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Ferramentas de estudo

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PDCA
FERRAMENTAS DA QUALIDADE
Nós produzimos Minério de Excelência
EMERGÊNCIA
Mantenha a CALMA e respeite as orientações dos Brigadistas 
Siga até o PONTO de ENCONTRO mais próximo
RAMAL: 
Casa de Pedra: 3749-1800
RÁDIO DE COMUNICAÇÃO: 
Botão Laranja
Comunicação Interna e Externa LINHA VERDE: 0800 282 4440
MINÉRIO DE EXCELÊNCIA - Diretrizes Básicas 
Produzir e carregar Minério de Ferro no âmbito da CSN Mineração. 
Nosso Minério de Ferro, Minério de Excelência, deverá ser produzido e carregado: 
• Com Zero Acidente; 
• Com Custo Competitivo; 
• Com Qualidade e Quantidade compromissadas com os Clientes; 
• Sem Contaminação de qualquer espécie, sem Poeira e sem Assoreamento dos cursos d’agua; 
• Com alta Produtividade. 
O faremos de forma a estimular a Realização das Pessoas através de um ambiente saudável, organizado
e limpo, do trabalho em Equipe, da Inovação, da Criatividade, da Melhoria Contínua e em Harmonia
com as Comunidades aonde estamos inseridos.
APRESENTAÇÃO DOS PARTICIPANTES
• Nome
•Área
•Curso
• Objetivo pretendido no curso
OBJETIVO
Conhecer e saber aplicar metodologia do PDCA.
CONCEITO
Conhecido como “Ciclo de Deming”, o PDCA é uma das primeiras
ferramentas de gestão da qualidade (ou ferramentas gerenciais) e
permite o controle do processo.
O PDCA foi criado na década de 20 por Walter A. Shewart, mas foi
William Edward Deming, o “guru do gerenciamento da qualidade”, quem
disseminou seu uso no mundo todo.
O CICLO DO PDCA
O PDCA NO SISTEMA TAYLOR E TQC
A IMPORTÂNCIA DO MÉTODO
MÉTODO PARA ANÁLISE E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS
• 1 Identificar o problema e reconhecer a sua importância;
• 2 Observar o problema – Investigar as causas do problema;
• 3 Analisar as causas do problema – Descobrir as causas 
fundamentais;
• 4 Plano de ação para bloquear as causas fundamentais;
P
• 5 Executar a ação corretiva e bloquear as causas 
fundamentais;D
• 6 Verificar se o bloqueio foi efetivo;
• (se o bloqueio não foi efetivo, retornar ao passo 2)C
A
• 7 Padronizar a solução implementada 
• 8 Prevenir contra o reaparecimento;
• 9 Conclusão – Recapitular o processo de PDCA para trabalho 
futuro.
É o resultado indesejável de um processo
É a origem do fato
Quando temos dor de cabeça tomamos: 
Analgésico
Com isso atacamos o problema, a dor de cabeça, 
e não as causas.
Que podem ser: coluna, fígado, respiração, 
resfriado, etc...
Não solucionamos as causas do problema e por isso a dor de cabeça 
retorna.
EXEMPLO
CONHECENDO O CICLO DO PDCA
P – PLAN (Planejar)
Antes da execução de qualquer processo as atividades devem ser
planejadas, com as definições de onde se quer chegar (meta) e do
caminho a seguir (método).
O QUE É META?
É a definição de um objetivo a ser alcançado, determinando-se um
valor e um prazo para se chegar a este objetivo.
São componentes da meta:
Objetivo + Valor + Prazo
Exemplo:
Reduzir as ocorrências de falhas em máquinas de chave em 10% até 
dezembro de 2012.
OBJETIVO
Deve ser definido sob os resultados que se é responsável.
Definindo o objetivo:
• Problema: elevado tempo de paradas;
• Indicador: horas paradas;
• Sentido desejado: reduzir.
Resultados positivos: Satisfação, produtividade, eficiência.
Resultados negativos: sucata, acidentes, paradas, perda de produção.
Objetivo = indicador + sentido desejado
DEFINIÇÃO DO VALOR DA META
Deve ser definido com base em valores históricos do indicador 
ou planejamento da área.
D – DO (Executar)
É a execução do processo com o cuidado do registro de dados que
permitam o seu controle posterior. Nesta fase é essencial o
treinamento.
C – CHECK (Verificar)
Fase de monitoramento e avaliação, onde os resultados da execução
são comparados com o planejamento (metas e métodos) e registrados
os desvios encontrados (problemas) .
A – ACTION (Atuar Corretivamente)
Definição de soluções para os problemas encontrados com contínuo
aperfeiçoamento do processo.
DO - EFICIENCIA
CHECK - EFICÁCIA
ACTION - EFETIVIDADE
APLICANDO O CICLO DO PDCA
Etapa 1 - Definindo o Problema
Caracterizar corretamente o problema (5W1H) :
O que – Onde – Quando – Quem - Qual a tendência – Como
Quando: relacionado ao processo. Ex.: Durante a partida, etc
Quem: existe algum problema relacionado à competência envolvida?
Treinamento?
Existe dependência com fator humano? Padrão obedecido?
Qual: qual a tendência? qual a freqüência da repetição?
Como: não é porquê? Como aconteceu o problema? Descreva a cena do
crime.
O objetivo é levantar fatos. Levantar todas as informações disponíveis
(estudos anteriores, histórico de dados, manuais, etc.).
C D
A
Clarificação Fenômeno Data da análise: Participantes da análise:
O que aconteceu? Como aconteceu? Onde aconteceu? Quando aconteceu? Quem estav a env olv ido? Há freqüência de repetição?
CD
A
Etapa 2 - Investigar as causas do problema através das 
Ferramentas da Qualidade
O uso das ferramentas tem o objetivo de facilitar a execução das
funções, além de dar agilidade e evitar desperdício de tempo.
1. Aplicar ferramentas de análise para chegar às causas raízes do problema;
2. Levantar e considerar todas as hipóteses – Não descartar nenhuma idéia 
nesta fase;
3. Verificação das hipóteses levantadas;
4. Definir ações para corrigir o problema.
C D
A
Atenção para análise dos problemas
1. Levantar minuciosamente todas as inconveniências;
2. Analisar o que individualmente tem pequena influência, mas grande 
efeito multiplicador quando combinadas;
3. Realizar as disposições imediatas (medidas de contenção, “Ver e 
Agir”);
4. Estabelecer controle rigoroso das disposições pendentes;
5. Aplicar abordagem de simplificação;
6. Reverter atitude de tolerância a pequenos problemas.
C D
A
Etapa 3: Planejar Ações
1. Elaborar plano para implantar ações;
2. Observar prazo limite de conclusão das etapas;
3. Contemplar eventuais inconveniências pendentes;
4. Dividir atividades entre componentes do grupo e envolver outras pessoas.
1. 5W 1H
2. What? O que será feito
3. When? Quando será feito?
4. Where? Onde será feito
5. Why? Por que será feito?
6. Who? Quem o fará?
7. How? Como será feito?
8. How much? Quanto custará?
C D
A
Implantar Ações
1. Executar plano;
2. Acompanhar diariamente o avanço das ações realizadas em relação
ao previsto;
3. Esclarecer motivo das mudanças, ações que estão sendo implantadas
para garantir sua efetividade;
4. Comprovar a implantação de cada melhoria, ou correção do problema.
C
PA
Verificar Resultados
1. Confirmar resultado;
2. Se necessário, conduzir teste de aceitação;
3. Caso metas não atingidas, retornar etapa 2 do
Plan e aprofundar a análise.
PA
D
Padronizar - agir
1. Tratar os desvios encontrados;
2. Verificar a eficácia e eficiência das ações aplicadas;
3. Padronizar as ações bem sucedidas;
4. Se necessário retornar a etapa de planejamento;
5. Garantir medidas para prevenir recorrência do problema e efetividade
dos resultados de longo prazo;
6. Estabelecer padrões e incluir pontos chaves em rotinas de inspeção e
verificação;
7. Revisar os procedimentos.
8. Se necessário flexibilidade e rever as metas.
P
C D
O que são as ferramentas da qualidade?
São técnicas que utilizamos com a finalidade de definir, mensurar,
analisar e propor soluções para os problemas que interferem no bom
desempenho dos processos de trabalho.
FERRAMENTAS DA QUALIDADE
O uso das ferramentas é difícil?
Não é difícil, porém, devemos tomar cuidado na hora de escolher a
ferramenta adequada para estudar um determinado problema.
POR QUE UTILIZAR AS FERRAMENTAS DA 
QUALIDADE...
• identificar os problemas prioritários;
• observar e coletar dados;
• analisar e buscar causas-raízes;
• planejar e implementar as ações;
• verificar os resultados.
Aplicação frequente
Aplicação eventual
LEGENDA
O CICLO DO PDCA
Etapas do ciclo do PDCA
Ferramentas da Qualidade P D C A
1 – Fluxograma
2 – Brainstorming
3 – Causa-Efeito4 – Coleta de dados
5 – Gráficos
6 – Análise de Pareto
7 – Histograma
8 – Gráfico de dispersão
Finalidade Ferramentas
Amostragem e estratificação
Folha de verificação
Histograma, medidas de locação e variância
Gráfico de pareto
Gráfico de tendência, gráfico de controle
Mapeamento de processo
Brainstorming
Matriz de priorização
Brainstorming
Estratificação
Diagrama espinha de peixe
Diagrama de afinidades
Diagrama de relações
Relatório das três gerações (passado, presente, futuro)
Diagrama árvore
Diagrama de processo decisório
5W1H
Amostragem e estratificação
Folha de verificação
Histograma, medidas de locação e variância
Gráfico de pareto
Gráfico de tendência, gráfico de controle
Identificação e 
priorização de 
problemas
Análise e busca de 
causas-raízes
Elaboração e 
implementação de 
soluções
Verificação de 
resultados
FERRAMENTAS PARA O CONTROLE 
E MELHORIA DA QUALIDADE
Identificar o problema
Identificar as causas
Agir para eliminar as causas
Verificar o resultado
Padronizar
Estabelecer controle
Meta de melhoria
Ferramentas da Qualidade
- Braisntorming
- 5 Porquês;
- matrizes GUT (Gravidade x Urgência x Tendência) 
-5W2H (o quê, por quê, onde, quando, quem, como, quanto custa);
FERRAMENTAS PARA O CONTROLE 
E MELHORIA DA QUALIDADE
•É uma técnica de ideias em grupo que envolve a contribuição
espontânea de todos os participantes.
• Soluções criativas e inovadoras para os problemas, rompendo com
paradigmas estabelecidos, são alcançadas com a utilização de
Brainstorming.
• O clima de envolvimento e motivação assegura melhor qualidade nas
decisões tomadas pelo grupo, maior comprometimento com a ação e um
sentimento de responsabilidade compartilhado por todos.
• É usado para gerar um grande número de ideias em curto período de
tempo.
BRAINSTORMING
• Pode ser aplicado em qualquer etapa do processo de solução de
problemas, sendo fundamental na identificação e na seleção das
questões a serem tratadas e na geração de possíveis soluções.
• Focaliza a atenção do usuário no aspecto mais importante do problema.
• Exercita o raciocínio para englobar vários ângulos de uma situação ou
de sua melhoria. Serve com “lubrificante” num processo de solução de
problemas, especialmente se:
1. as causas do problema são difíceis de identificar;
2. a direção a seguir ou opções para a solução do problema não são
aparentes.
Tipos de Brainstorming
• Estruturado: Nessa forma, todas as pessoas do grupo devem dar uma
ideia a cada rodada ou “passar” até que chegue sua próxima vez. Isso
geralmente obriga até mesmo o tímido a participar, mas pode também
criar certa pressão sobre a pessoa.
• Não-estruturado: Nessa forma, os membros do grupo simplesmente
dão as ideias conforme elas surgem em suas mentes. Isso tende a criar
uma atmosfera mais relaxada, mas também há o risco de dominação
pelos participantes mais extrovertidos.
Regras do Brainstorming
1. Enfatizar a quantidade e não a qualidade das ideias; 
2. Evitar críticas, avaliações ou julgamentos sobre as ideias; 
3. Apresentar as ideias tais como elas surgem na cabeça, sem rodeios, 
elaborações ou maiores considerações. Não deve haver medo de “dizer 
bobagem”. As ideias consideradas “loucas” podem oferecer conexões 
para outras mais criativas; 
4. Estimular todas as ideias, por mais “malucas” que possam parecer; 
5. “Pegar carona” nas ideias dos outros, criando a partir delas; 
6. Escrever as palavras do participante. Não interpretá-las. 
5 PORQUÊS
• É uma técnica para encontrar a causa raiz de um defeito ou problema. 
Esta ferramenta é muito usada na área de qualidade, mas na prática 
se aplica em qualquer área, e inclusive pode ser muito útil em seu dia 
a dia. 
• O princípio é muito simples: ao encontrar um problema, você deve 
realizar 5 interações perguntando o porquê daquele problema, sempre 
questionando a causa anterior.
Exemplo
Problema: Os clientes estão reclamando muito dos atrasos nas
entregas.
Porque há atrasos? Porque o produto nunca sai da fábrica no momento
que deveria.
Porque o produto não sai quando deveria? Porque as ordens de
produção estão atrasando.
Porque estas ordens atrasam? Porque o cálculo das horas de produção
sempre fica menor do que a realidade.
Porque o cálculo das horas está errado? Porque estamos usando um
software ultrapassado.
Porque estamos usando este software? Porque o engenheiro
responsável ainda não recebeu treinamento no software mais atual.
• Ferramenta muito utilizada para priorizar os problemas que devem ser
atacados pela gestão, bem como para analisar a prioridade que certas
atividades devem ser realizadas e/ou desenvolvidas, em situações como:
solução de problemas, estratégias, desenvolvimento de projetos, tomada
de decisões
• A grande vantagem em se utilizar a Matriz GUT é que ela auxilia o
gestor a avaliar de forma quantitativa os problemas da empresa,
tornando possível priorizar as ações corretivas e preventivas para o
extermínio total ou parcial do problema.
MATRIZ GUT
Como montar a Matriz GUT
•Primeiro passo
Listar todos os problemas relacionados às atividades que você terá que
realizar em seu departamento. Montando uma matriz simples,
contemplando os aspectos GUT e os problemas a serem analisados.
•Segundo passo
Atribuir uma nota para cada problema listado, dentro dos três aspectos
principais que serão analisados: Gravidade, Urgência e Tendência.
Gravidade: Representa o impacto do problema analisado caso ele venha
a acontecer. É analisado sobre alguns aspectos, como: tarefas, pessoas,
resultados, processos, organizações etc. Analisando sempre seus efeitos
a médio e longo prazo, caso o problema em questão não seja resolvido;
Urgência: Representa o prazo, o tempo disponível ou necessário para
resolver um determinado problema analisado. Quanto maior a urgência,
menor será o tempo disponível para resolver esse problema. É
recomendado que seja feita a seguinte pergunta: “A resolução deste
problema pode esperar ou deve ser realizada imediatamente?”;
Tendência: Representa o potencial de crescimento do problema, a
probabilidade do problema se tornar maior com o passar do tempo. É a
avaliação da tendência de crescimento, redução ou desaparecimento do
problema. Recomenda-se fazer a seguinte pergunta: ”Se eu não resolver
esse problema agora, ele vai piorar pouco a pouco ou vai piorar
bruscamente?”.
As notas devem ser atribuídas seguindo a seguinte escala crescente: 
nota 5 para os maiores valores e 1 para os menores valores. Ou seja, um 
problema extremamente grave, urgentíssimo e com altíssima tendência a 
piorar com o tempo receberia uma pontuação da seguinte maneira:
Gravidade = 5 | Urgência = 5 | Tendência = 5
• Ao final da atribuição de notas para os problemas, seguindo os
aspectos GUT, faz-se necessário produzir um número que será o
resultado de toda a análise e que definirá qual o grau de prioridade
daquele problema.
• Para muitos, o fato de simplesmente atribuir notas para os problemas
pode parecer algo um pouco subjetivo, baseado apenas no “achismo”.
Por este motivo, recomenda-se que, no momento de atribuir as notas,
você pense nos fatores da seguinte maneira:
NOTA GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA
(“Se nada for feito...”)
5 Extremamente grave Precisa de ação imediata ... irá piorar rapidamente
4 Muito grave É urgente ... irá piorar em pouco tempo
3 Grave O mais rápido possível ... irá piorar
2 Pouco grave Pouco urgente ... irá piorar a longo prazo
1 Sem gravidade Pode esperar ... não irá mudar
Exemplo
Oficina de usinagem de peças para equipamentos de mineração
Situação: elevado número de problemas crônicos a serem solucionados.
Dúvida: Como priorizar os problemas?
Utilizando a matriz GUT
Critérios Gravidade
G
Urgência
U
Tendência
T
Total
GxUxTOcorrências
Consumo excessivo de 
baterias
3 5 3 45
Vazamento de óleo na 
proteção do eixo pivô
5 5 3 75
Alta quantidade de resíduos
contaminado
5 5 3 75
Vazamento de óleo notanque 
hidráulico
3 5 3 45
Vazamento de água do
radiador
3 5 3 45
Vazamento de óleo no 
comando final
5 5 5 125
As setes Ferramentas da Qualidade
1 – estratificação;
2 – folha de verificação;
3 – gráfico de Pareto;
4 – diagrama de causa e efeito;
5 – histograma;
6 – diagrama de dispersão;
7 – gráfico de controle.
FERRAMENTAS PARA O CONTROLE 
E MELHORIA DA QUALIDADE
ESTRATIFICAÇÃO
• A estratificação consiste na divisão de um grupo em diversos
subgrupos, com base em características distintivas ou de
estratificação.
• As principais causa de variação que atuam nos processos produtivos
constituem possíveis fatores de estratificação de um conjunto de
dados: equipamentos, insumos, pessoas, métodos, medidas e
condições ambientais.
• Com a estratificação dos dados, objetiva-se identificar como a
variação de cada um desse fatores interferem no resultado do
processo ou problema que se deseja investigar.
Ex: tempo, turno de produção, local, matéria-prima, operador.
Você quer saber como está a aceitação de seu produto? 
Se o produto tem defeito?
Verifique as vendas... Verifique os defeito...
O que é a estratificação?
Se os elementos são diferentes... Separe-os em estratos...
E observe cada estrato por vez... Depois, compare os resultados e 
tire as conclusões...
FOLHA DE VERIFICAÇÃO
• É utilizada para planejar a coleta de dados a partir de necessidades
de análise futuras.
• Registram os dados dos itens a serem verificados, permitindo uma
rápida percepção da realidade e uma imediata interpretação da
situação, ajudando a diminuir erros e confusões .
• As folhas de verificação podem apresentar-se de vários tipos para:
▪ Distribuição do Processo de Produção;
▪ Verificação de Itens Defeituosos;
▪ Localização de Defeito;
▪ Causas de Defeitos;
Utilização das folhas
Essas folhas de verificação são ferramentas que questionam o processo
e são relevantes para alcançar a qualidade.
São usadas para:
• Tornar os dados fáceis de obter e de utilizar-se.
• Dispor os dados de uma forma mais organizada.
• Verificar a distribuição do processo de produção: coleta de dados de
amostra da produção.
• Verificar itens defeituosos: saber o tipo de defeito e sua percentagem.
• Verificar a localização de defeito: mostrar o local e a forma de
ocorrência dos defeitos.
• Verificar as causas dos defeitos.
• Fazer uma comparação dos limites de especificação.
• Investigar aspectos do defeito: trinca, mancha, e outros.
• Obter dados da amostra da produção.
• Determinar o turno, dia, hora, mês e ano, período em que ocorre o
problema.
• Criar várias ferramentas, tais como: diagrama de Pareto, diagrama de
dispersão, diagrama de controle, histograma, etc .
Como fazer folha de verificação
• Elaborar um tipo de folha de verificação de forma estruturada
adequada a ser analisada, que permite um fácil preenchimento.
• Definir a quantidade e o tamanho da amostra dos dados.
• Definir onde será feita a coleta dos dados
• Determinar a freqüência com que serão coletados os dados (diário,
semanal , ou mensal).
• Escolher quem deverá coletar os dados.
• Através da folha de verificação realizar a coleta dentro do planejado.
Vantagens
• A obtenção do fato é registrado no momento que ocorre;
• Essa situação facilita a identificação da causa junto ao problema;
• A atividade é muito simples de aplicar.
Modelo de Folha de Verificação
DIAGRAMA DE PARETO
• É um diagrama que apresenta os itens e a classe na ordem dos
números de ocorrências, apresentando a soma total acumulada.
• Permite-nos visualizar diversos elementos de um problema auxiliando
na determinação da sua prioridade.
• É representado por barras dispostas em ordem decrescente, com a
causa principal vista do lado esquerdo do diagrama, e as causas
menores são mostradas em ordem decrescente ao lado direito.
• Se essas causas forem identificadas e corrigidas, torna-se possível à
eliminação de quase todas as perdas. É uma questão de prioridade.
• O princípio de Pareto é conhecido pela proporção “80/20”.
“ È comum que 80% dos problemas resultem de cerca de apenas 20%
das causas potenciais” .
“Dito de outra forma, 20% dos nossos problemas causam 80% das dores
de cabeça”.
Quando usar o diagrama de pareto
• Para identificar os problemas;
• achar as causas que atuam em um defeito;
•descobrir problemas e causas; problema (erro, falhas, gastos,
retrabalhos, etc. ) causas (operador, equipamento, matéria-prima, etc.);
• melhor visualização da ação;
• priorizar a ação;
• confirmar os resultados de melhoria;
• verificar a situação antes e depois do problema, devido às mudanças
efetuadas no processo;
• Detalhar as causas maiores em partes específicas, eliminando a causa;
• Estratificar a ação;
• Identificar os itens que são responsáveis pelos maiores impactos;
• Definir as melhorias de um projeto, tais como: principais fontes de
custo e causas que afetam um processo na escolha do projeto, em
função de número de não conformidade, e outros.
Como fazer o Diagrama de Pareto?
1 – Colete dados sobre as reclamações:
• Selecionar o método e o período para coletar
os dados;
• coletar os dados de acordo com sua causa e assunto.
• estabelecer um período de tempo para coletar dados, tais como:
horas, dias, semanas, meses, etc)
2 – organize as reclamações por categoria;
3 – conte o número de reclamações em cada categoria;
4 – reescreva as categorias por ordem de frequência;
5 – junte as categorias com menor frequência sob 
nome “outro”;
6 – faça uma tabela;
7 – faça um gráfico:
• Traçar dois eixos, um vertical e um
horizontal de mesmo comprimento.
• No eixo vertical da direita, fazer uma
escala de 0% a 100%, e na esquerda
uma escala de 0% até o valor total
Agora é só olhar o Diagrama de Pareto...
Do que os clientes mais reclamam?
Demora na entrega!
O fabricante concorda...
E faz outra pergunta...
Para responder a pergunta, será necessário estudar os custos...
Será necessário fazer outro Diagrama de Pareto...
Calcule o custo de cada reclamação...
E faça o Diagrama de Pareto...
Qual a reclamação que custa mais caro?
Substituição da peça!
Compare os dois gráficos.
O que entendemos com esta comparação?
“ Os problemas mais frequentes nem sempre são os mais caros.”
Relação com outras ferramentas
Folha de verificação: é extremamente necessária na obtenção de
dados para a formação do Diagrama de Pareto.
Brainstorming: é usado após o Diagrama de Pareto, para identificar
aqueles itens que são responsáveis pelo maior impacto.
Diagrama de causa e efeito: após priorizar a causa do problema,
através do diagrama de Pareto, faz-se um diagrama de causa e efeito do
problema.
DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO (ISHIKAWA / ESPINHA DE PEIXE)
• É uma representação gráfica que permite a organização das
informações possibilitando a identificação das possíveis causas de
um determinado problema ou efeito.
• Mostra-nos as causas principais de uma ação, as quais dirigem para
as sub-causas, levando ao resultado final.
• O diagrama funciona como um “veículo para produzir com o máximo
de foco possível, uma lista de todas as causas conhecidas ou
presumíveis, que potencialmente contribuem para o efeito
observado.”
• O diagrama pode não identificar causas, mas nenhuma outra
ferramenta organiza tão bem a busca.
O que determina a má qualidade?
6 grandes causas devem ser sempre investigadas?
1 – Mão de obra;
2 – Método;
3 – Materiais;
4 – Máquinas;
5 – Meio ambiente;
6 – Medidas.
Para conhecer melhor esta ferramenta, vamos ver como é feito um 
Diagrama de Causa e Efeito.
Como construir o diagrama
1 – Escreva a direita o que você procura: um efeito , um problema.
• Defina o problema a ser estudado; 
• Procure conhecer e entender o processo; 
• Reúna um grupo para discutir o problema;
• Aplique os resultados do brainstorming;
• Para cada causa questione “Por que isto acontece?” até 5 vezes, 
relacionando as respostas com a causa principal.
2 –Escreva a esquerda as 6 grandes causa.
• Matéria-prima: dimensão, embalagem, estocagem, propriedades químicas e 
físicas, amostras. 
• Mão-de-obra: treinamento, qualificação, motivação, atenção, dedicação, 
comprometimento. 
• Máquinas: equipamentos, dispositivos, ferramentas, transporte. 
• Medição: Controle, calibração, critério de aceitação. 
• Meio ambiente: espaço, temperatura, poeiras, vibração. 
3 – Faça ramificações nas grandes causas, identificando as causas 
específicas.
4- Analise o diagrama construído:
a. Identifique as causas que aparecem repetidamente;
b. Obtenha consenso do grupo, ou utilize a técnica de votação;
c. Colete e analise os dados para determinar a frequência relativa das 
causas mais prováveis e selecionar as causas de maior importância.
Exemplo
Em uma empresa de mecânica, há muita perda na oficina, no processo 
de fabricação de peças mecânicas (usinagem). Resolveu-se fazer um 
estudo para identificar as possíveis causas das perdas.
Relação com outras ferramentas
Brainstorming: para coletar sugestões sob diversos pontos de vista, a
fim de encontrar a causa do problema.
Folha de Verificação: para registrar as idéias sugeridas no Brainstorming
e aplicar no diagrama da causa e efeito.
Diagrama de Pareto: para revelar quais as causas são as mais
dominantes.
Gráfico de Controle: pode ser usado quando este detecta um
obstáculo, mas não é capaz de propor uma solução. Neste caso então
se utiliza o diagrama de causa e efeitos.
Histograma: através dos dados obtidos do histograma, pode-se usar o
diagrama de causa e efeito para atacar a causa mais provável.
HISTOGRAMA
• São gráficos de barras que mostram a variação sobre uma faixa
específica.
• É uma ferramenta que nos possibilita conhecer as características de
um processo ou um lote de produto permitindo uma visão geral da
variação de um conjunto de dados.
• A maneira como esses dados se distribuem contribui de uma forma
decisiva na identificação dos dados. Eles descrevem a frequência
com que variam os processos e a forma de distribuição dos dados
como um todo.
Quando usar o histograma
São várias as aplicações dos histogramas, tais como:
• verificar o número de produto não conforme;
• determinar a dispersão dos valores de medidas em peças;
• em processos que necessitam ações corretivas;
• para encontrar e mostrar através de gráfico o número de unidade por
cada categoria.
Como fazer um histograma
Veja o tempo de espera na fila de um supermercado.
Como se estuda a variação deste tempo?
Primeiro colete os dados.
Depois faça uma tabela de distribuição de frequências.
Para isso:
1 – Conte o número (n) de 
dados coletados.
No exemplo: n = 60
2 – Calcule a amplitude (R), 
isto é, a diferença entre o 
maior e o menor dado.
No exemplo: 
R = 34,5 – 0,5
R = 34
3 – Escolha o número (R) de classes.
3 – Escolha o número (R) de classes.
4 – Ache os intervalos de 
classe pela fórmula:
R/R
Mas arredonde para o inteiro 
mais próximo.
No exemplo: 
R/R = 34/7 = 4,8 (5)
5 – Determine os extremos 
da 1ª classe.
Tome o menor número: 0,5
Arredonde para baixo: 0
No exemplo, n=60 Faça R=7
Esse é o extremo inferior
Agora some um intervalo de 
classe ao extremo inferior:
Extremo inferior: 0
Intervalo: 5
0+5 = 5
6 – Defina a 1ª classe de 
extremo a extremo .
No exemplo:
1ª classe: 0 5
Esse é o extremo superior
7 – Defina as demais 
classes de maneira similar.
8 – Conte o número de 
elementos em cada classe.
9 – Faça a tabela
10 – Construindo o gráfico.
O que mostra o histograma?
• Espera-se entre 0 e 35 minutos.
• É mais provável esperar entre 5 e 10 minutos.
• É pouco provável esperar mais do que 20 minutos.
Quatro dicas para interpretação do histograma
1 – Veja o espalhamento: quanto mais espalhado é o histograma, 
mais variável é o processo.
2 – Se existem especificações, o histograma
deve ficar dentro dos limites especificados.
3 – Veja se o histograma está centrado 
na média do processo. Se não estiver, 
o processo precisa de ajuste.
4 – Não devem existir “picos gêmeos”.
Se isto acontecer, procure o problema.
DIAGRAMA DE DISPERSÃO
• São gráficos que permitem a identificação entre causas e efeitos,
para avaliar o relacionamento entre variáveis .
• O diagrama de dispersão é a etapa seguinte do diagrama de causa e
efeito, pois verifica-se se há uma possível relação entre as causas,
isto é, nos mostra se existe uma relação, e em que intensidade .
Quando usar um diagrama de dispersão
• Para visualizar uma variável com outra e o que acontece se uma se
alterar.
• Para verificar se as duas variáveis estão relacionadas, ou se há uma
possível relação de causa e efeito.
• Para visualizar a intensidade do relacionamento entre as duas
variáveis, e comparar a relação entre os dois efeitos.
Tipos de correlação
Dicas úteis
1 - Para desenhar um diagrama de dispersão, colete de 50 a 100 pares
de valores x e y.
2 – Para julgar a correlação observe a direção e a dispersão dos pontos.
3 – Uma correlação negativa é tão importante quanto uma correlação
positiva.
4 – O diagrama de dispersão mostra correlação entre variáveis, mas não
prova relação de causa e efeito.
GRÁFICOS DE CONTROLE
• São gráficos para examinar se o processo está ou não sob controle.
• Sintetiza um amplo conjunto de dados, usando métodos estatísticos
para observar as mudanças dentro do processo, baseado em dados
de amostragem.
• Pode nos informar em determinado tempo como o processo está se
comportando, se ele está dentro dos limites preestabelecidos,
sinalizando assim a necessidade de procurar a causa da variação,
mas não nos mostrando como eliminá-la.
Quando usar um gráfico de controle
• Para verificar se o processo está sob controle, ou seja, dentro dos
limites preestabelecidos.
• Para controlar a variabilidade do processo, ou grau de não
conformidade.
Como fazer um gráfico de controle
• Coletar dados.
• Calcular os parâmetros estatísticos de cada tipo de gráfico .
• Desenhar as linhas de controle.
• Plotar as médias das amostras no gráfico.
• Verificar se os pontos estão fora ou dentro dos limites de controle.
56,00
58,00
60,00
62,00
64,00
66,00
68,00
70,00
72,00
Fe X Média
LSC LIC Média Fe
a) Processo sob controle b) Processo Fora de Controle
c) Processo com tendências de ruptura
• Técnica utilizada para o planejamento das ações.
• Esse quadro é uma ferramenta utilizada para planejar a
implementação de uma solução, sendo elaborado em resposta as
questões a seguir:
• O QUE: Qual ação vai ser desenvolvida? 
• QUANDO: Quando a ação será realizada? 
• POR QUE: Por que foi definida esta solução (resultado esperado)? 
• ONDE: Onde a ação será desenvolvida (abrangência)? 
• COMO: Como a ação vai ser implementada (passos da ação)? 
• QUEM: Quem será o responsável pela sua implantação? 
• QUANTO CUSTA: Quanto vai custar? 
5W2H
• Utilizando esse quadro você visualiza a solução adequada de um
problema, com possibilidades de acompanhamento da execução de
uma ação.
• Lembre-se: Quando for usar o quadro, defina qual a ação a ser
implementada. (Destacar)
What? O que? O que dever ser feito?
When? Quando? Quando deve ser feito?
Where? Onde? Onde deve ser feito?
Why? Por que? Por que é necessário fazer?
Who? Quem? Quem é a equipe responsável?
How? Como? Como vai ser feito?
How much? Custo? Quanto vai custar?
Plano de ação - 5W2H
DICAS
1 - As ferramentas não devem ser usadas de uma só vez.
2 - Lembre-se que primeiro é preciso identificar o problema.
3 – Identificando o problema, você pensa na estratégia.
4 – As ferramentas são um meio, nunca um fim.
OBRIGADA
Angelica Dias Gonçalves
Coordenação de Transporte - GGCAP
angelica.goncalves@csn.com.br
3749-1501
mailto:angelica.goncalves@csn.com.br

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