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Introdução a Biologia Celular e do Desenvolvimento Introdução à genética Profa. Dra. Ana Paula S Ricietto CONTEXTUALIZAÇÃO TRANSCRIÇÃO TRADUÇÃO mRNA MENDEL DNA HERANÇA PROTEINAS REPLICAÇÃO Núcleo celular e ácidos nucleicos Núcleo celular Fonte: adaptado de Coursehero. Disponível em https://www.coursehero.com/study-guides/austincc-ap1/the-nucleus-and-dna-replication/. Acesso em jun. 2022 Poros nucleares Núcleo Nucléolo Cisternas Cromatina condensada Envelope nuclear Cromátide Centrômero Cromossomos Fonte: SADAVA, D. Vida: a ciência da biologia. 11. ed. Porto Alegre: Artmed, 2020. DNA e RNA Fonte: SADAVA, D. Vida: a ciência da biologia. 11. ed. Porto Alegre: Artmed, 2020. DNA e RNA Fonte: CAMPBELL, M. Bioquímica. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2015. Estrutura Fonte: SADAVA, D. Vida: a ciência da biologia. 11. ed. Porto Alegre: Artmed, 2020. Complementaridade das bases Fonte: CAMPBELL, M. Bioquímica. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2015. Replicação, transcrição e tradução Replicação Fonte: SADAVA, D. Vida: a ciência da biologia. 11. ed. Porto Alegre: Artmed, 2020. Transcrição Fonte: SNUSTAD, D. P. Fundamentos de genética. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2020. Fonte: SNUSTAD, D. P. Fundamentos de genética. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2020. Expressão gênica Fonte: SNUSTAD, D. P. Fundamentos de genética. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2020. Fonte: SNUSTAD, D. P. Fundamentos de genética. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2020. Tradução Fonte: SADAVA, D. Vida: a ciência da biologia. 11. ed. Porto Alegre: Artmed, 2020. Fonte: SADAVA, D. Vida: a ciência da biologia. 11. ed. Porto Alegre: Artmed, 2020. Fonte: SADAVA, D. Vida: a ciência da biologia. 11. ed. Porto Alegre: Artmed, 2020. Código genético Fonte: SADAVA, D. Vida: a ciência da biologia. 11. ed. Porto Alegre: Artmed, 2020. Leis de Mendel Experimentos de Mendel Fonte: PIERCE, B. A. Genética: um enfoque conceitual. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. Mono-híbridos Fonte: SNUSTAD, D. P. Fundamentos de genética. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2020. Postulados PRINCÍPIO DA DOMINÂNCIA em um heterozigoto, um alelo pode ocultar a presença de outro. Esse princípio é uma afirmação sobre a função genética. Alguns alelos controlam claramente o fenótipo mesmo quando estão presentes em uma única cópia. PRINCÍPIO DA SEGREGAÇÃO em um heterozigoto, dois alelos diferentes segregam-se um do outro durante a formação dos gametas. Esse princípio é uma afirmação sobre a transmissão genética. Um alelo é transmitido fielmente à próxima geração, mesmo que esteja presente com um alelo diferente em um heterozigoto. A base biológica desse fenômeno é o pareamento e a subsequente separação de cromossomos homólogos durante a meiose. Fonte: SNUSTAD, D. P. Fundamentos de genética. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2020. Di-híbridos Fonte: SNUSTAD, D. P. Fundamentos de genética. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2020. PRINCÍPIO DA DISTRIBUIÇÃO INDEPENDENTE os alelos de diferentes genes são segregados, ou, como dizemos às vezes, distribuídos, de maneira independente uns dos outros. Esse princípio é outra regra da transmissão genética baseado no comportamento de diferentes pares de cromossomos durante a meiose. No entanto, nem todos os genes obedecem ao princípio da distribuição independente. Daltonismo Como C.J.N., o homem do casal, possui daltonismo, serão investigadas as probabilidades de os filhos do casal serem portadores ou afetados pela doença hereditária. Com base no histórico familiar, descobriu que o avô materno de C.J.N. também era daltônico, os avós tiveram três filhos (um menino e duas meninas, todos aparentemente normais). Uma das filhas é a mãe de C.J.N. que se casou com o pai de C.J.N., que também não são daltônicos. C.J.N. nasceu daltônico e sua única irmã realizou o teste genético e descobriu ser portadora do gene do daltonismo. A mulher de C.J.N. não apresentou o alelo recessivo para o daltonismo em seu genótipo. Os dois filhos de C.J.N. não são daltônicos, no entanto há probabilidade do terceiro filho, caso seja um menino herdar do pai o daltonismo. Diante desta situação, como você construiria o heredograma deste casal, tomando como base o histórico familiar de C.J.N., para demonstrar a probabilidade do terceiro filho do casal ser portador ou afetado pelo daltonismo? E como explicar o fato dos pais de C.J.N. não serem daltônicos e ele ter nascido com esta doença hereditária? Autossômica dominante • O caráter aparece em todas as gerações, e toda pessoa afetada tem um genitor afetado*; • Qualquer filho (independente do sexo) de genitor afetado tem um risco de 50% de herdar o caráter*; • Familiares não afetados (normais) não transmitem o caráter para seus filhos*: • Homens e mulheres afetados têm a mesma probabilidade de transmitir o caráter aos filhos de ambos os sexos. Fonte: PIERCE, B.A. Genética: um enfoque conceitual. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. Autossômica recessiva • O caráter, caso apareça em mais de um membro da família é encontrado tipicamente apenas na irmandade do prole, não nos pais, filhos ou outros parentes; • O risco de recorrência para cada irmão do prole é de ¼; • Os pais de um indivíduo afetado em alguns casos são consanguíneos. Isto é, especialmente provável se o gene responsável pela afetação for raro na população; • Para a maioria dos distúrbios autossômicos recessivos, ambos os sexos têm a mesma probabilidade de ser afetada. Fonte: PIERCE, B.A. Genética: um enfoque conceitual. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. Dominante ligada ao X • Há mais mulheres afetadas do que homens afetados; • Os homens afetados têm 100% de suas filhas também afetadas, mas 100% de seus filhos do sexo masculino são normais; já ́ as mulheres afetadas podem ter 50% de seus filhos de ambos os sexos também afetados. • A herança dominante ligada ao X pode ser confundida com a herança autossômica dominante, ao exame da prole das mulheres afetadas. • Ela se distingue, no entanto, pela descendência dos homens afetados: todas as filhas são afetadas, mas nenhum dos filhos o é. Fonte: PIERCE, B.A. Genética: um enfoque conceitual. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. Recessiva ligada ao X • Há mais homens afetados do que mulheres afetadas; • É transmitida por um homem afetado, por intermédio de todas as suas filhas (que são apenas portadoras do gene), para 50% de seus netos do sexo masculino; portanto, os homens afetados são aparentados por intermédio das mulheres heterozigotas; • os homens afetados geralmente têm filhos e filhas normais. Fonte: PIERCE, B.A. Genética: um enfoque conceitual. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. Ligada ao Y • Afeta apenas homens. • Homens afetados sempre têm um pai afetado (a não ser que haja uma nova mutação). • Todos os filhos de um homem afetado são afetados. Fonte: PIERCE, B.A. Genética: um enfoque conceitual. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. Fonte: SANTOS, R. M. Introdução a biologia celular e do desenvolvimento. Londrina: Editora Educacional, 2021. RECAPITULANDO TRANSCRIÇÃO TRADUÇÃO mRNA MENDEL DNA HERANÇA PROTEINAS REPLICAÇÃO