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Direito das Obrigacoes- Conceito, elementos, fontes e especies

Artigo sobre direito das obrigações: apresenta conceito, importância social e origem etimológica; distingue direitos absolutos e relativos; expõe elementos essenciais e acidentais (relação jurídica, transitória, credor/devedor, prestação), fontes e espécies, exemplos cotidianos e definições doutrinárias.

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/ ARTIGOS / DIREITO CIVIL / PÁGINA ATUAL
Entenda o conceito de direito das obrigações, suas
fontes fontes e espécies
Felipe Bartolomeo
19 ago 2020 • 13 min de leitura
Artigo atualizado 7 jun 2023
Navegue por tópicos -
O direito das obrigações é a parte do Direito Civil que estuda os vínculos 
jurídicos criados entre pessoas em que o patrimônio do devedor poderá 
responder pelo seu inadimplemento. Tem sua previsão no Código Civil.
Pode-se dizer com bastante certeza que a base do direito obrigacional é uma das
mais importantes de todo o Direito em razão de sua repercussão no dia-a-dia de
Qual a importância do direito das obrigações?
O que é o direito das obrigações?
Elementos constitutivos ou essenciais das obrigações
Elementos acidentais das obrigações
Fontes das obrigações
Espécies das obrigações
Conclusão
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absolutamente todas as pessoas que vivem em sociedade.
Neste texto, você confere os principais conceitos relacionados ao tema. Para
começar, vamos seguir entendendo por que é tão importante e, depois,
passaremos aos elementos, fontes e espécies de obrigações. Boa leitura!
Qual a importância do direito das
obrigações?
Você consegue pensar em um único dia que não tenha realizado um contrato? 
Ah, lembre-se que contrato não é somente aquele papel escrito cheio de
formalidades entre “contratante” e “contratado”. Ou seja, uma mera compra de
uma bala no baleiro que fica na frente do colégio é, tecnicamente, um contrato de
compra e venda de bem móvel e fungível.
Todos os contratos são baseados em, ao menos, uma das partes se
comprometer a dar, fazer ou não fazer algo para a outra parte. Este
comprometimento tem como fundamento justamente o direito das obrigações.
Por outro lado, aprofundando ainda mais no tipo de contrato citado acima, pode-
se ver uma obrigação do baleiro de dar a bala para o comprador e outra obrigação
do comprador de dar um dinheiro para o baleiro.
Este é apenas um exemplo de como os contratos (e, por consequência, as
obrigações) estão em nosso cotidiano. Mas poderíamos citar a obrigação do
trabalhador chegar no horário e cumprir sua carga horária no trabalho, a
obrigação de o motorista de ônibus cumprir sua trajetória, de o restaurante servir
o prato pedido, dentre inúmeros outros.
Percebe-se, assim, que o dito das obrigações está presente em inúmeros atos que
todos nós praticamos durante todo o nosso dia. Vamos entender um pouco mais
deste preciosíssimo ramo do Direito?
O que é o direito das obrigações?
O direito das obrigações é a parte que estuda os vínculos jurídicos criados entre
pessoas em que o patrimônio do devedor poderá responder por seu
inadimplemento.
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Mas há outros conceitos importantes para entender o direito obrigacional por
completo. E é o que veremos a seguir.
Direitos
Os direitos de uma pessoa são contrapostos ao dever de outras pessoas e, de
uma forma geral, estão divididos entre duas espécies.
O que são direitos absolutos?
São aqueles oponíveis a todas as pessoas (erga omnes) e o direito do titular
corresponde a um dever negativo dos demais (inação). Se eu tenho direito à vida,
todas as demais pessoas têm o dever de não me tirar a vida.
O que são direitos relativos?
São aqueles direitos inerentes àqueles que se manifestam em uma relação jurídica
entre dois (ou mais) sujeitos certos e determinados. Isso quer dizer que o direito
de uma das partes corresponde a um dever da outra parte (inter pars). Se eu vou
comprar uma bala, o vendedor deve me entrega a mesma.
Origem da palavra obrigação
Antes de apresentar um conceito formal sobre o que vem ser obrigação, é
importante entender o que essa palavra significa.
Obrigação decorre de duas palavras em latim: ob (para) e ligatio (ligação), que
juntas formam a obligatio que quer dizer que se vincula, que se liga.
No direito romano, a obligatio era considerada um vínculo jurídico, um elo ao
qual as pessoas escolhiam se submeter e se mantinham obrigadas a cumprir
uma prestação.
Conceito de obrigação
O Código Civil não apresenta o conceito de obrigações em seu conteúdo, no
entanto, vários doutrinadores apresentam sua conceituação.
A definição dada por Caio Mário é: 
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Já Washington de Barros assim conceitua: 
Desta forma, pode-se conceituar obrigação como:
Relação jurídica transitória existente entre um sujeito ativo e outro passivo,
cujo objeto é uma prestação descrita nos direitos pessoais (seja ela positiva ou
negativa), e, caso não seja cumprida, a obrigação poderá ser satisfeita pelo
patrimônio do devedor.
Importante esmiuçar este conceito.
Relação jurídica: norma que regula relação existente entre as partes e o
objeto da obrigação;
Transitória: não é eterna, possui um fim;
Sujeito ativo: quem pode exigir o cumprimento da obrigação (credor);
Sujeito passivo: quem deve cumprir a obrigação (devedor);
Prestação pessoal: a obrigação, seja de fazer, deixar de fazer ou dar, deve
ser adimplida pela parte;
Patrimônio do devedor: quem responde pelo inadimplemento da obrigação
é o patrimônio do devedor, não existindo mais castigos ou penas pessoais
(prisão, transformação da pessoa em bem – escravidão…)
Elementos constitutivos ou essenciais
das obrigações
Algo muito importante deve ser trazido para analisar o direito das obrigações:
seus elementos constitutivos. Estes elementos estão no plano de existência de
Vínculo jurídico em virtude do qual uma pessoa pode exigir de outra
prestação economicamente apreciável.”
Relação jurídica, de caráter transitório, estabelecida entre devedor e credor
e cujo objeto consiste numa prestação pessoal econômica, positiva ou
negativa, devida pelo primeiro ao segundo, garantindo-lhe o adimplemento
através de seu patrimônio.”
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uma obrigação, ou seja, sem sua presença não existe uma obrigação. 
São estes os elementos constitutivos: subjetivo, objetivo e imaterial.
Elemento subjetivo 
É aquele que diz respeito aos sujeitos, às partes.
O elemento subjetivo é dividido em sujeito ativo e passivo, sendo que o primeiro
é o beneficiário, quem tem o direito de exigir o cumprimento da obrigação,
enquanto o segundo é quem assume o dever, e, se não o cumprir, responde com
seu patrimônio.
Na maioria das obrigações ocorre um sinalagma obrigacional.
“Sina o que?”
Sinalagma obrigacional é o nome técnico que descreve a situação em que ambas
as partes são credoras e devedoras ao mesmo tempo.
Voltando ao exemplo do baleiro na porta da escola ao vender uma bala:
Ao mesmo tempo que o baleiro está sendo devedor da obrigação de dar a bala
para o comprador, ele também está se tornando credor da obrigação do
comprador dar dinheiro para ele. Visto pelo lado do comprador, este é credor de
receber a bala e é devedor de pagar o dinheiro por ela correspondente.
Elemento objetivo
Diz respeito ao objeto da obrigação, ou seja, a prestação.
Prestação é o dever específico de fazer, não fazer ou dar.
É importante fazer um destaque neste ponto: no caso do baleiro, o objeto da
obrigação era a obrigação de dar.
O objeto do objeto de uma obrigação é conhecido como objeto mediato. Isso
quer dizer que o objeto de uma venda de uma bala é a prestação de dar,
enquanto o objeto da prestação de dar é a bala em si.
Lembre-se que o art. 104 do Código Civil, que aponta as condições de validade de
um negócio jurídico, descreve no seu inciso II que para ter validade, o objeto de
uma obrigação deve ser lícito, possível e determinado (ou determinável).
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Fora destas condições, ainda se faz necessário inserir uma outra condição para ser
regulada pelo direito das obrigações: natureza patrimonial. O que quer dizer que
a obrigação pode ser transformada em valores financeiros caso não seja
cumprido.
Em outras palavras, quando o namorado promete todas a gotas do oceano, todas
as estrelas do céu e todos os grãos de areia para sua amada, está fazendo apenas
uma graça e mostrandoo quão grande é seu amor, mas não importa em uma
promessa regida pelo direito obrigacional.
Elemento imaterial ou abstrato
Não é visível. É o vínculo jurídico que cria a liga entre as partes e o objeto.
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Elementos acidentais das obrigações
Os elementos acidentais são aqueles que podem ou não estar presentes em
uma obrigação e dizem respeito ao plano de eficácia das obrigações, ou seja, a
partir de quando que a obrigação poderá ser exercida ou parará de ser exercida.
Os elementos acidentais são a condição, o termo e o encargo.
Condição
Acontecimento de algo que gerará a situação suspensiva ou resolutiva e diz
respeito a um evento futuro e incerto.
Na condição suspensiva o efeito da obrigação apenas se iniciará depois de
alcançada esta condição. Por exemplo: Apenas te venderei meu carro se eu
comprar outro.
Na condição resolutiva o efeito da obrigação vai extinguir depois de alcançada esta
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condição. Por exemplo: Você pode usar meu carro até que eu o venda para um
terceiro.
O Termo
Diz respeito ao acontecimento de um evento futuro e certo que gerará a
situação de iniciar ou terminar uma obrigação.
O termo inicial aponta quando a obrigação começará a ter efeito. Por exemplo:
Vou te pagar daqui 1 semana.
Já o termo final aponta quando a obrigação se finda. Por exemplo: Você pode usar
meu carro até a semana que vem.
Encargo 
Um ônus que pode ser imposto ao beneficiário por uma obrigação gratuita. Por
exemplo: eu te doo o imóvel caso você construa uma creche para pessoas
carentes e a mantenha por 5 anos.
Leia também: Direitos autorais: quem é dono das produções criadas por
inteligência artificial?
Fontes das obrigações
Existe uma certa divergência doutrinária quanto ao que gera obrigações.
Alguns doutrinadores capitaneados por Caio Mário apontam que apenas a
vontade humana e a lei são fontes. A maioria da doutrina, no entanto, entende
que o ato ilícito também é fonte das obrigações.
Fernando Noronha aponta que:
Nelson Rosenvald, se baseando em Fernando Noronha, aponta a tripartição das
obrigações segundo as suas funções, quais sejam:
A vontade sozinha não cria nenhuma obrigação e que a lei sozinha também
não é fonte de qualquer obrigação” 
Fernando Noronha. Direito das Obrigações. Volume I. São Paulo: Editora
Saraiva, 2003, p. 343
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Negócio Jurídico
Antes é importante frisar a diferença de ato, fato e negócio jurídico.
Fato jurídico: acontecimento natural que geram efeitos jurídicos;
Atos Jurídicos (lato sensu): ações ou omissões decorrentes da vontade humana
que geram efeitos jurídicos;
Atos Jurídicos (stricto sensu): ações ou omissões decorrentes da vontade
humana que tem seus efeitos determinados na lei. Por exemplo: constituição
de um domicílio, promessa de recompensa (art. 854 a 860), gestão de
negócios (861 a 875), entre outros.
Negócio jurídico: ações ou omissões decorrentes da vontade humana que
tem seus efeitos determinados na lei minimamente na lei, mas as partes
possuem maior amplitude para dispor sobre o objeto da relação. É um ato de
autonomia privada. Como exemplo temos: contrato de compra e venda –
objeto, forma, preço, tempo, lugar de pagamento etc.
Leia também: Aspectos, princípios e requisitos da teoria geral dos contratos
Responsabilidade civil
Obrigações decorrentes de danos à pessoa ou ao patrimônio alheio. Ou seja,
alguém violou um dever negativo (não causar danos a terceiros) descrito nos art.
186 (ato ilícito propriamente dito), 187 (abuso de direito) e 927 (dever de indenizar)
todos do Código Civil. 
A culpa (lato sensu) subdivide-se em dolo (intenção) e culpa (stricto sensu), e esta
última se subdivide em 
Negligência: alguém deixa de tomar uma atitude ou apresentar conduta que
era esperada para a situação. Age com descuido, indiferença ou desatenção,
não tomando as devidas precauções;
Imprudência: por sua vez, pressupõe uma ação precipitada e sem cautela. A
pessoa não deixa de fazer algo, não é uma conduta omissiva como a
negligência. Na imprudência, ela age, mas toma uma atitude diversa da
esperada; e
Imperícia: falta de técnica necessária para realização de certa atividade.
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Saiba mais sobre responsabilidade civil aqui no Portal da Aurum.
Enriquecimento injustificado (art. 884)
Coloca em seu patrimônio o que deveria ser de outra pessoa. 
Difere da responsabilidade porque esta busca reparar um dano, enquanto o
enriquecimento injustificado busca remover os acréscimos patrimoniais de uma
pessoa. A ideia não é voltar ao status quo ante, mas sim transferir os acréscimos.
Lembrando-se o Enunciado 35 do CJF:
Espécies das obrigações
1. Obrigação de dar
A obrigação de dar é aquela em que um bem está em posse do devedor e deve
ser passado para a posse do credor.
Esta obrigação pode ser subdividida em obrigação de entregar (quanto o bem
nunca esteve na posse do credor) ou de restituir (quanto o bem já esteve na posse
do credor e agora está com o devedor).
Da mesma forma, existe ainda outra subdivisão que diz respeito ao objeto: se ele é
certo ou incerto. 
Se o objeto for certo, então o bem é infungível, individualizado, determinado. Por
exemplo: uma Ferrari de placa HHH1111. 
No entanto, se ele for incerto, o bem é fungível e pode ser individualizado de
acordo com as características dele no momento do cumprimento da obrigação.
Por exemplo: uma maçã vermelha.
Um ponto de absoluta importância sobre a entrega do bem objeto da obrigação é
que o Credor não é obrigado a aceitar coisa diversa da que lhe é devido,
mesmo que mais valiosa, nem é o devedor obrigado a dar bem diverso do
ajustado (art. 313 do Código Civil), o que é conhecido como princípio da
identidade.
A expressão se enriquecer à custa de outrem do art. 884 do novo Código
Civil não significa, necessariamente, que deverá haver empobrecimento”
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2. Obrigação de fazer
A obrigação de fazer é uma obrigação positiva, isso quer dizer que o devedor
deve cumprir uma tarefa ou atribuição.
A obrigação de fazer é uma das poucas que gera para o credor o direito de
Autotutela. O art. 249 § único do Código Civil aponta que em caso de urgência, o
credor pode cumprir a tarefa antes de pedir ao juiz e o pedido passa a ser que ele
seja ressarcido.
Tire suas dúvidas sobre direito civil aqui no Portal da Aurum.
3. Obrigação de não fazer
A obrigação de não fazer é uma obrigação negativa, isso quer dizer que o devedor
deve se abster de realizar uma conduta. Esmiuçando ainda mais, o devedor
deve não fazer algo ou tolerar que o credor faça (permissão). A inadimplência
começa na data que o ato for praticado.
Se o ato foi realizado, o credor pode exigir que seja desfeito, se o devedor não
desfazer e for uma questão urgente, o próprio credor pode desfazer e cobrar
perdas e danos depois, ou seja, mais um caso de autotutela permitida pelo direito.
Por sua natureza, o inadimplemento da obrigação de não fazer não comporta o
atraso (ou mora), apenas o inadimplemento total (ou não faz ou faz, não tem
como não fazer só um pouquinho).
Conclusão
O direito das obrigações é a base de toda relação jurídica privada. 
É extremamente importante se atentar para a enorme gama de atuação por parte
dos advogados, que devem prezar pelos detalhes específicos cabíveis em cada
caso concreto para que o direito seja bem utilizado ou não seja mau utilizado.
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Felipe Bartolomeo
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Advogado (OAB 95264/MG). Bacharel em Direito pela Universidade FUMEC (2003). Pós-
graduado lato sensu em Direito Processual Constitucional pelo Instituto Metodista
Izabela Hendrix (2005) e em Direito, Estado e Constituição pela Jurplac (2008). Mestre
em Direito Privado pela Universidade FUMEC (2018),...
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Maysa Brunna Lima da Silva
14/09/2023 às 00:29
Amei a aula
36
16/10/23, 2:08 PM
Página 12 de 17
Thuane Kuchta
14/09/2023 às 15:46
Que bom que o conteúdo foi útil para você, Maysa! 
#
Thuane Kuchta
14/09/2023 às 15:57
Oba, Maysa! E para receber nossos e-mails e avisos de matérias, indicamos
também se cadastrar gratuitamente neste link:
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$
Felipe Bartolomeo Moreira
26/09/2023 às 01:56
Que bom que gostou, Maysa! Fico muito feliz com sua presença aqui no portal
da Aurum!
SOLANGE QUEIROZ
04/09/2023 às 15:52
Explique o distanciamento do direitos das Obrigações em relação ao direito das
coisas, identificando a espécie obrigacional em comum.
Avalie as principais espécies de obrigações, segundo a classificação doutrinaria
dos autores Pablo Stolze e Rodolfo Pamplona Filho. Agradecida
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16/10/23, 2:08 PM
Página 13 de 17
Felipe Bartolomeo Moreira
26/09/2023 às 02:04
Cara Solange,
Agradeço seu tempo em vir ao portal para aprender um pouco de direito das
obrigações. Realmente o conteúdo apresentado neste artigo é singelo,
servindo tão somente como uma base para o entendimento do que vem a ser
o direito das obrigações e não possui a profundidade necessária para uma
pesquisa mais aprofundada, demandando estudos complementares.
Caso tenha interesse real em aprender sobre a história do direito das
obrigações, classificações, e um conteúdo mais aprofundado, te sugiro iniciar
seus estudos justamente pelos sensacionais autores indicados, lembrando
que também existem muitos outros que falam muito bem sobre esta
temática, como Caio Mário, Orlando Gomes, Nelson Rosenvald, Cristiano
Chaves, Silvio Venosa, dentre outros grandes expoentes brasileiros.
Espero ter ajudado!
Ana Beatriz Silva Santos
22/08/2023 às 09:08
Material excelente !!
Felipe Bartolomeo Moreira
26/09/2023 às 01:55
Que bom que você gostou, Ana! Agradeço seu tempo de leitura!!!
1 … 6 7 8
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16/10/23, 2:08 PM
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