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- -1 POLÍTICA SOCIAL I POLÍTICA SOCIAL E SERVIÇO SOCIAL NO ENFRENTAMENTO À POBREZA - -2 Olá! Ao final desta aula, o aluno será capaz de: 1. Compreender como o serviço social atua no enfrentamento à pobreza; 2. identificar a diferença entre assistência e assistencialismo; 3. analisar as práticas utilizadas pelas políticas públicas na ajuda aos mais necessitados. Seja bem-vindo! Nesta aula trataremos da Política Social e do Serviço Social diante dos desafios da pobreza. Art. 1° A assistência social, direito do cidadão e dever do Estado, é Política de Seguridade Social não contributiva, que provê os mínimos sociais, realizada através de um conjunto integrado de ações de iniciativa pública e da sociedade, para garantir o atendimento às necessidades básicas. (Capítulo I, LEI ORGÂNICA DA ASSISTÊNCIA SOCIAL, 1993). No cenário atual brasileiro, a assistência social passa por uma transição entre a filantropia e o assistencialismo com clientelismo político para a condição de um direito social, dever do Estado. Em 1988, na Constituição Federal, com a inscrição e o aparecimento da assistência social como um direito social e a utilização efetiva deste direito pelo cidadão, necessitamos de uma profunda mudança política e comportamental. Almeida (1993) afirma que: "trata-se de colocar em questão uma 'cultura' nacional das relações entre a burocracia assistencial estatal, a rede de ONGs que atuam na área e, especialmente, os usuários indivíduos, grupos, famílias ou comunidades - do sistema". Parte da responsabilidade por esta mudança partiu da própria) sociedade que, aliada à mudança política inclusão na Constituição Federal, motivada pelo desejo de democracia e "soberania", buscou uma descentralização político' administrativa através da reorganização institucional da assistência social no país, baseada na Lei federal n. 8.742, de dezembro de 1993 - Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS). Disponível em <http: / /www. planalto. gov. br/ccivil_03 / leis/ L8742. htm>. - -3 Aldaíza Sposati (1990) faz a distinção entre assistência, assistencialismo e assistência social, da seguinte forma: Assistência A assistência como "[...] acesso a um bem, de forma não contributiva, ou através de contribuição indireta, pela alocação de recursos governamentais [...] que podem ser redistribuídos para atender a uma necessidade coletiva, considerada prioritária, para garantir um dado padrão de condições de vida e de direitos a todos os cidadãos [...] várias políticas públicas podem ter a presença da assistência, ou a função programática assistencial, sem que, com isto, sejam assistencialistas ou protecionistas no mau sentido, isto é, subalternizadoras e tuteladoras. (...) Assistencialismo O assistencialismo [...] é o acesso a um bem através de uma benesse, de doação, isto é, supõe sempre um doador e um receptor. Este é transformado em um dependente, um apadrinhado, um devedor [...] O "primeiro-damismo" é a institucionalização do assistencialismo na figura da mulher do governante [...] Assistência social A assistência social como política pública se ocupa do provimento de atenções para enfrentar as fragilidades de determinados segmentos sociais, superar exclusões sociais, defender e vigiar os direitos mínimos de cidadania e dignidade. É política de atenção e de defesa de direitos o direito à sobrevivência em padrões éticos de dignidade construídos historicamente em uma dada sociedade [...]. A distinção política da assistência nos diferentes projetos políticos da sociedade se dá pelo conteúdo do que é considerado por padrões mínimos de dignidade humana e pela forma de inclusão e cobertura desses padrões que incluem necessidades especiais [ ...]. "A construção da assistência social como política pública acesso a direitos sociais tem na relação com as organiz privadas uma das frentes para implantação da LOAS, que ne ser discutida, isto é, ter suas bases de relação reconstruída instrumentos jurídicos administrativos que formalizam a re estatal-privado no campo da assistência social precisam totalmente revistos: as isenções, as subvenções, os convênio contratos etc." <http: / /www. fundap.sp. gov. br/ publicacoes/ TextosTecnicos/ text ec3. htm>. No Brasil, não é possível falar de um Estado de Bem-Estar Social, tal como se observa em outros países, em seu desenvolvimento. Autores que tratam da experiência brasileira nesse contexto consideram os anos 30, do século passado, como o período em que o Estado passou a intervir de forma mais abrangente nas relações entre capital e trabalho. Segundo Gonçalves (1999) , o Brasil é campeão em desigualdade em termos de distribuição de renda. Segundo ele, o processo da distribuição de renda no Brasil e na América do Sul revela que este é o fator determinante no crescimento dos níveis de pobreza na região. Veja a distribuição de renda no Brasil e nos Estados Unidos. - -4 Na conclusão do autor, os elevados níveis de pobreza e as profundas desigualdades sociais não resultam da escassez de recursos, mas de processos históricos concentradores (GONÇALVES, 1999). - -5 Veja a seguir o quadro político dos anos 80! O quadro político dos anos 80 traz à tona as lutas contra a ditadura militar e a consolidação da construção democrática do estado e da sociedade civil, que repercutiu oito anos mais tarde na Constituição Federal de 1988. Na última década, ampliou-se o debate sobre as políticas sociais, no contexto das lutas pela democratização do Estado e da sociedade no Brasil. O cenário político da década de 90 revela inflexões importantes relacionadas à participação de segmentos organizados da sociedade civil na gestão e controle social das políticas públicas. É dentro desse segmento, que surge a ideia de constituição de espaços públicos que possibilitem a participação e a inserção de novos sujeitos sociais. As históricas relações entre o Estado, a sociedade civil e o mercado ocupacional resultaram em conquistas sociais e democráticas que buscaram entender e reflexionar as desigualdades sociais criadas pelo capitalismo vigente. Para bem analisarmos as repercussões dessa crise, precisamos levar em conta a realidade e as particularidades de cada país, o desenvolvimento das • economias nacionais de países, que a exemplo do Brasil, têm uma longa história de dependência e subordinação à ordem capitalista internacional e tantos outros fatores. Em 2001, dados do IBGE, colhidos na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), revelaram que a população que sobrevivia com até um salário-mínimo continuava crescendo no país. No Censo 2000 são 23.210.273 os brasileiros com mais de 10 anos de idade com rendimento nominal mensal de até um salário- mínimo, correspondendo a 17,1% da população acima de 10 anos. Na PNAD 2001 este número cresceu para 25.991.301, correspondendo a 18,9% da população acima de 10 anos. Ainda nos dias atuais, o salário-mínimo vigente está longe de propiciar condições adequadas de repartição de renda, evitar a pauperização e a exclusão àqueles que sobrevivem com ele. Segundo dados e pesquisas, essas pessoas estão mais próximas da indigência do que da pobreza. - -6 Em agosto de 2002, segundo o DIESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), os gastos com alimentação (com uma cesta alimentar de 13 itens) corresponderam a 65,81% do salário-mínimo de R$ 200,00. Para este órgão, o salário-mínimo necessário, capaz de cobrir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, educação, saúde, higiene, transporte, vestuário, lazer e previdência social, conforme determina a Constituição de 1988, deveria ser de R$ 1.168,92. Dez anos depois, em janeiro deste ano, (2012), o Instituto assegurou que, para conseguir arcar com suas despesas básicas, o brasileiro precisaria de um salário-mínimo no valor de R$ 2.194,76 A Instituição assegura ainda que são necessárias 4,06 vezes o valor do salário-mínimo para suprir as demandas do trabalhador. O cálculo foifeito com base no mínimo de R$ 540,00 em vigor desde o início deste ano. Ainda segundo a pesquisa, o salário-mínimo necessário é o que segue o preceito constitucional de atender às necessidades vitais do cidadão e de sua Família, como moradia, educação, saúde, lazer, alimentação, higiene, vestuário, transporte e previdência social, necessitando ser reajustado periodicamente para preservar o poder de compra. No momento presente, as experiências de organização dos Conselhos atualmente em curso nas áreas da assistência social, saúde, criança e adolescente, meio ambiente, cultura e tantas outras, buscam novas inserções de participação da sociedade civil nos redutos públicos, rumo à constituição de esferas públicas e democráticas - -7 As políticas de assistência social, além de serem definidas e executadas de modo independente, desconhecendo completamente a ação do outro, muitas vezes utilizavam de forma irracional o uso dos recursos públicos. As ONGs também são parte desta história, com importância crescente. Suas ações geralmente são independentes e autônomas em relação a política pública, embora dependentes dos recursos públicos. Com o advento da Lei n° 8.742, de 7 de dezembro de 1993, que dispõe sobre a organização da assistência social, LOAS, já em seu artigo primeiro, assegura a assistência social como direito do cidadão e dever do Estado e como Política de Seguridade Social não contributiva, assegurando também a participação de organizações públicas e privadas na realização de ações de assistência social para o atendimento de necessidades básicas do cidadão. Essa lei define princípios e diretrizes da assistência social, a organização do sistema, benefícios, serviços, programas de assistência social, projetos de enfrentamento da pobreza e a forma de financiamento da assistência social. Proteção à família, à maternidade, à criança e ao adolescente, à velhice; Amparo às crianças e adolescentes carentes; Promoção da integração ao mercado de trabalho; Habilitação e reabilitação das pessoas portadoras de deficiência, além da promoção na vida comunitária; Garantia de um salário-mínimo de benefício mensal à pessoa portadora de deficiência e ao idoso que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção ou de seus dependentes. Dentro das ações do assistente social e sua ação, destacamos a de Proteção Social. Por proteção social podemos classificar as formas institucionalizadas que as sociedades constituem para proteger parte ou o conjunto de seus membros, tais como a velhice, a doença, o infortúnio, as privações, incapacidade de qualquer ordem, tendo como foco garantir a segurança de sobrevivência, de acolhida e de convívio ou vivência familiar. Descritas no SUAS (Sistema Único de Assistência Social), podemos discriminá-las segundo a complexidade desse processo. Proteção Social Básica (PSB) Contempla a população que vive em situação de vulnerabilidade social decorrente da pobreza (ausência total de renda), ou a falta de vínculos afetivo-relacionais ou pertencimento social, discriminações etárias ou étnicas, deficiências, entre outras. Proteção Social especial (PSE) - -8 Destina-se a indivíduos ou grupos que sofreram abandono, maus tratos físicos ou psíquicos, cumprimento de medidas socioeducativas, moradores de rua, crianças exploradas sexualmente e em trabalho escravo, dentre outras. Em ambas as situações, objetiva-se condições mínimas de acolhimento e sobrevivência, mas acima de tudo, o restabelecimento de vínculos familiares e comunitários. Analisar a proteção social no Brasil, como na maior parte dos países do mundo capitalista, implica analisar a relação que existe entre a previdência e a assistência, pilares básicos de todo sistema de proteção social nestas sociedades. Segundo Boschetti (2001), estas duas "políticas" que constituem uma unidade de contrários, possuem uma relação baia/ de atração e rejeição, denominada pela autora como relação de justaposição. Nos dias atuais, percebemos mudanças significativas nesta articulação entre previdência e assistência, intimamente vinculadas à crise capitalista. A reforma da previdência social, recentemente aprovada no Brasil, significou uma redução dos direitos conquistados ao longo da história pelos servidores públicos, aumentando a idade, os anos de trabalho e de contribuição, redução do valor real da aposentadoria, taxação dos servidores inativos etc. Fato que obriga o trabalhador a aderir aos planos privados de aposentadoria complementar para manter direitos anteriormente conquistados. Conjuntamente aos programas de ajuste estrutural, passam a ser implementadas as políticas sociais paliativas, focalizadas para o alívio da pobreza extrema e da exclusão social no mundo. Demonstrando preocupação com as questões da justiça social, o governo atual tem se colocado à disposição para criar um capitalismo mais humano e justo. Tanto que socializando-se junto às classes trabalhadoras e com a sociedade de um modo geral, incorpora a ideia da "cultura da crise" (MOTA, 1995) e da necessidade de que a sociedade como um todo assuma solidariamente a responsabilidade com o atendimento das manifestações da "questão social". Faz-se necessário pensarmos em novas formas de proteção social que substituam as políticas sociais que até hoje predominaram, baseadas na ideia do risco coletivo e da solidariedade entre diferentes grupos sociais. Segundo Werneck Vianna (1998), revivemos um processo que se denomina americanização perversa da seguridade social" que, segundo a autora, consiste na instauração de um padrão de proteção social de tipo norte- americano onde o Estado comparece através de parcos benefícios para os pobres, apenas quando as formas de proteção social privadas se esgotam. As lutas da classe trabalhadora, a origem da política social e sua relação com o serviço social serviram como enfrentamento à pobreza. - -9 O que podemos então classificar como pobreza? Breve Histórico da Pobreza No período pré-histórico, os homens eram nômades. Organizavam-se em tribos e habitavam os lugares propícios ao plantio de alimentos, caça e pesca. Acometidos das mais variadas doenças, pereciam também na guerra, deixando desamparados viúvas, órfãos e idosos, que eram cuidados pela tribo. Na era medieval, sofrendo a dominação dos grandes impérios, os pobres eram destituídos de bens e títulos de nobreza, predominando entre eles algumas formas de escravidão. A benemerência dos senhores feudais e dos religiosos era a única forma de tratar a pobreza, com a finalidade de escravizá-la. Na fusão entre mercantilismo e capitalismo, grandes multidões migravam das áreas rurais para a área urbana em busca de emprego. Os pobres trocavam sua força produtiva por melhores condições de vida, e o Estado assumia algumas garantias sociais assumindo participação nesse processo. A nobreza usava da filantropia como forma de minimizar a pobreza. No século XX e com a organização das sociedades modernas, a pobreza torna-se preocupação constante nas organizações internacionais, caracterizadas pelos estragos decorrentes da segunda guerra mundial, recebendo um novo tratamento, onde as organizações dos países de primeiro mundo assumem sua responsabilidade perante essa questão social. A partir daí, surgem as políticas de atendimento e amparo social levando a analisar que pobreza não se restringe a ações humanitárias, mas sim, a uma ação política resultante da injustiça social, má distribuição de renda e falta de condições de autossustentabilidade. Mediante esse fato, ao longo da história da humanidade, a pobreza se revela como um processo que está vinculado a propósitos de uma minoria que busca o poder em detrimento de uma grande massa, que só serve ao interesse de acumulação de bens e riquezas, produzindo a injustiça, a desigualdade, a indignação. Portanto, o entendimento da pobreza e o seu tratamento devem passar por mudanças radicais, tanto para quem "assiste", "ajuda", como para quem "recebe", é "ajudado".Pois, "se o pobre não descobrir um dia que pobreza é injustiça, não chegará a tornar-se sujeito de seu próprio destino" (DEMO, 1991, P. 7). Mas, afinal, é assistência ou assistencialismo? A partir das últimas duas décadas, dentro dos moldes da Assistência social brasileira, somos levados a questionar a diferença entre os termos “assistência” e “assistencialismo”. - -10 Segundo diversos autores, os profissionais do serviço social carregaram-na como marca até que a reconceituação acontecesse – os significados assistencialistas dentro da prática da profissão. Porém, dentro de uma nova postura, já se definem como trabalhadores comprometidos com a garantia de direitos, desvinculando-se completamente do termo. A assistência social é política de seguridade social não contributiva, o que garante o atendimento das necessidades básicas daqueles que precisam ser assistidos, dos menos favorecidos, cláusulas que ficaram decididas a partir da Constituição Federal de 1988. É histórica a associação dos termos assistência e assistencialismo no que diz respeito às políticas sociais. A palavra assistência por si só nos remete a termos associativos que são o próprio assistencialismo, transformando essa ajuda em esmola, piedade, comiseração. Segundo Pestano (2006), o histórico da assistência social antes de se tomar uma política pública, é caracterizado pelo assistencialismo, pela caridade, pelo voluntariado, e esses sentidos ainda estão presentes no cotidiano desta política. Dentro desse contexto, a assistência social está devidamente legislada na Constituição da República Federativa do Brasil, nos artigos 203 e 204. Tem como objetivo efetuar amparo e proteção aos destituídos de recursos, tanto financeiro quanto social, priorizando as crianças, gestantes, idosos e portadores de necessidades especiais. A Assistência Social, como no modelo do Artigo 203 da Carta Magna, será prestada a quem dela necessitar. Nestes termos, não há necessidade de pobreza, mas sim, casos de vulnerabilidade momentânea como maternidade, infância em situação dl risco ou velhice, tal como podemos assinalar abaixo: Artigo 203 Art. 203- Prestação de assistência social a quem dela necessitar, independente de contribuição à seguridade social, e tem por objetivos: I- A proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice; II- o amparo a crianças e adolescentes carentes; III- promoção e integração ao mercado de trabalho; IV- a habilitação e a reabilitação das pessoas portadoras de deficiência e sua integração à vida em comunidade; V- garantia de um salário-mínimo de benefício mensal à pessoa portadora de deficiência e ao idoso que comprovem não possuir meios de gerir a sua própria manutenção ou de tê-la provida pela família, conforme dispuser a lei. Artigo 204 - -11 No artigo 204, as ações governamentais da assistência social terão o recurso do orçamento advindo da seguridade social, previstos no art. 195. além de outras fontes, sendo organizadas as seguintes diretrizes: I - descentralização político-administrativa, cabendo a coordenação e as normas gerais à esfera federal e a coordenação e a execução dos respectivos programas às esferas estadual e municipal, bem como a entidades beneficentes e de assistência social: II - participação da população, por meio de organizações representativas, na formulação das políticas e no controle das ações em todos os níveis. Parágrafo único É facultado aos Estados e ao Distrito Federal vincular ao programa de apoio à inclusão e promoção social até cinco décimos por cento de sua receita tributária líquida, vedada à aplicação desses recursos no pagamento de:l - despesas com pessoal e encargos sociais; II - serviço da dívida; III - qualquer outra despesa corrente não vinculada diretamente aos investimentos ou ações apoiados. (Incluído pela Emenda Constitucional n° 42, de 19.12.2003). Precisamos admitir que, apesar de possuir grande número de pessoas pobres, o Brasil não é um país pobre. Suas riquezas minerais, culturais e regionais ainda podem produzir condições favoráveis para que todos consigam angariar recursos a sua própria sobrevivência. A pobreza não é relacionada somente à falta de recursos, mas engloba diversos elementos como a desigualdade na distribuição de renda, a vulnerabilidade, a exclusão social, a violência, a discriminação, mas principalmente a ausência de dignidade, fator preponderante para que nós, brasileiros, possamos driblar o estado de pobreza. O que vem na próxima aula Projeto ético-político do Serviço Social e política social. CONCLUSÃO Nesta aula, você: • Compreendeu como o serviço social atua no enfrentamento a pobreza; • aprendeu a diferença entre Assistência e assistencialismo; • analisou as práticas utilizadas pelas políticas públicas na ajuda aos mais necessitados. • • • - -12 • analisou as práticas utilizadas pelas políticas públicas na ajuda aos mais necessitados.• Olá! O que vem na próxima aula CONCLUSÃO