Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Contabilidade aplicada às instituições públicas
PROF: JOÃO ESTEVÃO BARBOSA NETO
joaoestevaobARBOSANETO@GMAIL.COM
Contabilidade aplicada ao setor público - CASP
PROF: JOÃO ESTEVÃO BARBOSA NETO
joaoestevaobARBOSANETO@GMAIL.COM
Balanço orçamentário
RECEITAS E DESPESAS PÚBLICAS
 
A receita e a despesa assumem, na Administração Pública, fundamental importância, pois representam o montante que o Estado se apropria da sociedade por intermédio da tributação e a sua contrapartida aos cidadãos por meio da geração de bens e serviços. 
Também se torna importante em face de situações legais específicas, como a distribuição e destinação da receita entre as esferas governamentais e o cumprimento dos limites legais para a realização de despesas, impostos pela Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000 – Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). 
 
Receitas e despesas orçamentárias
RELAÇÃO
A relação entre a receita e a despesa é fundamental para o processo orçamentário, visto que a previsão da receita dimensiona a capacidade governamental em fixar a despesa.
RECEITAS PÚBLICAS
 
Receita Pública é toda entrada em dinheiro nos cofres públicos que objetive o cumprimento de suas finalidades, não interessando a natureza econômica ou jurídica dessa entrada, abrangendo, destarte, toda forma de ingresso de dinheiro no erário que se destine ao pagamento das despesas públicas.
Receita pública
Aguiar (2008)
 
Entende-se como receita as disponibilidades de recursos financeiros que ingressam durante o exercício e constituem elemento novo para o patrimônio público, instrumento pelo qual, utilizada pelo Estado, se viabiliza a execução das políticas públicas em programas e ações cuja finalidade é atender às necessidades públicas e demandas da sociedade.
Receita pública
Manual Técnico do Orçamento (2016)
 
Entende-se, genericamente, por Receita Pública todo e qualquer recolhimento feito aos cofres públicos.
Receita pública
Kohama (2016)
 
Receita pública
Em sentido amplo, receitas públicas são ingressos de recursos financeiros nos cofres do Estado, que se desdobram em receitas orçamentárias, quando representam disponibilidades de recursos financeiros para o erário, e ingressos extraorçamentários, quando representam apenas entradas compensatórias.
MCASP (2018)
 
São recursos financeiros de caráter temporário e não integram a Lei Orçamentária Anual. O Estado é mero depositário desses recursos, que constituem passivos exigíveis e cujas restituições não se sujeitam à autorização legislativa.
Exemplo: Depósitos em Caução, Fianças, Operações de Crédito por ARO (Antecipação de Receita Orçamentária), emissão de moeda e outras entradas compensatórias no ativo e passivo financeiros.
Ingressos extraorçamentários
 
São disponibilidades de recursos financeiros que ingressam durante o exercício orçamentário e constituem elemento novo para o patrimônio público. Instrumento por meio do qual se viabiliza a execução das políticas públicas, as receitas orçamentárias são fontes de recursos utilizadas pelo Estado em programas e ações cuja finalidade precípua é atender às necessidades públicas demandas da sociedade.
Receitas orçamentárias
MCASP (2012)
 
É aquela que pertence de fato a entidade pública, consignada na Lei Orçamentária.
Receitas orçamentárias
 
A matéria pertinente à receita vem disciplinada no art. 3º, conjugado com o art. 57, e no art. 35 da Lei nº 4.320/1964: 
Receitas orçamentárias
Art. 3º:m A Lei de Orçamentos compreenderá todas as receitas, inclusive as de operações de crédito autorizadas em lei. 
Parágrafo único. Não se consideram para os fins deste artigo as operações de credito por antecipação da receita, as emissões de papel-moeda e outras entradas compensatórias, no ativo e passivo financeiros. [...] 
 
Receitas orçamentárias
Art. 57. Ressalvado o disposto no parágrafo único do artigo 3º desta lei serão classificadas como receita orçamentária, sob as rubricas próprias, todas as receitas arrecadadas, inclusive as provenientes de operações de crédito, ainda que não previstas no Orçamento. 
Art. 35. Pertencem ao exercício financeiro: 
I - as receitas nele arrecadadas; 
II - as despesas nele legalmente empenhadas. 
 
 
 
a. Receita Orçamentária Efetiva: aquela em que os ingressos de disponibilidade de recursos não foram precedidos de registro de reconhecimento do direito e não constituem obrigações correspondentes.
b. Receita Orçamentária Não Efetiva: aquela em que os ingressos de disponibilidades de recursos foram precedidos de registro do reconhecimento do direito ou constituem obrigações correspondentes, como é o caso das operações de crédito. 
Para fins contábeis, quanto ao impacto na situação patrimonial líquida, a receita pode ser “efetiva” ou “não-efetiva”:
Receitas Orçamentárias - classificação
 
Receita Pública Originária: arrecadadas por meio da exploração de atividades econômicas pela Administração Pública. Resultariam, principalmente, de rendas do patrimônio mobiliário e imobiliário do Estado (receita de aluguel), de preços públicos, de prestação de serviços comerciais e de venda de produtos industriais ou agropecuários.
 
Receita Pública Derivada: obtida pelo poder público por meio da soberania estatal. Decorreriam de imposição constitucional ou legal e, por isso, auferidas de forma impositiva, como, por exemplo, as receitas tributárias e as de contribuições especiais. 
A doutrina classifica as receitas públicas, quanto à procedência, em Originárias e Derivadas. Essa classificação possui uso acadêmico e não é normatizada; portanto, não é utilizada como classificador oficial da receita pelo Poder Público. 
Receitas Orçamentárias - classificação
 
A classificação da receita orçamentária é de utilização obrigatória para todos os entes da Federação, sendo facultado seu desdobramento para atendimento das respectivas peculiaridades. Nesse sentido, as receitas orçamentárias são classificadas segundo os seguintes critérios:
a. Natureza;
b. Fonte/Destinação de Recursos; e
c. Indicador de Resultado Primário.
O detalhamento das classificações orçamentárias da receita, no âmbito da União, é normatizado
por meio de portaria da Secretaria de Orçamento Federal (SOF), órgão do Ministério do Planejamento,
Orçamento e Gestão (MPOG).
 
Receitas Orçamentárias - classificação
 
Classificação da receita orçamentária por natureza
Receitas Orçamentárias - classificação
§ 1º do art. 8º da Lei nº 4.320/1964: os itens da discriminação da receita, mencionados no art. 11 dessa lei, serão identificados por números de código decimal. Convencionou-se denominar este código de natureza de receita.
Em âmbito federal, a codificação da classificação por natureza da receita é normatizada por meio de Portaria da SOF, órgão do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Já para estados e municípios, é feita por meio de Portaria Interministerial (SOF e STN).
Importante destacar que essa classificação é utilizada por todos os entes da Federação e visa identificar a origem do recurso segundo o fato gerador: acontecimento real que ocasionou o ingresso da receita nos cofres públicos.
A natureza de receita é a menor célula de informação no contexto orçamentário para as receitas públicas; por isso, contém todas as informações necessárias para as devidas alocações orçamentárias. 
 
Classificação da receita orçamentária por natureza
Receitas Orçamentárias - classificação
Na União, para o exercício de 2016, incluindo a elaboração do Orçamento, entrou em vigor a nova estrutura de codificação das Naturezas de Receita.
Tal alteração foi estabelecida pela Portaria nº 05, de 25 de agosto de 2015, que também determinou que os desdobramentos específicos para atendimento das peculiaridades de estados, Distrito Federal e municípios serão promovidos pela Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda. (Válida a partir do exercício financeiro de 2018, inclusive no que se refere à elaboração do respectivo projetode lei
orçamentária (que é elaborado durante o exercício de 2017). 
 
Classificação da receita orçamentária por natureza
Receitas Orçamentárias - classificação
Ex: Quando o imposto de renda pessoa física é recolhido dos trabalhadores, aloca-se a receita pública correspondente na natureza de receita código “1.1.1.3.01.1.1”.
 
Classificação da receita orçamentária por natureza
 Categoria econômica
Receitas Orçamentárias - classificação
§§1º e 2º do art. 11 da Lei no 4.320/1964: as receitas orçamentárias são classificadas em “Receitas Correntes” e “Receitas de Capital”. 
Receitas correntes 
São arrecadadas dentro do exercício financeiro, aumentam as disponibilidades financeiras do Estado e constituem instrumento para financiar os objetivos definidos nos programas e ações orçamentários, com vistas a satisfazer finalidades públicas. 
Receitas de capital 
São arrecadadas dentro do exercício financeiro, aumentam as disponibilidades financeiras do Estado e são instrumentos de financiamento dos programas e ações orçamentários, a fim de se atingirem as finalidades públicas. Porém, de forma diversa das receitas correntes, as receitas de capital em geral não provocam efeito sobre o patrimônio líquido. 
 
Codificação da receita orçamentária quanto à natureza
Receitas Intraorçamentárias
27
Operações intraorçamentárias são aquelas realizadas entre órgãos e demais entidades da Administração Pública integrantes do orçamento fiscal e do orçamento da seguridade social do mesmo ente federativo.
Por isso, não representam novas entradas de recursos nos cofres públicos do ente, mas apenas movimentação de receitas entre seus órgãos.
27
 
 
Classificação da receita orçamentária por natureza
 Origem
Receitas Orçamentárias - classificação
É o detalhamento das Categorias Econômicas “Receitas Correntes” e “Receitas de Capital”, com vistas a identificar a procedência das receitas no momento em que ingressam nos cofres públicos.
 
Classificação da receita orçamentária por natureza
 Espécie
Receitas Orçamentárias - classificação
É o nível de classificação vinculado à Origem que permite qualificar com maior detalhe o fato gerador das receitas. 
Por exemplo, dentro da Origem Contribuições, identifica-se as espécies “Contribuições Sociais”, “Contribuições Econômicas”, “Contribuições para Entidades Privadas de Serviço Social e de Formação Profissional” e “Contribuição para Custeio de Iluminação Pública”. 
 
Classificação da receita orçamentária por natureza
 Desdobramentos para identificação de peculiaridades da receita
Receitas Orçamentárias - classificação
Na nova estrutura de codificação foram reservados 4 dígitos para desdobramentos com o objetivo de identificar as particularidades de cada receita, caso seja necessário. Assim, esses dígitos podem ou
não ser utilizados, observando-se a necessidade de especificação do recurso. 
Quanto às receitas exclusivas de estados, Distrito Federal e municípios, serão identificadas pelo quarto dígito da codificação, que utilizará o número “8” (Ex.: 1.9.0.8.xx.x.x - Outras Receitas Correntes Exclusivas de Estados e Municípios), respeitando a estrutura dos três dígitos iniciais. Assim, os demais dígitos (quinto, sexto e sétimo) serão utilizados para atendimento das peculiaridades e necessidades gerenciais dos entes. 
 
Classificação da receita orçamentária por natureza
 Tipo
Receitas Orçamentárias - classificação
Correspondente ao último dígito na natureza de receita, tem a finalidade de identificar o tipo de arrecadação a que se refere aquela natureza, sendo:
• “0”, quando se tratar de natureza de receita não valorizável ou agregadora;
• “1”, quando se tratar da arrecadação Principal da receita; 
E segue até o tipo 9...
 
Classificação da receita orçamentária por natureza
 Tipo
Receitas Orçamentárias - classificação
Todo código de natureza de receita será finalizado com um dos dígitos mencionados, e as arrecadações de cada recurso – sejam elas da receita propriamente dita ou de seus acréscimos legais – ficarão agrupadas sob um mesmo código, sendo diferenciadas apenas no último dígito.
Receitas Orçamentárias - classificação
Origens e espécies da receita orçamentária
 Receitas Impostos, Taxas e Contribuições de Melhoria
 São os ingressos provenientes da arrecadação de impostos, taxas e contribuições de melhoria. 
 Ex: IPTU, ITBI, Taxa de Vigilância Sanitária etc.
34
34
Origens e espécies da receita orçamentária
 Receitas de Contribuições:
 São arrecadações de receitas destinadas à manutenção dos programas e serviços sociais de interesse público – contribuição social e econômica. São comumente utilizadas para a contabilização das receitas das autarquias das instituições previdenciárias. 
 Ex: Contribuição para Regime Próprio de Previdência, Contribuição para Serviços de Iluminação Pública etc.
35
Receitas Orçamentárias - classificação
35
Origens e espécies da receita orçamentária
 Receitas Patrimoniais:
 São receitas provenientes da fruição do patrimônio de ente público, como por exemplo, bens mobiliários e imobiliários ou, ainda, bens intangíveis e participações societárias. São classificadas no orçamento como receitas correntes e de natureza patrimonial. 
 Ex: Aluguéis, rentabilidade de aplicações financeiras etc.
36
Receitas Orçamentárias - classificação
36
Origens e espécies da receita orçamentária
 Receitas Agropecuárias:
 São Receitas advindas diretamente de atividades agropecuárias típicas do setor privado, mas que estão sob o domínio do poder público. 
 Ex: venda de produtos agrícolas, pecuários etc.
37
Receitas Orçamentárias - classificação
37
Origens e espécies da receita orçamentária
 Receitas Industriais:
 São receitas originárias, provenientes das atividades industriais exercidas pelo ente público. Encontram-se nessa classificação receitas provenientes de atividades econômicas, tais como: da indústria extrativa mineral; da indústria de transformação; da indústria de construção; e outras receitas industriais de utilidade pública. 
 Ex: comercialização de vacinas produzidas pelo setor público etc.
38
Receitas Orçamentárias - classificação
38
Origens e espécies da receita orçamentária
 Receitas de Serviços:
 São receitas correntes decorrentes das atividades econômicas na prestação de serviços por parte do ente público, tais como: comércio, transporte, comunicação, serviços hospitalares, armazenagem, etc. 
 Ex: Serviços Comerciais; Serviços de Transporte; Serviços Portuários, Preço Público (tarifa) etc.
39
Receitas Orçamentárias - classificação
39
Origens e espécies da receita orçamentária
 Transferências Correntes:
 São a ótica orçamentária, são recursos financeiros recebidos de outras pessoas de direito público ou privado destinados a atender despesas de manutenção ou funcionamento relacionadas a uma finalidade pública específica, mas que não correspondam a uma contraprestação direta em bens e serviços a quem efetuou a transferência. Dentre as oito espécies de transferências correntes, podemos citar, como exemplos, as seguintes: 
Transferências da União e de suas Entidades
Transferências de Pessoas Física
 
40
Receitas Orçamentárias - classificação
40
Origens e espécies da receita orçamentária
 Outras Receitas Correntes:
 Constituem-se pelas receitas cujas características não permitam o enquadramento nas demais classificações da receita corrente, tais como indenizações, restituições, ressarcimentos, multas administrativas, contratuais e judiciais, previstas em legislações específicas, entre outras.
Ex: Dívida Ativa IPTU etc.
41
Receitas Orçamentárias - classificação
41
 Receitas de Capital:
 Segundo a Lei nº 4.320/64, são Receitas de Capital as provenientes da realização de recursos financeiros oriundos de constituição de dívidas; da conversão, em espécie, de bens e direitos; os recursos recebidos de outras pessoas de direito público ou privado, destinados a atender despesas classificáveis em Despesas de Capitale, ainda, o superávit do Orçamento Corrente.
42
Receitas Orçamentárias – classificação
Origens e espécies da receita orçamentária
42
 Receitas de Capital:
Receitas Orçamentárias de Capital também aumentam as disponibilidades financeiras do Estado e são instrumentos de financiamento dos programas e ações orçamentários, a fim de se atingirem as finalidades públicas. Porém, de forma diversa das Receitas Correntes, as Receitas de Capital em geral não provocam efeito sobre o Patrimônio Líquido.
43
Receitas Orçamentárias - classificação
43
Origens e espécies da receita orçamentária
 Operações de Crédito:
Recursos financeiros oriundos da colocação de títulos públicos ou da contratação de empréstimos obtidas junto a entidades públicas ou privadas, internas ou externas. São espécies desse tipo de receita: 
Operações de crédito internas
Operações de crédito externas
44
Receitas Orçamentárias - classificação
44
Origens e espécies da receita orçamentária
 Alienação de Bens:
 Como o próprio nome já diz, são os recursos obtidos de alienação ou venda de bens patrimoniais móveis ou imóveis, ou seja, sua conversão em moeda corrente. 
 Ex: leilão de máquinas e equipamentos etc. 
45
Receitas Orçamentárias - classificação
45
Origens e espécies da receita orçamentária
 Amortização de Empréstimos:
 São ingressos financeiros provenientes da amortização de financiamentos ou empréstimos concedidos pelo ente público em títulos e contratos. 
 Ex: PAC (Governo Federal) etc.
46
Receitas Orçamentárias - classificação
46
Origens e espécies da receita orçamentária
 Transferências de Capital:
 É o ingresso de recursos provenientes de outras entidades, desde que o objetivo seja a aplicação em despesas de capital. 
 Ex: convênios para investimentos, construção de quadras, escolas, hospitais etc.
47
Receitas Orçamentárias - classificação
47
Origens e espécies da receita orçamentária
 Outras Receitas de Capital:
Receitas de capital que não atendem às especificações anteriores. Enquadram-se nessa classificação.
Ex: Resgate de títulos do Tesouro.
48
Receitas Orçamentárias - classificação
48
A execução da receita, segundo Kohama (2012), deverá percorrer por algumas etapas até o seu devido recolhimento, são elas: previsão; lançamento; arrecadação; e recolhimento.
50
Registro da receita orçamentária
50
A execução da receita, segundo Kohama (2012), deverá percorrer por algumas etapas até o seu devido recolhimento, são elas: previsão; lançamento; arrecadação; e recolhimento. 
51
Estágios (etapas) da receita orçamentária
51
Previsão
Lançamento
Arrecadação
Recolhimento
A previsão implica no planejamento e estimativa da arrecadação das receitas que constam na proposta orçamentária, isso é realizado em conformidade com as normas técnicas e legais correlatas e, em especial, com as disposições constantes na Lei de Responsabilidade Fiscal.
52
Manual Técnico de Orçamento (2016)
Estágios (etapas) da receita orçamentária - previsão
52
Previsão
Lançamento
Arrecadação
Recolhimento
Qual a Melhor Previsão orçamentária?
- Receita Arrecadada = Receita Prevista: 
			 Equilíbrio
- Receita Arrecadada Maior Receita Prevista : 
			 Variação Positiva
- Receita Arrecadada Menor Receita Prevista: 
			 Variação Negativa
53
Manual Técnico de Orçamento (2016)
Estágios (etapas) da receita orçamentária - previsão
53
Previsão
Lançamento
Arrecadação
Recolhimento
 A melhor previsão orçamentário é quando a diferença entre o realizado e o previsto é nula, pois indica que o que foi fixado foi efetivamente realizado.
 A variação positiva ou negativa podem refletir falhas na previsão orçamentária em questão.
54
Manual Técnico de Orçamento (2016)
Estágios (etapas) da receita orçamentária - previsão
54
Previsão
Lançamento
Arrecadação
Recolhimento
É um ato administrativo que visa à identificação e individualização do contribuinte ou devedor, com os respectivos valores, espécies e vencimentos, ou seja, procedimento administrativo que permite verificar a ocorrência do fato gerador da obrigação correspondente, calcular o montante devido, identificar o devedor e , se for o caso, propor a aplicação da penalidade cabível.
55
Kohama (2012)
Estágios (etapas) da receita orçamentária - lançamento
55
Previsão
Lançamento
Arrecadação
Recolhimento
 
Estágios (etapas) da receita orçamentária - lançamento
Embora o Código Tributário Nacional entenda que o lançamento como atividade privativa da Autoridade Administrativa, permite a participação do sujeito passivo nessa atividade.
O aspecto primordial para diferenciar as três espécies de lançamento é justamente a maior ou menor participação do sujeito passivo.
De acordo com a intensidade da participação do sujeito passivo no lançamento, a lei o classifica em 3 modalidades: o lançamento de ofício, ou direto; o lançamento por declaração ou misto; e o lançamento por homologação ou auto-lançamento.
 
Estágios (etapas) da receita orçamentária - lançamento
Lançamento Direto ou de Ofício – previsto no artigo 149 do CTN. É aquele realizado pelo Fisco, dispensado o auxílio do contribuinte, uma vez que já dispõe de dados suficientes. Citemos, como exemplo, o IPTU. No caso desse imposto, o contribuinte, que não prestou nenhuma informação específica ao fisco, recebe em sua casa o carnê do IPTU.
Lançamento Misto ou “Por Declaração” – previsto no artigo 147 do CTN. No lançamento misto ocorre uma ação conjugada entre o Fisco e o contribuinte. O Fisco, não dispondo de dados suficientes para realizar o lançamento, conta com o auxílio do contribuinte que supre a deficiência da informação por meio da prestação de uma declaração. Ex: ITR
 
Estágios (etapas) da receita orçamentária - lançamento
Lançamento por Homologação ou “Auto-lançamento” – previsto no artigo 150 do CTN. É a espécie mais corriqueira na prática do direito tributário e também a que compreende o maior volume de arrecadação. Mas por que essa é a modalidade mais utilizada pelo Fisco? Simples, nela é o contribuinte que faz a maior parte do trabalho. Para o Fisco essa modalidade é mais rápida e eficaz, já que a grande maioria da receita tributária ingressa nos cofres públicos independentemente de qualquer providência estatal. Ex: IPI, ICMS...
A terceira etapa, correspondente a arrecadação, é o ato em que são pagos os tributos ou as diversas receitas ao agente arrecadador (KOHAMA, 2012).
O momento em que o contribuinte liquida suas obrigações junto aos agentes arrecadadores, isto é, a representação do efetivo ingresso dos valores nos cofres públicos (MAUSS, 2012).
59
Estágios (etapas) da receita orçamentária - arrecadação
59
Previsão
Lançamento
Arrecadação
Recolhimento
O recolhimento é caracterizado como a transferência, por parte dos agentes arrecadadores, aos cofres das instituições públicas competentes, efetivamente, ficando disponíveis para utilização pelos gestores financeiros.
60
Andrade (2012)
Estágios (etapas) da receita orçamentária - recolhimento
60
Previsão
Lançamento
Arrecadação
Recolhimento
 
Estágios (etapas) da receita orçamentária
DEDUÇÕES DA RECEITA ORÇAMENTÁRIA
 
Deduções da receita orçamentária – renúncia da receita
 
Deduções da receita orçamentária – IRRF
 
Receita orçamentária por baixa de dívida ativa inscrita
O recebimento de dívida ativa corresponde a uma receita, pela ótica orçamentária, com simultânea baixa contábil do crédito registrado anteriormente no ativo, sob a ótica patrimonial. 
REFERÊNCIAS
Slides desenvolvidos e aprimorados de:
Renato Pontes Dias (www.stn.fazenda.gov.br)
Coordenador-Geral
Coordenação-Geral de Contabilidade e Custos da União
Subsecretaria de Contabilidade Pública
Secretaria do Tesouro Nacional
Ministério da Fazenda
Cláudio Roberto Caríssimo
Professor
Universidade Federal de Alfenas – UNIFAL/MG campus avançado de Varginha.
João Paulo de Brito Nascimento
Professor
Universidade Federal de Alfenas– UNIFAL/MG campus avançado de Varginha.

Mais conteúdos dessa disciplina