Prévia do material em texto
Grupo IV – Murchas vasculares Grupo de Doenças ( McNew) Nome: Dheyson K.Okazaki Ra:00221259 Nome:Weverton M. Dourado Ra:00223797 Nome: Daniel Vicentini Ra: 00224395 z Introdução ● Causas da murchas vasculares ●Patogenos causadores de Murchas Vasculares ●|Bloqueio do Sistema Vascular (Efeitos dos patógenos sobre a translocação de água) ●Controle das Murchas Vasculares z Fusarium oxysporum z z Murcha de verticílio (Verticillium dahliae, V. albo-atrum) z Leifsonia. Leifsonia xyli subsp. xyli é uma bactéria corineforme Gram-positiva e fastidiosa que não possui flagelo para locomoção, pertencente à espécie Leifsonia xyli que possui duas subespécies fastidiosas de lento crescimento: Leifsonia xyli xyli e Leifsonia xyli cynodontis. z Ralstonia solanacearum Ralstonia solanacearum é uma bactéria aeróbica não formadora de esporos, Gram-negativa, fitopatogênica. R. solanacearum é terrestre e móvel com um tufo flagelar polar. Ele coloniza o xilema, causando murcha bacteriana em uma ampla gama de plantas hospedeiras potenciais. z z ● ocasiona stress hídrico, devido ao crescimento de micélio e/ou esporos, células bacterianas e polissacarídeos extracelulares (menor absorção – maior transpiração); ●patógenos necrotróficos tendem a produzir efeitos drásticos, como bloqueio ou destruição dos vasos (embolismo); ● patógenos biotróficos alteram o fluxo de água (potencial hídrico), aumentam a respiração e diminuição da fotossíntese; ●vasos podem ser preenchidos com: corpos de frutificação dos patógenos, Bloqueio do Sistema Vascular (Efeito dos patógenos sobre a translocação da água) z Koiti Okazaki (KO) - substâncias secretadas pelo patógeno e/ou pelo hospedeiro. ●muitos patógenos causam: -extensa destruição das raízes antes do aparecimento de sintomas; -injúria na raiz, que afeta suas funções e diminui a quantidade de água absorvida; - alteração da permeabilidade das células da raiz, interferindo na absorção normal de água; - redução no tamanho do sistema radicular, resultando na redução do transporte de água. Bloqueio do Sistema Vascular (Efeito dos patógenos sobre a translocação da água) z Controle das murchas Vasculares O controle das murchas vasculares envolve uma combinação de medidas preventivas e curativas, incluindo o uso de cultivares resistentes, rotação de culturas, manejo adequado da irrigação e do solo, e tratamento com fungicidas ou bactericidas específicos para o patógeno causador da doença. z Conclusão : Controle da Murcha Bacteriana O controle da murcha-bacteriana, que se caracteriza fundamentalmente como uma função epidemiológica, é um problema essencialmente populacional (BERGAMIN FILHO, A.; AMORIM, L., 2018). Os métodos de controle seguem uma sistematização conhecida como princípios de Whetzel, baseados em práticas que conduzam à exclusão e à erradicação do patógeno, à proteção, imunização e terapia do hospedeiro e à evasão de áreas já contaminadas, assim como na regulação do ambiente de cultivo. Dentro das limitações e das oportunidades da atual tomaticultura brasileira, que é desenvolvida em sua maioria em condições de cultivo em campo aberto, os princípios de Whetzel que mais se adequam são: z 1. Evasão: Consiste em se evitar o plantio do tomate em áreas com histórico ou suspeita de ocorrência da murcha-bacteriana 2. Exclusão: Trata da prevenção da entrada do patógeno e é também um princípio de altíssimo impacto. Nesse sentido, a utilização de mudas sadias, o controle do trânsito de pessoas e de ferramentas e maquinários de áreas infectadas para as indenes e a captação de água de irrigação de fontes seguras são práticas que promovem a exclusão do patógeno. 3. Erradicação: Baseia-se na eliminação do patógeno de uma área em que já houve a introdução da doença. 4. Proteção: Caracteriza-se por evitar o contato da bactéria com a planta de tomate 5. Imunização: Preconiza a utilização de cultivares resistentes. 6. Regulação: Fundamenta-se na alteração dos fatores do ambiente. Um excelente programa nutricional, evitando-se excessos de nitrogênio, e um manejo de solo que previna encharcamentos e promova o desenvolvimento da microbiota benéfica são bons exemplos de práticas de regulação. z Referencias bibliográficas: https://revistacampoenegocios.com.br/sclerotinia-sclerotiorum-e-o-terror-da-soja/ https://terramagna.com.br/blog/murcha-de-fusarium/ https://www.cnpuv.embrapa.br/uzum/morango/verticillium.html https://www.vegetables.bayer.com/br/pt-br/recursos/growing-tips/murcha-bacteriana--o-que-e-e-como-manejar-.html#:~:text=Baseia%2Dse%20na%20elimina%C3%A7%C3%A3o%20do,exemplos%20de%20pr%C3%A1ticas%20de%20erradica%C3%A7%C3%A3o. https://www.cnpuv.embrapa.br/uzum/morango/verticillium.html https://ephytia.inra.fr/pt/C/10810/Tabaco-Ralstonia-solanacearum-Murcha-bacteriana-do-tabaco https://socicana.com.br/noticias/raquitismo-da-soqueira-quais-o-cuidados-para-evitar-doenca/ z