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Os Avanços do Melhoramento FlorestalFlorestal Antonio Marcos Rosado CENIBRAntonio.rosado@cenibr a.com.br Histórico do eucalipto Histórico do eucalipto Histórico do eucalipto no Brasil Fonte: Bracelpa 2010 Distribuição das espécies no Brasil Fonte: Bracelpa 2010 Produtividade do Eucalipto no Brasil Fonte: Bracelpa 2010 Cenário atual – Importância do setor florestalsetor florestal Fonte Anuário Estatístico da ABRAF Anuário Estatístico da ABRAF Em 2010 – Pinus e Eucalyptus = 6.510.693 ha Anuário Estatístico da ABRAF Anuário Estatístico da ABRAF Anuário Estatístico da ABRAF Área e distribuição de plantios florestais com Eucalyptus no Brasil, 2010 Anuário Estatístico da ABRAF Anuário Estatístico da ABRAF Anuário Estatístico da ABRAF Anuário Estatístico da ABRAF Anuário Estatístico da ABRAF MELHORAMENTO GENÉTICO DO EUCALIPTO Melhoramento genético do eucalipto Definição: “é a arte e a ciência que visam a modificação gênica das plantas para torná-las mais úteis ao homem”. GENÉTICA ESTATÍSTICA SILVICULTURA MELHORAMENTO DE PLANTAS FISIOLOGIA BOTÂNICA BIOQUÍMICA Promover melhoria contínua em materiais genéticos utilizados pela empresa OBJETIVO Melhoramento genético do eucalipto Recursos Genéticos no Melhoramento do Eucalipto É importante conhecer: � Origem e classificação botânica � Sistema de reprodução � Importância e histórico do melhoramento genético do eucalipto no Brasil � Características das principais espécies Recursos Genéticos no Melhoramento do Eucalipto � Origem e classificação botânica • Talófitas – algas • Briófitas – musgos • Pteridófitas – samambaias • Espermatófitas – vegetais superiores que produzem madeira • Gimnospermas – ex: pinheiro (semente descoberta, madeira macia, constituição anatômica mais simples) • Angiospermas – ex: eucalipto, bambu (semente protegida, 9/10 da flora mundial, predominantemente tropical • Monocotiledôneas (bambu, palmeira, bananeira) • Dicotiledôneas (árvores produtoras de madeira) Recursos Genéticos no Melhoramento do Eucalipto � Origem e classificação botânica � Eucalipto �Divisão Angiospermae, classe Dicotyledonea, ordem Myrtales, Familia Myrtaceae e Gênero Eucalyptus e Corimbia. � Gênero Eucalyptus - Cerca de 600 espécies – Austrália (exceto E. urophylla e E. deglupta – Indonésia) � Gênero Corimbia - cerca de 300 espécies Mais importantes : E. citriodora, E. maculata, E. toreliana Recursos Genéticos no Melhoramento do Eucalipto � Sistema de reprodução Alogamia (autofecundação 10%) – flores hermafroditas e protândricas – polinização por insetos – 2n = 22 cromossomos - Recursos Genéticos no Melhoramento do Eucalipto � Importância e histórico do melhoramento genético do eucalipto no Brasil � Importância econômica, ambiental e social � Setor florestal gera mais de 5 milhões de empregos � Ganhos genéticos 1% ao ano em IMA� Ganhos genéticos 1% ao ano em IMA � 1960 a 1980 – testes de espécies, procedência e progênie – SRintra-populacional � 1990 – hibridação – SRR – semente para clones Recursos Genéticos no Melhoramento do Eucalipto �Características das principais espécies H E M IC L IG N IG A R D D E N S R . S P E V R D C A N C R O E N R A IZ A M . R E S . F E R R U G E M C R E S C IM . ESPÉCIES R I I R B MB MB I I R I I R R I I I R MB I R MBMBE. camaldulensis MB I MB B E. urophylla E. grandis H E M IC L IG N IG A R D D E N S R . S P E V R D C A N C R O E N R A IZ A M . R E S . F E R R U G E M C R E S C IM . ESPÉCIES R I I R B MB MB I I R I I R R I I I R MB I R MBMBE. camaldulensis MB I MB B E. urophylla E. grandis RRRMBMBMBMBMBIE. robusta RRRMBMBMBMBMBIE. resinifera MBMBMBMB??RIRE. globulus R R R R I I R R I MB MB MB B R R R B R R R ? MB I I B MB MB MBMBMBE. camaldulensis RRE. dunnii MB MB MB B E. pellita E. tereticornis RRRMBMBMBMBMBIE. robusta RRRMBMBMBMBMBIE. resinifera MBMBMBMB??RIRE. globulus R R R R I I R R I MB MB MB B R R R B R R R ? MB I I B MB MB MBMBMBE. camaldulensis RRE. dunnii MB MB MB B E. pellita E. tereticornis MB – Muito Bom B – Bom I - Intermediário R - Ruim Estratégias de melhoramento genético � Conceitos � Utilização dos recursos genéticos � Conservação da base genética �Avaliação e seleção de genótipos Estratégias de melhoramento genético � Conceitos � Maior ênfase a hibridação interespecifica e clonagem � Estratégia focada na geração de híbridos superiores � Boa integração floresta x industria � Visão de longo prazo – tendências de mercado � Considerar ocorrência de fatores abióticos e bióticos Estratégias de melhoramento genético �Utilização dos recursos genéticos � Produtividade � Qualidade � Diversidade Genética Estratégias de melhoramento genético �Avaliação e seleção de genótipos � Seleção clonal � Estratégia global de melhoramento � Populações e estratégias envolvidas � Seleção Recorrente Recíproca � Seleção Recorrente Intrapopulacional � Seleção Recorrente Recíproca Individual Estratégias de melhoramento genético �Avaliação e seleção de genótipos � Seleção precoce � Delineamento de cruzamento � Experimentos e métodos de seleção � Métodos ótimos de seleção � Tamanho da parcela � Número de repetições e , ou, de indivíduos por teste Resistência genética a doença Condução de programa de melhoramento genético � Objetivo geral e específico � Metas � Metodologia de condução do programa � Polinização controlada � Instalações de testes de progênies e clonais � Conservação genética das populações puras � Avaliação dos materiais genéticos gerados Condução de programa de melhoramento genético � Objetivo geral � Gerar , introduzir e selecionar continuamente material genético de eucalipto adaptados às condições edafoclimáticas da região de plantio � proporcionar melhoria contínua de produtividade e quanlidade Condução de programa de melhoramento genético � Objetivo específico � Carvão vegetal � Madeira para serraria � Mourões, postes e dormentes � Madeira para celulose � Madeiras para todas a finalidades �Retidão de tronco, conicidade do tronco, desrama natural, procentagem de casca, produção volumétrica, resistência a fatores bióticos e abióticos Condução de programa de melhoramento genético � Metas A magnitude e expectativa de ganhos genéticos ( disponibilidade e conhecimento de MG, características edafoclimáticas da região, estágio e competência do programa e recursos humanos e financeiros) � Metas para melhoria das características de qualidade da madeira � Metas para melhoria de produção volumétrica Condução de programa de melhoramento genético � Metodologia de condução do programa � Formação do pomar de cruzamentos Condução de programa de melhoramento genético � Metodologia de condução do programa �Cruzamentos controlados e instalação de testes de progênies � coleta, beneficiamento, armazenamento e utilização de pólen � coleta, beneficiamento, armazenamento e � coleta, beneficiamento, armazenamento e utilização de semente � seleção, expedição e plantio das mudas nos testes de progênies � registro e processamento dos dados e, ou, informações Condução de programa de melhoramento genético � Metodologia de condução do programa �coleta, beneficiamento, armazenamento e utilização de pólen Abertura do botões em laboratório para retirada das anteras Secagem das anteras por 12 horas em estufa a 30o C Peneiramento da anteras para separação do pólen ( peneira de 50 mesh com copo da base) Condução de programa de melhoramento genético � Metodologia de condução do programa �coleta, beneficiamento, armazenamento e utilização de pólen Armazenamento do pólen e tubos de ependorf de 1,5 ml Armazenamento dos ependorfs com pólen em vasilhas (com tampa) contendo sílica gel Armazenamento dos pólen nos devidos recipientesem freezer a -8oC Condução de programa de melhoramento genético � Polinização controlada � Indução de florescimento � Método de polinização controlada Condução de programa de melhoramento genético � Instalações de testes de progênies e clonais � Testes de progênies híbridas � Testes de progênies puras � Testes clonais SEPARAÇÃO DAS MUDAS NA BANDEIJA DISTRIBUIÇÃO NAS COVAS PLANTIO DAS MUDAS Condução de programa de melhoramento genético � Conservação genética das populações puras � Áreas de produção de sementes (APS) e, ou, de pomares de sementes por mudas (PSM) � Testes de progênies puras em andamento e, ou futuros Condução de programa de melhoramento genético �Avaliação dos materiais genéticos gerados � TPH (CGC, CEC, interação GXA) � TC MELHORAMENTO GENÉTICO DO EUCALIPTO - Ex. CENIBRA Melhoramento genético do eucalipto PRINCIPAIS ATIVIDADES � INTRODUÇÃO DE MATERIAL GENÉTICO � SELEÇÃO DE MATEIRAIS ADAPTADOS � PROGRAMA DE CRUZAMENTOS CONTROLADOS � EXPERIMENTAÇÃO DE CAMPO E CARACTERIZAÇÃO DO MATERIA GENÉTICO � SELEÇÃO E INDICAÇÃO DE MG COMERCIAIS Introdução de material genético FORMA DE AQUISIÇÃO �COMPRA �PERMUTA TIPO DE MATERIAL �SEMENTE �PÓLEN �MUDAS Seleção de materiais adaptados AQUISIÇAO PLANTIO SELEÇÃOSELEÇÃO CLONAGEM PLANTO EM POMAR DE HIBRIDAÇÃO Programa de cruzamento controlado POMAR DE HIBRIDAÇÃO NO CAMPO POMAR DE HIBRIDAÇÃO NO VASO Programa de cruzamento controlado FORMAÇÃO DE MATRIZES PARA POMAR Programa de cruzamentos PAICRUZAMENTO REALIZADOS NA CENIBRA X X X CAM X X URO X GRA X X URO X GLO X X GRA X GLO URO X PEL PELGLOUROGRA XGLO XXXXXURO XXXXXGRA PAICRUZAMENTO REALIZADOS NA CENIBRA X X X CAM X X URO X GRA X X URO X GLO X X GRA X GLO URO X PEL PELGLOUROGRA XGLO XXXXXURO XXXXXGRA X X X X X X MÃE X X X X X X X X X X X X X X X XXXXXGRA X GLO XXXXXURO X GLO XXXXXURO X GRA XXXXXURO X PEL XXXXXPEL XCAM X X X X X X MÃE X X X X X X X X X X X X X X X XXXXXGRA X GLO XXXXXURO X GLO XXXXXURO X GRA XXXXXURO X PEL XXXXXPEL XCAM E. grandis x E. urophylla Programa de cruzamento controlado Escolha do material genético superior Clone com 3 anos em região com produtividade média de 36 m³/há/ano IMA = 45 m/ha.ano RD = 50% Db = 500 kg/m³ IMA = 32 m³/ha.ano RD = 54% Db = 480 kg/m³ CE = 4,40 m³/tsa CE = 4,25 m³/tsa APS (ÁREA DE PRODUÇÃO DE SEMENTES) MATERIAIS - PÓLEN – SEMENTES - MUDAS PSM (ÁREA DE PRODUÇÃO DE SEMENTES) 1 2 3 4 1111 Melhoramento Genético - Processo TESTE CLONAL PLANTIO COMERCIAL TPP (TESTE DE PROGENIE PURA) TESTE CLONAL AMPLIADO TPH (TESTE DE PROGENIE HÍBRIDA) 5 6 7 8 9 10 1213 15 16 16 10 14 Pomar de Hibridação (PH)Espécie_1 (Mãe) Espécie_2 (Pai) X Teste de Progênie Híbrida (TPH) 150 mães 150 pais 250 progênies para plantio • 12.500 indivíduos em BO • 9.000 indivíduos em SBA • 9.000 indivíduos na região alta (Cocais ou Guanhães ou Virginópolis ou Nova Era) 0 Teste de Progênie Pura (TPP) Pomar de Hibridação (PH)Espécie_1 (Mãe) Espécie_2 (Pai) X Teste de Progênie Híbrida (TPH) 150 mães 150 pais 250 progênies para plantio • 12.500 indivíduos em BO • 9.000 indivíduos em SBA • 9.000 indivíduos na região alta (Cocais ou Guanhães ou Virginópolis ou Nova Era) 0 Teste de Progênie Pura (TPP) Pomar de Hibridação (PH)Espécie_1 (Mãe) Espécie_2 (Pai) X Teste de Progênie Híbrida (TPH) 150 mães 150 pais 250 progênies para plantio • 12.500 indivíduos em BO • 9.000 indivíduos em SBA • 9.000 indivíduos na região alta (Cocais ou Guanhães ou Virginópolis ou Nova Era) 0 Teste de Progênie Pura (TPP) Pomar de Hibridação (PH)Espécie_1 (Mãe) Espécie_2 (Pai) X Teste de Progênie Híbrida (TPH) 150 mães 150 pais 250 progênies para plantio • 12.500 indivíduos em BO • 9.000 indivíduos em SBA • 9.000 indivíduos na região alta (Cocais ou Guanhães ou Virginópolis ou Nova Era) 0 Teste de Progênie Pura (TPP) ETAPAS DO PROCESSO ETAPAS DO PROCESSO –– SELEÇÃO DE CLONESSELEÇÃO DE CLONES Melhoramento Genético – Processo (SRR) SELEÇÃO Teste Clonal (TC) SELEÇÃO Teste Clonal Ampliado (TCA) SELEÇÃO Teste de Clones Recomendados (TCR) • NIR • TSA • BLUP • NIR •Q.ÚMIDA • FLORCEL •Q.ÚMIDA • FLORCEL 400 clones por ano 30 clones por ano Em 2007: 07 clones + 6 testemunhas 4 7 10 11 SELEÇÃO Teste Clonal (TC) SELEÇÃO Teste Clonal Ampliado (TCA) SELEÇÃO Teste de Clones Recomendados (TCR) • NIR • TSA • BLUP • NIR •Q.ÚMIDA • FLORCEL •Q.ÚMIDA • FLORCEL 400 clones por ano 30 clones por ano Em 2007: 07 clones + 6 testemunhas 4 7 10 11 SELEÇÃO Teste Clonal (TC) SELEÇÃO Teste Clonal Ampliado (TCA) SELEÇÃO Teste de Clones Recomendados (TCR) • NIR • TSA • BLUP • NIR •Q.ÚMIDA • FLORCEL •Q.ÚMIDA • FLORCEL 400 clones por ano 30 clones por ano Em 2007: 07 clones + 6 testemunhas 4 7 10 11 SELEÇÃO Teste Clonal (TC) SELEÇÃO Teste Clonal Ampliado (TCA) SELEÇÃO Teste de Clones Recomendados (TCR) • NIR • TSA • BLUP • NIR •Q.ÚMIDA • FLORCEL •Q.ÚMIDA • FLORCEL 400 clones por ano 30 clones por ano Em 2007: 07 clones + 6 testemunhas 4 7 10 11 Seleção para área comercial normal eventual Melhoramento Genético – Processo (SRR) SELEÇÃO’ SELEÇÃO Teste de Progênie Pura (TPP) RECOMBINAÇÃO RECOMBINAÇÃO Teste de Progênie Pura (TPP) Pomar de Hibridação (PH) E. urophylla E. grandis X Teste de Progênie Híbrida (TPH) SELEÇÃO Teste Clonal (TC) SELEÇÃO Teste Clonal Ampliado (TCA) SELEÇÃO Teste de Clones Recomendados Teste de Progênie Pura (TPP) Tempo (anos) 0 SELEÇÃO SELEÇÃO Recomendados (TCR) Pomar de Hibridação (PH) E. urophylla E. grandis X Teste de Progênie Híbrida (TPH) SELEÇÃO Teste Clonal (TC) SELEÇÃO Teste Clonal Ampliado (TCA) SELEÇÃO Teste de Clones Recomendados (TCR) 1 0 21 Melhoramento Genético - Processo MODALIDES DE EXPERIMENTOS NO CAMPO �Teste de Progênie Pura (TPP) �Teste de Progênie Híbrida (TPH) �Teste Clonal (TC) �Teste Clonal Ampliado (TCA) Experimentação de campo �Teste Clonal Ampliado (TCA) �Teste com Clones Recomendados (TCR) – Delineamento em Blocos ao Acaso; – 1 plantas/parcela linear; 36 repetições; 4 locais – Avaliação e medição aos 3 anos. TPP e TPH Experimentação de campo 1ª Rep. 2ª Rep. 3ª Rep. 36ª Rep. Fn F9 F1 F17 F36F85 21ª Rep. Cl9 – Delineamento em Blocos ao Acaso; – 1 plantas/parcela linear; 21 repetições; 4 locais – Avaliação e medição aos 3 e 6 anos. TC (Teste Clonal) Experimentação de campo Cl1 Cl2 Cl3 Cl4 Cln 1ª Rep. 2ª Rep. 3ª Rep. ClnCl1 Cl2 Cl4Cl3 1ª Árv. 2ª Árv. 3ª Árv. 4ª Árv. 5ª Árv. CLONE CLONE CLONE CLONE 3ª – Delineamento em Blocos ao Acaso; – Parcela quadrada de 10 x 10 plantas; 3 repetições; 1 locais – Avaliação e medição aos 3 e 6 anos. TCA (Teste Clonal Ampliado) Experimentação de campo CLONE 9 CLONE 6 CLONE 10 CLONE 4 CLONE N CLONE N CLONE 8 CLONE 1 CLONE 2 CLONE 7 CLONE 5 CLONE 3 1ª Rep. 2ª Rep. 3ª Rep. 3 6 9 26 27 29 30 32 33 35 36 37 38 39 1213 TCR (Teste de clones recomendados) Experimentação de campo 1 2 4 5 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 28 29 31 34 C3748 1213 C3837 C3633 C4186 13261213 1213 1213 1213 C4143 C3733 7 Repetições em7 Repetições em7 Repetições em - 7 Repetições em Cambissolo Típico 7 Repetições em Latossolo Ácrico 7 Repetições em Cambissolo Típico 8 Repetições em Cambissolo 7 Repetições em Cambissolo Latossólico 7 Repetições em Latossolo Típico 7 Repetições em Cambissolo Latossólico 10 Repetições em Latossolo 12 Repetições em qualquer soloTC ENCOSTABAIXADA SANTA BÁRBARA SABINÓPOLIS e VIRGINÓPOLIS COCAIS BELO ORIENTE e IPABA REGIÃO TESTE 7 Repetições em7 Repetições em7 Repetições em - 7 Repetições em Cambissolo Típico 7 Repetições em Latossolo Ácrico 7 Repetições em Cambissolo Típico8 Repetições em Cambissolo 7 Repetições em Cambissolo Latossólico 7 Repetições em Latossolo Típico 7 Repetições em Cambissolo Latossólico 10 Repetições em Latossolo 12 Repetições em qualquer soloTC ENCOSTABAIXADA SANTA BÁRBARA SABINÓPOLIS e VIRGINÓPOLIS COCAIS BELO ORIENTE e IPABA REGIÃO TESTE Experimentação de campo Contemplar as variações ambientais 12 Repetições em Latossolo 12 Repetições em Cambissolo 12 Repetições em Latossolo - 12 Repetições em Cambissolo Típico 12 Repetições em Latossolo Ácrico 12 Repetições em Cambissolo Típico 12 Repetições em Cambissolo 12 Repetições em Cambissolo Latossólico 12 Repetições em Latossolo Típico 12 Repetições em Cambissolo Latossólico 18 Repetições em Latossolo 20 Repetições em qualquer soloTPH e TPP 1 Repetição em Latossolo 1 Repetição em Cambissolo 1 Repetição em Latossolo - 1 Repetição em Cambissolo Típico 1 Repetição em Latossolo Ácrico 1 Repetição em Cambissolo Típico 1 Repetição em Cambissolo 1 Repetição em Cambissolo Latossólico 1 Repetição em Latossolo Típico 1 Repetição em Cambissolo Latossólico 2 Repetições em Latossolo 2 Repetições em qualquer soloTCA 7 Repetições em Latossolo 7 Repetições em Cambissolo 7 Repetições em Latossolo - 12 Repetições em Latossolo 12 Repetições em Cambissolo 12 Repetições em Latossolo - 12 Repetições em Cambissolo Típico 12 Repetições em Latossolo Ácrico 12 Repetições em Cambissolo Típico 12 Repetições em Cambissolo 12 Repetições em Cambissolo Latossólico 12 Repetições em Latossolo Típico 12 Repetições em Cambissolo Latossólico 18 Repetições em Latossolo 20 Repetições em qualquer soloTPH e TPP 1 Repetição em Latossolo 1 Repetição em Cambissolo 1 Repetição em Latossolo - 1 Repetição em Cambissolo Típico 1 Repetição em Latossolo Ácrico 1 Repetição em Cambissolo Típico 1 Repetição em Cambissolo 1 Repetição em Cambissolo Latossólico 1 Repetição em Latossolo Típico 1 Repetição em Cambissolo Latossólico 2 Repetições em Latossolo 2 Repetições em qualquer soloTCA 7 Repetições em Latossolo 7 Repetições em Cambissolo 7 Repetições em Latossolo - Experimentação de campo XX% de casca X% de brotação XX% de enraizamento XXXXResitência a vento XXXXResitência a pragas e doenças XXXXVolume de madeira TCATCTPHTPPCARACTERÍSTICAS XX% de casca X% de brotação XX% de enraizamento XXXXResitência a vento XXXXResitência a pragas e doenças XXXXVolume de madeira TCATCTPHTPPCARACTERÍSTICAS Experimentação de campo – Avaliações fenotípicas XXXXEstrativo (NIR) XXDensidade Básica (QU) XXRendimento de Celulose ( QU) XXAlcali Efetivo (QU) XXLignina (QU) XXEstrativo (QU) XXXXLignina (NIR) XXXXDensidade Básica ( Pilodym) XXXXRendimento de Celulose ( NIR) XXXXAlcali Efetivo (NIR) XXFator de forma XXXXEstrativo (NIR) XXDensidade Básica (QU) XXRendimento de Celulose ( QU) XXAlcali Efetivo (QU) XXLignina (QU) XXEstrativo (QU) XXXXLignina (NIR) XXXXDensidade Básica ( Pilodym) XXXXRendimento de Celulose ( NIR) XXXXAlcali Efetivo (NIR) XXFator de forma Experimentação de campo – Análise de dados Seleção Ferramentas para seleção: � SELEGEM e GENES � FLORCEL Biotecnologia Biotecnologia: DNA a Ser Humano Biotecnologia Aplicada - Atual Biotecnologia Aplicada 1- Micropropagação in vitro 2- Marcadores Moleculares 3- Transgenia 1- Propagação in vitro • Aplicações da Propagação in vitro na área florestal: – conservação de germoplasma in vitro – multiplicação de clones superiores – aceleração do superiores – aceleração do programa de melhoramento – limpeza clonal – base para outras técnicas biotecnológicas 1- Propagação in vitro Fonte: Leandro Silva de Oliveira, 2011 1- Propagação in vitro Fonte: Penchel, et al., 2007 1- Propagação in vitro • Exemplo de aplicação na CENIBRA – Parceria com a UFV • Materiais com híbridos de Eucalyptus globulus Fonte: Silvano Rodrigues Borges (UFV) 2- Marcadores Moleculares Aplicações de retorno a curto prazo: -Utilização de marcadores moleculares para: Identidade clonal. Obtenção de estimativas de distância genética. Identificação de genealogias Proteção de cultivaresProteção de cultivares Aplicações de retorno a médio e longo prazo: -Seleção Genômica ampla (SGA) -Mapeamento e detecção de QTL´s -Mapeamento associativo. -Microarray e identificação de eQTL´s. Troca de materiais A e B controle positivos Utilização de marcadores moleculares para identificação de identidade Clonal 2- Marcadores Moleculares Casa de vegetação A B C D B E B D F A 1 2 3 4 5 6 7 8 Análise molecular 1,2,4,6 e 7 A e B 8 A 3 e 5 B Conclusão 2- Marcadores Moleculares Teste de Paternidade Utilização de marcadores moleculares para identificação de genealogias. x 1 2 2- Marcadores Moleculares x Genitor masculino ? M 57 Conclusão: P1, P2, P3 e P11 podem ser pais de 57 57 Utilização de marcadores moleculares para obter estimativas de distância genética Genótipos 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 2 0.75 0 3 0.79 0.83 0 Perfis de amplificação SSR em gel de poliacrilamida: EMBRA 02 Matriz de distâncias genéticas 2- Marcadores Moleculares 4 0.83 0.79 0.71 0 5 0.83 0.79 0.75 0.75 0 6 0.92 0.67 0.75 0.63 0.67 0 7 0.96 0.75 0.71 0.63 0.67 0.67 0 8 0.83 0.96 0.83 0.63 0.71 0.88 0.79 0 9 0.73 0.73 0.73 0.77 0.73 0.82 0.68 0.68 0 10 0.92 0.71 0.71 0.63 0.83 0.67 0.83 0.75 0.68 0 11 0.83 0.71 0.67 0.75 0.88 0.71 0.63 0.88 0.59 0.75 0 12 0.88 0.79 0.88 0.71 0.75 0.83 0.75 0.50 0.68 0.67 0.58 0 13 0.96 0.83 0.75 0.67 0.63 0.79 0.58 0.67 0.55 0.67 0.67 0.58 0 14 0.92 0.58 0.88 0.75 0.75 0.67 0.75 0.75 0.59 0.67 0.75 0.79 0.63 0 15 0.88 0.79 0.75 0.58 0.75 0.63 0.71 0.71 0.77 0.38 0.75 0.58 0.58 0.67 0 16 0.92 0.79 0.79 0.63 0.79 0.71 0.63 0.75 0.68 0.63 0.71 0.75 0.50 0.54 0.58 0 17 0.88 0.67 0.83 0.71 0.88 0.71 0.67 0.83 0.73 0.63 0.79 0.83 0.79 0.54 0.54 0.54 0 18 0.91 0.82 0.73 0.91 0.82 0.91 0.77 0.82 0.68 0.68 0.77 0.77 0.50 0.64 0.68 0.68 0.64 0 19 0.88 0.79 0.79 0.92 0.75 0.83 0.75 0.79 0.73 0.75 0.88 0.75 0.63 0.75 0.63 0.75 0.50 0.50 0 20 0.86 0.82 0.73 0.91 0.68 0.91 0.73 0.77 0.70 0.68 0.86 0.73 0.73 0.64 0.64 0.77 0.55 0.60 0.36 0 21 0.82 0.73 0.82 0.95 0.77 0.91 0.91 0.82 0.70 0.82 0.91 0.82 0.68 0.68 0.82 0.82 0.77 0.55 0.55 0.70 0 22 0.91 0.91 0.82 0.91 0.64 0.86 0.73 0.73 0.75 0.91 0.86 0.82 0.59 0.73 0.86 0.68 0.82 0.75 0.50 0.50 0.64 0 23 0.83 0.88 0.88 0.92 0.79 0.88 0.79 0.79 0.73 0.92 0.92 0.83 0.63 0.71 0.88 0.71 0.75 0.50 0.50 0.73 0.32 0.55 0 24 0.79 0.83 0.83 0.88 0.67 0.83 0.75 0.71 0.82 0.83 0.92 0.75 0.54 0.71 0.71 0.75 0.79 0.59 0.63 0.77 0.50 0.59 0.33 0 25 0.83 0.92 0.79 0.88 1.00 0.92 0.88 0.88 0.82 0.83 0.71 0.88 0.83 0.83 0.88 0.88 0.88 0.77 0.75 0.73 0.59 0.64 0.71 0.75 0 26 0.96 0.92 0.63 0.83 0.75 0.88 0.71 0.79 0.82 0.83 0.75 0.79 0.67 0.83 0.75 0.67 0.83 0.59 0.71 0.64 0.77 0.64 0.79 0.79 0.58 0 27 0.91 0.77 0.86 0.77 0.82 0.82 0.68 0.86 0.70 0.86 0.68 0.82 0.77 0.77 0.86 0.64 0.73 0.75 0.68 0.75 0.68 0.64 0.68 0.77 0.59 0.59 0 28 1.00 0.83 0.79 0.71 0.92 0.88 0.71 0.75 0.77 0.67 0.75 0.79 0.71 0.79 0.79 0.79 0.75 0.77 0.88 0.82 0.82 0.64 0.79 0.75 0.50 0.71 0.73 0 29 0.88 0.88 0.88 1.00 0.92 0.96 0.83 0.96 0.82 0.88 0.83 0.92 0.88 0.92 0.96 0.83 0.79 0.68 0.71 0.64 0.77 0.77 0.75 0.83 0.63 0.75 0.55 0.71 ................. EMBRA 14 Obtenção das estimativas de distância Utilização de marcadores moleculares para obter estimativas de distância genética Objetivos: -Definição de grupos heteróticos. -Recomendação de plantio – Plantaçãodos clones divergentes próximos “barreira biótica”. -Recomendação de cruzamento. 2- Marcadores Moleculares -Recomendação de cruzamento. -Avaliação da manutenção da variabilidade no programa. Proteção de cultivares 2- Marcadores Moleculares Piramidação de Genes: Monitoramento de genes ou alelos específicos Seleção assistida para múltiplas características, acúmulo de genes favoráveis. 2- Marcadores Moleculares X X XXX X Resistência a ferrugem Florescimento precoce Ganho em tempo e mão de obra. Desenvolvimento de população de mapeamento uro gra ug -Definição: População já pertencente ao programa de melhoramento ou população desenvolvida a partir destas com o objetivo de desenvolver mapas 2- Marcadores Moleculares uro gra ug uro gra ug partir destas com o objetivo de desenvolver mapas de ligação e detectar QTL´s. -Deve ser desenvolvida a partir de genitores contrastantes de importância para o programa de melhoramento e constituída de pelo menos 200 indivíduos. Mapeamento e detecção de QTL´s Variação Fenotípica (Característica Quantitativa) Variação Genotípica (Marcadores Moleculares) Análise de QTL Mapeamento associativo 2- Marcadores Moleculares (Característica Quantitativa) (Marcadores Moleculares) 2- Marcadores Moleculares Descoberta de QTL e SAM OBJETIVO: Encontrar marcadores moleculares ligados ou associados às características de interesse para seleção precoce de materiais superiores no Exemplo de SAM: Resistência a doença materiais superiores no Programa de Melhoramento Genético de eucalipto. Fonte: Modificado de Missiaggi, 2008 Redução de tempo e de mão de obra 2- Marcadores Moleculares • SGA é a seleção simultânea para centenas ou milhares de marcadores cobrindo a maioria do genoma de uma forma que a maioria dos alelos de interesse estarão associados com pelo menos um ou mais marcadores de maneira que os modelos de predição capturem a maioria da variação quantitativa Seleção Genômica (ou Seleção Genômica Ampla) Gene/QTL controlando as várias características Marcadores Grattapaglia, 2009 2- Marcadores Moleculares Valor Genético Genômico • Densidade • DAP • Rend celulose Ganho de 3 anos para: Qualidade de madeira Resistência à ferrugem Permite avaliar maior No. de clones em testes • Siringil • S/G 2- Marcadores Moleculares ~7 anos ~12 anosCruzamento Comercial Processo Tradicional TPH 30.000 TC 400-500CRUZAMENTO ~5 anos TCA 40-50 COMERCIAL 2- Marcadores Moleculares Processo SGA ~6 anosCruzamento Comercial CRUZAMENTO 30 mil indivíduos para 50 mil (??) • SGA possibilita a eliminação de etapas como TPH e talvez o TC, partindo direto para TCA • Geração de clone comercial de 12 anos (atual) para cerca de 6 anos. TCA 100 COMERCIAL 2- Marcadores Moleculares Objetivo: Geração de um patrimônio de informações e recursos biológicos para o descobrimento, mapeamento e determinação de função de genes de importância econômica em Eucalyptus visando a incorporação de novas tecnologias nos programas de melhoramento e produção florestal 2- Marcadores Moleculares produção florestal EmpresasEmpresas JariJari CelmarCelmar Universidade Estadual de Santa CruzUniversidade Estadual de Santa Cruz Instit. De pesquisaInstit. De pesquisa Instituições participantes 2- Marcadores Moleculares Universidade Estadual de Santa CruzUniversidade Estadual de Santa Cruz VeracelVeracel Bahiasul (Suzano)Bahiasul (Suzano) AracruzAracruz Universidade Federal de Viçosa Universidade Federal de LavrasUniversidade Federal de Lavras Universidade Estadual de CampinasUniversidade Estadual de Campinas CenibraCenibra ZaniniZanini VotorantimVotorantim International PaperInternational Paper LwarcelLwarcel EMBRAPAEMBRAPA Universidade Católica de BrasíliaUniversidade Católica de Brasília Universidade Federal de GoiásUniversidade Federal de Goiás RigesaRigesa KlabinKlabin Universidade Federal do Universidade Federal do Rio Grande do SulRio Grande do Sul JariJari Locais de instalação Locais de instalação dos experimentosdos experimentos Rede de experimentos 2- Marcadores Moleculares VeracelVeracel CenibraCenibra LwarcelLwarcel AracruzAracruz � Projeto Genolyptus • Período: 2002 a 2009 (2011) • Membros: 22 instituições • Custo: R$ 10.094.258,44 (62% = governo; 38% = empresas (13) • Resultados: 2- Marcadores Moleculares • Resultados: – Formação de populações de 30 famílias integradas (materiais de 7 empresas) plantadas em 2003 em 5 regiões do Brasil (MG-CNB, RS-Aracruz, SP-Lwarcel, BA-Veracel e PA-Jari). – Plataformas pré-competitivas de recursos genômicos integrados: disponibilização de marcadores SSR, SNPs, Microarray (NimbleGen), DArT e mapas genéticos de alta densidade; – Sequenciamento completo do genoma de E. grandis (BRASUZ1) 3- Transgenia x Tradicional 3- Transgenia x Tradicional 3- Transgenia 3- Transgenia 3- Transgenia 3- Transgenia em arbórea • China possui a primeira arbórea transgênica comercial (Populus nigra, resistente a inseto). – Trabalho iniciado em 1989, com a liberação comercial concedida em 2001 e efetiva plantação comercial concedida em 2001 e efetiva plantação a partir de 2010. – Em 2010, a China possuía 148 testes de campo, sendo 84 de arbóreas (40 espécies). Fonte: IUFRO 2011 3- Transgenia de eucalipto • Foco: qualidade da madeira – Manipulação dos teores de lignina e celulose • Literatura: – vários trabalhos descrevendo geração de calos, tecidos ou órgãos geneticamente transformados, porém sem comprovação de que plantas completas foram regeneradas órgãos geneticamente transformados, porém sem comprovação de que plantas completas foram regeneradas • Diferentes grupos de pesquisas do setor privado: protocolos bem estabelecidos de transformação e regeneração: SEGREDO INDUSTRIAL 3- Transgenia em arbórea • ArborGen: potencialidade dos transgênicos – Eucalipto (22 clones diferentes transgênicos); • 15 testes de campo no Brasil desde 2004. Para 2011- 2012 há solicitação de mais 10 testes. Locais: São Paulo, Sul da Bahia e Tocantins. • Foco: qualidade da madeira e estresse ao frio. • Resultado obtido para Lignina S/G médio: 3,7 (transgênico) x 2,2 (controle) Fonte: IUFRO 2011 3- Transgenia de eucalipto ArborGen, 2009 3- Transgenia de eucalipto ArborGen, 2009 3- Transgenia 3- Transgenia • LEGISLAÇÃO BRASILEIRA PARA OGM • Plantios Experimentais Liberação Planejada no meio ambiente de eucalipto geneticamente modificado CTNBio – Comissão Técnica Nacional de Biossegurança 1- Cercada por Plantio Comercial de Eucalyptus 2- Área Experimental fora de Plantios Comerciais de Eucalyptus Zona de Monitoramento OGM 100 m .... . 900 m Zona de Monitoramento OGM 100 m Bordadura (15 m) ......900 m 33-- Transgenia Transgenia -- QUALIDADE / TECNOLOGIAQUALIDADE / TECNOLOGIA • FSC (Forest Stewardship Council) – Princípios - O FSC identifica os seguintes princípios de gestão florestal responsável: • Obediência às Leis e aos Princípios do FSC; • Direitos e Responsabilidades de Posse e Uso; • Direitos dos Povos Indígenas; • Relações Comunitárias e Direitos dos Trabalhadores;• Relações Comunitárias e Direitos dos Trabalhadores; • Benefícios da Floresta; • Impacto Ambiental; • Plano de Gestão; • Monitoramento e Avaliação; • Manutenção de Florestas de Alto Valor de Conservação; e • Plantações de Árvores. Em 2011 (Conferência Internacional FSC) - Empresas com FSC poderão fazer testes experimentais com OGM sem comprometer a certificação FSC da empresa. HISTÓRICO CENIBRA – MATERIAL GENETICO COMERCIAL GGF-PEvolução (semente e clone) REGIÃO BAIXA 80 100 120 0 20 40 60 80 1989 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 ANO (%) CLONE SEMENTE GGF-PEvolução (semente e clone) REGIÃO ALTA 80 100 120 0 20 40 60 80 1989 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 ANO (%) CLONE SEMENTE RECOMENDAÇÃO ANUAL DE RECOMENDAÇÃO ANUAL DE CLONES CLONES NOVO CLONENOVO CLONEAJUSTE DE %AJUSTE DE % Recomendação de clones AUMENTO DE PRODUTIVIDADE Melhoramento Genético - Recomendação MG 3MG 3MG 3Acima de 600 m MG 2MG 2MG 2De 300 a 600 m MG 2MG 2MG 1Até 300 m TOPOENCOSTABAIXADAALTITUDE MG 3MG 3MG 3Acima de 600 m MG 2MG 2MG 2De 300 a 600 m MG 2MG 2MG 1Até 300 m TOPOENCOSTABAIXADAALTITUDE RECOMENDAÇÃO 2009RECOMENDAÇÃO 2009 UNIDADE DE MANEJO DO MATERIAL GENÉTICO (MG)UNIDADE DE MANEJO DO MATERIAL GENÉTICO (MG) MG 3MG 3MG 3Acima de 600 m MG 3MG 3MG 3Acima de 600 m MG 1 MG 2 MG 3 MG 4 MG 5 MG 6 MG 7 MG 8 Baixada Macedônia Pingo D’água Baixada Macedônia Pingo D’água Baixada Macedônia Pingo D’água Cocais Piçarrão Itabira Alfié Pompéu Sta. Barbara Cocais Piçarrão Itabira Alfié Pompéu Virginópolis Sabinópolis Virginópolis Sabinópolis Sta. Barabara Cambissolo fundo de vale Latossolo Cambissolo Latossolo Cambissolo Latossolo Cambissolo Cambissolo RECOMENDAÇÃO 2010RECOMENDAÇÃO 2010 Melhoramento Genético - Recomendação RECOMENDAÇÃO DE CLONES PARA 2010 - ÁREAS PRÓPRIAS MG1 MG2 MG3 MG4 MG5 MG6 MG7 MG8 % % % % % % % % 386 386C94 Externa 20 20 15 20 10 965 965C98 Externa 10 10 1166 109C99 Externa 15 15 IDENTIFICAÇÃO DO CLONE UNIDADE DE RECOMENDAÇÃO - MATERIAL GENÉTICO OrigemAtual (SGFL)Anterior RECOMENDAÇÃO 2010 RECOMENDAÇÃO 2010 -- PRÓPRIOPRÓPRIO 1166 109C99 Externa 15 15 1213 213C99 Externa 5 5 1245 581C99 Externa 10 5 5 5 5 1274 274C99 Externa 10 10 5 1326 326C00 Externa 5 5 2719 719C83 Externa 20 C3633 633C00 CNB 20 20 20 10 10 10 10 C3748 748C00 CNB 10 5 10 10 C3837 837C00 CNB 10 40 20 30 20 30 25 25 C4143 502C01 CNB 40 25 30 20 15 C4186 545C01 CNB 10 30 20 10 10 10 15 100 100 100 100 100 100 100 100TOTAL MELHORAMENTO GENÉTICO DESAFIOS - CENIBRA Melhoramento Genético - Desafios Doenças Melhoramento Genético - Desafios Efeitos danosos do ambiente Melhoramento Genético - Desafios Favorecer operações florestais MELHORAMENTO GENÉTICO PARA VENTO Avaliação de Danos por Vento IDENTIFICAÇÃO DE CLONES MAIS RESISTENTES Teste de Resistência a Vento aos 2 anos (Reg. Baixa) 50 60 70 80 90 100 F o rç a p ar a P er d a d e D o m in ân ci a (k g f) Avaliação de Danos por Vento 0 10 20 30 40 Clone F o rç a p ar a P er d a d e D o m in ân ci a (k g f) Força Referência (Clone 57) Obrigado!