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Genética do câncer Neoplasia Processo patológico caracterizado por uma proliferação celular descontrolada que leva ao surgimento de uma massa ou tumor. As células neoplásicas tem um poder de multiplicação extremamente rápida, pois conseguem liberar substâncias para seu próprio crescimento, para sua própria multiplicação, ou seja, ela sinaliza para ela mesma. Câncer Forma mais agressiva de neoplasia, sendo uma neoplasia com capacidade de realizar metástase. Metástase Um câncer primário no intestino pode migrar tanto pelos vasos linfáticos quanto pela corrente sanguínea e chegar em outros órgãos. No início da multiplicação as células cancerígenas conseguem multiplicar com menor concentração de O2, mas depois elas estimulam a formação de novos vasos que irrigam o tumor, levando a multiplicações dessas células e libera substâncias que afastam células umas das outras fazendo com que as células saiam do local e possam migrar e alcançar outro tecido e passam a se comportar como células do cérebro, por exemplo. Um câncer do intestino que tem todos os receptores do intestino, com todos os receptores de células intestinais e ela migra para o cérebro, ela passa a se comportar como células do cérebro com receptores específicos. O problema está no fato de se está tratando o câncer no intestino com um tipo de fármaco o qual age em vias de sinalização específicas das células do intestino, então ele não consegue agir nas células do cérebro, ou seja, os tratamentos são diferentes. Da mesma forma, no pulmão como no exemplo mostrado. Câncer – neoplasias (tumor) malignas Eventos genéticos em células somáticas, ou seja, não herdáveis Exemplo: Câncer de pele de tanto se expor ao sol Eventos genéticos em células da linhagem germina t i va : Transmissão de genes causadores de câncer; ocorre em famílias com alta frequência de cânceres específicos (5-10% dos casos de tumores malignos) Atualmente o maior índice de câncer se deve ao meio do que à herdabilidade. Às vezes as mudanças não estão na sequência real do DNA. Por exemplo, a adição ou remoção de marcas químicas, chamadas modificações epigenéticas. Todo câncer é genético, mas nem sempre é hereditário Pode-se fazer estudo genético das células quando é autorizado por parentes muito próximos possuírem mesmo tipo de sangue para poder evitar que ocorra manifestação da doença em outras pessoas. Foi uma descoberta muito importante, principalmente em relação ao câncer de mama, pois se imaginava vários tipos de origem, mas não esse. Uma família em que uma única pessoa teve um tipo de câncer raro, isso quer dizer que ela teve mutação de novo, ou seja, uma mutação nova, apenas essa pessoa teve mutação em células somáticas específicas, como se essa pessoa tivesse sido “premiada”, não teve a ver com hereditariedade e suscetabilidade. Pessoas que trabalhavam em laboratórios que não sabiam que o elemento trabalhado era mutagênico, desenvolviam câncer. Transformações Quando as alterações estão acontecendo não consegue-se ver histologia. Células normais podem se tornar células c a n c e r í g e n a s . A n t e s d e a s c é l u l a s cancerígenas se formarem nos tecidos do corpo, as células passam por alterações anormais chamadas hiperplasia e displasia. Na hiperplasia, há um aumento no número de células em um órgão ou tecido que parecem normais sob um microscópio, por isso que sempre tira u trecho do tecido de revestimento quando vai fazer exames e manda para o laboratório de patologia. Na displasia, as c é l u l a s p a r e c e m a n o r m a i s s o b u m microscópio, mas não são cancerígenas. A hiperplasia e a displasia podem ou não se tornar câncer. Não é apenas uma mutação que ocasionou o câncer, mas uma série de mutações. Nessa imagem tem-se outro tipo de câncer de mama. A primeira mostra uma célula normal com um tipo de receptor HER2 o qual recebe o sinal e envia sinais para que a célula possa multiplicar, tendo de haver uma quantidade correta de receptores, para que a célula não se multiplique demais. No entanto, podem ocorrer mutações que fazem com que haja excesso de receptores, fazendo com que tenha instabilidade em outros genes, então essas células começam a multiplicar de forma desgovernada, ativa mutação de outros genes, até levar a um câncer. Não é descoberto desde o início, pois os exames que se tem hoje é necessário um tamanho mínimo para ser v isto, para isso já aconteceram inúmeras mutações, por isso pessoas que nascem com genes mudados de BRCA1 e BRCA2 preferem tirar as células mamárias e colocar uma prótese, ao invés de ficar sempre fazendo exames para quando descobrir já estar com tamanho grande e ser prejudicial. Genômica do câncer O campo da genômica do câncer é uma área de pesquisa que sequencia o DNA e o RNA das células cancerígenas (nos EUA isso é mais tranquilo de fazer pesquisa) e compara as sequências ao tecido normal, identificando as diferenças genéticas (tanto a nível de DNA quanto a nível de RNA) que podem causar câncer. O objetivo é utilizar um tratamento específico para cada tipo de câncer. Esta abordagem, chamada genômica estrutural, também pode medir a atividade de genes codificados em nosso DNA, a fim de c o m p r e e n d e r q u a i s p r o t e í n a s s ã o anormalmente ativas ou silenciadas em células cancerígenas, contribuindo para o seu crescimento descontrolado. A informação genômica já ajudou a moldar o desenvolvimento e o uso de alguns dos mais novos tratamentos contra o câncer Por exemplo, o medicamento imatinib (Gleevec) foi projetado para inibir uma enzima alterada produzida por uma versão fundida de dois genes encontrados na leucemia mieloide crônica Outro exemplo é o medicamento contra o câncer de mama trastuzumab (Herceptin), que funciona apenas para mulheres cujos tumores têm um perfil genético específico chamado HER-2 positivo Estudos também encontraram pacientes com câncer de pulmão cujos tumores são positivos para mutações de ERGFR que respondem às drogas gefitinib (Iressa) e erlotinib (Tarceva) que visam essa mutação. Por outro lado, pacientes com câncer de cólon cujos tumores têm uma mutação em um gene chamado KRAS deriva pouco benefício dos medicamentos cetux imab (Erb i tux) e panitumumab (Vectibix). Classes de genes responsáveis pelo câncer Proto-oncogenes (genes normais, se alterados: oncogenes) Genes supressores de tumor / inibidores de crescimento (quando sofrem mutações são chamados de antioncogenes) Genes apoptóticos e anti-apoptóticos Genes do sistema de reparo do DNA As mutações promotoras de câncer Aumentam a capacidade de uma célula se proliferar, diminuem a suscetibilidade de uma célula a apoptose (se uma célula sofre alteração ela precisa morrer), aumentam a taxa geral de mutação da célula ou sua longevidade. Essa célula irá fazer de tudo para a sua sobrevivência, conseguindo burlar o sistema. Mostrando várias mutações até chegar a um câncer, demonstrando que não é apenas uma mutação que leva ao câncer. O indivíduo que possui uma mutação não quer dizer que ele tenha câncer, mas sim, uma pré disposição ao câncer. Algumas mutações aumentam a proliferação celular. Algumas mutações afetam a estabilidade do genoma inteiro, aumentando a taxa geral de mutação. Câncer esporádico Células somáticas, dois cromossomos mostrando dois genes específicos. Alelos selvagens significa que os genes são normais. Ao longo da vida aleatoriamente aconteceu uma mutação que pode ser própria do corpo ou um fator externo, ao longo da vida perdeu- se um trecho do cromossomo, se for em um gene supressor de tumor, logo pode levar ao câncer. Ou seja, um câncer esporádico é quando não se nasce com essa mutação. Pode ou não ter o câncer. Síndrome de predisposição ao câncer O indivíduo ja nasce com a mutação, ou seja, já estava nas células terminativas geradoras de gameta, mas também apresentagene normal. Ao longo da vida do indivíduo pode ou não acontecer o segundo o gene, mas supondo que aconteceu deleção do único gene normal, então a partir disso tem proliferação celular que pode levar a um câncer. Células normais de revestimento (tecido epitelial), começa com uma multiplicação das célu las epi te l ia is , mas não há nada preenchido, até que começa a multiplicar bastante essas células e mudar a estrutura e por fim, as células saindo, demonstrando metástase. Quando encontra pólipos é necessário investigar. Proto-oncogenes São genes normais que expressam proteínas com funções de regular o crescimento e diferenciação normal das células tais como (1) Fatores de crescimento (2) Receptores de fatores de crescimento (3) Transdutores de sinal (4) Fatores de transcrição Quando mutantes O n c o g e n e s – P r o d u t o p o d e f i c a r c o n s t a n t e m e n t e a t i v a d o : l e v a m a o crescimento celular desregulado que resulta na transformação celular. - São geralmente mutações dominantes de ganho de função: apenas uma cópia mutante é necessária para a formação do fenótipo maligno. Tem-se um receptor em cima dele um fator de crescimento. O receptor liga a uma proteína de união ativa a proteína RAS a qual ativada faz vários caminhos para ativar genes específicos para a ativação da proteína MIC, para a progressão do ciclo celular. Se tiver uma mutação na proteína, ela pode ficar ativada todo o tempo sem precisar do fator de crescimento e a célula pode ficar multiplicando sem para. Também podem ter outras mutações O receptor em uma célula normal precisa do mitógeno EGF para ativar sinais para que a célula entre em divisão. Com uma mutação não precisará de cativante mitógeno deixará a célula sempre estimulada a fazer mitose, não dando tempo para perceber se contém erro, sendo esse novo receptor com mutação, uma oncoproteína. Genes supressores de tumores/inibidores de crescimento (anti-oncogenes) Os genes supressores de tumor representam o lado oposto do controle do crescimento celular, normalmente atuando para inibir a proliferação celular e o desenvolvimento do tumor, uma vez que tem sempre que existir um controle. Os genes de reparo de DNA constituem um subconjunto da classe de genes supressores de tumor. Muito difícil fazer uma categoria específica de genes supressores de tumor, pois existem muitos tipos como genes capazes de levar à apoptose, genes capazes de reparar dano de DNA, entre muitos outros. A princípio classif icaram como genes supressores de tumor apenas os que conseguiam parar o ciclo celular como a retinoblastoma, depois começaram a perceber que outros genes com funções específicas também são supressores de tumor, apenas não são inibidores de crescimento. Quando há mutação no gene supressor de tumor ou não há uma proteína ou uma proteína alterada, não funcional, havendo multiplicação desgovernada dessa célula. G e n e R B 1 : c o d i f i c a a p r o t e í n a Retinoblastoma O gene do retinoblastoma (RB1) foi o primeiro gene supressor de tumor clonado. É um regulador negativo (deixa o ciclo parado) do ciclo celular através de sua capacidade de se ligar ao fator de transcrição E2F e reprimir a transcrição de genes necessários para a fase S. Ele para o ciclo celular, não deixando que os genes das próxima fase sejam transcritos. Rb e Rb-p representam as formas não fosforiladas e fosforiladas da proteína retinoblastoma. Em G0 e no início de G1, Rb associa com fatores E2F e bloqueia inativando, fazendo a célula ficar parada em G1 para que no momento certo ela entre em ação. Ela entra em ação quando outros genes forem ativados e começarem a produzir as cíclicas e começam a fosforilar a Rb a qual se desprega do fator transcricional o qual ativa outros genes para dar continuidade ao ciclo. No final de G1, Rb-p libera E2F, permitindo a expressão de genes que codificam os produtos necessários para a progressão da fase S (enzimas de replicação do DNA). Tumor maligno da retina Incidênica: 1:20.000 locus RB1 está em 13q14 Penetrância é 90% Obs: Penetrância de 100% é quando sempre que tem um gene errado no corpo, sempre terá um fenótipo para ele. Mas as penetrância de 90% quer dizer que tem 90% de chance para ter aquele fenótipo para a doença. Na imagem está mostrando um cromossomo normal com Rb+, no entanto ocorre uma deleção na parte do Rb e torna-se Rb-, levando à retinoblastoma. Os indivíduos poderiam ter o câncer retinoblastoma por tem muito Rb na retina, mas a proteína também possui esse nome. Pais enviam gene normal, o zigoto multiplica, mas pode acontecer uma mutação no gene da Rb que ainda não é capaz de gerar doença e conforme a vivência do indivíduo ele pode ter uma segunda mutação, não havendo nenhuma proteína Rb e pode desenvolver um tumor maligno de retina Dessa forma esse é um câncer de forma esporádica. Unilateral - maioria das vezes em apenas um olho Início tardio Mutação somática Pode ser de forma hereditária, sendo a mãe sem o gene e o pai pode ter uma mutação. O pai manda o gene mutante e o zigoto fica com um cromossomo normal e um mutante, sendo todas as células do corpo da criança com um gene em mutação. Pode ser que nunca desenvolva, mas pode ser que as células da retina sofram uma segunda mutação com ausência da Rb nos dois cromossomos. Nesse caso, as duas retinas da criança irão ter. Bilateral Múltiplo Início precoce 15% casos: unilateral Supressão da sobrevivência celular por PTEN Mostra-se a membrana PTEN que é supressora de tumor que regula a ativação dessa via a qual para afim de que essa célula sobreviva. Sendo assim ela inibe a enzima que ativa essa via e faz com que a célula fique viva. Se de repente essa proteína ficou altamente ativada significa que haverá um problema, já que não conseguirá controlar o ciclo celular e ela regula isso. Se o gene estiver mutado, a porteína PTEN não consegue fazer o ciclo celular parar levando ao erro. Inibição da progressão do ciclo celular por Rb e p16 A p16 controla o início do ciclo celular, além dos controles da Rb, conseguindo ainda a célula arrumar o erro, acaba sendo uma supressora de tumor, pois se algo deu errado e ela consegue parar o ciclo, e evitar que surja o tumor. No entanto, caso ocorra mutação haverá problema. Genes dos sistema de reparo do DNA Genes normais codificam enzimas e proteínas que corrigem danos no DNA e bloqueiam o ciclo celular e ativam proteínas apoptóticas, pois se ela não der conta de reparar o erro, ela mesmo consegue que essa célula seja bloqueada Defeitos nos genes que codificam os componentes desses sistemas de reparo estão associados com vários cânceres. Danos nestes genes leva a alta frequência de oncogenes e genes supressores tumorais mutantes. Xeroderma pigmentoso O vilarejo de Goiás com a maior incidência de doença genética rara no mundo, uma vez que eles se casaram muito entre si então aumentaram-se o caso de pessoas com essa doença. Defeitos na via de reparos por excisão de nucleotídeos (NER) Mutações em genes de reparo: XPA, XPB, XPC, XPD, XPE, XPF, XPG Susceptibilidade elevada de desenvolvimentos de câncer de pele não podendo se expor à luz, não podendo trabalhar durante o dia. Média de idade: 8 anos Genes BRCA Os genes BRCA1 e 2 são muito importantes. Uma mulher de 30 anos que teve câncer de mama, a mãe e a avó materna jovens tiveram câncer de mama o médico deve solicitar o exame de BRCA1 e 2, pois já foi comprovado q u e e s s e s g e n e s q u a n d o m u t a d o s apresentam grandes chances de levar a câncer de mama e ovário, devido à alta instabilidade celular. São genes que protegem e quando mutados aumentam muito essa instabilidade e ainda favorecem novas mutações. Mutação deletéria nos genes BRCA-1 (cr.17) ou BRCA-2 (cr.13) – do inglês Breast cancer: 65% ou 45% de risco de desenvolvercânceres de mama e/ou ovários em mulheres; de mama e de próstata em homens; associado ao câncer pancreático e outros tipos. Genes apoptóticos Alguns proto-oncogenes e genes supressores de tumor participam da apoptose. As células do câncer apresentam mutações cromossômicas, dano ao DNA e outras anomalias celulares que normalmente estimulariam a apoptose e evitariam sua proliferação. Essas células têm mutações nos genes que regulam a apoptose e, portanto, não sofrem a morte celular programada. A capacidade de uma célula em iniciar a apoptose em resposta ao dano ao DNA, por exemplo, depende do p53, que está inativo em muitos cânceres humanos. p53 promove apoptose, ativa outros genes, sendo muito versátil. Em uma mutação na p53, a célula não morre quando apresenta erro, favorecendo o surgimento de câncer. Gene TP53 - Guardião do genoma TP53 (17p13) segundo principal gene supressor de tumor descoberto, mutado em média de 50% dos tumores humanos. Mutagênese: perda de controle do ciclo celular que é cesserário para reparo do DNA lesado levando ao aumento de células com mutações Perda da apoptose: importante ativador da morte celular programada, em que muitas células falham em entrar em apoptose em resposta a lesões no DNA Ponto de checagem G1/S Ativação de oncogenes pela translocação de cromossomos Expansão clonal de células progenitoras hematopoiéticas transformadas que aumenta o número de células mieloides circulantes. Há uma quebra em que um pedaço do cromossomo levando a uma translocação, não sendo cross ing over por não serem cromossomo homólogos. Nessas células específicas desse indivíduo haverá um cromossomo filadélfia, eles perceberam que teve uma ativação de um gene híbrido ao invés de anular o funcionamento sendo uma tirosina quinase que faz ativação constante, sendo responsável por 15% de leucemias em adultos. Leucemia mieloide crônica Alterações genéticas em carcinomas de cólon A inativação de APC é um evento precoce no desenvolvimento do tumor, dando origem a uma população de células proliferativas. As m u t a ç õ e s d e r a s K e n t ã o o c o r r e m frequentemente e são encontradas em adenomas em estágio inicial. As mutações subsequentes de MADR2 e p53 estão associadas a estágios posteriores de progressão do tumor. Não dá para perceber que isso acontece, quando o aparelho detecta, o câncer já está grande. Epigenética e o câncer No corpo tem-se os genes que protegem do tumor bem como a p53. Se houver uma metilação das ilhas CPGs da região promotora desse gene os fatores transcricionais não conseguem enxergar essa região não sendo possível a transcrição desse gene, não havendo a proteína p53 e com isso o ciclo não é interrompido, não é possível ocorrer a apoptose podendo levar ao câncer. Se tiver modificações nas histonas por enzimas que fosforilam, metilam, acetilam, f a v o r e c e n d o a c o m p a c t a ç ã o o u descompactarão do DNA. Outra epigenética é a metilação na ilha CPG na região promotora. Os RNAs de interferência são silenciadores de DNA que são micro RNAs, o miRNA se liga ao mRNA e impede que o RNAr faça leitura não havendo a proteína podendo acontecer com alguns genes específicos. M e c a n i s m o s E p i g e n é t i c o s p o d e m influenciar a desregulação da expressão gênica ✔ Hipermetilação aberrante do promotor pode interferir com a ligação de fatores de transcrição nos genes supressores de tumor, metilando a ilha CPG da p53 (silenciamento transcricional de genes-chave envolvidos na proteção de células a partir do processo de crescimento não regulado). Inibe um gene supressor de tumor. ✔ Hipometilação global pode causar reativação de protooncogenes silenciados por metilação, bem como levar a instabilidade genômica aumentada. Ativa um gene de fator de crescimento fazendo com que a célula multiplique de forma desgovernada. ✔ Modificações de histonas (por exemplo, acetilação ou demetilação de resíduos de histonas) causam alterações conformacionais da estrutura terciária de DNA, desse modo aumentando ou bloqueando a ligação de fatores de transcrição ao promotor do gene. ✔ miRNAs regulam a expressão génica no nível pós-transcricional, inibindo a tradução de proteínas através da degradação ou repressão do mRNA. Inibe o RNAm de uma proteína supressora de tumor. Telomerases no seu formato inativo que ao longo do tempo os telômetros encurtam levando a um defeito por uma instabilidade. Perceberam que alguma coisa pode ocorrer e ativar novamente a telomerase e a célula vira a um ponto correto, podendo se rum ponto d controle e ativar a p53 e em seguida ter a normalidade. No entanto, a instabilidade da perda de telômero pode levar a uma perda da p53 levando a erros durante a divisão celular quebrando e juntando, levando às a partes a ficarem trocadas, ativando a telomerase de u m a c é l u l a e r r a d a l e v a n d o a u m a multiplicação desgovernada dessa célula e com isso levando a um câncer. Alguns cientistas colocaram telomerase dentro das células já que era importante para atuar na divisão celular se ela ia fazer com que os camundongos iriam envelhecer de forma mais gradual e começaram a aparecer vários tumores, então ela aumentada não leva a um equilíbrio e diminuição do envelhecimento, mas sim uma aceleração da multiplicação desgovernada. Genes supressores de tumores estudados Nessa imagem, mostra que não é uma mutação isolada que vai fazer com que tenha câncer, mas um conjunto de mutações