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CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD RELATÓRIO DE PRÁTICA - ACADÊMICO IDENTIFICAÇÃO 1. Acadêmico: Cristiane de Cássia Pasa Giordani 2. Matrícula: 2605312 3. Curso: Farmácia 4. Turma: BFR0015/2 5. Disciplina: Imunologia Clínica 6. Tutor(a) Externo(a): Aline Regina Vanin DADOS DA PRÁTICA 1. Título: VDRL 2. Local: Laboratório Virtual 3. Período: 8 4. Semestre: 8 5. Data: 02/09/2023 INTRODUÇÃO Este experimento tem como objetivo a interpretação do teste de VDRL, suas limitações técnicas e significados clínicos é pré-requisito para o desenvolvimento de competências e habilidades experimentais que possibilitam o diagnóstico de doenças como a sífilis. Além disso, a correta titulação, realizada em amostras cujo resultado qualitativo for positivo, possibilita um resultado que permite à equipe multiprofissional avaliar: o diagnóstico, correlacionando-o com a clínica e outros testes; a gravidade da doença; o acompanhamento da eficácia do tratamento; a necessidade de adequações; e até mesmo se o paciente já está livre da doença. OBJETIVOS O objetivo do experimento conhecer como funciona a triagem para sífilis por meio do exame laboratorial mais utilizado na prática clínica. Trata-se de um exame não treponêmico de baixo custo e largamente utilizado no Brasil e no mundo. Os testes não treponêmicos têm por característica detectar anticorpos que não são específicos ao Treponema pallidum, o agente causador da sífilis. Já os testes treponêmicos são específicos. Adicionalmente, o experimento desenvolve a habilidade de entender como funcionam as técnicas baseadas em imunologia, o manuseio de pipetas e a visualização ao microscópio, além da técnica de titulação. MATERIAIS Para realizar esse experimento utilizamos equipamentos de segurança EPIS, utilizados jaleco, luvas, óculos e máscara. Esses itens de segurança são essenciais para evitar contaminação na amostragem e consequentemente no resultado do teste. Materiais necessários: •Agitador orbital; Amostra sorológica; Béquer de 50 mL contendo solução salina (0,9% NaCl); Kit VDRL (Controle negativo; Controle positivo; Reagente VDRL); Micropipeta de 50 µL; Microscópio; Placa escavada (Placa de Kline); ponteira de 50 µL. METODOLOGIA A prática se realizou no laboratório virtual, o qual possui todas as ferramentas necessárias para a realização do experimento. FOTOS Legenda Após colocar todos os EPIs necessários para a realização do experimento, iniciamos a higienização da bancada aplicando hipoclorito de sódio na superfície e, com auxílio do papel toalha, aplicamos álcool 70% na bancada. Dando continuidade ao experimento iniciamos pipetando 50 µL do controle positivo, transferimos o controle positivo para o poço 1 da placa escavada. Em seguida, descartamos e trocamos a ponteira. Pipetamos 50 µL do controle negativo e transferimos para o poço 2 da placa escavada, descartamos e trocamos a ponteira. Pipetamos 50 µL da amostra sorológica, transferimos a amostra para o poço 3, descartamos e trocamos a ponteira. Regulamos a micropipeta para 20 µL, pipete 20 µL do reagente de VDRL, transferimos o reagente de VDRL para o poço 1, descartamos e trocamos a ponteira. Pipetamos 20 µL do reagente de VDRL para o poço 2, descartamos e trocamos a ponteira. Pipetamos 20 µL do reagente de VDRL para o poço 3, descartamos e trocamos a ponteira. Movemos a placa escavada para o agitador orbital e prenda com o gancho. Configuramos o agitador para 180 rpm por 4 minutos e iniciamos a agitação. Após, retiramos a placa do agitador e movemos a para o microscópio óptico. Legenda Dando continuidade ao experimento visualizemos os poços com controle positivo, controle negativo e a amostra na objetiva de 10x e depois na de 40x. Atente-se à instrução para movimentação do revólver ou para efetuar as configurações de posicionamento dos parafusos, condensador ou diafragma. Legenda Por fim, iniciamos a diluição seriada, pipetando 50 µL da solução do poço 5 para o poço 6 (diluição 1:4) e homogeneíze a VDRL amostra. Pipete 50 µL da solução do poço 6 para o poço 7 (diluição 1:8) e homogeneíze a amostra. Pipete 50 µL da solução do poço 7 para o poço 8 (diluição1:16) e homogeneíze a amostra. Pipete 50 µL da solução do poço 8 para o poço9 (diluição 1:32) e homogeneíze a amostra. Pipete 50 µL da solução do poço 9 para o poço 10 (diluição 1:64) e homogeneíze a amostra. Pipete 50 µL da solução do poço10, descarte e troque a ponteira. Regule a micropipeta para 20 µL. Pipete 20 µL do reagente de VDRL, transfira o reagente de VDRL para o poço 5, descarte e troque a ponteira. Pipete 20 µL do reagente de VDRL nos poços 6, 7, 8, 9 e 10, sempre trocando a ponteira. Mova a placa escavada para o agitador orbital e prenda como gancho. Configure o agitador para 180 rpm por 4 minutos e inicie a agitação. Após retiramos a placa do agitador e movemos a para o microscópio óptico e avaliamos os resultados. REFERÊNCIAS MARTINS, Amanda de Ávila Bicca Martins, Imulogia Clínica - Indaial: UNIASSELVI, 2021. Laboratório virtual Uniasselvi/Microbiologia. UNIASSELVI.