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GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE PÚBLICA DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO E AUDITORIA DOS SERVIÇOS DE SAÚDE DEPARTAMENTO DE REGULAÇÃO DE ACESSO MANUAL ESTADUAL DO TRATAMENTO FORA DE DOMICÍLIO ANO 2019 2 HELDER ZAHLUTH BARBALHO GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ LÚCIO VALE VICE-GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ ALBERTO BELTRAME SECRETÁRIO DE ESTADO DE SAÚDE PÚBLICA IVETE GADELHA SECRETÁRIO ADJUNTO DE ESTADO DE SAÚDE PÚBLICA BRENO HENRY OLIVEIRA DOS SANTOS DIRETOR DA DDASS/SESPA JOANA CÉLIA DE SOUSA COSTA DIRETORA DA REGULAÇÃO DE ACESSO/DDASS/SESPA MARIA THEODORA PAIVA DE BARROS COORDENADORA DO TFD/DDASS/SESPA 3 COLABORADORES DEPARTAMENTO DA REGULAÇÃO DE ACESSO/DDASS/SESPA Joana Célia de Sousa Costa - Diretora Gabrrielly Cristine Lopes Pereira - Enfermeira Ana Batista - Enfermeira DEPARTAMENTO DE ANÁLISE DE SERVIÇOS/DDASS/SESPA Ana Lúcia Caldas da Silva - Odontologa SETOR DE TRATAMENTO FORA DOMICÍLIO/DDASS/SESPA Cristina Erika Chubachi - Assistente Social Elizabeth Cristina Franco Freire - Assistente Social Luzia Sarmento de Paula - Assistente Social Maria Cristina Rodrigues da Sousa - Assistente Social Maria José Moura de Souza - Assistente Social Maria Theodora P. Barros - Coordenadora CENTROS REGIONAIS DE SAÚDE MUNICÍPIOS COM GESTÃO DO TETO DE MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE EX COORDENADORES DO SETOR DE TFD/DDASS/SESPA Roseane Monteiro Franco Abdallah Naim Zahalan Redwan Nivaldo Nascimento dos Santos 4 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO 05 1 - DA MISSÃO DO TFD 06 2 - DOS OBJETIVOS DO MANUAL DE TFD 06 3 - DA CONCESSÃO DO TFD 06 4 - DO VETO DO TFD 07 5 - DA PROGRAMAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE 07 6 - DAS DESPESAS DE AJUDA DE CUSTO E PASSAGENS 07 7 - DA COMISSÃO DE AUTORIZAÇÃO DE TFD 07 8 - DO PACIENTE 08 9 - DO ACOMPANHANTE 08 10 - DO FLUXO DE ATENDIMENTO E ROTINA DO TFD 09 11 - DO MUNICÍPIO COM GESTÃO DO TETO DE MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE 09 12 - DO MUNICÍPIO COM TETO DE MEDIA E ALTA COMPLEXIDADE SOB GESTÃO DO ESTADUAL OU COM MENOS DE 21.000 HABITANTES 10 13 - DA ROTINA DE TFD 10 13.1 - Á Coordenação Estadual do FD compete 10 13.2 - Ao apoio administrativo do TFD compete 10 13.3 - Ao médico solicitante compete 11 13.4 - Ao médico autorizador compete 12 13.5 - Ao Serviço Social compete 12 14 - DA CENTRAL ESTADUAL DE REGULAÇÃO DE ALTA COMPLEXIDADE (CERAC) 13 15 - DA CONTINUIDADE DO TRATAMENTO ANUAL 13 16 - DA RENOVAÇÃO DO LAUDO MÉDICO 13 17 - DO DESLIGAMENTO 14 18 - DOS DOCUMENTOS 14 19 - DO ACOMPANHAMENTO, AVALIAÇÃO E AUDITORIA 15 20 - DO ÓBITO 15 21 - DA SUPERVISÃO E TREINAMENTO 16 22 - DO BOLETIM DE PRODUÇÃO AMBULATORIAL 16 23 - DA PROGRAMAÇÃO/ORÇAMENTO, PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS, PRESTAÇÃO DE CONTAS, CONTROLE E AVALIAÇÃO 16 23.1 - DA PROGRAMAÇÃO/ORÇAMENTO 16 23.2 - DOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS 17 24 - DO CONTROLE E AVALIAÇÃO 18 25. MANUAL DE TFD MUNICIPAL 18 25 - DAS CONSIDERAÇÕES FINAIS 18 REFERÊNCIAS 20 GLOSSÁRIO 21 ANEXOS (MODELOS DE FORMULÁRIOS) 27 5 LAUDO MÉDICO DE TRATAMENTO FORA DO DOMICÍLIO 28 LAUDO MÉDICO PARA FORA DO ESTADO 30 FICHA DE CONSULTA 32 MODELO DE RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO DO PACIENTE 33 PEDIDO DE TRATAMENTO FORA DE DOMICÍLIO 34 MODELOS DE TERMO DE RESPONSABILIDADE 35 RELATÓRIO DE ALTA 36 DECLARAÇÃO DE RESIDÊNCIA 37 TABELA DE PROCEDIMENTOS SIGTAP RELACIONADOS AO TFD/CERAC 38 APÊNDICES FLUXOGRAMA PARA EMISSÃO DE TFD EM MUNICÍPIOS COM GESTÃO DE TETO MAC 41 FLUXOGRAMA PARA EMISSÃO DE TFD NOS MUNICÍPIOS COM TETO MAC SOB GESTAO DO ESTADO OU COM MENOS DE 21.000 HABITANTES 42 6 APRESENTAÇÃO Seguindo os preceitos da Constituição de 1988 referente à saúde, segundo a Lei 8.080 de 1990, que estabelece as diretrizes do Sistema Único de Saúde - SUS e a hierarquização da rede assistencial, o cidadão deverá ter assegurado na atenção integral, a garantia da proteção e recuperação de sua saúde. Com a evolução do processo de descentralização da gestão do SUS e a organização da rede assistencial, houve necessidade de redefinição de papeis dos gestores do SUS nas três esferas de governo, o que foi legitimado a partir das publicações de Portarias ministeriais, inclusive a Portaria SAS/MS n.º 055/1999, que instituiu o Tratamento Fora de Domicílio – TFD como instrumento importante de acesso ao sistema de saúde fora de seu domicílio, quando esgotadas todas as alternativas de solução no município de sua residência ou no Estado, desde que sejam obedecidas as normas e a essência de seu objeto de direito. Nesse contexto, os diversos gestores, em um desenvolvimento conjunto e comum desta atividade, deverão ter responsabilidades e competências claras, estabelecidas em um mecanismo que assegure ao paciente assistência com eficiência e segurança, dando reconhecimento à plenitude dos procedimentos mais complexos nas referências a serem definidas. Importante ressaltar que o Tratamento Fora de Domicílio é contemplado nas legislações vigentes no SUS, e na Tabela de Procedimentos, Medicamentos e OPM do SUS (sigtap.datasus.gov.br). Esse instrumento viabilizará o fluxo de referências e contra referências de pacientes para serviços de média e alta complexidade conveniados ao SUS do estado do Pará ou fora dele. Dessa forma, a Secretaria de Estado de Saúde Pública, através da Diretoria de Desenvolvimento e Auditoria dos Serviços de Saúde, em conjunto com as coordenações estadual e regionais do Tratamento Fora de Domicilio (TFD), apresenta a atualização do Manual Estadual de Tratamento Fora de Domicílio, o qual será o instrumento norteador na operacionalização do TFD em todos os municípios paraenses e Centros Regionais de Saúde, conforme estabelecido nas legislações ministeriais vigentes e resoluções da Comissão Intergestores Bipartite (CIB/PA). 7 1. DA MISSÃO DO TFD 1.1 O Tratamento Fora do Domicílio (TFD) tem por missão viabilizar assistência integral à saúde dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), proporcionando o acesso aos serviços de saúde especializados em outros municípios e ou estados da Federação, quando esgotados todos os recursos técnicos no município ou estado de residência do paciente, segundo metas pactuadas e legislações vigentes. 2. DO OBJETIVO DO MANUAL DO TFD 2.1 Este manual tem por finalidade subsidiar a Secretaria de Estado de Saúde do Pará e as Secretarias Municipais de Saúde com vistas à garantia de direito do usuário a saúde, observada a legislação/normatização vigente sobre o assunto. 3. DA CONCESSÃO DO TFD O Tratamento Fora do Domicílio (TFD) será concedido nas seguintes situações: 3.1 Usuários atendidos na rede pública ou privada conveniada ou contratada do SUS, mesmo aqueles que recebem recursos de Programas Previdenciários e Assistenciais. 3.2 Referenciados para serviços especializados de média e alta complexidade, depois de esgotados todos os recursos de diagnóstico e/ou tratamento disponíveis no município, Região de Saúde ou no Estado de origem; 3.3 Com deslocamentos para tratamento, com distância superior a 50 km via terrestre e fluvial, ou 200 milhas para transporte aéreo percorrido. 3.4 Com garantia de atendimento no município de destino, através do aprazamento pela Central de Marcação de Consultas e Exames Especializados e/ou pela Central de Leitos do município de residência do paciente; 3.5 Com exames complementares, de acordo com o protocolo pertinente,no caso de cirurgias eletivas e outros procedimentos em atendimento à solicitação médica; 3.6 Com procedimentos explicitados na Programação da Assistência de Média e Alta Complexidade de cada município ou do Estado; 8 4. DO VETO DO TFD O TFD não será concedido nas seguintes situações: 4.1 Quando o paciente estiver realizando tratamento através de planos privados de saúde e /ou de caráter particular; 4.2 Em deslocamentos por via terrestre e fluvial inferior a 50 km de distância e via aérea menor que 200 milhas; 4.3 Em tratamentos que utilizem procedimentos assistenciais contidos no Piso de Atenção Básica; 4.4 Sem garantia de atendimento no município executante de referência; 4.5 Para procedimentos não constantes na Tabela Unificada de Procedimentos, Medicamentos e OPM do SUS (SIGTAP/MS); 4.6 Para tratamento fora do Brasil. 5. DA PROGRAMAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE 5.1 As Secretarias Estadual e Municipais de Saúde devem participar da pactuação das atividades assistenciais de serviços de média a alta complexidade, para garantia de atendimento integral em saúde dos seus residentes, prevendo metas físicas e financeiras; 6. DAS DESPESAS DE AJUDA DE CUSTO E PASSAGENS 6.1 A concessão de passagens e ajuda de custo para pacientes e/ou acompanhantes do SUS em TFD deverá observar o orçamento do setor saúde e o teto financeiro de cada município e do Estado, e será realizado quando esgotadas, pela regulação municipal, regional e ou estadual, todas e quaisquer possibilidades de tratamento no município de residência do paciente, a região de saúde ou no estado do Pará. 6.2 O cálculo para o pagamento da ajuda de custo obedecerá aos valores da tabela SIGTAP/MS vigente e normativas pertinentes, aprovados na CIB/PA. 7. DA COMISSÃO DE AUTORIZAÇÃO DE TFD As esferas municipal e estadual devem nomear a Comissão de Análise e Autorização de TFD, através de Portaria com as composições e competências a seguir identificadas: 9 7.1 A equipe, além da coordenação e pessoal de apoio administrativo, deverá ser composta por profissionais de saúde, a exemplo de médicos, enfermeiro, assistentes sociais, cuja indicação deverá recair, preferencialmente, sobre servidores pertencentes ao quadro efetivo do órgão, e será designada através de portaria com publicação em Diário Oficial do Estado. 7.2 Deferir ou indeferir a concessão e a continuidade do tratamento fora do domicílio após avaliação da equipe reguladora local, regional ou estadual; 8. DO PACIENTE 8.1 O paciente de TFD é aquele que necessita de tratamento à saúde especializado em média e alta complexidade, quando esgotados todos os meios de tratamento no seu município, região de saúde ou Estado de origem. 9. DO ACOMPANHANTE 9.1 A indicação do acompanhante deve constar no laudo médico, esclarecendo o porquê da impossibilidade do paciente se deslocar desacompanhado. 9.2 O acompanhante deverá ser maior de 18 (dezoito) anos e menor de 60 (sessenta) anos e estar em boas condições de saúde física e mental. 9.3 Em casos excepcionais, em que não haja outra possibilidade de acompanhante, será prudente, como medida facilitadora e para evitar riscos, o atestado do médico assistente (do idoso) comprovando seu bom estado de saúde. 9.4 O acompanhante deverá ser parente consanguíneo, parente por afinidade ou pessoa da relação próxima do beneficiário e/ou responsável legal do paciente, ter maioridade e encontrar-se capacitado fisicamente e mentalmente para acompanhar o paciente, 9.5 O acompanhante deve residir obrigatoriamente no mesmo município do paciente, visto que as passagens para deslocamento terão sempre como referência o local de moradia do paciente; 9.6 O TFD assegura ao acompanhante passagem e ajuda de custo para alimentação com ou sem pernoite, observado a disposição deste manual e conforme tabela SIGTAP/MS vigente no período de tratamento; 9.7 A comissão do TFD poderá autorizar acompanhante, com base na avaliação clínica e social do mesmo; 10 9.8 O acompanhante poderá ser substituído mediante justificativa formalizada pelo setor responsável pela concessão do TFD ou a partir de solicitação emitida pelo paciente com a devida justificativa a ser adicionada ao processo; 9.9 A liberação de um segundo acompanhante será analisada pela Comissão do TFD do local de residência do paciente; 9.10 Havendo indicação médica, poderá ser autorizado mais de um acompanhante para doadores vivos (casos de transplante); 9.11 Para pacientes menores de 18 (dezoito) anos, o acompanhante deverá ser preferencialmente um dos genitores. Exceto em casos de crianças menores de 01(um) ano, lactentes, cuja mãe seja menor de 18 anos ou, devido deficiência física ou mental, esteja incapacitada de expressão ou compreensão, neste caso será autorizado um segundo acompanhante, seja o pai da criança ou pessoa a ser indicada formalmente pela família. 9.12 O acompanhante e/ou o paciente deverá apresentar mensalmente à Coordenação do TFD, do município de sua residência, a evolução do processo de TFD para cálculos de ajuda de custo. 9.13 Não deverão ocorrer despesas de TFD, decorrente da substituição de acompanhante; 10. DO FLUXO DE ATENDIMENTO E ROTINA DO TFD 10.1 A partir do atendimento médico inicial é proposto o tipo de tratamento a ser realizado, expedida guia de referência pelo médico assistente, na sequência da atenção, a unidade de atendimento (UBS/hospital) encaminhará para o setor de Regulação local que pesquisará na rede a existência do serviço/procedimento para assim proceder ao agendamento da consulta no local mais próximo da residência do paciente, iniciando a rotina do TFD. 11. DO MUNICÍPIO COM GESTÃO DO TETO DE MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE 11.1 A comissão de TFD iniciará a formalização do processo de TFD, solicitará ajuda de custo e passagens para dentro ou para fora do Estado. 11.2 O município será o responsável pelo agendamento de consultas e pelas despesas decorrentes do encaminhamento de pacientes/acompanhantes para atendimento, procedendo com as devidas orientações deste manual e 11 legislações em vigor. 12. DO MUNICÍPIO COM TETO DE MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE SOB GESTÃO ESTADUAL OU COM MENOS DE 21.000 HABITANTES 12.1 A Comissão de TFD municipal iniciará a formalização do processo de TFD e encaminhará ao Centro Regional de Saúde (CRS) de sua abrangência para análise e autorização. 12.2 O CRS informará ao Município de origem o resultado da concessão ou não do TFD. 12.3 Após a autorização, o CRS será o responsável pela viabilização das passagens e ajudas de custo e encaminhará o processo ao TFD municipal para as devidas providências junto ao paciente. 12.4 Tratando-se de atendimento fora do estado, o CRS formalizará o processo para o TFD estadual, que agendará a consulta/procedimento e concederá passagens e ajuda de custo. 12.5 Após o agendamento da consulta para fora do estado, o TFD estadual informará o CRS, que por sua vez, comunicará ao município. 12.6 Caberá ao município notificar o paciente do agendamento. 13. DA ROTINA DE TFD 13.1 À Coordenação Estadual do TFD compete: a) Coordenar as ações e serviços de TFD no estado; b) Promover articulação técnica junto às regionais e os municípios sobre matéria de TFD; c) Organizar e garantir o planejamento, a meta e a execução do TFD no estado do Pará; d) Divulgar junto às Secretarias Municipais de Saúde, Regionais de Saúde e hospitais a legislação vigente sobre o TFD; e) Compor a Comissão Especial de Avaliação do TFD. 13.2 Ao apoio administrativo do TFD compete: a) Receber a documentação citada no item 18, emitida pela Regulação Municipal, enviada pela unidade solicitante, e proceder aos registros de 12 acordo com as normas vigentes do TFD; b) Solicitar aos pacientes e acompanhantes cópias de documentosobrigatórios para concessão de TFD; c) Solicitar a presença do acompanhante, se for o caso, para assinar o termo de responsabilidade, comprometendo-se a permanecer com o paciente até o término do tratamento em outro município; d) Registrar o número do cartão SUS, segundo normativas ministeriais; e) Verificar se o acompanhante é pessoa da família do paciente, maior de 18 (dezoito) anos e menor de 60 (sessenta) anos; f) Convocar o paciente e/ou acompanhante comunicando a concessão ou não do TFD; g) Compor o processo de TFD e encaminhar para a Comissão de TFD para análise e encaminhamentos; h) Calcular, de acordo com as normas vigentes no SUS, o valor das ajudas de custo, segundo evolução do processo, comprovada, assinada e carimbada pelos profissionais de saúde que o assistiram na unidade executante; i) Calcular, de acordo com as normas vigentes do SUS, o custo das passagens, ida e volta, para o deslocamento do paciente/acompanhante até o local de destino; j) Encaminhar o valor das despesas com ajuda de custo e deslocamento para o setor competente de pagamento; 13.3 Ao médico solicitante compete: a) Preencher em duas vias o laudo médico com ficha de referência e contra referência ou laudo de AIH ou APAC, de forma legível. b) As informações do laudo devem relatar fielmente o quadro clínico, diagnóstico, número do CID10, o procedimento indicado, a justificativa do tratamento, a necessidade ou não da urgência do encaminhamento e o meio de transporte a ser utilizado de acordo com as condições de saúde do paciente. Deve constar data, carimbo com nome e CRM do médico que assina o laudo; c) Analisar e justificar a necessidade de acompanhante de acordo com o caso e as condições do paciente, segundo legislações pertinentes; 13 d) Encaminhar o laudo ao apoio administrativo da unidade para as providências complementares. 13.4 Ao médico autorizador compete: a) Avaliar os processos de TFD para inserção do mesmo no sistema CNRAC ou TFD no estado ou fora do estado, verificando se o procedimento solicitado é realizado em unidades cadastradas no SCNES no estado ou fora do estado; b) Analisar os laudos médicos e resultados de exames; c) Indicar a referência para atendimento na região de saúde, no estado ou para fora do estado; d) Requerer ao médico solicitante a revisão de procedimento indicado e/ou exames complementares, quando necessário para concessão do TFD; e) Autorizar ou não os processos de solicitação e de continuidade de TFD, segundo normativas vigentes. f) Observar que a validade do laudo médico assistente é de 01 (um) ano, logo, o médico da rede assistencial local ou regional poderá deferir ou indeferir a continuidade do tratamento. g) Encaminhar o processo ao apoio administrativo para as providências decorrentes. 13.5 Ao Serviço Social compete: a) Garantir o direito ao usuário do SUS ao TFD, permitindo a sua inclusão, segundo legislações pertinentes em vigência; b) Informar, orientar e prestar esclarecimento sobre o TFD; c) Analisar processos; d) Realizar visita domiciliar e/ou hospitalar, quando necessário; e) Orientar os pacientes e acompanhantes que, no retorno do atendimento, devem apresentar os comprovantes das passagens aéreas, rodoviárias ou fluviais, assim como devolver o processo com o registro do atendimento e os agendamentos, se houver necessidade de retorno, para continuidade do tratamento; f) Orientar e/ou encaminhar o paciente, quando for o caso, para apoio da rede de serviço de saúde e de assistência social, visando o acesso a outros direitos sociais. 14 g) Realizar parecer social, se necessário. 14. DA CENTRAL ESTADUAL DE REGULAÇÃO DE ALTA COMPLEXIDADE (CERAC) 14.1 Instituída através da Portaria SAS nº 39, de 06 de fevereiro de 2016, tem por objetivo implementar e otimizar o processo de regulação, controle e avaliação no âmbito dos estados e municípios, mediante o fortalecimento do processo de regionalização e hierarquização das ações e serviços de saúde, e também auxiliar no monitoramento dos recursos financeiros destinados ao custeio das ações e dos serviços de saúde executados, no âmbito do SUS; 14.2 A CERAC faz parte da Coordenação do TFD Estadual/DRA/DDASS e é a Central Estadual de Regulação de Alta Complexidade que foi implantada para instituir o fluxo da Central Nacional de Regulação de Alta Complexidade- CNRAC, 14.3 A CERAC encaminha casos de alta complexidade, em caráter eletivo nas especialidades: Cardiologia, Neurologia, Oncologia, Ortopedia e Gastroenterologia (cirurgia bariátrica); 14.4 O paciente é cadastrado no CERAC com vistas ao atendimento nas especialidades acima; 14.5 Os documentos necessários para o cadastro na CERAC são os mesmos solicitados para o TFD, conforme citado no item 18. 15. DA CONTINUIDADE DO TRATAMENTO 15.1 Em se tratando de TFD para fora do estado, havendo necessidade da continuidade do tratamento, o paciente deverá apresentar relatório de atendimento e/ou alta, com agendamento de retorno para ser apresentado e encaminhado ao TFD; 15.2 Em se tratando de TFD dentro do estado deve constar no processo de TFD do paciente o registro do médico e/ou comprovante de agendamento indicando data da próxima consulta. 16. DA RENOVAÇÃO ANUAL DO LAUDO MÉDICO E PROCESSO DE TFD 16.1 Os pacientes beneficiados com TFD deverão apresentar anualmente laudo médico atualizado do especialista assistente do paciente e comprovante de residência. 16.2 Os laudos médicos dos pacientes em tratamento fora do estado serão 15 submetidos à avaliação dos médicos reguladores/autorizadores para deferir ou indeferir, mediante registro no processo de TFD, sobre a continuidade do atendimento em outros estados da federação ou inserção do atendimento ao paciente na rede estadual de saúde. 17. DO DESLIGAMENTO 16.1 O beneficiário de TFD que, por livre conveniência, fixar residência no município executante, não fará jus à concessão do TFD e será desligado do mesmo; 16.2 O desligamento do TFD será precedido de processo que acompanhe as seguintes documentações: a) Relatório expedido pelo Serviço Social; b) Comprovação de que o beneficiário possui residência própria ou locada no município de referência; c) Comprovação de que o beneficiário encontra-se residindo com a família e não apenas com seu acompanhante; d) Comprovação de que o beneficiário e seu (s) familiar (es) tem quaisquer vínculo (empregatício, educacional, etc.) e/ou outras atividades que comprovem a necessidade em residir no município de referência, independente da questão relacionadas ao tratamento de saúde. 18. DOS DOCUMENTOS DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA INSTRUIR O PROCESSO DE TFD: (modelos em anexo) a) Laudo médico de solicitação de procedimentos/tratamento de saúde de atenção especializada emitido pelo médico assistente do paciente no município de origem, segundo protocolos vigentes; b) Ofício de solicitação de TFD assinado pelo Gestor Municipal e encaminhado à direção do CRS/SESPA para municípios sob gestão estadual; c) Nos municípios com gestão do teto de média e alta complexidade sob gestão estadual ou com menos de 21.000 habitantes, o Pedido de TFD deverá ser assinado pelo secretário de saúde do município de origem e pelo médico autorizador da Regional; 16 d) Nos municípios com gestão do teto de média e alta complexidade, o Pedido de TFD deverá ser assinado pelo secretário de saúde do município de origem e pelo médico autorizador local; e) Comprovante de agendamento de consulta ou procedimento para fora do município, emitido pela equipe de regulação do município de residência do paciente; f) Exames laboratoriais e/ou de imagem do paciente, conforme protocolos de acesso; g) Termo de responsabilidade do acompanhante; h) Procuração do paciente autorizando o acompanhante resolver questões relacionadasao seu TFD; i) Carteira de Identidade do paciente e acompanhante; j) Certidão de nascimento (em caso de menor de idade); k) CPF do paciente e acompanhante; l) Cartão SUS do paciente e acompanhante; m) Comprovante de residência ou declaração de comprovação de residência do paciente e acompanhante emitido por prefeitura, agentes comunitários de saúde ou agentes de endemias; n) Laudo de autorização para TFD assinado pelo médico autorizador da Comissão municipal para município de gestão plena e pelo médico autorizador da Comissão do CRS para municípios de gestão estadual; o) Laudo médico da CERAC de atendimento para fora do estado; p) As cópias dos documentos de identificação deverão ser comprovadas pelos documentos originais no ato da solicitação. 19. DO ACOMPANHAMENTO, AVALIAÇÃO E AUDITORIA 19.1 As secretarias estadual e municipais devem acompanhar, avaliar e auditar periodicamente processos referentes à TFD, autorizados dentro e para fora do estado. 20. DO ÓBITO 20.1 Em caso de óbito de pacientes e acompanhantes dentro ou fora do estado, é competência dos CRS o pagamento do traslado de corpos e restos mortais para municípios com recurso MAC sob gestão estadual e com menos 17 de 21 mil habitantes; 20.2 Compete aos municípios com gestão dos Recursos MAC o pagamento do traslado de corpos e restos mortais para seus munícipes, conforme SAS/MS Nº 55 DE 24/02/99, Art. 9; 20.3 Recomenda-se à gestão dos CRS e municípios com gestão dos Recursos MAC, contratar, através de processo licitatório, serviços funerários para prestação dos serviços acima referidos. 21. DA SUPERVISÃO E TREINAMENTO 21.1 As secretarias de saúde municipal e estadual devem realizar entre si cooperação técnica, supervisionar e monitorar os processos de TFD, de modo à organização do serviço. 22. DO BOLETIM DE PRODUÇÃO AMBULATORIAL 22.1 O BPA é um dos aplicativos de captação do SIA/SUS (Sistema de Informação Ambulatorial) que permite ao prestador de serviço vinculado ao SUS registrar o atendimento realizado no estabelecimento de saúde, em regime ambulatorial. O BPA é um instrumento em que o gestor deve registrar mensalmente suas despesas com ajuda de custo e passagens com pacientes e acompanhantes em TFD, e deve ser lançado de acordo com os prazos estabelecidos pelo DATASUS/MS. 23. DA PROGRAMAÇÃO/ORÇAMENTO, PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS, PRESTAÇÃO DE CONTAS, CONTROLE E AVALIAÇÃO. 23.1 DA PROGRAMAÇÃO/ORÇAMENTO As atividades de TFD deverão ser previstas nos instrumentos de planejamento, programação e orçamento, destacando procedimentos a serem referenciados entre os Municípios e entre Estados através de TFD, prevendo as metas físicas e financeiras mensais destacadas nos respectivos orçamentos municipais, regional e estadual assegurando as fontes de financiamento especificas. 18 23.2 DOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS Para concessão de passagens e diárias, após a confirmação do aprazamento do paciente para atendimento na unidade de referência, as Secretarias Municipais de Saúde ou a SESPA, através dos Centros Regionais, deverão proceder de acordo com as normas administrativas adotadas pela instituição. As passagens do paciente e/ou acompanhante poderão ser reembolsadas de acordo com a via de transporte autorizada no TFD e apresentação dos bilhetes de passagens, nos casos em que a regional ou município não dispuserem de recursos financeiros para pagamento do deslocamento de pacientes aprazados e/ou detectado a urgência que o caso requer, observados os valores e limites estabelecidos em Unidade de Remuneração para os transportes terrestres, aéreos e fluviais. As ajudas de custo deverão ser pagas de acordo com as normas estabelecidas e aprovada pela CIB/PA, desde que exista disponibilidade orçamentária e financeira, na unidade autorizadora. As ajudas de custo serão suspensas se na folha de evolução do processo do beneficiário não constar registro de atendimento do profissional da área de saúde. Não deverão ser concedidas ajuda de custo a pacientes durante o período em que permanecerem hospitalizados no município de referência. Não deverão ser concedidas ajudas de custo para acompanhantes de pacientes menores de 18 anos, e igual ou superior a 60 anos hospitalizados considerando as Portarias PT-GM/MS 280 de 08.04.1999, E PT-GM/MS 055, 24.02.99. Não deverão ser concedidas ajudas de custo para acompanhantes que permaneçam em acompanhamento de paciente hospitalizados, exceto no caso de paciente internado em UTI (Unidade de Terapia Intensiva). O paciente que obtiver alta do tratamento será automaticamente excluído do programa e, não havendo necessidade do tratamento continuado, será classificado como paciente de tratamento não contínuo, perdendo o valor fixo mensal (ajuda de custo). 19 24. DO CONTROLE E AVALIAÇÃO 24.1 OS CRS/SESPA e os municípios com Gestão dos Recursos MAC da Saúde deverão arquivar documentos relacionados ao processo de TFD durante 5 anos, para posterior verificação pelos Serviços de Controle, Avaliação e Auditoria do Estado e/ou da União. 25. MANUAL DE TFD MUNICIPAL As secretarias municipais de saúde com gestão dos recursos de MAC poderão elaborar Manual de TFD Municipal, tendo como referencia normativa o presente manual. CONSIDERAÇÕES FINAIS O Manual Estadual de Tratamento Fora do Domicílio (TFD) proporciona orientações, com base nas legislações vigentes, quanto ao processo de encaminhamentos de usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) para diagnóstico e/ou tratamentos não disponíveis em seu município/estado de origem a outros municípios/estados que o realizem. O Tratamento Fora do Domicilio é uma estratégia de gestão, que define responsabilidades da Secretaria de Estado de Saúde e das Secretarias Municipais de Saúde, em busca da garantia de acesso aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) aos serviços de saúde de atenção especializada de média e alta complexidade, conforme legislação específica. No entanto, os gestores municipal e estadual, para garantir este acesso o mais próximo possível de sua residência, devem continuar na busca da ampliação da capacidade instalada dos serviços de saúde com resolutividade. A Secretaria Estadual de Saúde, através dos Centros Regionais de Saúde, gerencia o TFD dos municípios com recursos MAC sob gestão estadual e em municípios com menos de 21 mil habitantes. Os municípios com gestão dos Recursos de MAC gerenciam o TFD de seus residentes. 20 O Governo do Estado do Pará através da Secretaria Estadual de Saúde tem a responsabilidade de controlar e avaliar a utilização do recurso direcionado para o de TFD em todo o Estado. Este Manual revoga o Manual – TFD anterior, e Resolução CIB/Pará nº 192, de 06/10/98; e por força do artigo 5°, parágrafo primeiro da Portaria – SAS n° 055/99. Esse Manual deverá ser submetido à apreciação da CIB/PA, cuja aprovação deverá ocorrer por meio de Resolução a ser publicada em Diário Oficial. 21 REFERÊNCIAS Lei Orgânica de Saúde Nº 8.080/90 – Dispõe sobre as condições para promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes; Lei 8142/90 – Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde – SUS e as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde; Portaria SAS/MS Nº 2.203/96, de 15.11.96 – Aprova a Norma Operacional Básica do Sistema Único de Saúde NOB/SUS-01/96 – DOU de 06/11/96; Portaria GM/MS Nº 2488, de 24.10.2011 – Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica, para a Estratégia Saúde da Família (ESF) e o Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS); Portaria GM/MS Nº 2.094, de 26/02/98 – Dispõesobre a emissão de Cartão do Sistema Único de Saúde Municipal – Cartão – SUS/Municipal; Portaria GM/MS Nº 940, de 28.04.2011 – Regulamenta o Sistema Cartão Nacional de Saúde; Resolução CIB/Pará nº 192, de 06/10/98 – Dispõe sobre a normatização de Tratamento Fora de Domicílio no Estado do Pará; Portaria SAS/MS Nº 055, de 24.02.99 – Dispõe sobre a rotina de Tratamento Fora de Domicílio no Sistema Único de Saúde e inclusão dos procedimentos na tabela do Sistema de Informação Ambulatorial – SIA/SUS. Portaria GM/SUS Nº 280 de 08.04.99 – Dispõe sobre a obrigatoriedade dos hospitais públicos, contratados e conveniados com o SUS, viabilizarem meios que permitam a presença de acompanhante de pacientes maiores de 60 anos de idade quando internados; Portaria SAS/MS Nº 2.488 de 02/10/2007 – Dispõe sobre a alteração na tabela de procedimentos ambulatoriais e hospitalares – SIA e SIH/SUS, com reajuste de valores e decodificação de procedimentos. Portaria Nº 1559, de 1º de Agosto de 2008 – Institui a Politica Nacional de Regulação do Sistema Unic de Saúde – SUS. Resolução nº 12 de 31 de Janeiro de 2008 – Dispõe sobre as regras gerais para concessão de benefícios de programa de Tratamento Fora de Domicílio no Estado do Pará. 22 GLOSSÁRIO Ambulatório – Local onde se presta assistência a clientes em regime de não internação. Assistência ambulatorial – Modalidade de atenção realizada pelo pessoal de saúde a cliente no ambulatório em regime de não internação. Assistência hospitalar – Modalidade de atenção realizada pelo pessoal de saúde a cliente no hospital. Assistência médica – Modalidade de atenção realizada pelo médico na promoção e proteção da saúde e na recuperação e reabilitação de doentes. Assistência médica periódica – Assistência médica com periodicidade pré- estabelecida, não diária. Alta – Ato médico que determina o encerramento da modalidade de assistência que vinha sendo prestada ao doente até o momento, por cura, melhora, inalteração a pedido ou transferência. Poderá, caso necessário, receber outra modalidade de assistência seja ela no mesmo estabelecimento, em outro ou no domicílio. Atendimento de emergência – Conjunto de ações empregadas na recuperação de paciente, cujos agravos à saúde necessitam de assistência imediata. Centro de Saúde – Unidade de saúde destinada a prestar assistência sanitária de forma programada a uma população determinada, pelo menos nas quatro especialidades básicas. A assistência médica deve ser permanente e sempre que possível prestada por médico generalista. Cobertura de serviços de saúde – Oferta sistematizada de serviços de saúde que satisfaçam a uma população determinada, proporcionada de forma contínua em lugares geograficamente acessíveis e que garanta o acesso da população aos diversos níveis de atendimento do sistema de serviços de saúde. Consulta – Modalidade de assistência na qual elementos de saúde de nível superior interagem com usuário para fins de exames, diagnóstico, tratamento e orientação. Consulta de primeira vez – Primeiro atendimento ambulatorial, fornecido por elemento de nível superior da equipe de saúde, na unidade, a um cliente, após 23 seu registro. Para fins de programação e avaliação considerar a primeira consulta no ano. Consulta subsequente – Consulta que sucede à primeira consulta ou à inscrição no estabelecimento de saúde. Contra-referência – Ato formal de encaminhamento de um cliente ao estabelecimento de origem (que o referiu) após resolução da causa responsável pela referência. A contra-referência do cliente deverá sempre ser acompanhada das informações necessárias ao seguimento do mesmo, no estabelecimento de origem. Dia hospitalar – Período de trabalho compreendido entre dois censos hospitalares consecutivos. Doença – Alteração ou desvio do estado de equilíbrio de um indivíduo com o meio. Especialidades médicas básicas – Clínica médica, clínica cirúrgica, clínica gineco-obstétrica e clínica pediátrica. Especialidades médicas básicas – Especialidades médicas que, em uma área geográfica determinada, assumem maior importância em face da prevalência de patologias específicas ou da dificuldade de acesso a estabelecimentos de maior complexidade. Estabelecimentos de saúde – Nome genérico dado a qualquer local destinado a prestação de assistência sanitária à população em regime de internação e/ou não internação, qualquer que seja o seu nível de complexidade. Hospital – Estabelecimento de saúde destinado a prestação de assistência sanitária em regime de internação, a uma determinada clientela, ou não de internação, no caso de ambulatório ou outro serviço. Hospital com especialidade – Hospital geral destinado a prestar assistência sanitária a doentes em especialidades, além das quatro básicas. Hospital de base – Hospital de maior complexidade dentro de uma área definida. Hospital de ensino – Hospital que além de prestar assistência sanitária à população desenvolve atividades de capacitação de recursos humanos. 24 Hospital de grande porte – Hospital com capacidade instalada 151 à 500 leitos. Hospital de médio porte – Hospital com capacidade instalada de 51 à 150 leitos. Hospital de pequeno porte – Hospital com capacidade instalada de até 50 leitos. Hospital de porte especial – Hospital com capacidade instalada acima de 500 leitos. Hospital-dia – Modalidade de assistência na qual o doente utiliza com regularidade os serviços e o leito hospitalar apenas durante o período diurno. Hospital especializado – Hospital destinado a prestar assistência sanitária a doentes em uma especialidades básicas. Inscrição – Primeira consulta em um programa ou em uma especialidade. Intercorrência – Ocorrência de outras doenças ou acidentes concomitantemente a uma enfermidade, sem ligação com a mesma. Internação – Admissão de um paciente para ocupar um leito hospitalar, por um período igual ou maior a 24 horas. Leito de curta permanência – Leito hospitalar cuja utilização ultrapasse a média de permanência de trinta dias. Leito de observação – Leito destinado a acomodar os pacientes que necessitem ficar sob supervisão médica e/ou de enfermagem para fins de diagnóstico ou de terapêutica durante um período inferior a 24 horas. Leito-dia – Unidade de medida que apresenta a disponibilidade de leito hospitalar, num dia hospitalar. Leito hospitalar – Cama destinada à internação de um cliente no hospital (não considerar como leito hospitalar os leitos de observação e os leitos da unidade de terapia intensiva). Matrícula – Inscrição de um paciente num estabelecimento de saúde que o habilita ao atendimento. O mesmo que registro. Município solicitante - Município sede de residência do paciente em PTFD. 25 Município executante - Município sede da unidade executante do procedimento indicado em processo de TFD. Níveis de complexidade – Limites utilizados para hierarquizar os estabelecimentos do sistema de saúde, segundo a disponibilidade de recursos, a diversificação de atividades prestadas e a sua frequência. Óbito Hospitalar – Óbito hospitalar que se verifica no hospital, após o registro do doente. Paciente de retorno – Paciente que, após a primeira consulta ou após alta hospitalar, volta para a continuidade do tratamento. Paciente-dia – Unidade de mensuração da assistência prestada em um dia hospitalar a um paciente internado. O dia de alta somente será computado quando este ocorrer no dia da internação. Paciente internado – Paciente que, admitido no hospital, passa a ocupar um leito por um período acima de 24 horas. Posto de assistência médica – Estabelecimento de saúde destinado à assistência ambulatorial que desenvolve suas ações sobdemanda. O mesmo que policlínica. Posto de saúde – Unidade de saúde destinada a prestar assistência sanitária de forma programada, a uma população determinada, por pessoal de nível médio ou elementar, utilizando técnicas apropriadas e esquemas padronizados de atendimento. Pronto atendimento – Conjunto de elementos destinados a atender urgências dentro do horário de serviço do estabelecimento de saúde. Pronto-socorro – Estabelecimento de saúde destinado a prestar assistência a doentes, com ou sem risco de vida, cujos agravos a saúde necessitam de atendimento imediato. Funciona durante as 24 horas do dia e dispõe apenas de leito de observação. Prontuário médico – Documento constituído de formulários padronizados destinados ao registro da assistência prestada ao cliente. Quarentena – Situação ou estado de restrição de pessoas ou animais domésticos que tenham sido expostos a contato com doenças transmissível, por prazo determinado por autoridade competente com o fito de evitar e/ou 26 restringir o contágio a outrem. Pode ser completa ou modificada. Na prática só é aplicada no caso de doenças sujeitas ao Regulamento Sanitário Internacional: cólera, febre amarela e peste. Quimioprofilaxia – Emprego de uma substância química para prevenir uma doença ou infecção, ou ainda sua evolução Quimioterapia – Emprego de substância química para curar uma doença clinicamente manifesta ou ainda sua evolução. Recaída – Reaparecimento ou recrudescimento dos sintomas de uma doença, antes de curado inteiramente o doente. Recidiva – Reaparecimento do processo mórbido após cura integral do doente. Referência – Ato formal de encaminhamento de um cliente atendido em um determinado estabelecimento de saúde para outro de maior complexidade. A referência deverá sempre ser feita após a constatação de insuficiência de capacidade resolutiva e segundo normas e mecanismos preestabelecidos. Regionalização – Diretriz que objetiva a racionalização da prestação de serviços através da descentralização na tomada de decisões e a hierarquização das ações por níveis de complexidade da atenção. Saída hospitalar – Saída do doente do hospital por óbito ou por alta. TFD – Estratégia usada para referenciar pacientes a outros municípios garantindo-lhes o acesso a serviços assistenciais de complexidade diferenciada, quando esgotados todos os recursos de diagnóstico e terapia no seu município de origem. Unidade solicitante – é o Estabelecimento de saúde onde esta o médico solicitante do tratamento fora de domicílio. Unidade autorizadora - é a unidade que autoriza o tratamento fora de domicÍlio, onde esta situada a equipe de tratamento fora de domicÍlio. Unidade de saúde executante – Estabelecimento de saúde destinado a prestar assistência sanitária a uma população em área geográfica definida, executando basicamente ações programadas. Tem caráter dinâmico por desenvolver atividades junto a comunidade (exemplo: visita domiciliar). O mesmo que unidade sanitária. Unidade executante – Estabelecimento de saúde executante do procedimento 27 indicado pelo município solicitante. Unidade mista – Unidade sanitária composta por um centro de saúde e uma unidade de internação, com características de hospital local de pequeno porte, sob administração única. O mesmo que unidade integrada. 28 ANEXOS 29 1 - Histórico da Doença Atual 2 - Exame Físico PREFEITURA MUNICIPAL DE ______________________________ SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE _______________________ LAUDO MÉDICO DE TRATAMENTO FORA DO DOMICÍLIO PEDIDO Nº PACIENTE RG D.N. CPF Endereço CARTÃO SUS Município Bairro PROFISSÃO CEP ACOMPANHANTE RG CPF Endereço (Mesmo) Bairro Município: CEP - Diagnóstico Provável CID - Exame(s) Complementar(es) realizado(s). Anexar Cópias - Tratamento(s) realizado(s) - Tratamento/Exame indicado PROCEDIMENTO - Duração Provável do Tratamento 30 LAUDO MÉDICO – TRATAMENTO FORA DO DOMICÍLIO Justificar as razões que impossibilitam a realização do tratamento/exame na localidade. Justificar em caso de encaminhamento urgente. Justificar em caso de necessidade de acompanhante. Transporte Recomendável Justificar: Outras anotações: _____________________________________ Local e Data ________________________________ Médico – Assistente Carimbo – CRM CPF: Parecer da Comissão de TFD _____________________________________ Local e Data _____________________________________ Médico Autorizador Carimbo – CRM CPF: 31 DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO E AUDITORIA DOS SERVIÇOS DE SAÚDE TRATAMENTO FORA DE DOMICÍLIO – TFD CENTRAL ESTADUAL DE REGULAÇÃO DE ALTA COMPLEXIDADE – CERAC-PA LAUDO MÉDICO P A C IE N T E NOME: DATA DE NASCIMENTO: PROFISSÃO: CPF: DOC. DE IDENTIDADE: CARTÃO SUS: ENDEREÇO COMPLETO: TELEFONE: A C O M P A N H A N T E NOME: DATA DE NASCIMENTO: GRAU DE PARENTESCO CPF: DOC. DE IDENTIDADE: CARTÃO SUS: ENDEREÇO COMPLETO: TELEFONE: M É D IC O S O L IC IT A N T E NOME: ESPECIALIDADE: CPF: DOC. DE IDENTIDADE: CRM: TELEFONE MÓVEL: UNIDADE SOLICITANTE: TELEFONE: EMAIL: DIAGNÓSTICO INICIAL CID 10 PRINCIPAL PROCEDIMENTO SOLICITADO CÓDIGO DO PROCEDIMENTO PRINCIPAIS SINAIS E SINTOMAS CLÍNICOS (HISTÓRICO DA DOENÇA ATUAL) CONDIÇÕES QUE JUSTIFICAM A INTERNAÇÃO PRINCIPAIS RESULTADOS DE PROVAS DIAGNÓSTICAS CLÍNICA / *CLASSE FUNCIONAL (Cardiologia) 32 Funções Renal e Hepáticos: Padrão Respiratório: Estado Neurológico Sumário: Estado Nutricional: TRATAMENTO REALIZADO JUSTIFICAR AS RAZÕES QUE IMPOSSIBILITAM A REALIZAÇÃO DO TRATAMENTO NO ESTADO JUSTIFICAR EM CASO DE NECESSIDADE DE ACOMPANHANTE JUSTIFICAR EM CASO DE NECESSIDADE DE ACOMPANHAMENTO MÉDICO OUTRAS ANOTAÇÕES LOCAL E DATA MÉDICO – ASSISTENTE PARECER JUNTA MÉDICA / SERVIÇO LOCAL DE MEDICINA SOCIAL LOCAL E DATA MÉDICO – ASSISTENTE *TODOS OS CAMPOS SÃO DE PREENCHIMENTO OBRIGATÓRIO PELO MÉDICO ASSISTENTE, COM LETRA LEGÍVEL Condições hemodinânmicas (incluindo necessariamente a mensuração da PA): Caracterização de eventual urgência na realização do procedimento: História pregressa e atual significativa especialmente quanto ao uso e alergia a medicamentos, bem como alergia a contrastes, anestésicos e antisépticos: Informação sobre dados de exame físico realizado nos últimos 08 dias, com transcrição das informações (podem ser na forma estruturada ou não): Atestar as condições de remoção com segurança para o paciente e indicações do transporte adequado: Medicamentos utilizados/ em uso (respectivas dosagens) Relatório de risco cirúrgico (coerente com os itens acima descritos) segundo a classificação da Sociedade Americana de Anestesiologia (ASA 1,2,3,4, ou 5): *ANEXAR CÓPIAS DA DOCUMENTAÇÃO PESSOAL DO PACIENTE E ACOMPANHANTE E DOS EXAMES COMPLEMENTARES DE DIAGNÓSTICOS RECENTES (Hemograma, Creatinina, Coagulograma, Glicemia de Jejum, Eletrocardiograma, Radiografias de Tórax p/ maiores de 60 anos e outros) 33 FICHA DE CONSULTA Paciente: Especialidade: Retorno: Responsável do CRS: Médico: Local da consulta: Dia da consulta: Hora da consulta: Responsável Belém: Resumo de evoluções: Início na especialidade: 1ª evolução para: 2ª evolução para: 3ª evolução para: 34 GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE PÚBLICO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE TFD Nº: ___________________ PACIENTE: ________________________________________________________ ACOMPANHANTE: __________________________________________________ Ao profissionalda área da saúde, As diárias e passagens para TFD são custeadas com verba pública, portanto, sujeitas à fiscalização e auditoria. Assim, solicitamos para controle, que sejam REGISTRADAS todas as informações possíveis neste processo, tais como: data, local de atendimento, evolução do profissional de saúde em cada visita, exames, intervalos de tratamento em que o paciente pode retornar a origem, necessidade de tratamento, retorno para tratamento e TRANSPORTE necessário para as condições clínicas do paciente. Contamos com sua colaboração. Paciente/acompanhante: (Ciente): ______________________________________________________________ ____ Registro do profissional: (Ciente): ______________________________________________________________ ____ ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ ______________________ 35 PREFEITURA MUNICIPAL DE ______________________________ SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE _____________________ PEDIDO DE TRATAMENTO FORA DE DOMICÍLIO PEDIDO N° P A C IE N T E NOME DOC. DE IDENTIDADE: CPF: RESIDÊNCIA DATA NASCIMENTO: A C O M P A N H A N T E NOME DOC. IDENTIDADE CPF: RESIDÊNCIA RELAÇÃO COMO ACIENTE LOCAL DE ORIGEM DATA: _____/_______/______ 1.Encaminhe-se o original deste pedido com 1° e 2° vias do Laudo Médico à: 2.Aguarda-se resposta: ___________________________________ SECRETÁRIO DE SAÚDE CARIMBO CPF LOCAL DE DESTINO DATA: _____/____ ___/______ 1. Em face dos nossos recursos médicos – assistentes: É exequível ( ) Não exequível ( ) 2. Providencie-se ___________________________ MEDICO AUTORIZADOR DO TFD CARIMBO CPF DATA: _____/_______/______ 36 TERMO DE RESPONSABILIDADE Eu, _____________________________________________, portador (a) do RG n° _____________, CPF:_________________, domiciliado (a) no (a) ______________________________________________________ _________assumo o compromisso de acompanhar o Sr. (a) ____________________________ durante o seu tratamento dando completa assistência. 37 RELATÓRIO DE ALTA Nome do Paciente:_______________________________________________ Hospital:_______________________________________________________ Nº do Prontuário: ________________________________________________ Diagnóstico: ____________________________________________________ Tratamento realizado: ____________________________________________ Data de Comparecimento no Hospital: _______________________________ Início do Tratamento: ____/____/_______. Período de Internação: ____/____/_____ a _____/_____/______ Data da Alta de Internação: ____/____/___. Necessidade de Retorno: ( ) Sim ( ) Não Data da Previsão de Retorno: ____/____/_______. Data da alta médica: ______/_____/_______. Justificativa para o Retorno_______________________________________ _____________________________________________________________ _____________________________________________________________ ___________________ ______________________________ Local e Data Carimbo e Assinatura do profissional de saúde Rua Municipalidade n° 1655 – Bairro Umarizal – Email: tfdsespa01@hotmail.com Fones: (91) 98113-9588 / 4009-7424 / 7421/7405 – Belém-PA – CEP: 66050-350 Ao Profissional de Saúde, Solicitamos a vossa senhoria a gentileza de realizar o preenchimento deste formulário que será apresentado pelo paciente no setor de TFD do Estado de Origem. mailto:tfdsespa01@hotmail.com 38 DECLARAÇÃO Eu, ____________________________________________beneficiário do PTFD, portador de RG nº _____________e CPF nº ____________________, declaro para os devidos fins de direito e a quem interessar que solicito a troca do atual acompanhante Sr(a) ______________________________________________________ pelo(a) Sr(a) _____________________________ _____________________________para receber diárias e/ou passagens, assinar e despachar documentos referentes ao Programa de Tratamento Fora de Domicilio devido ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ___ Assinatura do Declarante _________________,______/_____/__________ TABELA DE PROCEDIMENTOS SIGTAP RELACIONADOS AO TFD/CERAC CÓDIGO PROCEDIMENTO DESCRIÇÃO 08.02.01.001-6 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE ADULTO (COM PERNOITE) CONSISTE NA VIABILIZAÇÃO POR PARTE DO ESTABELECIMENTO DE SAÚDE DE CONDIÇÕES QUE PERMITAM A PRESENÇA DE (01) ACOMPANHANTE EM TEMPO INTEGRAL POR PACIENTE INTERNADO, PROPORCIONANDO ACOMODAÇÃO ADEQUADA ASSIM COMO DO FORNECIMENTO DAS PRINCIPAIS REFEIÇÕES (NO REFEITÓRIO OU NA PRÓPRIA ENFERMARIA) A CADA 24 HORAS, CABENDO AO PROFISSIONAL DE SAÚDE RESPONSÁVEL PELO TRATAMENTO CONCEDER AUTORIZAÇÃO PARA O ACOMPANHAMENTO. 08.02.01.002-4 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE CRIANCA/ADOLESCENTE C/PERNOITE CONSISTE NA VIABILIZAÇÃO POR PARTE DO ESTABELECIMENTO DE SAÚDE DE CONDIÇÕES QUE PERMITAM A PERMANÊNCIA EM TEMPO INTEGRAL DE UM DOS PAIS OU RESPONSÁVEL POR PACIENTE INTERNADO, PROPORCIONANDO ACOMODAÇÃO ADEQUADA ASSIM COMO O FORNECIMENTO DAS PRINCIPAIS REFEIÇÕES (NO REFEITÓRIO OU NA PRÓPRIA ENFERMARIA) A CADA 24 HORAS. 08.02.01.003-2 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE DE GESTANTE C/ PERNOITE CONSISTE NA VIABILIZAÇÃO POR PARTE DO ESTABELECIMENTO DE SAÚDE DE CONDIÇÕES QUE PERMITAM A PERMANÊNCIA JUNTO À PARTURIENTE DE 1 (UM) ACOMPANHANTE DURANTE TODO O PERÍODO DE TRABALHO DE PARTO, PARTO E PÓS-PARTO IMEDIATO, PROPORCIONANDO ACOMODAÇÃO ADEQUADA ASSIM COMO O FORNECIMENTO DAS PRINCIPAIS REFEIÇÕES (NO REFEITÓRIO OU NA PRÓPRIA ENFERMARIA) A CADA 24 HORAS. 08.02.01.004-0 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE DE IDOSOS C/ PERNOITE CONSISTE NA VIABILIZAÇÃO POR PARTE DO ESTABELECIMENTO DE SAÚDE DE CONDIÇÕES QUE PERMITAM A PRESENÇA DE (01) ACOMPANHANTE EM TEMPO INTEGRAL, POR PACIENTE INTERNADO, PROPORCIONANDO ACOMODAÇÃO ADEQUADA, ASSIM COMO O FORNECIMENTO DAS PRINCIPAIS REFEIÇÕES (NO REFEITÓRIO OU NA PRÓPRIA ENFERMARIA) A CADA 24 HORAS. 2 08.02.01.005-9 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE DE IDOSOS S/ PERNOITE CONSISTE NA VIABILIZAÇÃO POR PARTE DO ESTABELECIMENTO DE SAÚDE DE CONDIÇÕES QUE PERMITAM A PRESENÇA DE (01) ACOMPANHANTE POR PACIENTE INTERNADO, ASSIM COMO DO FORNECIMENTO DAS PRINCIPAIS REFEIÇÕES (NO REFEITÓRIO OU NA PRÓPRIA ENFERMARIA) E DE CADEIRA OU POLTRONA PARA A SUA ACOMODAÇÃO, A CADA 12 HORAS. 08.03.01.001-0 AJUDA DE CUSTO P/ ALIMENTACÃO/PERNOITE DE PACIENTE A AJUDA DE CUSTO PARA ALIMENTACÃO/PERNOITE DESTINADA AO PACIENTE DURANTE O PERÍODO DE DESLOCAMENTO PARA TRATAMENTO ESPECIALIZADO, FORA DO DOMICÍLIO, EM CONFORMIDADE COM A LEGISLAÇÃO VIGENTE. 08.03.01.002-8 AJUDA DE CUSTO P/ ALIMENTACÃODE PACIENTE S/PERNOITE A AJUDA DE CUSTO PARA ALIMENTACÃO E DESTINADA AO PACIENTE, DURANTE O PERÍODO DE DESLOCAMENTO PARA TRATAMENTO ESPECIALIZADO, FORA DE SEU DOMICÍLIO, EM CONFORMIDADE COM A NORMALIZAÇÃO VIGENTE. 08.03.01.003-6 AJUDA DE CUSTO P/ ALIMENTACÃO/PERNOITE DE PACIENTE - (P/TRATAMENTO CNRAC) DESTINA-SE A AUTORIZACAO/LIBERACAO DE AJUDA DE CUSTO PARA ALIMENTAÇÃO/PERNOITE DE PACIENTE DURANTE O PERIODO DE DESLOCAMENTO PARA TRATAMENTO AUTORIZADO PELA CENTRAL NACIONAL DE REGULACAO DE ALTA COMPLEXIDADE, CONFORME AS NORMALIZAÇÕES VIGENTES. 08.03.01.004-4 AJUDA DE CUSTO P/ ALIMENTAÇÃO/PERNOITE DE ACOMPANHANTE A AJUDA DE CUSTO PARA ALIMENTAÇÃO E DESTINADA AO ACOMPANHANTE, DURANTE O PERÍODO DE DESLOCAMENTO EM QUE ACOMPANHA O PACIENTE PARA TRATAMENTO ESPECIALIZADO, FORA DE SEU DOMICILIO, EM CONFORMIDADE COM AS NORMALIZAÇÕES VIGENTES. 08.03.01.005-2 AJUDA DE CUSTO P/ALIMENTAÇÃO DE ACOMPANHANTE S/PERNOITE A AJUDA DE CUSTO PARA ALIMENTAÇÃO E DESTINADA AO ACOMPANHANTE, DURANTE O PERIODO DE DESLOCAMENTO EM QUE ACOMPANHA O PACIENTE PARA TRATAMENTO ESPECIALIZADO, FORA DE SEU DOMICÍLIO, EM CONFORMIDADE COM AS NORMALIZAÇÕES VIGENTES. 08.03.01.006-0 AJUDA DE CUSTO P / ALIMENTAÇÃO/PERNOITE DE ACOMPANHANTE - (P/TRATAMENTO CNRAC) DESTINA-SE A AUTORIZAÇÃO/LIBERAÇÃO DE AJUDA DE CUSTO PARA ALIMENTAÇÃO/PERNOITE DE ACOMPANHANTE, DURANTE O PERÍODO DE DESLOCAMENTO EM QUE ACOMPANHA O PACIENTE PARA TRATAMENTO DE PROCEDIMENTO QUE INTEGRA O ELENCO DA CENTRAL NACIONAL DE REGULAÇÃO DE ALTA COMPLEXIDADE - CNRAC, EM CONFORMIDADE COM AS NORMALIZAÇÕES VIGENTES. 3 08.03.01.007-9 UNIDADE DE REMUNERAÇÃO P/ DESLOCAMENTO DE ACOMPANHANTE POR TRANSPORTE AEREO (CADA 200 MILHAS) REFERE-SE AO DESLOCAMENTO DO ACOMPANHANTE COM FINALIDADE DE ACOMPANHAR O PACIENTE EM TRATAMENTO ESPECIALIZADO, FORA DO DOMICÍLIO,EM CONFORMIDADE COM NORMALIZÇÃO VIGENTE. 08.03.01.009-5 UNIDADE DE REMUNERAÇÃO P/DESLOCAMENTO DE ACOMPANHANTE POR TRANSPORTE FLUVIAL (CADA 27 MILHAS NAUTICAS) REFERE-SE AO DESLOCAMENTO DO ACOMPANHANTE COM FINALIDADE DE ACOMPANHAR O PACIENTE EM TRATAMENTO ESPECIALIZADO, FORA DO DOMICÍLIO, EM CONFORMIDADE COM NORMALIZAÇÃO VIGENTE. 08.03.01.010-9 UNIDADE DE REMUNERAÇÃO P/DESLOCAMENTO DE ACOMPANHANTE POR TRANSPORTE TERRESTRE (CADA 50 KM DE DISTANCIA) REFERE-SE AO DESLOCAMENTO DO ACOMPANHANTE COM FINALIDADE DE ACOMPANHAR O PACIENTE EM TRATAMENTO ESPECIALIZADO, FORA DO DOMICÍLIO, EM CONFORMIDADE COM NORMALIZAÇÃO VIGENTE. 08.03.01.013-3 UNIDADE DE REMUNERAÇÃO P/DESLOCAMENTO INTERESTADUAL DE ACOMPANHANTE POR TRANSPORTE AEREO (CADA 200 MILHAS) - (P/TRATAMENTO CNRAC) DESTINA-SE A AUTORIZAÇÃO/LIBERAÇÃO DE DESLOCAMENTO DO ACOMPANHANTE, COM FINALIDADE DE ACOMPANHAR O PACIENTE PARA TRATAMENTO DE PROCEDIMENTO QUE ÍNTEGRA A CENTRAL NACIONAL DE REGULACAO DE ALTA COMPLEXIDADE- CNRAC, EM CONFORMIDADE COM NORMALIZAÇÕES VIGENTES. 4 APÊNDICES FLUXOGRAMA PARA EMISSÃO DE TFD NOS MUNICÍPIOS COM GESTÃO DE TETO MAC Usuário necessita de atendimento especializado Serviço existe no Município de residência? N Serviço distante 50 Km ou 200 milhas S Regulação municipal garante deslocamento, segundo normativa. S Regulação municipal avalia referência pactuada, e adota providências junto à coordenação do TFD para garantia do atendimento do usuário. Usuário é agendado, segundo oferta da rede local. Regulação municipal abre processo de TFD e garante deslocamento do usuário. N 5 FLUXOGRAMA PARA EMISSÃO DE TFD NOS MUNICÍPIOS COM TETO DE MAC SOB GESTÃO ESTADUAL OU COM MENOS DE 21.000 HABITANTES USUÁRIO DE MUNICÍPIOS COM TETO DE MAC SOB GESTÃO ESTADUAL OU COM MENOS DE 21.000 HAB. NECESSITA DE ATENDIMENTO ESPECIALIZADO SERVIÇO EXISTE NO MUNICÍPIO DE RESIDÊNCIA? N SERVIÇO DISTANTE 50 KM OU 200 MILHAS? S REGULAÇÃO MUNICIPAL GARANTE DESLOCAMENTO, SEGUNDO NORMATIVA. CRS/SESPA LIBERA PASSAGENS E DIÁRIAS, SEGUNDO LEGISLAÇÃO VIGENTE. REGULAÇÃO MUNICIPAL AVALIA REFERÊNCIA PACTUADA, E ADOTA PROVIDÊNCIAS JUNTO A COORDENAÇÃO DO TFD PARA GARANTIA DO ATENDIMENTO DO USUÁRIO. USUÁRIO É AGENDADO, SEGUNDO OFERTA DA REDE LOCAL. N