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ABA – aula 8
www.drajessicacavalcante.com.br
Avaliação constante.
 Tudo que se faz é registrado, permitindo identificar
pontos fortes e, principalmente, pontos fracos da
intervenção.
Exigência de domínio para avançar.
 O estudante só avança no conteúdo quando mostrar
domínio sobre o conteúdo atual;
 Para avançar, exige-se duas sessões com 90% de
acertos;
 Dessa forma, garante-se que o aluno tem o
conhecimento necessário para realizar desempenhos
mais complexos
 Correção imediata.
 Erros são imediatamente corrigidos, evitando que
persistam;
 Isso ajuda o estudante, passo a passo, a identificar qual
é a resposta correta exigida.
Aprendizagem com poucos erros.
 A Terapia ABA é realizada de modo a evitar que o aluno
erre muito;
 O respeito aos pré-requisitos e o uso de hierarquia de
dicas auxilia nesse intento;
 Errando pouco, o estudante não perde motivação
Professor responsável.
 Isso não é exatamente um princípio de ensino, mas um
lembrete:
 O professor deve tomar para si a responsabilidade sobre
o ensino, reconhecendo que o aprendizado do aluno
está intimamente ligado à sua habilidade.
 Em outras palavras, se o aluno não estiver aprendendo,
o professor é responsável por isso.
Fernando, 6 anos;
 Fazia terapia ABA há quatro anos e ainda não executava
uma tarefa básica: pareamento de identidade visual-visual;
 Os pais e profissionais já aceitavam que Fernando não
tinha capacidade de aprender aquele pareamento;
 Assumi o caso e fui em busca de ensinar pareamento
Investigar se os terapeutas estavam executando a tarefa
apropriadamente... Estavam e não estavam (‘chutes eram
reforçados) consertado:
A. Pareamento não ocorreu;
2. Investigar o esquema de reforçamento. Estava inapropriado (muito
tempo de acesso ao reforço) consertado:
A. Pareamento não ocorreu;
3. Investigar pré-requisitos: ensinar visual tracking ensinado:
A. Pareamento não ocorreu.
Pré-requisitos: esperar para
responder (não ficar sob controle do
reforçador) feito:
A. Pareamento não ocorreu;
5. Começar a pensar que Fernando
não podia aprende pensado 
descartado de volta à missão:
A. Pareamento não ocorreu;
6. Aplicar o conceito de diferenças
múltiplas:
A. Sucesso no Pareamento
ambiente
Para realizar a tentativa discreta, são necessárias as seguintes
condições:
 Ambiente tranquilo, sem muitas distrações.
 Mesa apropriada ao tamanho da criança;
 Estímulos diversos: objetos do cotidiano, cores, letras, números,
formas, figuras de animais, de pessoas, de emoções, fotos dos
familiares, dos objetos da criança, etc.
 Imagens todas do mesmo tamanho.
 Brinquedos diversos.
 Disponibilidade de um reforçador poderoso.
motivaçao
Na Terapia ABA, tudo é realizado de
modo a não permitir que a criança erre e
esteja sempre motivada a aprender:
 Utilização constante de interesses da
criança para ajudar na realização de
tarefas.
 Teste de reforçadores: verificar quais
são os interesses das crianças o tempo
todo.
 Repetir constantemente o teste.
O objetivo é que o reforçador social e natural sejam os únicos
utilizados na Terapia ABA. Para isso:
 Reforçamento intermitente desde cedo na terapia.
 Pareamento de reforçadores sociais com reforçadores
arbitrários desde o primeiro dia de terapia.
 Os reforçadores arbitrários vão sendo retirados
gradativamente.
Utilizar motivadores (reforçadores) poderosos é central na Terapia
ABA.
 Há vários tipos de reforçadores:
 Arbitrários. Não relacionados à tarefa. Um brinquedo por acertar
uma tentativa discreta que pede imitação.
 Generalizados. Que jamais perdem seu poder reforçador. Dinheiro,
por exemplo. Economia de fichas.
 Sociais. Festa, cócegas, etc: algo que vem do outro.
 Naturais. São os melhores reforçadores, que decorrem da própria
tarefa.
antecedente
 Não pode ser ambíguo;
 Deve ser apresentado em ordem e posição aleatórias;
 Instrução deve ser sempre igual;
 Reduzir distratores;
 Estar certo de que o estudante prestou atenção na
instrução e no estímulo.
dicas
A hierarquia de dicas é um tipo de fading out.
 Consiste em retirar gradualmente as dicas dada às crianças para
a realização de atividades.
 O objetivo é impedir que a criança erre e se mantenha motivada.
 Em alguns casos, a ajuda é apenas verbal.
 A hierarquia: Programas verbais:
 Ajuda Física; Ajuda ecóica imediata;
 Ajuda Leve; Aj. Ecóica após 1s;
 Ajuda Gestual; Aj. Ecóica após 2s;
 Sem ajuda. Aj. Ecóica após 3s.
generalização
Consiste em programar o ensino de forma que o conteúdo
aprendido se estenda para além da sala de tarefas e
ocorra no ambiente natural da criança.
 Algumas maneiras de criar generalização:
 Variar o ambiente da tarefa;
 Variar a pessoa que requisita a tarefa;
 Pedir a tarefa na situação natural em que o aprendizado
costumar ser utilizado.
 GENERALIZAÇÃO DEVE ESTAR DESCRITA
NOS OBJETIVOS DO PROGRAMA DE ENSINO.
Qualidade da tentativa discreta
Reforçador poderoso;
 Instrução apresentada apenas quando o estudante está atento;
 Apresentação dos estímulos antecedentes sem ambiguidade.
 Oportunidades para o estudante responder.
 Consequência imediata ao comportamento correto.
 Correção de erros.
 O estudante observa o estímulo discriminativo durante a
correção.
 Apresentação rápida e frequente de unidades de ensino,
resultando em mais respostas corretas e objetivos alcançados.
Antes da Tentativa Discreta:
 1. Determinar os objetivos de ensino
 2. Reunir e preparar os materiais
Tentativa Discreta:
 3. Selecionar um reforçador efetivo
 4. Arrumar os materiais
 5. Garantir a atenção do aluno
 6. Apresentar a instrução de forma
simples e consistente
 7. Utilizar dica adequada (com ou
sem atraso; nível de ajuda)
 8. Elogiar e apresentar o estímulo
reforçador imediatamente
Tentativa discreta
9. Registrar imediatamente e de forma
correta
 Iniciar uma nova tentativa discreta após
uso do reforçador (3 a 5s)
Caso o aluno tenha errado:
 10. Retirar brevemente os estímulos e
atenção
 11. Reapresentar os estímulos e a
instrução
 12. Ajudar o aluno imediatamente
 13. Retirar brevemente a atenção (3s
de IET))
 Iniciar uma nova tentativa discreta.
Protocolo de decisão
Analisar três “ligações” de dados (quatro pontos geram três ligações). Se a
curva for ascendente, é válido avaliar uma mudança positiva de objetivos.
Caso a curva seja descendente ou não haja tendência clara em cinco
ligações de dados, é preciso avaliar a fonte da estagnação e novos
objetivos devem ser programados.
 A primeira coisa a ser avaliada é a competência com que a unidade de
ensino está sendo apresentada (reforçador imediato, instrução precisa,
controle de estímulos correto).
 É necessário assegurar que o reforçador utilizado seja realmente efetivo
naquele momento.
 Muito importante avaliar se o estudante possui os pré-requisitos
necessários para realizar a tarefa proposta.
 O problema pode ser de ordem biológica.
Avaliar reforçador
Apresentam-se cinco estímulos potencialmente reforçadores. Quando
um estímulo é escolhido, o aluno tem acesso a ele por 30s.
 Após isso, os quatro estímulos não escolhidos são apresentados em
outra ordem para o aluno.
 O novo estímulo escolhido é acessado pelo estudante. Então, três
estímulos são apresentados. Assim por diante até todos os estímulos
serem escolhidos.
 Esse procedimento é repetido três vezes. Cada vez que um estímulo é
escolhido, a ordem de sua escolha é registrada (folha de registro
adiante);
 Após as três repetições, o estímulo que tiver sido escolhido mais vezes
mais rapidamente é o estímulo “mais reforçador”.
Registrar desempenho
Registrar permite:
 Avaliar constantemente;
 Organizar o ensino;
 Mudar ensino problemático (lembre-se que a criança tem sempre
razão);
 Aperfeiçoar o processo de ensino;
 Ter certeza de que o tratamento está funcionando;
 Acompanhar passo a passo a evolução da criança;
 Modificar Passos: estímulos, tempo, ajuda, etc..
Definir comportamento de interesse
Definir o comportamento de interesse de forma objetiva e
mensurável e completa é fundamental para que seu
progresso seja acompanhado.
 Além disso, facilita que outros profissionais compreendam
a intervençãoe a repliquem corretamente se necessário
Os Passos indicam geralmente duas características dos
programas:
 O nível de ajuda;
 A quantidade de estímulos (ou de tempo) no ensino.
 Geralmente, um Passo é considerado cumprido quando a
criança desempenha em duas sessões seguidas com mais de
90% de acertos em cada sessão (ou em uma sessão com 100%
de acertos sem ajuda).
 Passos cumpridos permitem o avanço a Passos mais complexos.
 Passos podem retornar a níveis anteriores (mais simples), caso a
criança desempenhe com quedas em duas sessões consecutivas
Imitar imediatamente qualquer novo movimento;
 Utilizar garfo e faca para se alimentar sem ajuda de terceiros;
 Saber o próprio nome;
 Ficar menos triste;
 Nomear vogais;
 Não ficar estressado diante de problemas de matemática;
 Olhar nos olhos ao falar com o outro;
 Saber a hora certa de fazer perguntas;
 Responder o próprio nome quando perguntado;
 Ler 15 palavras;
 Brincar apropriadamente com os colegas da escola.
Existem vários tipos de programas de ensino. É válido ver alguns dos programas básicos, que possuem diferenças sutis de aplicação que devem ser conhecidas
Objetivo atual: Selecionar 3 estímulos, de um conjunto de 3, após
ouvir seu nome com 90% ou mais de acertos sem
ajuda em duas sessões consecutivas
Estratégia Atual: Programa de Discriminação Auditivo-Visual
Objetivo de médio prazo: Selecionar 10 estímulos após ouvir seu nome
Objetivo de longo prazo: Aprender a selecionar qualquer
novo estímulo após ouvir
alguém nomeá-lo
Objetivo atual: Nomear 3 estímulos apresentados aleatoriamente
com 90% ou mais de acertos sem ajuda em duas
sessões consecutivas
Estratégia Atual: Programa de Tato
Objetivo de médio prazo: Selecionar 10 estímulos após ouvir seu nome
Objetivo de longo prazo: Aprender a nomear qualquer
novo estímulo após ouvir alguém nomeá-lo
Objetivo atual: Responder a 3 perguntas simples apresentadas
aleatoriamente com 90% ou mais de acertos sem
ajuda em duas sessões consecutivas
Estratégia Atual: Programa intraverbal
Objetivo de médio prazo: Responder 10 perguntas
Objetivo de longo prazo: Responder a perguntas simples
sobre si mesmo, seus familiares
e seu cotidiano
Objetivo atual: Sentar-se apropriadamente durante tentativas
Discretas
Estratégia Atual: Programa sentar bem
Objetivo de médio prazo: Sentar-se apropriadamente
(sem estereotipias) durante
20 minutos
Objetivo de longo prazo:Sentar-se apropriadamente
durante todo o período escolar
Objetivo atual: Pedir vocalmente por 3 itens preferidos com 90%
ou mais de acertos sem ajuda em duas sessões
consecutivas e com a presença do item
Estratégia Atual: Programa de mando
Objetivo de médio prazo: Pedir vocalmente por 10
itens preferidos sem ajuda
ecóico e sem a presença
do objeto
Objetivo de longo prazo: Pedir vocalmente (mesmo que
com uma ou duas palavras)
coisas preferidas do cotidiano
Objetivo atual: Seguir 10 instruções simples apresentadas
aleatoriamente com 90% ou mais de acertos sem
ajuda em duas sessões consecutivas
Estratégia Atual: Programa de Seguir Instruções
Objetivo de médio prazo: Seguir 100 instruções
Simples
Objetivo de longo prazo:Seguir instruções simples ou
duplas (encadeadas) relevantes
para seu cotidiano
Objetivo atual: Imitar qualquer movimento feito por outra pessoa
com 90% ou mais de acertos sem ajuda em duas
sessões consecutivas
Estratégia Atual: Programa de
Imitação
Objetivo de médio prazo: Imitar qualquer combinação
de três movimentos feitos
por outros
Objetivo de longo prazo: Imitar movimentos de colegas
na sala de aula
Sentar
objetivo deste programa é que o aluno sente-se quando
solicitado. Sentar-se apropriadamente é garantia de atenção e bom
aprendizado.
 Resposta esperada: sentar-se com os dois pés no chão e as mãos
sobre as pernas.
1. Selecionar um bom reforçador;
2. Chamar atenção do aluno;
3. Instruir “sente-se”;
4. Ajudar com o nível de dica apropriado (OCP);
5. Reforçar imediatamente;
6. Corrigir, caso necessário (apresentando IET maior);
Exemplos de OCP:
 OCP 1 – Dica: ajuda física
 OCP 2 – Dica: ajuda leve
 OCP 3 – Dica: sem ajuda
Uma das habilidades sociais mais importante é o
contato visual. Muitas vezes, ele deve ser diretamente
ensinado para alunos com autismo.
 Resposta esperada: olhar nos olhos do professor.
1. Selecionar um bom reforçador;
2. Instruir “olhe para mim” ou “nome do aluno”;
3. Ajudar com o nível de dica apropriado (OCP);
4. Reforçar imediatamente;
5. Corrigir, caso necessário (apresentando IET maior);
Os programas de pareamento ensinam o aluno a relacionar estímulos, uma
habilidade necessária para comportamentos mais complexos, como leitura.
 Resposta esperada: colocar estímulos iguais juntos.
1. Selecionar um bom reforçador;
2. Arrumar estímulos na mesa (quantidade varia – ver OCP);
3. Instruir “relacione” enquanto dá ao aluno um estímulo igual a um dos
outros dispostos sobre a mesa;
4. Ajudar com o nível de dica apropriado (OCP);
5. Reforçar imediatamente;
6. Corrigir, caso necessário (apresentando IET maior);
Variações: pareamento 3d-2d, pareamento para
generalização, pareamento por categoria, pareamento
arbitrário.
 Exemplos de OCP:
 OCP 1 – Ajuda física e 2 estímulos
 OCP 2 – Ajuda leve e 2 estímulos
 OCP 3 – Sem gestual e 2 estímulos
 OCP 4 – Sem ajuda e 2 estímulos
 OCP 5 – Ajuda gestual e 3 estímulos (dois velhos, um novo)
 OCP 6 – Sem ajuda e três estímulos (dois velhos, um novo)
O objetivo desses programas é ajudar o aluno a prestar atenção e
compreender linguagem e ser capaz de relacionar estímulos com sons.
 Resposta esperada: apontar o estímulo cujo nome foi ditado.
1. Selecionar um bom reforçador;
2. Arrumar estímulos na mesa (quantidade varia – ver OCP);
3. Instruir “nome do estímulo” ou “aponte o (nome do estímulo)”;
4. Ajudar com o nível de dica apropriado (OCP);
5. Reforçar imediatamente;
6. Corrigir, caso necessário (apresentando IET maior);
Variações: identificação de duas propriedades,
identificação de dois estímulos, identificação de categoria,
identificação por função, classe ou característica.
 Exemplos de OCP:
 OCP 1 – Ajuda física e 2 estímulos
 OCP 2 – Ajuda leve e 2 estímulos
 OCP 3 – Sem gestual e 2 estímulos
 OCP 4 – Sem ajuda e 2 estímulos
 OCP 5 – Ajuda gestual e 3 estímulos (dois velhos, um novo)
 OCP 6 – Sem ajuda e três estímulos (dois velhos, um novo)
O objetivo do programa de seguir instruções é ensinar a criança a
responder a solicitações, além de fornecer a base de compreensão
da linguagem necessária para conversação.
 Resposta esperada: realizar a instrução ditada.
 Procedimento:
1. Selecionar um bom reforçador;
2. Dê uma instrução dentre uma série de instruções previamente selecionadas;
3. Ajudar com o nível de dica apropriado (OCP)
4. Reforçar imediatamente
5. Corrigir, caso necessário (apresentando IET maior);
Variações:
 Instruções simples, instruções duplas, instruções em grupo.
 PROTOCOLO DE IMERSÃO DO OUVINTE (20 instruções,
dividas em 4 blocos, com quatro instruções com sentido e uma
sem sentido cada)
 Exemplos de OCP:
 OCP 1 – seguir instruções com ajuda física
 OCP 2 – seguir instruções com ajuda leve
 OCP 3 – seguir instruções com ajuda gestual
 OCP 4 – seguir instruções sem ajuda
Ecóico é a repetição do que o outro diz. O objetivo deste programa é
ampliar a capacidade de repetição do aluno, o que contribui para o
desenvolvimento dos outros programas verbais.
 Resposta esperada: repetir o que é dito.
1. Selecionar um bom reforçador;
2. Instruir “diga (som a ser copiado)” ou apenas “som a ser copiado”;
3. Reforçar imediatamente;
4. Corrigir, caso necessário (apresentando IET maior);
Exemplos de OCP:
 OCP 1 – vogais
 OCP 2 – sílabas
 OCP 3 – palavras dissílabas
 OCP 4 – palavras trissílabas
 OCP 5 – pequenas frases
 OCP 6 – frases grandes
Mando é fazer pedidos. O programa de mando ensina o aluno a pedir o
que deseja, ou seja, a expressar suas necessidades. Geralmente, é o
programa verbal mais fácil de ser aprendido.
 Resposta esperada: pedir o que deseja.
1. Selecionar mais de um bom reforçador;
2. Perguntar “o que vocêquer?” ou mostrar os estímulos reforçadores;
3. Ajudar com o nível de dica apropriado (OCP);
4. Reforçar imediatamente (apenas com o estímulo pedido – sem social);
5. Corrigir, caso necessário (apresentando IET maior);
Variações: mando simples, mando com “eu quero”, mando com
característica, mando com “eu quero” + característica + nome da
pessoa a quem se faz o pedido, pedir de formas variadas, fazer
perguntas
 Exemplos de OCP:
 OCP 1 – ajuda ecóica imediata e 1 estímulo
 OCP 2 – ajuda ecóica após 3s e 1 estímulo
 OCP 3 – sem ajuda e 1 estímulo
 OCP 4 – ajuda ecóica após 3s e 2 ou mais estímulos
 OCP 5 – sem ajuda e 2 ou mais estímulos
 OCP 6 – ajuda ecóica imediata – mando com “eu quero
É fundamental ensinar mando o quanto antes!
 Idealmente, a resposta à pergunta correta deveria sempre
ser reforçada com a OPORTUNIDADE PARA EMITIR UM
MANDO
 Dessa forma, amplia-se enormemente a quantidade de
respostas verbais e melhora-se o controle de estímulos.
Tato é dizer o nome das coisas. Ensinar tatos significa ampliar o
vocabulário e possibilitar a criança a “navegar” verbalmente pelo mundo.
 Resposta esperada: dizer o nome dos estímulos.
1. Selecionar um bom reforçador;
2. Perguntar “o que você é isto?” enquanto um estímulo é exibido;
3. Ajudar com o nível de dica apropriado (OCP);
4. Reforçar imediatamente;
5. Corrigir, caso necessário (apresentando IET maior);
Variações: tato simples, tato com artigo (“o X”), tato com
adjetivo (“o X adjetivo”), tato de ações, tato de
sentimentos, descrições
 Exemplos de OCP:
 OCP 1 – ajuda ecóica imediata e 2 estímulos
 OCP 2 – ajuda ecóica após 3s e 2 estímulos
 OCP 3 – sem ajuda e 2 estímulos
 OCP 4 – ajuda ecóica após 3s e 3 ou mais estímulos
 OCP 5 – sem ajuda e 3 ou mais estímulos
 OCP 6 – ajuda ecóica imediata – tato com artigo
Intraverbal é conversação. O comportamento intraverbal é controlado por
outro comportamento verbal. O objetivo principal do programa, portanto, é
ensinar diálogo.
 Resposta esperada: responder perguntas apropriadamente, fazer
perguntas, completar músicas, etc.
1. Selecionar um bom reforçador;
2. Perguntar algo ou seguir um diálogo em um script;
3. Ajudar com o nível de dica apropriado (OCP);
4. Reforçar imediatamente;
5. Corrigir, caso necessário (apresentando IET maior);
Variações: completar músicas, responder a cumprimentos,
perguntas sobre si mesmo, perguntas sobre os outros,
scripts de conversação, conversar sobre preferências,
 Exemplos de OCP:
 OCP 1 – ajuda ecóica imediata e 2 estímulos
 OCP 2 – ajuda ecóica após 3s e 2 estímulos
 OCP 3 – sem ajuda e 2 estímulos
 OCP 4 – ajuda ecóica após 3s e 3 ou mais estímulos
 OCP 5 – sem ajuda e 3 ou mais estímulos
 OCP 6 – ajuda ecóica imediata – tato com artigo

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