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ESSgt DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES 1CFS I/23 ESSgt Nesta aula: 2 • OS nº PM3-001/02/21 • OS nº PM3-002/02/22 • Gerentes de crise • Espécies de Crises/Incidentes • Modalidades de Ocorrências • Nivelamento de Conceitos • Espécies de Reféns DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISESCFS I/23 ESSgt 3 ORDEM DE SERVIÇO Nº PM3-001/02/21 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISESCFS I/23 ESSgt 2.1.9. realizar a intervenção direta somente se houver comprometimento real e iminente a pessoas ou ao próprio tentante e, desde que não haja risco à vida ou à integridade física da US. 2.2. em sendo identificada a existência de armas e/ou substâncias classificadas como produtos perigosos ou explosivos, bem como presença de outros fatores que ofereçam risco à vida ou à integridade física do policial militar e terceiros, o primeiro interventor deverá: 4 ORDEM DE SERVIÇO Nº PM3-001/02/21 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISESCFS I/23 ESSgt 2.2.1. em se tratando de indivíduo com propósito suicida portando arma de fogo, arma branca ou explosivos, adotar os procedimentos previstos na Diretriz nº PM3- 001/02/13 (referência “1”), que atribui ao GATE exclusividade para condução e gerenciamento de ocorrência dessa natureza, bem como estabelece obrigatoriedade e regramento para acionamento dessa OPM especializada; 2.2.2. em sendo observado qualquer outro fator de risco, que não os supracitados, solicitar ao COPOM/CAD o acionamento do apoio competente; 5 ORDEM DE SERVIÇO Nº PM3-001/02/21 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISESCFS I/23 ESSgt 2.2.3. em sendo identificada a presença de gases e/ou líquidos inflamáveis, risco de incêndio, risco de colapso de estrutura, dentre outros característicos ao serviço de bombeiros, solicitar apoio do Corpo de Bombeiros; 2.2.4. nesses casos, NÃO realizar a intervenção direta, que passa a ser de responsabilidade de outras Unidades e órgãos, quando for o caso, após análise do Oficial na função de CFP. CFS I/23 6 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES ORDEM DE SERVIÇO Nº PM3-001/02/21 ESSgt ORDEM DE SERVIÇO Nº PM3-002/02/22 7DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISESCFS I/23 ESSgt 8 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISESCFS I/23 ORDEM DE SERVIÇO Nº PM3-002/02/22 ESSgt 9DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISESCFS I/23 ORDEM DE SERVIÇO Nº PM3-002/02/22 ESSgt 10 ORDEM DE SERVIÇO Nº PM3-002/02/22 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISESCFS I/23 ESSgt POP 5.15.01 Métodos de Atuação Contra Oponente(s) com Instrumento(s) Utilizado(s) como Arma(s) Branca(s); • Arma branca (própria e imprópria): todo objeto ou instrumento portátil dotado de lâmina ou outra superfície cortante e/ou perfurante, que possa ser utilizado agressivamente, cabendo lembrar que sua utilização contra qualquer pessoa pode facilmente obter um resultado letal. 11DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISESCFS I/23 ESSgt 12DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISESCFS I/23 ESSgt 13DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISESCFS I/23 ESSgt Ao se deparar com uma crise, a pergunta que deve ser feita é: Quem está no comando? • A falta de resposta para essa questão prejudica deveras o processo de gerenciamento. . 14DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISESCFS I/23 ESSgt • Gerente Emergencial • Gerente Efetivo Profissional capacitado e imbuído no processo de identificar, obter e aplicar os recursos necessários à resolução de uma crise. Em razão da prontidão e acesso à ocorrência, poderá ser emergencial (oficial mais antigo da OPM territorial que estiver presente no local crítico, até a chegada do gerente efetivo da crise) ou efetivo (oficial designado pelo Comandante do CPChq, o qual deverá dirigir-se ao local dos fatos e organizar, com base em recursos técnicos e planejados a linha de ação mais adequada para a consecução do objetivo). Diretriz PM3-001/02/13 de 19 de março de 2013. 6.1.7.) DIRETRIZ PM3 - 001/02/13 – (item 6.1.7.) 15DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISESCFS I/23 ESSgt ESPÉCIES DE CRISES/INCIDENTES • Estáticas • Dinâmicas 16DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISESCFS I/23 ESSgt CRISE ESTÁTICA São eventos que se limitam a um espaço geográfico determinado, permitindo a adoção de medidas iniciais de contenção e isolamento a serem levadas a efeito pelos primeiros policiais militares que atenderem a ocorrência (RACORTI, 2019). São exemplos desses incidentes as modalidades de ocorrências com reféns, com artefatos explosivos, envolvendo pessoas armadas com propósitos suicidas, etc. De toda forma, espera-se que o policial militar, ao se deparar com um incidente policial estático, analise o fato de modo a colher o maior número possível de informações, tais como número e características dos infratores e sua motivação, número e características dos reféns, local de confinamento, armas de fogo/brancas, e adote as medidas iniciais de controle e condução da crise, a fim de que um incidente estático não se torne dinâmico (Manual de Fundamentos: Polícia Ostensiva e Preservação da Ordem Pública). 17DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISESCFS I/23 ESSgt CRISE ESTÁTICA 18DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISESCFS I/23 ESSgt CRISE DINÂMICA São aqueles eventos cujos impactos não se limitam a um espaço geográfico determinado, e os atores se encontram em movimento, dificultando medidas iniciais de controle como contenção e isolamento. (RACORTI, 2019). Por sua natureza, são frequentes na realidade das cidades paulistas, podendo ser citados, como exemplo, as modalidades de ocorrências como roubo a carro forte e o acompanhamento de veículo, exigindo gerenciamento e coordenação por parte dos policiais militares em função de comando e supervisão. Necessitam de medidas rápidas e imediatas, a serem implementadas pelos policiais militares que oferecem o primeiro atendimento. Nesta fase, figura como gerente da crise o policial militar de maior posto ou graduação mobilizado, frequentemente o CFP ou CGP. (Manual de Fundamentos: Polícia Ostensiva e Preservação da Ordem Pública) 19DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISESCFS I/23 ESSgt CRISE DINÂMICA 20DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISESCFS I/23 ESSgt CRISE DINÂMICA 21DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES CFS I/23 ESSgt MODALIDADES DE OCORRÊNCIAS • Ocorrências com reféns; • Suicida armado; • Pessoa embarricada; • Criminoso embarricado; • Criminoso homiziado; • Agressor ativo; • Roubo com domínio da cidade; • Etc... 22DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISESCFS I/23 ESSgt CAMPO ABERTO 23 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISESCFS I/23 ESSgt AMBIENTE CONFINADO 24 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISESCFS I/23 ESSgt 25 Refém aleatório REFÉNS Refém c/ vínculo DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISESCFS I/23 ESSgt REFÉM ALEATÓRIO REFÉM COM VÍNCULO VÍNCULO Não existe Existe OBJETIVO Assegurar uma demanda (moeda de troca) Intenção de prejudicar alguém CARACTERÍSTICAS Mais racional, normalmente exige algo Mais emocional, normalmente não quer nada da polícia CRIME Cárcere Privado Homicídio em curso DESEJOS COMUNS Garantia da vida, garantia da integridade física, imprensa, fuga do local, etc. Fazer mal para alguma pessoa, podendo ser a vítima ou não COMPLEXIDADE Menor Maior ESPÉCIES DE REFÉNS 26DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES CFS I/23 ESSgt 27 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISESCFS I/23 Slide 1 Slide 2: Nesta aula: Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16: ESPÉCIES DE CRISES/INCIDENTES Slide 17 Slide 18: CRISE ESTÁTICA Slide 19 Slide 20: CRISE DINÂMICA Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24: AMBIENTE CONFINADO Slide 25 Slide 26 Slide 27