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Instalações Industriais
Material Teórico
Responsável pelo Conteúdo:
Prof. Me. Robmilson Simões Gundim
Revisão Textual:
Prof. Me. Luciano Vieira Francisco
Revisão dos Conceitos Fundamentais sobre Linhas Elétricas
• Linhas Elétricas – Definições;
• Fios, Cabos Unipolares e Condutores Isolados;
• Seção Nominal;
• Resistência dos Condutores;
• Isolação e Isolamento;
• Condutos Elétricos;
• Eletrodutos – Limitações;
• Descritivo das Limitações.
• Compreender os conceitos fundamentais sobre linhas elétricas.
OBJETIVO DE APRENDIZADO
Revisão dos Conceitos Fundamentais 
sobre Linhas Elétricas
Orientações de estudo
Para que o conteúdo desta Disciplina seja bem 
aproveitado e haja maior aplicabilidade na sua 
formação acadêmica e atuação profissional, siga 
algumas recomendações básicas: 
Assim:
Organize seus estudos de maneira que passem a fazer parte 
da sua rotina. Por exemplo, você poderá determinar um dia e 
horário fixos como seu “momento do estudo”;
Procure se alimentar e se hidratar quando for estudar; lembre-se de que uma 
alimentação saudável pode proporcionar melhor aproveitamento do estudo;
No material de cada Unidade, há leituras indicadas e, entre elas, artigos científicos, livros, vídeos 
e sites para aprofundar os conhecimentos adquiridos ao longo da Unidade. Além disso, você tam-
bém encontrará sugestões de conteúdo extra no item Material Complementar, que ampliarão sua 
interpretação e auxiliarão no pleno entendimento dos temas abordados;
Após o contato com o conteúdo proposto, participe dos debates mediados em fóruns de discus-
são, pois irão auxiliar a verificar o quanto você absorveu de conhecimento, além de propiciar o 
contato com seus colegas e tutores, o que se apresenta como rico espaço de troca de ideias e de 
aprendizagem.
Organize seus estudos de maneira que passem a fazer parte 
Mantenha o foco! 
Evite se distrair com 
as redes sociais.
Mantenha o foco! 
Evite se distrair com 
as redes sociais.
Determine um 
horário fixo 
para estudar.
Aproveite as 
indicações 
de Material 
Complementar.
Procure se alimentar e se hidratar quando for estudar; lembre-se de que uma 
Não se esqueça 
de se alimentar 
e de se manter 
hidratado.
Aproveite as 
Conserve seu 
material e local de 
estudos sempre 
organizados.
Procure manter 
contato com seus 
colegas e tutores 
para trocar ideias! 
Isso amplia a 
aprendizagem.
Seja original! 
Nunca plagie 
trabalhos.
UNIDADE Revisão dos Conceitos Fundamentais sobre Linhas Elétricas
Linhas Elétricas – Definições
No universo das instalações industriais, devido aos riscos envolvidos e à sua 
grande importância, a instalação elétrica é uma das áreas mais significativas de 
uma empresa e por isso será objeto de estudo desta Disciplina.
De uma forma geral, linhas elétricas são conjuntos de condutores e condutos 
que, dependendo da maneira como são construídos, classificam-se em:
• Aérea;
• Aparente;
• Embutida;
• Subterrânea.
A Norma Brasileira de Regulamentação (NBR) 5410:2004 da Associação Bra-
sileira de Normas Técnicas (ABNT), que se refere às instalações elétricas em baixa 
tensão, apresenta outras definições complementares referentes às linhas elétricas, 
as quais para um profissional que atua ou atuará em instalações industriais, tornam-
-se necessárias à sua compreensão. Para reforçar e garantir a compreensão de 
tais conceitos, é necessária uma releitura das principais partes da referida norma 
relacionada a este item.
Neste contexto, a norma técnica referente às instalações elétricas de baixa ten-
são ABNT NBR 5410:2004, em seu capítulo 3, apresenta as seguintes definições 
sobre linhas elétricas, representadas e comentadas nas tabelas 1 e 2:
Tabela 1 – Definições sobre linhas elétricas
Item da Norma Comentários
Linha – elétrica – de sinal: linha em que trafegam 
sinais eletrônicos, sejam de telecomunicações de in-
tercâmbio de dados, de controle, de automação etc.
A linha elétrica não se refere exclusivamente aos cir-
cuitos de iluminação e às tomadas, mas a todo tipo 
de circuitos com sinais elétricos.
Linha externa: linha que entra ou sai de uma edifica-
ção, seja a linha de energia, de sinal, uma tubulação 
de água, de gás ou de qualquer outra utilidade.
O termo linha externa, utilizado na Norma, refere-se 
à linha de energia das mais variadas formas – e não 
exclusivamente às linhas de sinais elétricos.
Ponto de entrega: ponto de conexão do sistema elé-
trico da empresa distribuidora de eletricidade com a 
instalação elétrica da(s) unidade(s) consumidora(s) e 
que delimita as responsabilidades da distribuidora, 
definidas pela autoridade reguladora.
Os tópicos a seguir mostram as notas referentes a 
estes trechos da Norma.
Ponto de entrada – em uma edificação: ponto em 
que uma linha externa penetra na edificação.
Notas referentes a este trecho da Norma:
• No caso das linhas elétricas de energia, não se deve confundir ponto de entra-
da com ponto de entrega. A referência fundamental do ponto de entrada é a 
edificação, ou seja, o corpo principal ou cada um dos blocos de uma proprie-
dade. No caso de edificações com pavimento em pilotis – geralmente o térreo 
– e nas quais a entrada da linha elétrica externa se dá no nível do pavimento 
8
9
em pilotis, o ponto de entrada pode ser considerado como o ponto em que a 
linha penetra no compartimento de acesso à edificação – hall de entrada;
Pilotis: é o sistema construtivo em que uma edificação é sustentada por meio de espécie de 
grelha de pilares em seu pavimento térreo.Ex
pl
or
• Além da edificação em si, outra referência indissociável de ponto de entrada 
é o Barramento de Equipotencialização Principal (BEP), localizado junto ou 
bem próximo do ponto de entrada (NBR 5410:2004, item 6.4.2.1).
Em continuidade às definições apresentadas nas normas:
Tabela 2 – Defi nições sobre linhas elétricas
Item da Norma Comentários
Ponto de utilização: ponto de uma 
linha elétrica destinado à conexão de 
equipamento de utilização.
O ponto de utilização é aquele  onde 
os equipamentos serão efetivamente 
conectados à rede elétrica.
Ponto de tomada: ponto de utilização 
em que a conexão do equipamento ou 
equipamentos a serem alimentados é 
feita por meio de tomada de corrente.
Os tópicos a seguir mostram as notas 
referentes a estes trechos da Norma.
Notas referentes a este trecho da Norma:
• Um ponto de utilização pode ser classificado, entre outros critérios, de acordo 
com a tensão da linha elétrica, a natureza da carga prevista – ponto de luz, 
ponto para aquecedor, ponto para aparelho de ar-condicionado etc. – e o tipo 
de conexão previsto – ponto de tomada, ponto de ligação direta;
• Uma linha elétrica pode ter um ou mais pontos de utilização;
• Um mesmo ponto de utilização pode alimentar um ou mais equipamentos.
Das três últimas notas, vale destacar a terceira, na qual representa uma alteração 
significativa na interpretação referente à diferença entre os termos Tomada de Uso 
Geral (TUG) e “Ponto” de Tomada de Uso Geral (PTUG).
TUG era e ainda é utilizada no dia a dia, pois além de criada na edição anterior 
da revisão da Norma, em 2004, não se pode dizer que está errada, dado que real-
mente é uma tomada de uso geral.
Entretanto, após a publicação da Norma vigente, desde 2004, torna-se mais 
adequado a utilização da sigla PTUG, ou seja, Ponto de Tomada de Uso Geral, 
exatamente por permitir que um mesmo ponto de utilização possa alimentar um 
ou mais equipamentos de utilização. Isso, a princípio, pode não parecer tão signi-
ficativo, mas é.
Para ilustrar, basta lembrar que, antes da alteração, a Norma orientava quando 
da definição de quantidade mínima de tomadas a serem previstas em uma sala com 
19 metros de perímetro, por exemplo, e aplicando a regra de prever 1 tomada a 
9
UNIDADE Revisão dos Conceitos Fundamentais sobre Linhas Elétricas
cada 5 metros, ou fração de perímetro, o resultado era que quatro tomadas aten-
diam o mínimo que a norma estabelecia. No entanto, é senso comum saber que 
quatro tomadasnos dias atuais para uma sala não são suficientes. Por isso, a altera-
ção para pontos de tomadas é significativa, pois apesar de numericamente a regra 
continuar definindo quatro, agora são quatro pontos de tomadas de uso geral e em 
cada ponto podendo ser instalados até três tomadas em caixas 4” × 2”, ou até seis 
tomadas em caixas 4” × 4”, tudo com a mesma fiação devidamente dimensionada.
Essa “pequena grande mudança” tem o objetivo de eliminar a utilização de ex-
tensões, benjamins e/ou filtros de linha para alimentar equipamentos, pois a pro-
posta é que em uma instalação bem planejada realiza-se a previsão e instalação 
de pontos de tomada de uso geral que atendam de forma plena às necessidades 
dos usuários sem a necessidade do uso desses tipos de acessórios, que devem ser 
empregados somente em instalações provisórias – e não por definitivo –, pois ao 
serem utilizadas de forma indiscriminada, podem ser as causas de incidentes ou até 
acidentes mais graves, tais como princípios de incêndios, devido ao aquecimento 
natural existente em quaisquer conexões elétricas.
Importante!
Alguém poderia questionar se o aquecimento citado não continuará existindo mesmo 
que sejam adotadas as medidas apresentadas, e a resposta é sim, ou seja, continuará, 
porém se houver qualquer ponto mais quente, possivelmente estará dentro da caixa de 
passagem, distante de materiais altamente inflamáveis comumente utilizados em es-
tantes ou móveis; em tese, aquele ponto estará alimentado por uma linha elétrica devi-
damente dimensionada e consequentemente protegida.
Trocando ideias...
Você sabe dizer o que é uma linha elétrica bem dimensionada?
Ex
pl
or
Trata-se da realização de estudo e planejamento da instalação elétrica, ou seja, é 
prever a fiação e os condutos adequados para cada situação de uso.
A última edição da Norma de instalações elétricas de baixa tensão (ABNT NBR 5410:2004) 
passa por revisão. Enquanto não é finalizada vale a última publicação de 2004. No entanto, 
para aqueles que desejarem saber quais os pontos de discussão tratados, a sugestão é aces-
sar as publicações disponíveis na Revista de Normas, com autoria do engenheiro Eduardo 
Daniel e disponíveis em: https://bit.ly/2Hj76Nz e https://bit.ly/2IMRAM2
Ex
pl
or
Você deve ter compreendido a definição e os conceitos referentes às linhas elé-
tricas e a importância do conhecimento correlacionado adquirido para um profis-
sional que, além de usuário, pode ser um gestor ou manutentor de uma instalação 
industrial. Vamos nos aprofundar mais um pouco estudando ou revisando as dife-
renças entre fios, cabos unipolares e condutores isolados.
10
11
Fios, Cabos Unipolares 
e Condutores Isolados
Em complemento às características apresentadas até o momento referentes às 
linhas elétricas, uma das partes integrantes são os condutores. Com o intuito de 
organizar e reforçar as definições sobre os tipos de condutores existentes, estudare-
mos os principais. Tamietti (2001) apresenta as seguintes definições:
• Fio: é o condutor de seção transversal uniforme – em maior parte cilíndrica –, 
maciço e com certa flexibilidade;
• Condutor encordoado: é o conjunto de fios enfeixados helicoidalmente, ou 
seja, condutores mais flexíveis que os fios;
• Cabo: é o condutor encordoado por um conjunto de fios encordoados, isola-
dos ou não, entre si;
• Condutor isolado: é o fio ou cabo constituído apenas de isolação (a e b);
• É comum sobrepor à camada de isolação outra especialmente resistente à abra-
são, denominada cobertura (c e d). Denomina-se cabo unipolar aquele consti-
tuído por um único condutor isolado e dotado, no mínimo, de cobertura (c);
• Por fim, cabo multipolar é aquele constituído por dois ou mais condutores iso-
lados e dotado, no mínimo, de cobertura (d).
Figura 1 – Tipos de fi os e cabos
Fonte: adaptada de Tamietti (2001)
11
UNIDADE Revisão dos Conceitos Fundamentais sobre Linhas Elétricas
Seção Nominal
Os condutores são caracterizados pela seção nominal S, em mm². Ao contrário do 
que possa parecer, S não se refere à área transversal do condutor, mas sim ao enqua-
dramento do condutor à série métrica de valores padrões de resistência elétrica.
Esta série, estabelecida pela IEC – International 
Electrotechnical Comission – atribui um valor de 
S para a resistência elétrica máxima que conduto-
res, com um quilômetro de comprimento e a 20° 
C, podem apresentar. A Tabela 3 mostra a série 
métrica IEC:
Para melhor entendimento de que a seção nominal 
S não é exatamente a área do condutor, veja o exem-
plo a seguir:
Para um fio isolado de 4,0 mm² de seção nominal, 
a Tabela 4 indica que o diâmetro nominal do condutor 
é igual a 2,2 mm.
Desse modo, o valor da área transversal da seção 
metálica do condutor fica:
A xD x A mms s� � �� �
� �2 2
4
2 2
4
3 80
,
, ²
Portanto, diferente da seção nominal S = 4,0 mm².
Tabela 4 – Dados médios de fios e cabos
Seção nominal 
[mm2]
Diâmetro Nominal 
do Condutor D [mm]
Espessura Nominal 
da Isolação [mm]
Diâmetro Externo 
Nominal De [mm]
Área Externa Ac 
[mm2]
0,5 0,8 0,6 2,1 3,5
0,75 1,0 0,6 2,2 3,8
1 1,1 0,6 2,4 4,5
1,5 1,4 0,7 2,8 6,2
2,5 1,7 0,8 3,4 9,1
4 2,2 0,8 3,9 11,9
6 2,7 0,8 4,4 15,2
10 3,5 1,0 5,6 24,6
Fonte: adaptada de Tamietti (2001, p. 11)
Tabela 3 – Série métrica IEC
Seção Nominal [mm2]
0,5 70
0,75 95
1 120
1,5 150
2,5 185
4 240
6 300
10 400
16 500
25 630
35 800
50 1000
Fonte: adaptada de Tamietti (2001, p. 11)
12
13
Resistência dos Condutores
A determinação da resistência elétrica dos condutores utilizados em corrente 
alternada é dada pela segunda Lei de Ohm, como segue:
R L
A
R
s
� �� ��
• Onde:
 » R = Reseistência elétrica (Ω);
 » ρ = resistividade mm2/m;
 » L = comprimento (m);
 » AS = área transversal da seção metálica do condutor (mm
2);
 » ∆R = aumento da resistência próprio dos circuitos em CA.
O aumento na resistência própria dos circuitos de corrente alternada, em (Ω), se 
dá, devido a dois efeitos:
• Pelicular: fenômeno pelo qual o valor eficaz da densidade de corrente – por 
unidade de área – é maior perto da superfície externa dos condutores. Deste 
modo, a área que efetivamente conduz a corrente é menor, havendo, por con-
sequência, aumento da resistência;
• De proximidade: fenômeno caracterizado pela distribuição não uniforme 
da densidade de corrente, por influência da corrente que percorre condu-
tores próximos.
Desconsiderando tais efeitos, ou seja, desconsiderando o ∆R, somente para efei-
to comparativo, ao se determinar a resistência elétrica de 100 metros de condutor 
de cobre recozido de seção nominal de Sn = 4,00 mm
2 utilizando a área transversal 
da seção metálica do condutor de As = 3,80 mm
2 e também pela própria seção 
nominal poder-se-á comparar a diferença.
Observação: ρCu → resistividade do cobre = 0,0172 Ωmm
2/m
R L
A
mm
m
x m
mm
ou m
S
� � ��
0 0172 100
3 80
0 452 452 6
,
. ²
, ²
, ,
�
� �
13
UNIDADE Revisão dos Conceitos Fundamentais sobre Linhas Elétricas
No entanto, utilizando a própria seção nominal, ao invés da área transversal da 
seção metálica, o resultado é:
R L
S
mm
m
x m
mm
ou m
n
� � ��
0 0172 100
4
0 430 430
,
. ²
²
,
�
� �
A diferença de 22,63 mΩ neste caso parece não ser tão significativa ao se de-
terminar 100 metros, no entanto, pode-se notar que quanto maior o comprimento 
do cabo, maior será o significado, pois maiores serão as perdas causadas pela re-
sistência. Pode-se concluir que para análises mais precisas se faz necessário levar 
em consideração a área transversal da seção metálica, enquanto que para um valor 
estimado, o uso da seção nominal também é utilizado, como pode ser encontrado 
em diversas literaturas.
Além do exposto, como informado, desconsiderar o ∆R também influencia a 
determinação da resistência do cabo, sem contar que um cabo sob a influência da 
frequência da corrente alternada terá a reatância indutiva. Para que se tenha ideia 
dessas influências, veja a Tabela 5 a seguir.
Tabela 5 – Resistência elétrica de fiose cabos
Resistência Elétrica e Reatância Indutiva de Fios e Cabos – Valores em [Ω/km]
Tipo do Condutor: Condutores isolados, cabos unipolares e multipolares
Material da Isolação: PVC – EPR – XLPE
Método de Instalação: Condutos fechados não-magnéticos
Circuito: FN – FF – 3F
Seção Nominal [mm2] R XL
1,5 14,48 0,16
2,5 8,87 0,15
4 5,52 0,14
6 3,69 0,13
10 2,19 0,13
16 1,38 0,12
25 0,87 0,12
35 0,63 0,11
50 0,47 0,11
70 0,32 0,10
95 0,23 0,10
120 0,19 0,10
Fonte: adaptada de Tamietti (2001, p. 10)
Na Tabela 5 pode-se verificar, portanto, que o cabo de seção nominal de 4,0 m², 
ao invés dos convertidos 4,52 Ω/km encontrados no primeiro cálculo realizado, 
resulta no valor de 5,52 Ω/km e ainda 0,14 Ω/km de reatância indutiva. A Tabela 
5 apresenta, assim, o valor considerando o ∆R que, no cálculo apresentado, para 
simples comparação, foi desconsiderado.
14
15
A conversão para 4,52 Ω/km se deu da seguinte forma:
O valor encontrado de 0,452 Ω foi para cada 100 metros de cabo. Assim, dividindo por 100, 
encontra-se por metro 4,52 m Ω/m; e para saber por km, multiplica-se por 1.000, ou seja, 4,52 m 
Ω/m × 1000, totalizando 4,52 Ω/km – valor este que não está tão distante, mas difere dos 5,52 
Ω/km apresentados na Tabela 5, mas devidamente justificados pelo aumento da resistência ∆R.
Ex
pl
or
Importante!
Deu para perceber a diferença entre os tipos de cabos existentes, bem como a distinção 
entre os valores calculados de resistência? Em resumo, os condutores são praticamente 
divididos em condutores isolados, cabos unipolares e/ou multipolares. Referente às resis-
tências, apesar da segunda Lei de Ohm permitir determinar o valor da resistência dos fios e 
cabos, para análises mais precisas, além da correta utilização da área transversal da seção 
metálica, deve-se considerar o aumento da resistência caso a utilização se dê em circuitos 
alimentados por corrente alternada. Assim, pode-se concluir que para cada situação deve-
-se analisar qual forma é a mais prática e adequada. Além disso, sempre que necessário é 
possível consultar as tabelas, disponibilizadas pelos fabricantes e que apresentam os va-
lores de resistência e reatância indutiva para cabos em suas diversas maneiras de instalar.
Trocando ideias...
Isolação e Isolamento
A isolação – ou material dielétrico, ou material isolante (como é comumente 
conhecido) – é aplicada aos condutores para isolar a parte viva, ou seja, energiza-
da, do exterior, reduzindo ou eliminando o risco de choques e curtos-circuitos. Em 
baixa tensão, utiliza-se a isolação em PVC – Cloreto de Polivinila –, EPR – borracha 
Etileno-Propileno –, ou XLPE – polietileno reticulado.
A isolação em PVC e EPR são os tipos mais comuns e têm as seguintes proprie-
dades específicas:
• Propriedades do PVC:
 » Rigidez dielétrica elevada, porém, as perdas dielétricas também são elevadas, prin-
cipalmente acima de 10 kV, o que limita o seu uso a tensões máximas de 6 kV;
 » Considerável resistência a agentes químicos e à água;
 » Boa resistência à propagação de chama. Entretanto, quando submetido ao 
fogo, gera considerável quantidade de fumaça e de gases tóxicos e corrosivos.
• Propriedades do EPR:
 » Excelente resistência ao envelhecimento, permitindo a aplicação de altas den-
sidades de corrente;
 » Ótima flexibilidade, mesmo em baixas temperaturas;
15
UNIDADE Revisão dos Conceitos Fundamentais sobre Linhas Elétricas
 » Elevada resistência dielétrica e baixas perdas dielétricas, o que permite o seu 
uso em altas tensões – usualmente até 138 kV;
 » Boa resistência a agentes químicos e à água.
Importante!
Uma importante informação é: não confunda isolação com isolamento.
Isolação tem sentido estritamente qualitativo – isolação de PVC, EPR etc.
Isolamento, por sua vez, tem sentido quantitativo.
Importante!
Assim, na verdade, a forma correta de dizer é tensão de isolamento, valor rela-
cionado à espessura da isolação e às características da instalação – nível de tensão.
A tensão de isolamento de um condutor é especificada por dois valores sepa-
rados por uma barra, o primeiro indicando a tensão fase-neutro (Uo), o segundo 
indicando a tensão fase-fase (U), ou seja, Uo/U como, por exemplo, 0,6/1 kV.
Conforme a tensão fase-fase do isolamento, os condutores são classificados 
como de:
• Baixa tensão: U ≤ 1kV
• Média tensão: 1kV < U ≤ 35kV
• Alta tensão: U > 35kV
A classificação dos condutores de baixa, média ou alta tensão se dá em função 
da espessura e do tipo de material utilizado em suas isolações, devido às limitações 
de cada tipo de material para isolar o campo elétrico gerado pela tensão. Além 
disso, outro fator significativo é o efeito Joule, que é o aquecimento gerado pela 
corrente que circula no condutor. Dependendo da temperatura, os materiais utiliza-
dos na isolação podem perder as suas propriedades isolantes. Assim, os condutores 
são classificados em três classes térmicas – temperatura em regime:
• Permanente: valor máximo no qual a isolação pode permanecer indefinida-
mente. A corrente máxima possível de ser conduzida nessa condição define a 
denominada capacidade de condução do condutor, sendo para isolação em:
 » PVC: 70° C;
 » EPR: 90° C.
• De sobrecarga: valor máximo no qual a isolação pode permanecer durante 
100 horas em um período de 12 meses, porém, sem superar 500 horas ao 
longo da vida do condutor, sendo para isolação em:
 » PVC: 100° C;
 » EPR: 130° C.
• De curto-circuito: valor máximo no qual a isolação pode permanecer por 
apenas 5 segundos ao longo da vida do condutor, sendo para isolação em:
 » PVC: 160° C;
 » EPR: 250° C.
16
17
Como pode ser observado, o EPR tem capacidade superior ao PVC, ou seja, o 
EPR propicia maior capacidade de condução de corrente ao condutor, pois permite 
atingir maiores temperaturas.
Para uma suposta corrente elétrica em um circuito elétrico de uma instalação industrial, 
quando se deseja maior flexibilidade, menor seção nominal e maior capacidade em suportar 
correntes de sobrecarga e de curto-circuito, qual é a melhor opção?
Ex
pl
or
Analisando a pergunta e o estudo realizado, deu para perceber que, sob os as-
pectos levantados, a resposta é o cabo com isolação em EPR. Porém, vale observar 
que em instalações elétricas residenciais ou mesmo partes das industriais na qual a 
classe térmica não seja tão relevante, a relação custo-benefício leva à utilização dos 
cabos com isolação em PVC.
Essas informações devem subsidiar o responsável pela elaboração da lista de ma-
teriais de uma instalação industrial, devendo ainda ser observado o comportamento 
dos condutores em condições de fogo e incêndio.
Importante!
A isolação e/ou a cobertura requerem certa quantidade de materiais orgânicos que, por 
serem combustíveis, podem propiciar aos cabos a perigosa característica de elemento 
propagador de fogo.
Trocando ideias...
Quanto a esse aspecto, os cabos são classificados em quatro categorias:
• Propagador de chama: quando submetido à ação direta da chama, mesmo por 
curto intervalo de tempo, o cabo entra em combustão e a mantém após a retira-
da da chama ativadora. Tais cabos podem contribuir para o desenvolvimento e a 
propagação de incêndios. EPR e XLPE estão incluídos nesta categoria;
• Não propagador de chama: quando a chama se extingue após cessar a causa 
ativadora. Entre outros fatores, o comportamento desses cabos em relação ao 
fogo depende, em grande parte, do tempo de exposição à chama, da intensi-
dade desta e da quantidade de cabos agrupados. Os condutores de cobre com 
isolação de PVC do tipo BW (NBR 6148) incluem-se nesta categoria;
• Resistente à chama: quando a chama não se propaga mesmo em caso de 
exposição prolongada. Quando submetidos ao rigoroso ensaio de queima ver-
tical, efetuado em feixe de cabos com concentração de material combustível 
bem definida – de acordo com a NBR 6812 –, os danos causados pela chama 
limitam-se a poucas dezenas de centímetros.  O PVC aditivado confere aos 
cabos essa característica, sendo designados por BWF (NBR 6148);• Resistente ao fogo: especialmente recomendados para circuitos de seguran-
ça, pois o circuito é mantido em operação na presença de incêndio, atendendo 
à NBR 10.301 – exposição à chama direta, durante 3 horas à 750° C.
17
UNIDADE Revisão dos Conceitos Fundamentais sobre Linhas Elétricas
Para auxiliar na identificação da relação dos cabos e de suas aplicações típicas 
correspondentes em alguns tipos de instalações, veja a figura a seguir:
Figura 2 – Características normativas para fios e cabos para baixa tensão
Fonte: adaptada de Tamietti (2001, p. 16)
Como você pôde perceber, há uma significativa importância na escolha dos condu-
tores corretos para cada tipo de instalação, mas também – e não menos importante – 
serão as maneiras de se instalar e proteger esses condutores. Quais seriam os tipos de 
condutos utilizados para cada situação? É o que veremos na próxima etapa do estudo.
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Condutos Elétricos
Segundo Tamietti (2001), condutos elétricos, ou simplesmente condutos são as 
canalizações utilizadas para proteger e/ou suportar os condutores.
Existem os condutos fabricados, os quais obedecem às normas específicas e atendem, 
em grande parte, às instalações elétricas – como podem ser vistas na Figura 3 –, mas 
também existem aqueles construídos no local da instalação conforme a necessidade, tais 
como as canaletas de alvenaria, ou ainda espaços de construção como os poços, galerias, 
pisos técnicos, forros falsos e cavidades internas em elementos de divisórias.
Os condutores necessitam, diversas vezes, da proteção dos condutos. Cabos com 
cobertura permitem a instalação do condutor diretamente no solo ou na alvenaria 
– nesse caso pode-se dizer que o conduto é a própria cobertura.
Outras vezes, a natureza da construção requer 
apenas o uso de suportes para os condutores 
em pontos isolados, caso típico dos circuitos de 
transmissão e distribuição das concessionárias de 
energia elétrica.
Quanto à instalação dos condutores nos con-
dutos, deve-se observar o seguinte:
• Todos os condutores vivos do mesmo circui-
to, inclusive o neutro, devem ser agrupados 
no mesmo conduto;
• Em eletrodutos, eletrocalhas e blocos alve-
olados podem ser instalados condutores de 
mais de um circuito, quando:
 » Os circuitos forem da mesma instalação, 
isto é, tiverem a sua origem no mesmo dis-
positivo de manobra e proteção;
 » As seções nominais dos condutores-fase 
estiverem contidas no intervalo de três va-
lores normalizados sucessivos – por exem-
plo, 4, 6 e 10mm².
Chamamos de linhas elétricas o conjunto dos condutores e os seus condutos e, 
dependendo da maneira como são construídas, classificam-se em:
• Aérea: condutores desprovidos de condutos, elevados em relação ao piso e 
suportados em pontos isolados;
• Aparente: condutos à vista do ambiente;
• Embutida: linhas onde os condutos e/ou condutores são enterrados nas pa-
redes ou nas estruturas, ficando acessíveis apenas em determinados pontos;
• Subterrânea: linha embutida no solo.
Figura 3 – Tipos de condutos fabricados
Fonte: adaptada de Tamietti (2001, p. 17)
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UNIDADE Revisão dos Conceitos Fundamentais sobre Linhas Elétricas
A partir dessa classificação, a NBR 5410 estipula os condutores e cabos que 
podem ser utilizados em cada tipo de linha, tal como mostra a Figura 4.
Figura 4 – Métodos de instalação versus condutores permitidos
Tipos de Linhas Elétricas
Condutor 
Isolado
Cabo 
Unipolar
Cabo 
Multipolar
Afastado da parede ou suspenso por cabo de suporte(a) Não  
Bandejas não perfuradas ou prateleiras Não  
Bandejas perfuradas (horizontal ou vertical) Não  
Canaleta fechada no piso, solo ou parede   
Canaleta ventilada no piso ou solo Não  
Diretamente em espaço de construção(b): 1,5 De ≤ V < 5 De Não  
Diretamente em espaço de construção(b): 5 De ≤ V ≤ 50 De Não  
Diretamente enterrado Não  
Eletrocalha   
Eletroduto aparente   
Eletroduto de seção não circular embutido em alvenaria Não  
Eletroduto de seção não circular embutido em alvenaria(b): 1,5 De ≤ V < 5 De  Não Não
Eletroduto de seção não circular embutido em alvenaria(b): 5 De ≤ V ≤ 50 De  Não Não
Eletroduto em canaleta fechada(b): 1,5 De ≤ V < 20 De   Não
Eletroduto em canaleta fechada(b): V ≤ 20 De   Não
Eletroduto em canaleta ventilada no piso ou solo  Não Não
Eletroduto em espaço de construção Não  
Eletroduto em espaço de construção(b): 1,5 De ≤ V < 20 De  Não Não
Eletroduto em espaço de construção(b): V ≥ 20 De  Não Não
Eletroduto embutido em alvenaria   
Eletroduto embutido em caixilho de porta ou janela  Não Não
Embutimento em parede isolante   
Eletroduto enterrado no solo ou canaleta não ventilada no solo Não  
Embutimento direto em alvenaria Não  
Embutimento direto em caixilho de porta ou janela Não  
Embutimento direto em parede isolante Não Não 
Fixação direta em parede ou teto(c) Não  
Forro falso ou piso elevado(b): 1.5 De ≤ V < 5 De Não  
Forro falso ou piso elevado(b): 5 De ≤ V ≤ 50 De Não  
Leitos, suportes horizontais ou telas Não  
Moldura   Não
Sobre isoladores  Não Não
Notas:
(a): A distância entre o cabo e a parede deve ser, no mínimo, igual a 30% do diâmetro externo do cabo;
(b): De = diâmetro externo do cabo; V = altura do espaço de construção ou da canaleta;
(c): A distância entre o cabo e a parede ou teto deve ser menor ou igual a 30% do diâmetro externo do cabo.
Fonte: adaptada de Tamietti (2001, p. 19)
Será que existem limitações na utilização dos eletrodutos?
Ex
pl
or
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Eletrodutos – Limitações
Quanto a este último aspecto, a NBR 5410 estabelece as seguintes limitações, 
aplicáveis a qualquer tipo de eletroduto:
• Sem interposição de caixas de passagem, os trechos contínuos dos eletrodutos 
deverão ser limitados a 15 metros. Havendo curvas, o comprimento de 15 
metros deverá ser reduzido de 3 metros para cada curva de 90°;
• Quando o trecho referido no tópico I passar por locais onde não seja possível 
a interposição de caixas de passagem, o procedimento será:
 » Calcular o comprimento máximo que seria permitido pelo tópico I, conside-
rando a quantidade de curvas de 90° existentes;
 » Para cada 6 metros ou fração que o comprimento real do trecho exceder ao 
calculado em IIi, aumentar o tamanho nominal do eletroduto para um ime-
diatamente acima;
• Em nenhum trecho e em nenhuma circunstância poderão ser utilizadas curvas 
com deflexão acima de 90°;
• Em cada trecho de eletroduto entre duas caixas de passagem, a deflexão total 
das curvas não poderá exceder 270° – por exemplo, 3 curvas de 90°; 2 curvas 
de 90° mais 2 de 45° e outras combinações possíveis;
• Caixas de passagem deverão ser previstas em todos os pontos de entrada e 
saída de condutores nos eletrodutos – exceto nos de transição para linha aérea 
–, bem como nos de emenda e derivação dos condutores.
A seguinte Figura ilustra três casos que, ao serem analisados quanto às limitações 
impostas pela NBR 5410, ao comprimento e à quantidade de curvas existentes em 
trechos contínuos de eletrodutos, exigiram que fossem feitas as correções apropriadas:
Figura 5 – Exemplos de correções de trechos de eletrodutos para atender às exigências da NBR 5410
Fonte: adaptada de Tamietti (2001, p. 23)
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UNIDADE Revisão dos Conceitos Fundamentais sobre Linhas Elétricas
Descritivo das Limitações
Caso 1
Pelo disposto no tópico I, o comprimento do trecho (25m) excede o máximo 
permitido (15m), o que levou à inserção de mais uma Caixa de Passagem (CP3);
Caso 2
Como há uma curva de 90° no trecho, pelo disposto no tópico I, o comprimento 
máximo permitido para o eletroduto, ao serem descontados 3 m referentes à curva, é:
15m - (1 curva × 3m) = 12m
Como o comprimento do trecho é:
10 + 6 = 16m
Superior, portanto, ao máximo permitido (12m), é necessário interpor mais 
uma CP3.
Observe que, com esta interposição, o comprimento máximo entre duas caixas 
com uma curva passa a ser:
4 + 6 = 10m
Inferior, portanto, ao máximo permitido (12m).
Caso 3
Representa asituação prevista no tópico II, em que não é possível a interposição 
de novas caixas de passagem.
Procedendo como indicado: pelo disposto no subtópico IIi, o comprimento máximo 
que seria permitido pelo tópico I, considerando as três curvas de 90° existentes, é:
15m - (3 curvas × 3m) = 6m
Pelo disposto no subtópico IIii, o comprimento real do trecho é igual a:
2,80 + 3 + 3 + 3 = 11,80m
Excede o máximo permitido em:
11,80 - 6 = 5,80m
Logo, a quantidade de aumentos no tamanho nominal do eletroduto previsto é:
5,80 / 6 = 0,97
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Ou seja: 1 aumento.
Supondo que se trate de eletroduto rígido de PVC, então, como o que estava 
previsto era de ¾”, pela Tabela 6, aumentando uma vez o tamanho nominal para 
o imediatamente acima, leva à adoção de eletroduto de 1”.
Tabela 6 – Eletrodutos rígidos roscáveis de PVC (conforme a NBR 6150)
Tamanho 
Nominal
Rosca
(pol)
Diâmetro 
Extreno [mm]
Espessura da Parede [mm] Área Nominal [mm2]
Classe A Classe B Classe A Classe B
16 3/8 16,7 2,0 1,8 127 135
20 1/2 21,1 2,5 1,8 204 240
25 3/4 26,2 2,6 2,3 346 366
32 1 33,2 3,2 2,7 564 607
40 11/4 42,2 3,6 2,9 962 1040
50 11/2 47,8 4,0 3,0 1243 1372
60 2 59,4 4,6 3,1 1978 2222
75 21/2 75,1 5,5 3,8 3225 3577
85 3 88,0 6,2 4,0 4487 5024
Fonte: adaptada de Tamietti (2001, p. 21)
Importante!
Linhas elétricas são conjuntos de condutores e condutos a serem utilizados em uma 
instalação e a escolha do condutor, da maneira de instalar e, consequentemente, dos 
condutos estão diretamente ligados à qualidade e segurança da instalação, quer seja 
industrial, predial ou residencial.
Deve-se tomar muito cuidado com o uso exclusivo de tabelas práticas e/ou de culturas 
comumente aplicadas em todas as situações referentes às instalações.
Como consideração final, para atendimento das normas de instalações elétricas em ge-
ral, o complemento dos estudos para a definição de linhas elétricas apropriadas a cada 
projeto aponta para o exame e a aplicação dos critérios de dimensionamento de condu-
tores e dispositivos de proteção aplicados a circuitos terminais.
Em Síntese
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UNIDADE Revisão dos Conceitos Fundamentais sobre Linhas Elétricas
Material Complementar
Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade:
 Livros
Instalações elétricas e o projeto de arquitetura
CARVALHO JUNIOR, R. de. Instalações elétricas e o projeto de arquitetura. 8. 
ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2018.
Instalações elétricas industriais
MAMEDE FILHO, J. Instalações elétricas industriais. 7. ed. Rio de Janeiro: 
LTC, 2010. 
Segurança e higiene do trabalho
ROSSETE, C. A. Segurança e higiene do trabalho. São Paulo: Pearson Education 
do Brasil, 2015.
Fundamentos de instalações elétricas
SAMED, M. A. S. Fundamentos de instalações elétricas. São Paulo: Saberes, 2017.
NR-12 – segurança em máquinas e equipamentos
SANTOS, J. R. dos; ZANGIROLAMI, J. Z. NR-12 – segurança em máquinas e 
equipamentos.  [S.l.]: Érica, 2015.
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Referências
COTRIM, A. M. B. Instalações elétricas. 5. ed. São Paulo: Pearson Prentice 
Hall, 2008. 
______. Instalações elétricas. 4. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. 
SANTOS, J. R. dos; ZANGIROLAMI, J. Z. NR-12 – segurança em máquinas e 
equipamentos.  [S.l.]: Érica, 2015.
TAMIETTI, R. P. Condutores elétricos. Passo a passo das instalações elétricas 
residenciais. Belo Horizonte, MG: IEA; Centene, 2001. Disponível em: <https://
bit.ly/2TkVtgk>. Acesso em: 4 mar. 2019.
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