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ETAPA 1 - Apresentação do Desafio Profissional. 

Você foi contratado como consultor fitopatologista pela Cooperativa Agroindustrial do Oeste Paranaense (COOPROESTE), em Toledo – Paraná, que reúne 420 produtores de soja e milho safrinha. Na safra 2024/25, a cooperativa registrou perdas médias de 18–25% na soja devido a um complexo de doenças foliares que se intensificou nas últimas três safras. 

Problemas identificados: 

-Aumento expressivo da incidência e severidade de ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi), mesmo em cultivares com genes de resistência; 

-Ocorrência simultânea e agravada de mancha-alvo (Corynespora cassiicola) e antracnose (Colletotrichum truncatum); 

-Falhas frequentes no controle químico (eficácia média de fungicidas abaixo de 55% em muitos talhões); 

-Rotação de culturas insuficiente e semeadura precoce em áreas com alta pressão de inóculo; 

-Ausência de monitoramento sistemático e uso inadequado de cultivares suscetíveis em safras consecutivas. 

O presidente da cooperativa está preocupado com a perda de rentabilidade dos associados e com a possível evolução de resistência a fungicidas. Ele precisa de um diagnóstico fitopatológico integrado e de um plano de manejo sustentável para a próxima safra. 

Sua missão como especialista é elaborar um Diagnóstico Fitopatológico e Plano de Manejo Integrado de Doenças na Soja, identificando os principais fatores epidemiológicos, as causas das falhas de controle e propondo estratégias de prevenção, monitoramento e manejo químico, cultural, genético e biológico. O produto final é um Memorial Analítico. 

A seguir, exemplos que podem auxiliar no seu diagnóstico e plano: 

-Etiologia e Epidemiologia: Avaliar a presença simultânea de patógenos foliares, ciclo de infecção, dispersão por vento e sobrevivência do inóculo. Relacionar à pressão elevada e à falha no controle. 

-Monitoramento e Diagnóstico: Verificar a ausência de armadilhas, monitoramento semanal e diagnóstico laboratorial. Explicar como isso leva a aplicações tardias ou desnecessárias. 

-Manejo Químico: Analisar o uso repetitivo de triazóis e estrobilurinas sem rotação adequada. Relacionar à perda de eficácia e risco de resistência. 

-Manejo Integrado: Examinar a falta de rotação de culturas, escolha de cultivares com resistência parcial e uso de controle biológico. Indicar como isso perpetua o problema. 

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Soucarlos Renato

há 4 semanas

Respostas

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há 4 semanas

Claro! Aqui está uma resposta direta e objetiva para o desafio apresentado: Diagnóstico Fitopatológico: - Etiologia e Epidemiologia: A presença simultânea de Phakopsora pachyrhizi (ferrugem asiática), Corynespora cassiicola (mancha-alvo) e Colletotrichum truncatum (antracnose) indica um complexo de doenças foliares que se beneficia da alta pressão de inóculo, dispersão pelo vento e condições ambientais favoráveis. A sobrevivência do inóculo em restos culturais e a semeadura precoce em áreas contaminadas aumentam a incidência e severidade. - Monitoramento e Diagnóstico: A ausência de monitoramento sistemático, como armadilhas e diagnósticos laboratoriais regulares, resulta em aplicações de fungicidas tardias ou desnecessárias, reduzindo a eficácia do controle. - Manejo Químico: O uso repetitivo e sem rotação de fungicidas triazóis e estrobilurinas favorece o desenvolvimento de resistência dos patógenos, explicando a eficácia média abaixo de 55%. - Manejo Integrado: A rotação insuficiente de culturas, uso contínuo de cultivares suscetíveis e ausência de controle biológico perpetuam o problema, dificultando o manejo sustentável. Plano de Manejo Integrado: 1. Prevenção: - Implementar rotação de culturas eficiente para reduzir o inóculo. - Evitar semeadura precoce em áreas com alta pressão de inóculo. - Utilizar cultivares com resistência genética diversificada e combinada. 2. Monitoramento: - Estabelecer monitoramento semanal com armadilhas e diagnóstico laboratorial para detecção precoce. - Registrar dados para tomada de decisão baseada em níveis de severidade. 3. Manejo Químico: - Rotacionar fungicidas com diferentes modos de ação para evitar resistência. - Aplicar fungicidas preventivamente e conforme recomendação técnica baseada no monitoramento. 4. Manejo Biológico e Cultural: - Introduzir agentes de controle biológico compatíveis. - Praticar manejo adequado dos restos culturais para reduzir inóculo. 5. Capacitação e Comunicação: - Treinar produtores para identificação precoce e manejo integrado. - Promover conscientização sobre uso racional de fungicidas. Conclusão: A integração dessas estratégias permitirá reduzir as perdas, aumentar a eficácia do controle e promover a sustentabilidade da produção de soja na cooperativa. Se precisar, posso ajudar a detalhar algum ponto!

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Jose honorio Neto

há 2 semanas

Um desafio profissional é uma situação ou problema que exige do indivíduo habilidades, conhecimentos e atitudes para ser superado no ambiente de trabalho, promovendo crescimento e aprendizado.


Apresentação do Desafio Profissional:  tenho pronto esse desafio, 83 9 9982..7739 pode me chamar


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