos os funcionários foram capacitados para as 
atividades que realizam? 
 Cap IV, 
seção III, Art 
25 
4.10.2 Existem registros contendo as informações exigidas por 
este regulamento dos cursos e treinamentos realizados? 
 Cap IV, 
seção III, Art. 
28 
4.10.3 Caso exista profissional não farmacêutico, foi 
comprovada capacitação técnico científico, necessária às 
atividades por ele desenvolvidas? 
 Cap IV, 
seção II, Art. 
22 
4.12 Todos os funcionários foram treinados com instruções de 
higiene, saúde, conduta e elementos básicos em microbiologia, 
relevantes para a manutenção dos padrões de limpeza 
ambiental e da qualidade dos produtos e serviços? 
 Cap IV, 
seção III, Art. 
25 
4.13. Os funcionários foram treinados quanto a procedimentos 
a serem adotados em caso de acidente ou incidente? 
 Cap IV, 
seção III, Art. 
27 
4.14. Os funcionários foram treinados quanto aos possíveis 
riscos relacionado ao desenvolvimento das atividades, suas 
causas e medidas preventivas apropriadas? 
 Cap IV, 
seção III, Art. 
27 
4.15. Os treinamentos provêm, a todo o pessoal, conhecimento 
sobre os princípios de Boas Práticas Farmacêuticas, bem como 
dos POP’s? 
 Cap IV, 
seção III, Art. 
24 
 
4.16. É avaliada a efetividade dos treinamentos realizados? 
 Cap IV, 
seção III, Art 
28 
4.17. Todos os funcionários foram orientados quanto às práticas 
de higiene pessoal? 
 Cap IV, 
seção III. Art. 
25 
 
4.18. Os funcionários estão uniformizados? 
 Cap IV, 
seção I, Art. 
17 
 
4.18.1. Os uniformes estão limpos e em boas condições? 
 Cap IV, 
seção I, Art. 
17 
 
57 
 
5. AQUISIÇÃO E RECEBIMENTO S N NA* RDC 44/2009 
5.1. Estão estabelecidos e documentados critérios para 
qualificação de fornecedores? 
 Cap V, seção 
II, Art. 31 
5.2. Somente são adquiridos produtos industrializados que 
possuam registro, notificação, cadastro ou que sejam 
legalmente dispensados de tais requisitos junto à Anvisa? 
 Cap V, seção 
II, Art. 30 
5.3. A aquisição de produtos industrializados é feita por meio de 
distribuidores legalmente autorizados e licenciados conforme 
legislação sanitária vigente? 
 Cap V, seção 
II, Art. 31, § 
1º 
5.4. Todos os produtos adquiridos e expostos ao consumo 
estão em bom estado de conservação, apresentam número de 
lote, data de fabricação e prazo de validade legíveis? 
 Cap V. 
Seção II, Art. 
34 
5.5. As notas fiscais de compra são conferidas no momento do 
recebimento, quanto à presença do nome, número do lote e 
fabricante dos produtos adquiridos? 
 Cap V, seção 
II, Art. 31, § 
2º 
5.6 O recebimento de produtos sujeitos às normas de vigilância 
sanitária é realizado por pessoa comprovadamente treinada? 
 Cap V, seção 
II, Art. 32 
5.7 Somente são recebidos produtos sujeitos às normas de 
vigilância sanitária que atendem aos critérios de aquisição e que 
tenham sido transportados conforme especificações do 
fabricante e condições estabelecidas na legislação sanitária 
específica? 
 
Cap V, seção 
II, Art. 33 
5.7.1. Caso sejam identificados produtos sujeitos às normas de 
vigilância sanitária adulterados, falsificados ou com suspeita de 
falsificação, estes são imediatamente separados dos demais 
produtos, para evitar confusões? 
 Cap V, seção 
II, Art. 34, § 
1º 
5.7.1.1. Sua identificação indica claramente que não se 
destinam ao uso ou comercialização? 
 Cap, V, 
seção II, Art. 
34 § 1º 
5.7.1.2. O farmacêutico notifica imediatamente a autoridade 
sanitária competente, informando os dados de identificação do 
produto, de forma a permitir as ações sanitárias pertinentes? 
 Cap V, seção 
II, Art. 34, § 
2º 
 
6. ARMAZENAMENTO S N NA* RDC 44/2009 
6.1 Todos os produtos estão armazenados de forma ordenada, 
seguindo as especificações do fabricante e legislação vigente? 
 Cap V, seção 
III, Art. 35 
6.2 Todos os produtos estão armazenados sob condições que 
garantam a manutenção de sua identidade, qualidade, 
segurança, eficácia e rastreabilidade? 
 Cap V, seção 
III, Art. 35 
58 
 
6.3 O ambiente destinado ao armazenamento tem capacidade 
suficiente para assegurar o armazenamento ordenado das 
diversas categorias de produtos? 
 Cap V, seção 
III, Art. 35 § 
1º 
6.4. Os produtos estão armazenados em prateleiras e afastados 
do piso, da parede e do teto? 
 Cap V, seção 
III, Art. 36 
6.5. Os produtos estão protegidos da ação direta da luz solar, 
da umidade e do calor? 
 Cap V, seção 
III, Art. 35, 
§2º 
6.6. Caso haja armazenamento de medicamentos que 
necessitam de condições especiais de temperatura, existem 
registros e controles que comprovem o atendimento a essas 
especificações? 
 Cap V, seção 
III, Art. 35, 
§3º 
6.7. Existem condições de segurança adequada para o 
armazenamento de produtos corrosivos, inflamáveis ou 
explosivos? 
 Cap V, seção 
III, Art. 39 
6.8. Existe sistema segregado com chave para o 
armazenamento de medicamentos sujeitos a controle especial? 
 Cap V, seção 
III, Art. 37 
6.9. Os produtos violados, vencidos ou com qualquer outra 
condição que impeça sua utilização são segregados em 
ambiente diverso da área de dispensação e identificados quanto 
a sua condição e destino? 
 
Cap V, seção 
III, Art. 38 
6.9.1. Esses produtos são descartados conforme as exigências 
de, legislação específica para Gerenciamento de Resíduos de 
Serviços de Saúde? 
 Cap V, seção 
III, Art. 38, 
§2º 
6.10 A política da empresa em relação aos produtos com o 
prazo de validade próximo ao vencimento está clara a todos os 
funcionários e descrita no Manual de Boas Práticas do 
estabelecimento? 
 Cap V, seção 
III, Art. 38, 
§4º 
 
7. EXPOSIÇÃO E ORGANIZAÇÃO DOS PRODUTOS PARA 
COMERCIALIZAÇÃO 
S N NA* RDC 44/2009 
7.1. Os produtos sujeitos às normas de vigilância sanitária 
permitidos em drogarias estão organizados em área de 
circulação comum ou área de circulação restrita aos 
funcionários, conforme o tipo e categoria do produto? 
 Cap V, seção 
IV, Art.40 
7.2. Os medicamentos sujeitos à prescrição estão dispostos de 
forma ordenada em local de acesso restrito aos funcionários da 
drogaria? 
 Cap V, seção 
IV, Art. 40§1º 
7.3. Os medicamentos isentos de prescrição estão dispostos de 
forma ordenada em prateleiras ou estantes, obedecendo a 
 
59 
 
relação permitida pela ANVISA, contendo a orientação “ 
Medicamentos: podem causar efeitos indesejados. Evite a 
automedicação. Informe-se com o farmacêutico”? 
Cap V, seção 
IV, Arts 40 § 
2º e 41 
7.4 O estabelecimento apresenta medicamentos expostos ao 
público em sistema de auto-serviço? 
 
7.4.1. Em caso positivo, os medicamentos expostos são 
aqueles permitidos pela Instrução Normativa nº. 10/2009? 
 Art. 1º, itens 
I, II e III da IN 
10/2009. 
7.5 O estabelecimento comercializa outros produtos permitidos 
pela Instrução Normativa nº 09/2009 relacionados a seguir? 
 
7.5.1 Plantas medicinais, drogas vegetais, cosméticos, 
perfumes, produtos de higiene pessoal, produtos médicos e 
para diagnóstico in vitro? 
 Artigo 3º da 
IN nº09/2009 
7.5.1.1. Os produtos médicos se forem comercializados, são 
aqueles destinados ao uso por leigos em ambientes 
domésticos? 
 Art. 3º § 2º IN 
nº09/2009 
7.5.1.2. Os produtos para diagnósticos in vitro, se 
comercializados, são aqueles para auto-teste, destinado à 
utilização por leigos? 
 Art. 3º § 3º INnº09/2009 
7.5.2 Mamadeiras, chupetas, bicos e protetores de mamilos? Art.4º item I 
IN nº09/2009 
7.5.3 Lixas de unha, alicates, cortadores de unhas, entre 
outros? 
 Art. 4º item II 
IN nº09/2009 
7.5.4. Brincos estéreis, desde que o estabelecimento preste o 
serviço de perfuração de lóbulo auricular? 
 Art. 4º item III 
IN º.09/2009 
7.5.5. Essências florais, empregadas na floralterapia? Art.4º item IV 
IN nº09/2009 
7.5.5.1. É respeitada a condição de essências florais somente 
serem comercializadas em farmácias? 
 Art. 4º § 2º IN 
nº 09/2009 
 
7.5.6. Alimentos destinados a fins especiais e/ou outras 
categorias de alimentos? 
 Arts. 6º itens 
I, II e III e 8º. 
Itens I, II, III e 
IV da IN 
nº.09/2009 
 
7.5.7. Suplementos vitamínicos e/ou sais minerais? 
 Art. 7º itens I, 
II, III e IV da 
IN nº. 
09/2009 
7.5.8. Mel, própolis e geléia real? Art. 11º da IN 
nº.09/2009 
60 
 
7.5.8.1. Os produtos acima relacionados estão regularizados no 
Ministério da Agricultura? 
 Art. 11º § 1º 
IN nº 
09/2009 
 
 
8. DISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOS S N NA* RDC 44/2009 
8.1 No ato da dispensação, o farmacêutico informa e orienta o 
usuário quanto ao uso adequado do medicamento, conforme 
estabelecido na RDC 44/09? 
 Cap V, seção 
V, Art. 42 
8.2 No processo de dispensação dos medicamentos é feita a 
inspeção visual para verificar, no mínimo, a identificação do 
medicamento, o prazo de validade e a integridade da 
embalagem? 
 Cap V, seção 
V, Art. 46 
8.3 Os medicamentos sujeitos à prescrição são dispensados 
mediante apresentação da receita e respectiva avaliação pelo 
farmacêutico? 
 Cap V, seção 
V, Art. 43 
8.4 A avaliação da prescrição atende a todos os itens 
discriminados a RDC 44/09? 
 Cap V, seção 
V, Art. 44 
8.5 O farmacêutico entra em contato com o profissional 
prescritor para esclarecer eventuais problemas ou dúvidas que 
tenha detectado no momento da avaliação da receita? 
 Cap V, seção 
V, Art. 44, 
§único 
8.6 É respeitada a proibição de dispensar medicamentos cujas 
receitas estejam ilegíveis ou que possam induzir a erro ou troca 
dos medicamentos? 
 Cap V, seção 
V, Art. 45 
8.7. A dispensação de medicamentos genéricos é feita de 
acordo com o disposto em legislação vigente? 
 Cap V, seção 
V, Art. 47 
8.8 O fracionamento, quando houver, é realizado de acordo com 
o disposto em legislação vigente? 
 Cap V, seção 
V, Art. 48 
8.9 A dispensação de medicamentos sujeitos a controle 
especial atende às disposições contidas em legislação 
específica? 
 Cap V, seção 
V, Art. 49 
8.10 É obedecida a vedação de recebimento de receitas 
contendo prescrições destinadas à manipulação? 
 Cap V, seção 
V, Art. 50 
8.11 O estabelecimento dispensa medicamentos por meio 
remoto (telefone, celular, internet)? 
 
8.11.1 Em caso positivo é respeitada a condição de 
apresentação e avaliação da receita, para os medicamentos 
sujeitos a prescrição? 
 Cap V, 
subseção I, 
Art. 52, § 1 
61 
 
8.11.2 O estabelecimento possui sítio eletrônico para os 
pedidos pela internet? 
 Cap V, 
subseção I, 
Art. 53 
8.11.3 O sítio eletrônico utiliza apenas o domínio (.com.br) e 
contém na página principal informações completas sobre o 
estabelecimento? 
 Cap V, 
subseção I, 
Art. 53 § 1º 
8.12 O estabelecimento é responsável pelo transporte dos 
medicamentos solicitados por meio remoto? 
 Cap V, 
subseção I, 
Art. 56 
8.12.1 São asseguradas as condições necessárias para a 
preservação de integridade e qualidade dos medicamentos? 
 Cap V, 
subseção I, 
Art. 56 
8.12.2 Em caso de terceirização do serviço de transporte, a 
empresa contratada está regularizada perante a Vigilância 
Sanitária? 
 Cap V, 
subseção I, 
Art. 56, § 4º 
8.12.3 Os medicamentos termossensíveis são transportados 
em condições de temperatura compatíveis com sua 
conservação? 
 Cap V, 
subseção I, 
Art. 56, § 1º 
8.12.4 Cumpre com a proibição de não transportar 
medicamentos juntamente com produtos ou substâncias que 
possam afetar as características de qualidade, segurança e 
eficácia do medicamento? 
 Cap V, 
subseção I, 
Art. 56 § 2º 
8.12.5 O estabelecimento mantém procedimentos escritos 
descrevendo as condições mínimas para o transporte, assim 
como indicadores para avaliar o seu cumprimento? 
 Cap V, 
subseção I, 
Art. 56, § 3º 
8.13. Quando há entrega de medicamentos em domicílio, 
solicitados por meio remoto, a orientação farmacêutica é 
assegurada, através de comunicação direta com o farmacêutico 
responsável ou seu substituto? 
 Cap V, 
subseção I 
Art. 58 § 1º 
8.13.1 Junto ao medicamento solicitado é entregue cartão, ou 
material impresso equivalente, contendo recomendação ao 
usuário para que entre em contato com o farmacêutico no caso 
de dúvidas quanto ao produto recebido, contendo indicação de 
telefone e endereço do estabelecimento? 
 
Cap V, 
subseção I 
Art. 58 § 2º 
 
1. OUTROS SERVIÇOS FARMACÊUTICOS S N NA* RDC 44/2009 
9.1 O estabelecimento presta outros serviços farmacêuticos, 
além da dispensação? 
 
9.1.1 Os serviços farmacêuticos prestados estão indicados no 
licenciamento do estabelecimento? 
 Cap VI, 
seção VI, Art. 
61 § 3º 
9.1.2 O estabelecimento cumpre com a determinação de não 
prestar serviços não abrangidos por este regulamento? 
 Cap VI, Art. 
61 § 5º 
62 
 
9.1.3 Somente são utilizados medicamentos, materiais, 
aparelhos e acessórios que possuam registro, notificação, 
cadastro ou que sejam legalmente dispensados de tais 
requisitos junto à Anvisa? 
 Cap VI, 
subseção II, 
Art. 71 
9.1.4 Os Procedimentos Operacionais Padrão (POPs) 
relacionados aos serviços indicam claramente as técnicas ou 
metodologias utilizadas, parâmetros de interpretação de 
resultados, encaminhamentos a serem realizados e incluem as 
referências bibliográficas utilizadas? 
 Cap VI, 
subseção II, 
Art. 72 
9.1.5 Os POPs relacionados à estrutura e equipamentos 
contêm instruções para limpeza dos ambientes, o uso e 
assepsia dos aparelhos e acessórios, o uso e descarte dos 
materiais perfuro cortantes e descartáveis e antissepsia 
aplicada ao profissional e ao usuário? 
 Cap VI, 
seção III, Art. 
83 
9.1.6 A realização dos serviços farmacêuticos é precedida da 
higienização das mãos do profissional? 
 Cap VI, 
seção III, Art. 
84 
9.1.7 Após a prestação do serviço farmacêutico é entregue ao 
usuário, em papel timbrado e em linguagem clara e legível, a 
Declaração de Serviços Farmacêuticos com as informações 
definidas na RDC 44/09? 
 Cap VI, 
seção III 
Art.81§2º 
inciso I e II 
9.1.8 Os dados e informações obtidos em decorrência da 
prestação de serviços farmacêuticos recebem tratamento 
sigiloso e não são utilizados para finalidade diversa à prestação 
dos referidos serviços? 
 Cap VI, 
seção III, Art. 
82 
9.1.9 Os medicamentos adquiridos no estabelecimento, a 
serem utilizados na prestação de serviços de que trata a RDC 
44/09, cujas embalagens permitam múltiplas doses, são 
entregues ao usuário após a administração, no caso de sobra? 
 Cap VI, 
subseção III, 
Art. 76 
9.1.9.1 O usuário é orientado quanto às condições de 
armazenamento necessárias à preservação da qualidade do 
produto? 
 Cap VI, 
subseção III 
Art. 76 § 1º 
9.1.10 É respeitada a proibição do armazenamento de 
medicamentos cuja embalagem primária tenha sido violada? 
 Cap VI, 
subseção III, 
Art. 76 § 2º 
9.1.11 O ambiente dos serviços farmacêuticos é diverso 
daquele destinado à dispensação e à circulação de pessoas em 
geral e dispõe de espaço específico para esse fim? 
 Cap III, 
seção II, Art. 
15 
9.1.12 O ambiente para os serviços que demandam 
atendimento individualizado garante a privacidade e o conforto 
dos usuários, e possui dimensões, mobiliário e infra-estrutura 
compatíveis com as atividades e serviços a serem oferecidos?Cap III, 
seção II, Art. 
15 §1º 
63 
 
9.1.13 O ambiente destinado aos serviços farmacêuticos é 
provido de pia, contendo água corrente, dispondo de toalha de 
uso individual e descartável, sabonete líquido, gel bactericida e 
lixeira com pedal e tampa? 
 Cap III, 
seção II, Art. 
15 §2º 
9.1.14 É realizado e registrado procedimento de limpeza da 
sala, diariamente, no início e ao término do horário de 
funcionamento do estabelecimento? 
 Cap III, 
seção II, Art. 
16 
9.1.15 Após cada prestação dos serviços é verificada a 
necessidade de realizar novo procedimento de limpeza, a fim 
de minimizar o risco aos próximos usuários a serem atendidos 
e aos profissionais do estabelecimento? 
 Cap III, 
seção II, Art. 
16 §§ 1º e 2º 
9.1.16 O estabelecimento mantém disponível, para informar ao 
usuário, lista atualizada com a identificação dos 
estabelecimentos públicos de saúde mais próximos, contendo 
endereço e telefone? 
 Cap VI, 
Art.62 
9.2 É realizada atenção farmacêutica? 
9.2.1 Mantém registro contendo informações referentes ao 
usuário (nome, endereço e telefone), às intervenções 
farmacêuticas realizadas e aos resultados delas decorrentes, 
bem como ao profissional responsável pela execução do 
serviço, contendo nome e número de inscrição no CRF? 
 Cap VI, 
seção I, Art. 
64 §§ 1º e 2º 
9.2.2 O estabelecimento possui protocolos para as atividades 
relacionadas com a atenção farmacêutica, incluídas referências 
bibliográficas e indicadores para avaliação dos resultados? 
 Cap VI, 
seção I, Art. 
64 
9.3. Dispõe de condições para o descarte de perfuro cortantes 
de acordo com as exigências de legislação específica para 
Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde? 
 Cap VI, 
subseção II, 
Art. 73 
9.4 Os medicamentos, para os quais é exigida a prescrição 
médica, são administrados apenas mediante apresentação da 
receita e a avaliação pelo farmacêutico? 
 Cap VI, 
subseção III, 
Art. 75 
9.4.1 O farmacêutico entra em contato com o profissional 
prescritor para esclarecer eventuais problemas ou dúvidas que 
tenha detectado no momento da avaliação da receita? 
 Cap VI, 
subseção III, 
Art. 75 § 1º 
9.5 As medições do parâmetro bioquímico de glicemia capilar 
são realizadas por meio de equipamentos de auto-teste? 
 Cap VI, 
subseção II, 
Art. 70 
9.6 Para a administração de medicamentos são utilizados 
materiais, aparelhos e acessórios que possuem registro, 
notificação, cadastro ou que sejam legalmente dispensados de 
tais requisitos junto à ANVISA? 
 Cap VI, 
subseção III, 
Art. 77 
9.6.1 São mantidos registros das manutenções e calibrações 
periódicas dos aparelhos? 
 Cap VI, 
subseção III, 
Art. 77§único 
9.7 O estabelecimento realiza o serviço de perfuração do lóbulo 
auricular para colocação de brincos? 
 
64 
 
9.7.1 A perfuração do lóbulo auricular é realizada com aparelho 
específico para esse fim e que utilize o brinco como material 
perfurante? 
 Cap VI, 
seção II, Art. 
78 
9.7.2 É respeitada a condição de não utilizar agulhas de 
aplicação de injeção, agulhas de suturas e outros objetos para 
a realização da perfuração? 
 Cap VI, 
seção II, Art. 
78 § único 
9.7.3 Os brincos e a pistola a serem oferecidos aos usuários 
estão regularizados junto à ANVISA, conforme legislação 
vigente? 
 Cap VI, 
seção II, Art. 
79 
9.7.4 Os procedimentos relacionados à antissepsia do lóbulo 
auricular do usuário e das mãos do aplicador, bem como ao uso 
e assepsia do aparelho utilizado para a perfuração estão 
descritos em POPS? 
 Cap VI seção 
II, Art.80 
 
2. DOCUMENTAÇÃO S N NA* RDC 44/2009 
10.1 O estabelecimento mantém POPs referentes a: 
10.1.1 Manutenção das condições higiênicas e sanitárias 
adequadas a cada ambiente da drogaria 
 Cap VII, Art. 
86, item I 
10.1.2 Aquisição, recebimento e armazenamento dos produtos 
sujeitos às normas de vigilância sanitária 
 Cap VII, Art. 
86, item II 
10.1.3 Exposição e organização dos produtos. Cap VII Art. 
86, item III 
10.1.4 Dispensação de medicamentos. Cap VII, Art. 
86, item IV 
10.1.5 Destino dos produtos com prazos de validade vencidos. Cap VII, Art. 
86, item V 
10.1.6 Destinação dos produtos próximos ao vencimento Cap VII, Art. 
86, item VI 
10.1.7 Prestação de serviços farmacêuticos permitidos, além da 
dispensação de medicamentos, quando houver. 
 Cap VII, Art. 
86, item VII 
10.1.7 Utilização de materiais descartáveis e sua destinação 
após o uso. 
 Cap VII, Art. 
86, item VII 
10.2 Os POPs estão aprovados, assinados e datados pelo RT 
técnico? 
 Cap VII, Art. 
87 
10.3 Estão previstas as formas de divulgação aos funcionários 
do estabelecimento e a revisão periódica dos POPs? 
 Cap VII, Art. 
87, §§ 2º e 3º 
10.4 O estabelecimento mantém registros referentes a: 
10.4.1 Treinamento de pessoal? Cap VII, Art. 
88, item I 
65 
 
10.4.2 Serviço farmacêutico prestado, quando houver? Cap VII, 
Art.88, item II 
10.4.3 Divulgação do conteúdo dos POPs aos funcionários, de 
acordo com as atividades por eles realizadas? 
 Cap VII, Art. 
88, item III 
10.4.4 Execução de programa de combate a insetos e 
roedores? 
 Cap VII, Art. 
88, item IV 
10.4.5 Manutenção e calibração de aparelhos ou 
equipamentos, quando exigido? 
 Cap VII, Art. 
88, item V 
10.5 Possui Manual de Boas Práticas Farmacêuticas, 
específico para o estabelecimento, visando ao atendimento do 
disposto na Resolução 44/2009, de acordo com as atividades 
realizadas? 
 Cap VII, Art. 
85 
11. É mantida a proibição de utilizar qualquer dependência da 
drogaria como consultório ou outro fim diverso do 
licenciamento? 
 Cap VIII, art. 
90 
11.1 É mantida a proibição de oferecer outros serviços que não 
estejam relacionados com a dispensação de medicamentos, a 
atenção farmacêutica e a perfuração de lóbulo auricular? 
 Cap VIII, Art. 
90, parágrafo 
único 
OBS.*: NA = Não se aplica. 
 
Data_______/_______/___________ 
 
 
 
__________________________________________________ 
Assinatura do Farmacêutico CRF/AC 
 
 
 
__________________________________________________ 
Razão Social/CNPJ 
 
 
 
66 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR11 
Revisão 01 
QUALIFICAÇÃO DE 
FORNECEDORES 
Emissão 13/02/2023 
Páginas 1/2 
 
1. OBJETIVO 
Definir as ações a serem aplicadas na Avaliação e Qualificação dos 
fornecedores de medicamentos, perfumarias e correlatos. 
2. RESPONSABILIDADES 
Deve ser realizado pelo responsável técnico: farmacêutico. 
3. MATERIAIS 
 Documentação de regularidade dos fornecedores. 
 Ficha de avaliação dos fornecedores. 
4. PROCEDIMENTO 
4.1. A qualificação dos fornecedores deverá ser feita abrangendo os 
seguintes critérios: 
4.1.1. Comprovação de regularidade perante as autoridades sanitárias e aos 
respectivos conselhos de classe, através de: 
I. Alvará sanitário e Autorização Especial (no caso de fornecedores de 
substancias sujeitas ao controle especial); 
II. Alvará de funcionamento e localização; 
III. Certidão de regularidade do conselho. 
4.1.2. Avaliação do Histórico de fornecimentos de acordo com a ficha de 
avaliação. 
4.1.3. As condições do transporte serão avaliadas, verificando os veículos 
utilizados. 
4.2. O Fornecedor será considerado qualificado quando: 
67 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR11 
Revisão 01 
QUALIFICAÇÃO DE 
FORNECEDORES 
Emissão 13/02/2023 
Páginas 2/2 
 
4.2.1. Cumprir todos os requisitos exigidos, incluindo uma boa avaliação de 
seus fornecimentos; 
4.2.2. Cumprir os prazos de entrega e boas condições de transporte das 
mercadorias; 
4.2.3. Os transportes utilizados pelas empresas apresentar em boas condições. 
4.3. O fornecedor será avaliado da seguindo forma: 
4.3.1. Ficha de avaliação em anexos, e sempre que houver alguma 
inconformidadeserá registrado na ficha; 
4.3.2. Caso as ocorrências se repitam o representante da empresa será 
alertado sobre os problemas, para que seja solucionado. 
5. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 
 ANVISA, RDC N°44/2009. 
6. ANEXO 
 Ficha de Avaliação do Histórico de Fornecimentos (Pg. 68). 
7. HISTÓRICO DE REVISÃO 
Versão Elaborado por: Aprovado por: Revisar em: 
 
01 
 
_______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
13/02/2023 
 
______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
01/03/2023 
 
01/03/2024 
 
 
68 
 
 
 
JOAO BARROSO DA COSTA 
CNPJ N° 63.601.929/0001-52 
PLÁCIDO DE CASTRO - AC, RUA CAETES, 295 
Telefone (DDD): (68) 3267-1052 
E-MAIL: joaobarroso35@hotmail.com 
 
QUESTIONÁRIO AVALIATIVO PARA QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDOR: 
DATA: ________/________/____________ 
FORNECEDOR: ______________________________________________________ 
SIM NÃO 
Cumprimento do prazo de entrega 
Condições de embalagem 
Transporte adequado para o tipo de medicação 
Correspondência entre o pedido e a nota fiscal de 
entrega 
 
 
 
Resultado da Avaliação: ________________________________________________ 
___________________________________________________________________ 
 
 
 
 
 
 
 
69 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR12 
Revisão 01 
AQUISIÇÃO DE PRODUTOS Emissão 13/02/2023 
Páginas 1/3 
 
1. OBJETIVO 
Definir os procedimentos e os horários para as compras de medicamentos e 
perfumarias. 
2. RESPONSABILIDADES 
Deve ser realizado pelos funcionários do setor de compras e estoque, que 
neste estabelecimento trata-se do farmacêutico gerente. 
3. MATERIAIS 
 Computador; 
 Caneta Esferográfica; 
 Papel; 
 Planilhas; 
 Celular (whatsApp); 
 Impressora. 
4. PRECAUÇÕES: 
 Somente podem ser adquiridos produtos regularizados junto a ANVISA, 
conforme legislação vigente; 
 A regularidade dos produtos consiste no registro, notificação ou cadastro, 
conforme a exigência determinada em legislação sanitária específica para 
cada categoria de produtos; 
 As farmácias e drogarias devem estabelecer, documentar e implementar 
critérios para garantir a origem e qualidade dos produtos adquiridos; 
70 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR12 
Revisão 01 
AQUISIÇÃO DE PRODUTOS Emissão 13/02/2023 
Páginas 2/3 
 
 A aquisição de produtos deve ser feita por meio de distribuidoras 
legalmente autorizadas e licenciadas conforme legislação sanitária vigente. 
5. PROCEDIMENTO: 
5.1. Compras de medicamentos: 
5.1.1. Verificação diária das faltas de medicamentos, de preferência no ato da 
venda do penúltimo produto; 
5.1.2. Cotação de preços junto aos fornecedores para verificar melhor oferta, 
além dos prazos de pagamento e agilidade na entrega; 
5.1.3. Confirmar documentação do fornecedor para verificar se está legalmente 
habilitada; 
5.1.4. Efetuar o pedido diariamente, ou conforme necessidade através de 
visitação de representantes das distribuidoras, telefone, celular (WhatsApp) e 
E-mail. 
5.2. Compras de perfumaria: 
5.2.1. Todos os pedidos de perfumaria são realizados de acordo com a agenda 
do setor de compras ou demanda da drogaria; 
5..2.2. As encomendas de perfumarias e outros produtos não medicamentosos 
são lançados no sistema da drogaria até as 16:00 horas; 
5.2.3. Manter planilha de todos os produtos com estoque baixo, faltas diárias e 
produtos novos para manter na drogaria. 
 
6. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 
 ANVISA, RDC N°44/2009. 
71 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR12 
Revisão 01 
AQUISIÇÃO DE PRODUTOS Emissão 13/02/2023 
Páginas 3/3 
 
7. HISTÓRICO DE REVISÃO 
Versão Elaborado por: Aprovado por: Revisar em: 
 
01 
 
_______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
13/02/2023 
 
______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
01/03/2023 
 
01/03/2024 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
72 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR13 
Revisão 01 
RECEBIMENTO E 
CONFERÊNCIA DE PRODUTOS 
Emissão 13/02/2023 
Páginas 1/2 
 
1. OBJETIVO 
Estabelecer normas para o correto desempenho das funções de conferência e 
recebimento de medicamentos no estabelecimento. 
2. RESPONSABILIDADES 
Responsável Técnica (farmacêutica) e Funcionários do Estoque (se houver). 
3. PRECAUÇÕES: 
 O recebimento dos medicamentos deve ser realizado em área específica, por 
pessoas treinadas e, de acordo com procedimento estabelecido; 
 Somente é permitido o recebimento de produtos que atendam aos critérios 
definidos para a aquisição e que tenham sido transportados conforme 
especificações do fabricante e condições estabelecidas na legislação sanitária; 
 Qualquer divergência ou qualquer outro problema que possa afetar a qualidade 
dos medicamentos deve ser analisado pelo farmacêutico para orientar quanto às 
providencias a serem adotadas. 
4. PROCEDIMENTO: 
4.1. Devem ser observadas as condições do transporte dos produtos de acordo 
com a legislação sanitária; 
4.2. No momento do recebimento deverá ser verificado o bom estado de 
conservação, a legibilidade do número de lote, prazo de validade e a presença 
de mecanismos de conferência da autenticidade e origem do produto, além de 
observadas outras especificidades legais e regulamentares vigentes sobre o 
rótulo e embalagem, a fim de evitar a exposição dos usuários a produtos 
falsificados, corrompidos, adulterados, alterados ou impróprios para o uso; 
73 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR13 
Revisão 01 
RECEBIMENTO E 
CONFERÊNCIA DE PRODUTOS 
Emissão 13/02/2023 
Páginas 2/2 
 
4.3. O nome, o número do lote e o fabricante dos produtos adquiridos devem 
ser descriminados na nota fiscal de compra e serem conferidos no momento do 
recebimento; 
4.4. Caso haja suspeita de que os produtos sujeitos a normas de vigilância 
sanitária tenham sido falsificados, corrompidos, adulterados, alterados, ou 
impróprios para o uso, estes devem era imediatamente separados dos demais 
produtos, em ambiente seguro e diversos da área de dispensação, devendo a 
sua identificação indicar claramente que não se destinam ao uso ou 
comercialização; 
4.5. O farmacêutico deve notificar imediatamente a autoridade sanitária 
competente, informando os dados de identificação do produto, de forma a 
permitir ações sanitárias permanentes. 
5. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 
 ANVISA, RDC N°44/2009. 
 RESOLUÇÃO, RDC n° 33, de 19 de abril de 2000. 
 Lei n° 5991, de 17 de dezembro de 1973. 
6. HISTÓRICO DE REVISÃO 
Versão Elaborado por: Aprovado por: Revisar em: 
 
01 
 
_______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
13/02/2023 
 
______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
01/03/2023 
 
01/03/2024 
 
74 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR14 
Revisão 01 
DISPENSAÇÃO DE 
MEDICAMENTOS 
Emissão 13/02/2023 
Páginas 1/4 
 
1. OBJETIVO 
Descrever as atividades de comercialização, dispensação de medicamentos, 
assim como assegurar o direito à informação e orientação quanto ao uso 
adequado do medicamento. 
2. RESPONSABILIDADES 
Responsável Técnica (farmacêutica) e atendentes de farmácia. 
3. DEFINIÇÕES: 
Medicamento: produto farmacêutico, tecnicamente obtido ou elaborado, com 
finalidade profilática, curativa, paliativa ou para fins de diagnóstico. 
Medicamento de Referência: produto inovador registrado no órgão federal 
responsável pela vigilância sanitária e comercializado no país, cuja eficácia, 
segurança, e qualidade foram comprovados cientificamente junto ao órgão 
federal competente, por ocasião do registro. 
Medicamento Genérico: medicamento similar a um produto de referência ou 
inovador, que se pretende ser por este intercambiável, geralmente produzido 
após expiração ou renúncia da proteção patentária ou de outros direitosde 
exclusividade, comprovada a sua eficácia, segurança e qualidade, e designado 
pela DCB ou na sua ausência pela DCI. 
Medicamento Similar: aquele que contém o mesmo (s) princípios ativos, a 
mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e 
indicação terapêutica, preventiva ou diagnóstico, do medicamento de 
referência, podendo diferir somente em característica relativas ao tamanho e 
forma do produto, prazo de validade, embalagem, rotulagem, excipiente e 
veículos, devendo sempre ser identificado por nome comercial ou marca. 
75 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR14 
Revisão 01 
DISPENSAÇÃO DE 
MEDICAMENTOS 
Emissão 13/02/2023 
Páginas 2/4 
 
Medicamentos Não Prescritos: são aqueles cuja dispensação não requer 
prescrição por profissional habilitado. 
Medicamentos de Uso Contínuo: são aqueles empregados no tratamento de 
doenças crônicas e ou degenerativas, utilizados continuamente 
Medicamentos Tarjados: são os medicamentos cujo uso requer a prescrição 
por profissional habilitado e que apresentem, em sua embalagem, tarja 
(vermelha ou preta) indicativa desta necessidade. 
Problema relacionado ao medicamento: situação de risco potencial ou real 
na vigência de um tratamento medicamentoso. 
4. PRECAUÇÕES 
 O estabelecimento farmacêutico deve assegurar ao usuário o direito à 
informação e orientação quanto ao uso de medicamentos; 
 O estabelecimento deve manter à disposição dos usuários, em local de fácil 
visualização e de modo a permitir a imediata identificação, lista atualizada 
dos medicamentos genéricos comercializados no país, conforme relação 
divulgada pela Anvisa e disponibilizada no seu sítio eletrônico no endereço 
http://www.anvisa.gov.br. 
 São elementos importantes da orientação, entre outros, a ênfase no 
cumprimento da posologia, a influência dos alimentos, a interação com 
outros medicamentos, o reconhecimento de reações adversas potenciais e 
as condições de conservação do produto. 
 Os medicamentos sujeitos à prescrição somente podem ser dispensados 
mediante apresentação da respectiva receita. 
 
http://www.anvisa.gov.br/
76 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR14 
Revisão 01 
DISPENSAÇÃO DE 
MEDICAMENTOS 
Emissão 13/02/2023 
Páginas 3/4 
 
5. PROCEDIMENTO: 
5.1. O farmacêutico deverá avaliar as receitas observando os seguintes itens: 
I - Legibilidade e ausência de rasuras e emendas; 
II - Identificação do usuário; 
III - Identificação do medicamento, concentração, dosagem, forma farmacêutica 
e quantidade; 
IV - Modo de usar ou posologia; 
V - Duração do tratamento; 
VI - Local e data da emissão; e 
VII - Assinatura e identificação do prescritor com o número de registro no 
respectivo conselho profissional. 
5.2. O prescritor deve ser contatado para esclarecer eventuais problemas ou dúvidas 
detectadas no momento da avaliação da receita. 
5.3. Não podem ser dispensados medicamentos cujas receitas estiverem ilegíveis ou 
que possam induzir a erro ou confusão. 
5.4. No momento da dispensação dos medicamentos deve ser feita a inspeção visual 
para verificar, no mínimo, a identificação do medicamento, o prazo de validade e a 
integridade da embalagem. 
6. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 
 ANVISA, RDC N°44/2009. 
 RESOLUÇÃO, RDC n° 33, de 19 de abril de 2000. 
 
77 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR14 
Revisão 01 
DISPENSAÇÃO DE 
MEDICAMENTOS 
Emissão 13/02/2023 
Páginas 4/4 
 
 RESOLUÇÃO Nº 357 DE 20 DE ABRIL DE 2001: Aprova o regulamento 
técnico das Boas Práticas de Farmácia. 
 Lei n° 5991, de 17 de dezembro de 1973. 
7. HISTÓRICO DE REVISÃO 
Versão Elaborado por: Aprovado por: Revisar em: 
 
01 
 
_______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
13/02/2023 
 
______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
01/03/2023 
 
01/03/2024 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
78 
 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR15 
Revisão 01 
DISPENSAÇÃO DE 
MEDICAMENTOS 
ANTIMICROBIANOS 
Emissão 13/02/2023 
Páginas 1/5 
 
1. OBJETIVO 
Descrever as atividades de comercialização, dispensação de medicamentos 
antimicrobianos, assim como assegurar o direito à informação e orientação 
quanto ao uso adequado dos medicamentos previsto na RDC 471/2021. 
2. RESPONSABILIDADES 
Responsável Técnica (farmacêutica). 
3. DEFINIÇÕES: 
Antimicrobiano: Substância que previne a proliferação de agentes infecciosos 
ou microorganismos ou que mata agentes infecciosos para prevenir a 
disseminação da infecção; 
Dispensação: Ato do profissional farmacêutico de proporcionar um ou mais 
medicamentos a um paciente, geralmente, como resposta à apresentação de 
uma receita elaborada por um profissional autorizado. Neste ato, o 
farmacêutico informa e orienta ao paciente sobre o uso adequado desse 
medicamento. São elementos importantes desta orientação, entre outros, a 
ênfase no cumprimento do regime posológico, a influência dos alimentos, a 
interação com outros medicamentos, o reconhecimento de reações adversas 
potenciais e as condições de conservação do produto; 
Posologia: Incluem a descrição da dose de um medicamento, os intervalos 
entre as administrações e o tempo do tratamento. Não deve ser confundido 
com "dose" - quantidade total de um medicamento que se administra de uma 
só vez; 
 
79 
 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR15 
Revisão 01 
DISPENSAÇÃO DE 
MEDICAMENTOS 
ANTIMICROBIANOS 
Emissão 13/02/2023 
Páginas 2/5 
 
Receita: Documento, de caráter sanitário, normalizado e obrigatório mediante 
a qual profissionais legalmente habilitados e no âmbito das suas competências, 
prescrevem aos pacientes os medicamentos sujeitos a prescrição, para sua 
dispensação por um farmacêutico ou sob sua supervisão em farmácia e 
drogarias ou em outros estabelecimentos de saúde, devidamente autorizados 
para a dispensação de medicamentos; 
Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC): 
instrumento informatizado para captura e tratamento de dados sobre produção, 
comércio e uso de substâncias ou medicamentos; 
Tratamento prolongado: Terapia medicamentosa a ser utilizada por período 
superior a trinta dias. 
4. PRECAUÇÕES 
 A dispensação de medicamentos contendo substâncias listadas no Anexo 
da RDC 20, DE 5 DE MAIO DE 2011, isolada ou em associação, fica sujeita 
a retenção de receita e escrituração em farmácias e drogarias. 
 A prescrição de medicamentos antimicrobianos deverá ser realizada em 
receituário privativo do prescritor ou do estabelecimento de saúde, não 
havendo, portanto, modelo de receita específico. 
 A receita deve ser prescrita de forma legível, sem rasuras, em 2 (duas) vias 
e contendo os seguintes dados obrigatórios: 
I - Identificação do paciente: nome completo, idade e sexo; 
II - Nome do medicamento ou da substância prescrita sob a forma de 
Denominação Comum Brasileira (DCB), dose ou concentração, forma farmacêutica, 
posologia e quantidade (em algarismos arábicos); 
80 
 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR15 
Revisão 01 
DISPENSAÇÃO DE 
MEDICAMENTOS 
ANTIMICROBIANOS 
Emissão 13/02/2023 
Páginas 3/5 
 
III - Identificação do emitente: nome do profissional com sua inscrição no 
Conselho Regional ou nome da instituição, endereço completo, telefone, assinatura e 
marcação gráfica (carimbo); e 
IV - Data da emissão. 
 A receita de antimicrobianos é válida em todo o território nacional, por 10 (dez) 
dias a contar da data de sua emissão. 
 São atribuições privativas do farmacêutico a dispensação e o controle de 
antimicrobianos. 
5. PROCEDIMENTO 
5.1. Da dispensação e da retenção de receita: 
5.1.1. A dispensação em farmácias e drogarias públicas e privadas dar-se-á 
mediante a retenção da 2ª (segunda) via da receita, devendo a 1ª (primeira) via 
ser devolvida ao paciente. 
5.1.2.O farmacêutico não poderá aceitar receitas posteriores ao prazo de 
validade estabelecido nos termos desta Resolução. 
5.1.3. As receitas somente poderão ser dispensadas pelo farmacêutico quando 
apresentadas de forma legível e sem rasuras. 
5.1.4. No ato da dispensação devem ser registrados nas duas vias da receita 
os seguintes dados: 
I - a data da dispensação; 
II - a quantidade aviada do antimicrobiano; 
III - o número do lote do medicamento dispensado; e 
81 
 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR15 
Revisão 01 
DISPENSAÇÃO DE 
MEDICAMENTOS 
ANTIMICROBIANOS 
Emissão 13/02/2023 
Páginas 4/5 
 
IV - a rubrica do farmacêutico, atestando o atendimento, no verso da receita. 
5.1.5. A dispensação de antimicrobianos deve atender essencialmente ao 
tratamento prescrito, inclusive mediante apresentação comercial fracionável, 
nos termos da Resolução RDC nº 80/2006 ou da que vier a substituí-la. 
5.2. Da escrituração e do monitoramento: 
5.2.1. As farmácias e drogarias credenciadas no Sistema Nacional de 
Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC) devem realizar o controle 
da movimentação e do estoque de substâncias ou medicamentos contendo 
antimicrobianos por meio de sistema informatizado compatível com as 
especificações e padrões de transmissão estabelecidos por esta Agência, de 
modo a garantir a interoperabilidade entre os sistemas. 
5.2.2. A escrituração de todas as operações relacionadas com substâncias ou 
medicamentos contendo antimicrobianos deve ser transmitida eletronicamente 
pelo Pharma Connection, com no máximo 7 dias, a contar da data da 
dispensação. 
5.2.3. O responsável técnico da drogaria (farmacêutico) é o responsável pela 
escrituração do estoque e da movimentação de substâncias ou medicamentos 
sujeitos a controle especial junto ao SNGPC. 
6. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 
 ANVISA, RDC N°44/2009. 
 RESOLUÇÃO, RDC n° 33, de 19 de abril de 2000. 
 RESOLUÇÃO ANVISA – RDC Nº 20, DE 5 DE MAIO DE 2011. 
 RESOLUÇÃO Nº 357 DE 20 DE ABRIL DE 2001. 
82 
 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR15 
Revisão 01 
DISPENSAÇÃO DE 
MEDICAMENTOS 
ANTIMICROBIANOS 
Emissão 13/02/2023 
Páginas 5/5 
 
7. HISTÓRICO DE REVISÃO 
Versão Elaborado por: Aprovado por: Revisar em: 
 
01 
 
_______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
13/02/2023 
 
______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
01/03/2023 
 
01/03/2024 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
83 
 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR16 
Revisão 01 
DEVOLUÇÃO DE PRODUTOS 
AOS FORNECEDORES 
Emissão 13/02/2023 
Páginas 1/3 
 
1. OBJETIVO 
Padronizar os procedimentos de devolução de medicamentos, e demais 
mercadorias, quando necessário. 
2. RESPONSABILIDADES 
Responsável Técnica (farmacêutica). 
3. Materiais 
 Notas fiscal; 
 Produtos a serem devolvidos; 
 Computador. 
4. PRECAUÇÕES 
 Devolver todo e qualquer produto danificado ou vencido aos fornecedores; 
 Verificar um a um os produtos recebidos, a fim de constatar alteração na 
embalagem, bem como o prazo de validade. 
5. PROCEDIMENTO 
5.1. Instruir os funcionários que recebem os produtos que, durante o 
recebimento dos produtos deve ser avaliado o seguinte: 
I – Se os medicamentos estão nas respectivas embalagens originais e estas 
não tenham sido abertas e se encontram em boas condições; 
II – Se os medicamentos estão armazenados ou se foram manuseados de 
modo adequado, conforme suas especificações; 
84 
 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR16 
Revisão 01 
DEVOLUÇÃO DE PRODUTOS 
AOS FORNECEDORES 
Emissão 13/02/2023 
Páginas 2/3 
 
III – Se o período remanescente até o fim do prazo de validade for aceitável 
para que o produto percorra as outras etapas da cadeia, até o consumo e 
mantidas a sua validade; 
IV – Os produtos devem ser examinados pelo farmacêutico responsável com 
avaliação que atenda a natureza do produto, às eventuais condições de 
armazenamento que necessita e, ao tempo decorrido desde que foi enviado. 
5.2. Os produtos que não se enquadram nos requisitos acima devem ser identificados 
e separados dos estoques comercializáveis para evitar a redistribuição até que seja 
adotada uma decisão quanto ao seu destino; 
5.3. Caso se decida pela devolução contatar o fornecedor por e-mail ou celular; 
5.4. O setor administrativo (contabilidade) deverá emitir uma nota de devolução 
referente aos produtos irregulares, juntamente com a respectiva cópia da nota fiscal; 
5.5. A baixa no estoque é efetuada pelo setor administrativo (controle de estoque); 
5.6. Devem ser mantidos registros das devoluções e o farmacêutico responsável deve 
aprovar formalmente a reintegração dos medicamentos; 
5.7. Os produtos qualificados poderão ser vendidos normalmente. 
 
6. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 
 Lei n° 5991, de 17 de dezembro de 1973. 
 RESOLUÇÃO, RDC n° 33, de 19 de abril de 2000. 
 ANVISA, RDC N°44/2009. 
 
 
85 
 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR16 
Revisão 01 
DEVOLUÇÃO DE PRODUTOS 
AOS FORNECEDORES 
Emissão 13/02/2023 
Páginas 3/3 
 
7. HISTÓRICO DE REVISÃO 
Versão Elaborado por: Aprovado por: Revisar em: 
 
01 
 
_______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
13/02/2023 
 
______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
01/03/2023 
 
01/03/2024 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
86 
 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR17 
Revisão 01 
ARMAZENAMENTO DE 
PRODUTOS 
Emissão 14/02/2023 
Páginas 1/5 
 
1. OBJETIVO 
Definir os procedimentos e as normas para armazenar os medicamentos, 
perfumarias e correlatos, garantindo a segurança na qualidade dos mesmos. 
2. RESPONSABILIDADES 
Responsável Técnica (farmacêutica). 
3. DEFINIÇÕES 
 Medicamentos Termolábeis: são medicamentos sensíveis à ação da 
temperatura e que por isso geralmente requerem armazenamento sob 
refrigeração (entre 2ºC e 8ºC). Devem ser armazenados em refrigeradores 
destinados a essa finalidade. 
 Medicamentos Fotossensíveis: são medicamentos sensíveis à ação da 
luz e devem ser armazenados protegidos em suas próprias embalagens, 
em embalagens de cor âmbar ou em bins com proteção contra à luz solar 
e artificial. 
 Medicamentos sujeitos a Controle Especial: são medicamentos que têm 
ação no sistema nervoso central podendo causar dependência física ou 
química. Devem ser obrigatoriamente guardados em local próprio sob 
chave ou outro dispositivo que ofereça segurança, em local exclusivo para 
este fim, sob a responsabilidade do farmacêutico, com acesso apenas a 
pessoas autorizadas, conforme determinações da Portaria nº 344/1998 da 
ANVISA. 
 Lote: quantidade definida de medicamento ou material que foi produzido, 
sob condições uniformes e dentro de um mesmo período de tempo. 
87 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR17 
Revisão 01 
ARMAZENAMENTO DE 
PRODUTOS 
Emissão 14/02/2023 
Páginas 2/5 
 
 Suportes para armazenamento: são estrados, prateleiras, gôndolas, 
estantes, armários ou bins, usados para armazenamento dos 
medicamentos em locais que não receba luz direta ou em contato com a 
umidade. 
 Empilhamento: sistema de armazenagem que consiste em colocar as 
caixas em pilhas (umas em cima das outras) dentro de uma altura razoável. 
Deve-se observar o empilhamento máximo permitido pelo fabricante em 
cada tipo de caixa, evitando esmagamento que pode danificar as 
características originais dos medicamentos e materiais. A pilha de caixa 
deve manter distância entre as pilhas, paredes e tetos para facilitar a 
circulação de ar. 
4. MATERIAIS 
 Etiquetas; 
 Durex; 
 Caixa com as mercadorias. 
5. PRECAUÇÕES 
 Os medicamentos isentos de prescrição poderão permanecer ao alcance 
dos usuários para obtenção por meio de autosserviço, devendo serdispostos de forma separada dos demais produtos comercializados na área 
de autosserviço; 
 Os medicamentos isentos de prescrição e de mesmos princípios ativos (no 
caso de associações) devem permanecer organizados em um mesmo local 
e serem identificados, de forma visível ao usuário, com a Denominação 
Comum Brasileira (CDB) do (s) (princípio (s) ativo (s) ou, em sua falta, da 
Denominação Comum Internacional (DCI); 
88 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR17 
Revisão 01 
ARMAZENAMENTO DE 
PRODUTOS 
Emissão 14/02/2023 
Páginas 3/5 
 
 Na área destina aos medicamentos, deve estar exposto cartaz, em local 
visível ao público, contendo a seguinte orientação de forma legível: 
“MEDICAMENTOS PODEM CAUSAR REAÇÕES ADVERSAS E 
INTOXICAÇÕES. EVITE A AUTOMEDICAÇÃO: INFORME-SE COM O 
FARMACÊUTICO”. 
 Todos os produtos devem ser armazenados de forma ordenada, seguindo 
as especificações do fabricante e sob condições que garantam a 
manutenção de sua identidade, integridade, qualidade, segurança, eficácia 
e rastreabilidade; 
 O ambiente deve ser mantido limpo, protegido de ação direta da luz solar, 
umidade e calor, de modo a preservar a identidade e integridade química, 
física e microbiológica, garantindo a qualidade e segurança dos mesmos; 
 Para aqueles produtos que exigem armazenamentos em temperatura 
abaixo da temperatura ambiente, devem ser obtidas as especificações 
declaradas na respectiva embalagem devendo a temperatura do local ser 
medida e registrada diariamente; 
 O estabelecimento que realizar dispensação de medicamentos sujeitos a 
controle especial deve dispor de sistema segregado (armário resistente ou 
sala própria) com chave para o seu armazenamento, sob guarda do 
farmacêutico, observando as demais condições estabelecidas em 
legislação específica; 
 Os produtos violados, vencidos, sob suspeita de falsificação, corrupção, 
adulteração ou alteração devem ser segregados em ambiente seguro e 
diversos da área de dispensação e, identificados quanto a sua condição e 
destino, de modo a evitar sua entrega ao consumo. 
89 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR17 
Revisão 01 
ARMAZENAMENTO DE 
PRODUTOS 
Emissão 14/02/2023 
Páginas 4/5 
 
6. PROCEDIMENTO 
6.1. As prateleiras devem ser afastadas da parede 3 cm e do piso 30 cm, 
evitando com isso insetos e respingos de água; 
6.2. As prateleiras onde são armazenados os medicamentos devem ter 
capacidade suficiente para assegurar a estocagem das diversas categorias 
como: pomadas, suspensão, xarope, comprimidos, etc. 
6.3. Os medicamentos devem ser estocados em local identificado e ordenados 
de modo a facilitar sua localização para dispensação, sem riscos de troca. Os 
medicamentos serão estocados por ordem alfabética e por classe terapêutica. 
6.4. A temperatura normal que deve ser mantida dentro da farmácia de 
dispensação é de 25°C a 30°C, para conservação dos medicamentos e, para 
tal a farmácia deve dispor de termômetros fixados à parede que seja de fácil 
monitoramento diário mantendo seus registros. Dispor ainda de ventiladores e 
exaustores quando condições estiverem em desacordo. 
6.5. A farmácia deve dispor de local específico para medicamento de controle 
especial, como armário resistente, fechado com chave ou outro dispositivo que 
ofereça segurança, sendo este de posse exclusivamente do farmacêutico 
responsável. 
6.6. A farmácia deve dispor de geladeira para assegurar o armazenamento de 
produtos termolábeis (quando esses se fizerem presentes), que devem ser 
mantidos sob refrigeração entre 4 e 8° C com registro diário de temperatura. 
6.7. Saneantes domissanitários, produtos veterinários, aparelhos e acessórios 
todos esses produtos devem estar em local específico, separados dos demais 
produtos e medicamentos. 
90 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR17 
Revisão 01 
ARMAZENAMENTO DE 
PRODUTOS 
Emissão 14/02/2023 
Páginas 5/5 
 
6.8. Os produtos corrosivos, inflamáveis ou explosivos são armazenados em 
local distinto, em área de circulação restrita aos funcionários e longe de fontes 
de calor e de materiais que provoquem faíscas e de acordo com as legislações 
Municipal, Estadual e Federal. 
7. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 
 Lei n° 5991, de 17 de dezembro de 1973. 
 RESOLUÇÃO, RDC n° 33, de 19 de abril de 2000. 
 ANVISA, RDC N°44/2009. 
 RESOLUÇÃO, RDC n° 41, de 26 de julho de 2012. 
 
8. HISTÓRICO DE REVISÃO 
Versão Elaborado por: Aprovado por: Revisar em: 
 
01 
 
_______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
14/02/2023 
 
______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
01/03/2023 
 
01/03/2024 
 
 
 
 
 
 
91 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR18 
Revisão 01 
CONTROLE DA TEMPERATURA 
E UMIDADE DO AMBIENTE 
Emissão 14/02/2023 
Páginas 1/4 
 
1. OBJETIVO 
Definir os procedimentos e rotinas para o monitoramento e controle de 
temperatura e umidade, e registros dos mesmos, assegurando a qualidade da 
drogaria e dos locais destinados ao armazenamento de medicamentos e 
correlatos. 
2. RESPONSABILIDADES 
Responsável Técnica (farmacêutica). 
3. MATERIAIS 
 Termo higrômetro; 
 Caneta; 
 Planilha para registro. 
4. DEFINIÇÕES 
Termo higrômetro: Instrumento que permite a leitura da temperatura e 
umidade de um ambiente, interno e externo. 
5. PROCEDIMENTO 
5.1 Temperatura 
5.1.1. Os termo higrômetros serão calibrados anualmente ou substituídos por 
novos, de acordo com o menor custo para a empresa, quando substituídos, a 
nota fiscal de compra ficará arquivada para comprovação. 
5.1.2. Manter a temperatura da área de dispensação, estoque e sala de 
controlados entre 15 e 30ºC durante todo o tempo. Isto é importante para 
garantir a qualidade e estabilidade dos medicamentos e correlatos. 
92 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR18 
Revisão 01 
CONTROLE DA TEMPERATURA 
E UMIDADE DO AMBIENTE 
Emissão 14/02/2023 
Páginas 2/4 
 
5.1.3. A temperatura das geladeiras deve permanecer entre 2°C e 8°C, durante 
todo o tempo para manter a qualidade e estabilidade dos termolábeis; 
5.1.4. A temperatura será verificada, diariamente no turno matutino (entre 7:00 
a 8:00 horas) e vespertino (entre 14:00 e 15:00 horas). Será registrado no 
protocolo (anexo 1, caso se aplique), a temperatura atual, mínima e máxima 
(se necessário) e horário em que foi verificada. 
5.1.5. Será utilizado o termo higrômetro para aferição da temperatura, após 
cada registro deve zerar o termo higrômetro de cada ambiente. 
5.1.6. Caso as temperaturas estejam fora da especificação (acima ou abaixo), 
adotar como ação corretiva o ajuste da temperatura do ar condicionado, tanto 
para mais ou para menos, de acordo com a necessidade. Fazer uma nova 
leitura uma hora após o ajuste para saber se o objetivo foi atingido. Fazer os 
ajustes quantas vezes se fizer necessário para que o local permaneça na faixa 
de temperatura e umidade especificada. 
5.1.7. O termo higrômetro utilizado para verificar a temperatura da geladeira 
também afere a temperatura do ambiente, apertar uma tecla que fica localizada 
atrás do mesmo, in/out e fazer a leitura, onde “in” afere a temperatura da 
geladeira e “out” a temperatura do ambiente. 
5.1.8. Caso ocorra defeito no refrigerador ou falta de energia por tempo 
prolongado, os medicamentos serão colocados em caixas de isopor com gelo 
próprio para conservação da temperatura. 
5.1.9. Quando for necessária a ação corretiva, a mesma deve ser registrada no 
formulário para a leitura no Campo determinado para “Ação Corretiva” (anexo 
4), através de setas indicadoras de aumento (↑) ou diminuição (↓) de 
temperatura. Quando não for necessário preencher este campo, deve-se 
preencher este campo com NA (não se aplica). 
93 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR18 
Revisão 01 
CONTROLE DATEMPERATURA 
E UMIDADE DO AMBIENTE 
Emissão 14/02/2023 
Páginas 3/4 
 
5.2. Umidade relativa do ar (UR) 
5.2.1. Manter a umidade relativa do ar nos dentro da faixa entre 35% e 65%, 
esses valores foram fornecidos por alguns laboratórios, mas na legislação não 
tem valor específico. Este procedimento é importante para que os 
medicamentos e produtos sejam armazenados de forma adequada; 
5.2.2. Determinar umidade relativa, mínima, máxima e atual, diariamente, às 
12:00 e 13:00 horas, utilizando um termo higrômetro localizado na área de 
dispensação, estoque, geladeira e sala de controlados. 
5.2.3. Registrar a umidade no protocolo (anexos), a umidade atual, mínima e 
máxima e horário em que foi verificada. 
5.2.4. Será utilizado o termo higrômetro para aferição da umidade, após cada 
registro deve zerar o termo higrômetro de cada ambiente. 
5.2.5. Caso a umidade relativa do ar esteja abaixo da especificação sugerida, 
adotar como ação o uso do umidificador em locais diversos da drogaria; 
5.2.6. Caso a umidade fique acima do especificado será utilizado o ar 
condicionado na função desumidificador. 
5.2.7. Fazer uma leitura uma hora após o ajuste para saber se o objetivo foi 
atingido. Caso contrário refazer o ajuste quantas vezes se fizer necessário para 
que o local permaneça dentro da faixa umidade especificado. A ação corretiva 
adotada deverá ser registrada no formulário (anexo I) no campo ação corretiva, 
através de setas indicadoras de aumento (↑) ou diminuição (↓) da umidade. 
Quando não for necessário preencher este campo, deve-se preencher este 
campo com NA (não se aplica). 
 
 
94 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR18 
Revisão 01 
CONTROLE DA TEMPERATURA 
E UMIDADE DO AMBIENTE 
Emissão 14/02/2023 
Páginas 4/4 
 
6. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 
 Lei n° 5991, de 17 de dezembro de 1973. 
 RESOLUÇÃO, RDC n° 33, de 19 de abril de 2000. 
 ANVISA, RDC N°44/2009. 
 RESOLUÇÃO, RDC n° 41, de 26 de julho de 2012. 
 
7. ANEXOS 
 Registro de temperatura e umidade da geladeira (pg. 88); 
 Registro de temperatura e umidade da área de dispensação (balcão) (pg. 89); 
 Registro de temperatura e umidade da sala do farmacêutico e sala de injetáveis 
(pg. 90); 
 Registro de temperatura e umidade da área de estoque (pg. 95); 
 Registro de Ação Corretiva (pg. 95); 
 
8. HISTÓRICO DE REVISÃO 
Versão Elaborado por: Aprovado por: Revisar em: 
 
01 
 
_______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
14/02/2023 
 
______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
01/03/2023 
 
01/03/2024 
 
 
95 
 
 
 
Registro de temperatura e umidade da geladeira 
MÊS/ANO: _____________/__________ 
TEMPERARURA: Limite 15 a 30ºC 
UMIDADE 35% a 75% 
RESPONSÁVEL: farmacêutico, estagiários e auxiliares 
 
 
 
DIA 
MATUTINO (7:00 às 8:00 HORAS) VESPERTINO (14:00 às 15:00 HORAS) 
ATUAL MÁXIMA MÍNIMA ATUAL MÁXIMA MÍNIMA 
T 
(°C) 
U 
(%) 
T 
(°C) 
U 
(%) 
T 
(°C) 
U 
(%) 
T 
(°C) 
U 
(%) 
T 
(°C) 
U 
(%) 
T 
(°C) 
U 
(%) 
1 
2 
3 
4 
5 
6 
7 
8 
9 
10 
11 
12 
13 
14 
15 
16 
17 
18 
19 
20 
21 
22 
23 
24 
25 
26 
27 
28 
29 
30 
31 
 
 
 
96 
 
 
 
Registro de temperatura e umidade da área de 
dispensação (balcão) 
MÊS/ANO: _____________/__________ 
TEMPERARURA: Limite 15 a 30ºC 
UMIDADE 35% a 75% 
RESPONSÁVEL: farmacêutico, estagiários e auxiliares 
 
 
 
DIA 
MATUTINO (7:00 às 8:00 HORAS) VESPERTINO (14:00 às 15:00 HORAS) 
ATUAL MÁXIMA MÍNIMA ATUAL MÁXIMA MÍNIMA 
T 
(°C) 
U 
(%) 
T 
(°C) 
U 
(%) 
T 
(°C) 
U 
(%) 
T 
(°C) 
U 
(%) 
T 
(°C) 
U 
(%) 
T 
(°C) 
U 
(%) 
1 
2 
3 
4 
5 
6 
7 
8 
9 
10 
11 
12 
13 
14 
15 
16 
17 
18 
19 
20 
21 
22 
23 
24 
25 
26 
27 
28 
29 
30 
31 
 
 
97 
 
 
 
Registro de temperatura e umidade da sala do 
farmacêutico e sala de injetáveis 
MÊS/ANO: _____________/__________ 
TEMPERARURA: Limite 15 a 30ºC 
UMIDADE 35% a 75% 
RESPONSÁVEL: farmacêutico, estagiários e auxiliares 
 
 
DIA 
MATUTINO (7:00 às 8:00 HORAS) VESPERTINO (14:00 às 15:00 HORAS) 
ATUAL MÁXIMA MÍNIMA ATUAL MÁXIMA MÍNIMA 
T 
(°C) 
U 
(%) 
T 
(°C) 
U 
(%) 
T 
(°C) 
U 
(%) 
T 
(°C) 
U 
(%) 
T 
(°C) 
U 
(%) 
T 
(°C) 
U 
(%) 
1 
2 
3 
4 
5 
6 
7 
8 
9 
10 
11 
12 
13 
14 
15 
16 
17 
18 
19 
20 
21 
22 
23 
24 
25 
26 
27 
28 
29 
30 
31 
 
 
 
98 
 
 
 
Registro de temperatura e umidade da área de estoque 
MÊS/ANO: _____________/__________ 
TEMPERARURA: Limite 15 a 30ºC 
UMIDADE 35% a 75% 
RESPONSÁVEL: farmacêutico, estagiários e auxiliares 
 
 
 
DIA 
MATUTINO (7:00 às 8:00 HORAS) VESPERTINO (14:00 às 15:00 HORAS) 
ATUAL MÁXIMA MÍNIMA ATUAL MÁXIMA MÍNIMA 
T 
(°C) 
U 
(%) 
T 
(°C) 
U 
(%) 
T 
(°C) 
U 
(%) 
T 
(°C) 
U 
(%) 
T 
(°C) 
U 
(%) 
T 
(°C) 
U 
(%) 
1 
2 
3 
4 
5 
6 
7 
8 
9 
10 
11 
12 
13 
14 
15 
16 
17 
18 
19 
20 
21 
22 
23 
24 
25 
26 
27 
28 
29 
30 
31 
 
 
 
99 
 
 
 
REGISTRO DE AÇÃO CORRETIVA 
MÊS/ANO: _____________/__________ 
RESPONSÁVEL: farmacêutico (a) 
 
REGISTRO DE AÇÃO CORRETIVA 
Descrição da Ocorrência: 
____________________________________________________________________________ 
____________________________________________________________________________ 
____________________________________________________________________________ 
Qual ação realizada: 
____________________________________________________________________________ 
____________________________________________________________________________ 
____________________________________________________________________________ 
Quantas vezes realizou a ação: 
____________________________________________________________________________ 
____________________________________________________________________________ 
____________________________________________________________________________ 
Avaliação da Efetividade: 
____________________________________________________________________________ 
____________________________________________________________________________ 
____________________________________________________________________________ 
 
Data: _________/________/_______________ 
 
Responsável: __________________________________________________________________ 
 
 
 
100 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR19 
Revisão 01 
CONTROLE DE VALIDADE DOS 
PRODUTOSE MEDICAMENTOS 
Emissão 15/02/2023 
Páginas 1/2 
 
1. OBJETIVO 
Estabelecer normas para identificação e retirada de medicamentos de venda 
livre, medicamentos controlados (Port. 344/88 e RDC nº 20/2011), perfumarias 
e correlatos, no mês do vencimento para ser encaminhados ao destino final. 
2. RESPONSABILIDADES 
Responsável Técnica (farmacêutica). 
3. MATERIAIS 
 Etiquetas de bolinhas coloridas; 
 Programa pharma connection. 
4. PROCEDIMENTO 
4.1. Procedimento de identificação da data de validade dos medicamentos de 
venda livre e perfumaria, com vencimento nos próximos 6 meses. 
4.1.1. Durante o procedimento de limpeza das prateleiras e gondolas, realizado 
pelos funcionários, deve-se verificar a data de validade de todos os produtos 
com validade inferior a 6 meses, colocando etiquetas com o mês de 
vencimento; 
4.1.2. Para fazer a dispensação de um produto próximo ao vencimento, o 
atendente/farmacêutico deve avaliar a posologia e a duração de tratamento, a 
fim de garantir que o medicamento será consumido antes que o seu prazo de 
validade expire e o cliente deve ser informado sobre a data de validade do 
produto. 
 
101 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR19 
Revisão 01 
CONTROLE DE VALIDADE DOS 
PRODUTOS E MEDICAMENTOS 
Emissão 15/02/2023 
Páginas 2/2 
 
4.1.3. Os produtos são retirados das prateleiras no primeiro dia do mês do 
vencimento, pelo farmacêutico. 
4.2. Procedimentos de identificação da data de validade dos medicamentos 
controlados e antibióticos: 
4..2.1. Durante o procedimento de limpeza das prateleiras e gondolas, realizado 
pelos funcionários, deve-se verificar a data de validade de todos os produtos 
com validade inferior a 6 meses, colocando etiquetas com o mês de 
vencimento e, no caso dos medicamentos controlados (Port. 344/88 e RDC nº 
20/2011) o sistema Pharma connection acusa o prazo de validade 1 mês antes, 
quando o farmacêutico deve fazer a retirada da prateleira; 
4.2.2. Caso o medicamento a vencer atenda o tratamento do paciente dentro 
do mês, o medicamento poderá ser dispensado, desde que o cliente seja 
informado e concorde em levar. 
5. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 
 RESOLUÇÃO, RDC n° 33, de 19 de abril de 2000. 
 ANVISA, RDC N°44/2009. 
 RESOLUÇÃO, RDC n° 41, de 26 de julho de 2012. 
 
6. HISTÓRICO DE REVISÃO 
Versão Elaborado por: Aprovado por: Revisar em: 
 
01 
 
_______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
15/02/2023 
 
______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
01/03/2023 
 
01/03/2024 
102 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR20 
Revisão 01 
PRODUTOS VENCIDOS E/OU 
AVARIADOS 
Emissão 15/02/2023 
Páginas 1/3 
 
1. OBJETIVO 
Estabelecer os procedimentos a serem adotados quando houver 
medicamentos, medicamentos sujeitos ao controle especial, perfumarias e 
correlatos vencidos ou danificados, para descarte. 
2. RESPONSABILIDADES 
Responsável Técnica (farmacêutica). 
3. MATERIAIS 
 Caixa identificada; 
 Bombona; 
 Computador; 
 Protocolo. 
4. PROCEDIMENTO 
4.1 Medicamentos, correlatos e perfumarias vencidas: 
4.1.1. Quando ocorrer vencimento ou avarias de medicamentos, correlatos ou 
perfumaria, o funcionário deve retirar o produto da prateleira ou área de 
comercialização e colocá-lo na caixa que fica no estoque, identificada com os 
seguintes dizeres: “MEDICAMENTOS E PRODUTOS VENCIDOS”. 
4.1.2. O farmacêutico lança a perda no sistema, emite a nota fiscal e recolhe 
os produtos vencidos ou danificados e acondicionam os mesmos em uma caixa 
de papelão, que fica na sala de estoque, aguardando recolhimento pela 
empresa Paz ambiental. 
 
103 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR20 
Revisão 01 
PRODUTOS VENCIDOS E/OU 
AVARIADOS 
Emissão 15/02/2023 
Páginas 2/3 
 
4.2 Medicamentos Sujeito ao Controle Especial 
4.2.1. Quando ocorrer vencimento ou avarias de medicamentos controlados o 
produto é retirado da prateleira da sala de controlados (antimicrobianos e 
Portaria 344), colocado em uma caixa dentro da própria sala, identificada: 
“MEDICAMENTOS VENCIDOS DA PORTARIA 344, AGUARDANDO 
DESCARTE”; 
4.2.2. O farmacêutico lança a perda no sistema, emite a nota fiscal e deixa junto 
aos medicamentos aguardando recolhimento; 
4.2.3. Relacionar em duas vias os medicamentos no protocolo (anexos), 
anotando o nome, apresentação, fabricante, lote, data de validade, número da 
nota fiscal de compra, quantidade e motivo do descarte; 
4.2.4. As duas vias serão assinadas pelo funcionário da empresa Paz 
ambiental, no ato do recolhimento, uma via fica na drogaria e a outra vai junto 
com os medicamentos; 
4.2.5. Quando houver medicamentos da portaria 344, B2 ou da lista A, emitir 
três vias do formulário, uma via deverá ser entregue na Vigilância Sanitária de 
Plácido de Castro. 
 
5. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 
 RESOLUÇÃO, RDC n° 33, de 19 de abril de 2000. 
 ANVISA, RDC N°44/2009. 
 RESOLUÇÃO, RDC n° 41, de 26 de julho de 2012. 
 
 
104 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR20 
Revisão 01 
PRODUTOS VENCIDOS E/OU 
AVARIADOS 
Emissão 15/02/2023 
Páginas 3/3 
 
6. ANEXO 
 Descarte de Medicamentos Danificados e/ou com Validade Vencida 
(pg.105). 
 
7. HISTÓRICO DE REVISÃO 
Versão Elaborado por: Aprovado por: Revisar em: 
 
01 
 
_______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
15/02/2023 
 
______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
01/03/2023 
 
01/03/2024 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
105 
 
 
 
JOAO BARROSO DA COSTA 
CNPJ N° 63.601.929/0001-52 
PLÁCIDO DE CASTRO - AC, RUA CAETES, 295 
Telefone (DDD): (68) 3267-1052 
E-MAIL: joaobarroso35@hotmail.com 
 
DESCARTE DE MEDICAMENTOS DANIFICADOS E/OU COM VALIDADE VENCIDA 
Segue abaixo a relação dos produtos a serem recolhidos pela empresa Paz ambiental - 
Coleta e tratamento de resíduos perigosos 
Endereço: Av. Major Amarante, 4119 - Sala 403 - Centro - Vilhena/RO 
Telefone: (69) 3322-6752 
E-mail: comercial.pazambiental@gmail.com 
 
MEDICAMENTO FABRICANTE LOTE VALIDADE N.F DE 
PERDA 
QDE MOTIVO 
 
 
 
 
Medicamentos recolhidos pela Paz Ambiental. 
 
_____________________________________ 
RT – Farmácia 
 
_________________________________________ 
Empresa Paz ambiental 
 
Data: _____/_____/________ 
 
mailto:comercial.pazambiental@gmail.com
106 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR21 
Revisão 01 
ARQUIVAMENTO DE RECEITAS Emissão 15/02/2023 
Páginas 1/3 
 
1. OBJETIVO 
Descrever os procedimentos para armazenamento dos livros, balanços e 
receitas dos medicamentos controlados incluídos na Portaria 344/98 e 
antimicrobianos, e seu descarte após o termino do prazo. 
2. RESPONSABILIDADES 
Responsável Técnica (farmacêutica). 
3. MATERIAIS 
 Pasta sanfonada; 
 Caixa de arquivo. 
4. PROCEDIMENTO 
4.1. A execução de todas as atividades descritas nesse procedimento é de 
responsabilidade do farmacêutico. 
4.2. Após o termino do lançamento das receitas no SIAP (Programa utilizado 
para o envio do arquivo XML ao Sistema Nacional de Gerenciamento de 
Produtos Controlados) o farmacêutico vai juntar todas as receitas aviadas no 
dia dentro da pasta sanfonada na seção do mês em que foi lançada, formando 
um único documento. 
4.3. Posteriormente as receitas serão arquivadas em uma caixa de arquivo, 
quando não couberem receitas na pasta sanfonada ou no fim do ano. A caixa 
com todas as receitas do mês deve ser identificada por fora, com o mês e ano 
das receitas em seu interior e com os dizeres: RECEITAS DE 
MEDICAMENTOS CONTROLADOS. 
107 
 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR21 
Revisão 01 
ARQUIVAMENTO DE RECEITAS Emissão 15/02/2023 
Páginas 2/3 
 
NOTA: A caixa deve ser separada na parte administrativa e arquivadapelo 
período de 2 (dois) anos. 
4.4. As receitas de anabolizantes classificadas como C5. Devem após o 
termino do lançamento das receitas no SIAP (Programa utilizado para o envio 
do arquivo XML ao Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos 
Controlados). Ter suas receitas arquivadas em um envelope identificado com o 
mês da venda e posteriormente arquivado em uma caixa de arquivo, até que 
tenham todas as receitas do ano. A caixa com todas as receitas do ano deve 
ser identificada por fora, com o ano das receitas em seu interior e com os 
dizeres: RECEITAS DE MEDICAMENTOS “ANABOLIZANTES”. 
NOTA: A caixa deve ser separada na parte administrativa e arquivada pelo 
período de 5 (cinco) anos. 
4.5. Os livros de registro específicos e os balanços mensais, trimestrais e 
anuais apresentados e validados pela Vigilância Sanitária Municipal devem ser 
arquivados em um envelope identificado com o seu período de vigência e 
posteriormente arquivado em uma caixa de arquivo, até que contenha todos os 
livros e balanços do ano. A caixa com todos os documentos deve ser 
identificada por fora, com o ano dos documentos, o número da filial e com os 
dizeres: LIVROS DE REGISTRO E BALANCOS APRESENTADOS A 
VIGILÂNCIA. 
NOTA: A caixa deve ser separada na parte administrativa da filial e arquivada 
pelo período de 2 (dois) anos. 
4.6. Após o termino do armazenamento obrigatório das receitas, balanços e 
livro de registros. Os documentos devem ser inutilizados e descartados 
corretamente. 
108 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR21 
Revisão 01 
ARQUIVAMENTO DE RECEITAS Emissão 15/02/2023 
Páginas 3/3 
 
5. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 
 Portaria nº 344, de 12 de maio de 1998; 
 RDC Nº 471, de 23 de fevereiro de 2021. 
 
6. HISTÓRICO DE REVISÃO 
Versão Elaborado por: Aprovado por: Revisar em: 
 
01 
 
_______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
15/02/2023 
 
______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
01/03/2023 
 
01/03/2024 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
109 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR22 
Revisão 01 
NOTIFICAÇÃO DE INCIDENTES 
- NOTIVISA 
Emissão 15/02/2023 
Páginas 1/4 
 
1. OBJETIVO 
Descrever o procedimento para realização de notificação de incidentes, 
eventos adversos (EA) e queixas técnicas (QT) relacionadas ao uso de 
produtos e de serviços sob vigilância sanitária, no sistema informatizado da 
Anvisa, o NOTIVISA. 
 
2. RESPONSABILIDADES 
Responsável Técnica (farmacêutica). 
 
3. DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO 
3.1. Avaliação da ocorrência 
3.1.1. Os farmacêuticos do estabelecimento, ao identificarem todo e qualquer 
tipo de ocorrência relacionada à EA e/ou QT, deverão colher as informações 
com o cliente/paciente ou usuário e notificar no sistema. 
3.2. Acesso ao sistema 
3.2.1. O NOTIVISA deve ser acessado pelo link: 
https://www8.anvisa.gov.br/notivisa/frmLogin.asp 
3.2.2. Todos os farmacêuticos Diretores Técnicos já possuem cadastro no 
sistema. Para realizar o login devem colocar o e-mail e a senha a qual está 
cadastrado no SNGPC pela empresa. 
 
 
110 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR22 
Revisão 01 
NOTIFICAÇÃO DE INCIDENTES 
- NOTIVISA 
Emissão 15/02/2023 
Páginas 2/4 
 
 
3.2.3. O Farmacêutico terá acesso às funcionalidades abaixo: 
 Notificação; 
 Envio de notificação para o SNVS (Sistema Nacional de Vigilância Sanitária); 
 Notificações pendentes de envio; 
 Acompanhamento; 
 Exportação do banco de dados; 
 Alteração de dados cadastrais. 
 
111 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR22 
Revisão 01 
NOTIFICAÇÃO DE INCIDENTES 
- NOTIVISA 
Emissão 15/02/2023 
Páginas 3/4 
 
3.3. Notificação 
3.3.1. Para notificar, será apresentada a tela abaixo, que é composta pela aba 
Identificação. São apresentados dois blocos: bloco 1 – Identificação do 
Notificador, e bloco 2 – Produto Motivo da Notificação. 
3.3.2. Após selecionar o Produto Motivo da Notificação será apresentada a 
pergunta: Houve dano à saúde? e as opções Sim (EA) e Não (QT) para seleção. 
 
 
112 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR22 
Revisão 01 
NOTIFICAÇÃO DE INCIDENTES 
- NOTIVISA 
Emissão 15/02/2023 
Páginas 4/4 
 
3.3.3. O farmacêutico Assistente Técnico deverá reportar ao Diretor Técnico 
toda e qualquer ocorrência relacionada a EA e QT. 4. 
 
5. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 
 Manual do Usuário – NOTIVISA. 
 
6. HISTÓRICO DE REVISÃO 
Versão Elaborado por: Aprovado por: Revisar em: 
 
01 
 
_______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
15/02/2023 
 
______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
01/03/2023 
 
01/03/2024 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
113 
 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR23 
Revisão 01 
PRECAUÇÕES UNIVERSAIS Emissão 15/02/2023 
Páginas 1/3 
 
1. OBJETIVO 
Orientar os envolvidos para as rotinas de higienização e precaução com intuito 
de manter a integridade de profissionais e clientes, garantindo a prevenção de 
doenças. 
2. RESPONSABILIDADES 
Responsável Técnica (farmacêutica). 
3. DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO 
3.1. Apresentação pessoal do farmacêutico: 
 Crachá; 
 Jaleco padrão da empresa abotoado e limpo; 
 Sapato fechado; 
 Calça comprida; 
 Cabelo preso; 
 Barba feita; 
 Manter unhas naturais, limpas e curtas; 
 Não usar unhas postiças e evitar esmalte de cor escura; 
 Não utilizar adornos (relógio, brincos, anéis, colar e pulseiras). 
3.2. Uso de equipamentos de proteção individual (EPI’s): 
 Utilizar luvas de procedimento ao realizar qualquer serviço que contenha 
sangue ou outros fluidos corporais; 
 Retirar as luvas e descarta-las no lixo infectante após a realização dos 
procedimentos. 
 Trocar as luvas após o contato com cada cliente. 
114 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR23 
Revisão 01 
PRECAUÇÕES UNIVERSAIS Emissão 15/02/2023 
Páginas 2/3 
 
 Não tocar em moveis, equipamentos e utensílios quando estiver com as luvas 
após o contato com o cliente. 
 Utilizar máscara e óculos quando houver risco de contaminação através de 
sangue, soluções ou fluidos corporais. 
3.3. Cuidados com materiais pérfuro-cortantes: 
Recomendações específicas devem ser seguidas durante a realização de 
procedimentos que envolvam a manipulação de material pérfuro-cortante: 
 Máxima atenção durante a realização dos procedimentos; 
 Jamais utilizar os dedos como anteparo durante a realização de procedimentos 
que envolvam materiais pérfuro-cortantes; 
 As agulhas não devem ser reencapadas, entortadas, quebradas ou retiradas 
da seringa com as mãos; 
 Não utilizar agulhas para fixar papéis; 
 Todo material pérfuro-cortante, mesmo que estéril, deve ser desprezado em 
caixa apropriada para resíduos pérfuro-cortantes; 
 Os recipientes específicos para descarte de material não devem ser 
preenchidos acima do limite de 
 2/3 de sua capacidade total, e devem ser colocados sempre próximos do local 
onde é realizado o procedimento. 
3.4. Higienização das mãos: 
3.4.1. Realizar o procedimento de lavagem das mãos de acordo com o POP FAR02 
3.4.2. Quando lavar as mãos: 
 Antes de iniciar o trabalho, manusear alimentos e medicamentos, do contato 
direto com o paciente, de alimentar-se e de utilizar o banheiro. 
 Após procedimentos de higiene pessoal e do contato com o paciente. 
115 
 
 
PROCEDIMENTO 
OPERACIONAL PADRÃO (POP) 
Código FAR23 
Revisão 01 
PRECAUÇÕES UNIVERSAIS Emissão 15/02/2023 
Páginas 3/3 
 
 Após contato com secreções de matéria orgânica, contato com superfícies e 
artigos contaminados tendo ou não usado luvas. 
 Após manusear o lixo. 
 Após termino de cada tarefa, ao sair do banheiro e término da jornada de 
trabalho. 
4. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 
 RDC 44, Agosto de 2009; 
 Lei 5991/73; 
 BRASIL. Ministérioda Saúde. Agência Nacional Vigilância Sanitária. Manual 
de Segurança do Paciente em Serviços de Saúde: Limpeza e desinfecção de 
superfícies, 2012. 
 CLT Art.166 – Consolidação das leis Trabalhistas que obriga a empresa a 
fornecer gratuitamente EPI adequados ao risco e em perfeito estado de 
conservação e funcionamento. 
 Portaria n°3.214/78 e NR 6 – que define EPI. 
 
5. HISTÓRICO DE REVISÃO 
Versão Elaborado por: Aprovado por: Revisar em: 
 
01 
 
_______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
15/02/2023 
 
______________________ 
Jordana Silva da Costa 
Farmacêutica CRF: 
01/03/2023 
 
01/03/2024

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