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Questões resolvidas

A coluna vertebral é um eixo de sustentação formado por vértebras. A coluna vertebral é uma haste óssea, firme e flexível formada por várias estruturas sobrepostas denominadas de vértebras. Cada vértebra une-se por meio de discos intervertebrais, uma estrutura fibrocartilaginosa. Além disso, a coluna vertebral é sustentada pela presença de ligamentos e músculos resistentes. A coluna é um dos componentes do sistema axial, e seu comprimento é de cerca de dois quintos da altura do corpo. Ela apresenta curvaturas, não sendo completamente retilínea. No plano sagital, há quatro curvaturas: curvatura cervical, curvatura torácica, curvatura lombar e curvatura sacrococcígea. Observe os tipos de vértebras existentes na coluna. Sete vértebras cervicais: proporcionam suporte à cabeça; Doze vértebras torácicas: garantem suporte para a cavidade torácica e estão conectadas às costelas; Cinco vértebras lombares: garantem suporte para a cavidade abdominal e também proporcionam movimento entre a parte torácica e a pelve; Sacro: é formado por cinco vértebras fundidas e une a coluna à cintura pélvica; Cóccix: é constituído por quatro vértebras e garante o suporte do assoalho pélvico. Uma vértebra típica é formada por corpo, arco e processos vertebrais. O corpo é a parte da vértebra que suporta o peso e é constituído por osso esponjoso, apresentando nas bordas osso compacto. Ele está localizado na parte anterior da estrutura. Na parte posterior da vértebra, encontra-se o arco, o qual é formado pelo pedículo direito e esquerdo e pela lâmina direita e esquerda. O arco e a parede posterior do corpo formam o forame vertebral, canal por onde passa a medula. Os processos vertebrais são pontas ósseas que saem das lâminas. Qual é a função da coluna vertebral?


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Questões resolvidas

A coluna vertebral é um eixo de sustentação formado por vértebras. A coluna vertebral é uma haste óssea, firme e flexível formada por várias estruturas sobrepostas denominadas de vértebras. Cada vértebra une-se por meio de discos intervertebrais, uma estrutura fibrocartilaginosa. Além disso, a coluna vertebral é sustentada pela presença de ligamentos e músculos resistentes. A coluna é um dos componentes do sistema axial, e seu comprimento é de cerca de dois quintos da altura do corpo. Ela apresenta curvaturas, não sendo completamente retilínea. No plano sagital, há quatro curvaturas: curvatura cervical, curvatura torácica, curvatura lombar e curvatura sacrococcígea. Observe os tipos de vértebras existentes na coluna. Sete vértebras cervicais: proporcionam suporte à cabeça; Doze vértebras torácicas: garantem suporte para a cavidade torácica e estão conectadas às costelas; Cinco vértebras lombares: garantem suporte para a cavidade abdominal e também proporcionam movimento entre a parte torácica e a pelve; Sacro: é formado por cinco vértebras fundidas e une a coluna à cintura pélvica; Cóccix: é constituído por quatro vértebras e garante o suporte do assoalho pélvico. Uma vértebra típica é formada por corpo, arco e processos vertebrais. O corpo é a parte da vértebra que suporta o peso e é constituído por osso esponjoso, apresentando nas bordas osso compacto. Ele está localizado na parte anterior da estrutura. Na parte posterior da vértebra, encontra-se o arco, o qual é formado pelo pedículo direito e esquerdo e pela lâmina direita e esquerda. O arco e a parede posterior do corpo formam o forame vertebral, canal por onde passa a medula. Os processos vertebrais são pontas ósseas que saem das lâminas. Qual é a função da coluna vertebral?


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DISPONÍVEL 24H 
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SUMÁRIO 
 
INTRODUÇÃO .............................................................................................................. 3 
COLUNA VERTEBRAL ............................................................................................... 5 
POSTURA ...................................................................................................................... 8 
DESVIOS POSTURAIS ................................................................................................ 9 
DESVIOS POSTURAIS MAIS COMUNS EM ADOLESCENTES: ......................... 11 
DESVIOS POSTURAIS DE MEMBROS INFERIORES ........................................... 13 
BOA POSTURA NA HORA DOS ESTUDOS ........................................................... 20 
POSTURA CORRETA PARA LER ............................................................................ 21 
Desenvolvimento Postural ............................................................................................ 23 
Definição de Postura / Postura Padrão ......................................................................... 23 
Análise da Postura ........................................................................................................ 24 
Vista Lateral: Alinhamento ideal .................................................................................. 25 
Vista Posterior: Alinhamento ideal ............................................................................... 26 
Avaliação Postural ........................................................................................................ 27 
Vista Posterior............................................................................................................... 30 
Principais causas de uma postura incorreta .................................................................. 37 
Alterações Posturais / Desvios do Alinhamento Ideal ................................................. 37 
Referências ................................................................................................................... 41 
 
 
 
3 
 
INTRODUÇÃO 
 
 
A coluna apresenta, naturalmente, curvaturas Alterações na coluna representadas 
por desvios anormais ou acentuamento de curvas normais já existentes é o que 
chamamos de desvios posturais. Esses podem levar ao uso incorreto das outras 
articulações corporais, uma vez que o corpo busca compensações para se manter o 
equilíbrio do indivíduo, podendo, também, causar enrijecimento e encurtamento dos 
músculos. 
Exercícios físicos e buscar sempre manter a postura correta são maneiras que 
podem evitar ou reduzir esses desvios, sendo que, quanto mais nova a pessoa se tratar, 
maior a porcentagem de correção. Às vezes tais desvios são leves e, muitas vezes, 
pouco perceptíveis e podem ser corrigidos com medidas mais simples, como seções de 
fisioterapia, musculação e alongamento. Entretanto, em alguns casos, é necessário um 
tratamento intensivo e uso de coletes – ou mesmo cirurgias. 
 A coluna vertebral possui, naturalmente, curvaturas na região torácica e lombar, 
como mostra a figura. Em casos de desvios posturais, há alterações nesta conformação 
natural. 
 
4 
 
 
 
Na lordose ocorre um aumento anormal da curva lombar, dando-nos a impressão 
de que as nádegas destas pessoas são mais salientes: 
 
 
Na cifose, há um aumento anormal da curvatura da região dorsal (costas), dando 
à pessoa um aspecto de corcundez: 
 
 
5 
 
 
 
Já na escoliose, há uma ou mais curvaturas na coluna em sentido lateral, 
perceptível em uma posição ventral ou dorsal: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Um médico ortopedista será capaz de diagnosticar as magnitudes destes desvios 
e indicar um tratamento para as particularidades de cada um inclusive tratamentos para 
erradicação ou controle de dores. 
 
COLUNA VERTEBRAL 
 
A coluna vertebral é uma haste flexível formada pelas vértebras. Possui, entre 
outras funções, o sustentamento do corpo e a proteção da medula espinhal. 
 
 
6 
 
 
A coluna vertebral é um eixo de sustentação formado por vértebras 
 
A coluna vertebral é uma haste óssea, firme e flexível formada por várias 
estruturas sobrepostas denominadas de vértebras. Cada vértebra une-se por meio de 
discos intervertebrais, uma estrutura fibrocartilaginosa. Além disso, a coluna vertebral é 
sustentada pela presença de ligamentos e músculos resistentes. 
A coluna é um dos componentes do sistema axial, e seu comprimento é de cerca 
de dois quintos da altura do corpo. Ela apresenta curvaturas, não sendo completamente 
retilínea. No plano sagital, há quatro curvaturas: curvatura cervical, curvatura torácica, 
curvatura lombar e curvatura sacrococcígea. 
 
→ Componentes da coluna vertebral 
 
A coluna vertebral é formada por 33 vértebras, sendo 24 pré-sacrais (cervicais, 
torácicas e lombares), cinco vértebras sacrais e o cóccix, que é formado por quatro 
vértebras. 
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/tipos-cartilagem.htm
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/sistema-esqueletico.htm
 
7 
 
 
Observe os tipos de vértebras existentes na coluna 
Sete vértebras cervicais: proporcionam suporte à cabeça; 
Doze vértebras torácicas: garantem suporte para a cavidade torácica e estão 
conectadas às costelas; 
Cinco vértebras lombares: garantem suporte para a cavidade abdominal e 
também proporcionam movimento entre a parte torácica e a pelve; 
Sacro: é formado por cinco vértebras fundidas e une a coluna à cintura pélvica; 
Cóccix: é constituído por quatro vértebras e garante o suporte do assoalho 
pélvico. 
Uma vértebra típica é formada por corpo, arco e processos vertebrais. O corpo é 
a parte da vértebra que suporta o peso e é constituído por osso esponjoso, apresentando 
nas bordas osso compacto. Ele está localizado na parte anterior da estrutura. Na parte 
posterior da vértebra, encontra-se o arco, o qual é formado pelo pedículo direito e 
esquerdo e pela lâmina direita e esquerda. O arco e a parede posterior do corpo formam 
o forame vertebral, canal por onde passa a medula. Os processos vertebrais são pontas 
ósseas que saem das lâminas. 
 
8 
 
 
A vértebra apresenta três porções básicas: corpo, arco e processos vertebrais 
 
→ Qual é a função da coluna vertebral? 
 
A coluna vertebral é um importante eixo de sustentação que garante uma postura 
adequada, permite que o peso do corpo seja sustentado e protege a medula espinhal e 
raízes nervosas. Ela também constitui uma importante base para estruturas como 
costelas e músculos. Apesar de o movimento entre as vértebras ser pequeno, quando 
analisamos a coluna vertebral como um todo, vemos que elas permitem importantes 
movimentos, como os de inclinação, flexão lombar e rotação cervical. 
 
 
POSTURA 
 
Boa postura 
 
A maneira como nos movimentamos pode comprometer o bom funcionamento 
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/funcoes-coluna-vertebral.htm
 
9 
 
do organismo. Dessa forma, a postura se faz importante para a saúde da coluna que deve 
estar ereta o tempo todo. Por meio da postura (juntamente com o sistema nervoso e o 
aparelho locomotor) é que o organismo consegue se equilibrar. 
No desenrolar das tarefas diárias, nas atividades físicas e no descanso, a postura 
errada é a maior causa de problemas na coluna. Tais problemas podem ser evitados 
quando desde a infância aprende-se a posicionar o corpo de forma que se obtenha dele 
maior sustentação e menor esforço, além de não sobrecarregar nenhum músculo ou 
curvar a coluna. A má postura provoca problemas como lombalgia, hiperlordose, 
escoliose e hipercifose. 
Como obter uma boa postura? 
Ao sentar, a coluna deve estar ereta como se o indivíduo estivesse de pé. Para 
equilibrar o peso do organismo na cadeira é preciso sentiraqueles ossinhos localizados 
no bumbum. Os pés devem estar apoiados no chão ou em descansos adequados. 
Ao deitar e levantar é preciso colocar-se de lado e flexionar os joelhos de forma 
que a coluna continue ereta. Ao ficar de pé o organismo deve equilibrar seu peso nos 
dois pés. 
 
DESVIOS POSTURAIS 
 
Durante a puberdade a coluna vertebral cresce mais rapidamente que os 
membros. Músculos e tendões nem sempre acompanham o crescimento ósseo. O 
adolescente leva tempo para acomodar-se com o seu novo corpo e, nessa fase de muita 
introspecção, sensibilidade e até vergonha do corpo é comum uma postura encolhida, 
um andar desengonçado, uma certa descoordenação dos movimentos. A adolescência é 
sem dúvida, a fase em que as mudanças comportamentais, hormonais e estruturais mais 
acontecem. 
Entre essas mudanças, vamos conceituar as causas da má postura e as 
consequências dos desvios posturais. Um mal que atinge dezenas de alunos, que se 
diagnosticado e não corrigido acarretará em sérias consequências na coluna vertebral. 
 Dentre os grandes vilões da má postura, podemos citar alguns vícios posturais 
que os escolares têm, e enfrentam em seu cotidiano. 
 01- A estrutura física da mobília escolar (cadeiras e carteiras do mesmo 
tamanho para quase todos os alunos); 
 
10 
 
 
02- O crescimento acelerado de alguns alunos; 
 
03- A obesidade; 
 
 
 
04 - O peso das mochilas ( o recomendado é que as mochilas ou bolsas não pesem mais 
que 10% do peso da pessoa; 
http://3.bp.blogspot.com/-oQfVYwfHE68/Tys2Hcp604I/AAAAAAAAAHM/JIlxfpcCv54/s1600/carteira_escolar_o2.png
http://1.bp.blogspot.com/-1LJYAycqA5U/Tys2fXOPruI/AAAAAAAAAHU/JMoROSyAeaw/s1600/crescimento_acelerado_02.png
http://1.bp.blogspot.com/-aon4sz7E6oY/Tys3Co-Z7EI/AAAAAAAAAHc/-PSLqZLe9SY/s1600/obesidade_02.png
 
11 
 
 
05 - As infinitas horas em frente ao computador. 
 
 
DESVIOS POSTURAIS MAIS COMUNS EM ADOLESCENTES: 
 
A CIFOSE é a curvatura posterior convexa normal da coluna torácica, 
considera-se a hipercifose e a hipocifose, a alteração exagerada e anormal da cifose. 
http://4.bp.blogspot.com/-YgI3ZP1pV88/Tys3acF9U_I/AAAAAAAAAHk/zl6pDdQ7LIA/s1600/mochila_pesada.04.png
http://3.bp.blogspot.com/-rBDaJExhZNA/Tys3xfeNmSI/AAAAAAAAAHs/AbnIJV1qgGY/s1600/sentado_no_computador_02.png
 
12 
 
 
A LORDOSE é curvatura anterior convexa normal da coluna lombar e cervical, 
considera-se a hiperlordose e a hipolordose a alteração exagerada e anormal desta 
curvatura. 
 
 
A ESCOLIOSE é o desvio lateral anormal da coluna vertebral. A escoliose 
apresenta uma curvatura lateral da coluna pode resultar em alterações na caixa torácica 
e no alinhamento dos quadris. 
http://2.bp.blogspot.com/-v_e8oZw6_tw/Tysy4BFNDHI/AAAAAAAAAGs/I3dtH0Fdt7A/s1600/cifose_02.png
http://4.bp.blogspot.com/-dQ1pt8iV71w/TyszI7dKV3I/AAAAAAAAAG0/BPxl6uEtg5k/s1600/lordose_02.png
 
13 
 
 
 
 
DESVIOS POSTURAIS DE MEMBROS INFERIORES 
 
JOELHO VALGO(OU GENO VALGO): é a projeção dos joelhos pra dentro da 
linha média do corpo, causada , geralmente, pela hipertrofia da musculatura lateral da 
coxa e/ou hipotonia da musculatura medial da coxa. 
Alterações (BRODY,2001): Rotação lateral do fêmur e da tíbia, hiperestensão dos 
joelhos e supinação dos pés. 
http://3.bp.blogspot.com/-EebanFyPYEA/Tys0TOr__qI/AAAAAAAAAHE/6Xkt6PXJ-QE/s1600/escoliose_03.png
 
14 
 
JOELHO VALGO: 
Fortalecer: Grácil, sartório, semitendinoso e semimembranoso, 
glúteo máximo, trato ílio-tibial e bíceps femoral. 
Alongar: glúteo máximo, trato ílio-tibial e bíceps femoral. 
 
E manutenção do peso ideal é desejável. 
 
 
COXA VALGA: 
Fortalecer: Pectíneo e adutores longo, curto e magno. 
Alongar: Piriforme (colocar o pé oposto em cima da coxa perto do 
joelho), obturador int., quadrado da coxa, gêmeos(sup e inf.) e 
glúteos médio e mínimo (fazer rotação interna do quadril) 
 
E manutenção do peso ideal é desejável. 
 
 
JOELHO VARO(OU GENO VARO): é a projeção dos joelhos para fora da 
linha média do corpo, causada, geralmente , pela hipertrofia da musculatura medial da 
coxa e /ou a hipotonia da musculatura lateral da coxa. 
Alterações (STROBEL E STEDTFELD,2000): Rotação medial do fêmur e da tíbia, 
hiperestensão dos joelhos e pronação dos pés. 
 
JOELHO VARO: 
Fortalecer: glúteo máximo, trato ílio-tibial e bíceps femoral(ou da 
coxa) 
Alongar: Grácil, sartório, semitendinoso e semimembranoso. 
Fonte: OLSON, 1998; 
 
Exercícios: Abdução de quadril no puxador duplo, andar no bordo 
interno dos pés,alongamento passivo com medicine-ball entre os 
tornozelos. 
 
COXA VARA: 
Fortalecer: Piriforme, obturador int., quadrado da coxa, gêmeos(sup 
 
15 
 
e inf.) e glúteos médio e mínimo (fazer rotação externa do quadril) 
Alongar: Pectíneo e adutores longo, curto e magno. 
 
 
 
JOELHO HIPERESTENDIDO (OU GENO RECURVATO): 
 
 
É a projeção do joelho pra traz, fazendo com que a linha de gravidade passe bem 
à frente dos joelhos. É causado pela hipertrofia da musculatura extensora dos joelhos 
(reto femoral, vasto medial, vasto intermédio, vasto lateral) 
 
Posturas compensatórias(MAGEE, 2002): Báscula posterior de quadril e hipercifose 
torácica. 
Fortalecer: Flexores de joelhos (semitendinoso, semimembranoso, bíceps 
femoral e poplíteo), inclusive gastrocnêmio e sartório. 
Alongar: Quadríceps (reto femoral, vasto lateral, v.medial e v. intermédio). 
Fonte: KENDALL & COLS, 1995 
Exercícios: Flexão de joelho na mesa flexora ou com caneleira, flexão 
concentrada dos joelhos no puxador baixo. 
 
 
 
 
16 
 
 
JOELHO FLEXO( OU GENO FLEXO): 
 
Projeção dos joelhos para a frente, fazendo com que a linha de gravidade passe 
por cima ou por traz dos joelhos. É causado pela hipertrofia da musculatura flexora dos 
joelhos (semitendinoso, semimembranoso, poplíteo, bíceps da coxa, plantar delgado, 
reto interno, gastrocnêmio, sartório). 
 Fortalecer: Quadríceps (reto femoral, vasto lateral, v.medial e v. 
intermédio) 
Alongar: Flexores de joelhos (semitendinoso, semimembranoso, 
bíceps femoral e poplíteo), inclusive gastrocnêmio e sartório. 
Fonte: GUCCIONE, 2000 
Exercícios: Extensão dos joelhos com mesa extensora ou caneleira. 
 
 
 
 
 
 
 
 
PÉ PLANO: Perda parcial ou total da curvatura do pé. Causado pela hipotonia 
da musculatura flexora dos dedos (peroneiro lateral longo, flexor comum dos dedos, 
flexor próprio do quinto dedo). Segundo Platzer (1987), ele ocorre quando os músculos 
plantares curtos não funcionam, mas devemos considerar o que Viladot (2003) coloca, 
que em repouso estes músculos apresentam silêncio absoluto ao exame de 
eletromiografia. 
 
17 
 
Como corrigir: fortalecer a musculatura 
acima citada. 
Exercícios: andar no bordo externo dos pés, 
andar na ponta dos pés, elevação do corpo na ponta 
dos pés, puxar um pano com a ponta dos pés, andar 
na areia fofa da praia. 
 
PÉ CAVO: Aumento da curvatura plantar do pé, causado pela hipertrofia dos 
músculos peroneiro lateral longo, flexor comum dos dedos e flexor próprio do quinto 
dedo. Ocorre uma descontinuidade na impressão plantar na passagem do retropé para o 
antepé(PLATZER, 1987). Ocorre também a flexão do pododactilus. 
 
Pé cavo-supinado-varo: alongar o tibial anterior, posterior e fibulares curto e 
longo. 
Como corrigir: fortalecer a musculatura 
flexora dorsal do pé ( peroneiro anterior , extensor 
comum dos dedos, tibial anterior). 
Exercícios: andar no bordo interno dos pés, 
flexão dorsal do pé, alongamento com o antepé 
apoiado no espaldar, andar para traz com o apoio 
dos calcanhares. 
 
PÉ VALGO: É a projeção do calcâneo para fora do corpo, fazendo com que o 
Tendão de Aquiles se projete para a parte interna do corpo. Segundo Platzer (1987), o 
maléolo lateral fica mais inferiorizado do que no pé reto fazendo a pronação( segundo 
BRICOT, 1999, a pronação favorece a rotação medial da tíbia, o que irá produzir 
repercussões em todo o membro inferior). Ostornozelos vistos por traz podem se tocar 
facilmente ainda que o bordo medial dos pés estejam afastados. 
Consequências da pronação(HAMMER, 2003): A hiperpronação pode produzir 
tendinite de inserção do semimembranosos (faz a flexão de joelho e extensão de 
quadril). Observar a calosidade sob a cabeça do 1º metatarso devido a ação do fibular 
longo muito forte enquanto seu antagonista, o tibial anterior, está paralisado (corrigir: 
alongar fibular longo e curto e fortalecer o tibial anterior e posterior, para estimular a 
inversão (VILADOT, 2003). 
 
18 
 
Como corrigir: Fortalecer os músculos 
tríceps sural, tibial anterior e posterior e 
quadrado plantar(VILADOT, 2003). 
Exercícios: Elevação do corpo na ponta 
dos pés, separando os calcanhares, andar no 
bordo externo do pé. 
 
 
PÉ VARO: é a projeção do Tendão de Aquiles para a parte externa do corpo, 
fazendo com que o calcâneo se projete pra dentro. 
Consequências da Supinação(JONES AND OWEN, 1996): Observar a calosidade sob a 
cabeça do 5º metatarso, devido a ação dos tibiais anteiror e posterior muito fortes 
enquanto os fibulares estão paralisados. Pode ocorrer a costa plana, retroversão do 
quadril e mau funcionamento do seguimento lombar. 
Como corrigir: Fortalecer os músculos 
extensores comuns dos dedos e peroneiro anterior. 
Exercícios: Andar no bordo interno dos 
pés, colocar uma fita passando pela planta dos pés 
a nível dos metatarsos. Fixar o lado interno do pé 
e puxar bem o lado externo. 
 
PÉ ABDUTO: Quando o indivíduo anda com os pés pra fora da linha do corpo 
 
Exercícios: Andar com os pés voltados para 
dentro da linha média do corpo. 
 
 
PÉ ADUTO: Quando o indivíduo anda com os pés voltados para dentro da linha média 
do corpo. 
 
19 
 
 
Exercícios: Andar com as pontas dos pés 
voltadas para fora da linha média do corpo. 
 
PÉ EQUINO: Causado pelo encurtamento do Tendão de Aquiles. 
Como Corrigir: Só através de cirurgia. 
 
PÉ CALCÂNEO: Causado pelo encurtamento do tendão do músculo Tibial 
Anterior. 
Como corrigir: Só através de cirurgia 
 
 
 
 
 
 
 
FASCITE PLANTAR: 
 
20 
 
 
Tipos: sistemica (artrite reumatóide); traumática (por aplicação de força intensa); 
degenerativa(trauma de repetição) e mecânica(pronação exagerada, súbito aumetno de 
atividade); 
Causas: Para as degenerativas e mecânicas: pronação excessiva, grande solicitação da 
fáscia e dos músculos (abdutor do hálux, flexor curto dos dedos e quadrado plantar). 
Achados: Dor à deambulação após período de imobilização e dor no calcâneo pela 
manhã 
Conduta: curto prazo (anti-inflamatório, órtese e fixação do arco com esparadrapo; 
Longo prazo (alongar a fáscia plantar, fortalecer os músuclos intrínsecos e uso de talas 
noturnas). 
 
BOA POSTURA NA HORA DOS ESTUDOS 
 
A coluna deve ficar sempre bem posicionada 
No momento dos estudos, seja na escola ou em casa, é fundamental cuidar da 
postura, para evitar problemas de coluna ou ainda a perda da concentração. 
Sentar de qualquer jeito, com as costas encurvadas, os ombros caídos, cabeça 
torta, prejudica o entendimento e a compreensão das matérias estudadas, pois o corpo 
fica relaxado, largado. 
 
21 
 
Se o estudante não teve uma noite bem dormida, de descanso absoluto, a baixa 
concentração fica ainda mais em evidência, pois terá sono durante as aulas. É 
importante que o mesmo mantenha uma rotina de sono, para não prejudicar o 
desempenho escolar. 
Além disso, a má postura pode prejudicar a curvatura natural da coluna cervical, 
causando várias doenças crônicas graves. Dentre essas, destacamos a hiperlordose, 
escoliose, bico de papagaio, que podem causar muitas dores e sofrimento por toda a 
vida. 
A hiperlordose é a acentuação da curvatura da coluna vertebral, mais conhecida 
como corcunda. Traz fortes dores nas costas e os sintomas aparecem associados à 
fadiga, fraqueza muscular, má postura corporal, excesso de peso e restrição aos 
movimentos da coluna. 
A escoliose são desvios nas três dimensões da coluna, onde além de poder se 
curvar como um “S”, pode curvar-se fazendo inclinação ou rotação. As causas da 
escoliose podem advir de má postura – inclusive do feto, problemas emocionais, 
desnivelamento da bacia, pesos em bolsas e mochilas, má postura, etc. Os sintomas 
dessa doença podem aparecer na idade adulta, com fortes dores nas costas. 
O bico de papagaio é uma formação óssea incomum, que aparece nas 
articulações das vértebras, onde nasce um osso fora do lugar, para ajudar na sobrecarga 
da articulação, causando muita dor para o portador. Os sintomas são limitações dos 
movimentos e fortes dores musculares, já que acontece uma sobrecarga nos tendões e 
músculos de ligamento. As principais causas do bico de papagaio são: má postura, 
excesso de peso, sobrecarga, fraturas, dormir de bruços e etc. 
Evite ao máximo sentar-se com as pernas escorregando para frente, como se a 
cadeira fosse uma poltrona de descanso. O correto, na hora dos estudos, é sentar-se com 
as costas retas, apoiando o peso do corpo sobre as nádegas e coxas. 
 
 
 
POSTURA CORRETA PARA LER 
 
 
Publicado por: Sabrina Vilarinho em Redação 
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/redacao/
 
22 
 
 
Para ler é necessário uma postura correta! 
 
Quando se fala de leitura, a maioria já pensa na cama ou no sofá e em um 
travesseiro macio! Parece cena de quem vai dormir ou tirar um cochilo, mas é isso 
mesmo que acontece: ao escolher esses ambientes, os leitores pegam no sono! 
 É claro que uma posição confortável para a leitura é necessária, mas não precisa 
ser a escolhida quando se vai dormir porque é exatamente o que vai ocorrer! Além 
disso, as posturas apontadas acima prejudicam a coluna! 
Então, vejamos a postura correta que um leitor deve ter: 
 
1. Procure uma cadeira confortável na qual toda coluna fique apoiada. Nenhuma parte 
deve ficar sem suporte! Coloque um travesseiro entre o encosto e sua coluna, se 
necessário! 
2. Não escolha uma cadeira muito alta, de modo que os pés fiquem “balançando”, pois o 
ideal é que fiquem apoiados no chão para que a parte inferior da coluna não se 
sobrecarregue. 
3. A mesa também deve estar de acordo com sua altura, de maneira que seus braços 
formem um ângulo de 90 graus quando apoiados na mesa. 
4. Vá para um lugar calmo! Se o espaço onde a cadeira e a mesa que escolheu ficam em 
um ambiente tumultuado, mude-os de lugar ou opte por outro local! 
5. Nunca leia no escuro, pois isso prejudica os olhos! Vá para ambientes claros ou 
bastante iluminados. Preocupe-se também se está arejado! 
6. Não enrijeça seus ombros, deixe-os relaxados! 
7. Se houver um suporte para o livro com inclinação de 40 graus, será o ideal, para que 
não dê dores no pescoço. Mas se não tiver, procure fazer exercícios: leve a cabeça para 
cima e para baixo e de um lado para o outro, contudo, sem forçar! 
8. A cada duas horas lendo, tire de 10 a 15 minutos de descanso. Movimente braços e, 
 
23 
 
principalmente, pernas! 
 
Lembre-se que a leitura é um ato prazeroso, mas também de necessidade! Por isso, 
procure o lugar adequado e decida ler! 
 
AVALIAÇÃO POSTURAL 
 
Desenvolvimento Postural 
Vantagens e desvantagens da postura ereta; 
Curvas primárias da coluna vertebral; „ Curvas 
Secundárias da coluna vertebral; „ Alterações posturais com a 
idade. 
 
 
Definição de Postura / Postura Padrão 
 
Figura 1 - Alterações Posturais com a idade 
 
 
Figura 2 
 
24 
 
 
“Postura é uma composto das posições das diferentes articulações do corpo num 
dado momento. A postura correta é a posição na qual um mínimo de estresse é aplicado 
em cada articulação” (Magee, 2002). 
“A postura correta consiste no alinhamento do corpo com eficiências fisiológica 
e biomecânicas máximas, o que minimiza os estresses e as sobrecargas sofridas ao 
sistema de apoio pelos efeitos da gravidade” (Palmer & Apler, 2000). 
A “PosturaPadrão” refere-se a uma postura “ideal” ao invés de uma postura 
média; 
O alinhamento esquelético ideal utilizado como padrão é consiste com princípios 
científicos válidos, envolve uma quantidade mínima de esforço e sobrecarga, e conduz à 
eficiência máxima do corpo. 
 
 
 
Análise da Postura 
Envolve a identificação e a localização dos segmentos corpóreos relativos a 
linha de gravidade; 
A avaliação postural deve determinar se um segmento corporal ou articulação 
desvia-se de um alinhamento postural ideal. 
 
 
Figura 3 - Alinhamento Esquelético Ideal 
 
 
25 
 
 
 
 
Figura 4 - Planos Sagital / Frontal / Transveral 
 
 Tipos Corporais 
Ectomórfico; 
Mesomórfico; „ Endomórfico. 
 
 
Vista Lateral: Alinhamento ideal 
Na vista lateral, a linha de referência vertical, divide o corpo em secções anterior 
e posterior de igual peso; 
Na vista lateral, o ponto de referência fixo é levemente anterior ao maléolo 
externo e representa o ponto básico do plano médio-coronal do corpo em alinhamento 
ideal. 
 
 
26 
 
 
Figura 5 - Vista Lateral 
Vista Posterior: Alinhamento ideal 
Na vista posterior, a linha de referência vertical, divide o corpo em secções 
direita e esquerda; 
Na vista posterior, o ponto fica a meio caminho entre os calcanhares e representa 
o ponto básico do plano médio sagital do corpo em alinhamento ideal. 
 
 
Figura 6 - Vista Posterior 
 História Clínica 
Qual é a idade do paciente? Qual é a ocupação? 
Há um histórico de traumatismo? 
Se houver um histórico de trauma, foi uma postura específica, postura sustentada 
ou uma postura repetitiva? 
 
27 
 
A família tem qualquer histórico de problemas na coluna? 
Existe antecedente de doença, cirurgia ou lesões graves que tenham ocorrido 
com o paciente? 
O sapato faz diferença para a postura ou os sintomas do paciente? 
Se uma deformidade estiver presente, ela é progressiva ou estacionária? 
Qual é a natureza, extensão, tipo e duração da dor? 
Existem posturas ou ações que aumentam ou diminuam a dor? 
O que o paciente é capaz de fazer funcionalmente? 
Qual a atividade ou lazer habitual do paciente? Que atividades agravam e 
aliviam a dor? 
 
Avaliação Postural 
Abordagem organizada e sistemática; 
O paciente deve sentir-se à vontade e evitar rigidez e posições não-naturais; 
Deve ser visualizado o equilíbrio global do corpo; 
O fio de prumo situa-se no ponto ântero-posterior anterior ao maléolo lateral e, 
para os desvios laterais, entre os calcanhares. 
É importante verificar as alterações de tempos em tempos para certificar-se dos 
dados, se a posição não mudou, porque o paciente pode "corrigir" sua alteração 
momentaneamente. 
 
 Vista Lateral 
Articulações dos tornozelos: Ângulo tíbio-társico 
( ) Preservado; 
( ) Aumentado D / E; 
( ) Diminuído D / E. 
 
Articulações dos joelhos: 
( ) Alinhados; 
( ) Fletidos D / E; 
( ) Hiperestendidos D / E. 
 
Articulações dos quadris: 
( ) Alinhada; 
 
28 
 
( ) Fletida D / E; 
( ) Estendida D / E. 
 
Pelve: 
( ) Alinhada; 
( ) Com anteversão; 
( ) Com antepulsão; 
( ) Com retroversão; 
( ) Com retropulsão. 
 
Alinhamento do Tronco: 
( ) Alinhado; 
( ) Rotação de cintura escapular D / E ; 
( ) Rotação de cintura pélvica D / E; 
( ) Rotação de cintura escapular e pélvica D / E. 
 
Coluna Lombar: 
( ) Curvatura normal; 
( ) Aumento da lordose; 
( ) Retificação da lordose; 
( ) Aumento da lordose toráco-lombar. 
 
Coluna Torácica: 
( ) Curvatura normal; 
( ) Aumento da cifose; 
( ) Retificação da cifose. 
 
8) Articulação do cotovelo: 
( ) Alinhada; 
( ) Aumento da flexão D / E Ângulo de carregamento: 
( ) Com hiperextensão D / E. 
 
 
29 
 
 
 Figura 7 
 9) Articulações dos ombros: 
( ) Alinhados; 
( ) Com protração D / E; 
( ) Com retração D /E; 
( ) Com rotação medial D / E; 
( ) Com rotação lateral D / E. 
 
 
Figura 8 
Coluna Cervical: 
( ) Curvatura normal; 
 
 
30 
 
( ) Aumento da lordose; 
( ) Retificação da lordose. 
 
Cabeça: 
( ) Alinhada; 
( ) Com protração; 
( ) Com retração. 
 
 
Figura 9 - Protração / Retração 
 
Vista Posterior 
Articulações dos tornozelos: 
( ) Alinhadas; 
( ) Com varo D / E; 
( ) Com valgo D / E. 
 
Retropé: (Tendão de Aquiles) 
( ) Alinhado; 
( ) Desalinhado. 
 
 
31 
 
 
Figura 10 
Apoio do retropé: 
( ) Apoio homogêneo no bordo medial e lateral; 
( ) Maior apoio em bordo medial D / E; 
( ) Maior apoio em bordo lateral D / E. 
 
Articulações dos joelhos: 
( ) Alinhadas; 
( ) Com valgo D / E; 
( ) Com varo D / E. 
 
 
 
 
 
Espinhas ilíacas póstero-superiores (EIPS): 
( ) Alinhadas; 
 
Figura 11 - Joelho Varo / Valgo 
 
32 
 
( ) Desalinhadas mais alta D / E; 
 
Altura das cristas ilíacas: 
( ) Alinhadas; 
( ) Desalinhadas mais alta D / E. 
 
Coluna Lombar: 
( ) Alinhada; 
( ) Convexidade D / E. 
 
 
Coluna Torácica: 
( ) Alinhada; 
( ) Convexidade D / E. 
 
Ângulos inferiores da escápula: 
( ) Alinhados; 
( ) Desalinhados mais alto D / E. 
 
Posição das escápulas: 
( ) Alinhadas; 
( ) Alada (s) D / E; 
( ) Abduzida D / E; 
( ) Aduzida D / E. 
 
Figura 12 - Escoliose 
 
 
33 
 
 
Figura 13 
 
Distância entre bordo medial da escápula e coluna vertebral: 
( ) Simétrica; 
( ) Assimétrica (D: .......cm e E: .......cm). 
 
Triângulo de Tales: 
( ) Simétrico; 
( ) Maior D / E; 
 
Articulações dos ombros: 
( ) Alinhados; 
( ) Ombro mais alto D / E ; 
 
 
Figura 14 
 
Coluna Cervical: 
( ) Alinhada; 
( ) Convexidade D / E. 
 
34 
 
 
Cabeça: 
( ) Alinhada; 
( ) Inclinação lateral D / E; 
( ) Rotação D / E; 
 
 
Vista Anterior: 
Hálux: 
( ) Alinhado; 
( ) Valgo D / E; 
 
Antepé: 
( ) Alinhado; 
( ) Abduzido D / E, 
( ) Aduzido D / E. 
 
Arco longitudinal medial: 
( ) Plano D / E; 
( ) Cavo D / E; 
 
4. Apoio do antepé: 
( ) Apoio homogêneo no bordo medial e lateral; 
( ) Maior apoio em bordo medial D / E; 
( ) Maior apoio em bordo lateral D / E. 
 
Figura 15 
 
Articulações dos joelhos: 
 
 
35 
 
( ) Alinhada; 
( ) Valgo D / E - Distância entre maléolos internos:...............cm; 
( ) Varo D / E - Distância entre côndilos internos:.................cm; 
 
Patelas: 
( ) Alinhadas; 
( ) Patela mais alta D / E; 
( ) Patela rodada lateralmente 
( rotação lateral do fêmur); 
( ) Patela rodada medialmente 
( rotação medial do fêmur). 
Espinhas ilíacas ântero-superiores (EIAS): 
( ) Alinhadas; 
( ) Desalinhadas mais alta D / E; 
 
Alturas das cristas ilíacas: 
( ) Alinhadas; 
( ) Desalinhadas mais alta D / E; 
 
Alinhamento do Tronco: 
( ) Alinhado; 
( ) Rotação de cintura escapular D / E ; 
( ) Rotação de cintura pélvica D / E; 
( ) Rotação de cintura escapular e pélvica D / E. 
( ) Inclinação lateral D / E. 
 
 
 
36 
 
Figura 16 
Tórax: 
( ) Simétrico; 
( ) Assimétrico. 
 
Articulações dos ombros: 
( ) Alinhados; 
( ) Ombro mais alto D / E ; 
( ) Rotação medial D / E; ( ) Rotação lateral D / E. 
 
Cotovelos: 
( ) Alinhados; 
( ) Aumento da flexão D / E; 
( ) Hiperextensão D / E. 
 
Clavículas: 
( ) Simétricas; 
( ) Clavícula mais horizontalizada D/E; 
( ) Clavícula mais verticalizada D/E. 
 
Fossas Supraclaviculares: 
( ) Simétricas;( ) Assimétricas - aumentada D / E; 
 
Cabeça: 
( ) Alinhada; 
( ) Inclinação lateral D / E; 
( ) Rotação D / E. 
 
Flexão de Tronco: 
Teste de Flexibilidade: Schober e Stibor / 3° dedo ao chão. 
Medição de Comprimento de Membros Inferiores. 
 
 
37 
 
 
Figura 17 
 
 
Figura 18 - Flexão de Tronco 
 
 
Figura 19 - Medição do Membro Inferior 
 
Principais causas de uma postura incorreta 
Traumatismo; 
Patologias que limitam a perda funcional da força muscular e a mobilidade; 
Hábitos de postura viciosa; 
Fraqueza muscular; 
Atitude Mental; 
Hereditariedade; 
Indumentária Inadequada 
Alterações Posturais / Desvios do Alinhamento Ideal 
 
 
38 
 
Hiperlordose / Retificação da Lordose; 
Aumento da Cifose Torácica / Retificação da Cifose; Escoliose. 
 
 
 
 
 
 
Figura 20 
 
 
Figura 21 
 
 
39 
 
 
 
Figura 23 
 
Figura 22 – Escoliose 
 
 
40 
 
 
Figura 24 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
41 
 
Referências 
 
Magee D J. Avaliação Postural In: Magee DJ. Disfunção Musculoesquelética. 3ª 
edição, São Paulo: Manole:, 2002, p.105-157. 
Kendall FP; McCreary EK; Provance PG. Postura: alinhamento e equilíbrio 
muscular. In: Kendall FP; McCreary EK; Provance PG. Músculos Provas e Funções. 
4ªedição, São Paulo: Manole,1995, p.69-118. 
Kendall FP; McCreary EK; Provance PG. Escoliose. In: Kendall FP; McCreary 
EK; Provance PG. Músculos Provas e Funções. 4ªedição, São Paulo: Manole,1995, 
p.121-129. 
Bienfait M. Fisiologia, patologia e tratamento fisioterápico. São Paulo: 
Summer, 1995. 
Daniel L, Worthingham C. Análise e avaliação do alinhamento corporal. In: 
Daniel L.; Worthingham C. Exercícios terapêuticos para alinhamento e função corporal. 
2ª edição, São Paulo: Manole, 1983, p.1-36. 
Palmer, LM.; Epler, ME. Postura. In: Palmer, LM; Epler, ME. Fundamentos das 
Técnicas de Avaliação Musculoesquelética. 2 edição, São Paulo: Guanabara Koogan, 
2000, p.42-62., pp.195-212. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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